Este documento é um poema de Gil Vicente chamado "Pranto de Maria Parda". Nele, Maria Parda lamenta a falta de vinho em Lisboa, já que as tavernas estão sem ramos e o vinho está muito caro. Ela pede emprestado vinho a várias pessoas, mas é recusada por todos. No final, ela faz seu testamento, deixando suas posses para quem beber muito no dia de seu funeral.