GESTÃO DE CUSTOS
Tutor: Valdenilson Pimentel
INSERIR UMA IMAGEM QUE REPRESENTE A
DISCIPLINA.
JÁ SABE
COMO
ACESSAR
A SUA TRILHA DE
APRENDIZAGEM?
VOCÊ JÁ ACESSOU SEU LIVRO
DE ESTUDOS?
Bem-vindo à disciplina
Gestão de custos
Apresentação
TÓPICO 1 – INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E
GERENCIAIS
TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO VOLUME E LUCRO
UNIDADE 1 - INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX DE
PRODUTOS
TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE RESULTADOS
E CUSTEIO
TÓPICO 3 – DETALHAMENTO DOS MÉTODOS DE
CUSTEIO
UNIDADE 2 - ANÁLISE DE RESULTADO POR MIX DE
PRODUTOS E MÉTODOS DE CUSTEIO DE PRODUTOS
TÓPICO 1 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE
PRECIFICAÇÃO
TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE
MERCADO
UNIDADE 3 - FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA
• A média final da disciplina é composta do Atividade Prática +
Avaliação com questões Objetivas.
• A avaliação é composta de questões objetivas e estará disponível
para agendamento no seu AVA em NOTAS E AVALIAÇÕES
conforme o cronograma da disciplina.
• A atividade prática consiste em................................ E deverá ser
postada em produção acadêmica até 24 horas após o 3º
encontro.
Destacamos aqui uma informação importante:
Aqui deve ser explicado como a atividade prática deve ser realizada.
Informações sobre a ATIVIDADE PRÁTICA.
Ao final desta prática o aluno deve inserir evidências da elaboração da
prática, como: fotos, selfies, prints, gráficos, etc. Estas evidências
também serão utilizadas no último trabalho da disciplina do
módulo/semestre.
Unidade 1
INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
INSERIR UMA IMAGEM QUE REPRESENTE A UNIDADE
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
DA UNIDADE 1.
Aprofundar a compreensão dos alunos sobre a terminologia
específica da gestão de custos, permitindo uma análise crítica e
precisa das estruturas de custo nas organizações modernas.
Desenvolver habilidades analíticas para identificar e categorizar
diversos tipos de custos gerenciais que impactam diretamente na
saúde financeira de uma empresa.
O universo da contabilidade e da gestão financeira é repleto de termos
específicos que podem parecer intimidantes à primeira vista.
No entanto, cada termo e conceito é uma ferramenta vital que ajuda as
empresas a compreender melhor suas operações, avaliar sua saúde financeira
e planejar estrategicamente para o futuro. Neste capítulo, navegaremos pelas
definições analíticas da terminologia de custos, desvendando seus significados
e aplicações práticas.
TÓPICO 1 – INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
Custos Fixos são aqueles custos que, por sua natureza, não mudam
em relação ao volume de produção ou nível de atividade da empresa.
Uma das principais características dos custos fixos é sua
previsibilidade. Isso pode ser um benéfico para o planejamento
financeiro, pois as empresas sabem exatamente quanto precisarão
desembolsar para esses custos em um período futuro.
Exemplos comuns de custos fixos incluem aluguel de instalações,
salários de funcionários administrativos, seguro, depreciação de ativos
fixos e despesas de escritório. Esses custos permanecem inalterados,
mesmo que a produção ou as vendas da empresa aumentem ou
diminuam.
TÓPICO 1 – INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
Eles estão diretamente relacionados ao volume de produção ou atividade,
aumentando quando a produção ou as vendas aumentam e diminuindo
quando elas diminuem.
Os custos variáveis são importantes para a análise de custos e para a tomada
de decisões gerenciais, pois ajudam as empresas a entender como os custos
estão relacionados à atividade operacional e como esses custos podem afetar
a rentabilidade. Eles são contrastados com os custos fixos, que permanecem
constantes, independentemente do volume de produção ou vendas.
TÓPICO 1 – INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
Os custos fixos, ligados a processos e estruturas internas da empresa,
caracterizam-se por permanecerem constantes independentemente do
volume de produção ou vendas.
Em contrapartida, os custos variáveis estão intimamente entrelaçados com o
volume de produção ou vendas, alterando-se proporcionalmente a essas
variáveis. Essa característica os torna mais adaptáveis às flutuações do
mercado, permitindo às empresas responderem rapidamente a mudanças na
demanda.
TÓPICO 1 – INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
A gestão eficaz de qualquer organização requer uma compreensão profunda
da estrutura de seus custos. Afinal, são esses custos que, em última análise,
determinam preços, influenciam estratégias e afetam a rentabilidade.
Os custos diretos são aqueles que podem ser facilmente e diretamente
atribuídos a um produto, projeto ou atividade específica. Conforme salienta
Slavov (2013), eles estão intimamente relacionados ao processo de produção
ou à oferta de um serviço e podem ser rastreados de forma direta e precisa.
TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E
GERENCIAIS
Em contraste, os custos indiretos são mais complexos de serem alocados
diretamente a um produto ou projeto específico.
Eles representam os gastos que estão envolvidos no processo de produção ou
operação, mas não podem ser facilmente associados a um item em particular.
Em vez disso, eles são distribuídos de maneira geral entre várias atividades.
TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E
GERENCIAIS
Custos indiretos frequentemente incluem itens como aluguel de instalações,
energia elétrica, salários dos supervisores e equipamentos compartilhados.
Esses custos podem ser distribuídos usando métodos de rateio, como horas de
trabalho, área ocupada ou volume de produção.
Para alocar esses custos indiretos aos produtos, departamentos ou projetos
específicos, as empresas geralmente usam métodos de rateio. Os métodos de
rateio são técnicas que distribuem os custos indiretos de maneira proporcional
com base em algum fator de alocação, como horas de trabalho, área ocupada,
volume de produção, número de funcionários, entre outros.
TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E
GERENCIAIS
Os custos indiretos incluem despesas como aluguel da fábrica, eletricidade,
salários dos supervisores e depreciação dos equipamentos compartilhados.
Esses custos não podem ser atribuídos diretamente a um único pedido, pois
são compartilhados por várias atividades de produção.
Alguns exemplos de custos indiretos incluem:
● Aluguel de instalações: o custo do aluguel de um edifício ou espaço de
escritório que é usado para várias atividades da empresa.
● Energia elétrica e utilidades: os gastos com eletricidade, água, gás e outras
utilidades que são necessárias para manter as instalações em
funcionamento.
TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E
GERENCIAIS
A análise da relação entre Custo, Volume e Lucro (CVL) desempenha um papel
central na contabilidade gerencial e no planejamento financeiro.
Compreender essa relação é crucial para avaliar os impactos das variações de
volume na rentabilidade de uma organização e para diferenciar como os custos
se interligam com os lucros.
