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EMENTA DO CURSO
TÍTULO: Curso Completo de Capelania
AUTORIA: Pastor Robson Colaço de Lucena (Docente OTPB –
Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil) (Udemy)
ÁREA TEMÁTICA: Teologia
CARGA HORÁRIA
40 HORAS
(EAD - Livre)
Conteúdo:
01 – Introdução ao Curso de Capelania Hospitalar
02 – Vídeos Aulas,
03 – Monitoramento por parte do professor Udemy, para um bom desempenho dos alunos
04 – Capelania Escolar
05 – Capelania Prisional
06 – Capelina Fúnebre
07 – Capelania de Resgate
08 – Capelania Ambienta – Eco Chaplain
09 – Capelania Esportiva
10 – Capelania Militar
11 – Capelania Empresarial
12 – Capelania Social
13 – Capelania Catástrofe
14 – Capelania Centro de Recuperação (Álcool e Drogas)
15 – Capelania Parlamentar
16 – Lei Federal 9.982/00
Objetivos:
01 Desenvolver uma compreensão a respeito das do Ministério de Capelania Hospitalar e outras
capelinarias
02 – Fornecer o máximo de informação para o crescimento do ministério pastoral e os
missionários em evangelismo
03 – Capacitar os pastores leigos que exercem o ministério por conta própria e não estão ligados a
nenhuma Ordem Pastoral (Aliança de Pastores)
04 – Formar novos líderes religiosos
05 - Estimular a reflexão sobre problemas e dilemas relacionados a Capelania hospitalar no Século
XXI
Metodologia:
01 - Aula expositiva em vídeos, acompanhada de exercícios de fixação associados, na área
teológica
02 - Artigos, Material complementar em PDF e Avaliação ao final de cada módulo
03 – Linguagem simplifica na área de Teologia, para melhor compreensão dos alunos
Recursos utilizados:
01 – Internet Conectada ao link que a udemy.com disponibilizar com as aulas
02 - Computador
03 – Vídeo Aula, Download dos documentos PDF, artigos suplementares
04 - Pincel para quadro branco
Público-alvo: (Incluir o número ilimitados de participantes)
Pastores, Missionários, Seminaristas e todos que desejem participar, mesmo sem pretensão em
exercer o ministério pastoral
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Total de Participantes:
Ilimitados
III SEMANA DE EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
Capelania Hospitalar
A Capelania Hospitalar é um ministério da Igreja que cresce
a cada ano, tendo em vista a necessidade de assistência as
pessoas enfermas que precisam de um alento no momento
de dor. O Espírito Santo de Deus está despertando a cada salvo para que
cumpra esse oficio árduo, mas o mesmo tempo glorioso diante de Deus.
Necessariamente não é preciso ser pastor, missionário ou outra autoridade
eclesiástica para cumprir esse imperativo. Mas, é fundamental ser servo(ª)
do Senhor, vivendo em fidelidade com a sua Palavra
Como conselheiro cristão, é necessário saber o que falar, lembrando-se que
esse aconselhando encontra-se limitado em espaço e, muitas vezes, com
outras limitações no que se refere a dieta, higiene, posições. Não deve
omitir-se a falar diretamente sobre a doença e o processo de sofrimento
pelo qual a pessoa está passando. O conselheiro cristão pode cooperar
também com o doente grave e com muitos que estão no final de vida no
nascimento da esperança naqueles que ainda padecem do pior dos
sofrimentos, que é o vazio espiritual e a ausência de sentido para a vida, a
morte e o sofrer.
A enfermidade grave contribui para uma percepção mais realista sobre a
própria vida quebrando ilusões, orgulhos e a fantasia da autossuficiência.
Assim, através da dor e da impotência, a pessoa é levada a descobrir os
recursos inesgotáveis da graça de Deus que traz sentido ao homem e lhe
basta. A dor e as situações mais absurdas são aceitas na certeza de que
existe um Deus compassivo que sabe o que é padecer e assiste o carente
em toda angústia.
A Graça de DEUS
Atuar nos hospitais levando o amor de Deus, Seu consolo e alívio num
momento de dor. Esta é a principal missão da Capelania Hospitalar, que,
através de gestos de solidariedade e compaixão, tem levado a Palavra de
Deus não só aos pacientes, mas também aos seus familiares, sem esquecer
ainda dos profissionais de saúde, tantas vezes vivendo situações de estresse
ou mesmo passando por momentos difíceis. Os capelães respeitam a
religião de cada paciente sem impor nada, apenas levando a Palavra
àqueles que desejarem.
O que faz um capelão?
O capelão, integrante da equipe multidisciplinar de saúde, é uma pessoa
capacitada e sensível às necessidades humanas, dispondo-se a dar ouvidos,
confortar e encorajar, ajudando o enfermo a lutar pela vida com esperança
em Deus e na medicina. Oferece aconselhamento espiritual e apoio
emocional tanto ao paciente e seus familiares, como aos profissionais da
saúde. É importante elo com a comunidade local.
O Enfermo
Como conselheiro cristão, é necessário saber o que falar, lembrando-se que
esse aconselhando encontra-se limitado em espaço e, muitas vezes, com
outras limitações no que se refere a dieta, higiene, posições. Não deve
omitir-se a falar diretamente sobre a doença e o processo de sofrimento
pelo qual a pessoa está passando. O conselheiro cristão pode cooperar
também com o doente grave e com muitos que estão no final de vida no
nascimento da esperança naqueles que ainda padecem do pior dos
sofrimentos, que é o vazio espiritual e a ausência de sentido para a vida, a
morte e o sofrer.
A enfermidade grave contribui para uma percepção mais realista sobre a
própria vida quebrando ilusões, orgulhos e a fantasia da autossuficiência.
Assim, através da dor e da impotência, a pessoa é levada a descobrir os
recursos inesgotáveis da graça de Deus que traz sentido ao homem e lhe
basta. A dor e as situações mais absurdas são aceitas na certeza de que
existe um Deus compassivo que sabe o que é padecer e assiste o carente
em toda angústia
Diante da enfermidade a pessoa se vê tolhida de sua
liberdade de ser ela mesma, não pode desempenhar suas
atividades e sente-se ameaçada quanto a seu viver ou
futuro. A reação diante de tudo isso é uma atitude psicológica chamada de
MECANISMO DE DEFESA, classificada como inconsciente.
Eis algumas reações dessa natureza:
REGRESSÃO – O paciente se torna dependente dos outros, sem autonomia,
adotando atitudes infantis, exagerando desproporcionalmente a gravidade
do seu caso; reclama sem fundamento e constantemente do atendimento
e da alimentação; queixa-se que os parentes ou conhecidos não o visitam.
FORMAÇÃO REATIVA – Os impulsos e as emoções censuradas como
impróprias assumem uma forma de expressão contrária, aceitável para o
consciente. No caso de doenças longas ou piora gradativa, o paciente
afirma que está sendo perseguido pelos funcionários do hospital, adotando
uma atitude defensiva e agressiva, pois estes representam sofrimento para
ele.
Pragueja, xinga, acusa os familiares de falta de interesse, que os médicos
são irresponsáveis.
NEGAÇÃO – Ao tomar conhecimento do diagnóstico, o paciente se recusa a
aceitar que esse problema de saúde é dele. A negação funciona como uma
proteção contra a angústia. Ele acha que o resultado está errado, que outro
médico deve ser procurado e continua tentando viver como se a
enfermidade não existisse, evitando falar sobre o assunto. A negação pode
ocorrer em crentes que adotam uma atitude triunfalista ao afirmarem: “Em
nome de Jesus já estou curado, Deus não permitirá que eu seja operado”.
A Família e o Paciente.
A família acaba sendo afetada e as reações negativas podem ser a de
estresse psíquico, ocorrendo desgaste físico e até depressão. A família se
organiza nas suas funções, ocorrendo sobrecarga para alguns membros
familiares e até a omissão de cuidados. A vida socioeconômica também
pode mudar radicalmente devido as perdas. Os familiares prejudicam o
tratamento se forem excessivamente desconfiados em relação à equipe do
hospital, com muitos questionamentos ou palpites. Alguns familiares se
sentem culpados ou transferem a culpa ao paciente. Também podem se
sentir vítimas do destino, castigo de Deus ou retaliação do inimigo. O
enfermo muitas vezes precisa se esforçar para acalmar a família. Conforme
a enfermidade, alguns familiares entram em crise de desespero, tirando a
tranquilidade do paciente.
Qualidade Ministerial
Vários requisitos necessários do visitador:
Ter sabedoria e humildade para saber que você não é melhor do que
ninguém;
Cultivar uma personalidade amável, agradável, cativante;
Ter habilidade de comunicar-se;
Ter humor estável;
Ter respeito as opiniões religiosas divergentes;
Ter discernimento e sensibilidade na conversação;
Saber guardar as confidências dos pacientes;
Saber usar a linguagem e forma de abordagem a cada pessoa;
Dar tempo e atenção ao paciente visitado;
Ter sensibilidade para com discrição, sentir quando é o momento mais
oportuno para visitar;
Saber evitar a intimidade e não invadir a privacidade alheia; - Saber ouvir.
Observar os Seguintes Critérios
Bater à porta.
Pedir licença ou cumprimentar só verbalmente (a menos que o paciente
estenda a mão).
Se apresentar como pastor(a); obreiro(a).
Se oferecer para orar (respeitar as negativas) pedindo o favor de abaixar o
volume do rádio ou TV.
Convidar as pessoas do ambiente pra ouvirem a leitura bíblica e oração.
Caso o enfermo estiver no banho, fazendo curativos ou algum exame,
RETORNE POSTERIORMENTE.
Se a enfermeira estiver atendendo o paciente ou o médico estiver presente
no quarto, RETORNAR POSTERIORMENTE.
Se o paciente está com algum mal-estar (vômito, dor, confuso), abreviar a
visita. Às vezes o paciente faz as seguintes solicitações: para ajeitá-lo no
leito, pede água ou algum alimento, solicita medicação. TODAS essas
solicitações devem ser atendidas pelo serviço de enfermagem. Por isso,
responda ao paciente que ele deve fazer esse pedido a enfermeira, ou em
alguns casos (queda do paciente, escapou o soro) avisar o ocorrido no posto
de enfermagem.
Em alguns casos quando o paciente apresenta um quadro de contaminação,
é colocado um cartaz de alerta e de instruções na porta do quarto. Na
dúvida, perguntar no posto de enfermagem e que deve fazer para entrar no
quarto (utilizar máscara, luva, etc).
Principio Elementares
O objetivo da visita NÃO É doutrinação, mas atender à necessidade do
paciente; a visita deve ter um propósito: conforto, consolo para quem sofre.
Muitas vezes, a tentação de “pregar” e apresentar o seu discurso faz com
que muitos se esqueçam de que estão num hospital, desvirtuando, assim,
todo o propósito da visita;
Quando tiver dúvidas sobre a situação do paciente, procure a enfermeira.
Ter discernimento para dosar o tempo da visita;
Não demonstre “pena” do paciente;
Mostre seu interesse pelo paciente, mas sem exageros;
Preste atenção naquilo que o paciente está falando, verificando quais são
suas preocupações;
Não conduza a sua conversa de tal maneira que exija do paciente grande
concentração e esforço mental para acompanhar (ele pode estar sob o
efeito de medicamentos); Ao paciente que acha que não será curado,
encoraje. Mas, faça-o com prudência, sem promessas infundadas;
Não fale sobre assuntos pavorosos;
Nunca pratique atos exclusivos de auxiliar de enfermagem, tais como: dar
água ou qualquer alimento, ou locomover o paciente, mesmo que seja a
pedido dele;
Nunca discuta sobre a medicação com os pacientes;
Mantenha os segredos profissionais (num leito de hospital o paciente fala
muita coisa de si mesmo e de sua vida pessoal);
Nunca comente nos corredores do hospital, ou fora deles, o tipo de
conversa ou encaminhamento de sua entrevista mantida com o paciente;
A ética deve ser rigorosamente observada. Tome muito cuidado!
Não cochiche! Pacientes apresentam alto nível de desconfiança;
Aproveite a oportunidade como se fosse a única. Na medida do possível, o
ministério junto ao enfermo, dentro de um hospital deve ser completo,
numa “dose única”;
Evite a intimidade excessiva, não invadindo a privacidade alheia (tanto do
paciente quanto do seu acompanhante);
Respeite a liberdade do paciente quando ele não quiser (ou não estiver
preparado para) falar sobre seus problemas;
Nunca tente ministrar o enfermo quando ele está sendo atendido pelo
médico ou pela enfermeira, ou quando estiver em horários de refeições, ou
quando a situação impossibilite (familiares, telefonando ou algo importante
que ele está assistindo na TV);
Não faça promessas de qualquer espécie (cura, conseguir medicação, maior
atenção dos profissionais de saúde, transferências, conseguir entrevista
com o diretor). O próprio hospital tem meios de solucionar essas
solicitações;
Em caso de possessão demoníaca, elas precisam ser discernidas;
Preste atenção nos cartazes afixados na porta do quarto, pois eles orientam
por qual motivo você não pode entrar naquele momento ou quais os
cuidados você deve tomar ao entrar no quarto. Talvez seja proibida a
entrada por causa de curativo, troca de bolsa em pacientes renais, proibição
de visita por ordem médica. O paciente pode estar isolado por causa de
problemas de contágio e o cartaz estará orientando se for necessário
utilizar mascaram jaleco, luvas ou evitar tocar no paciente. Também pode
estar tomando banho;
Evitar apertar a mão do paciente, a não ser que a iniciativa seja dele;
Nunca sentar-se na cama do paciente, evitando assim contaminar o doente
ou ser contaminado por ele. Quando o paciente está em cirurgia, os lençóis
ficam enrolados, não devendo ninguém sentar ali;
Procurar estar numa posição em que o paciente veja você;
Cuidado se a sua voz for estridente;
Se for insultado, reaja com espírito cristão;
Em suas conversas, orações, leituras de textos, fale em tom
normal. Evite a forma discursiva e com voz estridente, a não ser que seja
em ambiente amplo.
Observar se o paciente está com mal-estar (náuseas ou dor), procurando
abreviar ao máximo a visita.
Aplicando a Palavra de Deus
E entendido que a enfermidade é algo que os homens não aceita de nenhuma
maneira.
Em determinadas situações surge por culpa direta do próprio indivíduo que
não cuida do seu corpo como deveria, ou por causa da violência urbana.
Mesmo que o indivíduo seja culpado de sua situação, devemos levar-lhe
uma mensagem que Jesus deseja lhe dar saúde total, tanto no corpo como
na
alma, pois Ele disse: “Eu vim para que
A mensagem que se deve trazer ao enfermo é a mensagem bíblica de
esperança e consolo. Essa mensagem é verbal através da leitura bíblica,
oração e aconselhamento. Também, através de expressão corporal, tais
como expressão de carinho, sorriso e demonstração de empatia.
