ORIGEM DO MUNÍCIPIO
A comunidade de Choro nasceu com a seca de 1932. ao ser decretada a construção do
açude pelo então presidente. Getúlio Vargas. Tal açude deveria represar as águas do Rio
Choro (nome atribuído e razão da população de pássaros “Chorão” encontrado em suas
margens) e sua parede localizada no estreito próximo ao “poço do limão” (por existir em
suas margens um pé de limão bravo). Mais de cinco mil famílias, procedentes dos diverssos
recantos dos sertões cearense, paraibano e piauiense, convergir ampara a localidade;
alguns trazendo suas famílias, situando-se em barracos improvisados, sem nenhuma
condição sanitária, nem de higiene.
Pelo governo fora construído, instalado e devidamente equipado um hospital de
pequeno porte, com médicos e enfermeiros. Poucos meses após o início das obras surgiu
uma epidemia constituída por tifo, cólera, paratifo, sarampo e varíola cujos índices de
mortalidade atingiram cifras alarmantes (mais de cem pessoas por dia). Apavorados, os
médicos e os enfermeiros abandonaram os acampamentos e os moribundos entregues a
própria sorte. Alguns dos cassacos mais corajosos e que tinham noções empíricas de saúde,
assumiram os cuidados com os doentes, nem sempre proporcionando-lhes o tratamento
correto, As crianças foram as mais atingidas, apesar do grande número de adultos que
perdeu a vida. Os sepultamentos eram feitos em valas Comuns, como se fazia na guerra de
outrora.
AÇUDE DO CHORÓ
Inicialmente projetado para 193.000.000 m3
, sua capacidade foi reduzida para
143.000.000 m3
por ocasião da construção,atendendo-se à deficiência da bacia hidrográfica
e outros fatores locais e de ocasião.
Os trabalhosda construção foram iniciados em 20 de junho, durante a seca de 1932,
sob a direção do ilustre engenheiro Tomais Pompeu Sobrinho.o qual foi sucedido na chefia
dos serviços pelos engenheirosMário Bandeira e Valdemar GentilNorberto, sucessivamente,
tendo este último terminado a obra em 28 de janeiro de 1934, Situa-se a 27 Km da cidade de
Quixadá, Tendo sido lançada a barragem principal num boqueirão formado pelos últimos
contrafortes setentrionais da serra do Estevão , Referida Barragem é construída de terra,
provida internamente por uma cortina de concreto armado, protegida pelo lado montante,
com duas demãos de mertol.
A tomada d´agua é construida de concreto armado e compõe-se de galeria, torre e
passadiço, A galeria tem uma seção útil de 1.80m x 1.80m, declividade de 0,001 e extensão
de 76,5m, A torre, com 15,38m de altura, apresenta quatro células de 1,15m x 1,50m
(dimensões úteis). O passadiço tem 1,20m de largura útil e 33,60m de extensão.
ORIGEM DO NOME LEI OU DECRETO QUE CRIOU O AÇUDE E QUAIS OS OBJETIVOS PARA
CONSTRUÇÃO
Após a construção do açude (1934) figurou como vila recebendo o nome de” Choró
Limão” e o açude o nome de “ Açude Tomaz Pompeu Sobrinho” em homenagem ao
engenheiro civil que o projetou e construiu, foi sede distrital do município de Quixadá, na
organização administrativa fechada pelo decreto Estadual nº 1.156, de 4 de dezembro de
1933, Choró havia sido projetado como município em 2 de janeiro de 1959, pela Lei nº
4.447, a qualfoianulada pela Lei de nº 8.339, de 14 de dezembro de 1965, Somente em 27
de março de 1992, pela Lei nº 11.926, é que foi elevada a categoria de município
emancipando-se de Quixadá, com a denominação de “ Choró” pela mesma Lei foi
abrangidas o território de Caiçarinha, desmembrado de Quixadá e completando os limites
territoriais do nova município.
ASPÉCTOS GEOGRÁFICOS, ECONÔMICOS E SOCIAIS.
O município de Choró está presente na Zona Fisioguáfica do Sertão Central. Tendo
como Limites ao norte as regiões de Canindé e Itapiuna. Posteriormente, vamos encontrar
os limites ao leste com Quixadá; Na região do sudeste limita-se com Quixeramobim. Na
região do oeste se limita com Madalena.
