ALCOOLISMO OBSESSÃO
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

• A Doutrina Espírita não condena o consumo ou
  utilização de nenhum produto, bem como nenhum
  comportamento; deixando a escolha ao livre arbítrio
  de cada um, que será responsável pela colheita do
  que houver plantado, através da lei da causa e efeito.

• A Doutrina, embora não condene, avalia as
  conseqüências que nossos atos podem vir a ter e
  mostra os possíveis resultados do caminho que
  estamos tomando; servindo assim como guia de
  esclarecimento e orientação.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO
• É muito importante perceber que, embora
  muitas pessoas consumam a bebida alcoólica
  durante suas vidas, nem todas terão a
  incidência do alcoolismo ou sofrerão a
  impulsão pelo consumo diário, o qual o vício
  acarreta.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

       O que é Alcoolismo?
• Conceito: Alcoolismo ou síndrome de
  dependência do álcool é uma doença crônica
  onde o indivíduo possui um desejo incontrolável
  de beber e, mesmo que tente parar, não
  consegue se livrar desse vício sozinho.

• Alcoolismo é "o consumo consistente e
  excessivo e/ou preocupação com bebidas
  alcoólicas ao ponto que este comportamento
  interfira na vida pessoal, familiar, social ou
  profissional da pessoa" (Wikipédia).
ALCOOLISMO E OBSESSÃO
            Causas do Alcoolismo
• Embora todas as causas do alcoolismo ainda não tenham sido
  descobertas, acredita-se que um dos fatores seja a
  hereditariedade; ou seja, os filhos de pais alcoólatras têm
  maior predisposição a desenvolver a doença.

• Causa espiritual

• Mas também é importante levar em conta
  as necessidades psicológicas que levam a
  pessoa a refugiar-se na inconsciência de
  seus efeitos.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO
• Em nossa cultura, tomar uma dose é uma prática associada a
  alguma comemoração, a momentos bons ou divertidos, e
  por isso, atrai em especial os adolescentes.

• Com o tempo, tudo passa a ser motivo para beber, bons ou
  maus momentos, festas de reencontro ou de despedidas.

• O alcoólatra julga usar o álcool para resolver seus
  problemas, sem se dar conta de que multiplica seus
  desconfortos físicos e emocionais e passa a depender
  do álcool para tudo, até para esquecer que é
  dependente.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

                         • O álcool é usado muitas vezes e
                         inconscientemente para fugir ou
                         suportar uma realidade.


• De um aliado nas situações de crise, transforma-se em
  vilão do dependente e a pessoa que, no início achava que
  se tornava forte, descobre-se absolutamente fragilizada e
  merecedora do desrespeito alheio.

• Por isso, em certo estágio avançado, o álcool passa a ser
  considerado como uma forma de autopunição e
  autodestruição.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO
        Sintomas do alcoolismo
• Desejo intenso ou compulsão para ingerir bebidas
  alcoólicas.
• Necessidade de doses cada vez maiores de álcool para
  atingir os mesmos efeitos obtidos com doses
  anteriormente inferiores.
• Abstinência: síndrome típica e de duração limitada
  que ocorre quando o uso do álcool é interrompido ou
  reduzido drasticamente, levando à agitação, confusão
  mental, tremores, suor frio, dentre outros sintomas.
• O indivíduo pode passar também a ingerir bebidas
  alcoólicas para aliviar os próprios sintomas de
  abstinência.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO
         Sintomas do alcoolismo
• Maior tempo para consumir ou recuperar-se dos efeitos
  da substância;
• Abandono progressivo de outros prazeres ou interesses
  devido ao consumo do álcool.
• Desejo de reduzir ou controlar o consumo do álcool com
  repetidos insucessos.
• Persistência no consumo de álcool mesmo em situações
  em que o consumo é contra-indicado ou apesar de provas
  evidentes de prejuízos, tais como, lesões hepáticas
  causadas pelo consumo excessivo de álcool, humor
  deprimido ou perturbação das funções cognitivas
  (memória e juízo) relacionadas ao consumo do álcool.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

