O Evangelho Segundo o Espiritismo
Cap. XXVIII – itens 2 e 3
“Orar é acto de abrir-se a Deus, apresentando-se
em estado de recetividade para poder plenificar-se
com as superiores inspirações, alimentando-se com
as forças que fluem do Seu amor.”
“Orar é dispor de entendimento para compreender e aceitar a divina
vontade que nos impele ao crescimento espiritual, fazendo-nos
galgar os degraus da evolução com passo firme e sentimento
renovado.”
“Orar significa doar-se a Deus, abrindo-se-Lhe em totalidade, sem
qualquer reserva.”
“Orar é como arar, agir, atuar com Jesus Cristo e os Espíritos
Superiores em favor do mundo.”
Oração
Louvar
Pedir
Agradecer
“(…) expressão de carinho e
reconhecimento que deve fluir
do ser, de modo a produzir uma
sintonia, mediante a qual
transitem os sentimentos de
exaltação do bem…”
“(… )saber pedir é uma arte, de modo que a
solicitação não constitua uma imposição apaixonada
ou um capricho que não merece consideração.”
“(…) a prece deve revestir-se da emoção de
confiança e reconhecimento, numa postura, através
da qual, encaminhada a petição, o seu deferimento
dependerá dos valores que não podem ser
conhecidos do requerente…”
“A oração é emanação do pensamento bem direcionado
e rico de conteúdos vibratórios que se expande até
sincronizar com as ondas equivalentes, assim
estabelecendo o intercâmbio entre a criatura e o
Criador.”
“Não apenas dilui as energias deletérias como renova as forças morais do
ser, saturando-o com vibrações superiores e de qualidade poderosa, que
alteram as paisagens mentais, emocionais e orgânicas, por subtis processos
de modificação do campo em que o mesmo se encontra.”
“Certamente não modifica as Leis estabelecidas; no entanto, contribui com
vigor e inspiração para que sejam entendidas e aceitas em clima de superior
alegria e coragem.”
“Está no pensamento o poder da prece, que por nada
depende nem das palavras, nem do lugar, nem do
momento em que seja feita. Pode-se, portanto, orar em
toda parte e a qualquer hora, a sós ou em comum. A
influência do lugar ou do tempo só se faz sentir nas
circunstâncias que favoreçam o recolhimento.
A prece em comum tem ação mais poderosa, quando todos os que oram se
associam de coração a um mesmo pensamento e colimam o mesmo
objetivo, porquanto é como se muitos clamassem juntos e em uníssono.
Mas, que importa seja grande o número de pessoas reunidas para orar, se
cada uma atua isoladamente e por conta própria?! Cem pessoas juntas
podem orar como egoístas, enquanto duas ou três, ligadas por uma mesma
aspiração, orarão quais verdadeiros irmãos em Deus, e mais força terá a
prece que lhe dirijam do que a das cem outras. (Cap. XXVIII, nº 4 e nº 5.)”
Para apreendermos o que ocorre em tal
circunstância, precisamos conceber mergulhados
no fluido universal, que ocupa o espaço, todos os
seres, encarnados e desencarnados, tal qual nos
achamos, neste mundo, dentro da atmosfera. Esse
fluido recebe da vontade uma impulsão; ele é o
veículo do pensamento, como o ar o é do som,
com a diferença de que as vibrações do ar são
circunscritas, ao passo que as do fluido universal se
estendem ao infinito.
Dirigido, pois, o pensamento para um ser qualquer, na Terra ou no espaço,
de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, uma corrente fluídica se
estabelece entre um e outro, transmitindo de um ao outro o pensamento,
como o ar transmite o som.
(Allan Kardec – ESE – Cap. XXVII)
“664. Será útil que oremos pelos mortos e pelos Espíritos
sofredores? E, neste caso, como lhes podem as nossas
preces proporcionar alívio e abreviar os sofrimentos? Têm
elas o poder de abrandar a justiça de Deus?”
“A prece não pode ter por efeito mudar os desígnios de Deus, mas a alma
por quem se ora experimenta alívio, porque recebe assim um testemunho
do interesse que inspira àquele que por ela pede e também porque o
desgraçado sente sempre um refrigério, quando encontra almas caridosas
que se compadecem de suas dores. (…) O desejo de melhorar-se,
despertado pela prece, atrai para junto do Espírito sofredor Espíritos
melhores, que o vão esclarecer, consolar e dar-lhe esperanças…”
“1. Quando orardes, não vos assemelheis aos hipócritas,
que, afetadamente, oram de pé nas sinagogas e nos cantos
das ruas para serem vistos pelos homens. - Digo-vos, em
verdade, que eles já receberam sua recompensa. - Quando
quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, fechada a
porta, orai a vosso Pai em secreto; e vosso Pai, que vê o
que se passa em secreto, vos dará a recompensa.
