O narrador recebe a chave do sótão cheio de livros do seu falecido pai. Ao entrar no sótão, é recebido pelo cheiro a pó e pelos livros arrumados nas prateleiras, que parecem observá-lo com as lombadas. O narrador sente-se próximo do pai entre as palavras dos livros, na esperança de o encontrar através da leitura.