Existem alguns sinais característicos:

• Tremor leve (principalmente nas mãos)
• Odor de álcool (no suor e no hálito)
• Sudorese constante (parecendo fraqueza no organismo)
• Aumento do fígado
• Falta de apetite (ou apetite apenas acompanhado de álcool)

 •Alteração da Pressão arterial
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

Existem alguns sinais característicos:
• Esquecimento de fatos que foram realizados sob efeito do álcool
                                          ("não me lembro como
cheguei em casa")
• Constante diarréia (devido ao alto teor de líquido alcoolizado no
intestino e pouca alimentação)
• "Síndrome da higiene bucal" (mascarando o odor de álcool); entre
outros.
A medicina indica que a presença de algum destes sinais,
esporadicamente, no comportamento das pessoas não significa
obrigatoriamente que ele(a) esteja com problemas alcoólicos; porém
que a presença CONSTANTE de três ou mais destes sintomas é um
forte indicativo de que está sofrendo de viciação alcoólica.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

       Conseqüências do Alcoolismo
• A cirrose hepática, que se traduz por uma insuficiência ou
  mau funcionamento do fígado, é a doença relacionada ao
  alcoolismo mais conhecida, capaz de levar o indivíduo à
  morte ou a grande incapacidade física.

• Outras graves doenças relacionadas ao consumo do álcool
  são alguns tipos de câncer (ex: pâncreas, esôfago e
  estômago), demência, doenças dos nervos periféricos,
  infarto do coração, derrame cerebral, desnutrição,
  traumas diversos, acidentes de trânsito, acidentes de
  trabalho, depressão, agressões domésticas e até mesmo
  homicídios e suicídios.
Veja um alcoólatra que não acha que é alcoólatra.




Se você fuma um cigarro por dia, é fumante. Se bebe uma cerveja por dia
(mesmo que em média), não é alcoólatra?
Não economizemos a verdade. "Conhecereis a verdade, e a verdade vos
libertará", lembra?
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

       O VÍCIO ALÉM-TÚMULO
• Obsessão: A obsessão é o domínio que os
  Espíritos inferiores adquirem sobre alguns
  indivíduos, provocando-lhes desequilíbrios
  psíquicos, emocionais e orgânicos. (Allan
  Kardec).

• A dependência do álcool prossegue além-
  túmulo e, como o Espírito não pode obtê-lo no
  local em que agora reside, no chamado plano
  extra físico, ele só consegue satisfazer a sua
  compulsão pela bebida associando-se a um
  encarnado que beba.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

                 OBSESSÃO
“Invariavelmente, defrontamos nas panorâmicas
 da toxicomania, da sexolatria, dos vícios em geral
  a sutil presença de obsessões, como causa
  remota ou como efeito do comportamento que
  o homem se permite, sintonizando com mentes
  irresponsáveis e enfermas desembaraçadas do
  corpo”
(Manoel P. de Miranda, Nas Fronteiras da
  Loucura, p.75).
Livro Sexo e Destino, capítulo VI, págs. 51 a 55
Eis como André Luiz relata, em sua obra citada, o caso Cláudio Nogueira:

Estando Cláudio sentado na sala de seu apartamento, aconteceu de
repente o imprevisto. Os desencarnados vistos à entrada do
apartamento penetraram a sala e, agindo sem cerimônia, abordaram o
chefe da casa.

"Beber, meu caro, quero beber!", gritou um deles, tateando-lhe um dos
ombros. Cláudio mantinha-se atento à leitura de um jornal e nada ouviu.
Contudo, se não possuía tímpanos físicos para registrar a petição, trazia
na cabeça a caixa acústica da mente sintonizada com o apelante.

O Espírito repetiu, pois, a solicitação, algumas vezes, na atitude do
hipnotizador que insufla o próprio desejo, reafirmando uma ordem. O
resultado não demorou.