Encontraremos na Bíblia textos relacionados às mais diversas necessidades
do ser humano. São esses textos que devem ser apresentados aos pacientes
na esperança de despertamento de fé nas promessas de vida.
Eis alguns assuntos relacionados ao estado de espírito dos pacientes:
Aflição – Salmos 34:19 – 86:1 – 119:107 – João 14:1,27
Angústia – Naum 1:7 – Salmo 4:1 – 18:6 – 60:11 – 119:50
Ansiedade – Salmos 46:10 – Mateus 6:31-34 – Filipenses 4:6-7 – I Pedro 1:7
Cansaço – Mateus 11:28-30
Choro – Salmos 30:2-5 – Apocalipse 21:4
Desânimo – Salmos 42:11 – Provérbios 18:14 – Filipenses 4:13 – Hebreus
12:3
Deus se compadece – Isaías 38:18 – Lamentações 3:22-26 – 2 Coríntios 1:3-
5
Direção divina – Salmos 37:5 – João 3:27- Dor – Salmos 41:3 – Isaías 43:4,5
Fraqueza – Deuteronômio 32:39 – Salmos 31:24 – Isaías 12:2 – 41:10 –
Oséias 6:1 – 2 Coríntios 12:7-10
Impaciência – Salmos 27:13-14 – 37:8
Medo – Salmos 34:4- Morte – Ezequiel 18:32 – Salmos 68:20 – Hebreus
2:14- 15
Oração – Salmo 5:1-3 – 66:20 – Lucas 11:9-13
Pobreza – Salmos 40:17 – 70:5
Preocupações – Salmos 55:22
Raiva – Salmos 37:8
– I Tessalonicenses 5:16-18.
Sofrimento – Sl 22:11 – 34:6 – 57:1 – 2 Coríntios 16:18 – Hb 12:4-13
Solidão – Salmos 16:1
Presença divina – Deuteronômio 31:8
Como Pensa um Enfermo
Fundamentação Bíblica-Teológica do Enfermo e a Enfermidade.
A maneira como vê a enfermidade tem grande influência na maneira como
você irá tratar o paciente que visita, por isso, é necessário temos uma visão
clara dos que a Bíblia nos diz sobre a enfermidade. A doença é uma questão
que a Bíblia menciona em muitos textos. A doença de Naamã,
Nabucodonosor, o filho de Davi, Jó, Paulo, Timóteo, a sogra de Pedro, e
vários outros e descrito tanto no Velho como no Novo
Testamento.
Quando Jesus veio pessoalmente à terra, seu interesse pelos doentes se
destacou tanto que praticamente um quinto dos evangelhos é dedicado ao
tema da cura, e o Livro de Atos registra como a primeira igreja cuidou dos
enfermos.
A Bíblia nos fornece sobre a enfermidade pelo menos quatro conclusões
que podem ser úteis nas visitas hospitalares.
A Enfermidade faz parte da Vida.
Poucas pessoas, se é que existe alguém atravessam a vida sem
experimentar periodicamente pelos menos uma doença. Parece provável
que a doença tenha entrado na raça humana como resultado da Queda, e
desta essa época os homens ficaram sabendo o que é não ter saúde. A Bíblia
nos menciona várias enfermidades como alcoolismo, cegueira, tumores,
inflamações, febre, hemorragia, surdez, mudez, insanidade, lepra, paralisia
e várias outras enfermidades. Fica claro de cada uma delas causa tensão
psicológica e física, e todas são mencionadas de modo a insinuar que a
doença faz parte da vida neste mundo.
Os Cristãos são responsáveis pelo cuidado dos enfermos.
Através de suas palavras e atos, Jesus ensinou que doença, embora comum,
é também indesejável. Ele passou grande parte do seu tempo curando os
enfermos, encorajaram outros a fazerem o mesmo e mostrou a importância
do cuidado cheio de amor daqueles que são necessitados e doentes.
Mesmo dar a alguém um gole de água era considerado digno de elogios e
Jesus indicou que ajudar um doente era o mesmo que ministrar a Ele, Jesus.
A Enfermidade não é necessariamente um sinal de pecado ou manifestação
de falta de fé.
Quando Jó perdeu sua família, bens e saúde, três amigos vieram visitar com
a boa intenção de consolar, apesar da boa vontade, foram ineficazes,
argumentou que todos esses problemas eram resultados do pecado. Jó
descobriu, porém, que a doença nem sempre é resultado do pecado do
indivíduo - cuja verdade Jesus ensinou claramente. Toda doença tem
origem, em análise final, na queda da humanidade no pecado, mas os casos
individuais de doença não são necessariamente resultantes dos pecados da
pessoa doente - embora haja ocasiões em que o pecado e a doença têm
realmente relação.
Visitando um Enfermo
Assuntos que devem ser avaliados com respeito ao trabalho com os
enfermos: O hospital é uma instituição que busca uma cura física. Temos
que respeitar o ambiente, a estrutura hospitalar e trabalhar dentro das
normas estabelecidas. Como evangélicos a Constituição Brasileira nos dá
direitos de atender os doentes, porém não é um direito absoluto. Devemos
fazer nosso trabalho numa forma que não atinge os direitos dos outros.
Como é que você encara uma doença ou o sofrimento humano? Tem que
avaliar suas atitudes, seus medos, suas ansiedades, etc. Nem todos podem
entrar numa enfermaria ou visitar um doente no lar, porque não é fácil lidar
com situações que envolve o sofrimento humano.
Quando visitamos os enfermos devemos estar atentos aos sentimentos e
preocupações deles. Nossa agenda precisa priorizar os assuntos que eles
desejam abordar.
Como crente em Jesus temos algo que todos desejam: esperança. Deve
expressar esta esperança de maneira realística e com integridade. Tenha
cuidado com promessas feitas em nome de Deus. Podemos levar palavras
seguras, mas devemos evitar a criação de uma esperança falsa.
Observar e respeitar as visitas de outros grupos. Faça seu ministério sem
competir ou entrar em conflitos. Seja uma boa testemunha. Saiba utilizar
bem nossos instrumentos de apoio que são: oração, a Bíblia, apoio da igreja,
e a esperança em Jesus Cristo, o Médico dos Médicos.
Ore e confie no Espírito Santo para lhe ajudar.
Aprenda os textos Bíblicos apropriados para usar nas visitas hospitalares ou
nos lares dos enfermos.
*Aprenda algumas normas, regras, e orientações para visitar os enfermos.
Praticando a Capelania
Cada experiência de Capelania Hospitalar ou cada visita aos enfermos são
experiências distintas. Porém, os princípios, os valores, as regras, e as
normas são semelhantes e válidos para todos os casos.
1. Como criar seu espaço de trabalho:
Entender seu propósito
Ganhar seu direito
Trabalhar com equipe médica
2. Deve:
Identificar-se apropriadamente.
Reconhecer que o doente pode apresentar muita dor, ansiedade, culpa,
frustrações, desespero, ou outros problemas emocionais e religiosas. Seja
preparado para enfrentar estas circunstâncias.
Usar os recursos da vida Cristã que são: oração, Bíblia; palavras de apoio,
esperança, e encorajamento; e a comunhão da igreja. Se orar, seja breve e
objetivo. É melhor sugerir que a oração seja feita. Uma oração deve
depender da liderança do Espírito Santo, levando em consideração as
circunstâncias do momento, as condições do paciente, o nível espiritual do
paciente, as pessoas presentes, e as necessidades citadas.
Deixar material devocional para leitura: folheto, Evangelho de João, Novo
Testamento, etc.
Visitar obedecendo as normas do Hospital ou pedir de antemão, se uma
visita no lar é possível e o horário conveniente.
Dar liberdade para o paciente falar. Ele tem suas necessidades que devem
tornar-se as prioridades para sua visita.
Demonstrar amor, carinho, segurança, confiança, conforto, esperança,
bondade, e interesse na pessoa. Você vai em nome de Jesus.
Ficar numa posição onde o paciente possa lhe olhar bem. Isto vai facilitar o
diálogo.
Dar prioridade ao tratamento médico e também respeitar o horário das
refeições. Saber que os efeitos da dor ou dos remédios podem alterar o
comportamento ou a receptividade do paciente a qualquer momento.
Tomar as precauções para evitar contato com uma doença contagiosa, sem
ofender ou distanciar-se do paciente.
Aproveitar a capela do hospital para fazer um culto. Se fizer um culto numa
enfermaria pode atrapalhar o atendimento médico de outros pacientes ou
incomodá-los.
Deve: ficar sensível aos sentimentos e direitos dos outros.
Avaliar cada visita para melhorar sua atuação.
Não deve: Visitar se você estiver doente.
Falar de suas doenças ou suas experiências hospitalares. Você não é o
paciente.
Criticar ou questionar o hospital, tratamento médico e o diagnóstico.
Sentar-se no leito do paciente ou buscar apoio de alguma forma no leito.
Entrar numa enfermaria sem bater na porta.
Prometer que Deus vai curar alguém. As vezes Deus usa a continuação da
doença para outros fins. Podemos falar por Deus, mas nós não somos o
Deus Verdadeiro.
Falar num tom alto ou cochichar. Fale num tom normal para não chamar
atenção para si mesmo.
Espalhar detalhes ou informação íntima ou o paciente. Pode orienta-los,
mas deixe eles tomarem as decisões cabíveis e sobre o paciente ao sair da
visita.
Tomar decisões para a família ou o paciente. Pode orienta-los, mas deixe
eles tomarem as decisões cabíveis e sob a orientação médica.
Forçar o paciente falar ou se sentir alegre, e nem desanime o paciente. Seja
natural no falar e agir. Deixe o paciente a vontade. Numa visita hospitalar
ou numa visitação em casa para atender um doente, sempre observamos
vários níveis de comportamento. Cada visita precisa ser norteada pelas
circunstâncias, os nossos objetivos ou alvos, e as necessidades da pessoa
doente.
As perguntas servem como boa base para cultivar um relacionamento
pessoal. As perguntas foram elaboradas pelo Dr. Roger Johnson num curso
de Clinical Pastoral Education em Phoenix, Arizona, EUA . Dr. Johnson nos
lembra que há perguntas que devemos evitar. Perguntas que comecem
com "por que" e perguntas que pedem uma resposta "sim" ou "não" podem
limitar ou inibir nossa conversa pastoral. Segue uma lista de perguntas
próprias. A lista não é exaustiva e as pessoas podem criar outras perguntas.
A lista serve como ponto de partida para uma conversa pastoral.
O que aconteceu para você encontrar-se no hospital?
O que está esperando, uma vez que está aqui?
Como está sentindo-se com o tratamento?
Como está evoluindo o tratamento?
O que está impedindo seu progresso?
Quanto tempo levará para sentir-se melhor?
Quais são as coisas que precipitaram sua enfermidade?
Ao sair do hospital ou se recuperar, quais são seus planos?
Como sua família está reagindo com sua doença?
O que você está falando com seus familiares?
O que seus familiares estão falando para você?
O que você espera fazer nas próximas férias (outro evento ou data
importante)?
Os enfermos passam por momentos críticos. Devemos ficar abertos e
preparados para ajudar com visitas e conversas pastorais. Os membros de
nossas igrejas podem atuar nessa área. Uma visita pastoral ou conversa
pastoral serve para dois aspectos de nossa vida.
Primeiro, uma visita demonstra nossa identificação humana com o
paciente. Como ser humano nós podemos levar uma palavra de
compreensão, compaixão, amor, solidariedade e carinho. Segundo, na
função de uma visita ou conversa pastoral representamos o povo de Deus
(Igreja) e o próprio Deus na vida do paciente. Assim, levamos uma palavra
de perdão, esperança, confiança, fé, e a oportunidade de confissão. O
trabalho pastoral visa o paciente como um "ser humano completo,
holístico" e não apenas como um corpo ou um caso patológico para ser
tratado.
Fontes de Pesquisas:
MMA – Ministério Missão América – Pr. Lucena, Robson Colaço de.
Internet – Google
FTN – Faculdade Teológica Nacional
Livro de Teologia Sistemática
Auto do Curso
Robson Colaço de Lucena
Teólogo, Pastor, Escritor e Pesquisador - "Seitas e Heresias da Nova Era"
OTPB - Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil, Conselho dos Pastores do - MMA Ministério Missão América
O Pastor e a Capelania Escolar
A Capelania tem a finalidade de proclamar a fé em nosso
Senhor Jesus Cristo a todos os alunos e seus responsáveis, bem
como professores, funcionários e respectivos familiares. Para
tanto, cada membro da equipe encarna a ação pastoral e educativa e se
dedica a demonstrar o amor de Deus aos pequeninos das classes menores
até aos maiores. Assim sendo, a missão da Capelania é estar à escuta de
todos os que desejam dialogar, bem como levar cada um a sentir
necessidade de diálogo com Deus.
A Missão
A missão específica da Capelania é atuar na área do aconselhamento
pastoral e no ministério da consolação. Nunca se necessitou tanto de ação
pastoral nas escolas, via Capelania, como nos dias de hoje. Todo o tempo
disponível é pouco para atender os que carecem de apoio espiritual. Tanto
por causa das vicissitudes da vida moderna que abalaram os princípios da
moral, da família e consequentemente da sociedade, como devido à
complexidade da adolescência e da própria escola. O Capelão é o pastor da
grande grei que envolve seres de vários credos e até mesmo os que negam
qualquer fé. Compete-lhe ser o conselheiro, o orientador, o pastor de
alunos, professores, funcionários e seus familiares. No Regimento Interno
da ONCC – Ordem Nacional de Capelania Cristã tem um código de ética que
atende em geral a todas as Capelania. A Capelania Cristã Hospitalar tem um
código mais especifico que tem aspectos muito especiais, diferentes das
demais Capelania. Aqui, temos o Código específico para a Capelania Escolar.
Capelania Hospitalar Particularidade da Capelania
 Ser pontual;
 Esclarecer as próprias dúvidas antes de falar aos alunos;
 Auto avaliar-se;
 Usar linguagem acessível aos juvenis;
 Pensar bem antes de prometer algo;
 Conhecer a fundo os programas e objetivos da escola;
 Dialogar particularmente com cada aluno e sempre que possível orar com
ele;
 Demonstrar cortesia para com todos;
 Ter domínio próprio firmeza e bondade;
 Cuidar com tonalidade da voz: agradável e positiva;
 Ter posição definida e coerente (sim, sim; não, não);
 Respeitar as diferenças e limitações dos alunos e não esperar deles o
impossível;
 Planejar tudo o que vai fazer;
 Usar a motivação adequada;
 Orar com os alunos;
 Ter alvos definidos e alcançá-los;
 Dar sempre atenção aos alunos;
 Pedir a direção divina para seu trabalho;
 Sorri com os que se alegram e chorar com os que choram.
