CAPACITAÇÃO REGIONAL  DE  NOVALURON CVAST/DCV/DETEC/STACV Junho de 2011
MÉTODOS DE  CONTROLE PRIORITÁRIO MOBILIZAÇÃO SOCIAL  ATRAVÉS DE AÇÕES EDUCATIVAS
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE E DEFESA CIVIL REDE SOCIAL
É uma estrutura social composta por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) - designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações. É um conceito que enfoca a interação humana e trata da mobilização da rede de contatos para o desenvolvimento e mudanças tanto individuais como familiares, e para a resolução de problemas na  comunidade. COMO FORTALECEMOS  A  REDE? Formamos de forma democrática pois depende da colaboração solidária, onde a adesão e a participação é de livre escolha. Sem isso nosso esforço poderá ser em vão... REDE SOCIAL
MOBILIZAÇÃO SOCIAL Precisa tomar força nas questões de saúde pública no Brasil. Mobilizar é sensibilizar grupos e pessoas recuperando suas auto-estima e auto-confiança restabelecendo o poder de suas ações em beneficio de uma comunidade forte e participativa. Mobilizar faz parte do processo de informação e formação de opinião em busca de melhoria da qualidade de vida, promoção e realização da construção da saúde física, mental e social (conceitos primordiais para o desenvolvimento da cidadania e fortalecimento da sociedade).
Mobilizar é Incentivar os profissionais e cidadãos a assumirem uma atitude frente as ações coletivas, em busca de um objetivo comum em benefício de toda a coletividade sendo este um dos desdobramentos  da meta nacional de Mobilização Social. Mobiliza-se com diálogo, ações, relações interpessoais, redes sociais (internet), entidades representativas de classes (sindicatos,ONGs,etc.) , imprensa em todos o níveis (jornal, rádio,TV ,vídeos ,cinema) objetivando estabelecer homogeneidade de pensamentos e atitudes que gerem com respeito as leis e aos seres humanos grandes benefícios para a sociedade.
Não se mobiliza com imposição ou discriminação e sim com respeito as opiniões alheias mesmo que essas sejam completamente opostas as nossas. Devemos respeitar e lutar para que cada um tenha o direito as suas próprias opiniões, o que é princípio básico  da democracia. Mobiliza-se com argumentos atitudes e exemplos e se não obtiver sucesso, respeita-se o direito de cada um em permanecer com suas próprias idéias.
Incentivar as pessoas através de reconhecimento e elogios, práticas essas que levam a uma sensação de satisfação e importância pelas ações até então pouco reconhecidas. Não criticar as ações incorretas, mas incentivar o aperfeiçoamento demonstrando confiança de que no futuro suas ações serão corrigidas e se necessário realizar as ações de forma a demonstrar em sua presença a forma correta de agir.
ASPECTOS NEGATIVOS: Relatos negativos de descrédito: “ Esse trabalho não vai adiantar de nada, já vieram aqui não sei quantas vezes e não resolveram nada...”, Culpabilidade da Organização . Processos de resistência tais como: Violência, geografia, instalações sanitárias
Não devemos nos deixar levar pelos aspectos negativo nem deixar que nos desmobilize. Devemos nos manter motivados e sabendo que iremos encontrar diversas opiniões que se não vigiarmos e cuidarmos, ao invés de mobilizar vai nos imobilizar e desmotivar. Por isso veja o exemplo que vem a seguir...
Escada para o céu “ Um dia um Rei ordenou a um trabalhador que construísse uma escada que o levaria para o céu e que quando ele terminasse seria altamente recompensado. O homem aceitou o trabalho e só pensava em ver a escada pronta, mas a escada era muito grande e por mais que ele trabalhasse parecia que nunca alcançaria o céu, os dias passaram-se e nada da escada ficar pronta. O homem sonhava todos os dia com a escada pronta, e quando olhava a escada parecia  mais longe do seu objetivo. Um dia, ele estava totalmente desmotivado, sem vontade de trabalhar, porque  todos diziam que ele nunca concluiria a escada, que era impossível. Nesse dia um monge viajante passou no local e o viu desmotivado sem vontade de viver, sem vontade de trabalhar. O Monge perguntou: - Por que você está desanimado? O homem disse que não estava conseguindo terminar uma coisa importante para sua vida.
O monge sem saber do que se tratava, deu o seguinte conselho: - Meu filho a vida é como uma grande escada que se constrói todos os dias, se você ficar olhando-a pronta nunca a terminará, pois você está focando no final, mas se focar no principio e construir um  degrau de cada vez  quando menos esperar a escada estará pronta. Assim é a vida construímos um degrau de cada vez e quando a gente percebe fizemos grandes trabalhos, grandes obras. Achando que o monge era um anjo de Deus pois não tinha como saber da escada que construía, o homem voltou a trabalhar ainda mais determinado. Deixou de desejar a escada pronta e focou na construção de um degrau de cada vez. Um dia o homem morreu e quando chegou no céu perguntou à Deus: - Pai por que eu não consegui terminar a escada?  Então Deus respondeu: - Quem foi que disse que você não conseguiu? Como é que você imagina que chegou até aqui? Autor Ronald Ferreira da Silva. Inspirado em Célio um grande amigo
Um amigo meu de nome Célio, grande profissional da área, me contou  uma explicação interessante que falava de escada e cuja inspiração elaborei como exemplo o texto acima de Nome “Uma escada para o céu”
PREOCUPAÇÕES DA COMUNIDADE Necessitamos estabelecer contatos tático-estratégicos : Líderes da comunidade e Associação de moradores Profissionais, gestores e autoridades Organizações comunitárias,entidades organizadas e lideranças locais Diretores de escolas e universidades
Proposta para abordagem Aprimoramento da técnica de comunicação: Pode ser Formal e Informal. Formal:  Caracterizado como método já institucionalizado não correspondendo as necessidades atuais.
Informal: Caracterizado pela flexibilidade dos métodos e dos conteúdos. Sociabilidade na comunidade utilizando os recursos locais (rádios , jornais comunitários e escolas). Linguagem acessível a população sem que o discurso seja demasiadamente técnico e ininteligível. Intensificação das visitas domiciliares com responsabilidade em defesa das questões ambientais.
CONTROLE MECÂNICO É a última opção de controle do vetor.  Deve ser utilizado com conhecimento técnico e muita responsabilidade, a fim de preservar a saúde ambiental e humana.  CONTROLE QUÍMICO MÉTODOS DE CONTROLE DO FOCAL
Consiste na aplicação de um produto larvicida em todos os depósitos positivos ou não para formas imaturas de mosquitos, que não possam ser eliminados mecanicamente.  Todos os depósitos com água que não puderem ser protegidos ou eliminados serão tratados.  Em áreas infestadas bem delimitadas, desprovidas de fonte de abastecimento coletivo de água, o tratamento focal deve atingir todos os depósitos de água de consumo vulneráveis à oviposição do vetor.  TRATAMENTO FOCAL
SM validade = 10 dias Poder Residual 8 semanas Baixa solubilidade Trata água do depósito Dose aplicada = máxima  (0,25%)   Sólido – PM ISQ Emulsão 2% = 2 meses Poder Residual 8 semanas Baixa solubilidade Tratar capacidade do depósito Dose aplicada = mínima  (0,02%)   Líquido = CE ISQ Semelhanças  Diferenças DIFLUBENZURON  X  NOVALURON
IBAMA DOSSIÊ  TOXICOLÓGICO DOSSIÊ  AMBIENTAL DOSSIÊ  AGRONÔMICO CONCLUSÃO AGRONÔMICA CONCLUSÃO  TOXICOLÓGICA CONCLUSÃO AMBIENTAL MAPA ANVISA Resultado do Pleito Competências: ANVISA, MAPA E IBAMA Agencia Nacional De Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Empresa Solicita Registro
 
Objetivos Pretendidos Aspectos Técnicos Aspectos Culturais Risco Toxicidade Exposição Concentração (0,02%) Tempo de exposição (mínimo) Grau IV = Pouco tóxico l ll lll lV Pouco tóxico Extremamente tóxico Altamente tóxico Moderadamente tóxico
SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE E SAÚDE DO TRABALHADOR ASSESSORAMENTO ACOMPANHAMENTO E CAPACITAÇÃO
Origem: Alemanha Fabricante: Bayer Nome comercial: Mosquilon CE 10% Grupo químico: Benzoureia (BU)  Classe: Inseticida Ingrediente ativo ou nome comum: NOVALURON Regulamentação: Toxicidade Classe IV – ligeiramente tóxico Formulação: CE (Concentrado Emusionavel) Generalidades: Pesticida de  contato e ingestão Inibe síntese de quitina – interfere na formação da cutícula NOVALURON (CE)
REFERENCIA  NT-MS/SVS 032 e NT 057 NOVALURON  (CE 10%)   Justificativa para substituição: Facilidade operacional Segurança operacional Redução de riscos
O Novaluron é um inibidor de síntese de quitina. Atua sobre as larvas, ocasionando a morte durante a ecdise. A larva não consegue eliminar a cutícula (exúvia), devido à inibição da deposição de quitina. Não há rigidez suficiente para isso. O Novaluron  é praticamente atóxico para mamíferos  e de baixo impacto ambiental. Quitina é o principal componente do exoesqueletos de artrópodes (cutícula resistente, mas flexivel, que cobre o corpo da larva, pupa e do mosquito).   CONTROLE QUÍMICO ATRAVÉS DO  NOVALURON
É importante ressaltar que as aplicações para controle do  Aedes aegypti  são predominantemente realizadas em criadouros artificiais e a possível porção que possa atingir áreas não alvo é muito reduzida e sofre degradação pela presença de matéria orgânica no percurso. O resultado das avaliações feitas pelo IPCS – WHOPS/OMS mostram que o produto não tem ações cancerígenas (carcinogênicas), interferência na prole (teratogênicas) e não causa modificações genéticas (genotóxicas). A dose letal mediana oral (DL 50) é de 5.000 mg i.a/Kg de peso corporal, que o classifica como produto pouco tóxico. O controle da saúde do trabalhador será acompanhada através da realização de exame de monitoramento.
É um produto que possui uma diluição muito pequena, em torno de 0,003 mg i.a./litro. Esta baixa diluição contribui para o aumento do poder residual na água tratada, o que leva à sua maior persistência e melhor controle do vetor, o que significa que, embora sejam colocados 0,02 mg i.a./litro de água tratada, apenas 0,003 mg i.a. será solubilizado no momento, ficando o restante no fundo e laterais do depósito. Esta baixa solubilização contribui ainda para a segurança do produto, pois a ingestão diária na água tratada ficará muito abaixo da ingestão diária aceitável (IDA). O produto possui acentuada resistência á degradação pela luz (fotólise), o que contribui para a sua maior persistência em depósitos expostos à luz solar, como é o caso de muitos criadouros No Brasil   os praguicidas usados em Saúde Pública cumprem exigência de registro em três ministérios (Saúde,  Agricultura e Meio Ambiente). CARACTERÍSTICAS DO NOVALURON
O NOVALURON CAUSA MODIFICAÇÕES MORFOLÓGICAS  Morfológicas = deformidades em larvas, pupas e adultos Conseqüência em adulto = esterilidade Resultados encontrados tanto no exterior, quanto nos estudos realizados no Brasil, mostrou que o produto é eficaz por 8 semanas com reposição diária  do volume de água do depósito.
AÇÃO SOBRE A LARVA, PUPA E ADULTO ecdisona   Um hormônio esteróide de inseto que desencadeia a metamorfose Processo de mudança do exoesqueleto Larvas  por contato e ingestão Pupas  por contato Adultos  serão estéril ecdisona HJ ECDISE ECDISE ECDISE ECDISE ECDISE LARVA PUPA ADULTO L1 L2 L3 L4
EFEITO DE  INIBIDORES DE SÍNTESE DE QUITINA  SOBRE  Aedes aegypti Larva deformada A larva pode levar de 4 a 5 dias para morrer, já que a ação do produto é lenta.
