Os textos discutem a relação entre vontade, intelecto e consciência. Schopenhauer vê a vontade como primordial e o intelecto como secundário, enquanto Nietzsche critica a ideia de uma vontade ou eu como coisa-em-si e vê o eu como uma ficção criada pelo pensamento para impor ordem ao caos da multiplicidade humana. Ambos destacam a importância da vontade na determinação da atividade intelectual.