Praticando a Capelania
A Capelania Escolar é uma atividade religiosa de cunho
espiritual que lida com indivíduos em formação física, mental
e espiritual, que frequentam escolas públicas e particulares,
procurando dar-lhes orientação religiosa e espiritual, dentro
do respeito à liberdade religiosa de cada pessoa e de cada
família. Capelania Hospitalar O Capelão deve inteirar-se do regimento
interno da escola em que atua e das normas disciplinares dos alunos,
professores e funcionários, respeitando-os plenamente. A atuação do
capelão não deve contrariar o trabalho de professores, pedagogos,
psicólogos e diretores, nem lhes embaraçar os programas, mas sim,
cooperar para o bom desempenho dos alunos. Os programas do capelão
devem ser elaborados dentro de uma visão integrada aos programas
educacionais da escola para que possa contribuir para o aproveitamento
dos estudantes. O trabalho do capelão com os alunos não deve contrariar
orientações das famílias. Quando alguma família não permitir que seu filho
participe dos programas da Capelania, isto deve ser respeitado. A área de
educação a ser trabalhada pelo capelão é apenas a “educação religiosa” e
o “aconselhamento pastoral”.
Não deverá ele entrar na área dos pedagogos nem dos psicólogos da Escola,
mesmo que tenha habilitação profissional na área. Se na sua atividade
surgirem casos desta área, ele deverá encaminhar os alunos para aqueles
profissionais. Assuntos de disciplina não deverão ser acolhidos pelo
Capelão, a menos que seja solicitado pela direção da Escola. Igualmente,
casos de avaliação pedagógica, em que alunos se julguem injustiçados por
professores e educadores, não devem ser acolhidos ou tratados pelo
capelão, especialmente quando exercerem suas atividades em Escola
Pública ou Particular não confessional.
Capelania Hospitalar Orientações
No contexto de uma escola surgem problemas de droga, de alcoolismo, de
gravidez de adolescente e outros casos especiais. O capelão pode ser a
primeira pessoa a detectar tais problemas em crianças, adolescentes e
jovens. Ele não deve se omitir em trabalhar esses problemas, buscando a
melhor orientação para a solução de cada caso. Ao detectar tais casos, o
capelão averiguará primeiro, se pertencem a outras áreas profissionais da
Escola, antes de tomar qualquer atitude. Ao convencer-se de que o caso
pertence à sua área, o capelão iniciará seu trabalho respeitando,
evidentemente, o indivíduo e sua família. Igualmente, ao tratar de
problemas especiais com estudantes, o capelão deverá avaliar o momento
certo de comunicar o fato aos pais. E quando o fizer, deverá ser com
bastante cuidado para não criar recuo do jovem que está sendo ajudado e
nem provocar reações extremadas dos pais. Casos de grande gravidade
ocorrida com estudantes maiores de idade, só serão relatados aos pais,
caso eles concordem ou julguem que necessitam daquela ajuda. Casos de
gravidade ocorridos com estudantes menores de idade deverão ser
relatados aos pais, naturalmente dentro dos cuidados que exige cada
questão.
A gravidez de adolescente é um caso especial de grande gravidade, porque
envolve “corrupção de menores”. Que exige os seguintes cuidados:
Esperar que o caso lhe venha ao conhecimento, ou pela própria Capelania
Hospitalar pessoa ou pela direção da escola, ou, ainda, pelos pais;
Averiguar se os pais estão sabendo do fato e qual a atitude deles;
Jamais ser drástico com a adolescente, mas tratá-la como pessoa e com
muito cuidado, sem, contudo, aprovar a sua atitude errada;
Uma vez que o caso aconteceu, jamais incentivar o aborto, em nenhuma
hipótese; Levar a adolescente a valorizar a vida que tem dentro dela e
prepará-la para encarar esse desafio;
Não procurar resolver o problema do parceiro, a menos que seja solicitado
e principalmente se for também da escola;
Manter o equilíbrio de tratamento: nem privilegiá-la pelo feito, nem
menosprezá-la pelo erro.
Todo o procedimento que envolver esses problemas especiais com
estudantes deverá ser relatado à direção da escola, a quem de direito, uma
vez que a primeira responsabilidade sobre o aluno é dela. Respeitar as
Diversidades Todo o trabalho de ensino religioso de capelão e sua equipe
devem levar em conta os direitos à consciência religiosa de cada indivíduo.
Isto deve ser feito mesmo em escolas confessionais em que os pais que
aceitam ali matricularem seus filhos já sabem da posição religiosa da
instituição.
O capelão fará o seu trabalho religioso e espiritual sem conotação sectária,
mesmo porque numa escola confessional, haverá alunos pertencentes a
diversas linhas de doutrina cristã. Este respeito à consciência religiosa do
indivíduo fica mais exigente quando a escola for pública ou particular não
confessional. Os Auxiliares A Capelania adotará para si uma linha de
doutrina e ensinos, bem assim de procedimentos no atendimento
individual de alunos, professores e funcionários da escola.
Capelania Hospitalar
Os auxiliares não poderão discrepar, em termos de
ensino e doutrina, das linhas adotadas pela
Capelania; todos deverão falar uma mesma “língua”.
Capelão e auxiliares, não poderão discordar de
doutrina, ensino ou metodologia perto de alunos e
professores. Casos dessa ordem serão tratados em particular pelo capelão-
chefe. Capelães auxiliares não deverão ser chamados à atenção diante de
alunos, professores e funcionários. Esses casos devem ser tratados em
particular, na sala da Capelania. Também a Capelania não poderá discrepar
da disciplina geral adotada pela escola. Capelania e direção da escola
deverão, também, falar a mesma língua. Ética do Sigilo Ao atender pessoas
sejam alunos, funcionários ou professores, o capelão e seus auxiliares
manterão absoluto sigilo dos casos tratados.
Assuntos tratados na sala da Capelania ou mesmo no aconchego dos lares
de alunos, jamais serão mencionados de público, nem mesmo a título de
ilustração ou exemplo didático, e nem passados para outras pessoas.
Igualmente se tiver conhecimento de doenças graves de alunos ou
familiares, jamais passar para outros a informação, ou mencionar o fato em
público. O capelão jamais fará qualquer tipo de discriminação ou
diferenciação no tratamento de pessoa que esteja sendo tratada em
assunto moral grave.
Capelania Hospitalar Nas Escolas Públicas
Em escolas públicas, caso haja permissão para a atividade de Capelania,
todo o trabalho do capelão deve ser posto em prévia programação que será
submetida à direção da escola. A metodologia do ensino religioso deverá
ser colocada de modo a não provocar reclamações por parte de alunos, pois
isto significará o fim da oportunidade. Se tiver de tratar de algum problema
especial com algum estudante com os pais, isto deverá ser feito com
expressa permissão da direção da escola, depois de dar-lhe pleno
conhecimento do problema.
Trabalhando Com Sexo Oposto
Um capelão deverá agir com cuidado com pessoas do sexo oposto, evitando
aproximação íntima demais que possa provocar suspeitas diversas. O
capelão não deverá sair para programações especiais a sós com estudantes
do sexo oposto, e até mesmo com professores ou funcionários, quando as
circunstâncias possam ser interpretadas para um lado ou sentido negativo.
Capelães solteiros ou divorciados, não deverão entrar em relação de
namoro com pessoas que fazem parte da sua assistência de Capelania, seja
aluno, funcionário ou professor. Capelania Hospitalar Do mesmo modo,
capelão não deve entrar em relação de intimidade com membros da família
de estudantes.
O capelão não deverá expor sua vida particular diante de alunos,
professores ou funcionários, seja em conversação comum, seja em
palestras. O capelão nunca deverá confessar suas fraquezas ou pecados,
nem mesmo a título de ilustração ou exemplo, em hipótese alguma. Não
deverão também falar de suas dificuldades financeiras a alunos,
professores ou mesmo familiares de estudantes. Igualmente, não deverá
reclamar problemas de salários ou vantagens ou desvantagens
empregatícias diante de alunos, professores ou funcionários da escola. Se
tiver problemas em casa, com esposa, esposo, filhos, o capelão jamais
deverá mencionar este fato a alunos, professores ou funcionários da escola,
nem mesmo a título de ilustração ou exemplo didático. Se o capelão for
também psicólogo e exercer essa atividade fora da escola, não deverá
encaminhar para o seu consultório particular alunos da escola com
problemas da área, para não configurar vantagem econômica auferida
através da sua condição de capelão.
Quanto a Discriminação
O capelão e seus auxiliares jamais tratarão com
discriminação racial, estrangeira, de religiões diferentes,
portadoras de deficiências ou praticar qualquer outro
tipo de discriminação. Capelania Hospitalar Igualmente,
o capelão e seus auxiliares jamais tratarão com
discriminação alunos de classes sociais mais pobres ou mesmo alunos que
tenham bolsa e não podem pagar a mensalidade ou alunos inadimplentes.
Do mesmo modo, o capelão e seus auxiliares, jamais tratarão com
discriminação alunos menos dotados, menos inteligentes, em relação aos
mais dotados e mais inteligentes. Casos Omissos O capelão-chefe e todos
os seus capelães auxiliares em cada Escola formarão o “Conselho de Ética
de Capelania”, sendo o capelão-chefe o seu relator. Casos éticos não
previstos neste Código que surgirem no contexto das atividades de
Capelania de uma Escola serão discutidos e definidos pelo “Conselho”.
A decisão tomada por um “Conselho” poderá incorporar-se ao Código de
Ética daquela Capelania.
A Capelania e Considerações
Entende-se por “Capelania escolar” ou “Capelania
educacional”, o ramo da Capelania voltada para a ação
pastoral dentro das escolas ou instituições de ensino
(creches, educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, cursinhos,
EJA e universidades). Podemos definir Capelania como: “Um serviço de
apoio e assistência espiritual comprometida com a visão da integralidade
do ser humano (corpo, emoções, intelecto, espírito) ”. Sua função é a de
orientar e encorajar nos momentos de crise, reavivando a fé e a esperança
de quem necessite, fazendo-se presente nos momentos de crises da vida,
Capelania Hospitalar compartilhadas no aconselhamento pastoral, nas
visitas aos hospitais, consolando e trazendo alento nos velórios. A Capelania
escolar possui um público-alvo variado, que parte dos alunos e seus
familiares ou responsáveis diretos até os colaboradores do corpo docente
e administrativo; enfim, todos os que se envolvem ou são envolvidos no
processo educativo e que estejam passando por conflitos nas esferas
pessoal e familiar.
A atuação mais comum no ambiente escolar desempenhada
pela Capelania é:
1- Cultos com alunos;
2- Aulas de ensino religioso ou educação cristã;
3- Aconselhamento pastoral;
4- Presença nos velórios e sepultamentos;
5- Cultos especiais, devocionais setoriais e nas formaturas;
6- Visitação a enfermos em hospitais e nos lares;
7- Avaliação de material didático;
8- Distribuição de literatura confessional;
9- Palestras que ofereçam assuntos relevantes com orientação bíblica
envolvendo alunos, pais e professores.
10- Incentivo e acompanhamento de grupos de oração e devocionais de
alunos e de funcionários.
11- Assistência social e o incentivo aos trabalhos voluntários e filantrópicos.
Capelania Hospitalar A palavra “capela”, surge da expressão do latim
“cappella” que significa “capa pequena”, que tem origem na história de
Martinho de Tours, soldado romano que viveu no século IV d.C.
contemporâneo de Constantino. Segundo a ABIEE (Associação Brasileira de
Instituições Educacionais Evangélicas), cerca de 60% dos alunos
matriculados nas escolas confessionais evangélicas não são evangélicos. Ao
analisar estes dados, Walmir Vieira afirma: As famílias estariam buscando
nas escolas confessionais, conscientemente ou inconscientemente, uma
ajuda para solucionar problemas que estão acima de suas possiblidades no
processo de criação e formação de seus filhos num tempo de tantas
complexidades e crises como este (2011, p. 19). Para melhor compreensão
do que é uma escola de orientação confessional, temos primeiro que
entender o termo “confissão”. Em seu livro, Inez Borges descreve sobre o
que é confissão: O termo “Confissão”, num contexto cristão tradicional ou
mesmo no senso comum, pode remeter à compreensão simples da
admissão de algo ou ao reconhecimento da veracidade de determinado
fato ao qual se confessa. É possível ainda que o termo evoque a noção de
reconhecimento e declaração de culpa, sinal de arrependimento e
conversão, e assim por diante. Os gregos antigos já utilizavam o termo
Assim podemos declarar que “confessionalidade” é a identidade de uma
denominação religiosa, que mostra por meio da fé a sua maneira de ver o
mundo, é a sua “cosmovisão”.
Capelania Hospitalar Sendo assim, cabe à Capelania a responsabilidade
maior pela preservação e reafirmação da confessionalidade na escola.
E mesmo que haja preceitos legais para que não se faça proselitismo nas
escolas confessionais, não se pode deixar de evangelizar os estudantes e
todos que estão envolvidos no contexto escolar. No entanto, podemos
observar que sua ação estará estritamente interligada com a proximidade
da confessionalidade que a instituição desenvolveu durante toda sua
história. Quanto mais à escola se aproximava da igreja mais a Capelania
aparecia; por outro lado, o contrário também produzia uma Capelania
apática e em muitos momentos apenas representativa ou meramente
nominal.
Procura-se desenvolver de forma sucinta as definições sobre “Capelania”
partindo da forma mais genérica até a enquadrar especificamente na área
educacional. Para isso, foi necessária também uma visão panorâmica da
utilização do termo como de sua abordagem histórica até os tempos atuais.
REFERÊNCIAS:
Escola Internacionais de Ministérios; FTN – Faculdade Teológica;
Nacional Pesquisas – Google MMA – Ministério Missão América – Pr, Lucena, Robson Colaço de,
BORGES, Inez Augusto.
Confessionalidade e construção ética na universidade. São Paulo: Editora Mackenzie, 2008.
VIEIRA, Walmir. Capelania Escolar, desafios e oportunidades. São Paulo: Rádio Trans Mundial, 2011.
Auto do Curso
Pastor Robson Colaço de Lucena
CAPELANIA PRISIONAL
“Lembrai-vos dos presos como se estivésseis presos com eles e dos
maltratados, como sendo-o vós mesmo também no corpo” Hb 13.3
É o agente de Deus para uma missão nobre que visa alcançar aqueles que
estão atrás das grades com a Palavra de Deus, evangelizando-os,
aconselhando-os e despertando-os para uma vida nova em Cristo Jesus
(2Co 5.17).
Com estes ensinamentos o ministério de Capelania prisional, entende que
o Senhor quer alcançar não somente as pessoas enfermas e em
tratamentos nas internações hospitalares, mas também, as pessoas que se
encontram em regime prisional.
Objetivo da Capelania Prisional:
Levar as pessoas encarceradas nos presídios e delegacias o tão grande amor
de Deus através da visitação dos capelães e também com a ministração da
poderosa Palavra de Deus; acompanhada de poderosa oração e
aconselhamento pessoal, sabendo que o Senhor Jesus tem por objetivo
alcançar estas vidas dando a elas a oportunidade de conhecer melhor o
Reino de Deus através das ações da Capelania carcerária.