Lavar diariamente as luvas e mãos
 
TABELA DO SUPERVISOR TABELA 1 - REFERÊNCIA PARA PREPARO DA EMULSÃO 2% Litros de água a tratar Proporções para preparação da EM  2% em (ml) CE 10% Água Vol. Em 2% 5.000 1 ml 4 ml 5 ml 10.000 2 ml 8 ml 10 ml 20.000 4 ml 16 ml 20 ml 30.000 6 ml 24 ml 30 ml 50.000 10 ml 40 ml 50 ml 100.000 20 ml 80 ml 100 ml 250.000 50 ml 200 ml 250 ml 500.000 100 ml 400 ml 500 ml 1.000.000 200 ml 800 ml 1.000 ml
TABELA DO SUPERVISOR TABELA 1 - REFERÊNCIA PARA PREPARO DA EMULSÃO 2% Litros de água a tratar Proporções para preparação da EM  2% em (ml) CE 10% Água Vol. Em 2% 5.000 1 ml 4 ml 5 ml 10.000 2 ml 8 ml 10 ml 20.000 4 ml 16 ml 20 ml 30.000 6 ml 24 ml 30 ml 50.000 10 ml 40 ml 50 ml 100.000 20 ml 80 ml 100 ml 250.000 50 ml 200 ml 250 ml 500.000 100 ml 400 ml 500 ml 1.000.000 200 ml 800 ml 1.000 ml
Tabela do Agente TABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l)  Volume de água  a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml  (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1.40
DOSE, PROCEDIMENTO DE DILUIÇÃO E USO A Organização Mundial de Saúde autorizou o uso do produto dentro de uma faixa de 0,01 a 0,05 mg/litro, e para uso no programa de controle da dengue no Brasil, onde foi estabelecida a dose de 0,02 mg/litro de água tratada. Devido a baixa dose empregada, uma quantidade muito pequena do produto comercial serve para tratar uma grande quantidade de água. Com um litro de Novaluron CE 10% pode-se tratar 4 milhões de litros de água, o que corresponde ao emprego de 500 quilogramas de temefós. Isto determina que os técnicos e supervisores sigam corretamente as instruções de diluição, distribuição e emprego, pois qualquer quantidade de produto desperdiçado levará a prejuízos e possível desabastecimento do produto.
Em razão destes fatos, o produto deverá ser previamente diluído a uma concentração final de 2%, formando então, uma Emulsão de trabalho a 2,5% (Em2%). Para preparação de um litro desta emulsão, deve-se diluir 200 ml de CE 10% (um frasco do produto comercial) em 800 ml de água, quantidade suficiente para tratar 1 milhão de litros de água. Os ensaios realizados mostram que a Em 2% se mantém estável por um período maior que dois meses, em decorrência, a mesma poderá ser preparada para utilização nesse período. A tabela 1 deve servir como referencia para preparar volumes de Em2%, tendo como base o volume de água a tratar, misturando-se as proporções indicadas de CE 10% e água. Recomenda-se que esta preparação seja realizada pelo supervisor geral de cada área, já que o volume a ser utilizada é pequeno e o período de utilização poderá ser por até dois meses, e desta forma, não tomará muito tempo, colaborando para melhor qualidade da emulsão.
CUBAGEM E MANEJO DO NOVALURON TRATAMENTO DOS DEPÓSITOS Para que o tratamento focal com  Novaluron  tenha eficácia assegurada, é necessário que os Agentes de Controle de Endemias saibam determinar o  volume de água que o depósito pode armazenar , a fim de se obter a concentração e residualidade necessária.
1 litro =  1 dm ³   10 cm = 1 dm³ 1 L 10 cm = 1 dm³ 10 cm = 1 dm³ PRINCÍPIOS DA CUBAGEM O 1º passo é transformar o resultado das medidas  para decímetro (que é a décima parte do metro), sabendo-se que  1 dm³  é igual a  1 litro . Final 1, 2, 3 e 4 > arredonda para baixo Ex: 15,1 dm, 15,2 dm, 15,3 dm e 15,4 dm =  15 dm³ Final 5, 6, 7, 8 e 9 > arredonda para cima Ex: 15,5 dm, 15,6 dm, 15,7 dm, 15,8 dm e 15,9=  16 dm³
CUBAGEM E DOSAGENS DE INSETICIDAS Método Nº. 1   Cálculo de volume de depósitos  retangulares Exemplo : Qual a massa de BU, necessária para tratar um depósito retangular com as seguintes medidas: 1.5 m de largura, 2.0 m de comprimento, e 1.0 m de altura? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. V= 15 dm x 20 dm x 10 dm V= 300 dm x 10 dm V= 3.000 litros  Aplicação da Fórmula V = volume C = comprimento L = largura H = altura Fórmula: V= C x L x H
Cubagem: 1 dm³ = 1 litro 1º conhecer as medidas 2º transformar as medidas em decímetro 3º Aplicar fórmula Unidades de Medidas: km – hm – dam – m – dm – cm – mm
CUBAGEM 1 dm³ = 1 litro 1º- PASSO: CONHECER AS MEDIDAS 2º- PASSO: TRANSFORMAR AS MEDIDAS EM DECÍMETRO 3º- PASSO: APLICAR FÓRMULA UNIDADES DE MEDIDAS:  km - hm - dam - m - dm - cm - mm  TRANSFOMAR :  m –  dm  – cm    TRANSFORMAR AS MEDIDAS DE METRO PARA DECÍMETRO, A VÍRGULA SE DESLOCA PARA DIREITA OU MULTIPLICA POR 10. m - dm    DE CENTÍMETRO PARA DECÍMETRO, A VÍRGULA SE DESLOCA PARA ESQUERDA OU DIVIDE POR 10. dm - cm
Tabela do Agente TABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l)  Volume de água  a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml  (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
V = volume C = comprimento L = largura H = altura Aplicação da Fórmula V= 15 dm x 20 dm x 10 dm V= 300 dm x 10 dm V= 3.000 litros  Fórmula de depósito retangular: V= C x L x H SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON:  Resposta: 3ml de emulsão = 100gotas/Boletim = 0,6 ml /CE
Fórmula: V = K x D 2  x H  Exemplo . Para um depósito cilíndrico medindo 150 cm de diâmetro e 200 cm de altura, qual dosagem final de Novaluron? 1º passo: Transformar as medidas para decímetro. Aplicação da Fórmula V = K x D 2  x H V = 0.8 x 15 dm x 15 dm x 20 dm V = 0.8 x 225 dm x 20 dm V = 0.8 x 4500 V= 3.600 litros V  = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Método Nº 2  Cálculo do volume dos depósitos  cilíndricos D
Tabela do Agente TABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l)  Volume de água  a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml  (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
Calculo em gotas e ml CE Quantidade existente no depósito 3600 L 3000 litros = 3ml =0,6ml=3000:30=100gotas  600l = 2x10 gotas = 2x0,06ml=0,12 Daí vem que 0,6ml+0,06ml+0,06ml=0,72 Efetuação:  0,60 ml  0,06 ml +0,06 ml 0,72 ml
Fórmula do depósito cilíndrico: V = K x D 2  x H  V  = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Aplicação da Fórmula V = K x D 2  x H V = 0.8 x 15 dm x 15 dm x 20dm V = 0.8 x 225 dm x 20 dm V = 0.8 x 4500 V= 3.600 litros SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON:  Resposta: 3 ml   + 20 gotas de Emulsão=120 gotas/Boletim = 0,72 ml/CE
Método n.º  3  Calculo do volume de depósitos  triangulares Fórmula : V = B x L X H/2 L H B Aplicando a fórmula, tem-se: V = (20 x 8 x 12)/2 = (160 x 12)/2 = 960 dm³(960L) Exemplo : Supondo que um depósito de forma triangular tenha 20 decímetros de base, 8 decímetros de largura e 12 decímetros de altura; precise ser tratado por BU,qual será a dosagem necessária? V = volume  B = base  L = largura H = altura  2 = Constante
Tabela do Agente TABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l)  Volume de água  a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml  (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
960 Litros=1ml=960:30=32 gotas 960  30 06  32 0 960 = 1ml = 32 gotas/boletim 0,2 ml /CE
Fórmula de depósito triangular: V = B x L X H/2 V  =  volume   B  =  base   L  =  largura   H  =  altura   2  =  Constante V = B x L X H  2 V = 20 x 8 x 12 = 960 lts 2 SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 1 ml de emulsão/ Boletim = 0,2 ml /CE
exercícios Método Nº. 1   Cálculo de volume de depósitos  retangulares Exemplo : Qual a massa de BU, necessária para tratar um depósito retangular com as seguintes medidas: 1.8 m de largura, 2.5 m de comprimento, e 1.3 m de altura? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. V= 18 dm x 25 dm x 13 dm V= 450 dm x 13 dm V= 5.850 litros  Aplicação da Fórmula V = volume C = comprimento L = largura H = altura Fórmula: V= C x L x H
Tabela do Agente TABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l)  Volume de água  a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml  (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
V = volume C = comprimento L = largura H = altura Aplicação da Fórmula V= 18 dm x 25 dm x 13 dm V= 450 dm x 13 dm V= 5.850 litros  Fórmula de depósito retangular: V= C x L x H SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 5 ml + 29 gotas de emulsão/Boletim = 1,174ml/ CE
exercícios Método Nº. 1   Cálculo de volume de depósitos  retangulares Exemplo : Qual a massa de BU, necessária para tratar um depósito retangular com as seguintes medidas: 1.2 m de largura, 3.5 m de comprimento, e 1.6 m de altura? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. V= 12 dm x 35 dm x 16 dm V= 420 dm x 16 dm V= 6.720 litros  Aplicação da Fórmula V = volume C = comprimento L = largura H = altura Fórmula: V= C x L x H
Tabela do Agente TABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l)  Volume de água  a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml  (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
6.720 Litros 6000= 6ml= 1,2ml/CE 600=300x2=0,06+0,06=0,12ml/CE+ 120=4gotas = 0,024 6000  1,200 300  0,060 720  300  0,060 120  +0,024 Resultado em ml /CE  1,344
V = volume C = comprimento L = largura H = altura Aplicação da Fórmula V= 12 dm x 35 dm x 16 dm V= 420 dm x 16 dm V= 6.720 litros  Fórmula de depósito retangular: V= C x L x H SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 6 ml + 24 gotas de emulsão/Boletim = 1,344 ml/CE
Fórmula: V = K x D 2  x H  Exemplo . Para um depósito cilíndrico medindo 180 cm de diâmetro e 250 cm de altura, qual dosagem final de Novaluron? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. Aplicação da Fórmula V = K x D 2  x H V = 0.8 x 18 dm x 18 dm x 25dm V = 0.8 x  324dm x 25 dm V=  0.8 x 8.100 V=  6.480 litros V  = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Método Nº 2  Cálculo do volume dos depósitos  cilíndricos D
Tabela do Agente TABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l)  Volume de água  a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml  (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
Fórmula do depósito cilíndrico: V = K x D 2  x H  V  = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Aplicação da Fórmula V = K x D 2  x H V = 0.8 x 18 dm x 18 dm x 25dm V = 0.8 x 324 dm x 25 dm V=  0.8 x  8100 V=  6.480 litros SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 6 ml + 16 gotas de emulsão/Boletim: 1,296 ml /CE
Fórmula: V = K x D 2  x H  Exemplo . Para um depósito cilíndrico medindo 80 cm de diâmetro e 100 cm de altura, qual dosagem final de Novaluron? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. Aplicação da Fórmula V = K x D 2  x H V = 0.8 x 8 dm x 8 dm x 10 V = 0.8 x 64 dm x 10 dm V = 0.8 x 640 V=  512 litros V  = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Método Nº 2  Cálculo do volume dos depósitos  cilíndricos D
Tabela do Agente TABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l)  Volume de água  a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml  (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
Resposta: 17 gotas de emulsão/Boletim:0,108ml/CE 512 LITROS
Fórmula do depósito cilíndrico: V = K x D 2  x H  V  = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Aplicação da Fórmula V = K x D 2  x H V = 0.8 x 8 dm x 8 dm x 10dm V = 0.8 x 64 dm x 10 dm V = 0.8 x 640 V = 512  litros SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 17 gotas de emulsão/Resposta: 0,108ml/CE
Cubagem de caixa tronco de cone Formula I d=D+d=R² 2 Aplicar na formula do cilindro V=K x D² x H V= volume K=constante = 0,8 h= altura D²=R²= resultado ao quadrado
 
CVAST/DCV DETEC APOIO INSTITUCIONAL  CAPACITAÇÃO ASSESSORAMENTO  ACOMPANHAMENTO Contatos: [email_address] (21)23322427/ 23322354
Capacitação Técnica de Pesquisa Entomológica no LIRAa -  Rio de Janeiro –maio de 2008 - Subsecretaria de Ações e Serviços de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Coordenação de Controle de Vetores SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE E SAÚDE DO TRABALHADOR
A arte da guerra “ Aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, lutará cem batalhas sem perigo de derrota, Para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais, Aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas  as batalhas.” (Sun Tzu)
Metodologia de avaliação do grau de infestação, anterior aos anos 80 . L I – percentual de acordo com imóveis das localidades;  Ciclos Trimestrais; Influência: ação biolarvicidas e inseticidas, dias não trabalhados e outros; Resultado do índice no final do ciclo;
Ministério da Saúde decide rever sua estratégia e  institui o PNCD   Metas:  reduzir os índices do vetor  < 1%  reduzir a taxa de mortalidade por dengue < 1% Integrar o controle de vetores com setores da Vigilância em Saúde e outros;
SVS - implementa o LIRAa  Levantamento de Índice Rápido do  Aedes aegypti Objetivo do LIRAa:   Detectar de forma rápida e oportuna os índices de infestação de imóveis e de depósitos. Direcionar ações a partir dos resultados dos indicadores. Meta Reduzir o índice de infestação do vetor a < 1%;
Procedimentos técnicos na atividade do LIRAa   Estratificação das Localidades; Métodos simplificados de amostragem de áreas sorteadas; Atividade de 1 até 5 dias;
Procedimentos Técnicos na Atividade do LIRAa Somente serão visitados os imóveis ao nível do solo; Nos edifícios serão visitados apenas a cobertura, a base e o subsolo; Não serão visitados os Pontos Estratégicos  (PE);
Técnica de contagem nos imóveis Respeita-se os critérios da estratificação : 1/5 ou 20% -  Inicia-se a visita no 1º imóvel do quarteirão passam-se quatro e realiza-se no 6º.  50%  Inicia-se no 1º imóvel, passa-se o segundo e visita-se o terceiro imóvel.