Viu-se o paciente desviar-se do jornal e deixar-se envolver pelo desejo
de beber um trago de uísque, convicto de que buscava a bebida
exclusivamente por si.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

Abrigando a sugestão, o pensamento de Cláudio
transmudou-se, rápido. "Beber, beber!..." e a sede de
aguardente se lhe articulou na idéia, ganhando forma. A
mucosa pituitária se lhe aguçou, como que mais
fortemente impregnada do cheiro acre que vagueava no ar.
O Espírito malicioso coçou-lhe brandamente os gorgomilos
(garganta,goela), e indefinível secura constringiu-lhe a
laringe.
O Espírito sagaz percebeu-lhe, então, a adesão tácita e
colou-se a ele. De começo, a carícia leve; depois da carícia,
o abraço envolvente; e depois do abraço, a associação
recíproca. Integraram-se ambos em exótico sucesso de
enxertia fluídica.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

Produziu-se ali – refere André Luiz - algo semelhante ao encaixe
perfeito. Cláudio-homem absorvia o desencarnado, à guisa de
sapato que se ajusta ao pé.

Fundiram-se os dois, como se morassem num só corpo. Altura
idêntica. Volume igual. Movimentos sincrônicos. Identificação
positiva. Levantaram-se a um tempo e giraram integralmente
incorporados um ao outro, na área estreita, arrebatando o frasco
de uísque.

Não se podia dizer a quem atribuir o impulso inicial de semelhante
gesto, se a Cláudio que admitia a instigação, ou se ao obsessor que
a propunha. A talagada rolou através da garganta, que se exprimia
por dualidade singular: ambos os dipsômanos estalaram a língua de
prazer, em ação simultânea.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

Desmanchou-se então a parelha e Cláudio se dispunha a
sentar, quando o outro Espírito investiu sobre ele e
protestou: "eu também, eu também quero!", reavivando-se
no encarnado a sugestão que esmorecia.

Absolutamente passivo diante da sugestão, Cláudio
reconstituiu, mecanicamente, a impressão de insaciedade.
Bastou isso e o vampiro, sorridente, apossou-se dele,
repetindo-se o fenômeno visto anteriormente.

André aproximou-se então de Cláudio, para avaliar até que
ponto ele sofria mentalmente aquele processo de fusão. Mas
ele continuava livre, no íntimo, e não experimentava
qualquer espécie de tortura, a fim de render-se.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

Hospedava o outro simplesmente, aceitava-lhe a
direção, entregava-se por deliberação própria.

Nenhuma simbiose em que fosse a vítima. A associação
era implícita, a mistura era natural.
Efetuava-se a ocorrência na base da percussão.

Apelo e resposta. Eram cordas afinadas no mesmo tom.
Após novo trago, o dono da casa estirou-se no divã e
retomou a leitura, enquanto os Espíritos voltaram ao
corredor de acesso, chasqueando, sarcásticos...
 LIBERA TOXINAS QUE IMPREGNAM O PERISPÍRITO;
 INTRODUZ IMPUREZAS AMORTECENDO AS VIBRAÇÕES;
 ENTORPECIMENTO PSÍQUICO;
 INSENBILIDADE AO TRATAMENTO ESPIRITUAL;
 A DEPENDÊNCIA PROSSEGUE DEPOIS DA MORTE;

 AS LESÕES DO CORPO FÍSICO REFLETEM-SE NO CORPO ESPIRITUAL;
 O PERISPÍRITO IMPRIME AS LESÕES NAS FUTURAS
ORGANIZAÇÕES FISIOLÓGICAS;

 O PERISPÍRITO PLASMA NO NOVO CORPO FÍSICO A PRÉ-
DISPOSIÇÃO ORGÂNICA.

         “NAS FRONTEIRAS DA LOUCURA”- MANOEL P. MIRANDA
 O DEPENDENTE DE ÁLCOOL E
DE OUTRAS DROGAS SE
TRANSFORMA EM PERIGOSO
INSTRUMENTO DOS ESPÍRITOS
INFERIORES.



  ALIMENTA A SI E AOS
 OBSESSORES.



