FISSURAS LABIOPALATINAS
FISSURAS LABIOPALATINAS
Malformação craniofacial mais frequente
Caracterizadas pela interrupção na continuidade dos tecidos do lábio superior,
rebordo alveolar superior e palato durante a embriogênese
Além de grave problema estético, apresentam distúrbios funcionais, como deficiência
funcional avançada da fala, mastigação e deglutição.
Impacto emocional de ver a criança facialmente desfigurada
FISSURAS LABIOPALATINAS
Os pais devem ser esclarecidos de que a malformação é corrigível e
não afetará negativamente o futuro da criança.
Entretanto, eles devem estar preparados para um tratamento longo a
fim de corrigir as deformidades da fissura e de permitir que o
indivíduo conviva com elas.
FISSURAS LABIOPALATINAS
No Brasil, há referência de que a cada 650 crianças nascidas uma é
portadora de fissura labiopalatina.
Estimativas mundiais mostram que uma a cada 1.000 crianças nascidas é
portadora de fissura labiopalatina.
29% dos pacientes apresentam malformações congênitas associadas.
FISSURAS LABIOPALATINAS
A formação da face e da cavidade oral é de natureza complexa e envolve o
desenvolvimento de múltiplos processos teciduais que devem se unir e fusionar
de modo extremamente ordenado.
Etiologia
Distúrbios no crescimento desses
processos teciduais ou nas suas
fusões podem resultar na
formação de fendas orofaciais.
Etiologia
A fusão defeituosa do processo nasal mediano com o processo maxilar resulta na fenda labial
A falha na fusão das cristas palatinas resulta na fenda palatina
Etiologia
Etiologia
Existem evidências que componentes genéticos e fatores ambientais atuam em
associação no desenvolvimento das fissuras labiopalatinas.
Dentre os fatores ambientais mais citados destacam-se:
Uso abusivo de drogas
Uso abusivo álcool ou cigarros
Exposição a Radiação
Idade dos pais
Deficiência nutricional
Progenitor Fissurado + Parente Fissurado:15% de chance de ter filho fissurado
A hereditariedade tem sido mencionada como o fator de maior
importância no desenvolvimento de fissura
Casal com um filho fissurado: 4,5% de chance de ter outro filho fissurado
Mulheres > Homens
Homens > Mulheres
Fenda labial + Fenda palatina
Fenda Palatina Isolada
As fissuras de lábio e de palato podem ocorrer isoladamente, associadas entre si
ou mesmo em combinação com outras malformações, apresentando-se em
diversos graus de severidade
Síndrome de Treacher Collins
Sequência de Pierre Robin
É possível o diagnóstico através da ultrassonografia pré-natal
Manifestam se em uma variedade de formas, de modo que cada cirurgia deve ser individualizada
para se estabelecer uma morfologia normal
CLASSIFICAÇÃO
Em relação à classificação, muitas se desenvolveram ao longo dos anos, mas a mais utilizada é a
de Spina por possuir uma denotação simples e ao mesmo tempo abrangente.
CLASSIFICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
Completa
GRUPO I
Fissuras pré-
forame incisivo
Bilateral
Mediana
Unilateral
Incompleta
Direita
Ou esquerda
Completa
Incompleta
GRUPO II
Fissuras
transforame
incisivo
Unilateral
Bilateral
Mediana
GRUPO III
Fissuras pós-
forame incisivo
Incompleta
Completa
Direita
Ou esquerda
GRUPO IV
Fissuras raras da
face
Spina (1979)
Unilateral Incompleta
Bilateral Completa
Unilateral Completa
Fissura de palato isolada
Fissura palatina combinada com fissura de lábio e alvéolo
CLASSIFICAÇÃO
Fissura mediana
.
Fissura unilateral completa de lábio e palato Fissura labiopalatina bilateral
Vista oclusal de fissura palatina isolada Úvula Bífida
CLASSIFICAÇÃO
Fissura Palatina Submucosa
CLASSIFICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
GRUPO IV: Fissuras raras da face
GRUPO IV: Fissuras raras da face
GRUPO IV: Fissuras raras da face
Alterações odontológicas dos pacientes fissurados
Uma fissura do alvéolo pode frequentemente afetar o desenvolvimento dos dentes
decíduos e permanentes, além da própria maxila
Ausência dos incisivos laterais permanentes Ausência do incisivo lateral permanente no lado esque
Supranumerários na região da fissura.