Exemplo a 1/5
Exemplo a 1/5
Tipos e classificações de depósitos * NIVEL ELEVADO (A1) -  Caixa d'água  * NÍVEL DO SOLO (A 2)  Cisterna, tonel, tambor, barril, tina, dep. de barro (filtro, moringas e potes), cx. d'água, poço ou cacimba.  **DEPÓSITOS MÓVEIS (B)-  Vasos e frascos c/ água, prato, garrafas, pingadeira, recip. para degelo de geladeiras, bebedouros, peq. fontes ornamentais, mat. em dep. de construção (sanitários estocados, etc), objetos. religiosos. p/ rituais, etc.
Tipos e classificações de depósitos * DEPÓSITOS FIXOS (C)   Tanques em obra, borracharias ou hortas; calhas, lajes e toldos em desníveis; instalações hidráulicas sem uso (ralos, sanitários, caixas de inspeção e passagens e etc); piscinas não tratadas; fontes ornamentais. *DEPÓSITOS PASSÍVEIS DE REMOÇÃO/PROTEÇÃO   (D 1)-   Pneus e outros materiais rolantes (câmaras de ar, manchões e etc)   *
Tipos e classificações de depósitos ***DEPÓSITOS INSERVÍVEIS/LIXO (D 2)  Depósitos encontrados em Ferros-Velhos,  (PE) ,Sucatas (recipientes plásticos, garrafas e latas) **DEPÓSITOS NATURAIS (E)  Axilas de folhas (bromélias, etc.) buracos em árvores e rochas, restos de animais, etc.
Boletim /Campo e Laborat.
 
Boletim de remessa de larva
Etapas da Técnica de coleta amostras Vistoriar todos os depósitos que contenham água; Coletar amostras de todos os depósitos; Acondicionar no mínimo uma e no máximo dez amostras;
Contato com o morador
Pesquisa de foco no interior do domicílio
Pesquisa de focos no Perímetro do domicílio
Coleta no criadouro com pipeta grande
Despejo do material na bacia e  posterior coleta com pipeta
Larvas e pupas na palma da   mão
Separação das impurezas
Acondicionamento das larvas no tubito
Introdução de algodão
Introdução de algodão
Preenchimento do boletim diário e da etiqueta com dados
Material utilizado Lanterna ( com pilha) Espelho Pesca-larva (para água suja e água limpa) Luva Pipeta (grande e pequena) Tubito (com etiqueta) Algodão Álcool Bacia Frasco (para acondicionar o álcool
Agradecimentos Centro de Estudos e Pesquisas de Antropozoonoses – (CEPA) - SESDEC-RJ . Equipe de Gestão e Informação (EGI) - SESDEC-RJ. Reconhecimento Geográfico (RG) -  SESDEC-RJ. Supervisão - SESDEC-RJ
Levantamento de Índice Rápido de  Aedes aegypti -  LIR Aa   Objetivo: Permitir diagnóstico rápido da situação entomológica de uma localidade, para direcionamento das ações de controle do vetor e de educação em saúde. Componente 1 do PNCD - Vigilância epidemiológica - Sub-Componente Vigilância entomológica “  Implantar nova metodologia para realizar levantamento rápido de índice de infestação...” Amparado Portaria 1172 de 15/06/2004 , Cap. I, art. 2º, inciso XV.  Importância: Determinar riscos à saúde humana  (evitar óbitos por dengue) Marco Histórico
Finalidade: Determinar com rapidez e precisão os seguintes índices: 1. Índice de Infestação Predial; 2. Índice de Breteau; 3. Índice de Tipo de Recipientes. Estratégia: Divisão do município em estratos (de 8,1 a 12 mil imóveis - ideal em torno de 9 mil).
Os pré-requisitos para o planejamento do LIR Aa 1. atualização do reconhecimento geográfico (RG): nº de imóveis/bairro/quadras/prédios; mapas dos bairros numerado por quadras; mapa de conjunto do município com bairros - garantir a continuidade e contigüidade dos estratos; 2. mapeamento dos recursos humanos de forma quantitativa e qualitativa;  3. conhecer e dominar as técnicas e objetivos do LIRAa; 4. levantamento dos recursos materiais disponíveis - material de campo, laboratório, veículos e equipamentos de informática;
1.   reconhecimento geográfico (RG) não atualizado! n.o de imóveis sub ou superestimado – amostragem pode perder a representatividade ou haverá excesso de trabalho (inspeções além do planejado); em  imóveis verticais  quantos devem ser amostrados?; sem o mapeamento adequado por quadras, como planejar a amostragem?; formação de estratos sem relação entomo-epidemiológica. Ex: – estrato formado com áreas sem continuidade e contigüidade; Os pré-requisitos para o  planejamento do LIR Aa – dificuldades decorrentes
2. mapeamento dos recursos humanos de forma  quantitativa  e  qualitativa ;  seleção de servidores com perfil para a execução das atividade, ex:  escolher agentes responsáveis para compor a equipe  (durante a operação: sobra de agentes – inspeção em apenas cerca de 4 a 5% dos imóveis); falta de RH para as ações: agentes, supervisores, laboratoristas, motoristas; Os pré-requisitos para o  planejamento do LIR Aa – dificuldades decorrentes
Os pré-requisitos para o  planejamento do LIR Aa – dificuldades decorrentes 3. conhecer e dominar as técnicas e objetivos do LIR Aa . orientações equivocada aos supervisores e agentes ex: imóveis verticais?  terrenos baldios?  imóveis fechados ou recusados são trocados por outros?  inspeciona-se pontos estratégicos -PE?  coleta dos tubitos e acondicionamento preenchimento dos formulários proceder tratamento durante a inspeção? 4. mapeamento dos  recursos  materiais disponíveis  - material de campo, escadas, laboratório, veículos e equipamentos de informática. LIRAa: depende  sustentabilidade  política e planejamento
O planejamento do LIR Aa Identificação e seleção da equipe do LIR Aa  - Coordenador, Supervisores e Agentes; Levantamento das necessidades - material de campo, laboratório, veículos e equipamentos de informática, recursos humanos para o LIR Aa ; Capacitação da(s) equipe(s) - apresentação das estratégias e objetivos do LIR Aa ; ANTECEDE PELO MENOS UM MÊS  A REALIZAÇÃO DO LEVANTAMENTO. DURANTE O LEVANTAMENTO SERÃO SUSPENSAS AS AÇÕES DE ROTINA, EXCETO BLOQUEIO DE CASOS
Delimitação dos estrados do LIR Aa Requisitos: Informações sobre delimitação dos bairros (quarteirões); Mapas mostrando rede viária e fluvial; Dados sobre condições socioeconômicas de  cada bairro Rodovias, vias férreas e rios: são fatores que podem  determinar a divisão dos estratos Buscar conformar estratos considerando divisores e localidades com níveis socioeconômicos semelhantes Estratos: áreas  contínuas  e  contíguas
Estabelecer os estratos definindo-os no mapa e obter nº. de quarteirões e imóveis (tamanho de 8,1 mil a 12 mil imóveis); Se restar área com mais de 12 mil imóveis ou menor que 8,1 mil = dividir em estratos menores (cerca de 2 mil – tamanho da Amostra passa para 250 imóveis); Sistema adota mudança automática na configuração. Delimitação dos estrados do LIR Aa
Índices Entomológicos do LIRAa 1. Índice Predial IP  =  imóveis positivos  x  100   imóveis pesquisados 2. Índice de Breteau IB  =  recipientes positivos  x 100 imóveis pesquisados  3. Índice de Tipo de Recipiente ITR  =  recipientes XXX positivos   x 100 recipientes positivos
Características dos indicadores: Rapidez na obtenção; Representatividade; Fácil operacionalização; Custo – benefício compatíveis.   Índices Entomológicos do LIRAa
Levantamento de Índice Rápido do  Aedes aegypti Delineamento de amostragem para cada município: em função da densidade populacional e número de imóveis existentes (excluídos os Pontos Estratégicos - PE) Amostragem por conglomerados: em dois estágios (quarteirões e imóveis) Quarteirões:  unidade primária de amostragem imóveis:  unidades secundária de amostragem Procedimento: permite menor concentração de imóveis nos quarteirões sorteados Divisão do município em estratos: de 8,1  mil a 12 mil imóveis Municípios ou áreas com menos de 8,1 mil imóveis: sistema altera tamanho da amostra para 250 imóveis (inspecionar 50% - “faz um pula um”) Questões operacionais: mais fácil adotar um único tamanho de amostra: 450 imóveis (independente do Índice de Breteau esperado)
 
Levantamento Rápido de Índices /2007 RG – Bairro com: 1500 imóveis com 4 prédios com 10 andares e 4apt./andar. Excluindo acima do térreo Considerar 1340 imóveis Inspecionar apenas o piso térreo (se houver play ground e garagem, também serão inspecionados)     
Passos a seguir: Divisão do município em estratos abrangendo  áreas  contínuas e contíguas  com 8,1 a 12 mil imóveis; Excluir o nº de PE que não serão inspecionados Cálculo do número de imóveis a pesquisar; Definição dos quarteirões a trabalhar; Determinação do número de agentes necessários; Definição dos laboratórios de apoio; Obtenção de apoio e sustentação de outras áreas. Realização do Levantamento de Índice  por estrato; Não haverá recuperação de pendências -  imóvel fechado ou recusado: Ir para o próximo imóvel. Caso não atinja a meta de visitas no quarteirão sorteado, passar para o quarteirão imediatamente subseqüente até que esta seja atingida.
Passos a seguir: Consolidação dos dados de campo; Complementação  com as  informações do laboratório; Alimentação do sistema de informação; Análise dos dados e elaboração de relatório final; Planejamento das ações necessárias.
Atribuições do Coordenador: Dividir o município em estratos abrangendo áreas  contínuas e  contíguas com 8,1 a 12 mil imóveis; Calcular o número de imóveis a pesquisar; Definir os quarteirões a trabalhar; Definir recursos humanos necessários: supervisores, agentes, laboratoristas e digitadores; Definir o(s) laboratório(s)  de apoio; Definir necessidades de veículos, equipamentos e insumos;  Analisar dados e elaborar relatório final; Planejar as ações necessárias: operações de campo e ações de informação, educação e comunicação social.
