Francisco Faus explora a natureza da bondade, diferenciando a bondade genuína da superficial. Um homem bom é aquele cuja influência eleva moralmente os outros, enquanto a bondade aparente pode ser frágil e egoísta. Faus argumenta que a verdadeira bondade é acompanhada de ações que buscam o bem do próximo, mesmo que isso implique em momentos de desconforto.