Alterações odontológicas dos pacientes fissurados
Os indivíduos fissurados, mostram discrepância esquelética entre as arcadas dentarias
O retardo do crescimento maxilar é o
principal fator responsável pela
maloclusão.
Alimentação
Apresentam extrema dificuldade em produzir a pressão negativa necessária na
sua boca para permitir sugar o leite materno ou leite de mamadeira.
Alterações no Ouvido
O músculo elevador e tensor do palato mole perde sua inserção na existência de fissura no
palato mole
Esses músculos permitem a abertura do óstio da tuba auditiva para a nasofaringe
Alterações na Fala
Para uma fala clara, é necessário que o indivíduo possua completo controle da passagem do ar
da orofaringe para a nasofaringe
20% apresentam fechamento inadequado
do mecanismo velofaríngeo
Fala Hipernasalizada
Compreender o crescimento e o desenvolvimento do esqueleto craniofacial é importante
ao plano de tratamento.
Tratamento das fissuras labial e palatina
Tratamento das fissuras labial e palatina
O objetivo do tratamento da fissura labiopalatina é
corrigir cirurgicamente a fissura e problemas
associados, ocultando assim a anomalia de modo que
os pacientes possam levar uma vida normal.
Equipes, geralmente, incluem:
Cirurgião Buco-Maxilo-Facial
Cirurgião dentista clínico geral ou pediátrico
Ortodontista
Cirurgião plástico
Otorrinolaringologista
Pediatra
Fonoaudiólogo
Psicólogo
Assistente social
Tratamento das fissuras labial e palatina
Tratamento multidisciplinar
Tratamento das fissuras labial e palatina
O momento do cirurgia reparadora tem sido um contínuo debate entre os cirurgiões
É atraente tentar corrigir todas as deformidades, assim que o bebê é capaz de suportar o
procedimento cirúrgico
10 semanas de idade
10 g /mL de hemoglobina no sangue
Variações da deformidade por fissura labiopalatina.
Ortopedia pré-operatória
Ortopedia pré-operatória
Aparelho nasoalveolar.
Aparelho em posição para expandir os tecidos moles nasais e alinhar os segmentos das fissuras alveolares
Ortopedia pré-operatória
A fixação não cirúrgica do lábio com fita adesiva é uma técnica simples e de custo razoável que pode aproximar os
segmentos
Tratamento das fissuras labial e palatina
Tratamento Precoce
Melhor desenvolvimento muscular do palato e faringe, uma vez reparado.
Facilidade de alimentação.
Melhor desenvolvimento da fonação
Melhor função da tuba auditiva
Melhor higiene bucal e função nasal competente
Melhor condição psicológica para os pais e o bebe
Dificuldade técnica da correção cirúrgica
Restrição do crescimento maxilar
Embora exista diferença entre as equipes com relação aos tempos cirúrgicos para realização do fechamento da
fissura, um princípio amplamente aceito é o compromisso.
Tratamento das fissuras labial e palatina
Procedimento; Época
Queiloplastia primária Após 10 semanas
Palatoplastia primária 9-18 meses
Retalho faríngeo ou faringoplastia 3-5 anos (depende do desenvolvimento da
linguagem)
Reconstrução alveolar/maxilar com enxerto ósseo 6-9 anos (depende do desenvolvimento dentário)
Cirurgia ortognática 14-16 anos em meninas e 16-18 anos em meninos.
(Após maturidade esquelética)
Rinoplastia Após 5 anos, mas preferencialmente após a
maturidade esquelética; após cirurgia ortognática,
quando possível
Queiloplastia secundária Após 5 anos (Maturidade cicatricial)
Queiloplastia
Tratamento das fissuras labial e palatina
Queiloplastia é o mais antigo procedimento cirúrgico utilizado para corrigir fissuras e é
realizado assim que clinicamente possível
Queiloplastia
Tratamento das fissuras labial e palatina
Queiloplastia
Tratamento das fissuras labial e palatina
Tratamento das fissuras labial e palatina
Palatoplastia
Realinhar as inserções aberrantes dos músculos palatinos e selar a comunicação entre as cavidades bucal e nasal
Tratamento das fissuras labial e palatina
Palatoplastia
Tratamento das fissuras labial e palatina
Enxerto do Alvéolo Fissurado
A fissura alveolar normalmente não é corrigida nas cirurgias primárias de correção da fissura labial e fissura palatina
Passagem de fluido bucal para dentro da cavidade nasal
Secreções nasais drenam para dentro da cavidade bucal
Dentes irrompem na fenda alveolar
Colapso dos segmentos alveolares
Fissura ampla, a fala é afetada negativamente
Tratamento das fissuras labial e palatina
Enxerto do Alvéolo Fissurado
Tratamento das fissuras labial e palatina
Correção de Desarmonias Maxilomandibulares
O paciente fissurado geralmente apresenta uma maxila com retrusão e atrésica, resultante da contração cicatricial das
cirurgias primárias.