Atribuições  do Supervisor Organizar e  distribuir  os agentes na área de trabalho; Abastecer os agentes de saúde com os insumos necessários; Supervisionar as atividades dos agentes de saúde, em 10% dos imóveis trabalhados (70% indiretas e 30% diretas); Receber e  conferir   o “ Boletim de Campo e Laboratório do Levantamento Rápido de Índices” Preencher o consolidado parcial (por agente) Encaminhar, juntamente com o consolidado do  “ Boletim de Campo e Laboratório do Levantamento Rápido de Índices” a o laboratório as amostras coletadas; Consolidar os dados (campo e laboratório) no “Resumo do Boletim de Campo e Laboratório”;  Enviar ao setor de digitação o “Resumo do Boletim de Campo e Laboratório”  por estrato.
Atribuições do Agente de Saúde : Realizar  pesquisa larvária nos imóveis definidos no estrato; Registrar as informações no formulário “ Boletim de Campo e Laboratório do Levantamento Rápido de Índices ”; Visitar de 20 a 25 imóveis/dia; Repassar ao final do dia o “ Boletim de Campo e Laboratório do Levantamento Rápido de Índices ” devidamente preenchido ao supervisor.
Estratégia de inspeção Coleta de Tubitos: (1)  da caixa d'água, (1) da piscina (3) 1 para cada caco de vidro  positivo (4) 1 para cada pneu positivo Não fazer “pool” de larvas Qualidade na inspeção: IB e ITR que refletem a realidade         
Levantamento Rápido de Índices /2007 Formulários Preenchida após resultado do laboratório Preenchida no campo Pelo agente
Levantamento Rápido de Índices /2007 - Formulários Avaliar evidências de erros operacionais  Comunicar rapidamente todos os  Agentes se o erro for comum a todos
Levantamento Rápido de Índices /2007 - Formulários
Levantamento Rápido de Índices /2007 - Formulários
SUPERVISORES NA OPERAÇÃO DE CONTROLE DA DENGUE SETEMBRO DE 2010
SUPERVISÃO Conceito   – atividade que permite o acompanhamento da execução das ações e sua qualidade, maximizando os recursos disponíveis e realizando as adequações necessárias.  Objetivo   – obtenção da melhoria das respostas na ação realizada.
ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR Conhecer os aspectos técnicos e operacionais do controle da dengue Organizar e distribuir o pessoal sob sua responsabilidade; Atenção ao  tempo chuvoso Prever , distribuir e controlar os insumos e materiais utilizados no campo;
ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR Atuar como facilitador, oferecendo os esclarecimentos sobre cada ação que envolva o controle vetorial; Acompanhar sistematicamente o desenvolvimento das atividades, por intermédio das supervisões: 70% indireta,  30% direta.
ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR Garantir junto ao pessoal sob sua responsabilidade, o registro correto e completo das atividades.  ( OBS. È importante o supervisor conferir os boletins antes da liberação dos agentes) Garantir o fluxo da informação quanto aos resultados. Conhecer os índices (imóveis pendentes, LIRAa e outros)
ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR Conhecer o território a ser trabalhado: Os limites e divisas ; O quantitativo de quarteirões; O quantitativo  de imóveis;( atualizar e cadastrar os imóveis PE) Identificar os fatores de riscos e Determinantes;
MODELO DE MAPA
TIPOS E MARCAÇÃO DE QUARTEIRÕES 4 Início do quarteirão nº 4 Continuação do quarteirão nº 4 Término de quarteirão irregular nº 4 Quarteirão de um único imóvel 4 4 4 Início Fim
CLASSIFICAÇÃO DE QUARTEIRÃO REGULAR :  é aquele que pode ser contornado totalmente, retornando ao seu início
IRREGULAR :  é aquele que não permite o retorno ao seu início por conta de algum acidente natural, artificial ou por critérios normativos. ele possui início e fim definidos.
IMÓVEIS Definição:  Propriedade com acesso individual e/ou coletivo Nota -  Não são considerados imóveis: barracões e quartos de ferramentas, de costura e artes plásticas,garagens, abrigos para animais e demais dependências ou outras construções que estejam sobre a guarda ou proteção do proprietário / morador do imóvel principal, exceto quando se destinarem para moradia, atividades econômicas ou religiosas.
CLASSIFICAÇÃO DOS IMÓVEIS Imóvel Único: é aquele que tem acesso e/ou número individual; Imóvel Referência: é aquele que tem seu acesso e seu número utilizados como base para os demais imóveis; Imóvel Complementar: é aquele que seu acesso depende de outro imóvel e seu número absorve o número deste imóvel (referência); Móvel Seqüencial: é aquele independente sem número ou com número repetido na mesma rua;
TIPO DE IMÓVEIS Imóveis Residências  (R) são aqueles em que pessoas estabelecem seu domicílio, ou seja residem; Imóveis Comerciais  (C) são aqueles onde se realizam atividades mercantil (compra e venda de mercadorias) ou prestação de serviços; Ex: mercados, bares, consultório médico ou dentário, escritórios advocatícios, contábil, seguros ou imobiliários etc. Terreno Baldio  (TB) são aqueles terrenos que não possuem edificações capazes de abrigar pessoas;
Pontos Estratégicos  (PE) é o local onde há grande concentração de depósitos para a desova do Aedes aegypti, ou seja, local especialmente vulnerável à introdução do vetor (os pontos estratégicos devem ser identificados,cadastrados e constantemente atualizados, sendo inspecionado quinzenalmente). Geralmente existe rotatividade nos PE Imóveis Outros  (O) são quaisquer outros tipos de imóveis que não se definam em nenhum dos tipos anteriores. Ex: templos religiosos, industrias, escolas, quartéis e hospitais
Grupo (A)  são os depósitos utilizados para armazenamento de água para consumo humano. No boletim são classificados em dois (2) subgrupos:  Subgrupo ( A.1 )  depósitos/recipientes de água de consumo humano em nível elevado.  Ex: caixas d’água, tambores, depósitos de alvenaria, que devido a altura que estão instalados fazem a distribuição do líquido pela gravidade; Subgrupo ( A.2 ) depósitos/recipientes de água para consumo humano ao nível do solo.  Ex: Cisterna, tonel, tambor, barril, tina, dep. de barro (filtro, moringas e potes), cx. d'água, poço ou cacimba.  TIPOS E CLASSIFICAÇÕES DE DEPÓSITOS
Grupo (B)  são depósitos moveis que podem ser movidos com facilidade, porém não podem ser eliminados, pois apresentam alguma utilidade para o morador. Ex: Vasos e frascos c/ água, prato, garrafas, pingadeira, recip. para degelo de geladeiras, bebedouros, peq. fontes ornamentais, mat. em dep. de construção (sanitários estocados, etc.), objetos. religiosos. p/ rituais, etc. Grupo (C)  são depósitos fixos que não podem ser movidos com facilidade, seja por sua instalação ou por ser parte de uma estrutura maior.  Ex: Tanques em obra, borracharias ou hortas; calhas, lajes e toldos em desníveis; instalações hidráulicas sem uso (ralos, sanitários, caixas de inspeção e passagens e etc.); piscinas não tratadas; fontes ornamentais.
Grupo (D)  são depósitos passíveis de remoção/proteção que ficam temporariamente acondicionados em locais de onde são removidos com freqüência. No boletim são classificados em dois subgrupos: Subgrupo (D.1)  Ex: pneus e outros materiais rolantes (câmaras de ar, manchões e etc.) Subgrupo (D.2) depósitos encontrados em PE, ferro velho, depósitos de sucatas. Ex: lixo (recipientes plásticos, garrafas e latas) e entulho TIPOS E CLASSIFICAÇÕES DE DEPÓSITOS
Grupo (E)   São depósitos Naturais, aqueles encontrados em arvores, rochas e animais mortos. Ex. axilas de folhas (bromélias e etc.), buracos em arvores e rochas, restos de animais (cascas e carapaças) e etc..
PLANEJAMENTO DO SUPERVISOR Planejar as ações Distribuição de RH Distribuição de insumos Bolsa Mapa Larvicida Formulários EPI
Imóveis positivos  x  100 Imóveis inspecionados Depósitos positivos  x  100 Imóveis inspecionados Recipiente positivos  x  100 Imóveis inspecionados Índice de infestação predial Índice de breteau Índice de recipiente Tipo de recipiente positivos  x  100 Imóveis inspecionados Índice do tipo de recipiente predominante Índice de pendência Número de imóveis não trabalhados  x  100 Número de imóveis informados
CONTROLE QUÍMICO É a última opção de controle do vetor.  Deve ser utilizado com conhecimento técnico e muita responsabilidade, a fim de preservar a saúde ambiental e humana. Obs. O uso constante de inseticida químico, realiza naturalmente a seleção de linhagens resistente.
Consiste na aplicação de um produto larvicida em todos os  depósitos positivos ou não  para formas imaturas de mosquitos, que não possam ser eliminados mecanicamente.  Todos os depósitos com água que não puderem ser protegidos ou eliminados serão tratados.  Em áreas infestadas bem delimitadas, desprovidas de fonte de abastecimento coletivo de água, o tratamento focal deve atingir todos os depósitos de água de consumo vulneráveis à ovo posição do vetor.  SEGUNDA OPÇÃO: TRATAMENTO FOCAL
É bom entender o conceito de supervisão Supervisão não é mais realizada como antes em que o supervisor tinha a missão de cortar diária, dia, dar faltas, punir o seu agente.  Hoje os objetivos são, corrigir, aperfeiçoar comunica e motiva o agente, reconhecer lideres,procura estabelecer metas como incentivo e administra problemas sendo um negociador na tentativa de estabelece equilíbrio e um melhor meio de realização do trabalho.
Reconhecer dificuldade de alguns servidores que embora tenha sido capacitado não se encontra qualificado no momento para o serviço ao qual lhe foi conferido, necessitando remanejá-lo para melhor aproveitamento do servidor. Prudência, coerência, bom senso, conhecimento e liderança com justiça e paciência se fazem ferramentas necessárias  para realização de uma boa supervisão.
O supervisor precisa primeiro mobilizar a si mesmo antes, para logo após mobilizar sua equipe e ai, através de uma equipe bem preparada e bem mobilizada, reconhecendo a sua importância no contesto de saúde publica, mobilizar nossa população de maneira eficiente e eficaz com empenho, alma e coração. Só assim conseguiremos terminar a nossa escada para o céu.
Agradeço as equipes de STACV, Mobilização Social, SOE, DETEC e a todos os profissionais que de maneira direta ou indireta estiveram envolvidos na confecção desse material de capacitação.  Equipe SES da  Ana Neri.  Telefones para contatos e esclarecimentos: DETEC  MS  STCV  SOE 23322426  23322426
Fim

Novaluron

  • 1.
    CAPACITAÇÃO REGIONAL DE NOVALURON CVAST/DCV/DETEC/STACV Junho de 2011
  • 2.
    MÉTODOS DE CONTROLE PRIORITÁRIO MOBILIZAÇÃO SOCIAL ATRAVÉS DE AÇÕES EDUCATIVAS
  • 3.
    SECRETARIA DE ESTADODE SAÚDE E DEFESA CIVIL REDE SOCIAL
  • 4.
    É uma estruturasocial composta por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) - designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações. É um conceito que enfoca a interação humana e trata da mobilização da rede de contatos para o desenvolvimento e mudanças tanto individuais como familiares, e para a resolução de problemas na comunidade. COMO FORTALECEMOS A REDE? Formamos de forma democrática pois depende da colaboração solidária, onde a adesão e a participação é de livre escolha. Sem isso nosso esforço poderá ser em vão... REDE SOCIAL
  • 5.
    MOBILIZAÇÃO SOCIAL Precisatomar força nas questões de saúde pública no Brasil. Mobilizar é sensibilizar grupos e pessoas recuperando suas auto-estima e auto-confiança restabelecendo o poder de suas ações em beneficio de uma comunidade forte e participativa. Mobilizar faz parte do processo de informação e formação de opinião em busca de melhoria da qualidade de vida, promoção e realização da construção da saúde física, mental e social (conceitos primordiais para o desenvolvimento da cidadania e fortalecimento da sociedade).