De acordo com dados da Secretaria Municipal foi possível identificar sua área
geográfica de 789,2Km, sua distância em relação a Capital é de 160Km, seus distritos são;
Caiçarinha, Maravilha, Monte Castelo, e Barbada. Sua população de acordo com o Censo
realizado pelo IBGE (instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2000:
EXTRATISMO E EXTRATIVISMO
Seu clima é quente e seco, no reino vegetal encontramos cumarú, pau branco,
aroeira, angico, pau d´arco (ipê Rocho), cedro etc. Ainda encontramos no reino animal
veado, caititú, gato maracajá, tamanduá, peba, tatú, tejo, e outros. Na pecuniária existe a
criação bovina, ovina, caprina, suinos, e avicultura. Sua agricultura é baseada no milho,
feijão, algodão, batata, em pequena escala devido a praga do bicudo e falta de orientação
técnica para o controle. No que se refere a pesca, representa valiosa fonte complementar de
subsistência para a população. Entre ospeixes existentes constam; curimatã, pescada, piau,
cangatí, traira, bodó, tilápia, piaba etc.
A economia da região é caracterizada pela agricultura e comercio. É uma sociedade
pobre, que basicamente sobrevive das receitas oriundas de aposentadorias, funcionalismos
municipais, estaduais e federais. O Setor Comercial, na sua grande maioria varejista,
destacam-se os gêneros alimentícios e vestuários.
ORIGEM DA IGREJA; PADRE FUNDADOR, PESSOAS QUE O AJUDARAM NA CONSTRUÇÃO DA
IGREJA, PARTICIPAÇÃO DA DIOCESE.
“Ao tomar conhecimento, o colégio responsável pela freguesia de Quixadá enviou
para o acampamento de Choró o padre Luiz Braga Rocha, recem ordenado, para curar as
almas vitimas da” peste” Deparando-se com tamanha tragédia, o padre foi rapidamente ao
administrador das obras e sugeriu uma imediata construção de uma capela sob patrocinio
de São Sebastião que era santo protetor contra a” peste”. O templo foi construído num
curto espaço de tempo e celebrada a missa de entronização do patrono. Para alegria de
todos , em poucos dias a “ peste” foi debelada e as obras tiveram continuidade.
O Pe. Luiz foi nomeado capelão onde permaneceu até a década de 50, quando a
comunidade foi elevada á paróquia, instituida pelo decreto arquiepiscopal nº 90, de 20 de
janeiro de 1952 firmado por dom Antonio de Almeida Lustosa, instalou-se a nova unidade
eclesiástica em 1º de março de 1953, com a posse de seu primeiro pároco pe. José Bezerra
Filho.
RELIGIÃO
Criação da paróquia do Choró (São Sebastião) com sede na vila do mesmo nome em
1953 instituida pelo decreto arquiepiscopalnº 90 de 20 de janeiro de 1953, firmado pordom
Antonio de Almeida Lustosa. Instalou-se a nova unidade aclesiástica em 1º de março de
1953 com a posse do seu 1º vigário. Padre José Bezerra.
Foi construida a primeira capela de São Sebastião cuja construção reminta o ano de
1932 quando se iniciou aconstrução do açude a capela de São Sebastião do Choró, hoje a
matriz após uma reformaconsideravel na sua estrutura, Foi construida em terreno doado
por Benedito Paracampose sua esposa D. Mimosa Paracampos.DADOS BIOGRÁFICOS DO 1º
VIGÁRIO
Pe. José Bezerra nasceu em 19/01/1919,em boa viagem engressou no seminário e
odenou-se padre em 1933 e vigário do Choró desde 1º de Março de 1953.
O vigário atual, Antonio Océlio Texeira de Almeida, o padroeiro de Choró, São
Sebastião é comemorada a festa dia n20 de janeiro.
AS PRIMEIRAS FAMÍLIAS
 PARACAMPOS
 BALTAZAR DEQUEIROZ
 SALES LOPES
 FAMILIA INÁCIO
 FAMILIA NICOLAU
DECRETO QUE CRIOU O POVO DO DISTRITO
Primitivo acompanhamento de operáriosfornecedoresaostemposda construção do
açude do Choró (1932 –1934) está situado ao sopé da barragem desse reservatório figuram
como vila e sede distrital na organização administrativa fixada pelo Decreto Estado nº 1.156
de 04/12/1932, No censo realsido em 1950 o distrito do Choró tinha 569 habitantes.
POLÍTICA O QUADRO POLÍTICO, ANTES DA EMANCIPAÇÃO QUE PROJETOS ELES
ELABORARAM PARA O DISTRITO, O QUE FIZERAM.
Primeira tentativa em 1964 pelo deputado Sebastião Brasílico de Freitasna época não
precisava de plebiscito. A pesar do distrito de Choró preenchertodososrequisitos houve
desentendimento e não foi possível a emancipação.
segunda tentativa um grupo de pessoas denominadosfilhosde Choró liderado por Valdir
Baltazar de Queiroz não conseguiu êxito algum. Teceira tentativa, essa equipe era
composta de seguinte maneira. Para campos Presidente, CarlosQueirozVice- presidente,
Ribamar 1º Secretário, Otácio Dantas2º Secretário, Marcelo Tesoureiro.

