INFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOSINFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR | JANEIRO | FEVEREIRO DE 2010 | Nº 52 | ANO 9WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR | JANEIRO | FEVEREIRO DE 2010 | Nº 52 | ANO 9
PDP AGORA É PRIDETodos os detalhes da transação PÁG. 72
PASSE ESTA REVISTA PARA SEUS FUNCIONÁRIOSPASSE ESTA REVISTA PARA SEUS FUNCIONÁRIOS
GERENTE
COMPRADOR
VENDEDOR 1
VENDEDOR 2
VENDEDOR 3
O PERIGO DA GUELTA Quando as lojas passam a ter outros donos PÁG. 110
UMAHISTÓRIA
QUE É SHOW
CLIENTES
INSATISFEITOS
Transforme o problema
em oportunidade em cinco
dicas essenciais PÁG. 112
A LOJA MÁGICA
Como transformar o seu
PDV em um local realmente
estimulante para compra PÁG. 48
PREPARE-SE PARA
O NOVO GOVERNO
Os projetos previstos pela
Dilma que podem afetar
o seu negócio PÁG. 68
QUE É SHOWQUE É SHOWQUE É SHOWA trajetória meteórica da empresa que cresce quase
50% ao ano e se prepara para ser em dez anos a maior
distribuidora da América Latina. Conheça a ProShows PÁG. 56
INFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOSINFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS
UMAHISTÓRIAQUEÉSHOW|JANEIROEFEVEREIRO2011|Nº52MÚSICA&MERCADO
Vladimir de Souza,
CEO da ProShows
A
NOVA
CHINA
Os destaques da
M
usic China
PÁG. 122
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24 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
SUMÁRIO
MATÉRIAS
38 MUNDO DIGITAL38 MUNDO DIGITAL Use as redes sociais de forma criativa e incremente suas vendasUse as redes sociais de forma criativa e incremente suas vendas
42 MARKETING E NEGÓCIOS As tendências de mercado em 2011; por Alessandro Saade
44 INTERNACIONAL Conheça as estratégias da Meinl Cymbals
48 A LOJA MÁGICA Medidas simples e eficazes para estimular as vendas do seu PDV
50 PERFIL O sólido crescimento da Hayonik
54 PEQUENAS E MÉDIAS Dicas fáceis para fidelizar clientes
66 PDV Previna-se contra a entrada de lojas de outros setores em nosso mercado; por Luiz Sacoman
68 GESTÃO O novo governo e as mudanças de interesse dos empresários
72 MERCADO PDP agora é Pride. Confira os detalhes da transação
78 TECNOLOGIA MUSICAL Descubra o que seu negócio tem a ver com um jogo de golfe; por Joey Gross Brown
82 PROJETOS SOCIAIS Lojistas e fabricantes: parcerias para fazer deste um mundo melhor
86 TOP OF MIND86 TOP OF MIND Os ganhadores de 2010, por meio da maior pesquisa sobre o nosso setorOs ganhadores de 2010, por meio da maior pesquisa sobre o nosso setor
110 NEGÓCIO DE VAREJO As consequências da guelta; por Neno Andrade
112 PÓS-VENDA Transforme os clientes insatisfeitos em uma clientela fiel
120 ARTE DA GUERRA Estratégias de guerra para ações comerciais
122 MUSIC CHINA As mudanças que a terceira maior feira do setor antecipa ao mercado
SEÇÕES
26 EDITORIAL O que esperar de 2011
28 ÚLTIMAS Visibilidade no PDV é fator crucial para a venda
36 ENQUETE O novo governo e as expectativas para os negócios
116 VIDA DE LOJISTA Red Music/TO
126 INOVAÇÃO & DESIGN Kitara, a guitarra sem cordas
128 PRODUTOS Lançamentos de 2011
132 TESTE Gravador Boss Micro BR
134 SERVIÇOS O que a M&M pode oferecer a você
136 CONTATOS Nossos anunciantes você encontra aqui
138 CINCO PERGUNTAS Como lidar com a queda
das vendas no início do ano
Errata
Na matéria “O melhor da Inovação”,
pág. 116, ed. 51, o telefone correto da
Hayonik é (43) 3377-9800.
56 CAPA
Uma história que é show! Os detalhes da
jovem empresa e sua trajetória meteórica
em direção ao topo. Conheça a ProShows
MATÉRIAS
por Joey Gross Brown
Trofeu2010.indd 1
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RECENTEMENTE A PREFEITURA DE SÃO PAULO, SP, reforçou o
combate a qualquer caracterização de comércio ilegal das ruas da
capital. Como resultado, músicos e outros artistas que trabalham
em troca de colaboração espontânea foram taxados de comercian-
tes e proibidos de se apresentar. No dia 20 de dezembro, uma mani-
festação popular com cerca de 250 pessoas atravessava a Av. Paulis-
ta clamando seu direito de expressar a arte em locais públicos.
CIDADES COMO NOVA YORK, PARIS, BERLIM, entre tantas outras,
alémdepermitiremamanifestaçãocultural,autorizamopagamen-
tos espontâneo desses músicos pela população.
ENTIDADES QUE ATUAM PARA O DESENVOLVIMENTO do
mercado e proteção aos músicos não se manifestaram. Essa fal-
ta de apoio reflete o descomprometimento com o setor. Vivemos
de apaixonados por música e músicos. A imagem mostrada pela
imprensa, com policiais tentando apreender o instrumento de um
músico e ele sendo preso na Av. Paulista, não traz nada de positivo
ao mercado. Qual é percepção que um pai tem assistindo a uma
cena dessa na televisão? Precisamos que os líderes das associações
tenham uma postura pró-ativa e positiva em relação à música.
Ações positivas desenvolvem o mercado. Dedico esta revista a to-
dos os artistas desconhecidos, que trabalham na rua e enchem as
calçadas com boa música.
QUE 2011 SEJA UM ANO BOM, iluminado e com muito áudio e ins-
trumento!trumento!
DANIEL NEVESDANIEL NEVES
*Rui Barbosa (1849-1923), grande intelectual, político, escritor, jurista e abolicionista brasileiro*Rui Barbosa (1849-1923), grande intelectual, político, escritor, jurista e abolicionista brasileiro.
26 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Artistasproibidosdetocarnarua
“Não é possível estar dentro
da civilização e fora da arte.”
— Rui Barbosa*
DANIEL NEVES
Editor / Diretor
Daniel A. Neves S. Lima
Diretora de Comunicação
Ana Carolina Coutinho - MTB: 52.423
Assistentes de Comunicação
Itamar Dantas
Juliana Cruz
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Joey Gross Brown, Luiz Sacoman, Miguel
De Laet, Moacir Moura e Neno Andrade
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Parcerias
Associados
EXPEDIENTE
Frankfurt • China
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Rock Band: Nova guitarra Fender (foto pasta)
A Harmonix Music Systems e a MTV Games se uniram
à Fender Musical Instruments para anunciar uma nova
guitarra para o jogo Rock Band 3. De tamanho original,
a Squire by Fender Stratocaster Guitar and Controller é
uma guitarra híbrida que também serve como controle
para jogar. O Rock Band 3 será apresentado em junho de
2011, nos Estados Unidos.
Medidas econômicas vão impactar no varejo
Com as restrições ao
crédito recém-anun-
ciadas pelo governo,
o segmento de bens
duráveis — incluindo
instrumentos musicais
— é o que deve sentir
o maior impacto do
anúncio do Banco
Central (BC), que
calcula que R$
61 bilhões em
crédito deixa-
rão de circular
com o aumento
do compulsório.
Segundo o
diretor-executivo
da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo
do Estado de São Paulo (Fecomércio), Antônio Carlos
Borges, o governo federal não deve aumentar a taxa bá-
sica pelo menos no primeiro trimestre de 2011, visto que
o capital de giro do varejo já foi retirado para conter os
gastos. Quem discorda dessa análise, em termos, é o eco-
nomista da Fundação Getulio Vargas (FGV) André Braz,
que acredita que a inflação em alta pode levar o Banco
Central a aumentar taxa Selic. O primeiro semestre de
2011 ainda vai registrar crescimento mais forte baseado
noefeitocarryover[crescimentoacumuladonopassado],
com desaquecimento gradual a partir da segunda meta-
de do ano. Esse resultado ocorrerá devido a pressões so-
bre os preços que devem impulsionar os juros em 2011.
NEWS
Arobas Music busca distribuidores
A fabricante do Guitar PRO está buscando distribuidores
em diversos países, inclusive o Brasil. A empresa oferece
exclusividadeegarantiadeproteçãocontraapiratariado
produto. Contato: marketing@arobas-music.com
Peso de ouro
Na busca por bons profissionais, representantes comer-
ciais mais famosos (entenda-se com marcas já estabele-
cidas) têm sido alvo de flertes. Seus prepostos também.
Visibilidade do PDV é fator crucial
Umapesquisarealizadapelainternetcom1.488participantes,
homens e mulheres, entre 20 e 69 anos, das classes A, B e C,
reafirmou o que muitos profissionais de marketing dizem há
anos:visibilidadenopontodevendaéoprincipalfatorparao
sucesso de um lançamento. Nesse quesito, os shoppings, que
são sempre vistos como o centro das tendências, perdem es-
paço para os estabelecimentos de rua, já que 53,7% compra-
ram novos produtos neste modelo de ponto de venda, contra
15,2%naslojasdentrodosshoppings.Aprincipalcaracterísti-
ca do shopper brasileiro indicado no estudo da ToolBox TM é
oconhecimentosobreoprodutoantesdechegaraoPDV.Isso
mudaaestratégiadaslojasque,agora,devemsepreocuparem
disponibilizaroprodutonasprateleirasechamaraatenção.
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WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 29
Ilhabela sai na frente
Cercade5,5milestudantesdacidadedolitoralpaulistajátemoensinodemúsi-
ca em sua grade curricular. O município é um dos primeiros do Brasil a implan-
taraleiquepassaaserobrigatóriaemagostoparatodooterritórionacional.
Ano novo, casa nova
O escritório da ProShows em São Paulo mudou de endereço. A empre-
sa encontra-se na Av. Indianópolis, 2.641, no bairro Indianópolis. Com
mais espaço, o novo escritório cuida do setor de vendas e oferece show-
rooms de todas as marcas com as quais a distribuidora trabalha.
Representantes a mil
Nunca na história deste país representantes comerciais tiveram tanta
procura.Omotivo:asimportadorasqueestãofazendoomodelohíbrido
de telemarketing e representantes comerciais. Tem funcionado.
Ribeirão Preto sedia
feira de música
Com o apoio da prefeitura
e de mais de dez repre-
sentantes, a feira Music
Show, que acontecerá em
Ribeirão Preto (SP), em
fevereiro, será no Centro
de Convenções de Ribeirão
Preto e conta com uma es-
trutura mais profissional.
Fachada do Centro de Convenções
de Ribeirão Preto
Pro-Mark é vendida para a D’Addario
AD’Addario,maiorfabricantemundial
de cordas para instrumentos musicais
e acessórios, e a Pro-Mark estão perto
de finalizar a proposta de compra da
empresadebaquetaspelaD’Addario.
Com53anos,aPro-Markéumadas
maisconceituadasfábricasdebaquetas
domundo.“Estaaquisiçãoéumaestra-
tégia chave para nós. A Pro-Mark será
um complemento natural e extensão
da linha”, explica Jim D’Addario, CEO
da D’Addario. “Além disso, proporciona
maior potencial na diversificação da
nossaofertadeprodutosepoderárefor-
çaronossocompromissodeexpandira
plataformadeproduçãoaquinosEUA.”
O CEO da Pro-Mark, Maury Bro-
chstein, endossa: “Estou animado com
a oportunidade de colaborar com a
D’Addario para o crescimento da Pro-
-Mark. A concretização deste negócio
com a D’Addario irá assegurar que a
rica história da Pro-Mark, de criar pro-
dutos excepcionais, será levada adian-
te, em direção ao futuro. Nossos clien-
tes também se beneficiarão, D’Addario
é incomparável com seu serviço ao
cliente. Esta é uma situação ganha-
-ganhaparatodososlados”.
Anotíciaérecenteparasaberseirá
impactar de alguma forma as vendas
atuais no Brasil. Para o presidente da
Musical Express, Antonio Tonelli, re-
presentante da Pro-Mark e D’Addario
no País: “Ainda é muito cedo pra ava-
liar,mascomcertezaserámaisgosto-
so trabalhar com a Pro-Mark agora”.
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30 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
EVENTOS
Sennheiser reúne 70 profissionais de áudio em SP
São Paulo recebeu, no início de dezembro de 2010, o
Sound Academy, da Sennheiser. A etapa paulista do
workshop reuniu cerca de 70 profissionais do setor
para discutir aspectos das novas tecnologias sem
fio e instruir os profissionais a trabalharem eficaz-
mente em um ambiente cada vez mais congestiona-
do de frequências. Para o palestrante Joe Ciaudelli,
engenheiro especialista em RF (radiofrequência) e
diretor do departamento de educação da Sennhei-
ser, os profissionais do setor de áudio precisam se
atualizareseprepararparaocrescimentodousode
equipamentos wireless. “As grandes produções es-
tão se tornando cada vez mais sofisticadas, usando
cada vez mais equipamentos wireless. Com a che-
gada da Copa do Mundo e das Olimpíadas ao Brasil,
os profissionais do setor de áudio devem estar ca-
pacitados para lidar com esse tipo de equipamen-
to”, afirma Ciaudelli. A Sennheiser realizará novas
edições do workshop em 2011.
Royal leva lojistas para fábricas da Gibson nos EUA
Em 2010 a Royal Music realizou a Gibson Tour e levou al-
gunslojistasparaconhecerasinstalaçõesdafábricadaGi-
bsonnosEUA.Oroteirodesetediasincluiuvisitaàfábrica,
queproduzguitarrassólidas,comoLesPaul,SGeFlyingV,
e o Custom Shop, em Nashville, Tennessee, além da fábrica
e Custom Shop de Memphis. A viagem aconteceu a bordo
doGibsonBus,umaespéciedecamarimmóvel por ondejá
passaram artistas como Paul McCartney e Stevie Wonder.
A primeira edição da Gibson Tour ocorreu em 2000, mas
esta passou apenas pelas fábricas de Nashville.
AslojasconvidadaspeladistribuidoraforamaReferen-
ce(SP),MadeinBrazil(SP),HendrixMusic(SP),ClaveNova
(RJ), Barramusic (RJ), Two Tone (SP) e Drumshop (PR). “O
Condor patrocina III Festival Rock na Veia
A fabricante e distribuidora Condor Music patrocinou
o III Festival Rock na Veia, que tem como principal
objetivo chamar a atenção para a importância da
doação de sangue. Com o slogan “Seja roqueiro
sangue bom, doe sangue”, o evento aconteceu em
Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, DF.
critério do convite às lojas funcionou mediante um pacote
estipulado em valor de compras da marca Gibson no perí-
odo de setembro de 2009 a março de 2010”, explicou Luiz
Sacoman, gerente comercial da Royal Music.
Equipe Sennheiser realiza o Sound Academy em São Paulo
Equipe brasileira participante do Gibson Tour
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WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 31
ENDORSERS NEWS
Banda Restart agora usa Takamine e Gretsch
A distribuidora Sonotec, detentora de, entre outras marcas, Takamine e
Gretsch, anunciou que a Banda Restart será endorsada pelas duas mar-
cas. A banda, criada em 2008, é um dos ícones do chamado happy rock,
simbolizado por letras alegres e roupas coloridas, e vendeu mais de 50 mil
cópias de seu primeiro CD, Restart.
Novo endorsee da Gemini
Maestro Billy é o novo endorsee da Gemini, mar-
ca especializada em equipamentos para DJs e
representada pela Equipo no Brasil. Ao longo de
seus 21 anos de profissão, Billy tocou nas prin-
cipais casas noturnas e clubes de diversas capi-
tais brasileiras. A experiência como DJ o ajudou
a criar e fazer produções para importantes artis-
tas, como Ana Carolina, Lulu Santos, Jota Quest,
Enya, entre outros. Atualmente Billy tem seu es-
túdio próprio em São Paulo e é DJ do “Caldeirão
do Huck”. O DJ também é endorsado por outra
marca da distribuidora, a Sennheiser.
Golden investe em endorsees
Os guitarristas Olmir Stocker e
Jonas Sant’Anna são os novos
endorsees da marca Golden.
Os dois guitarristas — que
pretendem lançar um CD em
2011 — agora usam o modelo
premiado com o “Equipo
de Ouro” da revista Guitar
Player: Golden GSH 560.
A distribuidora Sonotec, detentora de, entre outras marcas, Takamine e
Restart: ícone do happy rock
Maestro Billy é DJ do
Caldeirão do Huck
Olmir Stocker (esq.) e Jonas Sant’Anna
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32 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
CLICK pelo mundo virtual
Mamute.me testa instrumentos
Lançado em janeiro, o site Mamute.me veio
com o objetivo de facilitar a escolha dos ins-
trumentos por parte dos consumidores finais.
O site é publicado em português e espanhol e
conta com um diretório de professores. Para
conhecer, acesse: www.mamute.me.
Promoções no Twitter
Antenada à usabilidade do
Twitter, a distribuidora Musical
Express aproveitou o #music-
monday e criou o #PromoMu-
sicMonday, durante o mês de
dezembro de 2010, a fim de es-
treitar seu relacionamento com
o consumidor final. Flora To-
nelli, diretora de marketing da
empresa, explica a promoção:
“O primeiro a responder corretamente a um desafio leva o prêmio. Por
sua natureza relâmpago, o  PromoMusicMonday não prioriza a quan-
tidade de participantes, e sim o pioneirismo da ação e a consolidação
de um bom relacionamento com todos os nossos seguidores”.
A rede de lojas PlayTech também aproveitou o Twitter para pro-
mover sua marca e presenteou um seguidor do Twitter com uma Fen-
der Stratocaster. “Desde a reformulação do site playtech.com.br, em
março de 2010, quando modernizamos a ferramenta de e-commerce
e reforçamos a presença da empresa nas principais redes sociais e no
blog, estamos fazendo diversas ações nesse sentido. Claro que devido
ao Natal, a proporção desta promoção foi maior que as outras”, expli-
cou Marcelo Maurano, diretor de marketing da loja.