O capelão precisa ser:
Chamado para este ministério.
Cheio do Espírito Santo.
Preparado para este ministério.
Amar sem distinção.
Tratável com todos.
Comprometido com a causa.
Firme no propósito.
O público alvo do capelão prisional.
Detentos;
Familiares;
Agentes;
Funcionários;
O alvo principal do capelão são os detentos:
Os tipos de detentos:
Os que estão atrás das grades.
Os que estão presos dentro de si mesmo.
Os que estão do lado de fora das delegacias e presídios (familiares).
Autor do Curso
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil
CPB Conselho dos Pastore do Brasil
MMA Ministério Missão América
CAPELANIA CENTROS DE RECUPERAÇÃO
(Álcool – Drogas).
Várias foram às razões para a criação dos Centros de Recuperação. Uma
delas surgiu da constatação do aumento expressivo de usuários de drogas
nos últimos anos, e das dificuldades marcadas pela exclusão a que são
submetidos ao saírem dos centros de recuperação, quase sempre sem o
apoio da própria família, o que na maioria das vezes os tem levado de volta
para o mundo das drogas.
Objetivos:
O objetivo é promover a recuperação, reintegração profissional e social dos
internos, através de atividades produtivas e cursos profissionalizantes. Pois
entendemos que a plena recuperação só é completada com o retorno para
a família, com perspectiva de emprego e, sobretudo, espiritualmente
curado por meio de um encontro com o Senhor Jesus Cristo. A participação
do capelão é fundamental no processo de evangelização e orientação do
ex-dependente.
Autor do Curso
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil
CPB Conselho dos Pastores do Brasil
MMA Ministério Missão América
CAPELANIA FÚNEBRE
Adj. Relativo aos funerais: canto fúnebre.
Relativo à morte; que inspira sentimento de tristeza.
Que causa ou anuncia a morte.
Honras fúnebres, exéquias, cerimônia ou solenidade celebrada em honra
de um morto.
A morte de alguém ou até mesmo de um ente querido, sempre será o
inusitado o que sempre oferecerá ser uma oportunidade para levar aos
familiares e conhecidos da família do falecido, uma reflexão da real
condição que todos se encontram diante de Deus, na questão referente à
eternidade.
O capelão deve conhecer as reflexões desde o ritual fúnebre, o caixão,
velório, vestimenta, condolências, etc, bem como as condições de
abordagem e apresentação de se dirigir um momento tão delicado como
este.
Implica ainda abordar ainda tipos de mensagens; e situações não comum,
como cerimônia em casa, bem como na igreja ou velório e o próprio
evangelismo nesta hora. A Igreja deve preparar seus membros para estas
situações, assim não dependerá somente do pastor quando este estiver
ausente.
As atividades do capelão ou capelão na transmissão da palavra de Deus ou
até mesmo em uma oração deve girar em torno do amor, consolo e apoio,
ser ter a pretensão religiosa, já que teremos diversos ouvintes.
Autor do Curso
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil
CPB Conselho dos Pastores do Brasil
MMA Ministério Missão América
Lei Federal - Direito a Capelania
Lei Federal - Nº 9.982/00 LEI DE BASE LEI Nº 9.982/00, DE 14 DE JULHO DE
2000 CONSTITUIÇÃO FEDERAL / 1988 Art. 5º - Todos são iguais perante a lei,
sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos
estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à
igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: VII - é
assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas
entidades civis e militares de internação coletiva;
LEI Nº 9.982/00, DE 14 DE JULHO DE 2000 Dispõe sobre a prestação de
assistência religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas, bem como
nos estabelecimentos prisionais civis e militares. O PRESIDENTE DA
REPÚBLICA - Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a
seguinte Lei:
Art. 1º Aos religiosos de todas as confissões assegura-se o acesso aos hospitais
da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou
militares, para dar atendimento religioso aos internados, desde que em comum
acordo com estes, ou com seus familiares no caso de doentes que já não mais
estejam no gozo de suas faculdades mentais. Parágrafo único. (Vetado).
Art. 2 º Os religiosos chamados a prestar assistência nas entidades definidas no
art. 1º, deverão, em suas atividades, acatar as determinações legais e normas
internas de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não pôr em risco as
condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional.
Art. 3 º (Vetado)
Art. 4 º O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias.
Art. 5 º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 14 de julho
de 2000; 179º da Independência e 112º da República.
Amparo Constitucional
01 - Amparo Constitucional – Reconhecido e Auto Regulamento
pelos - pareceres CNE/CES 241/99 – CNE/CES 765/99 e Decreto Lei nº
9394/96, Art 39 º, § 2º e Art.42 Decreto Lei nº 5154/04, Art, 1º, § I; Art. 3º Decreto
Lei 11.741/08
02 - O Decreto-Lei n.º 1051/69 autoriza a validação dos estudos "aos portadores
de certificado de cursos realizados em seminários maiores, faculdades
teológicas ou instituições equivalentes de qualquer confissão religiosa” (art. 1º).
"Como o ensino militar o ensino religioso foge as limitações dos sistemas
vigentes" (par. 286/81). Tais cursos são ditos "Livres", não necessitando de
prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do
Conselho de Educação Competente. A jurisprudência do Conselho Federal de
Educação tem sido no sentido de declarar-lhes a equivalência, de acordo com
regras amplas e flexíveis, é o que se depreende da leitura da lei de 1821/53, do
decreto 34.330/53, dos pareceres do CFE, nº 279-64 (Doc. 31,p.69 ) e n.º 884/65
( Doc.92, p. 60 ) e n.º 3174/77 ( Doc. 204, p.17) entre outros.
03 - Leis internacionais e portarias relacionadas ao pastoreado e suas funções
determinantes de atuação religiosa no mundo:
04 - Princípio da paz e segurança aferida na Carta da ONU art. 1, Parágrafo 1,
Capítulo 1 de 26 de junho de 1945;
05 - Da cooperação internacional do mesmo ano de 1945 na Carta da ONU art.
1, Capítulo 1, Parágrafo 3 de 26 de junho e art. 5° da Constituição Federal, XIII
e Art.7° a 9° e Artigo 5° - VI, VII e XVI; 205 e 215 da Constituição Federal do
Brasil e Artigo 24 da Lei Federal n° 7,210, de 11 de junho de 1984.
Pastor Robson Colaço de Lucena
Teólogo, Pastor, Radialista, Escritor e Pesquisador - "Seitas e Heresias da Nova Era"
OTPB - Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil, Conselho dos Pastores do Brasil e OPPB
Ordem dos Pastores Pentecostais do Brasil - MMA Ministério Missão América
CAPELANIA RESGATE
Os primeiros socorros constituem-se no primeiro atendimento prestado à
vítima em situações de acidentes ou mal súbito, por um socorrista, no local
do acidente, lembre-se, a função do socorrista é: Manter a vítima viva até
a chegada do socorro.
Evitar causar o chamado 2º trauma, isto é, não ocasionar outras lesões ou
agravar as já existentes.
Os primeiros minutos que se sucedem a todo acidente, principalmente nos
casos mais graves, são importantíssimos para a garantia de vida da vítima,
principalmente se forem bem aproveitados pelo socorrista.
As chances de sobrevivência diminuem drasticamente para as vítimas de
trauma que não recebem cuidados médicos especiais dentro de uma hora
após o acidente.
Se o acidentado tiver a sorte de ter um socorrista por perto, que possa
prestar-lhe os primeiros socorros aumentam as suas chances de
recuperação.
Da parte de quem presta o auxílio, há uma verdadeira corrida contra o
tempo, onde os seus conhecimentos técnicos (de primeiros socorros) têm
de ser praticados com rapidez e eficiência. O autocontrole é fundamental
porque, sem ele, atitudes irresponsáveis podem por em risco a vida do
paciente e a sua própria.
Autor do Curso
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil
CPB Conselho dos Pastores do Brasil
MMA Ministério Missão América
CAPELANIA AMBIENTAL / ECO CHAPLAIN
Lida com a responsabilidade social de cada um com o meio ambiente e o
espaço que ocupa. Ajuda a preservar, cria e desenvolve projetos, faz
parcerias com objetivos ecológicos.
A Capelania Ecológica trabalha na mediação de conflitos envolvendo
atividades humanas e o ambiente onde essas são realizadas. Com um
conhecimento que abrange várias áreas, o atua de forma interdisciplinar,
buscando soluções criativas, realistas e responsáveis nas diversas
dimensões da problemática ambiental, contribuindo para o
desenvolvimento numa perspectiva de sustentabilidade.
Tem como diferencial a didática e a pesquisa, pois conta, com um corpo
com conhecimento. Em várias áreas de atuação geográfica educacional.
Principalmente em Educação ambiental e Recuperação de áreas
degradadas.
O objetivo é despertar as pessoas para o tema e motivar para o respeito à
vida e a natureza. Tão como o Desenvolvimento Sustentável que se
encontra fundamentado na Bíblia.
Desenvolve projetos visando a propagação de uma visão sustentável do uso
de nossos recursos naturais, assim como uma utilização mais consciente de
nosso planeta.
Autor
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil
CPB Conselho dos Pastore do Brasil
MMA Ministério Missão América
CAPELANIA ESPORTIVA
Hoje o esporte se tornou uma ligação internacional estratégica
entre todos os povos do Mundo, abrindo assim uma área de
integração e oportunidade no serviço na causa do Reino em favor
dos muitos que competem a fim de alcançar um prêmio para
estabelecer apenas além dos status, dinheiro, e após muitos
alcançarem continuam como outros profissionais sem Deus,
vazios e o que pode ser pior muitas vezes mutilados pela mídia se
não corresponder aos fãs aquilo pelo que se espera que é o ganho
do campeonato, da competição, enfim, e ainda pode como muitos
ficando em idade jovem fora das competições e até esquecidos de
todos, o que levam muitos atletas ao envolvimento às drogas,
bebidas, prostituições e até suicídios.
A Capelania esportiva é uma área muito emergente no serviço
cristão nos dias de hoje, possibilitando um acompanhamento de
esportistas e implementando a cultura cristã no esporte.
Autor
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil
CPB Conselho dos Pastores do Brasil
MMA Ministério Missão América
CAPELANIA MILITAR
O capelão militar, talvez ainda é o capelão mais seguro, em relação às leis
do país que o assegura a exercer com veemência, no sentido acima da
existência da lei do voluntariado, mas a do exercício religioso, esta
Capelania tem ainda leis federais, que além de apoio, disponibiliza nos
meios do governo, concursos para contratação profissional desses capelães
que possuem formação teológica superior e alguns requisitos que o admita
para a corporação a fim de exercer a função da Capelania militar.
É muito gratificante ainda saber que mesmo não sendo concursado, em
alguns casos ocorre o voluntariado na de área de Capelania militar, fazendo
assim o mais nobre trabalho, tendo a disposição de servir, e aproveitam
para vivenciar experiências para Deus em função de empreender a sua
Palavra em vários ambientes ligados à área Militar.
Autor
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil
CPB Conselho dos Pastores do Brasil
MMA Ministério Missão América
CAPELANIA EMPRESARIAL
O que é um capelão empresarial?
É um recurso que tem por finalidade ajudar as pessoas associadas com a
empresa, levando-os a desfrutar de uma vida satisfatória, segundo os
desígnios de Deus. Porque se oferece o serviço de Capelania nas empresas?
No transcurso da vida todos nos experimentamos problemas de vez em
quando. Esses problemas sejam na família, no matrimonio, nas finanças,
adições, enfermidades, etc. dificultam a vida (feliz) e realizada que todos
anelam.
Através duma orientação adequada é possível adquirir a preparação para
prevenir ou superar muitos dos problemas que se possam apresentar na
vida.
Com a ajuda desses recursos espirituais, psicológicos e sociais se busca
analisar a situação e programar um plano de ação adequado para resolver
ou dirigir o problema.
Autor
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos e Pastore do Brasil
CPB Conselho dos Pastores do Brasil
MMA Ministério Missão América
CAPELANIA SOCIAL
O que é um capelão assistencial?
Com a missão de estar a serviço dos excluídos da sociedade,
participando da construção solidária da cidadania, a Capelania
Assistencial prioriza o desenvolvimento humano, a educação e
proteção ambiental, e auxilia tanto socialmente, quanto
economicamente.
Ação social é um modo de apoiar as pessoas na busca de uma
infraestrutura necessária para sua existência com cidadão. O
homem é um ser pleno.
Existe certo preconceito contra a ação social de caráter
assistencial. É comum a expressão “melhor dar a vara do que o
peixe”. Mas a lógica por trás dessa expressão e desses
sentimentos é falha, pois é baseada na hipótese que existe plena
abundância econômica (o peixe) disponível para quem
simplesmente se qualificar (a vara). Tal hipótese não se aplica aos
tempos atuais, onde vemos que até mesmo pessoas com grande
qualificação encontram-se sem emprego por anos a fio.
O fato é que a economia atual simplesmente não consegue
absorver a mão de obra atualmente disponível. O resultado é uma
situação dramática, mas infelizmente nada rara, de falta de
condições básicas para viver – falta de comida, falta de suficiente
abrigo contra o frio, etc.
Um capelão assistencial é interdenominacional, treinado e
capacitado para atender a sociedade como um todo, como um
bom samaritano, conselheiro e amigo de todos os feridos e
machucados.
Autor do Curso
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos Pastores do Brasil
MMA Ministério Missão América
CPB Conselho dos Pastores do Brasil
CAPELANIA CATÁSTROFES
O Capelão voluntário atua também em Guerras, Acidentes, Catástrofes,
Inundações, Terremotos, etc. Enfim para isto, nós fomos chamados
também a fim de servir ao Senhor em sua obra prontificando-se para ajudar
aos necessitados em qualquer situação, em especial em situação de fome,
desgraças que são além do controle e da provisão do homem.
Esta Capelania é muito rica por preparar este capelão além das ações
humanitárias, também busca uma abrangência curricular e experiência
voltada para relações públicas e logísticas em especial, sem contar com a
riqueza de contatos pelos relacionamentos diretos que se promove,
quando se divulga uma ação da Capelania dessa natureza.
Em alguns casos pode se desenvolver atividades de Capelania através da
ONU e Cruz Vermelha.
Autor do Curso
Pastor Robson Colaço de Lucena
OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil
CPB Conselho dos Pastores do Brasil
MMA Ministério Missão América
CAPELANIA PARLAMENTAR
Nasce na Capelania também mais uma atuação emergente, onde do ponto
de vista cristão, temos na dimensão de um país tão continental como o
Brasil, muitas cidades que elegem seus representantes políticos como
vereadores, deputados estaduais, federais e seus senadores, pois estes
homens recebem votos dos milhares de cristãos que o Brasil possui, e
dependem e trabalham muito para gerar conhecimentos de adquirir a
confiança dos votos dos cristãos.