  • 6.
    Mobilizar é Incentivaros profissionais e cidadãos a assumirem uma atitude frente as ações coletivas, em busca de um objetivo comum em benefício de toda a coletividade sendo este um dos desdobramentos da meta nacional de Mobilização Social. Mobiliza-se com diálogo, ações, relações interpessoais, redes sociais (internet), entidades representativas de classes (sindicatos,ONGs,etc.) , imprensa em todos o níveis (jornal, rádio,TV ,vídeos ,cinema) objetivando estabelecer homogeneidade de pensamentos e atitudes que gerem com respeito as leis e aos seres humanos grandes benefícios para a sociedade.
  • 7.
    Não se mobilizacom imposição ou discriminação e sim com respeito as opiniões alheias mesmo que essas sejam completamente opostas as nossas. Devemos respeitar e lutar para que cada um tenha o direito as suas próprias opiniões, o que é princípio básico da democracia. Mobiliza-se com argumentos atitudes e exemplos e se não obtiver sucesso, respeita-se o direito de cada um em permanecer com suas próprias idéias.
  • 8.
    Incentivar as pessoasatravés de reconhecimento e elogios, práticas essas que levam a uma sensação de satisfação e importância pelas ações até então pouco reconhecidas. Não criticar as ações incorretas, mas incentivar o aperfeiçoamento demonstrando confiança de que no futuro suas ações serão corrigidas e se necessário realizar as ações de forma a demonstrar em sua presença a forma correta de agir.
  • 9.
    ASPECTOS NEGATIVOS: Relatosnegativos de descrédito: “ Esse trabalho não vai adiantar de nada, já vieram aqui não sei quantas vezes e não resolveram nada...”, Culpabilidade da Organização . Processos de resistência tais como: Violência, geografia, instalações sanitárias
  • 10.
    Não devemos nosdeixar levar pelos aspectos negativo nem deixar que nos desmobilize. Devemos nos manter motivados e sabendo que iremos encontrar diversas opiniões que se não vigiarmos e cuidarmos, ao invés de mobilizar vai nos imobilizar e desmotivar. Por isso veja o exemplo que vem a seguir...
  • 11.
    Escada para océu “ Um dia um Rei ordenou a um trabalhador que construísse uma escada que o levaria para o céu e que quando ele terminasse seria altamente recompensado. O homem aceitou o trabalho e só pensava em ver a escada pronta, mas a escada era muito grande e por mais que ele trabalhasse parecia que nunca alcançaria o céu, os dias passaram-se e nada da escada ficar pronta. O homem sonhava todos os dia com a escada pronta, e quando olhava a escada parecia mais longe do seu objetivo. Um dia, ele estava totalmente desmotivado, sem vontade de trabalhar, porque todos diziam que ele nunca concluiria a escada, que era impossível. Nesse dia um monge viajante passou no local e o viu desmotivado sem vontade de viver, sem vontade de trabalhar. O Monge perguntou: - Por que você está desanimado? O homem disse que não estava conseguindo terminar uma coisa importante para sua vida.
  • 12.
    O monge semsaber do que se tratava, deu o seguinte conselho: - Meu filho a vida é como uma grande escada que se constrói todos os dias, se você ficar olhando-a pronta nunca a terminará, pois você está focando no final, mas se focar no principio e construir um degrau de cada vez quando menos esperar a escada estará pronta. Assim é a vida construímos um degrau de cada vez e quando a gente percebe fizemos grandes trabalhos, grandes obras. Achando que o monge era um anjo de Deus pois não tinha como saber da escada que construía, o homem voltou a trabalhar ainda mais determinado. Deixou de desejar a escada pronta e focou na construção de um degrau de cada vez. Um dia o homem morreu e quando chegou no céu perguntou à Deus: - Pai por que eu não consegui terminar a escada? Então Deus respondeu: - Quem foi que disse que você não conseguiu? Como é que você imagina que chegou até aqui? Autor Ronald Ferreira da Silva. Inspirado em Célio um grande amigo
  • 13.
    Um amigo meude nome Célio, grande profissional da área, me contou uma explicação interessante que falava de escada e cuja inspiração elaborei como exemplo o texto acima de Nome “Uma escada para o céu”
  • 14.
    PREOCUPAÇÕES DA COMUNIDADENecessitamos estabelecer contatos tático-estratégicos : Líderes da comunidade e Associação de moradores Profissionais, gestores e autoridades Organizações comunitárias,entidades organizadas e lideranças locais Diretores de escolas e universidades
  • 15.
    Proposta para abordagemAprimoramento da técnica de comunicação: Pode ser Formal e Informal. Formal: Caracterizado como método já institucionalizado não correspondendo as necessidades atuais.
  • 16.
    Informal: Caracterizado pelaflexibilidade dos métodos e dos conteúdos. Sociabilidade na comunidade utilizando os recursos locais (rádios , jornais comunitários e escolas). Linguagem acessível a população sem que o discurso seja demasiadamente técnico e ininteligível. Intensificação das visitas domiciliares com responsabilidade em defesa das questões ambientais.
  • 17.
    CONTROLE MECÂNICO Éa última opção de controle do vetor. Deve ser utilizado com conhecimento técnico e muita responsabilidade, a fim de preservar a saúde ambiental e humana. CONTROLE QUÍMICO MÉTODOS DE CONTROLE DO FOCAL
  • 18.
    Consiste na aplicaçãode um produto larvicida em todos os depósitos positivos ou não para formas imaturas de mosquitos, que não possam ser eliminados mecanicamente. Todos os depósitos com água que não puderem ser protegidos ou eliminados serão tratados. Em áreas infestadas bem delimitadas, desprovidas de fonte de abastecimento coletivo de água, o tratamento focal deve atingir todos os depósitos de água de consumo vulneráveis à oviposição do vetor. TRATAMENTO FOCAL
  • 19.
    SM validade =10 dias Poder Residual 8 semanas Baixa solubilidade Trata água do depósito Dose aplicada = máxima (0,25%) Sólido – PM ISQ Emulsão 2% = 2 meses Poder Residual 8 semanas Baixa solubilidade Tratar capacidade do depósito Dose aplicada = mínima (0,02%) Líquido = CE ISQ Semelhanças Diferenças DIFLUBENZURON X NOVALURON
  • 20.
    IBAMA DOSSIÊ TOXICOLÓGICO DOSSIÊ AMBIENTAL DOSSIÊ AGRONÔMICO CONCLUSÃO AGRONÔMICA CONCLUSÃO TOXICOLÓGICA CONCLUSÃO AMBIENTAL MAPA ANVISA Resultado do Pleito Competências: ANVISA, MAPA E IBAMA Agencia Nacional De Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Empresa Solicita Registro
  • 21.
  • 22.
    Objetivos Pretendidos AspectosTécnicos Aspectos Culturais Risco Toxicidade Exposição Concentração (0,02%) Tempo de exposição (mínimo) Grau IV = Pouco tóxico l ll lll lV Pouco tóxico Extremamente tóxico Altamente tóxico Moderadamente tóxico
  • 23.
    SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIAEM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE E SAÚDE DO TRABALHADOR ASSESSORAMENTO ACOMPANHAMENTO E CAPACITAÇÃO
  • 24.
    Origem: Alemanha Fabricante:Bayer Nome comercial: Mosquilon CE 10% Grupo químico: Benzoureia (BU) Classe: Inseticida Ingrediente ativo ou nome comum: NOVALURON Regulamentação: Toxicidade Classe IV – ligeiramente tóxico Formulação: CE (Concentrado Emusionavel) Generalidades: Pesticida de contato e ingestão Inibe síntese de quitina – interfere na formação da cutícula NOVALURON (CE)
  • 25.
    REFERENCIA NT-MS/SVS032 e NT 057 NOVALURON (CE 10%) Justificativa para substituição: Facilidade operacional Segurança operacional Redução de riscos
  • 26.
    O Novaluron éum inibidor de síntese de quitina. Atua sobre as larvas, ocasionando a morte durante a ecdise. A larva não consegue eliminar a cutícula (exúvia), devido à inibição da deposição de quitina. Não há rigidez suficiente para isso. O Novaluron é praticamente atóxico para mamíferos e de baixo impacto ambiental. Quitina é o principal componente do exoesqueletos de artrópodes (cutícula resistente, mas flexivel, que cobre o corpo da larva, pupa e do mosquito). CONTROLE QUÍMICO ATRAVÉS DO NOVALURON
  • 27.
    É importante ressaltarque as aplicações para controle do Aedes aegypti são predominantemente realizadas em criadouros artificiais e a possível porção que possa atingir áreas não alvo é muito reduzida e sofre degradação pela presença de matéria orgânica no percurso. O resultado das avaliações feitas pelo IPCS – WHOPS/OMS mostram que o produto não tem ações cancerígenas (carcinogênicas), interferência na prole (teratogênicas) e não causa modificações genéticas (genotóxicas). A dose letal mediana oral (DL 50) é de 5.000 mg i.a/Kg de peso corporal, que o classifica como produto pouco tóxico. O controle da saúde do trabalhador será acompanhada através da realização de exame de monitoramento.
  • 28.
    É um produtoque possui uma diluição muito pequena, em torno de 0,003 mg i.a./litro. Esta baixa diluição contribui para o aumento do poder residual na água tratada, o que leva à sua maior persistência e melhor controle do vetor, o que significa que, embora sejam colocados 0,02 mg i.a./litro de água tratada, apenas 0,003 mg i.a. será solubilizado no momento, ficando o restante no fundo e laterais do depósito. Esta baixa solubilização contribui ainda para a segurança do produto, pois a ingestão diária na água tratada ficará muito abaixo da ingestão diária aceitável (IDA). O produto possui acentuada resistência á degradação pela luz (fotólise), o que contribui para a sua maior persistência em depósitos expostos à luz solar, como é o caso de muitos criadouros No Brasil os praguicidas usados em Saúde Pública cumprem exigência de registro em três ministérios (Saúde, Agricultura e Meio Ambiente). CARACTERÍSTICAS DO NOVALURON
  • 29.
    O NOVALURON CAUSAMODIFICAÇÕES MORFOLÓGICAS Morfológicas = deformidades em larvas, pupas e adultos Conseqüência em adulto = esterilidade Resultados encontrados tanto no exterior, quanto nos estudos realizados no Brasil, mostrou que o produto é eficaz por 8 semanas com reposição diária do volume de água do depósito.
  • 30.
    AÇÃO SOBRE ALARVA, PUPA E ADULTO ecdisona Um hormônio esteróide de inseto que desencadeia a metamorfose Processo de mudança do exoesqueleto Larvas por contato e ingestão Pupas por contato Adultos serão estéril ecdisona HJ ECDISE ECDISE ECDISE ECDISE ECDISE LARVA PUPA ADULTO L1 L2 L3 L4
  • 31.
    EFEITO DE INIBIDORES DE SÍNTESE DE QUITINA SOBRE Aedes aegypti Larva deformada A larva pode levar de 4 a 5 dias para morrer, já que a ação do produto é lenta.
  • 32.
    Lavar diariamente asluvas e mãos
  • 33.
  • 34.
    TABELA DO SUPERVISORTABELA 1 - REFERÊNCIA PARA PREPARO DA EMULSÃO 2% Litros de água a tratar Proporções para preparação da EM 2% em (ml) CE 10% Água Vol. Em 2% 5.000 1 ml 4 ml 5 ml 10.000 2 ml 8 ml 10 ml 20.000 4 ml 16 ml 20 ml 30.000 6 ml 24 ml 30 ml 50.000 10 ml 40 ml 50 ml 100.000 20 ml 80 ml 100 ml 250.000 50 ml 200 ml 250 ml 500.000 100 ml 400 ml 500 ml 1.000.000 200 ml 800 ml 1.000 ml
  • 35.
    TABELA DO SUPERVISORTABELA 1 - REFERÊNCIA PARA PREPARO DA EMULSÃO 2% Litros de água a tratar Proporções para preparação da EM 2% em (ml) CE 10% Água Vol. Em 2% 5.000 1 ml 4 ml 5 ml 10.000 2 ml 8 ml 10 ml 20.000 4 ml 16 ml 20 ml 30.000 6 ml 24 ml 30 ml 50.000 10 ml 40 ml 50 ml 100.000 20 ml 80 ml 100 ml 250.000 50 ml 200 ml 250 ml 500.000 100 ml 400 ml 500 ml 1.000.000 200 ml 800 ml 1.000 ml
  • 36.