Gibraltar reforma
bateria em promoção
A promoção on-line Extreme
Makeover Gibraltar, promovida
pela distribuidora da marca no
País, a Musical Express, analisou
dezenasdeconcorrentes,masoví-
deo de Gustavo Zanollo, que mos-
travaquantosuabateriaprecisava
de um makeover, foi eleito o mais
criativo pelo júri, composto por
endorsees da marca e a equipe da
Musical Express. O vencedor teve
sua bateria totalmente reforma-
da, desde os parafusos até o ban-
co. No total, foram mais de 5 mil
reais em ferragens e acessórios
da marca. A promoção, inédita
no Brasil, teve grande divulgação
no site da Gibraltar, redes sociais
e fóruns especializados.
Novo site da Eagle já está no ar
O novo website da Eagle já está funcionan-
do. A empresa renovou seu portal para dar
unidade à sua comunicação visual. “Além
disso,comovisualmaisclean,ositesetor-
na mais convidativo e o produto aparece
mais”,reforçaMiguelDeLaet,coordenador
de comunicação e marketing da Eagle.
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CONTRATAÇÃO
E RECOLOCAÇÃO
Steinway & Sons
O brasileiro Sergio Rocha foi
nomeado diretor de vendas para
a América Latina pela tradicional
fábrica de pianos Steinway & Sons.
Investidas da Santo Angelo
Marcando presença no Chile
O acordo da Santo Angelo com a
distribuidora chilena Peixotogroup,
PXG, foi firmado na Expomusic 2010.
A PXG também distribui outras mar-
cas brasileiras no Chile, como a NIG,
a Luen e a Deval, por exemplo.
Apostando em cultura
A fabricante lançou em dezem-
bro o Concurso Vintage Times.
O concurso tem cunho cultural e
visa difundir novos artistas que,
ou estão em ascensão ou não tem
chance de divulgar seus trabalhos.
“Nossa intenção é que tenhamos
versões da música proposta em to-
dos os estilos, do mais puro samba
brasileiro ao trash metal”, expli-
ca Flora Campiteli, assistente de
marketing da Santo Angelo. Ações
desse tipo tendem a fortalecer a
marca perante o consumidor final,
auxiliando nas vendas do ponto de
vista dos lojistas, que também po-
dem divulgar a promoção e estrei-
tar laços com clientes que buscam
ascensão profissional na música.
Para mais informações, acesse www.
santoangelo.com.br/vintagetimes.
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34 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
NEWS ESPECIAL
GuitarCenter.com
Umadasmaioresredesdelojadeinstrumentosmusicais
dos Estados Unidos acaba de anunciar seu plano para
atuar em terras brasileiras pelo site www.guitarcenter.
com. A ideia vem sendo trabalhada desde o início deste
ano e tem como base ganhar da concorrência brasileira
oferecendo preços atrativos para os produtos de marcas
renomadas sem distribuição consolidada ou aqueles de
ponta de estoque. Especialistas reforçam a tese de que a
crise nos EUA impulsionou a decisão de vender on-line
aoBrasileaoutrospaíseslatino-americanos.Outrofator
preponderante foi a inspiração na Thomann, loja alemã
que vem se destacando no cenário na União Europeia,
vendendoparadiversospaísesdaregião.
Balão de ensaio
Apesar de não contar com a vasta quantidade de mode-
losdisponíveis–comoháparaosEUA–,aempresapode
descobrirnovosmercadosecriardepósitosnoPaís,acir-
rando a concorrência entre lojas virtuais e físicas. Uma
ação desse porte agitará o mercado e as relações entre
marcasinternacionais,distribuidoreselojistas.
Conforme pesquisa realizada pela M&M, a diferen-
ça de preço não assusta para alguns modelos, como no
casodopianodigital.NoBrasil,oprodutoàvistasaina
média de R$ 1.900,00, numa loja virtual brasileira. Na
Guitarcenter.com, o mesmo produto custa, com frete
e impostos, R$ 1.637,00, mas não conta com garantia,
nem assistência. Para produtos de alto valor agregado,
alojatemoferecidoprodutosnasuapontadeestoquea
preços mais vantajosos. Fora desses setores, as marcas
de distribuição exclusiva no Brasil possuem restrições
de venda, limitando a variedade de modelos.
Evolução do comércio ou
falta de regras na globalização?
Inicialmente, a chegada da Guitar Center pode cau-
sar certo temor em nosso mercado, mas concorrên-
cia saudável significa inovação para um setor. “Pode
haver uma reação negativa por parte dos lojistas, de
acordo com a agressividade da Guitar Center, mas
acredito que eles não serão tão agressivos assim, já
que precisarão respeitar as condições para comercia-
lizar no Brasil. Assim, a vinda dessa grande loja para
o País irá nivelar a qualidade de nosso setor em novo,
e melhor, patamar”, afirma Amauri Silva, gerente co-
mercial da Yamaha Musical do Brasil.
A opinião é endossada por Vladimir Souza, CEO da
ProShows:“Oqueseobservouapósaentradadegrandes
empresas estrangeiras foi uma rápida elevação do nível
de profissionalismo de grande parte das companhias
brasileiras do segmento, que enfrentou a nova concor-
rência. Os mecanismos de gestão empresarial dessas
empresas evoluíram muito, o que trouxe benefícios não
só para seus proprietários, como para os consumidores.
Sempre haverá espaço para os empresários que mos-
trarem inovação e competência. Este é um processo de
evolução natural pelo qual passam todas as economias
e,éóbvio,nãoiríamosficardeforaparasempre”,reforça.
Outro lado
Empresas de toda a América Latina estão em conta-
to com seus fornecedores no exterior para brecar um
possível aumento do número de produtos vendidos
no Brasil e demais países. A ideia da Guitarcenter.
com é tida pelos lojistas e fornecedores como afronta
ao comércio local e nociva à concorrência. Por outro
lado, cabe informar que não há motivo para pânico,
visto que são linhas restritas e que deverão ser can-
celadas em breve.
mercial da Yamaha Musical do Brasil.
Reflexos da entrada da Guitar Center no País
Logo após anunciarmos em nosso site que a Guitar Center
Logo após anunciarmos em nosso site que a Guitar Center
começou a vender diretamente ao Brasil pela sua loja
virtual, nossa redação recebeu diversos e-mails sobre o
impacto que a entrada da empresa teria no setor. Um dos
mais esclarecedores foi o do diretor do Grupo Quanta,
Alexandre Baroni, que evidenciou não só as implicações
tributárias e legislativas que deverão ser cumpridas pela
GC para que a concorrência seja saudável, mas também
explicitou as deficiências administrativas governamentais
às quais se sujeitam todos os empresários brasileiros
sérios. Para ler a manifestação de Alexandre Baroni,
acesse http://tinyurl.com/alexandrebaroni.
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36 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Enquete
Governo novo,
tributo novo.
Será?
Confira as perspectivas do setor
acerca do mandato da nova
presidente do Brasil, Dilma Rousseff
Ofim de um ano eleito-
ral é sempre atrelado a
muitas dúvidas em rela-
ção ao que vai acontecer com a
mudança de seu maior dirigen-
te, o presidente do País. Dilma
Rousseff, representante do PT,
foi eleita para administrar a na-
ção a partir deste ano e embora
provavelmente dê continuidade
aos projetos do governo Lula,
muitas pessoas se dividem, en-
tre confiantes e temerosas, sobre
os rumos do Brasil — sobretudo
no que diz respeito a impostos.
A M&M conversou com alguns
representantes de nosso setor
para saber qual a opinião deles a
respeitodasexpectativassobreo
novo governo.
Paula Marta Soares
Proprietária Kadosh
Marau / RS
kadoshsom@terra.com.br
KADOSH REP
Influencia muito porque,
dependendo do governo, o povo
se anima ou se retrai, afetando
muito as vendas. Se um governo
cuida do povo e passa segurança, a
população se sente mais segura e
acaba comprando mais.
É complicado, pois o PT já está no
governo há oito anos, nada deverá
mudar. Tal como os tributos, que
disseram que iriam diminuir, mas,
na verdade, aumentaram.
Tenho a loja há dez anos e a
mudança do governo FHC para o
governo Lula não influenciou nossas
vendas em nada. No entanto, os
produtos ficaram mais caros, porque
o imposto estadual aumentou. O
consumidor continua comprando na
mesma média habitual, sem diminuir
nem aumentar.
Creio que o FHC foi excelente porque
houve muitas mudanças boas. Ainda
assim, o atual governo continuou
na mesma linha do FHC, afinal,
conforme o povo evolui e começa a
fazer cobranças, o governo tem de
mudar. De qualquer forma, acho que
o anterior dava mais segurança aos
pequenos empresários.
Perguntas
1.
De que forma a
mudança de governo
influencia a sua
empresa no geral?
2.
Qual é a expectativa
sobre modificações
nas políticas
tributárias com a
mudança de governo?
3.
Como uma
mudança de governo
afetou os seus
negócios?
4.
Até hoje qual foi o
melhor governo para
as atividades da sua
empresa? Por quê?
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WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 37
Antônio Carlos Montanheiro
Proprietário Scorpion Music
Florianópolis / SC
www.scorpionmusic.com.br
SCORPION MUSIC
Marivaldo Pedreira Peixoto
Representante
Região Centro-Oeste
marivaldo2003@hotmail.com
REPRESENTANTE
Nicolau Taissun
Presidente Nenis
São Paulo / SP
www.nenis.com.br
NENIS
Estamos muito otimistas com as
mudanças de nosso mercado e acho
que chegou a hora da valorização de
grandes profissionais, por isso estamos
contratando sempre os melhores
vendedores e representantes.
Estamos aguardando essas mudanças
com tranquilidade, mas o assunto
precisa ser tratado com seriedade e
responsabilidade e cabe a nós, como
fornecedores, estar bem informados
para tranquilizar os clientes.
Durante muito tempo as lojas
trabalharam com margens pequenas
e longos prazos dos fornecedores,
encarecendo os produtos. Com a
mudança de governo, novas empresas
e grupos chegaram ao Brasil mais
agressivos e competitivos, tornando
a concorrência entre as lojas mais
saudável e linear.
A Scorpion Music nasceu no governo
Lula, então não tenho feedback sobre a
troca. Mas como profissional do ramo,
no governo do PSDB as empresas se
firmaram e cresceram gradativamente
durante oito anos. Depois disso, tudo
foi continuidade.
Atualmente vivemos uma situação
bem legal. O que vem acontecendo
hoje no mercado é bem positivo
para nós e uma troca de governo
poderia mudar isso, mas a tendência
é que as coisas permaneçam bem.
Creio que não vão ocorrer muitas
mudanças. O mercado está fluindo
e com a Dilma no poder é possível
que as portas para o nosso setor se
abram cada vez mais.
O início da transição de FHC para
Lula foi difícil para nós. Mas hoje
temos números comprovando
que depois que o Lula assumiu,
o campo de importação se
abriu e hoje há maior acesso
a instrumentos que antes não
tínhamos, e por um preço acessível.
Eu não votei no Lula, mas acredito
que foi um governo legal. O mercado
está mais estável, produtos têm
vindo com mais facilidade para o
Brasil, até o campo de emprego
melhorou. Acredito que todos estão
conseguindo lucrar com isso.
Toda eleição é benéfica para nossa
empresa em termos de vendas.
Mas teremos uma continuidade do
governo anterior, que, por sua vez,
pouco alterou a política econômica
do governo que o antecedeu. O lado
bom disso é a estabilidade.
Mudanças pontuais aconteceram,
é verdade, porém, há tempos que
se mantêm grandes injustiças
tributárias, que acabam por
inviabilizar vários ramos de
negócios. Algumas mudanças
estruturais há muito prometidas
ainda não saíram do papel.
Acredito que o mais marcante
foi o ‘confisco financeiro’ da Zélia
Cardoso de Melo. Pessoas que
tinham sua estabilidade assegurada
por anos de trabalho e poupança
se viram literalmente sem nada.
Quando se é jovem, fica fácil
administrar tal situação. Porém,
tratava-se ali de um país inteiro.
Houve um governo, se não me
engano do Figueiredo [período de
1979-1985], no qual foi criado o
Ministério da Desburocratização,
do ministro Beltrão. Talvez seja esta
a solução para um bom governo:
desburocratizar e não atrapalhar.
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38 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Mundo Digital Redes Sociais
Promoção de
produtos via
Twitter é a nova
onda do varejo,
mas existem outras
ferramentas da
web que abrangem
possibilidades
ainda inexploradas
Por Juliana Cruz / Itamar Dantas
Nãobastausar
asredessociais,é
precisosediferenciar
dessas ações. Grandes redes de lojas, como a Gang Mu-
sic e a Made in Brazil, possuem mais de 2 mil seguido-
res no Twitter pelo qual atualizam seus clientes com
notícias do meio musical e promoções relâmpagos.
Outras empresas do segmento, de menor porte,
também começaram a se utilizar das novas mídias,
e estão muito satisfeitas com os resultados. A loja
Akústica Musical (RS), por exemplo, utiliza as prin-
cipais redes sociais para divulgar promoções, novos
produtos, manter e fidelizar seus clientes.
Dentre as ações da loja que merecem destaque
está a criação de um canal no YouTube, chamado
Akústica TV, em que proprietários e vendedores apre-
sentam um microprograma para anunciar novos
equipamentos que chegaram à loja e promoções.
Já a loja A2 Instrumentos Musicais (SP) também
apostou no YouTube para conseguir conservar seus
clientes e demonstrar os seus produtos em estoque por
meio de testes, realizados pelos próprios vendedores.
Para a gerente de mídias sociais da empresa espe-
Com a popularização da web e a maior segu-
rança para realizar operações bancárias,
comerciais e circular informações pessoais,
a internet tornou-se um dos meios mais eficazes na
promoção de novos produtos, ou de ações específicas
de marketing que a utilizam como plataforma.
Algumas lojas do ramo de áudio e instrumentos
musicaisjáentraramdecabeçanasmídiassociaispara
expor seus produtos e começam a colher os resultados
OS CONSUMIDORES DE HOJE,
AO PENSAR EM ADQUIRIR
UM INSTRUMENTO MUSICAL,
IRÃO PESQUISAR MARCAS E
PREÇOS NA INTERNET
precisosediferenciar
A Akustica Musical aposta no Youtube para atrair e fidelizar clientes
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WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 39
Mundo Digital Redes Sociais
cializada em internet U, do Grupo OON Networking,
Marina Wajnsztejn, também conhecida como Ma
Wá, o YouTube realmente é uma ótima opção para
se destacar. “Além de falar dos próprios produtos, é
válido entrar no universo da música entrevistando
um artista que utilize determinada marca, tal como
fazer tutoriais, dar dicas de como montar uma acús-
tica perfeita e até mesmo ter um crítico semanal de
arranjos. Todos são exemplos de como é possível ir
muito além do produto. Até porque a comoditização
dos produtos deixa as lojas extremamente parecidas,
tornando necessário se diferenciar”, explica.
A vida virtual das lojas
Segundo Marina Marmentini, gerente de vendas da
Akústica Musical, a divulgação de seus produtos e
serviços no YouTube e demais redes sociais é resul-
tado de uma análise do perfil dos clientes que fre-
quentam a loja. “Os consumidores de hoje, ao pensar
em adquirir um instrumento musical, irão pesqui-
sar marcas e preços na internet. Eles já chegam com
o produto, a referência, cor e marca que pretendem
comprar, conhecem suas características e já sabem
até a média de preço”, conta.
Apesar de atuar no segmento de instrumentos
musicais em 2000, a Akústica Musical decidiu criar
sua loja virtual somente em 2009. “Percebemos essa
necessidade uma vez que, além de ser uma oportu-
nidade de expansão e de conquistar novos clientes,
é uma importante ferramenta de auxílio e vitrine de
vendas”, argumenta Marina. Com um ano de existên-
cia, a loja virtual já elevou o faturamento total do es-
tabelecimento em torno de 3,5%.
Com o uso das redes sociais, as estratégias de di-
vulgação da Akústica também acabaram migrando
para a web. “Trocamos nossas ferramentas de mar-
keting, como panfletos, jornais e rádios locais, para
ferramentas digitais, como Orkut, Facebook, Blogger,
Twitter, newsletters e YouTube, pois nosso cliente em
potencial se encontra no meio virtual.”
Outro caso é o da loja A2. Há dois anos e meio ela
começou a atuar nas redes sociais pelo Orkut, o que
sempre rendeu vendas devido à agilidade de comu-
nicação e à exposição dos produtos da loja. Recen-
temente criou sua página no Twitter e já conta com
ALÉM DE FALAR DOS
PRÓPRIOS PRODUTOS, É
VÁLIDO ENTRAR NO UNIVERSO
DA MÚSICA ENTREVISTANDO
UM ARTISTA QUE UTILIZE
DETERMINADA MARCA
Atendimento virtual personalizado
Lojas virtuais precisam se preocupar com o atendimento do mes-
mo modo que o fazem em uma loja física. A Akústica Musical des-
cobriu isso na prática. A maioria dos clientes que compram em
sua loja virtual entra em contato por e-mail, Orkut ou MSN. Eles
conversam com os vendedores e negociam preço, formas de
envio e finalizam a compra, tudo via internet. “Acredito que essa
seja a nossa vantagem e o diferencial em relação às grandes lojas
virtuais de instrumentos musicais no Brasil. Esse atendimento on-
-line humanista aquece a ferramenta virtual, que é fria, criando um
canal de comunicação imediato e uma relação mais pessoal com
o nosso cliente”, analisa Marina Marmentini.
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 39
A loja paulista A2 Instrumentos Musicais começou a se promover
no Orkut e agora utiliza o Twitter e Youtube na divulgação de produtos
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40 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Mundo Digital Redes Sociais
Preferidas pelo mundo corporativo
A pesquisa sobre a presença e uso das redes sociais feita pelo Instituto
Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) constatou que 65%, das
251 empresas entrevistadas, utilizam redes sociais para se comunicar com
seus clientes e atrair novos. Atualmente, a ferramenta mais procurada é o
Twitter, que, de acordo com o diretor executivo do Ibramerc, Richard Lo-
wenthal, é uma das poucas que pode ser atualizada sem demandar grande
esforço por parte das empresas.