     “NOS BASTIDORES DA OBSESSÃO”- MANOEL P. MIRANDA
“ A ABERRAÇÃO DAS FACULDADES INTELECTUAIS
POR EMBRIAGUEZ EXCUSA OS ATOS
REPREENSÍVEIS?”




            “NÃO, PORQUE FOI VOLUNTARIAMENTE QUE
             O ÉBRIO SE PRIVOU DA SUA RAZÃO,
             PARA SATISFAZER ÀS PAIXÕES BRUTAIS.
            EM VEZ DE UMA FALTA, COMETE DUAS.”




      “ O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - PERG. 848
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

       Tratamento do alcoolismo
• O método mais simples, para casos mais leves,
  é a realização de consultas periódicas com
  uma equipe multidisciplinar experiente
  (incluindo psiquiatra e psicólogo) com o
  apoio da família, onde são discutidas as
  dificuldades de abandonar o vício e
  encorajados os esforços em combatê-lo.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO
        Tratamento do alcoolismo
• Outro método muito eficaz são os grupos de auto-
  ajuda, particularmente os alcoólicos anônimos (AA).
  Esses são baseados em variações do programa de 12
  passos, além de reuniões freqüentes.
• Casos mais sérios devem ser acompanhados por
  psiquiatra para tratamento psicoterápico e
  medicamentoso. Muitos alcoólatras apresentam
  distúrbios psiquiátricos que necessitam de
  tratamento, e outros sofrem de sintomas de
  abstinência quando param de beber, conseqüência da
  dependência física do álcool.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

         Os 12 passos do AA:
• 1. Admitimos que éramos impotentes
  perante o álcool - que tínhamos perdido o
  domínio sobre nossas vidas.
• 2. Viemos a acreditar que um Poder Superior
  a nós mesmos poderia devolver-nos à
  sanidade.
• 3. Decidimos entregar nossa vontade e nossa
  vida aos cuidados de um Poder Superior, na
  forma em que O concebíamos.
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• 4. Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
• 5. Admitimos perante o Poder Superior, perante nós mesmos e perante
  outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.
• 6. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos
  esses defeitos de caráter.
• 7. Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.
• 8. Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos
  prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
• 9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas,
  sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicá-las ou
  a outrem.
• 10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e quando estávamos
  errados, nós o admitíamos prontamente.
• 11. Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso
  contato consciente com Deus, na forma em que O concebíamos,
  rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e
  forças para realizar essa vontade.
• 12. Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes Passos,
  procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólicos e praticar estes
  princípios em todas as nossas atividades.
ALCOOLISMO E OBSESSÃO
• Observemos, irmãos, que esses passos, nada
  mais são do que uma coisinha que, nós ,
  espíritas, gostamos muito de pronunciar:



           REFORMA
            ÍNTIMA!
  Mas, são a “fórmula” dessa reforma!
ALCOOLISMO E OBSESSÃO

                  VONTADE:
• “Poderia sempre o homem, pelos seus esforços,
vencer as suas más inclinações?

• Sim, e frequentemente, fazendo esforços muito
insignificantes. O que lhe falta é a vontade.
Ah! Quão poucos dentre vós fazem esforços!”

(Alan Kardec, O livros dos espíritos, perg. 909).
ÁGUA
   PASSE                              FLUIDIFICADA

               ALCÓOLATRA

ORAÇÃO                                     ENSINAMENTOS




             DESOBSESSÃO
     “NAS FRONTEIRAS DA LOUCURA”- MANOEL P. MIRANDA
 “O ÁLCOOL E OUTRAS SUBSTÂNCIAS

TÓXICAS OPERAM DISTÚRBIOS NOS CENTROS

NERVOSOS MODIFICANDO CERTAS FUNÇÕES

PSÍQUICAS E ANULANDO OS ESFORÇOS NA

TRANSMISSÃO DE ELEMENTOS

REGENERADORES E SALUTARES”.
         “MISSIONÁRIOS DA LUZ” – ANDRÉ LUIZ
 ACAUTELA-TE NAS ATITUDES E
COMPORTAMENTO PRESERVANDO A
      DÁDIVA DO CORPO;