Agora com o ponto de vista cristão, uma vez eleitos, esses homens, fazem
muitas coisas até boas, e também muitas ruins, no entanto, temos que
entender que está ali um homem que antes de ser um parlamentar ele
também é um pai de família, professor, advogado, enfim um ser humano
sufocado nas divergências das responsabilidades diárias, e onde muitos até
os que se professam cristãos, acabam deixando a desejar em sua atuação
como parlamentar.
O capelão parlamentar tem um importante trabalho no serviço de oração,
de aconselhamento e apoio espiritual a oferecer a este parlamentar e todo
seu gabinete, que muitas vezes serão alvos também necessário.
Auto do Curso
Pastor Robson Colaço de Lucena
Teólogo, Pastor, Escritor e Pesquisador - "Seitas e Heresias da Nova Era"
OTPB - Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil, Conselho dos Pastores do Brasil e OPPB Ordem
dos Pastores Pentecostais do Brasil - MMA Ministério Missão América

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  • 1.
  • 2. Página 1 EMENTA DO CURSO TÍTULO: Curso Completo de Capelania AUTORIA: Pastor Robson Colaço de Lucena (Docente OTPB – Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil) (Udemy) ÁREA TEMÁTICA: Teologia CARGA HORÁRIA 40 HORAS (EAD - Livre) Conteúdo: 01 – Introdução ao Curso de Capelania Hospitalar 02 – Vídeos Aulas, 03 – Monitoramento por parte do professor Udemy, para um bom desempenho dos alunos 04 – Capelania Escolar 05 – Capelania Prisional 06 – Capelina Fúnebre 07 – Capelania de Resgate 08 – Capelania Ambienta – Eco Chaplain 09 – Capelania Esportiva 10 – Capelania Militar 11 – Capelania Empresarial 12 – Capelania Social 13 – Capelania Catástrofe 14 – Capelania Centro de Recuperação (Álcool e Drogas) 15 – Capelania Parlamentar 16 – Lei Federal 9.982/00 Objetivos: 01 Desenvolver uma compreensão a respeito das do Ministério de Capelania Hospitalar e outras capelinarias 02 – Fornecer o máximo de informação para o crescimento do ministério pastoral e os missionários em evangelismo 03 – Capacitar os pastores leigos que exercem o ministério por conta própria e não estão ligados a nenhuma Ordem Pastoral (Aliança de Pastores) 04 – Formar novos líderes religiosos 05 - Estimular a reflexão sobre problemas e dilemas relacionados a Capelania hospitalar no Século XXI Metodologia: 01 - Aula expositiva em vídeos, acompanhada de exercícios de fixação associados, na área teológica 02 - Artigos, Material complementar em PDF e Avaliação ao final de cada módulo 03 – Linguagem simplifica na área de Teologia, para melhor compreensão dos alunos Recursos utilizados: 01 – Internet Conectada ao link que a udemy.com disponibilizar com as aulas 02 - Computador 03 – Vídeo Aula, Download dos documentos PDF, artigos suplementares 04 - Pincel para quadro branco Público-alvo: (Incluir o número ilimitados de participantes) Pastores, Missionários, Seminaristas e todos que desejem participar, mesmo sem pretensão em exercer o ministério pastoral
  • 3. Página 2 Total de Participantes: Ilimitados III SEMANA DE EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
  • 4. Capelania Hospitalar A Capelania Hospitalar é um ministério da Igreja que cresce a cada ano, tendo em vista a necessidade de assistência as pessoas enfermas que precisam de um alento no momento de dor. O Espírito Santo de Deus está despertando a cada salvo para que cumpra esse oficio árduo, mas o mesmo tempo glorioso diante de Deus. Necessariamente não é preciso ser pastor, missionário ou outra autoridade eclesiástica para cumprir esse imperativo. Mas, é fundamental ser servo(ª) do Senhor, vivendo em fidelidade com a sua Palavra Como conselheiro cristão, é necessário saber o que falar, lembrando-se que esse aconselhando encontra-se limitado em espaço e, muitas vezes, com outras limitações no que se refere a dieta, higiene, posições. Não deve omitir-se a falar diretamente sobre a doença e o processo de sofrimento pelo qual a pessoa está passando. O conselheiro cristão pode cooperar também com o doente grave e com muitos que estão no final de vida no nascimento da esperança naqueles que ainda padecem do pior dos sofrimentos, que é o vazio espiritual e a ausência de sentido para a vida, a morte e o sofrer. A enfermidade grave contribui para uma percepção mais realista sobre a própria vida quebrando ilusões, orgulhos e a fantasia da autossuficiência. Assim, através da dor e da impotência, a pessoa é levada a descobrir os recursos inesgotáveis da graça de Deus que traz sentido ao homem e lhe basta. A dor e as situações mais absurdas são aceitas na certeza de que existe um Deus compassivo que sabe o que é padecer e assiste o carente em toda angústia. A Graça de DEUS Atuar nos hospitais levando o amor de Deus, Seu consolo e alívio num momento de dor. Esta é a principal missão da Capelania Hospitalar, que, através de gestos de solidariedade e compaixão, tem levado a Palavra de Deus não só aos pacientes, mas também aos seus familiares, sem esquecer ainda dos profissionais de saúde, tantas vezes vivendo situações de estresse ou mesmo passando por momentos difíceis. Os capelães respeitam a religião de cada paciente sem impor nada, apenas levando a Palavra àqueles que desejarem. O que faz um capelão?
  • 5. O capelão, integrante da equipe multidisciplinar de saúde, é uma pessoa capacitada e sensível às necessidades humanas, dispondo-se a dar ouvidos, confortar e encorajar, ajudando o enfermo a lutar pela vida com esperança em Deus e na medicina. Oferece aconselhamento espiritual e apoio emocional tanto ao paciente e seus familiares, como aos profissionais da saúde. É importante elo com a comunidade local. O Enfermo Como conselheiro cristão, é necessário saber o que falar, lembrando-se que esse aconselhando encontra-se limitado em espaço e, muitas vezes, com outras limitações no que se refere a dieta, higiene, posições. Não deve omitir-se a falar diretamente sobre a doença e o processo de sofrimento pelo qual a pessoa está passando. O conselheiro cristão pode cooperar também com o doente grave e com muitos que estão no final de vida no nascimento da esperança naqueles que ainda padecem do pior dos sofrimentos, que é o vazio espiritual e a ausência de sentido para a vida, a morte e o sofrer. A enfermidade grave contribui para uma percepção mais realista sobre a própria vida quebrando ilusões, orgulhos e a fantasia da autossuficiência. Assim, através da dor e da impotência, a pessoa é levada a descobrir os recursos inesgotáveis da graça de Deus que traz sentido ao homem e lhe basta. A dor e as situações mais absurdas são aceitas na certeza de que existe um Deus compassivo que sabe o que é padecer e assiste o carente em toda angústia Diante da enfermidade a pessoa se vê tolhida de sua liberdade de ser ela mesma, não pode desempenhar suas atividades e sente-se ameaçada quanto a seu viver ou futuro. A reação diante de tudo isso é uma atitude psicológica chamada de MECANISMO DE DEFESA, classificada como inconsciente. Eis algumas reações dessa natureza: REGRESSÃO – O paciente se torna dependente dos outros, sem autonomia, adotando atitudes infantis, exagerando desproporcionalmente a gravidade do seu caso; reclama sem fundamento e constantemente do atendimento e da alimentação; queixa-se que os parentes ou conhecidos não o visitam. FORMAÇÃO REATIVA – Os impulsos e as emoções censuradas como impróprias assumem uma forma de expressão contrária, aceitável para o consciente. No caso de doenças longas ou piora gradativa, o paciente afirma que está sendo perseguido pelos funcionários do hospital, adotando
  • 6. uma atitude defensiva e agressiva, pois estes representam sofrimento para ele. Pragueja, xinga, acusa os familiares de falta de interesse, que os médicos são irresponsáveis. NEGAÇÃO – Ao tomar conhecimento do diagnóstico, o paciente se recusa a aceitar que esse problema de saúde é dele. A negação funciona como uma proteção contra a angústia. Ele acha que o resultado está errado, que outro médico deve ser procurado e continua tentando viver como se a enfermidade não existisse, evitando falar sobre o assunto. A negação pode ocorrer em crentes que adotam uma atitude triunfalista ao afirmarem: “Em nome de Jesus já estou curado, Deus não permitirá que eu seja operado”. A Família e o Paciente. A família acaba sendo afetada e as reações negativas podem ser a de estresse psíquico, ocorrendo desgaste físico e até depressão. A família se organiza nas suas funções, ocorrendo sobrecarga para alguns membros familiares e até a omissão de cuidados. A vida socioeconômica também pode mudar radicalmente devido as perdas. Os familiares prejudicam o tratamento se forem excessivamente desconfiados em relação à equipe do hospital, com muitos questionamentos ou palpites. Alguns familiares se sentem culpados ou transferem a culpa ao paciente. Também podem se sentir vítimas do destino, castigo de Deus ou retaliação do inimigo. O enfermo muitas vezes precisa se esforçar para acalmar a família. Conforme a enfermidade, alguns familiares entram em crise de desespero, tirando a tranquilidade do paciente. Qualidade Ministerial Vários requisitos necessários do visitador: Ter sabedoria e humildade para saber que você não é melhor do que ninguém; Cultivar uma personalidade amável, agradável, cativante; Ter habilidade de comunicar-se; Ter humor estável; Ter respeito as opiniões religiosas divergentes; Ter discernimento e sensibilidade na conversação; Saber guardar as confidências dos pacientes; Saber usar a linguagem e forma de abordagem a cada pessoa; Dar tempo e atenção ao paciente visitado; Ter sensibilidade para com discrição, sentir quando é o momento mais oportuno para visitar; Saber evitar a intimidade e não invadir a privacidade alheia; - Saber ouvir.
  • 7. Observar os Seguintes Critérios Bater à porta. Pedir licença ou cumprimentar só verbalmente (a menos que o paciente estenda a mão). Se apresentar como pastor(a); obreiro(a). Se oferecer para orar (respeitar as negativas) pedindo o favor de abaixar o volume do rádio ou TV. Convidar as pessoas do ambiente pra ouvirem a leitura bíblica e oração. Caso o enfermo estiver no banho, fazendo curativos ou algum exame, RETORNE POSTERIORMENTE. Se a enfermeira estiver atendendo o paciente ou o médico estiver presente no quarto, RETORNAR POSTERIORMENTE. Se o paciente está com algum mal-estar (vômito, dor, confuso), abreviar a visita. Às vezes o paciente faz as seguintes solicitações: para ajeitá-lo no leito, pede água ou algum alimento, solicita medicação. TODAS essas solicitações devem ser atendidas pelo serviço de enfermagem. Por isso, responda ao paciente que ele deve fazer esse pedido a enfermeira, ou em alguns casos (queda do paciente, escapou o soro) avisar o ocorrido no posto de enfermagem. Em alguns casos quando o paciente apresenta um quadro de contaminação, é colocado um cartaz de alerta e de instruções na porta do quarto. Na dúvida, perguntar no posto de enfermagem e que deve fazer para entrar no quarto (utilizar máscara, luva, etc). Principio Elementares O objetivo da visita NÃO É doutrinação, mas atender à necessidade do paciente; a visita deve ter um propósito: conforto, consolo para quem sofre. Muitas vezes, a tentação de “pregar” e apresentar o seu discurso faz com que muitos se esqueçam de que estão num hospital, desvirtuando, assim, todo o propósito da visita; Quando tiver dúvidas sobre a situação do paciente, procure a enfermeira. Ter discernimento para dosar o tempo da visita; Não demonstre “pena” do paciente; Mostre seu interesse pelo paciente, mas sem exageros; Preste atenção naquilo que o paciente está falando, verificando quais são suas preocupações; Não conduza a sua conversa de tal maneira que exija do paciente grande concentração e esforço mental para acompanhar (ele pode estar sob o efeito de medicamentos); Ao paciente que acha que não será curado, encoraje. Mas, faça-o com prudência, sem promessas infundadas;