Presença nas redes sociais
65% das empresas está nas redes
Ainda não são fundamentais
Apesar de ser popular entre as empresas, as redes sociais ainda são vistas
apenas como complemento, não sendo vistas como fundamental meio
de comunicação pelo mundo corporativo. Isso porque as empresas ainda
estão ‘testando’ seu uso na busca de entender como elas podem verda-
deiramente agregar valor ao seu negócio.
Ainda não são fundamentais
Práticas comuns
46%utilizam as
redes para
monitorar o
mercado
45%usam para
observar o
comporta-
mento dos
clientes
39%utilizam
para ficar de
olho na con-
corrência
Benefícios
45%das
empresas
acreditam que o forta-
lecimento da marca é o
maior benefício trazido
pelas redes sociais
44%das empre-
sas acham
que as redes ainda não
trouxeram nenhum
benefício
6% das empresas
acreditam
que as redes sociais
podem trazer fidelização
de clientes
Atualização
e monitoramento
40%das empre-
sas contam
com os esforços dos cola-
boradores da empresa
25%alocam um
funcionário
exclusivamente para o
exercício da atividade
11%delas
preferem
terceirizar a função
Fonte: Ibramerc
Práticas comuns
46%
45%
44%que as redes ainda não
trouxeram nenhum
e monitoramento
40%com os esforços dos cola-
boradores da empresa
25%exclusivamente para o
exercício da atividade
Benefícios
45%acreditam que o forta-
lecimento da marca é o
maior benefício trazido
6%que as redes sociais
podem trazer fidelização
11%terceirizar a função
39%
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WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 41
Mundo Digital Redes Sociais
siderar as redes sociais de maneira séria, sem tentar
forçar um assunto ou produto. Por ser um terreno li-
vre, as pessoas sentem-se totalmente à vontade para
falar — mal ou bem — de sua marca. Quanto mais
forçar da maneira incorreta, maiores as chances de
você ser mal falado”, explica.
Para o setor de instrumentos musicais, a especia-
lista sugere maior aproveitamento de redes relaciona-
das à música e audiovisual, como MySpace, YouTube
e Last.fm, entre outras. “Promover conteúdo, troca
de informações, exclusividades e dicas do universo
da música pode ser bem interessante. Pode-se ainda
pegar carona na onda de games on-line e adequá-los a
um conteúdo musical criando aplicativos. Uma ferra-
menta muito comentada do iPad é o Magic Piano. Já
pensou se ele tivesse sido desenvolvido pela sua mar-
ca ou patrocinado pela sua loja?”, conclui. 
mais de 1.200 seguidores. “As mídias sociais nos per-
mitem ter um contato próximo e informar as novida-
des e promoções em tempo real para nossos clientes”,
explica Felipe Pereira, sócio do estabelecimento.
Para o empresário, o Orkut ainda é a melhor op-
ção: “Trata-se da rede social mais usada no Brasil.
O Twitter está se popularizando muito, mas ainda
não é como o Orkut. Creio que num futuro próximo
o Twitter ganhe cada vez mais espaço e ajude a loja a
conquistar mais clientes”, conclui Felipe.
Como usar
De acordo com Ma Wá, o importante ao usar redes
sociais para promover ações é se lembrar de traçar
uma abordagem diferente para cada uma delas, de
acordo com o perfil de sua loja. “Campanhas que
utilizam usuários falsos em redes sociais afastam
os clientes e enfraquecem a marca. Isso jamais deve
ser feito, apesar de ser uma metodologia aplicada e
vendida no mercado. Além disso, é importante con-
ALÉM DE SER UMA
OPORTUNIDADE DE
EXPANSÃO E DE
CONQUISTAR NOVOS
CLIENTES [A LOJA VIRTUAL]
É UMA IMPORTANTE
FERRAMENTA DE AUXÍLIO
E VITRINE DE VENDAS
Aplicativos musicais
O Magic Piano é um aplicativo desenvolvido para iPhone e
iPad no qual o usuário pode reproduzir músicas tocando
um piano virtual. Além dele, outro software interessante
é a Ocarina, que reproduz sons de flauta. Sensível à res-
piração do usuário, toque e movimentos, é considerado
mais versátil do que uma flauta real. Já o Magic Fiddle imi-
ta um violino. De tão fiel ao instrumento, para ser tocado
é necessário levá-lo ao queixo, como se fosse de verdade.
Todos esses dispositivos, e mais, estão disponíveis na App
Store, da Apple, pelo link www.apple.com.
A especialista em internet Ma Wá, à esquerda, e a equipe da loja Akustica Musical, à direita
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42 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
E JÁ PASSOU
O RÉVEILLON...
E JÁ PASSOU
O RÉVEILLON...
E JÁ PASSOU
é baterista, pós-graduado em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e mestre em Comunicação e Mercados.
Além de lecionar Planejamento Estratégico na Universidade Anhembi Morumbi, é autor do livro Dominando Estratégias e Negócios.
Site: www.marketingenegocios.com.br
ALESSANDRO SAADE
MARKETING E NEGÓCIOS
AGORA PREPARE-SE PARA ACOMPANHAR AS TENDÊNCIAS
DE MERCADO E ANTEVÊ-LAS ANTES DA CONCORRÊNCIA
Toda virada de ano é a mesma
coisa: planos, sonhos, pro-
messas... Energias recarrega-
das, ânimo renovado e muito otimis-
mo pelo que vem por aí.
Pois nesta edição farei a mesma
coisa, mas de forma diferente. Em vez
de falar de sonhos e planos, vou listar
alguns pontos importantes a serem
considerados pelo empreendedor, in-
dependentedoporte,aolongode2011.
Várias consultorias começaram
a projetar as tendências para 2011 já
em outubro de 2010. Algumas delas
sãoumacontinuaçãodastendências
iniciadas em 2009/2010, outras são
mais recentes e terão seus primeiros
reflexos no ano que se inicia.
Um ponto importante é saber
que existem inúmeras tendências,
mas que somente algumas impac-
tam em nossos negócios ou têm in-
fluência direta em nosso segmento
de atuação, seja nos fornecedores,
clientes ou formadores de opinião.
Link: tendências para 2011
Aqui vão alguns sites com tendências para 2011. Quem sabe alguma não
está alinhada com suas crenças? http://migre.me/1DRn3
http://www.mobileyouth.org/
UM PONTO IMPORTANTE
É SABER QUE EXISTEM
INÚMERAS TENDÊNCIAS,
MAS QUE SOMENTE
ALGUMAS IMPACTAM
EM NOSSOS NEGÓCIOS
Monitorando
tendências
Outra tendência de impacto
é a ‘webilização’ da socieda-
de. Hoje todo mundo tem
perfil em um site de relacio-
namento, como o Orkut ou
o Facebook, segue alguém
no Twitter ou participa de
grupos de discussão ou de
alguma outra rede social. Pode ser
da escola onde estuda ou estudou,
dos produtos que admira, do estilo
de música que curte, do fabricante de
instrumentos que deseja, ou mesmo
da sua profissão. Tem até fórum na
internet para discussão do setup da
mesa de iluminação ou de som.
Assim, é muito importante saber
claramente por que você está mo-
nitorando determinada tendência.
Caso contrário, poderá estar desper-
diçando um tempo valioso. E já que
as estamos seguindo, precisamos
apurar nossos sentidos para identifi-
car quando uma nova tendência está
surgindo. Seja muito curioso. Busque
a novidade, esteja atento e aberto ao
diferente, inusitado, inovador! Boa
sorte e feliz 2011! 
Link: tendências para 2011
internet para discussão do setup da
mesa de iluminação ou de som.
claramente por que você está mo-
nitorando determinada tendência.
Caso contrário, poderá estar desper-
diçando um tempo valioso. E já que
as estamos seguindo, precisamos
apurar nossos sentidos para identifi-
Link: tendências para 2011Link: tendências para 2011
Indique você um livro!
Vamos começar o ano diferente? Você não
quer me indicar um livro? Envie sua sugestão
para professor@saade.com.br. O tema mais
interessante será a indicação da próxima edi-
ção. Estou aguardando.
Por exemplo: o crescimento das
classes C, D e E impacta diretamente
na venda de instrumentos e equipa-
mentos,eemcursoseeventos,maspra-
ticamente não influencia na compra de
música,cadavezmaiscompartilhada.
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44 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Filosofia de batera!
O lema que a Meinl exibe em seu material de divulgação é “De bateristas para bate-
ristas”. Na empresa, além de executivos motivados, todos são bateristas. A equipe
criativa planeja as atividades assim como as estratégias de promoção. E nesse pro-
cesso participam muitos endorsees, que facilitam a comunicação com o público.
Pratos de A a ZFundadaemplenaGuerraFriaFundadaemplenaGuerraFria
ecomperfildeempresaecomperfildeempresa
familiar,aMeinlcomeçoufamiliar,aMeinlcomeçou
aseexpandirvisando
novoshorizontes
em2003.Hojetem
umaoperaçãoglobal,
masconservao
respeitopelatradição
Por Luis Tuculet
Fundada na Alemanha em 1951
por Roland Meinl (falecido em
2007), a empresa manteve-se
com um perfil familiar até pouco tem-
po atrás. Seus primeiros pratos eram
cortados de grandes lâminas de metal,
martelados, trabalhados e perfurados
à mão para serem logo levados até a
estação de trem na bicicleta do Roland.
Até 1964, toda essa operação era feita
só com a ajuda de sua esposa.
Em 1972, Reinhold Meinl, filho de
Roland, entrou para a empresa. Nesse
momento havia três empregados, mas
o maior crescimento só aconteceu em
2003, ano em que se mudou para uma
fábrica nova e investiu-se em novas
linhas de pratos e técnicas de fabrica-
ção. Também tiveram início as opera-
Internacional Meinl
ções da Meinl USA, consolidando as-
sim sua posição no mercado.
América Latina
A partir de 2009 o mercado da América
Latina se transformou em um objeti-
vo interessante para várias empresas.
Mas além das projeções positivas e das
perspectivas de negócios, a região ainda
é um mercado em processo de amadu-
recimento. A empresa tem distribuição
praticamente em todo o continente, ex-
cetoBolíviaeUruguai. Masopanorama
nãoétãosimplescomoparece.“Quando
pensamos na América Latina, imagina-
mos um mercado enorme para percus-
são”, reflete Udo Heubeck, gerente-geral
da Meinl. “Apesar disso, as pessoas des-
saregiãodevemlidarcomváriosproble-
mas antes de comprar um instrumento
de qualidade, que fica caro.”
Além disso, enfrentam a compe-
tição de fabricantes regionais, onde
existem produtores de instrumentos
de percussão muito bem posicionados
no mercado local, principalmente no
Brasil e na Argentina. “Primeiro, preci-
samos consolidar a imagem da marca
na região para ter negócios bons. Isso
não é o caso do México, onde já temos
market share, talvez porque os clientes
estejam mais influenciados pelas ten-
dências e bandas norte-americanas”,
explica. Isso faz do México uma exce-
ção no continente, como um mercado
mais estabelecido.
UweBecker,gerente de vendaspara
AméricaLatinaeCaribe,acrescenta:“A
Meinl está vivendo a tendência de falta
de desenvolvimento de algumas regi-
ões na América Latina. Temos muito
por fazer nesses países; as pessoas gos-
tam da marca e querem comprar, mas
isso é difícil para alguns clientes, pois
nem sempre há uma loja que tenha
nossos produtos disponíveis”.
mm52_Meinl.indd 44 17/12/2010 21:05:20
Internacional Meinl
FOMOS, SOMOS E SEREMOS UM
NEGÓCIO FAMILIAR. NÃO ESTAMOS
COMPRANDO OUTRAS EMPRESAS
NEM QUEREMOS VENDER A NOSSA
Reinhold Meinl, filho de
Roland Meinl, fundador da empresa Udo Heubeck, gerente-geral da Meinl
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 45
Uma parte importante da estraté-
gia de penetração no mercado regional
é o B20, produto destacado da empresa
e produzido desde 2010. E ainda a cola-
boração direta com as lojas, para ofe-
recer os produtos de maneira atrativa.
Os materiais
A Meinl utiliza seis tipos de me-
tais na fabricação de seus
pratos. Isso possibilita tra-
balhar com uma ampla
gama de características
sonoras. Um degrau aci-
ma é atingido com a co-
laboração permanente de
bateristas profissionais no
desenvolvimento de produtos
adaptados e direcionados a cada
estilo de interpretação e necessida-
de de expressão musical. “Somos uma
empresa que sempre está tentando me-
lhorar, inovando e fabricando produtos
úteis para o músico”, diz Becker. “Pro-
curamos maneiras de melhorar nossos
negócios e ideias de como levar o pro-
dutoàslojas,comdisplaysparachamar
a atenção e de acordo com as necessi-
dades de cada estabelecimento. Nosso
foco é ajudar o lojista a ter um display
muito atrativo com nosso produto.”
Mentalidade global
O desenvolvimento dos meios de co-
municação está apagando a fronteira
entre os mercados. Há alguns anos,
pensava-se em músicos na Colômbia,
ou na Itália, e nas necessidades de
cada país. Hoje não importa a localiza-
ção geográfica. Isso termina sendo um
tema de resolução logística. “Entende-
mos que cada região do mundo é di-
ferente e tem diferentes necessidades,
mas a comunidade de bateristas tem
sempre falado o mesmo idioma global”,
afirma Norbert Saemann, diretor de
relações artísticas e gerente de even-
tos. “Nossa meta é manter nossas nor-
mas e chegar aos bateristas no mundo
inteiro, sempre com o foco em fazer o
melhor para o músico”, reforça.
Em 2009, a empresa realizou o pri-
meiro festival Meinl Internacional, em
Moscou, Rússia. Lógico que nem todos
os bateristas puderam viajar, mas a di-
vulgação oferecida no dia do festival
pelo Twitter da Meinl e a grande respos-
ta dos seguidores dos tweets são exem-
plos deste fenômeno.
Ambiente amigável
Se tivéssemos visitado a fábrica na dé-
cada de 1960, teríamos encontrado o
modelo de produção alemã da época,
base do sucesso de tantas empresas:
econômico, detalhista e eficiente. O
Séries Meinl
 Mb20  Byzance
 Soundcaster  Symphonic
 Mb10  Mb8
 Generation X  Classics
 MCS  HCS
 Drum Gear  Marching
 Symphonic  M-Series
 Candela
Os materiais
A Meinl usa seis tipos combinações
de materiais em seus pratos. Assim
pode trabalhar com uma grande
variedade de timbres. Além disso,
conta com a colaboração de bate-
ristas profissionais que ajudam no
desenvolvimento para cada estilo de
interpretação e expressão musical.
Os materiais
A Meinl usa seis tipos combinações
de materiais em seus pratos. Assim
pode trabalhar com uma grande
variedade de timbres. Além disso,
conta com a colaboração de bate-
ristas profissionais que ajudam no
desenvolvimento para cada estilo de
interpretação e expressão musical.
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46 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Internacional Meinl
Estratégias no Brasil
Por ocasião da entrevista realizada na Alemanha,
na matriz da Meinl, a Música  Mercado também
conversou com Silvio Tonelli, diretor da Prime Music,
distribuidora exclusiva da Meinl no Brasil. Ele contou
quais os projetos para a Meinl no mercado nacional.
“Queremos mostrar uma nova Meinl no Brasil. Ela
teve algumas experiências no passado e inverte-
mos as estratégias. Primeiro trouxemos as linhas
mais sofisticadas da companhia. Por quê? Porque
queríamos mostrar quem é realmente a Meinl, apre-
sentar a qualidade de seus produtos. E fizemos isso
principalmente para os músicos. Conseguimos. Mostramos que a Meinl está
mesmo entre as Top 4 do mercado, e isso surpreendeu. Depois dos grandes
produtos, vieram os produtos com menor valor agregado. Nossa estratégia
deu certo. O mercado está conhecendo quem é a Meinl, verdadeiramente:
uma companhia que fabrica produtos de alta qualidade, de altíssima tecno-
logia, e que tem agradado a músicos profissionais e aos lojistas. Não temos
planos de curto prazo para a Meinl. Nossos planos de lucratividade são de
longo prazo. Primeiro queremos estabelecer a marca no Brasil. E os planos de
lucratividade vêm com a forma como vamos apresentar esses produtos nas
lojas. Queremos mudar os pontos de venda, transformá-los em experiência
de compra para o consumidor e oferecer ao lojista uma condição de ganhar
mais. Não só de fazer muitas vendas, mas boas vendas!”
Norbert Saemann, diretor de relações
artísticas e gerente de eventos
Uwe Becker, gerente de vendas
para o Caribe e América do Sul
No BrasilNo Brasil
Prime Music
Tel.: (43) 3324-4405
www.primemusic.com.br
modelo de produção atual segue essa
ideia, mas acrescida de estímulos para
empregados criativos que apresenta-
rem inovações relacionadas a melho-
rar os processos e o desenvolvimento
de novos produtos. “Não boto pressão
nas pessoas”, explica Reinhold Meinl.
“Se faz falta pressão, penso que é o em-
pregado que deve botar essa pressão
em si. Acredito no poder de decisão e
na responsabilidade do indivíduo.”
Essa maneira de pensar reflete-se
em toda a filosofia de produ-
ção da empresa: “O importan-
te em um prato é o seu som”,
enfatiza Saemann. “Ninguém
se importa com qual máquina
se usou para fazer o prato, o
importante é o som e o preço
final. Tudo que fazemos na
nossa linha de produção está
focado nesse resultado final. O
essencial é o resultado, e não o
método”, conclui.
No futuro
Quando se fala do que está
por vir, geralmente as res-
postas são baseadas nos
objetivos econômicos, ní-
veis de vendas, participação
do mercado etc. No caso da
Meinl, a resposta conta o
que eles não querem fazer.
“Sempre estamos trabalhan-
do em nossa marca, e isso
não acontece por coincidên-
cia, pois sempre tentamos
melhorar”, revela Reinhold
Meinl. “Nossa relação com
o músico, o distribuidor, as
lojas, e com todos os que fa-
zem parte desse processo é
muito importante.”