  ORA E MEDITA ANULANDO AS
    INFLUÊNCIAS NEGATIVAS;


  “AJUDA-TE E O CÉU TE
         AJUDARÁ”.
    “ALERTA”- JOANA DE ÂNGELIS
Pesquisa elaborada a pedido de alguns irmãos.
   Espero ter fornecido subsídios suficientes
Para futuros trabalhos e exposições, bem como
 O uso, se necessário, dessas informações, em
           Nossa própria existência.
  Afinal de contas, quem de nós não conhece
    Ou convive com um irmão que vive em
            Luta com o alcoolísmo?

                  Carinhosamente: Sandro Job

Palestraalcoolismoobsessao

  • 1.
  • 2.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO •A Doutrina Espírita não condena o consumo ou utilização de nenhum produto, bem como nenhum comportamento; deixando a escolha ao livre arbítrio de cada um, que será responsável pela colheita do que houver plantado, através da lei da causa e efeito. • A Doutrina, embora não condene, avalia as conseqüências que nossos atos podem vir a ter e mostra os possíveis resultados do caminho que estamos tomando; servindo assim como guia de esclarecimento e orientação.
  • 3.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO •É muito importante perceber que, embora muitas pessoas consumam a bebida alcoólica durante suas vidas, nem todas terão a incidência do alcoolismo ou sofrerão a impulsão pelo consumo diário, o qual o vício acarreta.
  • 4.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO O que é Alcoolismo? • Conceito: Alcoolismo ou síndrome de dependência do álcool é uma doença crônica onde o indivíduo possui um desejo incontrolável de beber e, mesmo que tente parar, não consegue se livrar desse vício sozinho. • Alcoolismo é "o consumo consistente e excessivo e/ou preocupação com bebidas alcoólicas ao ponto que este comportamento interfira na vida pessoal, familiar, social ou profissional da pessoa" (Wikipédia).
  • 5.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Causas do Alcoolismo • Embora todas as causas do alcoolismo ainda não tenham sido descobertas, acredita-se que um dos fatores seja a hereditariedade; ou seja, os filhos de pais alcoólatras têm maior predisposição a desenvolver a doença. • Causa espiritual • Mas também é importante levar em conta as necessidades psicológicas que levam a pessoa a refugiar-se na inconsciência de seus efeitos.
  • 6.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO •Em nossa cultura, tomar uma dose é uma prática associada a alguma comemoração, a momentos bons ou divertidos, e por isso, atrai em especial os adolescentes. • Com o tempo, tudo passa a ser motivo para beber, bons ou maus momentos, festas de reencontro ou de despedidas. • O alcoólatra julga usar o álcool para resolver seus problemas, sem se dar conta de que multiplica seus desconfortos físicos e emocionais e passa a depender do álcool para tudo, até para esquecer que é dependente.
  • 7.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO • O álcool é usado muitas vezes e inconscientemente para fugir ou suportar uma realidade. • De um aliado nas situações de crise, transforma-se em vilão do dependente e a pessoa que, no início achava que se tornava forte, descobre-se absolutamente fragilizada e merecedora do desrespeito alheio. • Por isso, em certo estágio avançado, o álcool passa a ser considerado como uma forma de autopunição e autodestruição.
  • 8.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Sintomas do alcoolismo • Desejo intenso ou compulsão para ingerir bebidas alcoólicas. • Necessidade de doses cada vez maiores de álcool para atingir os mesmos efeitos obtidos com doses anteriormente inferiores. • Abstinência: síndrome típica e de duração limitada que ocorre quando o uso do álcool é interrompido ou reduzido drasticamente, levando à agitação, confusão mental, tremores, suor frio, dentre outros sintomas. • O indivíduo pode passar também a ingerir bebidas alcoólicas para aliviar os próprios sintomas de abstinência.