    Tabela do AgenteTABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l) Volume de água a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1.40
  • 37.
    DOSE, PROCEDIMENTO DEDILUIÇÃO E USO A Organização Mundial de Saúde autorizou o uso do produto dentro de uma faixa de 0,01 a 0,05 mg/litro, e para uso no programa de controle da dengue no Brasil, onde foi estabelecida a dose de 0,02 mg/litro de água tratada. Devido a baixa dose empregada, uma quantidade muito pequena do produto comercial serve para tratar uma grande quantidade de água. Com um litro de Novaluron CE 10% pode-se tratar 4 milhões de litros de água, o que corresponde ao emprego de 500 quilogramas de temefós. Isto determina que os técnicos e supervisores sigam corretamente as instruções de diluição, distribuição e emprego, pois qualquer quantidade de produto desperdiçado levará a prejuízos e possível desabastecimento do produto.
  • 38.
    Em razão destesfatos, o produto deverá ser previamente diluído a uma concentração final de 2%, formando então, uma Emulsão de trabalho a 2,5% (Em2%). Para preparação de um litro desta emulsão, deve-se diluir 200 ml de CE 10% (um frasco do produto comercial) em 800 ml de água, quantidade suficiente para tratar 1 milhão de litros de água. Os ensaios realizados mostram que a Em 2% se mantém estável por um período maior que dois meses, em decorrência, a mesma poderá ser preparada para utilização nesse período. A tabela 1 deve servir como referencia para preparar volumes de Em2%, tendo como base o volume de água a tratar, misturando-se as proporções indicadas de CE 10% e água. Recomenda-se que esta preparação seja realizada pelo supervisor geral de cada área, já que o volume a ser utilizada é pequeno e o período de utilização poderá ser por até dois meses, e desta forma, não tomará muito tempo, colaborando para melhor qualidade da emulsão.
  • 39.
    CUBAGEM E MANEJODO NOVALURON TRATAMENTO DOS DEPÓSITOS Para que o tratamento focal com Novaluron tenha eficácia assegurada, é necessário que os Agentes de Controle de Endemias saibam determinar o volume de água que o depósito pode armazenar , a fim de se obter a concentração e residualidade necessária.
  • 40.
    1 litro = 1 dm ³ 10 cm = 1 dm³ 1 L 10 cm = 1 dm³ 10 cm = 1 dm³ PRINCÍPIOS DA CUBAGEM O 1º passo é transformar o resultado das medidas para decímetro (que é a décima parte do metro), sabendo-se que 1 dm³ é igual a 1 litro . Final 1, 2, 3 e 4 > arredonda para baixo Ex: 15,1 dm, 15,2 dm, 15,3 dm e 15,4 dm = 15 dm³ Final 5, 6, 7, 8 e 9 > arredonda para cima Ex: 15,5 dm, 15,6 dm, 15,7 dm, 15,8 dm e 15,9= 16 dm³
  • 41.
    CUBAGEM E DOSAGENSDE INSETICIDAS Método Nº. 1 Cálculo de volume de depósitos retangulares Exemplo : Qual a massa de BU, necessária para tratar um depósito retangular com as seguintes medidas: 1.5 m de largura, 2.0 m de comprimento, e 1.0 m de altura? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. V= 15 dm x 20 dm x 10 dm V= 300 dm x 10 dm V= 3.000 litros Aplicação da Fórmula V = volume C = comprimento L = largura H = altura Fórmula: V= C x L x H
  • 42.
    Cubagem: 1 dm³= 1 litro 1º conhecer as medidas 2º transformar as medidas em decímetro 3º Aplicar fórmula Unidades de Medidas: km – hm – dam – m – dm – cm – mm
  • 43.
    CUBAGEM 1 dm³= 1 litro 1º- PASSO: CONHECER AS MEDIDAS 2º- PASSO: TRANSFORMAR AS MEDIDAS EM DECÍMETRO 3º- PASSO: APLICAR FÓRMULA UNIDADES DE MEDIDAS: km - hm - dam - m - dm - cm - mm TRANSFOMAR : m – dm – cm  TRANSFORMAR AS MEDIDAS DE METRO PARA DECÍMETRO, A VÍRGULA SE DESLOCA PARA DIREITA OU MULTIPLICA POR 10. m - dm  DE CENTÍMETRO PARA DECÍMETRO, A VÍRGULA SE DESLOCA PARA ESQUERDA OU DIVIDE POR 10. dm - cm
  • 44.
    Tabela do AgenteTABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l) Volume de água a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
  • 45.
    V = volumeC = comprimento L = largura H = altura Aplicação da Fórmula V= 15 dm x 20 dm x 10 dm V= 300 dm x 10 dm V= 3.000 litros Fórmula de depósito retangular: V= C x L x H SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 3ml de emulsão = 100gotas/Boletim = 0,6 ml /CE
  • 46.
    Fórmula: V =K x D 2 x H Exemplo . Para um depósito cilíndrico medindo 150 cm de diâmetro e 200 cm de altura, qual dosagem final de Novaluron? 1º passo: Transformar as medidas para decímetro. Aplicação da Fórmula V = K x D 2 x H V = 0.8 x 15 dm x 15 dm x 20 dm V = 0.8 x 225 dm x 20 dm V = 0.8 x 4500 V= 3.600 litros V = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Método Nº 2 Cálculo do volume dos depósitos cilíndricos D
  • 47.
    Tabela do AgenteTABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l) Volume de água a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
  • 48.
    Calculo em gotase ml CE Quantidade existente no depósito 3600 L 3000 litros = 3ml =0,6ml=3000:30=100gotas 600l = 2x10 gotas = 2x0,06ml=0,12 Daí vem que 0,6ml+0,06ml+0,06ml=0,72 Efetuação: 0,60 ml 0,06 ml +0,06 ml 0,72 ml
  • 49.
    Fórmula do depósitocilíndrico: V = K x D 2 x H V = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Aplicação da Fórmula V = K x D 2 x H V = 0.8 x 15 dm x 15 dm x 20dm V = 0.8 x 225 dm x 20 dm V = 0.8 x 4500 V= 3.600 litros SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 3 ml + 20 gotas de Emulsão=120 gotas/Boletim = 0,72 ml/CE
  • 50.
    Método n.º 3 Calculo do volume de depósitos triangulares Fórmula : V = B x L X H/2 L H B Aplicando a fórmula, tem-se: V = (20 x 8 x 12)/2 = (160 x 12)/2 = 960 dm³(960L) Exemplo : Supondo que um depósito de forma triangular tenha 20 decímetros de base, 8 decímetros de largura e 12 decímetros de altura; precise ser tratado por BU,qual será a dosagem necessária? V = volume B = base L = largura H = altura 2 = Constante
  • 51.
    Tabela do AgenteTABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l) Volume de água a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
  • 52.
    960 Litros=1ml=960:30=32 gotas960 30 06 32 0 960 = 1ml = 32 gotas/boletim 0,2 ml /CE
  • 53.
    Fórmula de depósitotriangular: V = B x L X H/2 V = volume B = base L = largura H = altura 2 = Constante V = B x L X H 2 V = 20 x 8 x 12 = 960 lts 2 SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 1 ml de emulsão/ Boletim = 0,2 ml /CE
  • 54.
    exercícios Método Nº.1 Cálculo de volume de depósitos retangulares Exemplo : Qual a massa de BU, necessária para tratar um depósito retangular com as seguintes medidas: 1.8 m de largura, 2.5 m de comprimento, e 1.3 m de altura? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. V= 18 dm x 25 dm x 13 dm V= 450 dm x 13 dm V= 5.850 litros Aplicação da Fórmula V = volume C = comprimento L = largura H = altura Fórmula: V= C x L x H
  • 55.
    Tabela do AgenteTABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l) Volume de água a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
  • 56.
    V = volumeC = comprimento L = largura H = altura Aplicação da Fórmula V= 18 dm x 25 dm x 13 dm V= 450 dm x 13 dm V= 5.850 litros Fórmula de depósito retangular: V= C x L x H SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 5 ml + 29 gotas de emulsão/Boletim = 1,174ml/ CE
  • 57.
    exercícios Método Nº.1 Cálculo de volume de depósitos retangulares Exemplo : Qual a massa de BU, necessária para tratar um depósito retangular com as seguintes medidas: 1.2 m de largura, 3.5 m de comprimento, e 1.6 m de altura? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. V= 12 dm x 35 dm x 16 dm V= 420 dm x 16 dm V= 6.720 litros Aplicação da Fórmula V = volume C = comprimento L = largura H = altura Fórmula: V= C x L x H
  • 58.
    Tabela do AgenteTABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l) Volume de água a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
  • 59.
    6.720 Litros 6000=6ml= 1,2ml/CE 600=300x2=0,06+0,06=0,12ml/CE+ 120=4gotas = 0,024 6000 1,200 300 0,060 720 300 0,060 120 +0,024 Resultado em ml /CE 1,344
  • 60.
    V = volumeC = comprimento L = largura H = altura Aplicação da Fórmula V= 12 dm x 35 dm x 16 dm V= 420 dm x 16 dm V= 6.720 litros Fórmula de depósito retangular: V= C x L x H SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 6 ml + 24 gotas de emulsão/Boletim = 1,344 ml/CE
  • 61.
    Fórmula: V =K x D 2 x H Exemplo . Para um depósito cilíndrico medindo 180 cm de diâmetro e 250 cm de altura, qual dosagem final de Novaluron? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. Aplicação da Fórmula V = K x D 2 x H V = 0.8 x 18 dm x 18 dm x 25dm V = 0.8 x 324dm x 25 dm V= 0.8 x 8.100 V= 6.480 litros V = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Método Nº 2 Cálculo do volume dos depósitos cilíndricos D
  • 62.
    Tabela do AgenteTABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l) Volume de água a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
  • 63.
    Fórmula do depósitocilíndrico: V = K x D 2 x H V = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Aplicação da Fórmula V = K x D 2 x H V = 0.8 x 18 dm x 18 dm x 25dm V = 0.8 x 324 dm x 25 dm V= 0.8 x 8100 V= 6.480 litros SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 6 ml + 16 gotas de emulsão/Boletim: 1,296 ml /CE
  • 64.
    Fórmula: V =K x D 2 x H Exemplo . Para um depósito cilíndrico medindo 80 cm de diâmetro e 100 cm de altura, qual dosagem final de Novaluron? 1º passo:Transformar as medidas para decímetro. Aplicação da Fórmula V = K x D 2 x H V = 0.8 x 8 dm x 8 dm x 10 V = 0.8 x 64 dm x 10 dm V = 0.8 x 640 V= 512 litros V = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Método Nº 2 Cálculo do volume dos depósitos cilíndricos D
  • 65.
    Tabela do AgenteTABELA 2 - NOVALURON (Em2%) - Tabela de diluição (dose 0,02mg/l) Volume de água a tratar (em litros) Nº de gotas + Volume em ml Quantidade de produto comercial (CE 10%) em ml (p/ digitação) Até 30 1   __ 0,006 60 2   __ 0,012 120 4   __ 0,024 150 5   __ 0,030 180 6   __ 0,036 210 7   __ 0,042 240 8   __ 0,048 280 9   __ 0,054 300 10   __ 0,06 480 a 500 16   __ 0,096 960 a 1000 __   1 0,2 1200 7 + 1 0,242 1500 17 + 1 0,302 1980 a 2000 __   2 0,4 3000 __   3 0,6 4000 __   4 0,8 5000 __   5 1,00 7000 7   7 1,40
  • 66.
    Resposta: 17 gotasde emulsão/Boletim:0,108ml/CE 512 LITROS
  • 67.
    Fórmula do depósitocilíndrico: V = K x D 2 x H V = volume K = 0,8 (valor constante) D² = diâmetro ao quadrado H = altura Aplicação da Fórmula V = K x D 2 x H V = 0.8 x 8 dm x 8 dm x 10dm V = 0.8 x 64 dm x 10 dm V = 0.8 x 640 V = 512 litros SERÁ UTILIZADO NO TRATAMENTO DESSE DEPÓSITO, A QUANTIDADE SEGUINTE DE NOVALURON: Resposta: 17 gotas de emulsão/Resposta: 0,108ml/CE
  • 68.