  • 8. Não fale sobre assuntos pavorosos; Nunca pratique atos exclusivos de auxiliar de enfermagem, tais como: dar água ou qualquer alimento, ou locomover o paciente, mesmo que seja a pedido dele; Nunca discuta sobre a medicação com os pacientes; Mantenha os segredos profissionais (num leito de hospital o paciente fala muita coisa de si mesmo e de sua vida pessoal); Nunca comente nos corredores do hospital, ou fora deles, o tipo de conversa ou encaminhamento de sua entrevista mantida com o paciente; A ética deve ser rigorosamente observada. Tome muito cuidado! Não cochiche! Pacientes apresentam alto nível de desconfiança; Aproveite a oportunidade como se fosse a única. Na medida do possível, o ministério junto ao enfermo, dentro de um hospital deve ser completo, numa “dose única”; Evite a intimidade excessiva, não invadindo a privacidade alheia (tanto do paciente quanto do seu acompanhante); Respeite a liberdade do paciente quando ele não quiser (ou não estiver preparado para) falar sobre seus problemas; Nunca tente ministrar o enfermo quando ele está sendo atendido pelo médico ou pela enfermeira, ou quando estiver em horários de refeições, ou quando a situação impossibilite (familiares, telefonando ou algo importante que ele está assistindo na TV); Não faça promessas de qualquer espécie (cura, conseguir medicação, maior atenção dos profissionais de saúde, transferências, conseguir entrevista com o diretor). O próprio hospital tem meios de solucionar essas solicitações; Em caso de possessão demoníaca, elas precisam ser discernidas; Preste atenção nos cartazes afixados na porta do quarto, pois eles orientam por qual motivo você não pode entrar naquele momento ou quais os cuidados você deve tomar ao entrar no quarto. Talvez seja proibida a entrada por causa de curativo, troca de bolsa em pacientes renais, proibição de visita por ordem médica. O paciente pode estar isolado por causa de problemas de contágio e o cartaz estará orientando se for necessário utilizar mascaram jaleco, luvas ou evitar tocar no paciente. Também pode estar tomando banho; Evitar apertar a mão do paciente, a não ser que a iniciativa seja dele; Nunca sentar-se na cama do paciente, evitando assim contaminar o doente ou ser contaminado por ele. Quando o paciente está em cirurgia, os lençóis ficam enrolados, não devendo ninguém sentar ali;
  • 9. Procurar estar numa posição em que o paciente veja você; Cuidado se a sua voz for estridente; Se for insultado, reaja com espírito cristão; Em suas conversas, orações, leituras de textos, fale em tom normal. Evite a forma discursiva e com voz estridente, a não ser que seja em ambiente amplo. Observar se o paciente está com mal-estar (náuseas ou dor), procurando abreviar ao máximo a visita. Aplicando a Palavra de Deus E entendido que a enfermidade é algo que os homens não aceita de nenhuma maneira. Em determinadas situações surge por culpa direta do próprio indivíduo que não cuida do seu corpo como deveria, ou por causa da violência urbana. Mesmo que o indivíduo seja culpado de sua situação, devemos levar-lhe uma mensagem que Jesus deseja lhe dar saúde total, tanto no corpo como na alma, pois Ele disse: “Eu vim para que A mensagem que se deve trazer ao enfermo é a mensagem bíblica de esperança e consolo. Essa mensagem é verbal através da leitura bíblica, oração e aconselhamento. Também, através de expressão corporal, tais como expressão de carinho, sorriso e demonstração de empatia. Encontraremos na Bíblia textos relacionados às mais diversas necessidades do ser humano. São esses textos que devem ser apresentados aos pacientes na esperança de despertamento de fé nas promessas de vida. Eis alguns assuntos relacionados ao estado de espírito dos pacientes: Aflição – Salmos 34:19 – 86:1 – 119:107 – João 14:1,27 Angústia – Naum 1:7 – Salmo 4:1 – 18:6 – 60:11 – 119:50 Ansiedade – Salmos 46:10 – Mateus 6:31-34 – Filipenses 4:6-7 – I Pedro 1:7 Cansaço – Mateus 11:28-30 Choro – Salmos 30:2-5 – Apocalipse 21:4 Desânimo – Salmos 42:11 – Provérbios 18:14 – Filipenses 4:13 – Hebreus 12:3 Deus se compadece – Isaías 38:18 – Lamentações 3:22-26 – 2 Coríntios 1:3- 5 Direção divina – Salmos 37:5 – João 3:27- Dor – Salmos 41:3 – Isaías 43:4,5 Fraqueza – Deuteronômio 32:39 – Salmos 31:24 – Isaías 12:2 – 41:10 – Oséias 6:1 – 2 Coríntios 12:7-10 Impaciência – Salmos 27:13-14 – 37:8
  • 10. Medo – Salmos 34:4- Morte – Ezequiel 18:32 – Salmos 68:20 – Hebreus 2:14- 15 Oração – Salmo 5:1-3 – 66:20 – Lucas 11:9-13 Pobreza – Salmos 40:17 – 70:5 Preocupações – Salmos 55:22 Raiva – Salmos 37:8 – I Tessalonicenses 5:16-18. Sofrimento – Sl 22:11 – 34:6 – 57:1 – 2 Coríntios 16:18 – Hb 12:4-13 Solidão – Salmos 16:1 Presença divina – Deuteronômio 31:8 Como Pensa um Enfermo Fundamentação Bíblica-Teológica do Enfermo e a Enfermidade. A maneira como vê a enfermidade tem grande influência na maneira como você irá tratar o paciente que visita, por isso, é necessário temos uma visão clara dos que a Bíblia nos diz sobre a enfermidade. A doença é uma questão que a Bíblia menciona em muitos textos. A doença de Naamã, Nabucodonosor, o filho de Davi, Jó, Paulo, Timóteo, a sogra de Pedro, e vários outros e descrito tanto no Velho como no Novo Testamento. Quando Jesus veio pessoalmente à terra, seu interesse pelos doentes se destacou tanto que praticamente um quinto dos evangelhos é dedicado ao tema da cura, e o Livro de Atos registra como a primeira igreja cuidou dos enfermos. A Bíblia nos fornece sobre a enfermidade pelo menos quatro conclusões que podem ser úteis nas visitas hospitalares. A Enfermidade faz parte da Vida. Poucas pessoas, se é que existe alguém atravessam a vida sem experimentar periodicamente pelos menos uma doença. Parece provável que a doença tenha entrado na raça humana como resultado da Queda, e desta essa época os homens ficaram sabendo o que é não ter saúde. A Bíblia nos menciona várias enfermidades como alcoolismo, cegueira, tumores, inflamações, febre, hemorragia, surdez, mudez, insanidade, lepra, paralisia e várias outras enfermidades. Fica claro de cada uma delas causa tensão psicológica e física, e todas são mencionadas de modo a insinuar que a doença faz parte da vida neste mundo. Os Cristãos são responsáveis pelo cuidado dos enfermos. Através de suas palavras e atos, Jesus ensinou que doença, embora comum, é também indesejável. Ele passou grande parte do seu tempo curando os enfermos, encorajaram outros a fazerem o mesmo e mostrou a importância
  • 11. do cuidado cheio de amor daqueles que são necessitados e doentes. Mesmo dar a alguém um gole de água era considerado digno de elogios e Jesus indicou que ajudar um doente era o mesmo que ministrar a Ele, Jesus. A Enfermidade não é necessariamente um sinal de pecado ou manifestação de falta de fé. Quando Jó perdeu sua família, bens e saúde, três amigos vieram visitar com a boa intenção de consolar, apesar da boa vontade, foram ineficazes, argumentou que todos esses problemas eram resultados do pecado. Jó descobriu, porém, que a doença nem sempre é resultado do pecado do indivíduo - cuja verdade Jesus ensinou claramente. Toda doença tem origem, em análise final, na queda da humanidade no pecado, mas os casos individuais de doença não são necessariamente resultantes dos pecados da pessoa doente - embora haja ocasiões em que o pecado e a doença têm realmente relação. Visitando um Enfermo Assuntos que devem ser avaliados com respeito ao trabalho com os enfermos: O hospital é uma instituição que busca uma cura física. Temos que respeitar o ambiente, a estrutura hospitalar e trabalhar dentro das normas estabelecidas. Como evangélicos a Constituição Brasileira nos dá direitos de atender os doentes, porém não é um direito absoluto. Devemos fazer nosso trabalho numa forma que não atinge os direitos dos outros. Como é que você encara uma doença ou o sofrimento humano? Tem que avaliar suas atitudes, seus medos, suas ansiedades, etc. Nem todos podem entrar numa enfermaria ou visitar um doente no lar, porque não é fácil lidar com situações que envolve o sofrimento humano. Quando visitamos os enfermos devemos estar atentos aos sentimentos e preocupações deles. Nossa agenda precisa priorizar os assuntos que eles desejam abordar. Como crente em Jesus temos algo que todos desejam: esperança. Deve expressar esta esperança de maneira realística e com integridade. Tenha cuidado com promessas feitas em nome de Deus. Podemos levar palavras seguras, mas devemos evitar a criação de uma esperança falsa. Observar e respeitar as visitas de outros grupos. Faça seu ministério sem competir ou entrar em conflitos. Seja uma boa testemunha. Saiba utilizar bem nossos instrumentos de apoio que são: oração, a Bíblia, apoio da igreja, e a esperança em Jesus Cristo, o Médico dos Médicos. Ore e confie no Espírito Santo para lhe ajudar. Aprenda os textos Bíblicos apropriados para usar nas visitas hospitalares ou nos lares dos enfermos.
  • 12. *Aprenda algumas normas, regras, e orientações para visitar os enfermos. Praticando a Capelania Cada experiência de Capelania Hospitalar ou cada visita aos enfermos são experiências distintas. Porém, os princípios, os valores, as regras, e as normas são semelhantes e válidos para todos os casos. 1. Como criar seu espaço de trabalho: Entender seu propósito Ganhar seu direito Trabalhar com equipe médica 2. Deve: Identificar-se apropriadamente. Reconhecer que o doente pode apresentar muita dor, ansiedade, culpa, frustrações, desespero, ou outros problemas emocionais e religiosas. Seja preparado para enfrentar estas circunstâncias. Usar os recursos da vida Cristã que são: oração, Bíblia; palavras de apoio, esperança, e encorajamento; e a comunhão da igreja. Se orar, seja breve e objetivo. É melhor sugerir que a oração seja feita. Uma oração deve depender da liderança do Espírito Santo, levando em consideração as circunstâncias do momento, as condições do paciente, o nível espiritual do paciente, as pessoas presentes, e as necessidades citadas. Deixar material devocional para leitura: folheto, Evangelho de João, Novo Testamento, etc. Visitar obedecendo as normas do Hospital ou pedir de antemão, se uma visita no lar é possível e o horário conveniente. Dar liberdade para o paciente falar. Ele tem suas necessidades que devem tornar-se as prioridades para sua visita. Demonstrar amor, carinho, segurança, confiança, conforto, esperança, bondade, e interesse na pessoa. Você vai em nome de Jesus. Ficar numa posição onde o paciente possa lhe olhar bem. Isto vai facilitar o diálogo. Dar prioridade ao tratamento médico e também respeitar o horário das refeições. Saber que os efeitos da dor ou dos remédios podem alterar o comportamento ou a receptividade do paciente a qualquer momento. Tomar as precauções para evitar contato com uma doença contagiosa, sem ofender ou distanciar-se do paciente. Aproveitar a capela do hospital para fazer um culto. Se fizer um culto numa enfermaria pode atrapalhar o atendimento médico de outros pacientes ou incomodá-los. Deve: ficar sensível aos sentimentos e direitos dos outros.
  • 13. Avaliar cada visita para melhorar sua atuação. Não deve: Visitar se você estiver doente. Falar de suas doenças ou suas experiências hospitalares. Você não é o paciente. Criticar ou questionar o hospital, tratamento médico e o diagnóstico. Sentar-se no leito do paciente ou buscar apoio de alguma forma no leito. Entrar numa enfermaria sem bater na porta. Prometer que Deus vai curar alguém. As vezes Deus usa a continuação da doença para outros fins. Podemos falar por Deus, mas nós não somos o Deus Verdadeiro. Falar num tom alto ou cochichar. Fale num tom normal para não chamar atenção para si mesmo. Espalhar detalhes ou informação íntima ou o paciente. Pode orienta-los, mas deixe eles tomarem as decisões cabíveis e sobre o paciente ao sair da visita. Tomar decisões para a família ou o paciente. Pode orienta-los, mas deixe eles tomarem as decisões cabíveis e sob a orientação médica. Forçar o paciente falar ou se sentir alegre, e nem desanime o paciente. Seja natural no falar e agir. Deixe o paciente a vontade. Numa visita hospitalar ou numa visitação em casa para atender um doente, sempre observamos vários níveis de comportamento. Cada visita precisa ser norteada pelas circunstâncias, os nossos objetivos ou alvos, e as necessidades da pessoa doente. As perguntas servem como boa base para cultivar um relacionamento pessoal. As perguntas foram elaboradas pelo Dr. Roger Johnson num curso de Clinical Pastoral Education em Phoenix, Arizona, EUA . Dr. Johnson nos lembra que há perguntas que devemos evitar. Perguntas que comecem com "por que" e perguntas que pedem uma resposta "sim" ou "não" podem limitar ou inibir nossa conversa pastoral. Segue uma lista de perguntas próprias. A lista não é exaustiva e as pessoas podem criar outras perguntas. A lista serve como ponto de partida para uma conversa pastoral. O que aconteceu para você encontrar-se no hospital? O que está esperando, uma vez que está aqui? Como está sentindo-se com o tratamento? Como está evoluindo o tratamento? O que está impedindo seu progresso? Quanto tempo levará para sentir-se melhor? Quais são as coisas que precipitaram sua enfermidade?