  • 9.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Sintomas do alcoolismo • Maior tempo para consumir ou recuperar-se dos efeitos da substância; • Abandono progressivo de outros prazeres ou interesses devido ao consumo do álcool. • Desejo de reduzir ou controlar o consumo do álcool com repetidos insucessos. • Persistência no consumo de álcool mesmo em situações em que o consumo é contra-indicado ou apesar de provas evidentes de prejuízos, tais como, lesões hepáticas causadas pelo consumo excessivo de álcool, humor deprimido ou perturbação das funções cognitivas (memória e juízo) relacionadas ao consumo do álcool.
  • 10.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Existemalguns sinais característicos: • Tremor leve (principalmente nas mãos) • Odor de álcool (no suor e no hálito) • Sudorese constante (parecendo fraqueza no organismo) • Aumento do fígado • Falta de apetite (ou apetite apenas acompanhado de álcool) •Alteração da Pressão arterial
  • 11.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Existemalguns sinais característicos: • Esquecimento de fatos que foram realizados sob efeito do álcool ("não me lembro como cheguei em casa") • Constante diarréia (devido ao alto teor de líquido alcoolizado no intestino e pouca alimentação) • "Síndrome da higiene bucal" (mascarando o odor de álcool); entre outros. A medicina indica que a presença de algum destes sinais, esporadicamente, no comportamento das pessoas não significa obrigatoriamente que ele(a) esteja com problemas alcoólicos; porém que a presença CONSTANTE de três ou mais destes sintomas é um forte indicativo de que está sofrendo de viciação alcoólica.
  • 12.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Conseqüências do Alcoolismo • A cirrose hepática, que se traduz por uma insuficiência ou mau funcionamento do fígado, é a doença relacionada ao alcoolismo mais conhecida, capaz de levar o indivíduo à morte ou a grande incapacidade física. • Outras graves doenças relacionadas ao consumo do álcool são alguns tipos de câncer (ex: pâncreas, esôfago e estômago), demência, doenças dos nervos periféricos, infarto do coração, derrame cerebral, desnutrição, traumas diversos, acidentes de trânsito, acidentes de trabalho, depressão, agressões domésticas e até mesmo homicídios e suicídios.
  • 13.
    Veja um alcoólatraque não acha que é alcoólatra. Se você fuma um cigarro por dia, é fumante. Se bebe uma cerveja por dia (mesmo que em média), não é alcoólatra? Não economizemos a verdade. "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará", lembra?
  • 14.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO O VÍCIO ALÉM-TÚMULO • Obsessão: A obsessão é o domínio que os Espíritos inferiores adquirem sobre alguns indivíduos, provocando-lhes desequilíbrios psíquicos, emocionais e orgânicos. (Allan Kardec). • A dependência do álcool prossegue além- túmulo e, como o Espírito não pode obtê-lo no local em que agora reside, no chamado plano extra físico, ele só consegue satisfazer a sua compulsão pela bebida associando-se a um encarnado que beba.
  • 15.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO OBSESSÃO “Invariavelmente, defrontamos nas panorâmicas da toxicomania, da sexolatria, dos vícios em geral a sutil presença de obsessões, como causa remota ou como efeito do comportamento que o homem se permite, sintonizando com mentes irresponsáveis e enfermas desembaraçadas do corpo” (Manoel P. de Miranda, Nas Fronteiras da Loucura, p.75).
  • 16.