PROFESSOR DR. EMANUEL DIAS
PROFESSORA DRA. ANA CLÁUDIA GOMES
FISSURAS LABIOPALATINAS
Recife-PE
28 de agosto de 2018
Residente: Rômulo Augusto de Paiva Macedo

FISSURAS LABIAIS E LABIOPALATINAS

  • 1.
  • 2.
    FISSURAS LABIOPALATINAS Malformação craniofacialmais frequente Caracterizadas pela interrupção na continuidade dos tecidos do lábio superior, rebordo alveolar superior e palato durante a embriogênese
  • 3.
    Além de graveproblema estético, apresentam distúrbios funcionais, como deficiência funcional avançada da fala, mastigação e deglutição. Impacto emocional de ver a criança facialmente desfigurada FISSURAS LABIOPALATINAS
  • 4.
    Os pais devemser esclarecidos de que a malformação é corrigível e não afetará negativamente o futuro da criança. Entretanto, eles devem estar preparados para um tratamento longo a fim de corrigir as deformidades da fissura e de permitir que o indivíduo conviva com elas. FISSURAS LABIOPALATINAS
  • 5.
    No Brasil, háreferência de que a cada 650 crianças nascidas uma é portadora de fissura labiopalatina. Estimativas mundiais mostram que uma a cada 1.000 crianças nascidas é portadora de fissura labiopalatina. 29% dos pacientes apresentam malformações congênitas associadas. FISSURAS LABIOPALATINAS
  • 7.
    A formação daface e da cavidade oral é de natureza complexa e envolve o desenvolvimento de múltiplos processos teciduais que devem se unir e fusionar de modo extremamente ordenado. Etiologia
  • 8.
    Distúrbios no crescimentodesses processos teciduais ou nas suas fusões podem resultar na formação de fendas orofaciais. Etiologia
  • 9.
    A fusão defeituosado processo nasal mediano com o processo maxilar resulta na fenda labial A falha na fusão das cristas palatinas resulta na fenda palatina Etiologia
  • 10.
    Etiologia Existem evidências quecomponentes genéticos e fatores ambientais atuam em associação no desenvolvimento das fissuras labiopalatinas. Dentre os fatores ambientais mais citados destacam-se: Uso abusivo de drogas Uso abusivo álcool ou cigarros Exposição a Radiação Idade dos pais Deficiência nutricional
  • 11.
    Progenitor Fissurado +Parente Fissurado:15% de chance de ter filho fissurado A hereditariedade tem sido mencionada como o fator de maior importância no desenvolvimento de fissura Casal com um filho fissurado: 4,5% de chance de ter outro filho fissurado
  • 12.
    Mulheres > Homens Homens> Mulheres Fenda labial + Fenda palatina Fenda Palatina Isolada
  • 13.
    As fissuras delábio e de palato podem ocorrer isoladamente, associadas entre si ou mesmo em combinação com outras malformações, apresentando-se em diversos graus de severidade Síndrome de Treacher Collins Sequência de Pierre Robin
  • 14.
    É possível odiagnóstico através da ultrassonografia pré-natal
  • 15.
    Manifestam se emuma variedade de formas, de modo que cada cirurgia deve ser individualizada para se estabelecer uma morfologia normal CLASSIFICAÇÃO
  • 16.
    Em relação àclassificação, muitas se desenvolveram ao longo dos anos, mas a mais utilizada é a de Spina por possuir uma denotação simples e ao mesmo tempo abrangente. CLASSIFICAÇÃO
  • 17.