Heubeck reforça a ideia:
“Sempre estivemos muito
ligados aos artistas. A ima-
gem da marca é importan-
te, por isso precisamos dos
artistas para despertar a
curiosidade no consumidor e manter
o interesse em nossos produtos”. E
mostra a importância da divulgação
dos endorsees: “O consumidor compra
nossa marca porque vê os artistas que
a usam e os reconhece”. 
principalmente para os músicos. Conseguimos. Mostramos que a Meinl está curiosidade no consumidor e manter
NINGUÉM SE IMPORTA
COM QUAL MÁQUINA
SE USOU PARA FAZER O
PRATO, O IMPORTANTE É
O SOM E O PREÇO FINAL
Silvio Tonelli, diretor
da Prime Music
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48 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Marketing PDV
A loja
mágicaEstabelecimentospassivosestãofadadosàinexistência.Estabelecimentospassivosestãofadadosàinexistência.Estabelecimentospassivosestãofadadosàinexistência.
LeiaalgumasdicasparatransformaroseuPDVemLeiaalgumasdicasparatransformaroseuPDVemLeiaalgumasdicasparatransformaroseuPDVem
umlocalrealmenteestimulanteparaavendaumlocalrealmenteestimulanteparaavendaumlocalrealmenteestimulanteparaavenda
Por Moacir Moura*
Ovarejo tradicional, aquele receptivo e passi-
vo, está em extinção. Se você pensa que bas-
ta arrumar a loja, abastecê-la, controlar es-
toque e abrir suas portas, está enganado. Esses são
procedimentos rotineiros que mais de um milhão de
concorrentes fazem Brasil afora. Veja o que os outros
estão fazendo.
Uma loja sem ação externa perde o brilho e fica
sem sentimentos. Vira simples depósito. Sem
atrativos, sem graça nem charme. Além de quali-
dade, serviços, preços atraentes e dinamismo na
venda, o consumidor quer ser seduzido com deta-
lhes acima do comum.
Coloque-se no lugar do consumidor ávido por
novidades que sabe muito bem valorizar seu dinhei-
ro e aproveitar o tempo disponível para suprir suas
necessidades e viver a vida de forma única e espe-
cial, graças ao estilo de varejo que você pode prati-
car. Entre uma loja normal cujos operadores se limi-
tam a abrir as portas e esperar de braços cruzados
as coisas acontecerem, e uma ativa, diferenciada e
inteligente, qual você escolheria para comprar?
Uma verdadeira casa de vendas com interesse e dis-
posição para atender seus clientes de forma diferen-
ciada, começando pelo espaço e layout. Ninguém
gosta de lugares apertados e obstruídos. Os clientes
querem ter a sensação de conforto e de liberdade.
mm52_marketing.indd 48 17/12/2010 21:09:19
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 49
Marketing PDV
Limpeza, higiene, merchandising e iluminação. Ape-
sar de serem assuntos óbvios, muitos gestores ainda
negligenciam esses pontos, considerados de grande
valor pelos clientes. Se você quer vender mais e me-
lhor, precisa apresentar seus produtos tão destacados
como se estivessem em um palco iluminado e pronto
para um grande show!
Claro que um comércio que se preza precisa estar
sempre bem abastecido, loja cheia de mercadorias,
tudo em ordem e preparado para vender. Prateleiras
vazias ou com poucos produtos expostos vendem a
ideia de um negócio em decadência, um local onde as
pessoas não gostam de entrar.
Ninguém se dispõe a torcer por perdedores, nem a con-
viver com lojas sem vida que não trabalham seu próprio
futuro.Vencedoresseunemavencedores,assiméavida.
Além das mercadorias expostas para venda, sis-
tema de crédito, política de venda moderna e pro-
moções, nada personaliza mais uma loja do que o
seu pessoal de atendimento, vendedores, gerentes e
demais profissionais envolvidos em todo o processo.
Para ser uma verdadeira Casa de Vendas, uma loja
precisa de profissionais de venda que, em primeiro lu-
gar, gostem de gente. Que olhem para os clientes ten-
tando agradá-los, passando a impressão clara de que
estão ali para servir. São gestores de solução. Comen-
tando sobre os novos atributos da loja ideal, Fátima
Dias, da Consultoria Fator 8, sintetizou numa frase
um dos melhores conceitos de varejo da atualidade:
“O mundo anda áspero. Faça da sua loja uma ilha de
simpatia em tudo. Vai dar certo!”
Que vibrem com cada fechamento! Profissionais co-
nhecedores da psicologia humana, que conhecem o
tempo certo para abordar um cliente, uma vez que as
pessoas gostam de primeiro ser saudadas gentilmente,
para depois tratar da compra. Nessa hora, agressivida-
de exagerada e lentidão em demasia podem colocar
tudoaperder.Nemantes,nemdepois—oclientegosta
de ser abordado com habilidade e no timing certo!
Primeiro, o contato humano. Em seguida, o produto.
Depois,ascondições.Daíofechamentocomchavedeouro.
Além de habilidade para vender, negociar e não perder
avisitadocliente,ovendedorprecisaserumgrandeob-
servadorsobreasatitudesdoconsumidordiantedoato
de comprar. Quais os produtos destino e quais são os
atributos da empresa que as pessoas mais valorizam?
Numa Casa de Vendas todos vendem, inclusive os
vendedores!Quemnãovendediretamentetrabalhacom
o objetivo de apoiar a venda, conquistar e manter clien-
tes.Todosvendem24horaspordia,dentroeforadaloja.
Onde estiverem estarão propagando o que fazem: con-
fiançaeentusiasmovendemmaisdoquepreço!
Tudo deve conspirar para a empresa vender mais.
Nada é mais irritante do que sistemas que atrapalham
emvezdefacilitaremoatendimento.Depoisdacompra,
o cliente quer sair o mais rápido possível. Tempo de es-
pera é tempo perdido, além de irritar as pessoas. O que
falta para transformar sua loja em uma agradável Casa
deVendascapazderealizarossonhosdosclientes?
*Moacir Moura é especialista em varejo e palestrante.
Este texto foi originalmente publicado no site: www.varejista.com.br
NINGUÉM SE DISPÕE A TORCER
POR PERDEDORES, NEM A
CONVIVER COM LOJAS SEM
VIDA QUE NÃO TRABALHAM
SEU PRÓPRIO FUTURO
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50 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Há26anos,nagaragemdeumaloja,umempreende-
dor iniciou a fabricação de fontes e transformado-
res visando a ampliação de seu negócio. Surgia ali
o embrião do grupo que hoje emprega mais de 600 pessoas
e detém cinco empresas. Entre elas a Hayonik, que duplicou
o seu faturamento em 2010 por conta do investimento em
novosprodutos,sobretudoosdirecionadosaosetordeáudio.
Sob a batuta de Ricardo Akira Hayama, um dos perso-
nagensiniciaisdessahistória,aoladodeseupai,aHayonik
pretende crescer 40% em 2011, ano em que também dese-
jamampliaragamadepaísesparaondeexportam.Wilson
Chimentão, gerente-geral da empresa, conversou com a
MM para mostrar quais são as estratégias para o alcance
de metas consideradas bastante ousadas pelo mercado.
Perfil Hayonik
Hayonikdobrafaturamentoem2010,esperacrescer40%
A quais fatores você atribui esse crescimento contí-
nuo da empresa?
O direcionamento do nosso presidente [Ricardo Akira
Hayama] em sempre pensar a médio e longo prazo, a
assertividade nas tomadas de decisões e a estratégia
do crescimento sustentável proporcionam crescermos
com riscos calculados.
Qual foi o principal desafio da Hayonik ao longo de
sua existência?
O maior desafio foi a reestruturação do modelo estraté-
gico. Adotamos um modelo verticalizado, que contribuiu
para a geração de novos empregos, desenvolvimento tec-
nológicoemãodeobraespecializada.Commaispossibili-
Hayonikdobrafaturamentoem2010,esperacrescer40%
Inspirada
paracrescerHayonikdobrafaturamentoem2010,esperacrescer40%
nesteanoevoltaseusesforçosparaomercadodeáudio
O que faz a Hayonik?
A empresa atua na industrialização, comercialização e expor-
tação de consoles de audiomixagem para sistemas de peque-
no e de médio porte; amplificadores de baixa e alta potência;
equalizadores gráficos; crossovers, amplificadores de instru-
mentos; sistemas de caixas ativas; caixas acústicas passivas
‘full’ e biamplificadas; caixas multiuso; sonorização de am-
bientes (pequeno, médio e grande porte); transformadores;
carregadores; inversores; fontes lineares; fontes chaveadas.
Wilson Chimentão,
gerente-geral da empresa
Sede da empresa em Londrina, Paraná
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Perfil Hayonik
Pós-venda
De acordo com o gerente comercial da
Hayonik,RafaelPeretti,aempresaoferece
uma das melhores políticas de pós-venda
praticadas no mercado. “Nossa filosofia é
a de que o consumidor final sempre vem
em primeiro lugar. Caso algum produto dê
problema, orientamos o lojista a trocá-lo
imediatamente, e depois resolvemos en-
tre nós. Assim, temos o reconhecimento,
por parte de nossos revendedores, de
que nosso pós-venda é um dos melhores
do País”, enfatiza Peretti.
dades e novos mercados, nossos produ-
tos tornaram-se muito mais acessíveis
aos usuários que se beneficiam com
tecnologia nacional de ponta, alicerça-
dos em pesquisas empreendidas com
seriedade e um rígido controle de qua-
lidade — fatores que já nos abriram as
portas para o mercado externo.
Vocês começaram a exportar recen-
temente. Quais são os países e quais
foram os resultados?
Para nós a importação aconteceu de
formamuitonatural.Recebemossolici-
tações do mercado externo e iniciamos
as negociações. Creio que o sucesso foi
devido ao nosso rígido padrão de qua-
lidade. Angola foi o primeiro passo. Es-
tamos motivados pelo sucesso e iremos
ampliar em 2011 para outras regiões.
Qual é a participação de produtos
importados no mix da Hayonik?
Apenas 1% dos nossos produtos é im-
portado e mesmo assim eles passam
por um rígido padrão de qualidade ao
entrar no Brasil. Hoje, 99% dos produ-
tos comercializados pela Hayonik são
desenvolvidos e fabricados aqui.
Como é feita a criação e o desenvol-
vimento de produtos?
A Hayonik sempre se destacou pela
qualidade, desempenho de seus equi-
pamentos e seu eficaz pós-venda.
Primeiro analisamos bem o mercado
nacional e internacional, então inicia-
mos o processo de PD, passando pela
prototipagem, lote piloto, opiniões dos
principais clientes e finalmente o pro-
cesso fabril, em que todos os produtos
passam por uma linha de produção de
última geração em tecnologia. Finali-
zamos com testes avançados.
Comofoioanode2010paraaHayonik?
Foi excelente, com recordes de fatura-
mento e de entrega. Atingimos nossa
meta anual de vendas e superamos
as expectativas de marketing, cujos
lançamentos viraram referências no
Brasil. A previsão de crescimento para
2011 é de 40% no mercado nacional e o
principal alicerce está na linha de áu-
dio. Prevemos dobrar mais uma vez o
faturamento em 2011.
Vocês duplicaram o faturamento no
ano passado. Em sua opinião, quais
fatores levaram a esse resultado?
Acreditamos que o sucesso dessa con-
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52 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Perfil Hayonik
Produtos essenciais Hayonik
Hayonik Multiuso NEO
A linha Multiuso NEO é ideal para músicos
amadores ou uso caseiro. Agora com en-
trada USB e controle remoto, os modelos
possuem saída auxiliar amplificada, conse-
guindoamplificarduascaixascomumúnico
aparelho, proporcionando som estéreo.
Amplificador Profissional HY-2200 HAYONIK (1604)
A linha HY possui amplificadores de po-
tência profissional projetados para tra-
balhar em até 4 ohms em qualquer fai-
xa de frequência de áudio. Ideais para
serem usados com PAs, monitores de palco e side fill para casas de shows,
teatros, discotecas e igrejas.
Linha Hummer
A linha Hummer é fruto da parceria com a in-
dústria de alto-falantes Snake em sistemas de
PA portáteis. Mais leves, compactas e com ca-
racterísticas profissionais (Bi-AMP ou Full, Ran-
ge), elas podem ser instaladas tanto na posição
vertical como na horizontal. Pesam apenas 13
kg e são indicadas para templos de igrejas, com
capacidade de cobertura excelente.
Linha versátil
O amplificador Versátil Mono Linha 70V Hayonik
possui saída de som ambiente 70 V (4 ohms até 11 caixas com trafo de linha
5 W). Contém ainda um pré-amplifi-
cador mixer de alta fidelidade com
controles tonais de duas vias e en-
tradas que permitem a mixagem de
várias fontes musicais, como DVD,
violão, guitarra, PC, discman etc.
quista está fundado no relacionamento
com o cliente e na capacidade de inter-
pretar a necessidade do mercado.
O aumento de faturamento possi-
bilitou novos investimentos na es-
trutura fabril. Quais foram eles e o
que se pode esperar, nesse senti-
do, para 2011?
Raio X - HayonikRaio X - Hayonik
Área da fábrica: 12.000 m²
Número de funcionários: 210
Número de produtos disponíveis
em portfólio: 1.400 itens
Contato: (43) 3377-9800
www.hayonik.com.br
serem usados com PAs, monitores de palco e side fill para casas de shows,
possui saída de som ambiente 70 V (4 ohms até 11 caixas com trafo de linha
Em 2010 investimos na troca de todo o
maquinário de bobinamento de trans-
formadores; criação do centro de usi-
nagem e reestruturação da marcenaria
com a aquisição de duas máquinas
CNC, entre outros. Em 2011 iremos ex-
pandir para mais 2.000 m2
de planta fa-
bril e faremos investimentos nas linhas
de inserção e esteiras.
Em termos de produtos, quais são
as novidades de 2011 que a Hayonik
pode antecipar ao lojista?
Muitos deles são ‘segredos de Estado’,
mas alguns podemos mencionar: são
caixas injetadas ativas, linha de cai-
xas multiuso com FM, linha versátil
com USB e FM, e amplificadores cha-
veados, por exemplo.
Vocês estão passando a investir
mais em áudio. Irão dar continuidade
a esse enfoque?
Nossa principal linha sempre foi a de
fontes e transformadores, porém uma
grande mudança está acontecendo e o
segmento de áudio será a ‘bola da vez’.
Já tivemos esse gostinho desde novem-
bro, quando, pela primeira vez, o fatu-
ramento da linha de áudio superou o
das linhas de fontes e transformado-
res. Agora é só continuar esse trabalho
e dedicar muito esforço para superar
nossos objetivos.
Certo, mas o mercado de áudio está
tomando novas formas e muitas em-
presas estrangeiras estão investindo
no Brasil, acirrando a concorrência.
Qual é o diferencial da Hayonik para
garantir competitividade?
Temos conhecimento dessa concor-
rência e estamos muito alinhados
com as novidades e necessidades do
mercado de áudio. Nosso maior dife-
rencial, com certeza, é ter um equipa-
mento 100% nacional com assistência
técnica em todo o Brasil, além de qua-
lidade como princípio base e um dos
melhores pós-vendas do País. 
A lin
a
usi
s
t a a
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C nsC ns
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p
A linh
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C nsuC nsu
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(19) 3277-0294
(19) 3238-7287
(19) 3277-0176
Para mais informações acesse:
A ODE6Y t t a linha
f ag ns a ssó i s qu sua
l ja p isa C nsult 6n s
6 66 666666666
Tons 08 x 07 ; 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 /
Bumbo 20 x 18 / Caixa 13 x 06
6 66 666666666
Tons 08 x 07 ; 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 /
Bumbo 22 x 18 / Caixa 14 x 06
6 66 66 466666666
Tons 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 ; 16 x 15 /
Bumbo 22 x 18 / Caixa 14 x 06
6 ivil g 6usi n
666 68666666
Tom 10 x 08 / Surdo 14 x 13 /
Bumbo 18 x 16 / Caixa 13 x 06
6 66 66666666
Tom 10 x 08 / Surdo 14 x 13 /
Bumbo 20 x 16 / Caixa 13 x 06
6 ivil g 6azz
A linha O 6 ivil g f i s nv lvi a p la O , u a
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usi al A O t a alha t p t ap i an
s nv lv n s us quipa nt s C 69 an s
t a alhan ntat nsu i t s h j
u a st utu a a k ting pós v n as pa a v ê s
p upa ap nas nt ga p ut pa a li nt
C nsulC nsult 6n s nh ça t a n ssa linha pa a l jas
A a a s s nh s s at istas
óti t n nta ili a
ust n fí iodery
privilege
(19) 3277-0294
(19) 3238-7287
(19) 3277-0176
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A ODE6Y t t a linha
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Tons 08 x 07 ; 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 /
Bumbo 20 x 18 / Caixa 13 x 06
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Tons 08 x 07 ; 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 /
Bumbo 22 x 18 / Caixa 14 x 06
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Bumbo 22 x 18 / Caixa 14 x 06
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Bumbo 18 x 16 / Caixa 13 x 06
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Tom 10 x 08 / Surdo 14 x 13 /
Bumbo 20 x 16 / Caixa 13 x 06
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ust n fí iodery
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54 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Pequenas e Médias Dicas de gestão
Para a maioria das
PMEs, os clientes maisPMEs, os clientes mais
importantes são
os que estão por vir.
Isso é um erro enorme.Isso é um erro enorme.
Custa até sete vezes mais caro
atrair um novo cliente do que
atender aqueles que já nos co-
nhecem, mas poucas PMEs despen-
dem aos seus clientes fiéis a atenção
que merecem. Infelizmente, é comum
encontrar em muitas lojas alguns sin-
tomas de ‘desdém’. Leia quais são eles,
seguidos de dicas para que não apare-
çam mais em seu estabelecimento.
