O documento defende que os professores da rede pública não são despreparados, como afirmam os defensores do "conhecimento pop". Este movimento pretende desacreditar o ensino público no Brasil e considera a filosofia como algo distante da realidade, ao contrário do que defende o autor. O documento argumenta que os professores da rede pública passaram por concurso público e foram considerados os mais preparados pelo Estado.