  • 14. Ao sair do hospital ou se recuperar, quais são seus planos? Como sua família está reagindo com sua doença? O que você está falando com seus familiares? O que seus familiares estão falando para você? O que você espera fazer nas próximas férias (outro evento ou data importante)? Os enfermos passam por momentos críticos. Devemos ficar abertos e preparados para ajudar com visitas e conversas pastorais. Os membros de nossas igrejas podem atuar nessa área. Uma visita pastoral ou conversa pastoral serve para dois aspectos de nossa vida. Primeiro, uma visita demonstra nossa identificação humana com o paciente. Como ser humano nós podemos levar uma palavra de compreensão, compaixão, amor, solidariedade e carinho. Segundo, na função de uma visita ou conversa pastoral representamos o povo de Deus (Igreja) e o próprio Deus na vida do paciente. Assim, levamos uma palavra de perdão, esperança, confiança, fé, e a oportunidade de confissão. O trabalho pastoral visa o paciente como um "ser humano completo, holístico" e não apenas como um corpo ou um caso patológico para ser tratado. Fontes de Pesquisas: MMA – Ministério Missão América – Pr. Lucena, Robson Colaço de. Internet – Google FTN – Faculdade Teológica Nacional Livro de Teologia Sistemática Auto do Curso Robson Colaço de Lucena Teólogo, Pastor, Escritor e Pesquisador - "Seitas e Heresias da Nova Era" OTPB - Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil, Conselho dos Pastores do - MMA Ministério Missão América
  • 15. O Pastor e a Capelania Escolar A Capelania tem a finalidade de proclamar a fé em nosso Senhor Jesus Cristo a todos os alunos e seus responsáveis, bem como professores, funcionários e respectivos familiares. Para tanto, cada membro da equipe encarna a ação pastoral e educativa e se dedica a demonstrar o amor de Deus aos pequeninos das classes menores até aos maiores. Assim sendo, a missão da Capelania é estar à escuta de todos os que desejam dialogar, bem como levar cada um a sentir necessidade de diálogo com Deus. A Missão A missão específica da Capelania é atuar na área do aconselhamento pastoral e no ministério da consolação. Nunca se necessitou tanto de ação pastoral nas escolas, via Capelania, como nos dias de hoje. Todo o tempo disponível é pouco para atender os que carecem de apoio espiritual. Tanto por causa das vicissitudes da vida moderna que abalaram os princípios da moral, da família e consequentemente da sociedade, como devido à complexidade da adolescência e da própria escola. O Capelão é o pastor da grande grei que envolve seres de vários credos e até mesmo os que negam qualquer fé. Compete-lhe ser o conselheiro, o orientador, o pastor de alunos, professores, funcionários e seus familiares. No Regimento Interno da ONCC – Ordem Nacional de Capelania Cristã tem um código de ética que atende em geral a todas as Capelania. A Capelania Cristã Hospitalar tem um código mais especifico que tem aspectos muito especiais, diferentes das demais Capelania. Aqui, temos o Código específico para a Capelania Escolar. Capelania Hospitalar Particularidade da Capelania  Ser pontual;  Esclarecer as próprias dúvidas antes de falar aos alunos;  Auto avaliar-se;  Usar linguagem acessível aos juvenis;  Pensar bem antes de prometer algo;  Conhecer a fundo os programas e objetivos da escola;  Dialogar particularmente com cada aluno e sempre que possível orar com ele;  Demonstrar cortesia para com todos;  Ter domínio próprio firmeza e bondade;  Cuidar com tonalidade da voz: agradável e positiva;  Ter posição definida e coerente (sim, sim; não, não);  Respeitar as diferenças e limitações dos alunos e não esperar deles o impossível;
  • 16.  Planejar tudo o que vai fazer;  Usar a motivação adequada;  Orar com os alunos;  Ter alvos definidos e alcançá-los;  Dar sempre atenção aos alunos;  Pedir a direção divina para seu trabalho;  Sorri com os que se alegram e chorar com os que choram. Praticando a Capelania A Capelania Escolar é uma atividade religiosa de cunho espiritual que lida com indivíduos em formação física, mental e espiritual, que frequentam escolas públicas e particulares, procurando dar-lhes orientação religiosa e espiritual, dentro do respeito à liberdade religiosa de cada pessoa e de cada família. Capelania Hospitalar O Capelão deve inteirar-se do regimento interno da escola em que atua e das normas disciplinares dos alunos, professores e funcionários, respeitando-os plenamente. A atuação do capelão não deve contrariar o trabalho de professores, pedagogos, psicólogos e diretores, nem lhes embaraçar os programas, mas sim, cooperar para o bom desempenho dos alunos. Os programas do capelão devem ser elaborados dentro de uma visão integrada aos programas educacionais da escola para que possa contribuir para o aproveitamento dos estudantes. O trabalho do capelão com os alunos não deve contrariar orientações das famílias. Quando alguma família não permitir que seu filho participe dos programas da Capelania, isto deve ser respeitado. A área de educação a ser trabalhada pelo capelão é apenas a “educação religiosa” e o “aconselhamento pastoral”. Não deverá ele entrar na área dos pedagogos nem dos psicólogos da Escola, mesmo que tenha habilitação profissional na área. Se na sua atividade surgirem casos desta área, ele deverá encaminhar os alunos para aqueles profissionais. Assuntos de disciplina não deverão ser acolhidos pelo Capelão, a menos que seja solicitado pela direção da Escola. Igualmente, casos de avaliação pedagógica, em que alunos se julguem injustiçados por professores e educadores, não devem ser acolhidos ou tratados pelo capelão, especialmente quando exercerem suas atividades em Escola Pública ou Particular não confessional. Capelania Hospitalar Orientações No contexto de uma escola surgem problemas de droga, de alcoolismo, de gravidez de adolescente e outros casos especiais. O capelão pode ser a primeira pessoa a detectar tais problemas em crianças, adolescentes e
  • 17. jovens. Ele não deve se omitir em trabalhar esses problemas, buscando a melhor orientação para a solução de cada caso. Ao detectar tais casos, o capelão averiguará primeiro, se pertencem a outras áreas profissionais da Escola, antes de tomar qualquer atitude. Ao convencer-se de que o caso pertence à sua área, o capelão iniciará seu trabalho respeitando, evidentemente, o indivíduo e sua família. Igualmente, ao tratar de problemas especiais com estudantes, o capelão deverá avaliar o momento certo de comunicar o fato aos pais. E quando o fizer, deverá ser com bastante cuidado para não criar recuo do jovem que está sendo ajudado e nem provocar reações extremadas dos pais. Casos de grande gravidade ocorrida com estudantes maiores de idade, só serão relatados aos pais, caso eles concordem ou julguem que necessitam daquela ajuda. Casos de gravidade ocorridos com estudantes menores de idade deverão ser relatados aos pais, naturalmente dentro dos cuidados que exige cada questão. A gravidez de adolescente é um caso especial de grande gravidade, porque envolve “corrupção de menores”. Que exige os seguintes cuidados: Esperar que o caso lhe venha ao conhecimento, ou pela própria Capelania Hospitalar pessoa ou pela direção da escola, ou, ainda, pelos pais; Averiguar se os pais estão sabendo do fato e qual a atitude deles; Jamais ser drástico com a adolescente, mas tratá-la como pessoa e com muito cuidado, sem, contudo, aprovar a sua atitude errada; Uma vez que o caso aconteceu, jamais incentivar o aborto, em nenhuma hipótese; Levar a adolescente a valorizar a vida que tem dentro dela e prepará-la para encarar esse desafio; Não procurar resolver o problema do parceiro, a menos que seja solicitado e principalmente se for também da escola; Manter o equilíbrio de tratamento: nem privilegiá-la pelo feito, nem menosprezá-la pelo erro. Todo o procedimento que envolver esses problemas especiais com estudantes deverá ser relatado à direção da escola, a quem de direito, uma vez que a primeira responsabilidade sobre o aluno é dela. Respeitar as Diversidades Todo o trabalho de ensino religioso de capelão e sua equipe devem levar em conta os direitos à consciência religiosa de cada indivíduo. Isto deve ser feito mesmo em escolas confessionais em que os pais que aceitam ali matricularem seus filhos já sabem da posição religiosa da instituição. O capelão fará o seu trabalho religioso e espiritual sem conotação sectária, mesmo porque numa escola confessional, haverá alunos pertencentes a
  • 18. diversas linhas de doutrina cristã. Este respeito à consciência religiosa do indivíduo fica mais exigente quando a escola for pública ou particular não confessional. Os Auxiliares A Capelania adotará para si uma linha de doutrina e ensinos, bem assim de procedimentos no atendimento individual de alunos, professores e funcionários da escola. Capelania Hospitalar Os auxiliares não poderão discrepar, em termos de ensino e doutrina, das linhas adotadas pela Capelania; todos deverão falar uma mesma “língua”. Capelão e auxiliares, não poderão discordar de doutrina, ensino ou metodologia perto de alunos e professores. Casos dessa ordem serão tratados em particular pelo capelão- chefe. Capelães auxiliares não deverão ser chamados à atenção diante de alunos, professores e funcionários. Esses casos devem ser tratados em particular, na sala da Capelania. Também a Capelania não poderá discrepar da disciplina geral adotada pela escola. Capelania e direção da escola deverão, também, falar a mesma língua. Ética do Sigilo Ao atender pessoas sejam alunos, funcionários ou professores, o capelão e seus auxiliares manterão absoluto sigilo dos casos tratados. Assuntos tratados na sala da Capelania ou mesmo no aconchego dos lares de alunos, jamais serão mencionados de público, nem mesmo a título de ilustração ou exemplo didático, e nem passados para outras pessoas. Igualmente se tiver conhecimento de doenças graves de alunos ou familiares, jamais passar para outros a informação, ou mencionar o fato em público. O capelão jamais fará qualquer tipo de discriminação ou diferenciação no tratamento de pessoa que esteja sendo tratada em assunto moral grave. Capelania Hospitalar Nas Escolas Públicas Em escolas públicas, caso haja permissão para a atividade de Capelania, todo o trabalho do capelão deve ser posto em prévia programação que será submetida à direção da escola. A metodologia do ensino religioso deverá ser colocada de modo a não provocar reclamações por parte de alunos, pois isto significará o fim da oportunidade. Se tiver de tratar de algum problema especial com algum estudante com os pais, isto deverá ser feito com expressa permissão da direção da escola, depois de dar-lhe pleno conhecimento do problema. Trabalhando Com Sexo Oposto Um capelão deverá agir com cuidado com pessoas do sexo oposto, evitando aproximação íntima demais que possa provocar suspeitas diversas. O
  • 19. capelão não deverá sair para programações especiais a sós com estudantes do sexo oposto, e até mesmo com professores ou funcionários, quando as circunstâncias possam ser interpretadas para um lado ou sentido negativo. Capelães solteiros ou divorciados, não deverão entrar em relação de namoro com pessoas que fazem parte da sua assistência de Capelania, seja aluno, funcionário ou professor. Capelania Hospitalar Do mesmo modo, capelão não deve entrar em relação de intimidade com membros da família de estudantes. O capelão não deverá expor sua vida particular diante de alunos, professores ou funcionários, seja em conversação comum, seja em palestras. O capelão nunca deverá confessar suas fraquezas ou pecados, nem mesmo a título de ilustração ou exemplo, em hipótese alguma. Não deverão também falar de suas dificuldades financeiras a alunos, professores ou mesmo familiares de estudantes. Igualmente, não deverá reclamar problemas de salários ou vantagens ou desvantagens empregatícias diante de alunos, professores ou funcionários da escola. Se tiver problemas em casa, com esposa, esposo, filhos, o capelão jamais deverá mencionar este fato a alunos, professores ou funcionários da escola, nem mesmo a título de ilustração ou exemplo didático. Se o capelão for também psicólogo e exercer essa atividade fora da escola, não deverá encaminhar para o seu consultório particular alunos da escola com problemas da área, para não configurar vantagem econômica auferida através da sua condição de capelão. Quanto a Discriminação O capelão e seus auxiliares jamais tratarão com discriminação racial, estrangeira, de religiões diferentes, portadoras de deficiências ou praticar qualquer outro tipo de discriminação. Capelania Hospitalar Igualmente, o capelão e seus auxiliares jamais tratarão com discriminação alunos de classes sociais mais pobres ou mesmo alunos que tenham bolsa e não podem pagar a mensalidade ou alunos inadimplentes. Do mesmo modo, o capelão e seus auxiliares, jamais tratarão com discriminação alunos menos dotados, menos inteligentes, em relação aos mais dotados e mais inteligentes. Casos Omissos O capelão-chefe e todos os seus capelães auxiliares em cada Escola formarão o “Conselho de Ética de Capelania”, sendo o capelão-chefe o seu relator. Casos éticos não previstos neste Código que surgirem no contexto das atividades de Capelania de uma Escola serão discutidos e definidos pelo “Conselho”.
  • 20. A decisão tomada por um “Conselho” poderá incorporar-se ao Código de Ética daquela Capelania. A Capelania e Considerações Entende-se por “Capelania escolar” ou “Capelania educacional”, o ramo da Capelania voltada para a ação pastoral dentro das escolas ou instituições de ensino (creches, educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, cursinhos, EJA e universidades). Podemos definir Capelania como: “Um serviço de apoio e assistência espiritual comprometida com a visão da integralidade do ser humano (corpo, emoções, intelecto, espírito) ”. Sua função é a de orientar e encorajar nos momentos de crise, reavivando a fé e a esperança de quem necessite, fazendo-se presente nos momentos de crises da vida, Capelania Hospitalar compartilhadas no aconselhamento pastoral, nas visitas aos hospitais, consolando e trazendo alento nos velórios. A Capelania escolar possui um público-alvo variado, que parte dos alunos e seus familiares ou responsáveis diretos até os colaboradores do corpo docente e administrativo; enfim, todos os que se envolvem ou são envolvidos no processo educativo e que estejam passando por conflitos nas esferas pessoal e familiar. A atuação mais comum no ambiente escolar desempenhada pela Capelania é: 1- Cultos com alunos; 2- Aulas de ensino religioso ou educação cristã; 3- Aconselhamento pastoral; 4- Presença nos velórios e sepultamentos; 5- Cultos especiais, devocionais setoriais e nas formaturas; 6- Visitação a enfermos em hospitais e nos lares; 7- Avaliação de material didático; 8- Distribuição de literatura confessional; 9- Palestras que ofereçam assuntos relevantes com orientação bíblica envolvendo alunos, pais e professores. 10- Incentivo e acompanhamento de grupos de oração e devocionais de alunos e de funcionários. 11- Assistência social e o incentivo aos trabalhos voluntários e filantrópicos. Capelania Hospitalar A palavra “capela”, surge da expressão do latim “cappella” que significa “capa pequena”, que tem origem na história de Martinho de Tours, soldado romano que viveu no século IV d.C. contemporâneo de Constantino. Segundo a ABIEE (Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas), cerca de 60% dos alunos
  • 21. matriculados nas escolas confessionais evangélicas não são evangélicos. Ao analisar estes dados, Walmir Vieira afirma: As famílias estariam buscando nas escolas confessionais, conscientemente ou inconscientemente, uma ajuda para solucionar problemas que estão acima de suas possiblidades no processo de criação e formação de seus filhos num tempo de tantas complexidades e crises como este (2011, p. 19). Para melhor compreensão do que é uma escola de orientação confessional, temos primeiro que entender o termo “confissão”. Em seu livro, Inez Borges descreve sobre o que é confissão: O termo “Confissão”, num contexto cristão tradicional ou mesmo no senso comum, pode remeter à compreensão simples da admissão de algo ou ao reconhecimento da veracidade de determinado fato ao qual se confessa. É possível ainda que o termo evoque a noção de reconhecimento e declaração de culpa, sinal de arrependimento e conversão, e assim por diante. Os gregos antigos já utilizavam o termo Assim podemos declarar que “confessionalidade” é a identidade de uma denominação religiosa, que mostra por meio da fé a sua maneira de ver o mundo, é a sua “cosmovisão”. Capelania Hospitalar Sendo assim, cabe à Capelania a responsabilidade maior pela preservação e reafirmação da confessionalidade na escola. E mesmo que haja preceitos legais para que não se faça proselitismo nas escolas confessionais, não se pode deixar de evangelizar os estudantes e todos que estão envolvidos no contexto escolar. No entanto, podemos observar que sua ação estará estritamente interligada com a proximidade da confessionalidade que a instituição desenvolveu durante toda sua história. Quanto mais à escola se aproximava da igreja mais a Capelania aparecia; por outro lado, o contrário também produzia uma Capelania apática e em muitos momentos apenas representativa ou meramente nominal. Procura-se desenvolver de forma sucinta as definições sobre “Capelania” partindo da forma mais genérica até a enquadrar especificamente na área educacional. Para isso, foi necessária também uma visão panorâmica da utilização do termo como de sua abordagem histórica até os tempos atuais. REFERÊNCIAS: Escola Internacionais de Ministérios; FTN – Faculdade Teológica; Nacional Pesquisas – Google MMA – Ministério Missão América – Pr, Lucena, Robson Colaço de, BORGES, Inez Augusto.