Não cuideis de pedir muito nas vossas preces, como fazem
os pagãos, os quais imaginam que pela multiplicidade das
palavras é que serão atendidos. Não vos torneis
semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que é que
tendes necessidade, antes que lho peçais.”
(S. MATEUS, cap. VI, vv., 5 a 8.)
“1. Os Espíritos hão dito sempre: "A forma nada vale, o
pensamento é tudo. Ore, pois, cada um segundo suas
convicções e da maneira que mais o toque. Um bom
pensamento vale mais do que grande número de palavras
com as quais nada tenha o coração.”
“O objetivo da prece consiste em elevar nossa alma a Deus; a diversidade
das fórmulas nenhuma diferença deve criar entre os que nele creem, nem,
ainda menos, entre os adeptos do Espiritismo, porquanto Deus as aceita
todas quando sinceras.”
“O Espiritismo reconhece como boas as preces de todos os cultos, quando
ditas de coração e não de lábios somente.”
“Onde quer que se encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu
nome, eu com elas estarei.”
(Mateus Cap. 18, v. 20)
“5. Prefácio. Estarem reunidas, em nome de Jesus, duas, três ou mais
pessoas, não quer dizer que basta se achem materialmente juntas. É
preciso que o estejam espiritualmente, em comunhão de intentos e de
ideias, para o bem.”
( Allan Kardec – ESE – Coletânea de Preces Espíritas –
Preâmbulo – Reuniões Espíritas)
“A família reunida ao fazer a oração e ligação com Jesus, estará batendo à
porta e, conforme disse Jesus, “batei e abrir-se-vos-á, buscai e achareis,
pedi e se vos dará”, imediatamente mensageiros do Cristo virão ao
encontro do Lar, a fim de ajudar e ensinar o caminho…
Maria T. Compri - Evangelho no Lar, “À Luz do Espiritismo”
- Pai nosso, que estás nos céus…
- Santificado seja o Teu nome!
-Venha o Teu reino!
- Faça-se a Tua vontade…
- Assim na Terra como no céu…
- Dá-nos o pão de cada dia…
- Perdoa as nossas dívidas, como perdoamos aos que
nos devem . - Perdoa as nossas ofensas, como
perdoamos aos que nos ofenderam…
- Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos
do mal…
- Assim seja!
Referências bibliográficas

Oração dominical

  • 1.
    O Evangelho Segundoo Espiritismo Cap. XXVIII – itens 2 e 3
  • 2.
    “Orar é actode abrir-se a Deus, apresentando-se em estado de recetividade para poder plenificar-se com as superiores inspirações, alimentando-se com as forças que fluem do Seu amor.” “Orar é dispor de entendimento para compreender e aceitar a divina vontade que nos impele ao crescimento espiritual, fazendo-nos galgar os degraus da evolução com passo firme e sentimento renovado.” “Orar significa doar-se a Deus, abrindo-se-Lhe em totalidade, sem qualquer reserva.” “Orar é como arar, agir, atuar com Jesus Cristo e os Espíritos Superiores em favor do mundo.”
  • 3.
    Oração Louvar Pedir Agradecer “(…) expressão decarinho e reconhecimento que deve fluir do ser, de modo a produzir uma sintonia, mediante a qual transitem os sentimentos de exaltação do bem…” “(… )saber pedir é uma arte, de modo que a solicitação não constitua uma imposição apaixonada ou um capricho que não merece consideração.” “(…) a prece deve revestir-se da emoção de confiança e reconhecimento, numa postura, através da qual, encaminhada a petição, o seu deferimento dependerá dos valores que não podem ser conhecidos do requerente…”
  • 4.
    “A oração éemanação do pensamento bem direcionado e rico de conteúdos vibratórios que se expande até sincronizar com as ondas equivalentes, assim estabelecendo o intercâmbio entre a criatura e o Criador.” “Não apenas dilui as energias deletérias como renova as forças morais do ser, saturando-o com vibrações superiores e de qualidade poderosa, que alteram as paisagens mentais, emocionais e orgânicas, por subtis processos de modificação do campo em que o mesmo se encontra.” “Certamente não modifica as Leis estabelecidas; no entanto, contribui com vigor e inspiração para que sejam entendidas e aceitas em clima de superior alegria e coragem.”
  • 5.
