POESIAS PARAUARA
O Amor Paraense É um amor como um  alguidar Que deve ser cuidado e protegido Um amor que não é   fogo de palha O amor que invade as  quebradas Como as   bigs  animada O amor paraense  diz que  é lindo Diacho  de sentimento que meche comigo Ser paraense é como baião Que de tão gostoso aumenta a nossa paixão Amor sincero que não tem  papo na língua E diz a verdade mesmo que seja doída Um relacionamnto firme entre os  pavulagem Que termina numa tigela de açaí Com  pato no tucupi na Cidade das mangueiras que nos faz sorrir Alunos: Danielle Cardoso Gleidson Aleixo Paulo José Raony Souza
Mulher caboca Mulher  caboca! Adonde  encontrar? Todos a  espiá: Para  bajular Quando encontrar. Mulher caboca! Adonde  encontrar? Muita  piema, vixe maria Mas nunca a  pipira Sem  pavulagem Mulher  caboca! Adonde  encontrar Seu jeito insinuante  De me olhar Quem dera eu  encontrar! Mulher  caboca! Quem dera eu Dar um  rolé  com você? Teria um  pitê Mas que  panema Adonde  encontrar você! Alunos: Felipe Ferradais Isabelle Catarine Jéssica Larisse Samanta Caroline
Periferia Em cada canto da  quebrada Existe um  bêco  e em um  bêco Existe uma  baiuca  e na  baiuca Tem que ter um  pinguço E ele é sempre um  potoqueiro E na quebrada existe sempre Um  latro  a fim de pegar O  malote E lá no  bêco Vou quebrar  com minha bossa O  latro  está  urubuzando Mas o pinguço está de olho Tá ralado  para o  latro Ele quer o  malote Mas a casa caiu. Se não vamos ficar sem o dinheiro do  busão Ègua  passa tudo lá vem os  canas Vamos  capar o gato   Se não vamos em  cana Alunos:Claudionor Kenji Saito Daniel Carlos Leão Jonathan Alberto Leão Leonardo dos Santos Jefferson William
Sentimento pai d'égua Diz que o amor é lindo Bagulho doido  de sentir Ainda mais quando é verdadeiro É um motivo pra viver Ele diz que me  curti Mas não sei como é esse  curtir Eu fico sem entender Por que o amor faz isso? Por que não sei sentir? Fico imaginando Porquê tu me  largo Te adorava tanto De rocha  tu não me deu valor Agora me pergunto, o que faço com esse amor? Sentimento que vêm com  caramba Sentimento  Pai d'égua Um sentimento muito  firme Que mexe com a gente Sentimento  Pai d'égua. Alunas: Beatriz Quinto Dandara Trindade Millena Souza Tamara Ribeiro
O Pingunço Gleidson vivia a reclamar quero parar de beber hoje passei da hora gastei  bufunfa  além do que devia não consigo me desfazer pois a  cachaça  é minha vida Sua mãe vivia reclamando do filho  chapado mais quando mais falava mais seu filho enchia a cara Trabalho não conseguia estudar,  axi credo , nem queria só pensava em curtir a vida no barzinho da esquina Hoje soluço ao ver a  coroa amargurada por mim cai na real  e entendi que beber não era tudo q que queria e hoje vivo melhor com minha família. Alunos: Adriane Duarte Helena di Paula Jonas França Wellinngton da Silva
Rouba-me logo Entrei no  bêco  muito perigoso Avistei um  migué Ele estava com o  ferro  na cintura Embargou-se e levou todos dos meus pertences... Ele mandou eu  capar o gato  e não olhar para trás... Sai rapidamente atrás dos  canas Para eles irem atrás do  migué A gente o encontrou numa  quebrada próximo do  bêco  com todo  malote ... Aí o  migué  disse: -  A casa caiu  mano! saiu varando por todos os  bêcos ... Os  canas  saíram malucos atrás do  migué . Que estava com  ferro  atirando na rua. Saiu invadindo todas as casas que estavam ao seu redor. Os  camaradas  dele chegaram metendo Bala para aliviar a barra do  migué Os  canas  saíram atrás do  migué Para recuperar os pertences da vítima. Levaram-no para a  casa de pedra Com ele preso a violência tende à diminuir. Alunas: Lorrana Kimberlly Iêda Alana Izabel Cristina Stephanie Monteir
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO “MAGALHÃES BARATA” DIRETOR: JERÔNIMO BAHIA SALA DE INFORMÁTICA: TURNO MANHÃ COORDENADORA: ADEMILDE GIRARD MENDONÇA 1ª PRODUÇÃO DO PROJETO PARAUARA  AUTORA DO PROJETO: ALZIRA LOPES (PROFª DE PORTUGUÊS) PRODUÇÃO DA APRESENTAÇAO: ADEMILDE GIRARD

Poesias Parauara