    CLASSIFICAÇÃO Completa GRUPO I Fissuras pré- forameincisivo Bilateral Mediana Unilateral Incompleta Direita Ou esquerda Completa Incompleta GRUPO II Fissuras transforame incisivo Unilateral Bilateral Mediana GRUPO III Fissuras pós- forame incisivo Incompleta Completa Direita Ou esquerda GRUPO IV Fissuras raras da face Spina (1979)
  • 18.
    Unilateral Incompleta Bilateral Completa UnilateralCompleta Fissura de palato isolada Fissura palatina combinada com fissura de lábio e alvéolo CLASSIFICAÇÃO Fissura mediana
  • 19.
    . Fissura unilateral completade lábio e palato Fissura labiopalatina bilateral Vista oclusal de fissura palatina isolada Úvula Bífida CLASSIFICAÇÃO
  • 20.
  • 21.
    CLASSIFICAÇÃO GRUPO IV: Fissurasraras da face GRUPO IV: Fissuras raras da face GRUPO IV: Fissuras raras da face
  • 22.
    Alterações odontológicas dospacientes fissurados Uma fissura do alvéolo pode frequentemente afetar o desenvolvimento dos dentes decíduos e permanentes, além da própria maxila Ausência dos incisivos laterais permanentes Ausência do incisivo lateral permanente no lado esque Supranumerários na região da fissura.
  • 23.
    Alterações odontológicas dospacientes fissurados Os indivíduos fissurados, mostram discrepância esquelética entre as arcadas dentarias O retardo do crescimento maxilar é o principal fator responsável pela maloclusão.
  • 24.
    Alimentação Apresentam extrema dificuldadeem produzir a pressão negativa necessária na sua boca para permitir sugar o leite materno ou leite de mamadeira.
  • 25.
    Alterações no Ouvido Omúsculo elevador e tensor do palato mole perde sua inserção na existência de fissura no palato mole Esses músculos permitem a abertura do óstio da tuba auditiva para a nasofaringe
  • 26.
    Alterações na Fala Parauma fala clara, é necessário que o indivíduo possua completo controle da passagem do ar da orofaringe para a nasofaringe 20% apresentam fechamento inadequado do mecanismo velofaríngeo Fala Hipernasalizada
  • 27.
    Compreender o crescimentoe o desenvolvimento do esqueleto craniofacial é importante ao plano de tratamento. Tratamento das fissuras labial e palatina
  • 28.
    Tratamento das fissuraslabial e palatina O objetivo do tratamento da fissura labiopalatina é corrigir cirurgicamente a fissura e problemas associados, ocultando assim a anomalia de modo que os pacientes possam levar uma vida normal.
  • 29.
    Equipes, geralmente, incluem: CirurgiãoBuco-Maxilo-Facial Cirurgião dentista clínico geral ou pediátrico Ortodontista Cirurgião plástico Otorrinolaringologista Pediatra Fonoaudiólogo Psicólogo Assistente social Tratamento das fissuras labial e palatina Tratamento multidisciplinar
  • 30.
    Tratamento das fissuraslabial e palatina O momento do cirurgia reparadora tem sido um contínuo debate entre os cirurgiões É atraente tentar corrigir todas as deformidades, assim que o bebê é capaz de suportar o procedimento cirúrgico 10 semanas de idade 10 g /mL de hemoglobina no sangue
  • 31.
    Variações da deformidadepor fissura labiopalatina. Ortopedia pré-operatória
  • 32.
    Ortopedia pré-operatória Aparelho nasoalveolar. Aparelhoem posição para expandir os tecidos moles nasais e alinhar os segmentos das fissuras alveolares
  • 33.
    Ortopedia pré-operatória A fixaçãonão cirúrgica do lábio com fita adesiva é uma técnica simples e de custo razoável que pode aproximar os segmentos
  • 34.
    Tratamento das fissuraslabial e palatina Tratamento Precoce Melhor desenvolvimento muscular do palato e faringe, uma vez reparado. Facilidade de alimentação. Melhor desenvolvimento da fonação Melhor função da tuba auditiva Melhor higiene bucal e função nasal competente Melhor condição psicológica para os pais e o bebe Dificuldade técnica da correção cirúrgica Restrição do crescimento maxilar Embora exista diferença entre as equipes com relação aos tempos cirúrgicos para realização do fechamento da fissura, um princípio amplamente aceito é o compromisso.
  • 35.
