Nas nossas vidas quantas vezes pedimos
     perdão e quantas, perdoamos?

Será que poderemos ser perdoados mais
          do que perdoamos?

Os nossos pedidos de perdão, foram feitos
  a quem, realmente, nós ofendemos?
Será possível conseguir o perdão de
nossas atitudes vis, de alguém que não
   foi vítima dessas nossas ações?

 Ou será que queremos nos enganar,
pela falta de humildade de nos redimir
      com aqueles que ferimos?
Será que o perdão pode estar onde
        não há humildade?

  Podemos, portanto, colocar num
   recipiente, cheio, qualquer outra
substância, principalmente, uma maior
           que ele próprio?
O nosso orgulho não nos permite um
 arrependimento sincero, que venha
   modificar o nosso ser, de forma
 que, possa se enxergar e sentir, ou
 melhor, se abrir para a leniência da
  humildade de perdoar, da mesma
forma que viremos a ser perdoados.
O perdão que pedimos a quem não
              ofendemos é
     ilusório, serve, apenas, para
         massagear os nossos
      egos, consequentemente e
certamente, não reparamos às nossas
 dívidas, continuaremos devedores e
 causando mais dívidas, certamente.
Concluindo, portanto, quem muito
perdoa está no mesmo patamar de
 quem muito pede perdão, pois, o
ofendido não é muito maior do que
            o ofensor.
Finalmente, pedimos a Sabedoria do
   Universo que nos dê forças para
pedirmos perdão, exatamente, a quem
nós ferimos, reparando-os do mal que
 causamos e doravante se vigiar para
não voltar cometer os mesmos danos,
 até que, pouco se tenha feito para se
             pedir perdão.
O perdao

O perdao

  • 1.
    Nas nossas vidasquantas vezes pedimos perdão e quantas, perdoamos? Será que poderemos ser perdoados mais do que perdoamos? Os nossos pedidos de perdão, foram feitos a quem, realmente, nós ofendemos?
  • 2.
    Será possível conseguiro perdão de nossas atitudes vis, de alguém que não foi vítima dessas nossas ações? Ou será que queremos nos enganar, pela falta de humildade de nos redimir com aqueles que ferimos?
  • 3.
    Será que operdão pode estar onde não há humildade? Podemos, portanto, colocar num recipiente, cheio, qualquer outra substância, principalmente, uma maior que ele próprio?
  • 4.
    O nosso orgulhonão nos permite um arrependimento sincero, que venha modificar o nosso ser, de forma que, possa se enxergar e sentir, ou melhor, se abrir para a leniência da humildade de perdoar, da mesma forma que viremos a ser perdoados.
  • 5.
    O perdão quepedimos a quem não ofendemos é ilusório, serve, apenas, para massagear os nossos egos, consequentemente e certamente, não reparamos às nossas dívidas, continuaremos devedores e causando mais dívidas, certamente.
  • 6.
    Concluindo, portanto, quemmuito perdoa está no mesmo patamar de quem muito pede perdão, pois, o ofendido não é muito maior do que o ofensor.
  • 7.
    Finalmente, pedimos aSabedoria do Universo que nos dê forças para pedirmos perdão, exatamente, a quem nós ferimos, reparando-os do mal que causamos e doravante se vigiar para não voltar cometer os mesmos danos, até que, pouco se tenha feito para se pedir perdão.