OS PERSAS LOCALIZADO ENTRE A Mesopotâmia e a India
 
COLUMBIA – O SUPERCOMPUTADOR DA NASA
A evolução histórica do império persa  Por volta de 2000 a.C., povos indo-europeus (arianos ou iranianos) estabeleceram-se na região. Esse povo tinha duas grandes tribos, os  medos  e os  persas , que formara dois reinos independentes no planalto iraniano. O reino dos persas, governado por uma família com o nome de Aquemênida, foi rapidamente dominado pelos medos (625 a 585 a.C)
Expansão geográfica Com o aumento da população, houve a necessidade de expansão geográfica, que se iniciou com a dominação da Lídia;  as colônias gregas que existiam na região passaram a fazer parte da área de influência do império persa.  O exército de Ciro começou, então, a marchar para a Índia, chegando às margens do indo.  Em 539 a.C., esse exército tomou a Babilônia, e os povos que se encontravam sob o domínio neobabilônico ficaram sob a hegemonia da Pérsia.
 
 
RUÍNAS DO PALÁCIO DE NABUCODONOSOR
 
Administração persa Ciro não proibia as crenças nativas dos povos conquistados. Concedia alguma autonomia para as classes altas, que governavam as regiões dominadas pelos persas, mas exigia, em troca, homens para seu exército, alimentos e metais preciosos.  Os povos dominados gozavam de uma autonomia cultural bastante grande, mas era obrigados a pagar pesados impostos; o Egito e a Mesopotâmia, por exemplo, forneciam gado, trigo, ouro, prata etc Ciro morreu em 529 a.C
Dario, o grande e Saad
ORGANIZAÇÃO DO IMPÉRIO 550, Ciro, o persa domina os medos 525 Cambises conquistou o Egito Dario I dominou a Ásia até o vale do rio Indo e parte da Europa Em 330 a.C foram conquistados por Alexandre Magno, da Macedônia.
Governo de Dario Dario criou um sistema de estradas ligando as mais distantes satrapias ao centro do império; essas estradas tinham postos de reabastecimento e tropa de cavalos. Introduziu a moeda ( darico), facilitando o comércio.  Para fiscalizar os sátrapas o rei contava com o apoio de funcionários públicos que serviam como “olhos e ouvidos” do rei.
Tumba de Ciro Em Pasagarda.
Mão de obra A riqueza para sustentar esse enorme império era fornecida por camponeses livres, que viviam em comunidades e pagavam impostos ao imperador. Havia também o trabalho escravo, mas a maioria dos trabalhadores não pertencia a essa categoria
Decadência A tomada do estreito de Bósforo e Darnelos no mar Negro pelas forças persas prejudicou o intenso comércio grego na região.  O clima de tensão entra várias cidades Gregas e o império persa transformou-se em longa guerra.  Em 490 a.C., Dario tentou invadir a Grécia, mas foi derrotado pelos gregos na batalha de maratona.  Dario morreu e o poder passou às mãos de seu filho Xerxes, que continuou a luta contra a Grécia, sendo derrotado em 480 e 479 a.C., nas batalhas de Salamina e Platéia.
Retomada de poder Após sucessivas derrotas, os persas foram obrigados a se retirar e reconhecer a hegemonia grega no Mar Egeu e na Ásia menor ( Lídia).  Com o enfraquecimento do império, várias satrapias se revoltaram contra o domínio persa. Internamente a luta pelo poder tornou-se mais violenta. Entretanto, durante a guerra do Peloponeso (entre Atenas e Esparta) os persas tomaram novamente a Ásia Menor.
Ruínas de Persépolis – palácio de Dario II  Com o assassinato de Dario III, um dos últimos sucessores do império, Alexandre Magno dominou toda a Pérsia e suas satrapias e anexou-as ao império greco-macedônico.
 
 
CULTURA E RELIGIÃO adoravam o Sol, a Lua e a Terra; até que Zoroastro ( ou Zaratustra) reorganizou a religião, sofisticando-a.  O deus maior era Ormuz, deus do bem, que se opunha a Arimã, deus do mal.  A luta entre o bem e o mal era a essência da religião de Zoroastro, que ficou conhecida como masdeísmo, fusão entre as crenças populares e os ensinamentos de Zoroastro. Essa religião baseava-se na sinceridade entre as pessoas e foi transcrita no livro sagrado Avesta. O imperador era quase um deus, pois, segundo a crença, governava por ordem de deus.
ARTE PERSA A  Arte  Persa é muito pouco  original . Nesse campo, os persas assimilaram as produções dos povos vizinhos. A finalidade da arte persa era reproduzir a vida do rei, para engrandecê-lo. Com o mesmo objetivo, construíram palácios imensos e luxuosamente decorados, com jardins internos para divertimento dos soberanos.  Alguns destes palácios foram cavados na rocha, como o dos egípcios. Os persas trabalhavam também com muita habilidade, a arte do relevo, a ourivesaria e a decoração em ladrilhos esmaltados. Devemos ainda citar, as ruínas de duas das principais cidades do império, “Persépolis” e “Susa”, que testemunharam seu grande desenvolvimento artístico.
 
