O documento discute as diferenças globais no acesso à internet. Em 2007, apenas 17% da população mundial tinha acesso, com os maiores índices nos EUA e Canadá (69%) e na Ásia (11%). A África tinha o menor índice de acesso. O documento também discute como fatores como nível de escolaridade, investimento em pesquisa e tecnologia, expansão de mercados de trabalho e ação governamental afetam as diferenças no acesso e uso da internet entre países.