A análise CVL é uma ferramenta valiosa para os gestores e contadores, pois
fornece insights sobre como os custos e as vendas afetam a rentabilidade da
empresa. Essa compreensão é fundamental para o planejamento estratégico e
para a tomada de decisões que visam otimizar os resultados financeiros de
uma organização.
TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO-VOLUME-LUCRO
A margem de contribuição é um indicador que mostra a parte da receita gerada pelas
vendas de um produto ou serviço que pode ser usada para lidar com os custos fixos e
gerar lucro, depois de descontados os custos mudam conforme a produção.
A margem de lucro, por outro lado, é um indicador que mede a rentabilidade de um
produto, serviço ou da empresa como um todo.
Ambos os indicadores são cruciais para a gestão financeira e estratégica de uma
empresa. A margem de contribuição ajuda a tomar decisões específicas sobre
produtos ou serviços, enquanto a margem de lucro oferece uma visão mais ampla da
rentabilidade da empresa como um todo. Ambas as métricas são importantes para o
planejamento financeiro e o monitoramento do desempenho empresarial.
TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO-VOLUME-LUCRO
O ponto de equilíbrio é um conceito fundamental na gestão financeira e na
contabilidade de custos.
O ponto de equilíbrio contábil leva em consideração todas as perdas
patrimônios e faz o confronto direto com a quantidade de receitas geradas ou
seja, o ponto de equilíbrio ocorre quando todas as receitas são capazes de
pagar todos os custos e despesas patrimoniais.
É útil para determinar o nível mínimo de vendas necessário para evitar
prejuízos e cobrir todos os custos, incluindo aqueles relacionados à
manutenção do patrimônio.
TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO-VOLUME-LUCRO
O ponto de equilíbrio financeiro leva em consideração todas perdas financeiras
e faz o confronto direto com a quantidade de receitas geradas ou seja, o ponto
de equilíbrio ocorre quando todas as receitas são capazes de pagar todos os
custos e despesas financeiras.
O ponto de equilíbrio econômico leva em consideração todas as perdas
econômicas e faz o confronto direto com a quantidade de receitas geradas ou
seja, o ponto de equilíbrio ocorre quando todas as receitas são capazes de
pagar todos os custos e despesas econômicas.
TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO-VOLUME-LUCRO
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Unidade 2
ANÁLISE DE RESULTADO POR MIX DE PRODUTOS E
MÉTODOS DE CUSTEIO DE PRODUTOS
INSERIR UMA IMAGEM
QUE REPRESENTE A
UNIDADE
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
DA UNIDADE 2.
● compreender os conceitos essenciais relacionados ao mix de
produtos, incluindo sua definição e função no contexto
empresarial, para estabelecer uma base sólida de conhecimento;
● analisar cuidadosamente a importância da análise de mix de
produtos como uma ferramenta estratégica fundamental,
destacando como ela pode influenciar as decisões de negócios e
a rentabilidade;
O mix de produtos, conhecido também como variedade de produtos, abrange todos
os itens que uma empresa disponibiliza para seu público consumidor.
Este mix pode variar amplamente dependendo de diversos fatores, como o segmento
de mercado da empresa, sua estratégia comercial, entre outros. Vejamos sobre estes
dois citados:
● Segmento de mercado: o mix de produtos de uma empresa muitas vezes é
adaptado para atender às necessidades e preferências específicas do seu
segmento de mercado. Por exemplo, uma empresa que atende ao mercado de
produtos eletrônicos pode oferecer uma variedade de dispositivos, como
smartphones, laptops, tablets e acessórios.
TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX
DE PRODUTOS
● Estratégia comercial: a estratégia da empresa também influencia o mix de
produtos. Uma empresa pode optar por oferecer uma linha de produtos
premium, uma linha de produtos econômicos ou uma combinação de
ambos. A estratégia de precificação, promoção e posicionamento no
mercado desempenha um papel importante na determinação do mix de
produtos.
Uma estratégia vital para gerenciar eficazmente o mix de produtos é a
realização de análises periódicas do portfólio de produtos.
TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX
DE PRODUTOS
Essas análises podem ajudar a identificar quais produtos estão apresentando
um desempenho superior e quais podem necessitar de ajustes ou mesmo ser
descontinuados.
A análise periódica do portfólio de produtos é uma ferramenta fundamental
para o gerenciamento estratégico de produtos. Ela ajuda as empresas a
otimizar seu mix de produtos, maximizar a rentabilidade e se manterem
competitivas em um ambiente de negócios em constante evolução. É uma
prática essencial para qualquer empresa que deseja alcançar o sucesso
sustentável a longo prazo.
TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX
DE PRODUTOS
O mix de produtos não deve ser estático, mas sim, adaptar-se continuamente
às mudanças no mercado e nas preferências dos consumidores.
As empresas devem estar prontas para ajustar seu mix de produtos em
resposta a fatores como mudanças nas tendências do mercado, avanços
tecnológicos, e movimentos da concorrência.
A capacidade de adaptação e flexibilidade no mix de produtos é essencial para
a sobrevivência e o sucesso a longo prazo das empresas. Isso requer pesquisa
de mercado contínua, monitoramento da concorrência e uma cultura
organizacional que valorize a inovação e a resposta ágil às mudanças do
mercado.
TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX
DE PRODUTOS
A precificação é uma componente crítica na gestão do mix de produtos.
Exploraremos diferentes estratégias de precificação, como a precificação
baseada em custos, valor e concorrência, e como elas podem ser utilizadas
para otimizar o desempenho do mix de produtos.
Na gestão eficaz de um mix de produtos, uma empresa deve ponderar
cuidadosamente entre estratégias de diversificação e foco. Abaixo, iremos
desenvolver uma análise aprofundada sobre essas estratégias, focando nas
vantagens, desvantagens e na aplicação prática de cada uma.
TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX
DE PRODUTOS
No segundo tema de nosso estudo, vamos nos aprofundar nos métodos de
análise de resultados, uma ferramenta vital na gestão e operacionalização de
negócios.
Entender e implementar esses métodos é uma competência essencial para
profissionais que buscam não apenas compreender o estado atual de uma
empresa, mas também prever tendências futuras e planejar estratégias
eficazes.
TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE
RESULTADOS E CUSTEIO
Dando um passo além, é essencial explorar métodos de custeio variáveis e por
absorção. Essas abordagens oferecem diferentes perspectivas sobre como os
custos são alocados aos produtos e serviços, influenciando diretamente a
formação de preços e a análise de lucratividade.
A escolha entre custeio variável e custeio por absorção depende dos objetivos
específicos da empresa e das necessidades de relatórios financeiros. Muitas
empresas utilizam ambas as abordagens para obter insights completos sobre
seus custos e rentabilidade. É importante compreender as implicações de cada
método e como eles afetam a análise de custos, formação de preços e tomada
de decisões estratégicas.
TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE
RESULTADOS E CUSTEIO
À medida que avançamos, é essencial discutir o papel da tecnologia na
moderna gestão de custos.
Ferramentas analíticas avançadas, softwares de Business Intelligence (BI) e
sistemas integrados de gestão (ERP) têm revolucionado a maneira como as
empresas coletam, processam e analisam dados. O domínio dessas
ferramentas tecnológicas é vital para os profissionais que aspiram liderar
iniciativas de gestão de custos bem-sucedidas em um mundo cada vez mais
digitalizado.
TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE
RESULTADOS E CUSTEIO
O custeio por absorção é uma técnica contábil e gerencial que atribui todos os
custos de produção, tanto fixos quanto variáveis, aos produtos produzidos.
Este método tem como objetivo dar uma visão mais abrangente do custo de
produção, incorporando todos os gastos que foram realizados para fabricar um
bem ou prestar um serviço.
● Custos variáveis e fixos: o custeio por absorção aloca todos os custos
(variáveis e fixos) aos produtos. Isso inclui custos diretos de produção e
uma parcela dos custos fixos, conhecida como custos indiretos de
fabricação.
TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE
RESULTADOS E CUSTEIO
● Vantagens: o custeio por absorção é mais amplamente aceito em termos
contábeis e fiscais, tornando-o mais adequado para fins de relatórios
financeiros e tributação. Ele também pode ser útil para avaliar a
rentabilidade global da empresa.
● Desvantagens: pode obscurecer a análise de lucratividade de produtos
individuais, pois todos os custos fixos são alocados a eles. Isso pode levar a
decisões de precificação que não refletem adequadamente os custos
variáveis reais.
TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE
RESULTADOS E CUSTEIO
O Custeio Variável ou Direto é uma abordagem de cálculo de custos que
considera apenas os custos variáveis como custos do produto ou serviço.
Para Slavov (2013), os custos fixos, mesmo que relacionados à produção, são
tratados como despesas do período. Vamos abordar seus conceitos principais
e a sua importância no processo de gestão de custos.
● Custos variáveis: trata apenas os custos variáveis (custos que variam
diretamente com o nível de produção ou vendas) como custos do produto.
Os custos fixos (custos que não variam com a produção ou vendas) são
tratados como despesas operacionais.
TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE
RESULTADOS E CUSTEIO
● Vantagens: fornece uma visão clara da margem de contribuição de cada
produto, ou seja, quanto cada produto contribui para cobrir os custos fixos
e gerar lucro. Isso é útil para tomar decisões de precificação e determinar a
rentabilidade de produtos individuais.
● Desvantagens: não está em conformidade com os princípios contábeis
geralmente aceitos (GAAP) em muitos países, o que pode dificultar a
apresentação de demonstrações financeiras para fins fiscais e contábeis.
TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE
RESULTADOS E CUSTEIO
Nesta fase, iremos abordar as implicações significativas que uma escolha imprópria
de método de custeio pode ter em uma organização.
De acordo com Souza (2011), ao abordar os prós e contras de cada abordagem,
pretendemos capacitar os alunos a fazerem escolhas informadas que alinham
estrategicamente as operações de custeio com os objetivos organizacionais.
É fundamental que as organizações considerem cuidadosamente as implicações de
diferentes métodos de custeio e escolham o método que melhor se adapte às suas
necessidades e objetivos estratégicos. A capacidade de tomar decisões informadas
nessa área é crucial para o sucesso a longo prazo da organização.
TÓPICO 3 – DETALHAMENTO DO MÉTODO DE
CUSTEIO
A escolha inadequada de um método de custeio pode levar a desequilíbrios
financeiros significativos.
Por exemplo, a adoção de um sistema de custeio por absorção em uma
empresa com altos custos fixos pode resultar em informações distorcidas
sobre a rentabilidade dos produtos.
A seleção errada de um método de custeio pode comprometer a tomada de
decisões estratégicas. A não compreensão clara dos custos pode levar a
estratégias de precificação inadequadas, o que pode, por sua vez, afetar a
competitividade da empresa no mercado.
TÓPICO 3 – DETALHAMENTO DO MÉTODO DE
CUSTEIO
A escolha entre esses métodos não deve ser feita levianamente. Cada empresa
deve analisar sua estrutura, suas necessidades e seus objetivos para decidir
qual método de custeio é o mais adequado.
Alguns pontos a serem considerados são: complexidade operacional, setor de
atuação, objetivos estratégicos, análise de custo-benefício, avaliação contínua
e consultoria profissional.
Erros nessa escolha podem não apenas distorcer a visão financeira, mas
também impactar diretamente a competitividade e a sustentabilidade do
negócio no mercado. Portanto, é uma decisão estratégica que deve ser tratada
com cuidado e consideração.
TÓPICO 3 – DETALHAMENTO DO MÉTODO DE
CUSTEIO
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Unidade 3
FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA
INSERIR UMA IMAGEM QUE REPRESENTE A UNIDADE
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
DA UNIDADE 3.
● identificar os elementos-chave que influenciam a precificação,
compreendendo a importância de cada um na determinação do
preço final de um produto ou serviço;
● desenvolver habilidades para criar e implementar estratégias de
precificação eficazes, focando em maximizar o valor percebido e
a rentabilidade;
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
DA UNIDADE 3.
● analisar casos práticos e estudos de mercado relevantes para
entender como a teoria da precificação é aplicada no mundo real
e como pode influenciar o sucesso de um negócio;
● comparar e contrastar diferentes estratégias de precificação
utilizadas no mercado, desenvolvendo uma compreensão crítica
de suas eficácias e limitações.
No cerne da arte meticulosa da formação de preços, está a análise detalhada e
precisa dos custos diretos e indiretos, componentes essenciais que
influenciam diretamente a sustentabilidade e a competitividade de qualquer
empreendimento.
Neste cenário, é determinante que nos aprofundemos nos principais detalhes
que englobam essa temática, proporcionando uma compreensão abrangente e
técnica que serve como alicerce para estratégias de precificação bem-
sucedidas.
TÓPICO 1 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE
PRECIFICAÇÃO
Ao adentrarmos no domínio complexo da formação de preços, nos deparamos
com dois conceitos centrais que servem como colunas de sustentação para
estratégias bem-sucedidas de precificação: o markup e a margem de lucro.
À primeira vista, estes termos podem parecer similares, mas ao desdobrá-los,
você perceberá que cada um abriga nuances significativas que são vitais para a
gestão financeira eficaz de uma empresa.
