Este documento analisa como dois jornais brasileiros narraram um escândalo político durante eleições municipais em 2004. O estudo mostra que os jornais usaram técnicas narrativas para dramatizar os acontecimentos e transformar os envolvidos em personagens, contradizendo a ideia de objetividade jornalística. A análise se concentra na cobertura do caso "Maria do Socorro" pelos jornais Diário de Pernambuco e Jornal do Commercio.