Este artigo discute a violência obstétrica no Brasil e propõe ações de prevenção quaternária, como: (1) elaboração de planos de parto no pré-natal pelas equipes de APS; (2) inclusão de outros profissionais, incluindo médicos de família, no cuidado do parto de baixo risco; e (3) participação de profissionais da APS no movimento pela humanização do parto.