TÓPICO 1 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE
PRECIFICAÇÃO
Inicialmente, vamos explorar o conceito de markup, uma ferramenta que ajuda a
determinar o preço de venda de um produto a partir do seu custo de aquisição ou
produção.
Essencialmente, é uma porcentagem aplicada sobre o custo do produto que ajuda a
cobrir as despesas operacionais e ainda garantir um lucro desejado.
Para ilustrar de forma prática, se o custo de produção de um item é de R$100 e a
empresa aplica um markup de 30%, o preço de venda será configurado em R$130.
Este valor adicional de R$30 ajuda a empresa a cobrir gastos como salários, aluguel e
outras despesas operacionais, além de contribuir para o lucro.
TÓPICO 1 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE
PRECIFICAÇÃO
Estes conceitos não apenas atuam como catalisadores para uma gestão
financeira sólida, mas também servem como um vigilante que monitora a
saúde financeira da empresa.
Um conhecimento aprofundado sobre markup e margem de lucro permite que
você adote estratégias de precificação mais precisas, garantindo que a
empresa não apenas cubra todos os seus custos, mas também atinja seus
objetivos de lucratividade.
TÓPICO 1 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE
PRECIFICAÇÃO
Na complexa jornada que envolve o universo da gestão de custos, um dos
pilares mais significativos é, sem dúvida, a construção de estratégias robustas
de precificação.
Este tópico 2, é destinado a aprofundar seu conhecimento nesta esfera,
promete navegar por nuances que englobam métodos avançados e
perspectivas contemporâneas que orientam a prática eficaz da precificação no
ambiente empresarial dinâmico de hoje.
TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
Ao nos debruçarmos sobre o universo complexo dos "Métodos e Técnicas de
Precificação", encontramo-nos no centro da gestão financeira eficaz de
qualquer empreendimento.
Para Slavov (2013), a compreensão meticulosa dos princípios, teorias e
práticas neste domínio não só pode promover uma gestão de custos mais
eficaz, como também pode servir como uma alavanca para impulsionar a
competitividade e a rentabilidade empresarial.
TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
Para Amaral (2017), a travessia por este vasto e intricado domínio oferece uma
oportunidade valiosa para desenvolver uma compreensão profunda e multifacetada das
estratégias de precificação que estão dando forma ao mundo dos negócios de hoje.
Ao explorar esse vasto e complexo domínio, os profissionais e pesquisadores podem
adquirir insights valiosos sobre como as empresas estão abordando a precificação e
adaptando suas estratégias para atender às demandas e às mudanças do mercado.
A precificação é um aspecto fundamental dos negócios, e a exploração e a compreensão
das estratégias de precificação desempenham um papel crucial no mundo empresarial
moderno. Essa compreensão profunda pode ser uma vantagem competitiva significativa
para as empresas que desejam prosperar em um ambiente empresarial dinâmico e
competitivo.
TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
Dentro da precificação baseada em custos, podemos ilustrar isso através de
um exemplo simples, mas detalhado. Imagine um produto que tem um custo
direto de produção de R$50 por unidade. Além disso, há custos fixos mensais
de R$10.000 que envolvem aluguel, salários, entre outros. Se a empresa
pretende vender 1000 unidades do produto por mês, o custo fixo por unidade
seria de R$10 (R$10.000 dividido por 1000 unidades). Assim, o custo total por
unidade seria de R$60. Agora, se a empresa deseja ter uma margem de lucro
de 20%, o preço de venda seria calculado como R$60 x 1,20 = R$72.
TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
Dessa forma, ao adentrarmos nas profundezas da psicologia da precificação, é
fundamental que você, enquanto futuro estrategista, esteja munido com uma
compreensão holística de todas as variáveis que influenciam a percepção de
valor e a disposição para comprar dos consumidores.
A compreensão da psicologia da precificação é fundamental para tomar
decisões de precificação eficazes e para influenciar positivamente a disposição
dos consumidores para comprar. Um estrategista bem informado deve
considerar todas essas variáveis e conceitos ao desenvolver estratégias de
precificação que atendam aos objetivos da empresa e às necessidades dos
clientes.
TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
A busca por compreender a complexa e versátil dinâmica do mercado, a
terceira unidade de nossa disciplina de gestão de custos nos leva ao
emocionante universo da "Análise de Casos e Estudos de Mercado".
Aqui, nos debruçamos sobre os profundos estudos analíticos e práticos que
auxiliam as organizações a navegarem com sagacidade no oceano às vezes
tumultuado dos negócios. Esta unidade é desenhada meticulosamente para
oferecer uma perspectiva ampla e, ao mesmo tempo, profunda dos
mecanismos que regem a dinâmica do mercado.
TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE
MERCADO
Segue-se a esta fase inicial, uma imersão detalhada nas "Metodologias e
Ferramentas para Estudos de Mercado", onde iremos desvendar as técnicas,
os mecanismos e as ferramentas que são usadas no mundo real para conduzir
estudos de mercado robustos e abrangentes.
No campo da gestão de negócios, a análise criteriosa de casos se torna uma
ferramenta indispensável para aprimorar a capacidade analítica e estratégica
de futuros gestores e empresários. Estes estudos proporcionam não apenas
uma visão retrospectiva das estratégias aplicadas, mas também oferecem uma
plataforma rica para simular e antecipar cenários possíveis em situações
semelhantes.
TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE
MERCADO
Por outro lado, o exame minucioso dos casos de fracasso traz à tona as falhas
estratégicas, erros de julgamento, e armadilhas comuns que podem levar a
desastres empresariais. Estes casos são igualmente preciosos, pois nos
permitem aprender com os erros de outros, evitando assim replicar esses
equívocos em futuros empreendimentos.
Ao analisar os fracassos, podemos extrair lições valiosas sobre a importância
de uma gestão eficaz, a necessidade de adaptação rápida às mudanças de
mercado, e os perigos de ignorar as tendências emergentes.
TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE
MERCADO
Por exemplo, podemos explorar o caso emblemático da Apple, que no
segundo trimestre de 2020, alcançou uma capitalização de mercado histórica
de 2 trilhões de dólares, uma cifra que ilustra a excepcional trajetória de
sucesso da empresa.
A estratégia da Apple de focar na inovação constante e na criação de um
ecossistema integrado de produtos e serviços é largamente creditada como
um dos principais fatores por trás deste sucesso retumbante. Analisando os
números, percebemos que a margem bruta da empresa ficou em torno de 38%
a 39% nos últimos anos, uma cifra notável que demonstra a força da marca e a
lealdade dos clientes.
TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE
MERCADO
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  • 1.
    GESTÃO DE CUSTOS Tutor:Valdenilson Pimentel INSERIR UMA IMAGEM QUE REPRESENTE A DISCIPLINA.
  • 2.
    JÁ SABE COMO ACESSAR A SUATRILHA DE APRENDIZAGEM?