1
A empresa não sabe o nome
ou sobrenome de seus clien-
tes habituais. Além disso, em
muitos casos não sabe nem mesmo o
seu endereço, telefone ou e-mail! Mais
surpreendente ainda é que grande par-
te dessas informações tenham passado
vez ou outra pelas nossas mãos para fa-
zer uma reserva, confirmar um pedido
ou emitir uma fatura! É um erro grave
que não podemos continuar cometen-
do. Além de seus dados pessoais, deve-
*Artigopublicadooriginalmentenoblog:Marketingem
PME–IdeiasdeMarketingparaPME(emespanhol).
http://marketingenlapyme.blogspot.com/
mos arquivar tudo relacionado a servi-
ços/produtosquelhesforamvendidose
em quais condições.
2
Não existe uma oferta dife-
renciada para os consumi-
dores que já são clientes. É
comum cobrar de um cliente novo o
mesmo que se cobra de um cliente fiel
há dez anos. Algo realmente inexplicá-
vel é que, depois de tanto tempo sendo
tratados dessa forma, eles continuem
sendo nossos clientes. Precisamos lan-
çar o quanto antes um esquema de
descontos e/ou preços especiais para
clientes fiéis. Eles devem se sentir valo-
rizados pela empresa e serem alvos de
um tratamento diferenciado.
3
Não há um tratamento prefe-
rencial aos clientes antigos.
Nenhumaprioridadeouqualquer
serviço especial que recompense a fideli-
dade de seu cliente mais habitual. Você
precisacontinuarpraticandoosartifícios
usados para conquistar esses clientes
comamesmaintensidadesempre.
4
Antes de tudo, os clientes
são igualmente importantes,
mas não sejamos hipócritas.
Os que compram mais são realmente
mais relevantes. Não saber quem eles
são e não lhes proporcionar um trata-
mento especial — com preços corres-
pondentes — é ‘suicídio’.
Em suma, se vender para um clien-
te novo nos custa, em média, sete ve-
zes mais do que para um habitual, a
receita é clara: precisamos nos dedicar
até sete vezes mais a esses últimos do
que aos primeiros. 
A arte de
conservar clientesconservar clientes
VENDER PARA
UM CLIENTE NOVO
NOS CUSTA, EM
MÉDIA, SETE VEZES
MAIS DO QUE PARA
UM HABITUAL
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mm52_pme.indd 55 17/12/2010 21:40:06
56 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Capa ProShows
56 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Capa ProShows
Vladimir de Souza,
CEO da ProShows
mm52_ProShows.indd 56 17/12/2010 21:37:18
Capa ProShows
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 57
A
trajetória meteórica da ProShows não é
novidade para ninguém. Com apenas 7
anos de vida, a empresa vem crescendo
cerca de 40% ao ano, isso sem incluir o novo fa-
turamento trazido pela entrada da Behringer em
meados do ano passado.
As ambições da empresa também são altas.
Com seu estilo low profile, daqui a dez meses
quer ser a maior distribuidora do Brasil; em uma
década, a maior do mercado latino-americano,
segundo seu CEO Vladimir de Souza. Não será
uma tarefa fácil com tantas mudanças proje-
tadas — e que já estão acontecendo — para o
setor. Os olhos do mundo estão voltados para o
Brasil. De patinhos feios passamos a cisnes em
um bater de asas, melhor, em uma pós-crise que
parece não querer deixar o ‘pós’, principalmente
para empresas europeias e norte-americanas.
Comcrescimentodequase50%aoano,aProShowséconsideradauma
empresajovemecompetente.Apesardebasearsuaforçaemáudioe
iluminação,jácomeçaainvestirpesadotambémeminstrumentosmusicais
eavisa:emdezanosquerseramaiordistribuidoradaAméricaLatina
Por Ana Carolina Coutinho
Umahistória
queéshow
Estimulando ainda mais a dinâmica do merca-
do, temos o incentivo da Copa do Mundo (2014)
e das Olimpíadas (2016), que estão chacoalhando
concorrentes, sobretudo do setor de áudio e ilu-
minação, os dois campos mais fortes da ProSho-
ws. Mas Vladimir sabe o que está fazendo.
A história de sucesso da ProShows não é uma
exceção e não aconteceu por acaso. Estratégias
bem aplicadas, equipe de profissionais talento-
sos, decisões certeiras, realização de bons negó-
cios, um prestigiado sócio — Hugo Martellotta,
dono da Tevelam e da Disco Pro na Argentina
—, uma boa visão de futuro e, por que não, uma
dose de sorte para estar no lugar certo dizendo
a coisa certa são características essenciais de
grandes companhias. Vladimir sabe disso e para
ele há um ingrediente a mais: a filosofia; a cultu-
ra que permeia toda ação de uma organização.
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Capa ProShows
EstivenamatrizdaProShows,emSãoLeopoldo,RS,e
fiquei impressionada. Sim, é grande como muitas outras
distribuidoras que precisam de espaço para o volume de
seus estoques. Sim, tem uma logística meticulosamente
organizada. Sim, também possui um showroom que dá a
impressão de se estar em uma imponente casa de show,
com iluminação e sonoridade incríveis. Mas o que mais
surpreendeu foi a conversa com Vladimir e seu modo de
enxergar e gerir os negócios e a vida. “Escreva em um
pedaço de papel aquilo que gostaria que estivesse em seu
epitáfio. Guarde. De vez em quando pegue aquele papel e
releia, veja se está tendo atitudes na vida coerentes com
o que escreveu”, disse-me ele em um mo-
mento informal.
Ele tem o seu papel. A
ProShows é o resultado do que
está escrito nele. Ao ler esta
matéria você vai entender
o porquê de a ProShows ter
uma história ascendente e
talvez vislumbre um pouco
maisdo,digamos,pergaminho
do Vladimir e conheça alguns
de seus segredos, porque
os da ProShows você
conheceráagora.
Qual foi a maior mudança na história da ProShows
até hoje?
Somos uma empresa que se renova a cada dia e a mudan-
ça faz parte do nosso cotidiano, mas acho que, mais do
que mudança, a história da ProShows é feita de perseve-
rança. Da busca incansável por aquilo que estabelecemos
quando foi criada. Os princípios, valores objetivos estra-
tégicos e visão que temos hoje são os mesmos de quando
fundei a empresa — fundei-a sentado no meu escritório
de casa a partir de um conceito — e toda essa base es-
tratégica e conceitual permanece até hoje. Então somos
neuroticamente focados e perseguimos obstinadamente
aquilo que foi conceitualmente definido lá atrás.
Qual é a essência da empresa?
Bom, qual é o nosso negócio? Definimos primeiro isso e
nos tornamos focados e disciplinados. Atuamos no mer-
cado de entretenimento e comunicação fornecendo so-
luções em instrumentos, iluminação, imagem e áudio, e
uma empresa precisa ter foco em seus objetivos. Nossa
missão é motivar e ajudar na criação de ambientes e
eventos estimulantes, modernos e agradáveis por meio
de nossos produtos.
Não queremos ficar conhecidos como uma empresa
que compra e vende produtos. Não somos apenas box mo-
vers, mercadores, somos uma empresa que agrega valor
a essa cadeia. Pois creio que empresas mercadoras estão
fadadas a ser expulsas dessa cadeia estratégica. E como
agregamos valor? Cumprindo nossa missão.
A ProShows não foi criada como um negócio para ga-
nhar dinheiro, o lucro é uma consequência do negócio.
Somos, felizmente, uma empresa rentável, mas a criei
para efetivamente fazer algo de que eu gostasse muito.
Existiu alguma mudança que deu um direcionamento
inesperado para a companhia?
MAIS DO QUE MUDANÇA,
A HISTÓRIA DA PROSHOWS
É FEITA DE PERSEVERANÇA
Ele tem o seu papel. A
ProShows é o resultado do que
está escrito nele. Ao ler esta
matéria você vai entender
o porquê de a ProShows ter
uma história ascendente e
talvez vislumbre um pouco
maisdo,digamos,pergaminho
do Vladimir e conheça alguns
de seus segredos, porque
os da ProShows você
conheceráagora.
MAIS DO QUE MUDANÇA,MAIS DO QUE MUDANÇA,
A HISTÓRIA DA PROSHOWSA HISTÓRIA DA PROSHOWS
É FEITA DE PERSEVERANÇA
Ele tem o seu papel. A
ProShows é o resultado do que
está escrito nele. Ao ler esta
matéria você vai entender
o porquê de a ProShows ter
uma história ascendente e
talvez vislumbre um pouco
maisdo,digamos,pergaminho
do Vladimir e conheça alguns
de seus segredos, porque
os da ProShows você
conheceráagora.
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Capa ProShows
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Não acredito que tenhamos tido uma
mudança substancialmente grande
que tenha modificado nosso rumo,
pois perseguimos nossos planos to-
dos os dias. O que nos vai fazer mudar
um pouco é a entrada da Behringer,
em termos de volume de negócios e
tamanho da empresa. Não há dúvida
de que o faturamento se ampliará de
maneira significativa.
Com a entrada da Behringer, por quais
mudanças estruturais a ProShows
está passando?
Uma série delas para fazer frente às
necessidades, em especial logística.
Esse aumento de volume físico já foi
projetado. Estamos ampliando fisica-
mente a empresa, pois sob o ponto de
vista de filosofia de trabalho não va-
mos mudar nada.
Temos crescido ao longo dos anos
graças à nossa forma de fazer negócios
no Brasil. Nossas áreas de suporte,
pós-venda e atendimento sempre fo-
ram diferenciais importantes. Obvia-
mente precisaremos de mais pessoas
e estrutura, mas a essência perma-
necerá a mesma. Precisamos crescer
sem perder a ternura, as caracterís-
ticas que nos trouxeram até aqui. E
estamos procurando outro prédio.
Atualmente temos dois locais básicos
e estamos em busca de nossa central
de distribuição, que precisa ser pelo
menos três vezes maior que esta aqui.
É ótimo você falar sobre o pós-venda,
já que a assistência técnica é o calca-
nhar de aquiles da Behringer. Como
vocês vão lidar com isso?
Sempre prefiro olhar as oportunidades
e vejo ótimas nessa área. A ProShows
vai implementar com a Behringer o que
faz com as outras marcas que distribui.
Hugo Martellotta,
o sócio da ProShows
A Tevelam é uma das maiores
distribuidoras argentinas de
áudio e instrumentos musicais.
Com mais de 50 anos de
história, recentemente perdeu
seu fundador, Leonardo
Martellotta, por complicações
relacionadas à idade. Seu filho
Hugo já dirigia a empresa há
alguns anos, mas o pai ia trabalhar todos os dias para ver crescer ainda
mais a companhia que ajudou a consolidar. Trabalha com Behringer,
Line 6, Lexsen, entre outras, como a brasileira Orion. Música  Mercado
conversou com Hugo, que deu um panorama breve sobre o mercado em
seu país e falou sobre a relação com Vladimir e a ProShows.
Como é a sua empresa, a Tevelam, hoje?
Hoje a Tevelam detém a maior parte do mercado. Continuamos comerciali-
zando componentes eletrônicos que representam uns 20% do total da parti-
cipação. A maior porção se divide entre instrumentos musicais, com 40% e
áudio profissional, com outros 40%.
Como é o seu trabalho com a ProShows?
Considero Vladimir de Souza um irmão e um grande sócio. Creio que o Brasil é
um mercado que oferece muitas possibilidades de bons negócios. Pela cultura
que tem, pela quantidade de habitantes, pelo tamanho de sua economia, por-
que é um povo claramente musical e porque os brasileiros gostam de gastar.
O que é preciso para abrir uma empresa em outro país?
Não existem receitas mágicas. Mas, sem dúvida, é fundamental ter um bom
sócio. Alguém que cuide do negócio no dia a dia, comprando bem e traba-
lhando com marcas próprias de boa qualidade e preço: bom custo-benefício.
Não perder tempo olhando o que os outros fazem, mas concentrar-se em
suas próprias metas. As receitas mágicas não existem, mas essas são algu-
mas boas ideias para se caminhar em direção ao sucesso.
Como é o Hugo Martellotta empresário?
Para mim, cada dia é um novo desafio. Uma guerra que precisa ser vencida.
Todos os dias acordo muito cedo, às 6 horas, e ao tomar banho sempre me
ocorre algo estranho, pois surgem na minha cabeça muitas ideias. Penso nos
negócios, nos lucros, na rentabilidade. O que interessa é o dinheiro em caixa.
É isso que realmente conta.
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Capa ProShows
Queremos ser a melhor empresa no
Brasil nesse quesito. Estou entusiasma-
do porque vejo a oportunidade de fide-
lizar mais clientes. Vamos vender mais,
baixar os preços e mais produtos serão
vendidos. Visitei a fábrica da Behringer
e é uma fábrica modelo no mundo. Os
índices de aprovação de produtos têm
aumentado de maneira importante na
Behringer. Com todas as mudanças,
eles estão cada vez mais confiáveis.
Então, proporcionalmente falando, o
índice de problemas será menor que no
passado. Menos produtos estragando.
E, se acontecer, vamos resolver na hora.
Com a diminuição dos preços, como
vocês têm se preparado para o au-
mento da demanda?
Compramos muita mercadoria. E temos
algumaspreocupaçõesiniciais,comonão
deixaromercadodesabastecidoeaumen-
tar significativamente o portfólio de pro-
dutos,mesmoparareposiçãoetroca.
Qual é a sua expectativa sobre os
efeitos do reposicionamento da
Behringer no mercado?
Acho que será fantástico, espero uma
resposta maravilhosa. Hoje a Behrin-
ger é a principal fabricante de produtos
de áudio profissional de consumo do
mundo, e se analisarmos categorias
específicas, como mixers, hoje ela é a
maior produtora mundial. Vem cres-
cendo também em caixas acústicas
ativas. Assim, associando uma empre-
sa vencedora com produtos que ofere-
cem grande valor — ou seja, uma boa
relação de custo-benefício — com a fi-
losofia de distribuição que a ProShows
tem, o resultado só pode ser fantástico.
Qual é a projeção de aumento no
faturamento da ProShows com os
produtos da Behringer?
É difícil de responder, pois depende de
como nossos planos vão se desenvol-
ver, mas a expectativa é que se amplie
entre 30% e 40%.
Como foi a negociação para conse-
guir a Behringer, marca bastante co-
biçada pelo mercado?
Não fiz nenhuma jogada de mestre.
Nós não fomos atrás da Behringer.
Conheci o sr. Uli em um encontro pro-
movido pelo meu sócio [Hugo Mar-
tellotta, também dono da Tevelam
na Argentina] e fomos conversando.
Houve uma empatia. O sr. Behringer já
conhecia nossa empresa, a ProShows,
meu passado etc. Também já conhe-
cia o mercado brasileiro e não estava
muito satisfeito com os resultados
que vinham obtendo no País. Já estava
pensando em reformular e achou que
a ProShows seria o parceiro adequado
a ele. O que me deixou de certa forma
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Capa ProShows
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orgulhoso, pois é fruto do reconheci-
mento do trabalho que temos feito no
Brasil. Quando uma empresa como a
nossa conquista a representação de
uma marca tão importante significa
que estamos colhendo o resultado de
um trabalho sério e profissional.
Como o setor de instrumentos musi-
cais está posicionado, já que o forte
de vocês são áudio e iluminação?
Apesar de termos iniciado as vendas
de instrumentos há pouco tempo, re-
lativamente falando, já percebemos
que representam uma boa parcela do
faturamento. O objetivo é nos tornar-
mos um player importante no Brasil,
não só em áudio e iluminação, mas
também em instrumentos musicais.
É difícil dizer com certeza qual é a
parcela de faturamento da área de
instrumentos, pois é um dado flutu-
ante, mas atualmente varia entre 10%
e 20%, dependendo do mês.
Qual é o maior desafio de mercado
em relação aos instrumentos mu-
sicais?
Não costumo usar a palavra desafio,
pois o vejo como oportunidade. Prefi-
ro dizer que as melhores oportunida-
des são de fazer com que os produtos
comercializados pela ProShows pos-
sam ser distribuídos nessa enorme
rede varejista do Brasil. Acho que a
questão logística é muito importante
no País. Outra oportunidade no Brasil
é atingir cada vez mais o gosto e a ca-
racterística de cada mercado.
Em 2010, além da Behringer, vocês
também conseguiram Washburn e
Randall. Há intenção de trazer novas
marcas para o setor de instrumentos?
Sim, pretendemos consolidar nossa
participação no mercado nacional de
instrumentos musicais. Queremos que
a ProShows seja um player importante
e temos um conjunto de ações para o
futuro: dar continuidade ao trabalho
sério que fazemos com as marcas que
játemoscomalgunsnovosprodutosda
Behringer e uma eventual nova marca
que venhamos a conquistar no futuro.
A PROSHOWS
NÃO FOI
CRIADA COMO
UM NEGÓCIO
PARA GANHAR
DINHEIRO, O
LUCRO É UMA
CONSEQUÊNCIA
DO NEGÓCIO
Equipe da ProShows na sede da empresa,
em São Leopoldo, Rio Grande do Sul
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Capa ProShows
Para vocês, qual é a diferença mer-
cadológica entre instrumentos, áu-
dio e iluminação?
A abordagem, o público. Precisamos
adaptar a estratégia. Vender instrumen-
tos é diferente, e por isso temos especia-
listas que conhecem os produtos e suas
características técnicas, que sabem fa-
lar a linguagem do mercado e ir ao en-
contro do que ele pede.
Qual é o setor fundamental da
ProShows?
Hoje é difícil dividir. No início a ilumi-
nação era importante, mas hoje ela e o
áudio têm a mesma importância.
Você tem crescido cerca de 40% ao
ano. Como foi 2010 para a ProShows?
Temos crescido muito todos os anos,
mas obviamente 2010 foi o mais impor-
tante. Porque sob o ponto de vista ab-
solutotemsidoatéagora,mesmosema
Behringer, o melhor ano da história da
empresa, com vendas excelentes. Além
disso, conquistamos duas marcas im-
portantes no ano passado, a Washburn
e a Randall, que contribuem para a
imagem e o faturamento.
Conheça
Vladimir de Souza
Executivo de história singular,
Vladimir tem origem humilde.
Mais da metade de seu pri-
meiro salário em um cargo
singelo ia para um curso de
inglês; ele queria estudar fora.