  • 22. Confessionalidade e construção ética na universidade. São Paulo: Editora Mackenzie, 2008. VIEIRA, Walmir. Capelania Escolar, desafios e oportunidades. São Paulo: Rádio Trans Mundial, 2011. Auto do Curso Pastor Robson Colaço de Lucena
  • 23. CAPELANIA PRISIONAL “Lembrai-vos dos presos como se estivésseis presos com eles e dos maltratados, como sendo-o vós mesmo também no corpo” Hb 13.3 É o agente de Deus para uma missão nobre que visa alcançar aqueles que estão atrás das grades com a Palavra de Deus, evangelizando-os, aconselhando-os e despertando-os para uma vida nova em Cristo Jesus (2Co 5.17). Com estes ensinamentos o ministério de Capelania prisional, entende que o Senhor quer alcançar não somente as pessoas enfermas e em tratamentos nas internações hospitalares, mas também, as pessoas que se encontram em regime prisional. Objetivo da Capelania Prisional: Levar as pessoas encarceradas nos presídios e delegacias o tão grande amor de Deus através da visitação dos capelães e também com a ministração da poderosa Palavra de Deus; acompanhada de poderosa oração e aconselhamento pessoal, sabendo que o Senhor Jesus tem por objetivo alcançar estas vidas dando a elas a oportunidade de conhecer melhor o Reino de Deus através das ações da Capelania carcerária. O capelão precisa ser: Chamado para este ministério. Cheio do Espírito Santo. Preparado para este ministério. Amar sem distinção. Tratável com todos. Comprometido com a causa. Firme no propósito. O público alvo do capelão prisional. Detentos; Familiares; Agentes; Funcionários;
  • 24. O alvo principal do capelão são os detentos: Os tipos de detentos: Os que estão atrás das grades. Os que estão presos dentro de si mesmo. Os que estão do lado de fora das delegacias e presídios (familiares). Autor do Curso Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil CPB Conselho dos Pastore do Brasil MMA Ministério Missão América
  • 25. CAPELANIA CENTROS DE RECUPERAÇÃO (Álcool – Drogas). Várias foram às razões para a criação dos Centros de Recuperação. Uma delas surgiu da constatação do aumento expressivo de usuários de drogas nos últimos anos, e das dificuldades marcadas pela exclusão a que são submetidos ao saírem dos centros de recuperação, quase sempre sem o apoio da própria família, o que na maioria das vezes os tem levado de volta para o mundo das drogas. Objetivos: O objetivo é promover a recuperação, reintegração profissional e social dos internos, através de atividades produtivas e cursos profissionalizantes. Pois entendemos que a plena recuperação só é completada com o retorno para a família, com perspectiva de emprego e, sobretudo, espiritualmente curado por meio de um encontro com o Senhor Jesus Cristo. A participação do capelão é fundamental no processo de evangelização e orientação do ex-dependente. Autor do Curso Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil CPB Conselho dos Pastores do Brasil MMA Ministério Missão América
  • 26. CAPELANIA FÚNEBRE Adj. Relativo aos funerais: canto fúnebre. Relativo à morte; que inspira sentimento de tristeza. Que causa ou anuncia a morte. Honras fúnebres, exéquias, cerimônia ou solenidade celebrada em honra de um morto. A morte de alguém ou até mesmo de um ente querido, sempre será o inusitado o que sempre oferecerá ser uma oportunidade para levar aos familiares e conhecidos da família do falecido, uma reflexão da real condição que todos se encontram diante de Deus, na questão referente à eternidade. O capelão deve conhecer as reflexões desde o ritual fúnebre, o caixão, velório, vestimenta, condolências, etc, bem como as condições de abordagem e apresentação de se dirigir um momento tão delicado como este. Implica ainda abordar ainda tipos de mensagens; e situações não comum, como cerimônia em casa, bem como na igreja ou velório e o próprio evangelismo nesta hora. A Igreja deve preparar seus membros para estas situações, assim não dependerá somente do pastor quando este estiver ausente. As atividades do capelão ou capelão na transmissão da palavra de Deus ou até mesmo em uma oração deve girar em torno do amor, consolo e apoio, ser ter a pretensão religiosa, já que teremos diversos ouvintes. Autor do Curso Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil CPB Conselho dos Pastores do Brasil MMA Ministério Missão América
  • 27. Lei Federal - Direito a Capelania Lei Federal - Nº 9.982/00 LEI DE BASE LEI Nº 9.982/00, DE 14 DE JULHO DE 2000 CONSTITUIÇÃO FEDERAL / 1988 Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva; LEI Nº 9.982/00, DE 14 DE JULHO DE 2000 Dispõe sobre a prestação de assistência religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas, bem como nos estabelecimentos prisionais civis e militares. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA - Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Aos religiosos de todas as confissões assegura-se o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aos internados, desde que em comum acordo com estes, ou com seus familiares no caso de doentes que já não mais estejam no gozo de suas faculdades mentais. Parágrafo único. (Vetado). Art. 2 º Os religiosos chamados a prestar assistência nas entidades definidas no art. 1º, deverão, em suas atividades, acatar as determinações legais e normas internas de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não pôr em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional. Art. 3 º (Vetado) Art. 4 º O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias. Art. 5 º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 14 de julho de 2000; 179º da Independência e 112º da República. Amparo Constitucional 01 - Amparo Constitucional – Reconhecido e Auto Regulamento pelos - pareceres CNE/CES 241/99 – CNE/CES 765/99 e Decreto Lei nº 9394/96, Art 39 º, § 2º e Art.42 Decreto Lei nº 5154/04, Art, 1º, § I; Art. 3º Decreto Lei 11.741/08
  • 28. 02 - O Decreto-Lei n.º 1051/69 autoriza a validação dos estudos "aos portadores de certificado de cursos realizados em seminários maiores, faculdades teológicas ou instituições equivalentes de qualquer confissão religiosa” (art. 1º). "Como o ensino militar o ensino religioso foge as limitações dos sistemas vigentes" (par. 286/81). Tais cursos são ditos "Livres", não necessitando de prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do Conselho de Educação Competente. A jurisprudência do Conselho Federal de Educação tem sido no sentido de declarar-lhes a equivalência, de acordo com regras amplas e flexíveis, é o que se depreende da leitura da lei de 1821/53, do decreto 34.330/53, dos pareceres do CFE, nº 279-64 (Doc. 31,p.69 ) e n.º 884/65 ( Doc.92, p. 60 ) e n.º 3174/77 ( Doc. 204, p.17) entre outros. 03 - Leis internacionais e portarias relacionadas ao pastoreado e suas funções determinantes de atuação religiosa no mundo: 04 - Princípio da paz e segurança aferida na Carta da ONU art. 1, Parágrafo 1, Capítulo 1 de 26 de junho de 1945; 05 - Da cooperação internacional do mesmo ano de 1945 na Carta da ONU art. 1, Capítulo 1, Parágrafo 3 de 26 de junho e art. 5° da Constituição Federal, XIII e Art.7° a 9° e Artigo 5° - VI, VII e XVI; 205 e 215 da Constituição Federal do Brasil e Artigo 24 da Lei Federal n° 7,210, de 11 de junho de 1984. Pastor Robson Colaço de Lucena Teólogo, Pastor, Radialista, Escritor e Pesquisador - "Seitas e Heresias da Nova Era" OTPB - Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil, Conselho dos Pastores do Brasil e OPPB Ordem dos Pastores Pentecostais do Brasil - MMA Ministério Missão América
  • 29. CAPELANIA RESGATE Os primeiros socorros constituem-se no primeiro atendimento prestado à vítima em situações de acidentes ou mal súbito, por um socorrista, no local do acidente, lembre-se, a função do socorrista é: Manter a vítima viva até a chegada do socorro. Evitar causar o chamado 2º trauma, isto é, não ocasionar outras lesões ou agravar as já existentes. Os primeiros minutos que se sucedem a todo acidente, principalmente nos casos mais graves, são importantíssimos para a garantia de vida da vítima, principalmente se forem bem aproveitados pelo socorrista. As chances de sobrevivência diminuem drasticamente para as vítimas de trauma que não recebem cuidados médicos especiais dentro de uma hora após o acidente. Se o acidentado tiver a sorte de ter um socorrista por perto, que possa prestar-lhe os primeiros socorros aumentam as suas chances de recuperação. Da parte de quem presta o auxílio, há uma verdadeira corrida contra o tempo, onde os seus conhecimentos técnicos (de primeiros socorros) têm de ser praticados com rapidez e eficiência. O autocontrole é fundamental porque, sem ele, atitudes irresponsáveis podem por em risco a vida do paciente e a sua própria. Autor do Curso Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil CPB Conselho dos Pastores do Brasil MMA Ministério Missão América
  • 30. CAPELANIA AMBIENTAL / ECO CHAPLAIN Lida com a responsabilidade social de cada um com o meio ambiente e o espaço que ocupa. Ajuda a preservar, cria e desenvolve projetos, faz parcerias com objetivos ecológicos. A Capelania Ecológica trabalha na mediação de conflitos envolvendo atividades humanas e o ambiente onde essas são realizadas. Com um conhecimento que abrange várias áreas, o atua de forma interdisciplinar, buscando soluções criativas, realistas e responsáveis nas diversas dimensões da problemática ambiental, contribuindo para o desenvolvimento numa perspectiva de sustentabilidade. Tem como diferencial a didática e a pesquisa, pois conta, com um corpo com conhecimento. Em várias áreas de atuação geográfica educacional. Principalmente em Educação ambiental e Recuperação de áreas degradadas. O objetivo é despertar as pessoas para o tema e motivar para o respeito à vida e a natureza. Tão como o Desenvolvimento Sustentável que se encontra fundamentado na Bíblia. Desenvolve projetos visando a propagação de uma visão sustentável do uso de nossos recursos naturais, assim como uma utilização mais consciente de nosso planeta. Autor Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil CPB Conselho dos Pastore do Brasil MMA Ministério Missão América
  • 31. CAPELANIA ESPORTIVA Hoje o esporte se tornou uma ligação internacional estratégica entre todos os povos do Mundo, abrindo assim uma área de integração e oportunidade no serviço na causa do Reino em favor dos muitos que competem a fim de alcançar um prêmio para estabelecer apenas além dos status, dinheiro, e após muitos alcançarem continuam como outros profissionais sem Deus, vazios e o que pode ser pior muitas vezes mutilados pela mídia se não corresponder aos fãs aquilo pelo que se espera que é o ganho do campeonato, da competição, enfim, e ainda pode como muitos ficando em idade jovem fora das competições e até esquecidos de todos, o que levam muitos atletas ao envolvimento às drogas, bebidas, prostituições e até suicídios. A Capelania esportiva é uma área muito emergente no serviço cristão nos dias de hoje, possibilitando um acompanhamento de esportistas e implementando a cultura cristã no esporte. Autor Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil CPB Conselho dos Pastores do Brasil MMA Ministério Missão América
  • 32. CAPELANIA MILITAR O capelão militar, talvez ainda é o capelão mais seguro, em relação às leis do país que o assegura a exercer com veemência, no sentido acima da existência da lei do voluntariado, mas a do exercício religioso, esta Capelania tem ainda leis federais, que além de apoio, disponibiliza nos meios do governo, concursos para contratação profissional desses capelães que possuem formação teológica superior e alguns requisitos que o admita para a corporação a fim de exercer a função da Capelania militar. É muito gratificante ainda saber que mesmo não sendo concursado, em alguns casos ocorre o voluntariado na de área de Capelania militar, fazendo assim o mais nobre trabalho, tendo a disposição de servir, e aproveitam para vivenciar experiências para Deus em função de empreender a sua Palavra em vários ambientes ligados à área Militar. Autor Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil CPB Conselho dos Pastores do Brasil MMA Ministério Missão América
  • 33. CAPELANIA EMPRESARIAL O que é um capelão empresarial? É um recurso que tem por finalidade ajudar as pessoas associadas com a empresa, levando-os a desfrutar de uma vida satisfatória, segundo os desígnios de Deus. Porque se oferece o serviço de Capelania nas empresas? No transcurso da vida todos nos experimentamos problemas de vez em quando. Esses problemas sejam na família, no matrimonio, nas finanças, adições, enfermidades, etc. dificultam a vida (feliz) e realizada que todos anelam. Através duma orientação adequada é possível adquirir a preparação para prevenir ou superar muitos dos problemas que se possam apresentar na vida. Com a ajuda desses recursos espirituais, psicológicos e sociais se busca analisar a situação e programar um plano de ação adequado para resolver ou dirigir o problema. Autor Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos e Pastore do Brasil CPB Conselho dos Pastores do Brasil MMA Ministério Missão América
  • 34. CAPELANIA SOCIAL O que é um capelão assistencial? Com a missão de estar a serviço dos excluídos da sociedade, participando da construção solidária da cidadania, a Capelania Assistencial prioriza o desenvolvimento humano, a educação e proteção ambiental, e auxilia tanto socialmente, quanto economicamente. Ação social é um modo de apoiar as pessoas na busca de uma infraestrutura necessária para sua existência com cidadão. O homem é um ser pleno. Existe certo preconceito contra a ação social de caráter assistencial. É comum a expressão “melhor dar a vara do que o peixe”. Mas a lógica por trás dessa expressão e desses sentimentos é falha, pois é baseada na hipótese que existe plena abundância econômica (o peixe) disponível para quem simplesmente se qualificar (a vara). Tal hipótese não se aplica aos tempos atuais, onde vemos que até mesmo pessoas com grande qualificação encontram-se sem emprego por anos a fio. O fato é que a economia atual simplesmente não consegue absorver a mão de obra atualmente disponível. O resultado é uma situação dramática, mas infelizmente nada rara, de falta de condições básicas para viver – falta de comida, falta de suficiente abrigo contra o frio, etc. Um capelão assistencial é interdenominacional, treinado e
  • 35. capacitado para atender a sociedade como um todo, como um bom samaritano, conselheiro e amigo de todos os feridos e machucados. Autor do Curso Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos Pastores do Brasil MMA Ministério Missão América CPB Conselho dos Pastores do Brasil
  • 36. CAPELANIA CATÁSTROFES O Capelão voluntário atua também em Guerras, Acidentes, Catástrofes, Inundações, Terremotos, etc. Enfim para isto, nós fomos chamados também a fim de servir ao Senhor em sua obra prontificando-se para ajudar aos necessitados em qualquer situação, em especial em situação de fome, desgraças que são além do controle e da provisão do homem. Esta Capelania é muito rica por preparar este capelão além das ações humanitárias, também busca uma abrangência curricular e experiência voltada para relações públicas e logísticas em especial, sem contar com a riqueza de contatos pelos relacionamentos diretos que se promove, quando se divulga uma ação da Capelania dessa natureza. Em alguns casos pode se desenvolver atividades de Capelania através da ONU e Cruz Vermelha. Autor do Curso Pastor Robson Colaço de Lucena OTPB Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil CPB Conselho dos Pastores do Brasil MMA Ministério Missão América
  • 37. CAPELANIA PARLAMENTAR Nasce na Capelania também mais uma atuação emergente, onde do ponto de vista cristão, temos na dimensão de um país tão continental como o Brasil, muitas cidades que elegem seus representantes políticos como vereadores, deputados estaduais, federais e seus senadores, pois estes homens recebem votos dos milhares de cristãos que o Brasil possui, e dependem e trabalham muito para gerar conhecimentos de adquirir a confiança dos votos dos cristãos. Agora com o ponto de vista cristão, uma vez eleitos, esses homens, fazem muitas coisas até boas, e também muitas ruins, no entanto, temos que entender que está ali um homem que antes de ser um parlamentar ele também é um pai de família, professor, advogado, enfim um ser humano sufocado nas divergências das responsabilidades diárias, e onde muitos até os que se professam cristãos, acabam deixando a desejar em sua atuação como parlamentar. O capelão parlamentar tem um importante trabalho no serviço de oração, de aconselhamento e apoio espiritual a oferecer a este parlamentar e todo seu gabinete, que muitas vezes serão alvos também necessário. Auto do Curso Pastor Robson Colaço de Lucena Teólogo, Pastor, Escritor e Pesquisador - "Seitas e Heresias da Nova Era" OTPB - Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil, Conselho dos Pastores do Brasil e OPPB Ordem dos Pastores Pentecostais do Brasil - MMA Ministério Missão América