  • 3.
    VOCÊ JÁ ACESSOUSEU LIVRO DE ESTUDOS?
  • 4.
    Bem-vindo à disciplina Gestãode custos Apresentação
  • 5.
    TÓPICO 1 –INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E GERENCIAIS TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO VOLUME E LUCRO UNIDADE 1 - INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
  • 6.
    TÓPICO 1 –COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX DE PRODUTOS TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE RESULTADOS E CUSTEIO TÓPICO 3 – DETALHAMENTO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO UNIDADE 2 - ANÁLISE DE RESULTADO POR MIX DE PRODUTOS E MÉTODOS DE CUSTEIO DE PRODUTOS
  • 7.
    TÓPICO 1 –CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE PRECIFICAÇÃO TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE MERCADO UNIDADE 3 - FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA
  • 8.
    • A médiafinal da disciplina é composta do Atividade Prática + Avaliação com questões Objetivas. • A avaliação é composta de questões objetivas e estará disponível para agendamento no seu AVA em NOTAS E AVALIAÇÕES conforme o cronograma da disciplina. • A atividade prática consiste em................................ E deverá ser postada em produção acadêmica até 24 horas após o 3º encontro. Destacamos aqui uma informação importante:
  • 9.
    Aqui deve serexplicado como a atividade prática deve ser realizada. Informações sobre a ATIVIDADE PRÁTICA. Ao final desta prática o aluno deve inserir evidências da elaboração da prática, como: fotos, selfies, prints, gráficos, etc. Estas evidências também serão utilizadas no último trabalho da disciplina do módulo/semestre.
  • 10.
    Unidade 1 INTRODUÇÃO ÀGESTÃO DE CUSTOS INSERIR UMA IMAGEM QUE REPRESENTE A UNIDADE
  • 11.
    OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DAUNIDADE 1. Aprofundar a compreensão dos alunos sobre a terminologia específica da gestão de custos, permitindo uma análise crítica e precisa das estruturas de custo nas organizações modernas. Desenvolver habilidades analíticas para identificar e categorizar diversos tipos de custos gerenciais que impactam diretamente na saúde financeira de uma empresa.
  • 12.
    O universo dacontabilidade e da gestão financeira é repleto de termos específicos que podem parecer intimidantes à primeira vista. No entanto, cada termo e conceito é uma ferramenta vital que ajuda as empresas a compreender melhor suas operações, avaliar sua saúde financeira e planejar estrategicamente para o futuro. Neste capítulo, navegaremos pelas definições analíticas da terminologia de custos, desvendando seus significados e aplicações práticas. TÓPICO 1 – INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
  • 13.
    Custos Fixos sãoaqueles custos que, por sua natureza, não mudam em relação ao volume de produção ou nível de atividade da empresa. Uma das principais características dos custos fixos é sua previsibilidade. Isso pode ser um benéfico para o planejamento financeiro, pois as empresas sabem exatamente quanto precisarão desembolsar para esses custos em um período futuro. Exemplos comuns de custos fixos incluem aluguel de instalações, salários de funcionários administrativos, seguro, depreciação de ativos fixos e despesas de escritório. Esses custos permanecem inalterados, mesmo que a produção ou as vendas da empresa aumentem ou diminuam. TÓPICO 1 – INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
  • 14.
    Eles estão diretamenterelacionados ao volume de produção ou atividade, aumentando quando a produção ou as vendas aumentam e diminuindo quando elas diminuem. Os custos variáveis são importantes para a análise de custos e para a tomada de decisões gerenciais, pois ajudam as empresas a entender como os custos estão relacionados à atividade operacional e como esses custos podem afetar a rentabilidade. Eles são contrastados com os custos fixos, que permanecem constantes, independentemente do volume de produção ou vendas. TÓPICO 1 – INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
  • 15.
    Os custos fixos,ligados a processos e estruturas internas da empresa, caracterizam-se por permanecerem constantes independentemente do volume de produção ou vendas. Em contrapartida, os custos variáveis estão intimamente entrelaçados com o volume de produção ou vendas, alterando-se proporcionalmente a essas variáveis. Essa característica os torna mais adaptáveis às flutuações do mercado, permitindo às empresas responderem rapidamente a mudanças na demanda. TÓPICO 1 – INTRODUÇÃO À GESTÃO DE CUSTOS
  • 16.
    A gestão eficazde qualquer organização requer uma compreensão profunda da estrutura de seus custos. Afinal, são esses custos que, em última análise, determinam preços, influenciam estratégias e afetam a rentabilidade. Os custos diretos são aqueles que podem ser facilmente e diretamente atribuídos a um produto, projeto ou atividade específica. Conforme salienta Slavov (2013), eles estão intimamente relacionados ao processo de produção ou à oferta de um serviço e podem ser rastreados de forma direta e precisa. TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E GERENCIAIS
  • 17.
    Em contraste, oscustos indiretos são mais complexos de serem alocados diretamente a um produto ou projeto específico. Eles representam os gastos que estão envolvidos no processo de produção ou operação, mas não podem ser facilmente associados a um item em particular. Em vez disso, eles são distribuídos de maneira geral entre várias atividades. TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E GERENCIAIS
  • 18.
    Custos indiretos frequentementeincluem itens como aluguel de instalações, energia elétrica, salários dos supervisores e equipamentos compartilhados. Esses custos podem ser distribuídos usando métodos de rateio, como horas de trabalho, área ocupada ou volume de produção. Para alocar esses custos indiretos aos produtos, departamentos ou projetos específicos, as empresas geralmente usam métodos de rateio. Os métodos de rateio são técnicas que distribuem os custos indiretos de maneira proporcional com base em algum fator de alocação, como horas de trabalho, área ocupada, volume de produção, número de funcionários, entre outros. TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E GERENCIAIS
  • 19.
    Os custos indiretosincluem despesas como aluguel da fábrica, eletricidade, salários dos supervisores e depreciação dos equipamentos compartilhados. Esses custos não podem ser atribuídos diretamente a um único pedido, pois são compartilhados por várias atividades de produção. Alguns exemplos de custos indiretos incluem: ● Aluguel de instalações: o custo do aluguel de um edifício ou espaço de escritório que é usado para várias atividades da empresa. ● Energia elétrica e utilidades: os gastos com eletricidade, água, gás e outras utilidades que são necessárias para manter as instalações em funcionamento. TÓPICO 2 – CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E GERENCIAIS
  • 20.