Conseguiu uma bolsa para fa-
zer faculdade em Londres, es-
tudando mais de 10 horas por
dia. De formação acadêmica
forte, fez administração, eco-
nomia e comércio exterior. E
ainda pós-graduação, MBA e
mestrado. Vladimir tem flu-
ência em inglês, francês e
espanhol e ainda fala alemão
e compreende mandarim. Já
trabalhou em empresas de médio a grande porte ao redor do mundo. Gosta
de viajar, um de seus hobbies; o outro é o trabalho. Sua rotina diária não aca-
ba quando ele sai da ProShows. Ele vai para casa, janta com a família e volta
a trabalhar, até a madrugada. Dorme pouco. Toca violão e está aprendendo
guitarra e bateria. Aliás, na ProShows todos os funcionários manejam algum
instrumento, “embora não seja requisito”, explica Vladimir. Mesmo sendo um
dos executivos mais discretos do setor, conseguimos fazer algumas pergun-
tas de cunho mais pessoal para ele:
Em sua história pessoal, qual é a principal coisa que aprendeu e qual
jamais faria?
Acho que a principal coisa que aprendi até hoje é que nunca podemos nos es-
quecer das origens, jamais deixarmos de ser humildes e jamais nos acomodar-
mos. Acho que essa tríade é importante. Quando esquecemos a nossa origem,
perdemos a humildade, e achar que ‘já ganhou’ é o começo do fim. Uma vez me
perguntaram, durante uma aula de MBA: “O senhor se envergonha de algo que
tenha feito?”. Eu não, nunca. Talvez se eu pensar bem possa lembrar de algo que
não faria de novo, mas não que eu me arrependa. Por outro lado, me arrependo
de muita coisa que não fiz, portanto, quero na minha vida, quando olhar para
trás, não ter o sentimento de ter me arrependido de não fazer algo.
Qual é o sonho do Vladimir?
Meu sonho é fazer essa organização que criei, da qual hoje muitas pessoas
e famílias dependem, se eternize e que não dependa de mim. Que possa ser
bem-sucedida no futuro sem que eu precise estar aqui. Aí vou estar feliz.
CREIO QUE
EMPRESAS
MERCADORAS
ESTÃO FADADAS
A SER EXPULSAS
DESSA CADEIA
ESTRATÉGICA
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Capa ProShows
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 63
O que você pode dizer sobre o fatura-
mento da ProShows?
Vem crescendo ao longo dos anos. Te-
mos crescido uma média de 40% anu-
almente nos últimos três anos. Hoje
posso dizer que somos uma das três
maiores empresas do setor no Brasil
em faturamento, mas não posso dar
um valor. Nossa meta é ser a maior nos
próximos dez meses.
Qual é a diferença na política de tra-
balho entre as mais de dez marcas
comandadas pela ProShows no Brasil?
Buscamos não trazer produtos em
competição direta. Assim, os que tra-
zemos da Washburn e Randall são de
altíssimo valor agregado, sofisticados
e com performance diferenciada. Já na
Benson apostamos em produtos com
boa relação custo-benefício.
Há pouco você falou do sócio, Hugo
Martellotta, dono da também distri-
buidora Tevelam na Argentina. Qual
é a relação com a empresa porte-
nha e que influência ela exerce na
ProShows?
Não há relação ou influência. Eu e o
Hugo somos sócios, mas não há relação
deinterferência.ElevivenaArgentinae
administra a Tevelam e a Disco Pro. Eu
sou o sócio majoritário da ProShows e
tenho plena autonomia. Falamos sobre
decisões de acionistas e alinhamento
de produtos, mas não do dia a dia. Te-
mos um grupo de empresários com os
quais nos reunimos para discutir ten-
dências, o que está sendo desenvolvido
e compramos produtos em conjunto.
Assim, aumentamos a quantidade e
podemos diminuir seus preços. São
empresários de nove países diferen-
tes, incluindo Europa. Esses encontros
acontecem a cada três meses, embora
conversemos toda semana.
Como você analisa o mercado brasi-
leiro de importados?
Acho que as perspectivas do mercado
de iluminação e áudio profissional são
boas. O Brasil está crescendo a cada
dia, com famílias entrando na classe
média e adquirindo maior poder de
compra. E o entretenimento no País,
segundo pesquisas, é onde as pessoas
investem dinheiro após suprir suas ne-
cessidades básicas. A previsão é que ele
continue crescendo expressivamente e
a distribuição continue ótima.
Como a ProShows encara a concor-
rência?
Acho a concorrência muito boa. E por
quê? Porque ela nos ensina muito.
Temos uma postura sempre de res-
peitar e ter humildade. Sempre con-
verso com nossos funcionários e peço
que tenham uma postura humilde e
simples por achar isso fundamental.
Sempre temos o que aprender com a
concorrência. Arrogância é a chave
para o insucesso de uma organização.
Concorrentes são boas porque somos
obrigados a melhorar todos os dias
e, quando isso acontece, oferecemos
produtos melhores, mais baratos e as-
sim o mercado se amplia e tudo gira
de novo. Ela gera um circulo virtuoso
que gira cada vez mais rápido.
Como você enxerga o futuro do se-
tor no Brasil, mercadologicamente
falando?
Acho que precisarão ocorrer grandes
mudanças no setor nos próximos anos.
Em primeiro lugar, não existe mais es-
paço para informalidade, ilegalidade,
subfaturamento. O que observamos é
que se uma empresa vive, ou tiver de
viver, baseada na ilegalidade ou na in-
formalidade, ela não vai existir daqui a
algum tempo. Por quê? Porque cada vez
mais há um atarraxamento no sistema
defiscalizaçãopormeiodocontroledas
fronteiras, do controle de nota fiscal
eletrônica, da integração dos sistemas
fiscais do Brasil. É um conjunto de me-
lhorias de fiscalização que torna mais
difícil a existência dessas empresas que
vivem na ilegalidade ou informalidade.
Onde estará a ProShows em dez anos?
Estará liderando o mercado latino-
-americano do nosso setor.
As 5 oportunidades da ProShows para o futuro
1ª Efetivamente consolidar as operações de distribuição
da Behringer no Brasil.
2ª Ampliar o portfólio de produtos da Behringer o máximo possível.
Hoje ela tem quase 500 produtos. No Brasil são conhecidos
menos de cem.
3ª Continuar crescendo na velocidade que estamos sem perder a
ternura, a essência.
4ª A preparação para essas extraordinárias épocas que virão com a
Copa do Mundo e as Olimpíadas, que trarão ótimas oportunidades
de negócios.
5ª Desenvolver uma equipe cada vez mais bem treinada e talentosa
para conseguir trabalhar bem esses quatro desafios.”
— Vladimir Souza, CEO da ProShows
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64 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Capa ProShows
Raio X: ProShowsRaio X: ProShows
Marcas: Acme, Avolites, Arkaos, Martin, Numark,
PR, Randall, Washburn, Behringer, Bugera, Proled,
Lexsen, PLS e Benson (marca própria)
Matriz: São Leopoldo / RS
Filial: São Paulo / SP
Funcionários: 32
Depósito: São dois, com quase 3 mil m² no total
Contato: (11) 3032-5010
www.proshows.com.br
BUGERA
AMPLIFICADOR
PARA GUITARRA 333XL
O amplificador tem 120 watts de potência é construído manual-
mente. Ele toca com quatro válvulas modelo EL34 (convertíveis para
6L6) e o pré-amplificador possui design clássico de três canais –
Clean, Crunch, Lead – que toca com quatro válvulas modelo 12AX7.
Lançamentos ProShows • Janeiro 2011
PARA GUITARRA 333XL
O amplificador tem 120 watts de potência é construído manual-
PARA GUITARRA 333XL
WASHBURN
VIOLÃO C44CE
O violão tem estilo clássico em
náilon e design cutway. O tampo é
em sitka spruce, corpo e braço em
basswood, escala em rosewood e
ponte em mahogany. Sua cap-
tação é ativa e dispõe de um
afinador com display em LCD.
ACME
MOVING HEAD BEAM 700
Destaque durante os Jogos Olímpicos Asiáticos
de 2010, com cerca de 600 peças instaladas, o
moving head possui lâmpada Philips MSR Gold
700/2 e tamanho de 437 X 369 X 604 mm.
PR LIGHTING
ELIPSOIDAL PR-3058
O elipsoidal promete boa rela-
ção custo-benefício, e possui
zoom linear de 25º a 50º.
Entre suas vantagens estão
os 3.150º K de temperatura
de cor que atinge, obtidos por
meio de seu sistema óptico e
da lâmpada Philips GKV 600W.
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Capa ProShows
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66 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
ELAS VÃO INVADIR
SUA PRAIA!
nasceu músico, cresceu vendedor e, aos 41 anos, exerce o cargo de gerente comercial da Royal Music.
Está lá há 15 anos e continua ‘vendedor’... E-mail: lfsacoman@gmail.com
LUIZ SACOMAN
PONTOS DE VENDA
PREPARE-SE PARA A MIGRAÇÃO DE LOJAS DE CDS, DVDS, LIVRARIAS E
E-COMMERCE PARA O NOSSO SETOR E GARANTA A SUA COMPETITIVIDADE
Aexemplo de lojas como a Best Buy nos Estados
Unidos, especializada em consumer electronics,
que criou verdadeiras sublojas de instrumen-
tos musicais dentro de 80 de suas mais de 1.100 filiais
espalhadas pelo país, muitas empresas cujos negócios
deixaram de ser rentáveis — como lojas de CDs, DVDs,
livrarias, e-commerce etc. — estão literalmente de olho
em nosso mercado.
É preciso que você esteja atento para que essa verda-
deira avalanche não afete negativamente o seu negócio.
Dê atenção aos potenciais efeitos nocivos desta ‘in-
vasão’ e aos seus possíveis benefícios.
1.
Invista em treinamentos de produtos
para seus vendedores. Facilite para que
seus fornecedores sejam bem recebidos de-
pois do expediente para treinamentos. Am-
plie o potencial de sua equipe com informação técnica e
argumentos de vendas. Conheça os processos de desen-
volvimento e fabricação dos produtos oferecidos em sua
loja; e ainda os materiais utilizados, os diferenciais entre
os produtos, suas origens e marcas.
2.
Identifique e aposte nos talentos e des-
taques de sua equipe e profissionali-
ze! Muitas pessoas com vasta experiência
prática nunca tiveram acesso a palestras e
cursos de vendas e/ou de gerência e negociação. Ótimos
cursos e palestras a preços acessíveis são oferecidos pe-
las associações comerciais, Senac, Sesc etc. Alguns bons
cursos livres de um a três meses de duração são minis-
trados por faculdades, por exemplo. Todo bom time tem
de treinar e normalmente não nos damos conta de que
não dedicamos muito tempo à preparação. Como disse
Abraham Lincoln, “Se eu tivesse nove horas para cortar
uma árvore, passaria seis horas afiando o meu machado”.
Treinamento e preparo são fundamentais para a execu-
ção de uma tarefa com excelência. Site da loja virtual Best Buy: uma das maiores do mundo
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Luiz Sacoman Pontos de Venda
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 67
3.
Aposte na sua experiência no ramo
e isso será a grande diferença. Seu
relacionamento com os fornecedores
será fundamental. Alinhe objetivos,
faça parcerias, planejamento e programação de
compras com seus fornecedores. Esteja sempre bem
informado. Antecipe-se sobre lançamentos e tenha-
-os em sua loja antes da concorrência.
4.
Estruture sua loja. Faça convênio
com estacionamentos, monte um café
dentro de sua loja. Lembre-se de que a
maior parte das lojas de eletroeletrô-
nicos fica situada em shopping centers com amplo
conforto. Muitos consumidores, em especial os de
maior poder aquisitivo, não gostam de procurar va-
gas e estacionar o carro na rua, tomar chuva etc.
5.
Expanda! Já cogitou abrir filiais? Sua
estrutura já está pronta? Seu sistema de
controle de estoques e vendas é eficien-
te? Invista e coloque mais redes neste
vasto mar repleto de peixes! O efeito institucional das
filiais também não pode ser desprezado. Seu site está
‘de vento em popa’? Ele é mais importante ainda que
uma filial. Um bom site e uma boa estrutura logística
de envio são como uma filial aberta em todo o País.
Invistaemumaplataformaeficienteeseguraevejaos
resultados fluírem de maneira surpreendente.
6.
Invista no marketing e fixe seu
nome nos mais variados segmen-
tos. Festivais de música gospel, igre-
jas, programas de TV, bares famosos.
Alie-se a escolas de música e músicos locais. Tenha
sempre um banner pronto para levar a um evento
de grande visibilidade. Confeccione correias, cami-
setas e adesivos com sua marca e distribua entre os
artistas de sua região. Peles de resposta de bumbo
com o nome da banda e o nome de sua loja são sem-
pre bem recebidas.
7.
Não perca bons funcionários para a
concorrência. Essas empresas geral-
mente oferecem um plano de carreira,
benefícios etc. Esteja atento a um possí-
vel assédio por parte delas. Imagine o trabalho de
recrutar novos funcionários, treiná-los, adaptá-los
ao seu sistema de trabalho. Valorize e faça de tudo
para manter ‘os bons’ de sua equipe!
8.
Ofereça o melhor atendimento e
proporcione uma excelente expe-
riência aos seus clientes. O bom
atendimento é essencial e grandes lo-
jas são, em especial as que vendem TVs e computa-
dores, frias no quesito atendimento. O músico, seja
ele profissional ou amador, gosta de informação, de
conversar com os vendedores que conhecem o as-
sunto. Seu cliente precisa de boa orientação e aten-
dimento humano.
9.
Fidelize. Faça descontos progressivos
para que os clientes sejam beneficiados
com acúmulo de compras. Por exem-
plo, a cada R$ 250,00 em compras, o
cliente ganha R$ 15,00 de crédito para serem usados
numa futura compra. Isso realmente funciona e faz
com que a pessoa volte para aumentar sua pontua-
ção e desfrutar os descontos.
10.
Atenda quem merece de
maneira VIP. Tenha salas de-
dicadas para atender clientes
exigentes. Tenha produtos
especiais para oferecer a eles, daqueles que não se
encontram em qualquer loja e, claro, leve-os para al-
moçar de vez em quando, dê ingressos de shows aos
quais tenha acesso. Isso será um grande diferencial
em relação aos novos concorrentes do mercado. 
Uma das lojas físicas da Best Buy,
nos Estados Unidos
mm52_sacoman.indd 67 17/12/2010 20:30:41
68 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Gestão Novo Governo
Conheça algumas políticas de interesse do pequeno empresário
no novo governo de Dilma Rousseff. Elas podem trazer
impactos significativos para o rendimento do seu negócio
Por Itamar Dantas
Conheça algumas políticas de interesse do pequeno empresário
Agoraé
quesãoelas
Dilma Rousseff (PT) é a nova
presidente do Brasil. Junto
dela, novos senadores, depu-
tados, ministros e governadores su-
biram ao poder e diversas mudanças
são esperadas para políticas econômi-
cas, sociais, de educação e saúde.
O empresariado nacional reivindica
menor tributação para seus negócios.
Os trabalhadores pedem menor jorna-
dadetrabalhoemaioressalários.Nesse
sentido, diversos projetos de lei trami-
tamnoCongressoNacionalcomoobje-
tivo de agradar a ‘gregos e troianos’.
Para o comércio varejista, algumas
discussões importantes apareceram na
campanhaeleitoralde2010econtinuam
em discussão no Congresso Nacional.
Acompanhe algumas delas que, com certe-
za,sãodeseuinteresse.
Retorno da CPMF
Uma das questões que assola não só o empresa-
riado,mastambémapopulaçãoemgeral,
é a temida volta da CPMF (Contribui-
ção Provisória sobre Movimentação
Financeira), conhecida também
comoo‘impostodocheque’.
Durante a campanha pre-
sidencial, Dilma afirmou que
não tinha intenção de voltar
a cobrar esse imposto. “Tenho
muita preocupação com a criação de impos-
tos. Preferia outros mecanismos, mas tenho
visto uma pressão dos governadores; não
posso fingir que não existe. Não
pretendo reenviar ao Con-
gresso a recomposição
da CPMF, mas isso será
objeto de negociação
com os governado-
res”, comentou a
presidente em en-
trevista coletiva em
novembro passado.
Pelo menos 14
dadetrabalhoemaioressalários.Nesse
sentido, diversos projetos de lei trami-
tamnoCongressoNacionalcomoobje-
tivo de agradar a ‘gregos e troianos’.
Para o comércio varejista, algumas
discussões importantes apareceram na
campanhaeleitoralde2010econtinuam
em discussão no Congresso Nacional.
Acompanhe algumas delas que, com certe-
Uma das questões que assola não só o empresa-
riado,mastambémapopulaçãoemgeral,
é a temida volta da CPMF (Contribui-
ção Provisória sobre Movimentação
muita preocupação com a criação de impos-
tos. Preferia outros mecanismos, mas tenho
visto uma pressão dos governadores; não
posso fingir que não existe. Não
pretendo reenviar ao Con-
gresso a recomposição
da CPMF, mas isso será
objeto de negociação
dadetrabalhoemaioressalários.Nesse
sentido, diversos projetos de lei trami-
tamnoCongressoNacionalcomoobje-
Para o comércio varejista, algumas
discussões importantes apareceram na
campanhaeleitoralde2010econtinuam
em discussão no Congresso Nacional.
Acompanhe algumas delas que, com certe-
Uma das questões que assola não só o empresa-
riado,mastambémapopulaçãoemgeral,
é a temida volta da CPMF (Contribui-
muita preocupação com a criação de impos-
tos. Preferia outros mecanismos, mas tenho
visto uma pressão dos governadores; não
posso fingir que não existe. Não
pretendo reenviar ao Con-
gresso a recomposição
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Gestão Novo Governo
governadores se posicionaram como
favoráveis ao retorno do imposto, que
pode voltar a ser cobrado com outro
nome, CSS (Contribuição Social para
a Saúde), e não terá caráter provisório,
sendo permanente. A aplicação desse
imposto vem sendo discutida desde
2008 e não há previsão de quando será
votada. Com ela projeta-se arrecada-
ção de 10 bilhões de reais por ano.