    Livro Sexo eDestino, capítulo VI, págs. 51 a 55 Eis como André Luiz relata, em sua obra citada, o caso Cláudio Nogueira: Estando Cláudio sentado na sala de seu apartamento, aconteceu de repente o imprevisto. Os desencarnados vistos à entrada do apartamento penetraram a sala e, agindo sem cerimônia, abordaram o chefe da casa. "Beber, meu caro, quero beber!", gritou um deles, tateando-lhe um dos ombros. Cláudio mantinha-se atento à leitura de um jornal e nada ouviu. Contudo, se não possuía tímpanos físicos para registrar a petição, trazia na cabeça a caixa acústica da mente sintonizada com o apelante. O Espírito repetiu, pois, a solicitação, algumas vezes, na atitude do hipnotizador que insufla o próprio desejo, reafirmando uma ordem. O resultado não demorou. Viu-se o paciente desviar-se do jornal e deixar-se envolver pelo desejo de beber um trago de uísque, convicto de que buscava a bebida exclusivamente por si.
  • 17.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Abrigandoa sugestão, o pensamento de Cláudio transmudou-se, rápido. "Beber, beber!..." e a sede de aguardente se lhe articulou na idéia, ganhando forma. A mucosa pituitária se lhe aguçou, como que mais fortemente impregnada do cheiro acre que vagueava no ar. O Espírito malicioso coçou-lhe brandamente os gorgomilos (garganta,goela), e indefinível secura constringiu-lhe a laringe. O Espírito sagaz percebeu-lhe, então, a adesão tácita e colou-se a ele. De começo, a carícia leve; depois da carícia, o abraço envolvente; e depois do abraço, a associação recíproca. Integraram-se ambos em exótico sucesso de enxertia fluídica.
  • 18.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Produziu-seali – refere André Luiz - algo semelhante ao encaixe perfeito. Cláudio-homem absorvia o desencarnado, à guisa de sapato que se ajusta ao pé. Fundiram-se os dois, como se morassem num só corpo. Altura idêntica. Volume igual. Movimentos sincrônicos. Identificação positiva. Levantaram-se a um tempo e giraram integralmente incorporados um ao outro, na área estreita, arrebatando o frasco de uísque. Não se podia dizer a quem atribuir o impulso inicial de semelhante gesto, se a Cláudio que admitia a instigação, ou se ao obsessor que a propunha. A talagada rolou através da garganta, que se exprimia por dualidade singular: ambos os dipsômanos estalaram a língua de prazer, em ação simultânea.
  • 19.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Desmanchou-seentão a parelha e Cláudio se dispunha a sentar, quando o outro Espírito investiu sobre ele e protestou: "eu também, eu também quero!", reavivando-se no encarnado a sugestão que esmorecia. Absolutamente passivo diante da sugestão, Cláudio reconstituiu, mecanicamente, a impressão de insaciedade. Bastou isso e o vampiro, sorridente, apossou-se dele, repetindo-se o fenômeno visto anteriormente. André aproximou-se então de Cláudio, para avaliar até que ponto ele sofria mentalmente aquele processo de fusão. Mas ele continuava livre, no íntimo, e não experimentava qualquer espécie de tortura, a fim de render-se.
  • 20.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Hospedavao outro simplesmente, aceitava-lhe a direção, entregava-se por deliberação própria. Nenhuma simbiose em que fosse a vítima. A associação era implícita, a mistura era natural. Efetuava-se a ocorrência na base da percussão. Apelo e resposta. Eram cordas afinadas no mesmo tom. Após novo trago, o dono da casa estirou-se no divã e retomou a leitura, enquanto os Espíritos voltaram ao corredor de acesso, chasqueando, sarcásticos...
  • 21.
     LIBERA TOXINASQUE IMPREGNAM O PERISPÍRITO;  INTRODUZ IMPUREZAS AMORTECENDO AS VIBRAÇÕES;  ENTORPECIMENTO PSÍQUICO;  INSENBILIDADE AO TRATAMENTO ESPIRITUAL;  A DEPENDÊNCIA PROSSEGUE DEPOIS DA MORTE;  AS LESÕES DO CORPO FÍSICO REFLETEM-SE NO CORPO ESPIRITUAL;  O PERISPÍRITO IMPRIME AS LESÕES NAS FUTURAS ORGANIZAÇÕES FISIOLÓGICAS;  O PERISPÍRITO PLASMA NO NOVO CORPO FÍSICO A PRÉ- DISPOSIÇÃO ORGÂNICA. “NAS FRONTEIRAS DA LOUCURA”- MANOEL P. MIRANDA
  • 22.
     O DEPENDENTEDE ÁLCOOL E DE OUTRAS DROGAS SE TRANSFORMA EM PERIGOSO INSTRUMENTO DOS ESPÍRITOS INFERIORES.  ALIMENTA A SI E AOS OBSESSORES. “NOS BASTIDORES DA OBSESSÃO”- MANOEL P. MIRANDA