Origem do municipio de choró limão-ce

  • 1.
    ORIGEM DO MUNÍCIPIO Acomunidade de Choro nasceu com a seca de 1932. ao ser decretada a construção do açude pelo então presidente. Getúlio Vargas. Tal açude deveria represar as águas do Rio Choro (nome atribuído e razão da população de pássaros “Chorão” encontrado em suas margens) e sua parede localizada no estreito próximo ao “poço do limão” (por existir em suas margens um pé de limão bravo). Mais de cinco mil famílias, procedentes dos diverssos recantos dos sertões cearense, paraibano e piauiense, convergir ampara a localidade; alguns trazendo suas famílias, situando-se em barracos improvisados, sem nenhuma condição sanitária, nem de higiene. Pelo governo fora construído, instalado e devidamente equipado um hospital de pequeno porte, com médicos e enfermeiros. Poucos meses após o início das obras surgiu uma epidemia constituída por tifo, cólera, paratifo, sarampo e varíola cujos índices de mortalidade atingiram cifras alarmantes (mais de cem pessoas por dia). Apavorados, os médicos e os enfermeiros abandonaram os acampamentos e os moribundos entregues a própria sorte. Alguns dos cassacos mais corajosos e que tinham noções empíricas de saúde, assumiram os cuidados com os doentes, nem sempre proporcionando-lhes o tratamento correto, As crianças foram as mais atingidas, apesar do grande número de adultos que perdeu a vida. Os sepultamentos eram feitos em valas Comuns, como se fazia na guerra de outrora. AÇUDE DO CHORÓ Inicialmente projetado para 193.000.000 m3 , sua capacidade foi reduzida para 143.000.000 m3 por ocasião da construção,atendendo-se à deficiência da bacia hidrográfica e outros fatores locais e de ocasião. Os trabalhosda construção foram iniciados em 20 de junho, durante a seca de 1932, sob a direção do ilustre engenheiro Tomais Pompeu Sobrinho.o qual foi sucedido na chefia dos serviços pelos engenheirosMário Bandeira e Valdemar GentilNorberto, sucessivamente, tendo este último terminado a obra em 28 de janeiro de 1934, Situa-se a 27 Km da cidade de Quixadá, Tendo sido lançada a barragem principal num boqueirão formado pelos últimos contrafortes setentrionais da serra do Estevão , Referida Barragem é construída de terra, provida internamente por uma cortina de concreto armado, protegida pelo lado montante, com duas demãos de mertol. A tomada d´agua é construida de concreto armado e compõe-se de galeria, torre e passadiço, A galeria tem uma seção útil de 1.80m x 1.80m, declividade de 0,001 e extensão de 76,5m, A torre, com 15,38m de altura, apresenta quatro células de 1,15m x 1,50m (dimensões úteis). O passadiço tem 1,20m de largura útil e 33,60m de extensão.
  • 2.
    ORIGEM DO NOMELEI OU DECRETO QUE CRIOU O AÇUDE E QUAIS OS OBJETIVOS PARA CONSTRUÇÃO Após a construção do açude (1934) figurou como vila recebendo o nome de” Choró Limão” e o açude o nome de “ Açude Tomaz Pompeu Sobrinho” em homenagem ao engenheiro civil que o projetou e construiu, foi sede distrital do município de Quixadá, na organização administrativa fechada pelo decreto Estadual nº 1.156, de 4 de dezembro de 1933, Choró havia sido projetado como município em 2 de janeiro de 1959, pela Lei nº 4.447, a qualfoianulada pela Lei de nº 8.339, de 14 de dezembro de 1965, Somente em 27 de março de 1992, pela Lei nº 11.926, é que foi elevada a categoria de município emancipando-se de Quixadá, com a denominação de “ Choró” pela mesma Lei foi abrangidas o território de Caiçarinha, desmembrado de Quixadá e completando os limites territoriais do nova município. ASPÉCTOS GEOGRÁFICOS, ECONÔMICOS E SOCIAIS. O município de Choró está presente na Zona Fisioguáfica do Sertão Central. Tendo como Limites ao norte as regiões de Canindé e Itapiuna. Posteriormente, vamos encontrar os limites ao leste com Quixadá; Na região do sudeste limita-se com Quixeramobim. Na região do oeste se limita com Madalena. De acordo com dados da Secretaria Municipal foi possível identificar sua área geográfica de 789,2Km, sua distância em relação a Capital é de 160Km, seus distritos são; Caiçarinha, Maravilha, Monte Castelo, e Barbada. Sua população de acordo com o Censo realizado pelo IBGE (instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2000: EXTRATISMO E EXTRATIVISMO Seu clima é quente e seco, no reino vegetal encontramos cumarú, pau branco, aroeira, angico, pau d´arco (ipê Rocho), cedro etc. Ainda encontramos no reino animal veado, caititú, gato maracajá, tamanduá, peba, tatú, tejo, e outros. Na pecuniária existe a criação bovina, ovina, caprina, suinos, e avicultura. Sua agricultura é baseada no milho, feijão, algodão, batata, em pequena escala devido a praga do bicudo e falta de orientação técnica para o controle. No que se refere a pesca, representa valiosa fonte complementar de subsistência para a população. Entre ospeixes existentes constam; curimatã, pescada, piau, cangatí, traira, bodó, tilápia, piaba etc. A economia da região é caracterizada pela agricultura e comercio. É uma sociedade pobre, que basicamente sobrevive das receitas oriundas de aposentadorias, funcionalismos
  • 3.