    Cubagem de caixatronco de cone Formula I d=D+d=R² 2 Aplicar na formula do cilindro V=K x D² x H V= volume K=constante = 0,8 h= altura D²=R²= resultado ao quadrado
  • 69.
  • 70.
    CVAST/DCV DETEC APOIOINSTITUCIONAL CAPACITAÇÃO ASSESSORAMENTO ACOMPANHAMENTO Contatos: [email_address] (21)23322427/ 23322354
  • 71.
    Capacitação Técnica dePesquisa Entomológica no LIRAa - Rio de Janeiro –maio de 2008 - Subsecretaria de Ações e Serviços de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Coordenação de Controle de Vetores SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE E SAÚDE DO TRABALHADOR
  • 72.
    A arte daguerra “ Aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, lutará cem batalhas sem perigo de derrota, Para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais, Aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as batalhas.” (Sun Tzu)
  • 73.
    Metodologia de avaliaçãodo grau de infestação, anterior aos anos 80 . L I – percentual de acordo com imóveis das localidades; Ciclos Trimestrais; Influência: ação biolarvicidas e inseticidas, dias não trabalhados e outros; Resultado do índice no final do ciclo;
  • 74.
    Ministério da Saúdedecide rever sua estratégia e institui o PNCD Metas: reduzir os índices do vetor < 1% reduzir a taxa de mortalidade por dengue < 1% Integrar o controle de vetores com setores da Vigilância em Saúde e outros;
  • 75.
    SVS - implementao LIRAa Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti Objetivo do LIRAa: Detectar de forma rápida e oportuna os índices de infestação de imóveis e de depósitos. Direcionar ações a partir dos resultados dos indicadores. Meta Reduzir o índice de infestação do vetor a < 1%;
  • 76.
    Procedimentos técnicos naatividade do LIRAa Estratificação das Localidades; Métodos simplificados de amostragem de áreas sorteadas; Atividade de 1 até 5 dias;
  • 77.
    Procedimentos Técnicos naAtividade do LIRAa Somente serão visitados os imóveis ao nível do solo; Nos edifícios serão visitados apenas a cobertura, a base e o subsolo; Não serão visitados os Pontos Estratégicos (PE);
  • 78.
    Técnica de contagemnos imóveis Respeita-se os critérios da estratificação : 1/5 ou 20% - Inicia-se a visita no 1º imóvel do quarteirão passam-se quatro e realiza-se no 6º. 50% Inicia-se no 1º imóvel, passa-se o segundo e visita-se o terceiro imóvel.
  • 79.
  • 80.
  • 81.
    Tipos e classificaçõesde depósitos * NIVEL ELEVADO (A1) - Caixa d'água * NÍVEL DO SOLO (A 2) Cisterna, tonel, tambor, barril, tina, dep. de barro (filtro, moringas e potes), cx. d'água, poço ou cacimba. **DEPÓSITOS MÓVEIS (B)- Vasos e frascos c/ água, prato, garrafas, pingadeira, recip. para degelo de geladeiras, bebedouros, peq. fontes ornamentais, mat. em dep. de construção (sanitários estocados, etc), objetos. religiosos. p/ rituais, etc.
  • 82.
    Tipos e classificaçõesde depósitos * DEPÓSITOS FIXOS (C) Tanques em obra, borracharias ou hortas; calhas, lajes e toldos em desníveis; instalações hidráulicas sem uso (ralos, sanitários, caixas de inspeção e passagens e etc); piscinas não tratadas; fontes ornamentais. *DEPÓSITOS PASSÍVEIS DE REMOÇÃO/PROTEÇÃO (D 1)- Pneus e outros materiais rolantes (câmaras de ar, manchões e etc) *
  • 83.
    Tipos e classificaçõesde depósitos ***DEPÓSITOS INSERVÍVEIS/LIXO (D 2) Depósitos encontrados em Ferros-Velhos, (PE) ,Sucatas (recipientes plásticos, garrafas e latas) **DEPÓSITOS NATURAIS (E) Axilas de folhas (bromélias, etc.) buracos em árvores e rochas, restos de animais, etc.
  • 84.
  • 85.
  • 86.
  • 87.
    Etapas da Técnicade coleta amostras Vistoriar todos os depósitos que contenham água; Coletar amostras de todos os depósitos; Acondicionar no mínimo uma e no máximo dez amostras;
  • 88.
  • 89.
    Pesquisa de focono interior do domicílio
  • 90.
    Pesquisa de focosno Perímetro do domicílio
  • 91.
    Coleta no criadourocom pipeta grande
  • 92.
    Despejo do materialna bacia e posterior coleta com pipeta
  • 93.
    Larvas e pupasna palma da mão
  • 94.
  • 95.
  • 96.
  • 97.
  • 98.
    Preenchimento do boletimdiário e da etiqueta com dados
  • 99.
    Material utilizado Lanterna( com pilha) Espelho Pesca-larva (para água suja e água limpa) Luva Pipeta (grande e pequena) Tubito (com etiqueta) Algodão Álcool Bacia Frasco (para acondicionar o álcool
  • 100.
    Agradecimentos Centro deEstudos e Pesquisas de Antropozoonoses – (CEPA) - SESDEC-RJ . Equipe de Gestão e Informação (EGI) - SESDEC-RJ. Reconhecimento Geográfico (RG) - SESDEC-RJ. Supervisão - SESDEC-RJ
  • 101.
    Levantamento de ÍndiceRápido de Aedes aegypti - LIR Aa Objetivo: Permitir diagnóstico rápido da situação entomológica de uma localidade, para direcionamento das ações de controle do vetor e de educação em saúde. Componente 1 do PNCD - Vigilância epidemiológica - Sub-Componente Vigilância entomológica “ Implantar nova metodologia para realizar levantamento rápido de índice de infestação...” Amparado Portaria 1172 de 15/06/2004 , Cap. I, art. 2º, inciso XV. Importância: Determinar riscos à saúde humana (evitar óbitos por dengue) Marco Histórico
  • 102.
    Finalidade: Determinar comrapidez e precisão os seguintes índices: 1. Índice de Infestação Predial; 2. Índice de Breteau; 3. Índice de Tipo de Recipientes. Estratégia: Divisão do município em estratos (de 8,1 a 12 mil imóveis - ideal em torno de 9 mil).
  • 103.
    Os pré-requisitos parao planejamento do LIR Aa 1. atualização do reconhecimento geográfico (RG): nº de imóveis/bairro/quadras/prédios; mapas dos bairros numerado por quadras; mapa de conjunto do município com bairros - garantir a continuidade e contigüidade dos estratos; 2. mapeamento dos recursos humanos de forma quantitativa e qualitativa; 3. conhecer e dominar as técnicas e objetivos do LIRAa; 4. levantamento dos recursos materiais disponíveis - material de campo, laboratório, veículos e equipamentos de informática;
  • 104.
    1. reconhecimento geográfico (RG) não atualizado! n.o de imóveis sub ou superestimado – amostragem pode perder a representatividade ou haverá excesso de trabalho (inspeções além do planejado); em imóveis verticais quantos devem ser amostrados?; sem o mapeamento adequado por quadras, como planejar a amostragem?; formação de estratos sem relação entomo-epidemiológica. Ex: – estrato formado com áreas sem continuidade e contigüidade; Os pré-requisitos para o planejamento do LIR Aa – dificuldades decorrentes
  • 105.
    2. mapeamento dosrecursos humanos de forma quantitativa e qualitativa ; seleção de servidores com perfil para a execução das atividade, ex: escolher agentes responsáveis para compor a equipe (durante a operação: sobra de agentes – inspeção em apenas cerca de 4 a 5% dos imóveis); falta de RH para as ações: agentes, supervisores, laboratoristas, motoristas; Os pré-requisitos para o planejamento do LIR Aa – dificuldades decorrentes
  • 106.
    Os pré-requisitos parao planejamento do LIR Aa – dificuldades decorrentes 3. conhecer e dominar as técnicas e objetivos do LIR Aa . orientações equivocada aos supervisores e agentes ex: imóveis verticais? terrenos baldios? imóveis fechados ou recusados são trocados por outros? inspeciona-se pontos estratégicos -PE? coleta dos tubitos e acondicionamento preenchimento dos formulários proceder tratamento durante a inspeção? 4. mapeamento dos recursos materiais disponíveis - material de campo, escadas, laboratório, veículos e equipamentos de informática. LIRAa: depende sustentabilidade política e planejamento
  • 107.
    O planejamento doLIR Aa Identificação e seleção da equipe do LIR Aa - Coordenador, Supervisores e Agentes; Levantamento das necessidades - material de campo, laboratório, veículos e equipamentos de informática, recursos humanos para o LIR Aa ; Capacitação da(s) equipe(s) - apresentação das estratégias e objetivos do LIR Aa ; ANTECEDE PELO MENOS UM MÊS A REALIZAÇÃO DO LEVANTAMENTO. DURANTE O LEVANTAMENTO SERÃO SUSPENSAS AS AÇÕES DE ROTINA, EXCETO BLOQUEIO DE CASOS
  • 108.
    Delimitação dos estradosdo LIR Aa Requisitos: Informações sobre delimitação dos bairros (quarteirões); Mapas mostrando rede viária e fluvial; Dados sobre condições socioeconômicas de cada bairro Rodovias, vias férreas e rios: são fatores que podem determinar a divisão dos estratos Buscar conformar estratos considerando divisores e localidades com níveis socioeconômicos semelhantes Estratos: áreas contínuas e contíguas
  • 109.
    Estabelecer os estratosdefinindo-os no mapa e obter nº. de quarteirões e imóveis (tamanho de 8,1 mil a 12 mil imóveis); Se restar área com mais de 12 mil imóveis ou menor que 8,1 mil = dividir em estratos menores (cerca de 2 mil – tamanho da Amostra passa para 250 imóveis); Sistema adota mudança automática na configuração. Delimitação dos estrados do LIR Aa
  • 110.
    Índices Entomológicos doLIRAa 1. Índice Predial IP = imóveis positivos x 100 imóveis pesquisados 2. Índice de Breteau IB = recipientes positivos x 100 imóveis pesquisados 3. Índice de Tipo de Recipiente ITR = recipientes XXX positivos x 100 recipientes positivos
  • 111.
    Características dos indicadores:Rapidez na obtenção; Representatividade; Fácil operacionalização; Custo – benefício compatíveis. Índices Entomológicos do LIRAa
  • 112.
    Levantamento de ÍndiceRápido do Aedes aegypti Delineamento de amostragem para cada município: em função da densidade populacional e número de imóveis existentes (excluídos os Pontos Estratégicos - PE) Amostragem por conglomerados: em dois estágios (quarteirões e imóveis) Quarteirões: unidade primária de amostragem imóveis: unidades secundária de amostragem Procedimento: permite menor concentração de imóveis nos quarteirões sorteados Divisão do município em estratos: de 8,1 mil a 12 mil imóveis Municípios ou áreas com menos de 8,1 mil imóveis: sistema altera tamanho da amostra para 250 imóveis (inspecionar 50% - “faz um pula um”) Questões operacionais: mais fácil adotar um único tamanho de amostra: 450 imóveis (independente do Índice de Breteau esperado)
  • 113.
  • 114.
    Levantamento Rápido deÍndices /2007 RG – Bairro com: 1500 imóveis com 4 prédios com 10 andares e 4apt./andar. Excluindo acima do térreo Considerar 1340 imóveis Inspecionar apenas o piso térreo (se houver play ground e garagem, também serão inspecionados)    
  • 115.
    Passos a seguir:Divisão do município em estratos abrangendo áreas contínuas e contíguas com 8,1 a 12 mil imóveis; Excluir o nº de PE que não serão inspecionados Cálculo do número de imóveis a pesquisar; Definição dos quarteirões a trabalhar; Determinação do número de agentes necessários; Definição dos laboratórios de apoio; Obtenção de apoio e sustentação de outras áreas. Realização do Levantamento de Índice por estrato; Não haverá recuperação de pendências - imóvel fechado ou recusado: Ir para o próximo imóvel. Caso não atinja a meta de visitas no quarteirão sorteado, passar para o quarteirão imediatamente subseqüente até que esta seja atingida.