    A análise darelação entre Custo, Volume e Lucro (CVL) desempenha um papel central na contabilidade gerencial e no planejamento financeiro. Compreender essa relação é crucial para avaliar os impactos das variações de volume na rentabilidade de uma organização e para diferenciar como os custos se interligam com os lucros. A análise CVL é uma ferramenta valiosa para os gestores e contadores, pois fornece insights sobre como os custos e as vendas afetam a rentabilidade da empresa. Essa compreensão é fundamental para o planejamento estratégico e para a tomada de decisões que visam otimizar os resultados financeiros de uma organização. TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO-VOLUME-LUCRO
  • 21.
    A margem decontribuição é um indicador que mostra a parte da receita gerada pelas vendas de um produto ou serviço que pode ser usada para lidar com os custos fixos e gerar lucro, depois de descontados os custos mudam conforme a produção. A margem de lucro, por outro lado, é um indicador que mede a rentabilidade de um produto, serviço ou da empresa como um todo. Ambos os indicadores são cruciais para a gestão financeira e estratégica de uma empresa. A margem de contribuição ajuda a tomar decisões específicas sobre produtos ou serviços, enquanto a margem de lucro oferece uma visão mais ampla da rentabilidade da empresa como um todo. Ambas as métricas são importantes para o planejamento financeiro e o monitoramento do desempenho empresarial. TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO-VOLUME-LUCRO
  • 22.
    O ponto deequilíbrio é um conceito fundamental na gestão financeira e na contabilidade de custos. O ponto de equilíbrio contábil leva em consideração todas as perdas patrimônios e faz o confronto direto com a quantidade de receitas geradas ou seja, o ponto de equilíbrio ocorre quando todas as receitas são capazes de pagar todos os custos e despesas patrimoniais. É útil para determinar o nível mínimo de vendas necessário para evitar prejuízos e cobrir todos os custos, incluindo aqueles relacionados à manutenção do patrimônio. TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO-VOLUME-LUCRO
  • 23.
    O ponto deequilíbrio financeiro leva em consideração todas perdas financeiras e faz o confronto direto com a quantidade de receitas geradas ou seja, o ponto de equilíbrio ocorre quando todas as receitas são capazes de pagar todos os custos e despesas financeiras. O ponto de equilíbrio econômico leva em consideração todas as perdas econômicas e faz o confronto direto com a quantidade de receitas geradas ou seja, o ponto de equilíbrio ocorre quando todas as receitas são capazes de pagar todos os custos e despesas econômicas. TÓPICO 3 – RELAÇÃO CUSTO-VOLUME-LUCRO
  • 24.
  • 25.
    Unidade 2 ANÁLISE DERESULTADO POR MIX DE PRODUTOS E MÉTODOS DE CUSTEIO DE PRODUTOS INSERIR UMA IMAGEM QUE REPRESENTE A UNIDADE
  • 26.
    OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DAUNIDADE 2. ● compreender os conceitos essenciais relacionados ao mix de produtos, incluindo sua definição e função no contexto empresarial, para estabelecer uma base sólida de conhecimento; ● analisar cuidadosamente a importância da análise de mix de produtos como uma ferramenta estratégica fundamental, destacando como ela pode influenciar as decisões de negócios e a rentabilidade;
  • 27.
    O mix deprodutos, conhecido também como variedade de produtos, abrange todos os itens que uma empresa disponibiliza para seu público consumidor. Este mix pode variar amplamente dependendo de diversos fatores, como o segmento de mercado da empresa, sua estratégia comercial, entre outros. Vejamos sobre estes dois citados: ● Segmento de mercado: o mix de produtos de uma empresa muitas vezes é adaptado para atender às necessidades e preferências específicas do seu segmento de mercado. Por exemplo, uma empresa que atende ao mercado de produtos eletrônicos pode oferecer uma variedade de dispositivos, como smartphones, laptops, tablets e acessórios. TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX DE PRODUTOS
  • 28.
    ● Estratégia comercial:a estratégia da empresa também influencia o mix de produtos. Uma empresa pode optar por oferecer uma linha de produtos premium, uma linha de produtos econômicos ou uma combinação de ambos. A estratégia de precificação, promoção e posicionamento no mercado desempenha um papel importante na determinação do mix de produtos. Uma estratégia vital para gerenciar eficazmente o mix de produtos é a realização de análises periódicas do portfólio de produtos. TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX DE PRODUTOS
  • 29.
    Essas análises podemajudar a identificar quais produtos estão apresentando um desempenho superior e quais podem necessitar de ajustes ou mesmo ser descontinuados. A análise periódica do portfólio de produtos é uma ferramenta fundamental para o gerenciamento estratégico de produtos. Ela ajuda as empresas a otimizar seu mix de produtos, maximizar a rentabilidade e se manterem competitivas em um ambiente de negócios em constante evolução. É uma prática essencial para qualquer empresa que deseja alcançar o sucesso sustentável a longo prazo. TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX DE PRODUTOS
  • 30.
    O mix deprodutos não deve ser estático, mas sim, adaptar-se continuamente às mudanças no mercado e nas preferências dos consumidores. As empresas devem estar prontas para ajustar seu mix de produtos em resposta a fatores como mudanças nas tendências do mercado, avanços tecnológicos, e movimentos da concorrência. A capacidade de adaptação e flexibilidade no mix de produtos é essencial para a sobrevivência e o sucesso a longo prazo das empresas. Isso requer pesquisa de mercado contínua, monitoramento da concorrência e uma cultura organizacional que valorize a inovação e a resposta ágil às mudanças do mercado. TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX DE PRODUTOS
  • 31.
    A precificação éuma componente crítica na gestão do mix de produtos. Exploraremos diferentes estratégias de precificação, como a precificação baseada em custos, valor e concorrência, e como elas podem ser utilizadas para otimizar o desempenho do mix de produtos. Na gestão eficaz de um mix de produtos, uma empresa deve ponderar cuidadosamente entre estratégias de diversificação e foco. Abaixo, iremos desenvolver uma análise aprofundada sobre essas estratégias, focando nas vantagens, desvantagens e na aplicação prática de cada uma. TÓPICO 1 – COMPREENSÃO E ANÁLISE DO MIX DE PRODUTOS
  • 32.
    No segundo temade nosso estudo, vamos nos aprofundar nos métodos de análise de resultados, uma ferramenta vital na gestão e operacionalização de negócios. Entender e implementar esses métodos é uma competência essencial para profissionais que buscam não apenas compreender o estado atual de uma empresa, mas também prever tendências futuras e planejar estratégias eficazes. TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE RESULTADOS E CUSTEIO
  • 33.
    Dando um passoalém, é essencial explorar métodos de custeio variáveis e por absorção. Essas abordagens oferecem diferentes perspectivas sobre como os custos são alocados aos produtos e serviços, influenciando diretamente a formação de preços e a análise de lucratividade. A escolha entre custeio variável e custeio por absorção depende dos objetivos específicos da empresa e das necessidades de relatórios financeiros. Muitas empresas utilizam ambas as abordagens para obter insights completos sobre seus custos e rentabilidade. É importante compreender as implicações de cada método e como eles afetam a análise de custos, formação de preços e tomada de decisões estratégicas. TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE RESULTADOS E CUSTEIO
  • 34.