  • 23.
    “ A ABERRAÇÃODAS FACULDADES INTELECTUAIS POR EMBRIAGUEZ EXCUSA OS ATOS REPREENSÍVEIS?” “NÃO, PORQUE FOI VOLUNTARIAMENTE QUE O ÉBRIO SE PRIVOU DA SUA RAZÃO, PARA SATISFAZER ÀS PAIXÕES BRUTAIS. EM VEZ DE UMA FALTA, COMETE DUAS.” “ O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - PERG. 848
  • 24.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Tratamento do alcoolismo • O método mais simples, para casos mais leves, é a realização de consultas periódicas com uma equipe multidisciplinar experiente (incluindo psiquiatra e psicólogo) com o apoio da família, onde são discutidas as dificuldades de abandonar o vício e encorajados os esforços em combatê-lo.
  • 25.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Tratamento do alcoolismo • Outro método muito eficaz são os grupos de auto- ajuda, particularmente os alcoólicos anônimos (AA). Esses são baseados em variações do programa de 12 passos, além de reuniões freqüentes. • Casos mais sérios devem ser acompanhados por psiquiatra para tratamento psicoterápico e medicamentoso. Muitos alcoólatras apresentam distúrbios psiquiátricos que necessitam de tratamento, e outros sofrem de sintomas de abstinência quando param de beber, conseqüência da dependência física do álcool.
  • 26.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO Os 12 passos do AA: • 1. Admitimos que éramos impotentes perante o álcool - que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas. • 2. Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade. • 3. Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de um Poder Superior, na forma em que O concebíamos.
  • 27.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO •4. Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos. • 5. Admitimos perante o Poder Superior, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas. • 6. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter. • 7. Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições. • 8. Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados. • 9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicá-las ou a outrem. • 10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente. • 11. Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade. • 12. Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes Passos, procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólicos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.
  • 28.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO •Observemos, irmãos, que esses passos, nada mais são do que uma coisinha que, nós , espíritas, gostamos muito de pronunciar: REFORMA ÍNTIMA! Mas, são a “fórmula” dessa reforma!
  • 29.
    ALCOOLISMO E OBSESSÃO VONTADE: • “Poderia sempre o homem, pelos seus esforços, vencer as suas más inclinações? • Sim, e frequentemente, fazendo esforços muito insignificantes. O que lhe falta é a vontade. Ah! Quão poucos dentre vós fazem esforços!” (Alan Kardec, O livros dos espíritos, perg. 909).
  • 30.
    ÁGUA PASSE FLUIDIFICADA ALCÓOLATRA ORAÇÃO ENSINAMENTOS DESOBSESSÃO “NAS FRONTEIRAS DA LOUCURA”- MANOEL P. MIRANDA
  • 31.
     “O ÁLCOOLE OUTRAS SUBSTÂNCIAS TÓXICAS OPERAM DISTÚRBIOS NOS CENTROS NERVOSOS MODIFICANDO CERTAS FUNÇÕES PSÍQUICAS E ANULANDO OS ESFORÇOS NA TRANSMISSÃO DE ELEMENTOS REGENERADORES E SALUTARES”. “MISSIONÁRIOS DA LUZ” – ANDRÉ LUIZ
  • 32.
     ACAUTELA-TE NASATITUDES E COMPORTAMENTO PRESERVANDO A DÁDIVA DO CORPO;  ORA E MEDITA ANULANDO AS INFLUÊNCIAS NEGATIVAS;  “AJUDA-TE E O CÉU TE AJUDARÁ”. “ALERTA”- JOANA DE ÂNGELIS
  • 33.
    Pesquisa elaborada apedido de alguns irmãos. Espero ter fornecido subsídios suficientes Para futuros trabalhos e exposições, bem como O uso, se necessário, dessas informações, em Nossa própria existência. Afinal de contas, quem de nós não conhece Ou convive com um irmão que vive em Luta com o alcoolísmo? Carinhosamente: Sandro Job