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    O Amor ParaenseÉ um amor como um alguidar Que deve ser cuidado e protegido Um amor que não é fogo de palha O amor que invade as quebradas Como as bigs animada O amor paraense diz que é lindo Diacho de sentimento que meche comigo Ser paraense é como baião Que de tão gostoso aumenta a nossa paixão Amor sincero que não tem papo na língua E diz a verdade mesmo que seja doída Um relacionamnto firme entre os pavulagem Que termina numa tigela de açaí Com pato no tucupi na Cidade das mangueiras que nos faz sorrir Alunos: Danielle Cardoso Gleidson Aleixo Paulo José Raony Souza
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    Mulher caboca Mulher caboca! Adonde encontrar? Todos a espiá: Para bajular Quando encontrar. Mulher caboca! Adonde encontrar? Muita piema, vixe maria Mas nunca a pipira Sem pavulagem Mulher caboca! Adonde encontrar Seu jeito insinuante De me olhar Quem dera eu encontrar! Mulher caboca! Quem dera eu Dar um rolé com você? Teria um pitê Mas que panema Adonde encontrar você! Alunos: Felipe Ferradais Isabelle Catarine Jéssica Larisse Samanta Caroline
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    Periferia Em cadacanto da quebrada Existe um bêco e em um bêco Existe uma baiuca e na baiuca Tem que ter um pinguço E ele é sempre um potoqueiro E na quebrada existe sempre Um latro a fim de pegar O malote E lá no bêco Vou quebrar com minha bossa O latro está urubuzando Mas o pinguço está de olho Tá ralado para o latro Ele quer o malote Mas a casa caiu. Se não vamos ficar sem o dinheiro do busão Ègua passa tudo lá vem os canas Vamos capar o gato Se não vamos em cana Alunos:Claudionor Kenji Saito Daniel Carlos Leão Jonathan Alberto Leão Leonardo dos Santos Jefferson William
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    Sentimento pai d'éguaDiz que o amor é lindo Bagulho doido de sentir Ainda mais quando é verdadeiro É um motivo pra viver Ele diz que me curti Mas não sei como é esse curtir Eu fico sem entender Por que o amor faz isso? Por que não sei sentir? Fico imaginando Porquê tu me largo Te adorava tanto De rocha tu não me deu valor Agora me pergunto, o que faço com esse amor? Sentimento que vêm com caramba Sentimento Pai d'égua Um sentimento muito firme Que mexe com a gente Sentimento Pai d'égua. Alunas: Beatriz Quinto Dandara Trindade Millena Souza Tamara Ribeiro
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    O Pingunço Gleidsonvivia a reclamar quero parar de beber hoje passei da hora gastei bufunfa além do que devia não consigo me desfazer pois a cachaça é minha vida Sua mãe vivia reclamando do filho chapado mais quando mais falava mais seu filho enchia a cara Trabalho não conseguia estudar, axi credo , nem queria só pensava em curtir a vida no barzinho da esquina Hoje soluço ao ver a coroa amargurada por mim cai na real e entendi que beber não era tudo q que queria e hoje vivo melhor com minha família. Alunos: Adriane Duarte Helena di Paula Jonas França Wellinngton da Silva
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    Rouba-me logo Entreino bêco muito perigoso Avistei um migué Ele estava com o ferro na cintura Embargou-se e levou todos dos meus pertences... Ele mandou eu capar o gato e não olhar para trás... Sai rapidamente atrás dos canas Para eles irem atrás do migué A gente o encontrou numa quebrada próximo do bêco com todo malote ... Aí o migué disse: - A casa caiu mano! saiu varando por todos os bêcos ... Os canas saíram malucos atrás do migué . Que estava com ferro atirando na rua. Saiu invadindo todas as casas que estavam ao seu redor. Os camaradas dele chegaram metendo Bala para aliviar a barra do migué Os canas saíram atrás do migué Para recuperar os pertences da vítima. Levaram-no para a casa de pedra Com ele preso a violência tende à diminuir. Alunas: Lorrana Kimberlly Iêda Alana Izabel Cristina Stephanie Monteir
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    ESCOLA ESTADUAL DEENSINO MÉDIO “MAGALHÃES BARATA” DIRETOR: JERÔNIMO BAHIA SALA DE INFORMÁTICA: TURNO MANHÃ COORDENADORA: ADEMILDE GIRARD MENDONÇA 1ª PRODUÇÃO DO PROJETO PARAUARA AUTORA DO PROJETO: ALZIRA LOPES (PROFª DE PORTUGUÊS) PRODUÇÃO DA APRESENTAÇAO: ADEMILDE GIRARD