  • 116.
    Passos a seguir:Consolidação dos dados de campo; Complementação com as informações do laboratório; Alimentação do sistema de informação; Análise dos dados e elaboração de relatório final; Planejamento das ações necessárias.
  • 117.
    Atribuições do Coordenador:Dividir o município em estratos abrangendo áreas contínuas e contíguas com 8,1 a 12 mil imóveis; Calcular o número de imóveis a pesquisar; Definir os quarteirões a trabalhar; Definir recursos humanos necessários: supervisores, agentes, laboratoristas e digitadores; Definir o(s) laboratório(s) de apoio; Definir necessidades de veículos, equipamentos e insumos; Analisar dados e elaborar relatório final; Planejar as ações necessárias: operações de campo e ações de informação, educação e comunicação social.
  • 118.
    Atribuições doSupervisor Organizar e distribuir os agentes na área de trabalho; Abastecer os agentes de saúde com os insumos necessários; Supervisionar as atividades dos agentes de saúde, em 10% dos imóveis trabalhados (70% indiretas e 30% diretas); Receber e conferir o “ Boletim de Campo e Laboratório do Levantamento Rápido de Índices” Preencher o consolidado parcial (por agente) Encaminhar, juntamente com o consolidado do “ Boletim de Campo e Laboratório do Levantamento Rápido de Índices” a o laboratório as amostras coletadas; Consolidar os dados (campo e laboratório) no “Resumo do Boletim de Campo e Laboratório”; Enviar ao setor de digitação o “Resumo do Boletim de Campo e Laboratório” por estrato.
  • 119.
    Atribuições do Agentede Saúde : Realizar pesquisa larvária nos imóveis definidos no estrato; Registrar as informações no formulário “ Boletim de Campo e Laboratório do Levantamento Rápido de Índices ”; Visitar de 20 a 25 imóveis/dia; Repassar ao final do dia o “ Boletim de Campo e Laboratório do Levantamento Rápido de Índices ” devidamente preenchido ao supervisor.
  • 120.
    Estratégia de inspeçãoColeta de Tubitos: (1) da caixa d'água, (1) da piscina (3) 1 para cada caco de vidro positivo (4) 1 para cada pneu positivo Não fazer “pool” de larvas Qualidade na inspeção: IB e ITR que refletem a realidade         
  • 121.
    Levantamento Rápido deÍndices /2007 Formulários Preenchida após resultado do laboratório Preenchida no campo Pelo agente
  • 122.
    Levantamento Rápido deÍndices /2007 - Formulários Avaliar evidências de erros operacionais Comunicar rapidamente todos os Agentes se o erro for comum a todos
  • 123.
    Levantamento Rápido deÍndices /2007 - Formulários
  • 124.
    Levantamento Rápido deÍndices /2007 - Formulários
  • 125.
    SUPERVISORES NA OPERAÇÃODE CONTROLE DA DENGUE SETEMBRO DE 2010
  • 126.
    SUPERVISÃO Conceito – atividade que permite o acompanhamento da execução das ações e sua qualidade, maximizando os recursos disponíveis e realizando as adequações necessárias. Objetivo – obtenção da melhoria das respostas na ação realizada.
  • 127.
    ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISORConhecer os aspectos técnicos e operacionais do controle da dengue Organizar e distribuir o pessoal sob sua responsabilidade; Atenção ao tempo chuvoso Prever , distribuir e controlar os insumos e materiais utilizados no campo;
  • 128.
    ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISORAtuar como facilitador, oferecendo os esclarecimentos sobre cada ação que envolva o controle vetorial; Acompanhar sistematicamente o desenvolvimento das atividades, por intermédio das supervisões: 70% indireta, 30% direta.
  • 129.
    ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISORGarantir junto ao pessoal sob sua responsabilidade, o registro correto e completo das atividades. ( OBS. È importante o supervisor conferir os boletins antes da liberação dos agentes) Garantir o fluxo da informação quanto aos resultados. Conhecer os índices (imóveis pendentes, LIRAa e outros)
  • 130.
    ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISORConhecer o território a ser trabalhado: Os limites e divisas ; O quantitativo de quarteirões; O quantitativo de imóveis;( atualizar e cadastrar os imóveis PE) Identificar os fatores de riscos e Determinantes;
  • 131.
  • 132.
    TIPOS E MARCAÇÃODE QUARTEIRÕES 4 Início do quarteirão nº 4 Continuação do quarteirão nº 4 Término de quarteirão irregular nº 4 Quarteirão de um único imóvel 4 4 4 Início Fim
  • 133.
    CLASSIFICAÇÃO DE QUARTEIRÃOREGULAR : é aquele que pode ser contornado totalmente, retornando ao seu início
  • 134.
    IRREGULAR : é aquele que não permite o retorno ao seu início por conta de algum acidente natural, artificial ou por critérios normativos. ele possui início e fim definidos.
  • 135.
    IMÓVEIS Definição: Propriedade com acesso individual e/ou coletivo Nota - Não são considerados imóveis: barracões e quartos de ferramentas, de costura e artes plásticas,garagens, abrigos para animais e demais dependências ou outras construções que estejam sobre a guarda ou proteção do proprietário / morador do imóvel principal, exceto quando se destinarem para moradia, atividades econômicas ou religiosas.
  • 136.
    CLASSIFICAÇÃO DOS IMÓVEISImóvel Único: é aquele que tem acesso e/ou número individual; Imóvel Referência: é aquele que tem seu acesso e seu número utilizados como base para os demais imóveis; Imóvel Complementar: é aquele que seu acesso depende de outro imóvel e seu número absorve o número deste imóvel (referência); Móvel Seqüencial: é aquele independente sem número ou com número repetido na mesma rua;
  • 137.
    TIPO DE IMÓVEISImóveis Residências (R) são aqueles em que pessoas estabelecem seu domicílio, ou seja residem; Imóveis Comerciais (C) são aqueles onde se realizam atividades mercantil (compra e venda de mercadorias) ou prestação de serviços; Ex: mercados, bares, consultório médico ou dentário, escritórios advocatícios, contábil, seguros ou imobiliários etc. Terreno Baldio (TB) são aqueles terrenos que não possuem edificações capazes de abrigar pessoas;
  • 138.
    Pontos Estratégicos (PE) é o local onde há grande concentração de depósitos para a desova do Aedes aegypti, ou seja, local especialmente vulnerável à introdução do vetor (os pontos estratégicos devem ser identificados,cadastrados e constantemente atualizados, sendo inspecionado quinzenalmente). Geralmente existe rotatividade nos PE Imóveis Outros (O) são quaisquer outros tipos de imóveis que não se definam em nenhum dos tipos anteriores. Ex: templos religiosos, industrias, escolas, quartéis e hospitais
  • 139.
    Grupo (A) são os depósitos utilizados para armazenamento de água para consumo humano. No boletim são classificados em dois (2) subgrupos: Subgrupo ( A.1 ) depósitos/recipientes de água de consumo humano em nível elevado. Ex: caixas d’água, tambores, depósitos de alvenaria, que devido a altura que estão instalados fazem a distribuição do líquido pela gravidade; Subgrupo ( A.2 ) depósitos/recipientes de água para consumo humano ao nível do solo. Ex: Cisterna, tonel, tambor, barril, tina, dep. de barro (filtro, moringas e potes), cx. d'água, poço ou cacimba. TIPOS E CLASSIFICAÇÕES DE DEPÓSITOS
  • 140.
    Grupo (B) são depósitos moveis que podem ser movidos com facilidade, porém não podem ser eliminados, pois apresentam alguma utilidade para o morador. Ex: Vasos e frascos c/ água, prato, garrafas, pingadeira, recip. para degelo de geladeiras, bebedouros, peq. fontes ornamentais, mat. em dep. de construção (sanitários estocados, etc.), objetos. religiosos. p/ rituais, etc. Grupo (C) são depósitos fixos que não podem ser movidos com facilidade, seja por sua instalação ou por ser parte de uma estrutura maior. Ex: Tanques em obra, borracharias ou hortas; calhas, lajes e toldos em desníveis; instalações hidráulicas sem uso (ralos, sanitários, caixas de inspeção e passagens e etc.); piscinas não tratadas; fontes ornamentais.
  • 141.
    Grupo (D) são depósitos passíveis de remoção/proteção que ficam temporariamente acondicionados em locais de onde são removidos com freqüência. No boletim são classificados em dois subgrupos: Subgrupo (D.1) Ex: pneus e outros materiais rolantes (câmaras de ar, manchões e etc.) Subgrupo (D.2) depósitos encontrados em PE, ferro velho, depósitos de sucatas. Ex: lixo (recipientes plásticos, garrafas e latas) e entulho TIPOS E CLASSIFICAÇÕES DE DEPÓSITOS
  • 142.
    Grupo (E) São depósitos Naturais, aqueles encontrados em arvores, rochas e animais mortos. Ex. axilas de folhas (bromélias e etc.), buracos em arvores e rochas, restos de animais (cascas e carapaças) e etc..
  • 143.
    PLANEJAMENTO DO SUPERVISORPlanejar as ações Distribuição de RH Distribuição de insumos Bolsa Mapa Larvicida Formulários EPI
  • 144.
    Imóveis positivos x 100 Imóveis inspecionados Depósitos positivos x 100 Imóveis inspecionados Recipiente positivos x 100 Imóveis inspecionados Índice de infestação predial Índice de breteau Índice de recipiente Tipo de recipiente positivos x 100 Imóveis inspecionados Índice do tipo de recipiente predominante Índice de pendência Número de imóveis não trabalhados x 100 Número de imóveis informados
  • 145.
    CONTROLE QUÍMICO Éa última opção de controle do vetor. Deve ser utilizado com conhecimento técnico e muita responsabilidade, a fim de preservar a saúde ambiental e humana. Obs. O uso constante de inseticida químico, realiza naturalmente a seleção de linhagens resistente.
  • 146.
    Consiste na aplicaçãode um produto larvicida em todos os depósitos positivos ou não para formas imaturas de mosquitos, que não possam ser eliminados mecanicamente. Todos os depósitos com água que não puderem ser protegidos ou eliminados serão tratados. Em áreas infestadas bem delimitadas, desprovidas de fonte de abastecimento coletivo de água, o tratamento focal deve atingir todos os depósitos de água de consumo vulneráveis à ovo posição do vetor. SEGUNDA OPÇÃO: TRATAMENTO FOCAL
  • 147.
    É bom entendero conceito de supervisão Supervisão não é mais realizada como antes em que o supervisor tinha a missão de cortar diária, dia, dar faltas, punir o seu agente. Hoje os objetivos são, corrigir, aperfeiçoar comunica e motiva o agente, reconhecer lideres,procura estabelecer metas como incentivo e administra problemas sendo um negociador na tentativa de estabelece equilíbrio e um melhor meio de realização do trabalho.
  • 148.
    Reconhecer dificuldade dealguns servidores que embora tenha sido capacitado não se encontra qualificado no momento para o serviço ao qual lhe foi conferido, necessitando remanejá-lo para melhor aproveitamento do servidor. Prudência, coerência, bom senso, conhecimento e liderança com justiça e paciência se fazem ferramentas necessárias para realização de uma boa supervisão.
  • 149.
    O supervisor precisaprimeiro mobilizar a si mesmo antes, para logo após mobilizar sua equipe e ai, através de uma equipe bem preparada e bem mobilizada, reconhecendo a sua importância no contesto de saúde publica, mobilizar nossa população de maneira eficiente e eficaz com empenho, alma e coração. Só assim conseguiremos terminar a nossa escada para o céu.
  • 150.
    Agradeço as equipesde STACV, Mobilização Social, SOE, DETEC e a todos os profissionais que de maneira direta ou indireta estiveram envolvidos na confecção desse material de capacitação. Equipe SES da Ana Neri. Telefones para contatos e esclarecimentos: DETEC MS STCV SOE 23322426 23322426
  • 151.

Notas do Editor

  • #49 0,06+0,06+0,06=0,72 0,06 0,06 0,6 _______ 0,72