    À medida queavançamos, é essencial discutir o papel da tecnologia na moderna gestão de custos. Ferramentas analíticas avançadas, softwares de Business Intelligence (BI) e sistemas integrados de gestão (ERP) têm revolucionado a maneira como as empresas coletam, processam e analisam dados. O domínio dessas ferramentas tecnológicas é vital para os profissionais que aspiram liderar iniciativas de gestão de custos bem-sucedidas em um mundo cada vez mais digitalizado. TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE RESULTADOS E CUSTEIO
  • 35.
    O custeio porabsorção é uma técnica contábil e gerencial que atribui todos os custos de produção, tanto fixos quanto variáveis, aos produtos produzidos. Este método tem como objetivo dar uma visão mais abrangente do custo de produção, incorporando todos os gastos que foram realizados para fabricar um bem ou prestar um serviço. ● Custos variáveis e fixos: o custeio por absorção aloca todos os custos (variáveis e fixos) aos produtos. Isso inclui custos diretos de produção e uma parcela dos custos fixos, conhecida como custos indiretos de fabricação. TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE RESULTADOS E CUSTEIO
  • 36.
    ● Vantagens: ocusteio por absorção é mais amplamente aceito em termos contábeis e fiscais, tornando-o mais adequado para fins de relatórios financeiros e tributação. Ele também pode ser útil para avaliar a rentabilidade global da empresa. ● Desvantagens: pode obscurecer a análise de lucratividade de produtos individuais, pois todos os custos fixos são alocados a eles. Isso pode levar a decisões de precificação que não refletem adequadamente os custos variáveis reais. TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE RESULTADOS E CUSTEIO
  • 37.
    O Custeio Variávelou Direto é uma abordagem de cálculo de custos que considera apenas os custos variáveis como custos do produto ou serviço. Para Slavov (2013), os custos fixos, mesmo que relacionados à produção, são tratados como despesas do período. Vamos abordar seus conceitos principais e a sua importância no processo de gestão de custos. ● Custos variáveis: trata apenas os custos variáveis (custos que variam diretamente com o nível de produção ou vendas) como custos do produto. Os custos fixos (custos que não variam com a produção ou vendas) são tratados como despesas operacionais. TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE RESULTADOS E CUSTEIO
  • 38.
    ● Vantagens: forneceuma visão clara da margem de contribuição de cada produto, ou seja, quanto cada produto contribui para cobrir os custos fixos e gerar lucro. Isso é útil para tomar decisões de precificação e determinar a rentabilidade de produtos individuais. ● Desvantagens: não está em conformidade com os princípios contábeis geralmente aceitos (GAAP) em muitos países, o que pode dificultar a apresentação de demonstrações financeiras para fins fiscais e contábeis. TÓPICO 2 – MÉTODOS DE ANÁLISE DE RESULTADOS E CUSTEIO
  • 39.
    Nesta fase, iremosabordar as implicações significativas que uma escolha imprópria de método de custeio pode ter em uma organização. De acordo com Souza (2011), ao abordar os prós e contras de cada abordagem, pretendemos capacitar os alunos a fazerem escolhas informadas que alinham estrategicamente as operações de custeio com os objetivos organizacionais. É fundamental que as organizações considerem cuidadosamente as implicações de diferentes métodos de custeio e escolham o método que melhor se adapte às suas necessidades e objetivos estratégicos. A capacidade de tomar decisões informadas nessa área é crucial para o sucesso a longo prazo da organização. TÓPICO 3 – DETALHAMENTO DO MÉTODO DE CUSTEIO
  • 40.
    A escolha inadequadade um método de custeio pode levar a desequilíbrios financeiros significativos. Por exemplo, a adoção de um sistema de custeio por absorção em uma empresa com altos custos fixos pode resultar em informações distorcidas sobre a rentabilidade dos produtos. A seleção errada de um método de custeio pode comprometer a tomada de decisões estratégicas. A não compreensão clara dos custos pode levar a estratégias de precificação inadequadas, o que pode, por sua vez, afetar a competitividade da empresa no mercado. TÓPICO 3 – DETALHAMENTO DO MÉTODO DE CUSTEIO
  • 41.
    A escolha entreesses métodos não deve ser feita levianamente. Cada empresa deve analisar sua estrutura, suas necessidades e seus objetivos para decidir qual método de custeio é o mais adequado. Alguns pontos a serem considerados são: complexidade operacional, setor de atuação, objetivos estratégicos, análise de custo-benefício, avaliação contínua e consultoria profissional. Erros nessa escolha podem não apenas distorcer a visão financeira, mas também impactar diretamente a competitividade e a sustentabilidade do negócio no mercado. Portanto, é uma decisão estratégica que deve ser tratada com cuidado e consideração. TÓPICO 3 – DETALHAMENTO DO MÉTODO DE CUSTEIO
  • 42.
  • 43.
    Unidade 3 FORMAÇÃO DOPREÇO DE VENDA INSERIR UMA IMAGEM QUE REPRESENTE A UNIDADE
  • 44.
    OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DAUNIDADE 3. ● identificar os elementos-chave que influenciam a precificação, compreendendo a importância de cada um na determinação do preço final de um produto ou serviço; ● desenvolver habilidades para criar e implementar estratégias de precificação eficazes, focando em maximizar o valor percebido e a rentabilidade;
  • 45.
    OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DAUNIDADE 3. ● analisar casos práticos e estudos de mercado relevantes para entender como a teoria da precificação é aplicada no mundo real e como pode influenciar o sucesso de um negócio; ● comparar e contrastar diferentes estratégias de precificação utilizadas no mercado, desenvolvendo uma compreensão crítica de suas eficácias e limitações.
  • 46.
    No cerne daarte meticulosa da formação de preços, está a análise detalhada e precisa dos custos diretos e indiretos, componentes essenciais que influenciam diretamente a sustentabilidade e a competitividade de qualquer empreendimento. Neste cenário, é determinante que nos aprofundemos nos principais detalhes que englobam essa temática, proporcionando uma compreensão abrangente e técnica que serve como alicerce para estratégias de precificação bem- sucedidas. TÓPICO 1 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE PRECIFICAÇÃO
  • 47.
    Ao adentrarmos nodomínio complexo da formação de preços, nos deparamos com dois conceitos centrais que servem como colunas de sustentação para estratégias bem-sucedidas de precificação: o markup e a margem de lucro. À primeira vista, estes termos podem parecer similares, mas ao desdobrá-los, você perceberá que cada um abriga nuances significativas que são vitais para a gestão financeira eficaz de uma empresa. TÓPICO 1 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE PRECIFICAÇÃO
  • 48.