O ‘imposto do cheque’ trazia tribu-
tação sobre qualquer movimentação
bancária em 0,38% e tinha os recursos
destinados à saúde. Foi criado em 1996,
em caráter provisório, e representava
para o governo federal uma receita de
aproximadamente R$ 40 bilhões anuais.
Salário mínimo
O reajuste do salário mínimo é outra
questão que foi muito pontuada na
campanha presidencial.
Segundo proposta orçamentária
apresentada ao Congresso pela relatora
Serys Slhessarenko (PT-MT), em 20 de
dezembro último, o salário mínimo vai
subir dos atuais R$ 510 para R$ 540.
Em entrevista coletiva, logo após
ter sido eleita, a presidente disse que o
salário poderia chegar a mais de R$ 600
até o fim de 2011, defendendo o critério
atual de reajuste do salário mínimo: de
acordo com a inflação e o crescimento
anual do Produto Interno Bruto (PIB).
Até o fechamento desta edição, a
proposta orçamentária ainda não ti-
nha sido votada.
Reforma trabalhista
Outra questão que deve estar na agen-
da dos pequenos empresários é a re-
forma trabalhista. Essa reforma prevê
alteraçõesnaCLT,leiqueprevêumasé-
rie de benefícios ao trabalhador, como
13º salário, férias de 30 dias anuais e o
pagamento de uma série de tributos ao
governo, que representam 102,43% do
salário pago ao funcionário.
Dilma afirmou, durante a campa-
nha, que não pretende fazer essas mu-
danças no campo trabalhista durante
NÃO PRETENDO REENVIAR AO
CONGRESSO A RECOMPOSIÇÃO
DA CPMF, MAS ISSO SERÁ
OBJETO DE NEGOCIAÇÃO COM
OS GOVERNADORES.
— DILMA ROUSSEFF
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70 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Gestão Novo Governo
sua gestão, mas medidas pontuais, como a redução da
jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, devem
ser votadas ainda em 2011, devido a pressões das centrais
sindicais, apoiadoras da candidatura da presidente.
Nesse caso também é impossível prever quando o
Congresso irá colocar a reforma em pauta. Apenas a tí-
tulo de comparação, a tentativa de reformar o sistema
tributário brasileiro, por exemplo, já passou por quatro
presidentes e sete mandatos sem sucesso.
Simples
Oprojetodeleinº591/2010prevêamudançadofaturamen-
tomáximoexigidoparaqueumaempresaentrenoprogra-
maSimples,dogovernofederal.Oprojetodeleiquetramita
noSenadoaumentaotetodefaturamentodepequenasem-
presasdosatuaisR$2milhõese400milparaR$3milhõese
600mil,paraqueconsigamparticipardoSimples.
Além disso, também prevê algumas mudanças na
tributação para os empresários que aderirem ao Simples.
Entre elas, a extinção da Substituição Tributária para
empresas optantes pelo programa. Segundo informações
do projeto, micro e pequenas empresas perdem cerca de
22% de seu faturamento com a Substituição Tributária.
Para José Pastore, professor aposentado da Universi-
dade de São Paulo e pesquisador da Fundação Instituto
de Pesquisas Econômicas, o Simples, criado em 1996, é
um grande progresso para os pequenos e microempre-
sários nacionais, mas ele ainda deveria ser ampliado.
“O Programa do Simples foi muito útil para formalizar o
trabalho. Desde quando foi lançado, teve um efeito for-
malizador [do trabalho] muito significativo. Venho pro-
pondo que possamos pensar num Simples trabalhista.
Ou seja, para as micro e pequenas empresas deve haver
um tipo de contratação com menos impostos que os
atuais 102,43% que incidem sobre a folha de pagamento
dos funcionários. Essas empresas acabam gerando muito
trabalho informal, e merecem cuidado”, defende Pastore.
A medida proposta de criação do Simples Trabalhista
tem apoio da Fecomércio, e deverá entrar em pauta nas
discussões do Senado nos próximos anos. 
Fique ligado!Fique ligado!
 A A CPMF pode voltar a ser cobrada em 2011.
Há pressão de diversos governadores para o
retorno da tributação. Ela pode voltar com o
nome de CSS (Contribuição Social para a Saúde).
 O O salário mínimo deve aumentar para R$
540 no início de 2011, mas pode sofrer outros
reajustes até 2012, chegando a mais de R$ 600.
 Acompanhe o projeto de lei nº 591/2010, que
 Acompanhe o projeto de lei nº 591/2010, que

prevê mudanças na legislação do Simples, pelo
link http://tinyurl.com/37ry8gd.
 A A redução da jornada de trabalho de 44
horas semanais para 40 horas deve ser votada
ainda em 2011, por pressões dos sindicatos e
associações de trabalhadores, que apoiaram a
candidatura de Dilma. Acompanhe a tramitação
pelo link http://tinyurl.com/239uplh.
Simples Nacional
O Simples Nacional, criado em 1996, é um regime de
tributação diferenciado para micro e pequenas empresas.
Com ele, o empresário recolhe uma série de impostos
de forma única para o governo. Para entrar no programa,
atualmente, o empresário deve ter faturamento anual de,
no máximo, R$ 2.400.000,00. Para mais informações sobre
o Programa Simples, acesse http://tinyurl.com/ok9xsj.
Dilma Rousseff
acompanhou
Lula no
encontro
do G20.
Lá, ela divulgou
algumas das
medidas
econômicas
para o seu
governo
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72 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Mercado Distribuição
Musical Express finaliza ultimas vendas da PDP e Pride Music
já espera primeiro carregamento para março. Conheça detalhes
dessa transição baseada, sobretudo, em uma boadessa transição baseada, sobretudo, em uma boa
relação comercial entre dois concorrentes
PDPagora
é Pride
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WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 73
Mercado Distribuição
Em setembro passado, pouco antes da Expomusic,
a Pro-Mark mudou de mãos passando a ser dis-
tribuída no Brasil pela Musical Express. O acordo
foi realizado diretamente com a antiga distribuidora,
a Pride Music, que por questões estratégicas buscava
priorizar a distribuição das baquetas fabricadas por ou-
tra marca de seu portfólio, a Zildjian.
Poucos meses depois, a situação se repete, mas de ma-
neira inversa. Desde 1º de janeiro a PDP (Pacific Drums
and Percussion) saiu do portfólio da Musical Express e foi
para a Pride. As bases que firmaram o primeiro acordo
tambémestabeleceramessee,segundoasduasempresas,
a troca de marcas foi uma consequência lógica, baseada
na boa relação comercial entre as duas distribuidoras.
“Quando decidimos mudar nosso foco de investimento no
mercadodebaquetas,dePro-MarkparaZildjian,indicara
Musical Express para assumir a distribuição de Pro-Mark
foi uma escolha natural. Uma vez que somos os distribui-
dores de DW, acredito que o mesmo se passou na decisão
da Musical Express em nos indicar para assumir a distri-
buição e oferecer-nos PDP”, informa Marcos Brandão, ge-
rente nacional de vendas da Pride.
Antonio Tonelli, presidente da Musical Express, re-
força: “Tinhamos a necessidade de oferecer uma marca
internacional de peso aos nossos clientes. A Pride estava
com foco nas baquetas Zildjian e gentilmente nos ofere-
ceu a Pro-Mark. Fizemos uma reunião durante a feira
da NAMM, em 2010, com as três empresas e fechamos o
novo acordo de distribuição. O que acontece agora com
a PDP é similar. O fato de estarmos com maior foco em
outros produtos e sendo a Pride distribuidora da DW fez
com que passássemos a distribuição da PDP para eles.
Temos certeza que a marca estará em boas mãos e que
a Pride Music continuará o trabalho que a Musical Ex-
press vem fazendo há quase três anos”.
As duas empresas crêem em uma transição natu-
ral sem prejuízo de abastecimentos para as lojas. Os
primeiros carregamentos da PDP pela Pride estão sen-
do esperados para março de 2011. A MM conversou
com Brandão e Tonelli para trazer mais detalhes dessa
transação para você. De quebra, confira também ou-
tras novidades das importadoras.
Novas estratégias da Pride
Marcos Brandão, gerente nacional de vendas da empresa,
revela os planos de ação para a PDP, a política de preços
adotada e fala sobre as metas da importadora em 2011.
Por que a escolha da PDP e da Pro-Mark e não de
outras marcas?
Marcos Brandão: Não se tratou de uma escolha e sim de
circunstâncias de mercado e parte de um ciclo que está
encerrado. Em 2008 iniciamos uma adaptação em nosso
plano de negócios. Essa mudança tem como principal ob-
jetivo atingir eficiência plena e desenvolvimento de todo o
potencialdecadaumadasmarcaslídereseemconcentrar
MERCADOLOGICAMENTE
ELA SERÁ POSICIONADA
COMO UMA MARCA
DW. A META AGORA É
CONQUISTAR ESPAÇO NO
SEGMENTOINTERMEDIÁRIO
Por que a escolha da PDP e da Pro-Mark e não de
Marcos Brandão, gerente nacional de vendas da Pride
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74 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Mercado Distribuição
AS MARCAS COM
MAIOR CRESCIMENTO
EM RELAÇÃO AOS
ANOS ANTERIORES
FORAM VOX,
MARSHALL, ZILDJIAN,
MACKIE E REMO
nossos investimentos nas marcas eleitas. Com isso, também
deixamos a distribuição das marcas Eminence, Focusrite,
SKB e Toca Percussion.
Qual será o trabalho inicial a ser realizado com PDP?
M.B.: Mercadologicamente ela será posicionada como uma
marca DW e do mesmo modo que é trabalhada no mercado
americano e europeu. Sua sinergia com a marca DW é mais
que óbvia e natural. Nosso departamento de marketing in-
dicará a contratação de 10 endorsees para a marca PDP em
2011 e já trabalha num plano de anúncios para reposicionar
a marca com maior foco no segmento intermediário. A meta
agora é conquistar espaço no segmento intermediário. Para
isso haverá um investimento muito maior nos modelos M5,
FS e X7. A DW já tem o domínio
no segmento high e continuará
crescendo no mercado de pedais
e demais ferragens. No mercado
low end, os modelos Z5 e MainS-
tagedaPDP possuemboapartici-
pação e certamente continuarão
a crescer.
Qual será a política adotada
para posicionamento de pre-
ço e prazos de pagamento?
M.B.: Não existem mágicas. O
preço FOB [valor do produto sem
custo aduaneiro] e os custos de
importação e distribuição são
os mesmos tanto para a Pride como para a Musical Express.
Exceto por um aumento de preços de fábrica de 10% para o
modelo Z5, não houve outras mudanças nos preços FOB co-
brados pela DW/PDP. Portanto, os preços certamente serão
os mesmos que eram praticados até então. Os prazos de pa-
gamento em nosso mercado foram distorcidos ao longo dos
anos. É evidente que os prazos de pagamento oferecidos pela
PrideMusicsãomaioresqueosdaMusicalExpress,noentan-
to, existe também uma grande diferença entre os valores ne-
gociados e o perfil dos produtos distribuídos. Muitos lojistas
játrabalhamvisandoumaoperaçãomaissadiaelucrativa,ao
invés de empurrar os pagamentos para o longo prazo e des-
cobrirem que possuem saldos de estoque ao invés de ativos.
Lojistas que não são clientes da Pride Music mas eram da
PDP pela Musical Express poderão comprar o produto?
M.B.: Sim. Temos desde clientes que compram anualmente
dez mil reais a que compram cinco milhões.O que determina
o que cada um compra é o quanto ele acredita e investe em
nossosprodutos.Diferentementedocenáriode20anosatrás,
quando a Pride iniciou sua operação, hoje todas as marcas
possuemprodutosparaossegmentoslowend,intermediário
e high end. Existem consumidores para os três mercados e
consequentemente lojas que atuam em um, dois ou nos três
mercados,etodaselassãonossosclientespotenciais.Aúnica
restriçãoquefazemoséparavendascasadas.Umrevendedor
autorizado precisa ter o produto em estoque.
Como fica posicionada a DDrum, dentro do portfólio
da empresa?
M.B.: Tivemos um ano muito bom. A DDRUM ouviu-nos e
desenvolveu uma bateria eletrônica que foi um sucesso em
todo o mundo. Para o próximo ano outros modelos serão
lançados. Começamos a distribuir a marca na Expomusic
de 2009, logo depois da ruptura com a Pearl. Em menos de
um ano eles se mostraram mui-
to mais eficientes e antenados
com o mercado atual do que até
então havíamos experimenta-
do com a antiga distribuição. O
mercado de baterias eletrônicas
já representa quase 50% do mer-
cado de baterias.
Em um panorama geral, como
foi o ano de 2010 para a Pride?
M.B.: Foiumano muito bom.Po-
deria ter sido excelente se não ti-
vesse ocorrido desabastecimento
de algumas linhas de produtos.
Em 2010 ainda houve reflexos da
crise, que desestabilizou pequenos fornecedores de peças e
componentes e comprometeu a fabricação de grandes in-
dústriasemváriossegmentos.Mesmocomadesvalorização
do dólar em relação ao real, com conseqüente redução de
nossos preços de vendas, fecharemos 2010 com crescimento
em todas as marcas.
Qual foi a marca mais vendida pela Pride neste ano?
M.B.: Como nos anos anteriores, a marca mais vendida foi
Fender, seguida por Shure e Korg. Estas marcas ocupam
posições de liderança no mercado global e é natural que
isto seja replicado no Brasil. As marcas com maior cres-
cimento em relação aos anos anteriores foram Vox, Mar-
shall, Zildjian, Mackie e Remo.
Qual será o principal desafio da empresa para 2011?
M.B.: Logística. A Pride dobrou de tamanho nos últimos
cinco anos e planejamos dobrar mais uma vez em três
anos. Temos a logística mais elogiada de nosso mercado
e vamos conservar esta posição e melhorar ainda mais o
serviço aos nossos clientes.
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WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 75
Mercado Distribuição
O que vem por aí em 2011
DW Performance Series
A linha de bateria DW Performance tem cascos
em 45 graus feitos com o mesmo maple
americano das baterias DW Custom. Sua pintura
é laqueada feita à mão, possui, entre outras
características, garras de bumbo mais leves, peles
Remo USA e está disponível nas cores Ebony
Stain, Cherry Stain, White Ice e Black Mirra.
Zildjian: lançamento
da marca GEN 16
A GEN 16 é uma
nova geração de
ferramentas e
tecnologias utulizadas
por bateristas e
percussionistas,
músicos, produtores,
engenheiros de som, educadores, estudantes e hobbyists.
Seu primeiro produto é o GEN16 Digital Vault, que consiste
em uma gama de pratos virtuais de topo para computador.
Podem ser usados em qualquer DAW (digital audio
workstation) ou como uma adição na bateria eletrônica.
Squier GuitarController
Voltada para o jogo de
Rockband 3, a Fender
criou uma guitarra
híbrida que além de
servir como joystick para
o jogo também traz a
sonoridades natural; em
tamanho original.
Fender Blacktop Series
Conta com dois captadores
humbuckers. Visa proporcionar
aos usuários das guitarras
Fender Stratocaster, Telecaster,
Jazzmaster e Jaguar um som mais
denso e pesado.Guitarras têm
uma grande variedade de tons
profundos, ricos e agressivos.
Fender Mustang Amplifier Series
Os amplificadores Mustang contêm
24 presets on-board  de alta com
tons da Fender Vintage junto à
distorção de metal moderno.
Organizado em três bancos de oito
nidades, todos os 24 presets são
facilmente acessados por meio de
um único botão na própria caixa.
A linha de bateria DW Performance tem cascos
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é laqueada feita à mão, possui, entre outras
características, garras de bumbo mais leves, peles
Remo USA e está disponível nas cores Ebony
Stain, Cherry Stain, White Ice e Black Mirra.
A linha de bateria DW Performance tem cascos
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é laqueada feita à mão, possui, entre outras
características, garras de bumbo mais leves, peles
Remo USA e está disponível nas cores Ebony
Stain, Cherry Stain, White Ice e Black Mirra.
Squier GuitarController
Voltada para o jogo de
Rockband 3, a Fender
criou uma guitarra
híbrida que além de
servir como joystick para
o jogo também traz a
sonoridades natural; em
tamanho original.
Squier GuitarController
Voltada para o jogo de
Rockband 3, a Fender
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híbrida que além de
servir como joystick para
o jogo também traz a
sonoridades natural; em
tamanho original.
Fender Blacktop Series
Conta com dois captadores
humbuckers. Visa proporcionar
Vox: Valvetronix Plus Series
Com preço menor, o amps Valvetronix ganharam nova roupagem
e recursos na linha Plus. Conta com 99 presets prontos para tocar,
uma infusão maciça de efeitos, além do controle-Power Level. O
amplificadors ainda possui 11 efeitos de pedal, 11 modulações, efeitos
de delay com e três estilos de reverb, entre outras características.
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76 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Mercado Distribuição
Musical Express
se prepara para 2011
O presidente da empresa, Antônio
Tonelli, contou à MM qual a relação
da Musical Express com a Pride, fez um
feedback sobre o ano de 2010 e sobre o
trabalho com a Pro-Mark e ainda revelou
os desafios da empresa para este ano.
Há algum tipo de acordo entre a
Musical Express e a Pride para im-
portação e distribuição de marcas?
Antônio Tonelli: Não fazemos nenhu-
ma importação conjuntamente. Nossa
relação comercial com a Pride é apenas
de subdistribuição de alguns produtos,
como Neutrik, Korg e outros. Distribuí-
mosessesprodutosparaalgunsclientes
que não são atendidos pela Pride.
Como está o desenvolvimento da
Pro-Mark nesses meses em que es-
tão trabalhando com a marca?
A.T.: Embora nosso primeiro embarque
tenha chegado próximo à Expomusic, já
estamostendomuitosucessocomamar-
caeumaótimaaceitaçãopeloslojistas.
Em um panorama geral, como foi o
ano de 2010 para a Musical Express?
A.T.: Excelente. Foi o nosso melhor ano
desdeafundaçãodaempresaeesperamos
queopróximoanosejaaindamelhor.
Correias Planet Waves
linha The Beatles: seis
novos designs em tecido
A famosa linha com o
grupo de Liverpool ganha seis
novos modelos duráveis e
confortáveis, com designs exclusivos
baseados nas icônicas ilustrações que
acompanharam os discos da maior
banda que o mundo já conheceu.