    “Está no pensamentoo poder da prece, que por nada depende nem das palavras, nem do lugar, nem do momento em que seja feita. Pode-se, portanto, orar em toda parte e a qualquer hora, a sós ou em comum. A influência do lugar ou do tempo só se faz sentir nas circunstâncias que favoreçam o recolhimento. A prece em comum tem ação mais poderosa, quando todos os que oram se associam de coração a um mesmo pensamento e colimam o mesmo objetivo, porquanto é como se muitos clamassem juntos e em uníssono. Mas, que importa seja grande o número de pessoas reunidas para orar, se cada uma atua isoladamente e por conta própria?! Cem pessoas juntas podem orar como egoístas, enquanto duas ou três, ligadas por uma mesma aspiração, orarão quais verdadeiros irmãos em Deus, e mais força terá a prece que lhe dirijam do que a das cem outras. (Cap. XXVIII, nº 4 e nº 5.)”
  • 6.
    Para apreendermos oque ocorre em tal circunstância, precisamos conceber mergulhados no fluido universal, que ocupa o espaço, todos os seres, encarnados e desencarnados, tal qual nos achamos, neste mundo, dentro da atmosfera. Esse fluido recebe da vontade uma impulsão; ele é o veículo do pensamento, como o ar o é do som, com a diferença de que as vibrações do ar são circunscritas, ao passo que as do fluido universal se estendem ao infinito. Dirigido, pois, o pensamento para um ser qualquer, na Terra ou no espaço, de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, uma corrente fluídica se estabelece entre um e outro, transmitindo de um ao outro o pensamento, como o ar transmite o som. (Allan Kardec – ESE – Cap. XXVII)
  • 7.
    “664. Será útilque oremos pelos mortos e pelos Espíritos sofredores? E, neste caso, como lhes podem as nossas preces proporcionar alívio e abreviar os sofrimentos? Têm elas o poder de abrandar a justiça de Deus?” “A prece não pode ter por efeito mudar os desígnios de Deus, mas a alma por quem se ora experimenta alívio, porque recebe assim um testemunho do interesse que inspira àquele que por ela pede e também porque o desgraçado sente sempre um refrigério, quando encontra almas caridosas que se compadecem de suas dores. (…) O desejo de melhorar-se, despertado pela prece, atrai para junto do Espírito sofredor Espíritos melhores, que o vão esclarecer, consolar e dar-lhe esperanças…”
  • 8.
    “1. Quando orardes,não vos assemelheis aos hipócritas, que, afetadamente, oram de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas para serem vistos pelos homens. - Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. - Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, fechada a porta, orai a vosso Pai em secreto; e vosso Pai, que vê o que se passa em secreto, vos dará a recompensa. Não cuideis de pedir muito nas vossas preces, como fazem os pagãos, os quais imaginam que pela multiplicidade das palavras é que serão atendidos. Não vos torneis semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que é que tendes necessidade, antes que lho peçais.” (S. MATEUS, cap. VI, vv., 5 a 8.)
  • 9.
    “1. Os Espíritoshão dito sempre: "A forma nada vale, o pensamento é tudo. Ore, pois, cada um segundo suas convicções e da maneira que mais o toque. Um bom pensamento vale mais do que grande número de palavras com as quais nada tenha o coração.” “O objetivo da prece consiste em elevar nossa alma a Deus; a diversidade das fórmulas nenhuma diferença deve criar entre os que nele creem, nem, ainda menos, entre os adeptos do Espiritismo, porquanto Deus as aceita todas quando sinceras.” “O Espiritismo reconhece como boas as preces de todos os cultos, quando ditas de coração e não de lábios somente.”
  • 10.
    “Onde quer quese encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu nome, eu com elas estarei.” (Mateus Cap. 18, v. 20) “5. Prefácio. Estarem reunidas, em nome de Jesus, duas, três ou mais pessoas, não quer dizer que basta se achem materialmente juntas. É preciso que o estejam espiritualmente, em comunhão de intentos e de ideias, para o bem.” ( Allan Kardec – ESE – Coletânea de Preces Espíritas – Preâmbulo – Reuniões Espíritas)
  • 11.
    “A família reunidaao fazer a oração e ligação com Jesus, estará batendo à porta e, conforme disse Jesus, “batei e abrir-se-vos-á, buscai e achareis, pedi e se vos dará”, imediatamente mensageiros do Cristo virão ao encontro do Lar, a fim de ajudar e ensinar o caminho… Maria T. Compri - Evangelho no Lar, “À Luz do Espiritismo”
  • 13.
    - Pai nosso,que estás nos céus… - Santificado seja o Teu nome! -Venha o Teu reino! - Faça-se a Tua vontade… - Assim na Terra como no céu… - Dá-nos o pão de cada dia… - Perdoa as nossas dívidas, como perdoamos aos que nos devem . - Perdoa as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos ofenderam… - Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal… - Assim seja!
  • 14.