    Inicialmente, vamos exploraro conceito de markup, uma ferramenta que ajuda a determinar o preço de venda de um produto a partir do seu custo de aquisição ou produção. Essencialmente, é uma porcentagem aplicada sobre o custo do produto que ajuda a cobrir as despesas operacionais e ainda garantir um lucro desejado. Para ilustrar de forma prática, se o custo de produção de um item é de R$100 e a empresa aplica um markup de 30%, o preço de venda será configurado em R$130. Este valor adicional de R$30 ajuda a empresa a cobrir gastos como salários, aluguel e outras despesas operacionais, além de contribuir para o lucro. TÓPICO 1 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE PRECIFICAÇÃO
  • 49.
    Estes conceitos nãoapenas atuam como catalisadores para uma gestão financeira sólida, mas também servem como um vigilante que monitora a saúde financeira da empresa. Um conhecimento aprofundado sobre markup e margem de lucro permite que você adote estratégias de precificação mais precisas, garantindo que a empresa não apenas cubra todos os seus custos, mas também atinja seus objetivos de lucratividade. TÓPICO 1 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE PRECIFICAÇÃO
  • 50.
    Na complexa jornadaque envolve o universo da gestão de custos, um dos pilares mais significativos é, sem dúvida, a construção de estratégias robustas de precificação. Este tópico 2, é destinado a aprofundar seu conhecimento nesta esfera, promete navegar por nuances que englobam métodos avançados e perspectivas contemporâneas que orientam a prática eficaz da precificação no ambiente empresarial dinâmico de hoje. TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
  • 51.
    Ao nos debruçarmossobre o universo complexo dos "Métodos e Técnicas de Precificação", encontramo-nos no centro da gestão financeira eficaz de qualquer empreendimento. Para Slavov (2013), a compreensão meticulosa dos princípios, teorias e práticas neste domínio não só pode promover uma gestão de custos mais eficaz, como também pode servir como uma alavanca para impulsionar a competitividade e a rentabilidade empresarial. TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
  • 52.
    Para Amaral (2017),a travessia por este vasto e intricado domínio oferece uma oportunidade valiosa para desenvolver uma compreensão profunda e multifacetada das estratégias de precificação que estão dando forma ao mundo dos negócios de hoje. Ao explorar esse vasto e complexo domínio, os profissionais e pesquisadores podem adquirir insights valiosos sobre como as empresas estão abordando a precificação e adaptando suas estratégias para atender às demandas e às mudanças do mercado. A precificação é um aspecto fundamental dos negócios, e a exploração e a compreensão das estratégias de precificação desempenham um papel crucial no mundo empresarial moderno. Essa compreensão profunda pode ser uma vantagem competitiva significativa para as empresas que desejam prosperar em um ambiente empresarial dinâmico e competitivo. TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
  • 53.
    Dentro da precificaçãobaseada em custos, podemos ilustrar isso através de um exemplo simples, mas detalhado. Imagine um produto que tem um custo direto de produção de R$50 por unidade. Além disso, há custos fixos mensais de R$10.000 que envolvem aluguel, salários, entre outros. Se a empresa pretende vender 1000 unidades do produto por mês, o custo fixo por unidade seria de R$10 (R$10.000 dividido por 1000 unidades). Assim, o custo total por unidade seria de R$60. Agora, se a empresa deseja ter uma margem de lucro de 20%, o preço de venda seria calculado como R$60 x 1,20 = R$72. TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
  • 54.
    Dessa forma, aoadentrarmos nas profundezas da psicologia da precificação, é fundamental que você, enquanto futuro estrategista, esteja munido com uma compreensão holística de todas as variáveis que influenciam a percepção de valor e a disposição para comprar dos consumidores. A compreensão da psicologia da precificação é fundamental para tomar decisões de precificação eficazes e para influenciar positivamente a disposição dos consumidores para comprar. Um estrategista bem informado deve considerar todas essas variáveis e conceitos ao desenvolver estratégias de precificação que atendam aos objetivos da empresa e às necessidades dos clientes. TÓPICO 2 – ESTRATÉGIAS DE PRECIFICAÇÃO
  • 55.
    A busca porcompreender a complexa e versátil dinâmica do mercado, a terceira unidade de nossa disciplina de gestão de custos nos leva ao emocionante universo da "Análise de Casos e Estudos de Mercado". Aqui, nos debruçamos sobre os profundos estudos analíticos e práticos que auxiliam as organizações a navegarem com sagacidade no oceano às vezes tumultuado dos negócios. Esta unidade é desenhada meticulosamente para oferecer uma perspectiva ampla e, ao mesmo tempo, profunda dos mecanismos que regem a dinâmica do mercado. TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE MERCADO
  • 56.
    Segue-se a estafase inicial, uma imersão detalhada nas "Metodologias e Ferramentas para Estudos de Mercado", onde iremos desvendar as técnicas, os mecanismos e as ferramentas que são usadas no mundo real para conduzir estudos de mercado robustos e abrangentes. No campo da gestão de negócios, a análise criteriosa de casos se torna uma ferramenta indispensável para aprimorar a capacidade analítica e estratégica de futuros gestores e empresários. Estes estudos proporcionam não apenas uma visão retrospectiva das estratégias aplicadas, mas também oferecem uma plataforma rica para simular e antecipar cenários possíveis em situações semelhantes. TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE MERCADO
  • 57.
    Por outro lado,o exame minucioso dos casos de fracasso traz à tona as falhas estratégicas, erros de julgamento, e armadilhas comuns que podem levar a desastres empresariais. Estes casos são igualmente preciosos, pois nos permitem aprender com os erros de outros, evitando assim replicar esses equívocos em futuros empreendimentos. Ao analisar os fracassos, podemos extrair lições valiosas sobre a importância de uma gestão eficaz, a necessidade de adaptação rápida às mudanças de mercado, e os perigos de ignorar as tendências emergentes. TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE MERCADO
  • 58.
    Por exemplo, podemosexplorar o caso emblemático da Apple, que no segundo trimestre de 2020, alcançou uma capitalização de mercado histórica de 2 trilhões de dólares, uma cifra que ilustra a excepcional trajetória de sucesso da empresa. A estratégia da Apple de focar na inovação constante e na criação de um ecossistema integrado de produtos e serviços é largamente creditada como um dos principais fatores por trás deste sucesso retumbante. Analisando os números, percebemos que a margem bruta da empresa ficou em torno de 38% a 39% nos últimos anos, uma cifra notável que demonstra a força da marca e a lealdade dos clientes. TÓPICO 3 – ANÁLISE DE CASOS E ESTUDOS DE MERCADO
  • 59.