 
MOSAICO REPRESENTANDO UM EXÉRCIOTO PERSA
FESTA DE ASSURBANIPAL II                                                        
 
 
 
 
 
 

Os persas

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    OS PERSAS LOCALIZADOENTRE A Mesopotâmia e a India
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    COLUMBIA – OSUPERCOMPUTADOR DA NASA
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    A evolução históricado império persa Por volta de 2000 a.C., povos indo-europeus (arianos ou iranianos) estabeleceram-se na região. Esse povo tinha duas grandes tribos, os medos e os persas , que formara dois reinos independentes no planalto iraniano. O reino dos persas, governado por uma família com o nome de Aquemênida, foi rapidamente dominado pelos medos (625 a 585 a.C)
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    Expansão geográfica Como aumento da população, houve a necessidade de expansão geográfica, que se iniciou com a dominação da Lídia; as colônias gregas que existiam na região passaram a fazer parte da área de influência do império persa. O exército de Ciro começou, então, a marchar para a Índia, chegando às margens do indo. Em 539 a.C., esse exército tomou a Babilônia, e os povos que se encontravam sob o domínio neobabilônico ficaram sob a hegemonia da Pérsia.
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    RUÍNAS DO PALÁCIODE NABUCODONOSOR
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    Administração persa Cironão proibia as crenças nativas dos povos conquistados. Concedia alguma autonomia para as classes altas, que governavam as regiões dominadas pelos persas, mas exigia, em troca, homens para seu exército, alimentos e metais preciosos. Os povos dominados gozavam de uma autonomia cultural bastante grande, mas era obrigados a pagar pesados impostos; o Egito e a Mesopotâmia, por exemplo, forneciam gado, trigo, ouro, prata etc Ciro morreu em 529 a.C
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    ORGANIZAÇÃO DO IMPÉRIO550, Ciro, o persa domina os medos 525 Cambises conquistou o Egito Dario I dominou a Ásia até o vale do rio Indo e parte da Europa Em 330 a.C foram conquistados por Alexandre Magno, da Macedônia.
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    Governo de DarioDario criou um sistema de estradas ligando as mais distantes satrapias ao centro do império; essas estradas tinham postos de reabastecimento e tropa de cavalos. Introduziu a moeda ( darico), facilitando o comércio. Para fiscalizar os sátrapas o rei contava com o apoio de funcionários públicos que serviam como “olhos e ouvidos” do rei.
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    Tumba de CiroEm Pasagarda.
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    Mão de obraA riqueza para sustentar esse enorme império era fornecida por camponeses livres, que viviam em comunidades e pagavam impostos ao imperador. Havia também o trabalho escravo, mas a maioria dos trabalhadores não pertencia a essa categoria
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    Decadência A tomadado estreito de Bósforo e Darnelos no mar Negro pelas forças persas prejudicou o intenso comércio grego na região. O clima de tensão entra várias cidades Gregas e o império persa transformou-se em longa guerra. Em 490 a.C., Dario tentou invadir a Grécia, mas foi derrotado pelos gregos na batalha de maratona. Dario morreu e o poder passou às mãos de seu filho Xerxes, que continuou a luta contra a Grécia, sendo derrotado em 480 e 479 a.C., nas batalhas de Salamina e Platéia.
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    Retomada de poderApós sucessivas derrotas, os persas foram obrigados a se retirar e reconhecer a hegemonia grega no Mar Egeu e na Ásia menor ( Lídia). Com o enfraquecimento do império, várias satrapias se revoltaram contra o domínio persa. Internamente a luta pelo poder tornou-se mais violenta. Entretanto, durante a guerra do Peloponeso (entre Atenas e Esparta) os persas tomaram novamente a Ásia Menor.
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    Ruínas de Persépolis– palácio de Dario II Com o assassinato de Dario III, um dos últimos sucessores do império, Alexandre Magno dominou toda a Pérsia e suas satrapias e anexou-as ao império greco-macedônico.
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    CULTURA E RELIGIÃOadoravam o Sol, a Lua e a Terra; até que Zoroastro ( ou Zaratustra) reorganizou a religião, sofisticando-a. O deus maior era Ormuz, deus do bem, que se opunha a Arimã, deus do mal. A luta entre o bem e o mal era a essência da religião de Zoroastro, que ficou conhecida como masdeísmo, fusão entre as crenças populares e os ensinamentos de Zoroastro. Essa religião baseava-se na sinceridade entre as pessoas e foi transcrita no livro sagrado Avesta. O imperador era quase um deus, pois, segundo a crença, governava por ordem de deus.
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    ARTE PERSA A Arte Persa é muito pouco original . Nesse campo, os persas assimilaram as produções dos povos vizinhos. A finalidade da arte persa era reproduzir a vida do rei, para engrandecê-lo. Com o mesmo objetivo, construíram palácios imensos e luxuosamente decorados, com jardins internos para divertimento dos soberanos. Alguns destes palácios foram cavados na rocha, como o dos egípcios. Os persas trabalhavam também com muita habilidade, a arte do relevo, a ourivesaria e a decoração em ladrilhos esmaltados. Devemos ainda citar, as ruínas de duas das principais cidades do império, “Persépolis” e “Susa”, que testemunharam seu grande desenvolvimento artístico.
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    MOSAICO REPRESENTANDO UMEXÉRCIOTO PERSA
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