    Tratamento das fissuraslabial e palatina Procedimento; Época Queiloplastia primária Após 10 semanas Palatoplastia primária 9-18 meses Retalho faríngeo ou faringoplastia 3-5 anos (depende do desenvolvimento da linguagem) Reconstrução alveolar/maxilar com enxerto ósseo 6-9 anos (depende do desenvolvimento dentário) Cirurgia ortognática 14-16 anos em meninas e 16-18 anos em meninos. (Após maturidade esquelética) Rinoplastia Após 5 anos, mas preferencialmente após a maturidade esquelética; após cirurgia ortognática, quando possível Queiloplastia secundária Após 5 anos (Maturidade cicatricial)
  • 36.
    Queiloplastia Tratamento das fissuraslabial e palatina Queiloplastia é o mais antigo procedimento cirúrgico utilizado para corrigir fissuras e é realizado assim que clinicamente possível
  • 37.
  • 38.
  • 39.
    Tratamento das fissuraslabial e palatina Palatoplastia Realinhar as inserções aberrantes dos músculos palatinos e selar a comunicação entre as cavidades bucal e nasal
  • 40.
    Tratamento das fissuraslabial e palatina Palatoplastia
  • 41.
    Tratamento das fissuraslabial e palatina Enxerto do Alvéolo Fissurado A fissura alveolar normalmente não é corrigida nas cirurgias primárias de correção da fissura labial e fissura palatina Passagem de fluido bucal para dentro da cavidade nasal Secreções nasais drenam para dentro da cavidade bucal Dentes irrompem na fenda alveolar Colapso dos segmentos alveolares Fissura ampla, a fala é afetada negativamente
  • 42.
    Tratamento das fissuraslabial e palatina Enxerto do Alvéolo Fissurado
  • 43.
    Tratamento das fissuraslabial e palatina Correção de Desarmonias Maxilomandibulares O paciente fissurado geralmente apresenta uma maxila com retrusão e atrésica, resultante da contração cicatricial das cirurgias primárias.
  • 44.
    PROFESSOR DR. EMANUELDIAS PROFESSORA DRA. ANA CLÁUDIA GOMES FISSURAS LABIOPALATINAS Recife-PE 28 de agosto de 2018 Residente: Rômulo Augusto de Paiva Macedo

Notas do Editor

  • #4  Em razão de sua localização, fissuras são deformidades que envolvem as especialidades odontológicas como um todo no seu longo período de tratamento. O clínico geral se envolverá no tratamento das necessidades dentais especiais desses pacientes, pois eles podem ter anodontia parcial e dentes supranumerários. Maloclusão geralmente está presente, e a terapia ortodôntica com ou sem indicação de tratamento cirúrgico é frequentemente indicada.
  • #9 O desenvolvimento da porção central da face tem início por volta do final da quarta semana de desenvolvimento humano, com o aparecimento dos placoides nasais (olfatórios) de cada lado da parte inferior do processo frontonasal. A proliferação de ectomesênquima em ambos os lados de cada placoide resulta na formação dos processos nasal mediano e nasal lateral. Entre cada par dos processos existe uma depressão ou fossa nasal, que corresponde à narina primitiva. Durante a sexta e sétima semanas de desenvolvimento, o lábio superior se forma por meio da união dos processos nasais medianos e com os processos maxilares do primeiro arco branquial. Logo, a parte média do lábio superior é derivada dos processos nasais medianos, e as partes laterais são derivadas dos processos maxilares. Os processos nasais laterais não estão envolvidos na formação do lábio superior, mas dão origem à asa do nariz. O palato primário também é formado pela união dos processos nasais medianos para compor o segmento intermaxilar. Tal segmento dá origem à pré-maxila, uma estrutura óssea com formato triangular que irá abrigar os quatro incisivos superiores. O palato secundário, que constitui mais de 90% do palato duro e palato mole, é formado pelos processos maxilares do primeiro arco branquial.
  • #14 Fenda Palatina Falta de suporte para a musculatura da língua Deslocamento posterior da língua Obstrução das vias aéreas
  • #30 Reflexo da complexidade dos problemas enfrentados por indivíduos com fissuras bucofaciais
  • #33 Forças ortopédicas suaves pré­ operatórias para moldar os segmentos alveolares e as narinas 0 a 3 meses após o nascimento tem mostrado Beneficios