    municipais, estaduais efederais. O Setor Comercial, na sua grande maioria varejista, destacam-se os gêneros alimentícios e vestuários. ORIGEM DA IGREJA; PADRE FUNDADOR, PESSOAS QUE O AJUDARAM NA CONSTRUÇÃO DA IGREJA, PARTICIPAÇÃO DA DIOCESE. “Ao tomar conhecimento, o colégio responsável pela freguesia de Quixadá enviou para o acampamento de Choró o padre Luiz Braga Rocha, recem ordenado, para curar as almas vitimas da” peste” Deparando-se com tamanha tragédia, o padre foi rapidamente ao administrador das obras e sugeriu uma imediata construção de uma capela sob patrocinio de São Sebastião que era santo protetor contra a” peste”. O templo foi construído num curto espaço de tempo e celebrada a missa de entronização do patrono. Para alegria de todos , em poucos dias a “ peste” foi debelada e as obras tiveram continuidade. O Pe. Luiz foi nomeado capelão onde permaneceu até a década de 50, quando a comunidade foi elevada á paróquia, instituida pelo decreto arquiepiscopal nº 90, de 20 de janeiro de 1952 firmado por dom Antonio de Almeida Lustosa, instalou-se a nova unidade eclesiástica em 1º de março de 1953, com a posse de seu primeiro pároco pe. José Bezerra Filho. RELIGIÃO Criação da paróquia do Choró (São Sebastião) com sede na vila do mesmo nome em 1953 instituida pelo decreto arquiepiscopalnº 90 de 20 de janeiro de 1953, firmado pordom Antonio de Almeida Lustosa. Instalou-se a nova unidade aclesiástica em 1º de março de 1953 com a posse do seu 1º vigário. Padre José Bezerra. Foi construida a primeira capela de São Sebastião cuja construção reminta o ano de 1932 quando se iniciou aconstrução do açude a capela de São Sebastião do Choró, hoje a matriz após uma reformaconsideravel na sua estrutura, Foi construida em terreno doado por Benedito Paracampose sua esposa D. Mimosa Paracampos.DADOS BIOGRÁFICOS DO 1º VIGÁRIO Pe. José Bezerra nasceu em 19/01/1919,em boa viagem engressou no seminário e odenou-se padre em 1933 e vigário do Choró desde 1º de Março de 1953. O vigário atual, Antonio Océlio Texeira de Almeida, o padroeiro de Choró, São Sebastião é comemorada a festa dia n20 de janeiro.
  • 4.
    AS PRIMEIRAS FAMÍLIAS PARACAMPOS  BALTAZAR DEQUEIROZ  SALES LOPES  FAMILIA INÁCIO  FAMILIA NICOLAU DECRETO QUE CRIOU O POVO DO DISTRITO Primitivo acompanhamento de operáriosfornecedoresaostemposda construção do açude do Choró (1932 –1934) está situado ao sopé da barragem desse reservatório figuram como vila e sede distrital na organização administrativa fixada pelo Decreto Estado nº 1.156 de 04/12/1932, No censo realsido em 1950 o distrito do Choró tinha 569 habitantes. POLÍTICA O QUADRO POLÍTICO, ANTES DA EMANCIPAÇÃO QUE PROJETOS ELES ELABORARAM PARA O DISTRITO, O QUE FIZERAM. Primeira tentativa em 1964 pelo deputado Sebastião Brasílico de Freitasna época não precisava de plebiscito. A pesar do distrito de Choró preenchertodososrequisitos houve desentendimento e não foi possível a emancipação. segunda tentativa um grupo de pessoas denominadosfilhosde Choró liderado por Valdir Baltazar de Queiroz não conseguiu êxito algum. Teceira tentativa, essa equipe era composta de seguinte maneira. Para campos Presidente, CarlosQueirozVice- presidente, Ribamar 1º Secretário, Otácio Dantas2º Secretário, Marcelo Tesoureiro.