1. O poema descreve cenas de uma vila à beira-mar, com referências à procissão de monges, velas acesas e ladainha, e raparigas que buscam água à fonte ao fim do dia.
2. O poeta sente nostalgia e saudade da vila, tendo regressado sem ser notado, depois de peregrinar.
3. O mar representa a vida do poeta, sem longes ou horizontes, fundindo-se no céu como tudo o que resta são memórias de uma visão perdida.