Qual foi a marca mais vendida pela
Musical Express neste ano?
A.T.: Nosso carro chefe é o portfó-
lio de marcas D’Addario: D’Addario
Strings, Evans, UNO, Puresound, Rico,
Planet Waves e HQ, com destaque es-
pecial para as cordas. Mais uma vez
a D’Addario foi a marca mais lembra-
da pelos lojistas na categoria High e
Standard, segundo a pesquisa MM
e Datafolha. Acreditamos que essa
performance se deve ao bom relacio-
namento da Musical Express com seus
clientes e também às ações de marke-
ting realizadas ao longo desses anos.
Qual será o principal desafio da em-
presa para 2011?
A.T.: Nosso maior desafio é oferecer um
serviçocadavezmelhoraosnossosclien-
tes. Estamos desenvolvendo softwares
que serão implantados no início do ano.
Aintençãoéaprimoraraindamaisaqua-
lidadeeeficiênciadenossaexpedição.
O que vem por aí em 2011
Baquetas Pro-Mark signature Neil Peart em oak com ponta de madeira - Edição Especial
Mais compridas que as 5A, as baquetas do lendário baterista do Rush
possuem corpo grosso e ponta de madeira. Sua versão em oak é
mais pesada que a de hickory, ideal para quem gosta de tocar com
bastante volume. Edição especial, disponível por tempo limitado.
Descanso de guitarra
Planet Waves
Transforme qualquer superfície
lisa em uma estante de guitarra
com essa novidade Planet
Waves. O acessório pode ser
transportado em qualquer
case de guitarra e é fácil de se
adaptar à qualquer superfície.
Nova linha de correias Ozzy Osbourne da Planet Waves
O padrinho do heavy metal tem toda a grandeza de seu legado
impressa em uma nova linha de correias, feita com a qualidade
Planet Waves e disponível em dois modelos colecionáveis.
novos designs em tecido
grupo de Liverpool ganha seis
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acompanharam os discos da maior
banda que o mundo já conheceu.
Descanso de guitarra
Planet Waves
Transforme qualquer superfície
lisa em uma estante de guitarra
com essa novidade Planet
Waves. O acessório pode ser
transportado em qualquer
case de guitarra e é fácil de se
adaptar à qualquer superfície.
Antonio Carlos Tonelli,
presidente da Musical Express
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78 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
ESTRATÉGIA
E OPORTUNIDADE
JOEY GROSS BROWN
TECNOLOGIA MUSICAL
EM UMA COMPARAÇÃO INUSITADA, VEJA O QUE UM JOGO DE
GOLFE E A ROTINA DE UMA LOJA TÊM EM COMUM E APROVEITE
AS DICAS PARA DAR A TACADA CERTA NO SEU NEGÓCIO
Permita-me fazer uma analo-
gia interessante nesta maté-
ria. Costumo dizer que uma
empresa ou carreira profissional se
assemelha a um jogo de golfe. E pos-
so afirmar isso, categoricamente, no
caso do profissional de vendas.
Como é o jogo
Em um jogo profissional de golfe, são
quatro dias. Em cada um deles, o jo-
gador deve jogar 18 buracos (4 horas
e meia de jogo por dia, em média). No
fim dos dois primeiros dias, em fun-
ção do resultado do melhor jogador
até então, é realizado um ‘corte’ dos
é golfista e gerente comercial da Quanta Music quando está chovendo com raios (único caso em que um jogo de golfe
é interrompido). Trabalha para que um dia possa jogar e ganhar $$$ como o Tiger Woods. Não nesta vida, obviamente.
E-mail: joey@quanta.com.br
jogadores. Em um torneio profissional
geralmente passam o corte os 70 me-
lhores.Nofim,ganhaquemcompletar
a jornada dos quatro dias com menos
tacadas. Mas ganham também todos
aqueles que passam no ‘corte’.
A vida e o jogo
Traduzindo isso para o dia a dia cor-
porativo, podemos dizer que sua car-
reira (ou empresa) inicia a jornada
com muito gás e preparação. Pode-se
arriscar, pois sempre há tempo para
recuperar. Também se pode jogar de
forma conservadora, focando apenas
em passar o ‘corte’.
A estratégia
Esse é o instante em que o erro é co-
metido. Ao simplesmente entrar em
um jogo sem qualquer estratégia, o
jogador vai perceber que errou muito
tarde e talvez não passe o corte. E se
errar na estratégia inicial tudo vai por
água abaixo e certamente não chega-
rá nem perto do corte. Mas como sa-
ber qual é a estratégia correta?
Primeiro
O jogo depende de você apenas. Cada
‘buraco’ possui sua dificuldade e uma
nova estratégia deve ser adotada.
Ao todo serão jogados 72 buracos,
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80 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
portanto, deve-se dosar o conservado-
rismo extremo e aproveitar as opor-
tunidades que o campo de jogo lhe
oferece. Em seguida, precisamos estar
preparados, concentrados e determi-
nados. De que adianta querer partici-
par de um jogo se não tivermos essas
três qualidades? É o mesmo que com-
petência profissional: você quer subir
de cargo, mas acha que isso deve ser
enxergado pelos seus superiores sem
que você faça nada exceto resultado?
É melhor começar a mudar
a atitude. Faça por merecer
umaumentooupromoção.
Voltando ao
campo de jogo
Cada buraco possui um
número correto de tacadas
a serem feitas, um número
máximo determinado para
zerar o resultado. No golfe,
o negativo vale mais: caso
você execute menos taca-
das do que o necessário
para determinado buraco,
rapidamente encontra-
rá a liderança do torneio.
Para poder atingir isso, é
fundamental que analise
cada tacada antes de exe-
cutá-la (planejamento estratégico).
Conhecer o campo ajuda muito, e
anotar as distâncias entre a saída e
a bandeira de cada ‘buraco’ também
é importante (prospecção e pesquisa
de mercado).
Já no local de saída (chamado de
Tee no golfe) é importante respirar
fundo e voltar a atenção para onde
você deseja que sua bolinha aterrisse
(meta primária). Executando a pri-
meira tacada com sucesso, isso leva
a uma rotina de repetição, só que
agora estamos mais perto do primei-
ro objetivo (meta do mês).
Perigos
No golfe, cada buraco apresenta obs-
táculos, seja em forma de bancos de
areia, água (lagos e riachos) ou vege-
tação (árvores, plantas e grama alta).
Voltando à segunda tacada, desta vez
osobstáculosseencontrammaisperto
do ‘Green’ (parte do campo com a gra-
mabemrasinha,ondeficaoburacoea
bandeira que o sinaliza), protegendo-o
de tacadas mais audazes. Esta é a hora
emqueénecessáriopensarcuidadosa-
mente (tomada de decisão).
Caso o obstáculo esteja na frente,
seriamelhortentarfazerabolapassar
por cima ou preferir uma tacada para
um pouco antes e só então arriscar
chegar mais perto do buraco? Um tiro
mais arriscado pode oferecer perigo,
mas se der certo é muito mais recom-
pensador, permitindo finalizar o bu-
raco de maneira mais tranquila e em
menos tacadas (meta mensal atingi-
da). Não é sempre que os tiros arrisca-
dos são recomendáveis e o ‘jogo’ nos
ensina que existem situações em que
é melhor retroceder para depois avan-
çar em segurança.
Lições
Pense nisso 72 vezes. Agora pense
que cada meio ano de sua vida é um
buraco em uma carreira média de 36
anos até encontrar o seu merecido
descanso. Considere cada dia de jogo
como as fases de autoavaliação. Logo,
é tempo de pensar que o mais impor-
tante é passar o ‘corte’ da vida. Aquela
linha tênue que separa os homens dos
meninos. Os executivos, empreende-
dores e gerentes, dos funcionários.
Quem ganha o jogo?
Interessante visualizar que muitos
líderes de torneios detêm larga van-
tagem sobre os adversários até o úl-
timo buraco do último dia
e perdem (muito parecido
com o Corinthians do Cam-
peonato Brasileiro 2010).
O que aconteceu? Desa-
prenderam? Não estavam
concentrados? Não, nada
disso. Simplesmente subes-
timaram os concorrentes,
não aproveitaram as opor-
tunidades e preferiram o
caminho da acomodação,
achando-se intocáveis.
Esse é o erro mais co-
mum. Não só cumprir as
etapasdalongajornada,mas
acreditarsersuperioratodos
e para sempre. Cuidado! Se
você pensa assim, mude já a
sua estratégia. Afinal, ver o
troféu escorregar das mãos é mais de-
cepcionante que encarar que devemos,
sempre,procurarmelhorar.Estaúltima
geramotivação.Aanterior,frustração.
Há um novo produto ou linha no
mercado? Observe-os atentamente.
Quem sabe seja o atalho para uma
tacada firme e certeira? O obstáculo à
frenteofereceperigoealto risco?Volte.
Repense. Escolha o caminho mais cur-
to ou, ao menos, o com o menor risco.
Enfim, você quer uma promoção
de seu superior? Jogue o jogo com
competência, dedicação e muita de-
terminação.
Agora peço licença, pois vou ao
campo treinar minhas tacadas para
mais um torneio de quatro dias...
...C’est la vie! n
NÃO É SEMPRE QUE
OS TIROS ARRISCADOS
SÃO RECOMENDÁVEIS
E O ‘JOGO’ NOS
ENSINA QUE EXISTEM
SITUAÇÕES EM QUE É
MELHOR RETROCEDER
PARA DEPOIS AVANÇAR
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82 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Projetos Sociais
Parcerias entre lojas e fabricantes fomentam iniciativas sociais pelo País
Por Juliana Cruz
Parcerias entre lojas e fabricantes fomentam iniciativas sociais pelo País
Consciência social:
uma crescente
no varejo
Aglobalização aumentou o índice de infor-
mações a que temos acesso diariamente
e causou uma evolução na capacidade de
questionamento dos cidadãos. Os consumidores
estão desenvolvendo maior consciência ambiental e
social, logo, é necessário atender a essa necessidade
dele não apenas aplicando-a na produção de produ-
tos, mas, sobretudo, no âmbito ético. “Atualmente,
com a evolução do nível de exigência dos consumi-
dores, as empresas percebem que é impossível man-
ter clientes se a mensagem de marketing for dife-
rente daquela percebida no momento da entrega do
produto ou serviço”, explica o gestor de marketing
Caetano Mauro Tavares.
RicardoPastore,coordenadordoNúcleodeEstudos
do Varejo da ESPM, concorda que a nova abordagem
deve pregar o equilíbrio em todas as ações realizadas
por uma empresa: “É importante alinhar a missão, a
visão e os valores da empresa com as possíveis ações
em prol da comunidade”. Se há ações promocionais vi-
sandoaumentodevendas,énecessárioquehajaoutras
pensando na comunidade e no público interno.
Melk Rocha, diretor da Bends, em doação feita durante
o 4º workshop da empresa promovido no Abrigo Novo Rumo
mm52_projetossociais.indd 82 17/12/2010 21:44:56
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 83
Especial Projetos Sociais
Na ativa
Em nosso setor, algumas fabricantes já se preocupam
em harmonizar o departamento de vendas com ações
de cunho social. A Condor Music participa ativamente
de projetos comunitários desde sua origem e, atual-
mente, possui um programa de distribuição de ins-
trumentos para ONGs ligadas à reintegração, com ex-
-dependentes químicos, por exemplo, e inserção social
na área educacional. “Dentro da linha de instrumen-
tos que trabalhamos, o segmento de violões apresenta
maior facilidade”, conta Maurício Mendes, supervisor
de publicidade da empresa.
Além das iniciativas firmadas com a Secretaria de
Educação do Estado de São Paulo, CEPSS (Centro de
Educação Popular de São Sebastião), Secretaria Muni-
cipal da Cultura de Porto Alegre e com a Fumproarte
(Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cul-
tural de Porto Alegre), a Condor ainda tem projetos em
queseusendorseesseapresentamgratuitamenteemes-
colas públicas. Em São Paulo, o trabalho é feito por Max
Bennet e Fernando Palau, da banda EX4. Na região Sul
doPaís,aaçãoérealizadapeloguitarristaFrankSolari.
Mendes tem uma visão prática sobre os consu-
midores atuais: “As pessoas estão mais informadas e
buscam marcas e produtos que atendam não só suas
necessidades e desejos individuais. A percepção dos
consumidores como um todo está mais aguçada e
nós, comerciantes, precisamos levar isso em conside-
ração na hora de planejar uma ação”, enfatiza.
Pelos consumidores do futuro
Outra fabricante brasileira bastante envolvida com
essetipodetrabalhoéaBendsHarmônicas.Aempresa
apoia a Associação Sant’Anna Crianças de Ribeirão Pi-
res, que atende vítimas de violência doméstica, e tam-
bém o projeto Profissional do Futuro, em que jovens
adolescentes têm a oportunidade de ingressar no mer-
Gaita em TB
O projeto de Ricardo Skalinski tem a intenção
de ensinar gaita para crianças carentes do mu-
nicípio de Telêmaco Borba, localizado na região
dos Campos Gerais, PR. A Bends participa da
ação cedendo uma gaita diatônica para cada
aluno, que também recebe uma apostila e CD
com as lições. Para mais informações, acesse
www.gaitaemtb.blogspot.com.
cado de trabalho como aprendizes na própria Bends.
A companhia também dá suporte ao Programa
Empresa Amiga da Criança, criado pela Fundação
Abrinq, em 1995, com o intuito de incentivar em-
presas a terem uma atuação social ativa em prol de
crianças e adolescentes do Brasil.
Aos varejistas, Melk Rocha, diretor da empresa, dá
a dica: “Apoiar projetos sociais é uma forma de nós, fa-
bricantes ou lojistas, contribuirmos para o desenvolvi-
mento da nossa sociedade e retribuir tudo o que ela faz
por nós, seja comprando nossos produtos, divulgando
nossas marcas ou nos acolhendo em sua comunidade”.
Atualmente a Bends trabalha em uma nova par-
ceria com o projeto Gaita em TB (Telêmaco Borba), do
Paraná. “Idealizado pelo músico e professor Ricardo
Skalinski, a ação ensina as técnicas do instrumento
para elevar a autoestima de jovens carentes, a fim de
lhes proporcionar uma visão mais ampla do universo
que os cerca e mostrando como podem ir além do que
imaginavam ser possível”, explica Melk.
Como enveredar por esse caminho?
O professor Ricardo Skalinski acredita que o melhor
modo para uma empresa ingressar nesse universo é
estreitar laços com a comunidade na qual está inseri-
da. No caso de lojas, isso pode ser feito por meio da do-
Projeto Guri
É um projeto voltado para a educação musical da cidade de São
Paulo que se tornou conhecido internacionalmente por conta da
qualidade dos músicos que forma. Nascido em 1995, na Oficina
Cultural Amácio Mazzaropi, a iniciativa tem como missão resga-
tar a cidadania de meninos e meninas oriundos de famílias de
baixa renda. A ação conta com vários patrocinadores, mas ne-
nhum de nosso setor, por enquanto. Talvez seja uma boa opor-
tunidade para representantes da indústria de instrumentos mu-
sicais aderirem ao projeto ou se unirem para criar algo parecido.
SE HÁ AÇÕES PROMOCIONAIS
VISANDO AUMENTO DE
VENDAS, É NECESSÁRIO QUE
HAJA OUTRAS PENSANDO
NA COMUNIDADE E NO
PÚBLICO INTERNO
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84 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Projetos Sociais
açãodeequipamentosoudeespaçoparaalgumaação
coletiva, onde a comunidade carente local aprenda a
tocar instrumentos. Skalinski também acha impor-
tante promover em lojas ações cuja renda seja reverti-
da para auxiliar essa população.
Ton Borges, gerente da Harmonia Musical, de Goi-
ânia, falou sobre a participação de sua loja no Master-
class, projeto de cunho educacional idealizado pelas
marcas Tagima e NIG/Rouxinol: “Nossa filosofia em
relação a workshops e eventos com endorsees é con-
verter a entrada em alimentos para auxiliar a comu-
nidade local. Sempre tivemos esse perfil social e isso é
bom porque vincula nosso nome a algo bom”, explica.
Emgeral,aHarmoniaMusicaltrabalhacomONGs,
e algumas delas, inclusive, investem em educação mu-
sical. “Quando possível, doamos alguns equipamentos
para as organizações parceiras. Quando não, vende-
mososinstrumentosapreçoquasedecusto,oquecria
uma fidelidade com a ONG em questão”, completa.
Olojistatambémpode,porexemplo,proporparce-
rias com fornecedores e organizar pocket shows com
endorsees para seus clientes cobrando como entrada
alimentos não perecíveis, livros etc. Posteriormente, o
estabelecimento pode distribuí-los em comunidades
carentes. É uma forma de atrelar seu estabelecimento
a uma imagem positiva perante a população, gerando
confiabilidade e, por vezes, divulgação boca a boca.
Sobre a divulgação de tais projetos, o professor
ressalta: “Ao informar sua participação em ações so-
ciais para seus clientes habituais, o lojista deve fazê-lo
de forma institucional e não promocional. E não deve
existir retorno financeiro para a loja, pois a finalidade
é diferente da arrecadação de lucros”. O uso de flyer
ou banner direcionando o usuário para o site da ONG
apoiada no site da loja também é fundamental.
Associação Sant’Anna
Crianças de Ribeirão Pires
Fundada em 2001, a associação acolhe crianças e adolescen-
tes do município de Ribeirão Pires, SP, vítimas de violência do-
méstica. Conforme determinações do Estatuto da Criança e
do Adolescente (ECA), a associação mantém o Abrigo Novo
Rumo, casa que atende crianças na faixa etária de 0 a 12 anos,
e o Abrigo Espaço Jovem, que atende adolescentes do sexo
feminino na faixa etária de 13 a 18 anos.
Masterclass
O Masterclass, nascido da parceria entre a NIG e a
Tagima, consiste em uma aula ministrada pelos mú-
sicosJuninhoAframeSydneiCarvalhoparaestudan-
tes,vendedoreseclientesdelojasparceiras.Oproje-
to arrecada alimentos para doação enquanto ensina
aos visitantes alguns macetes da guitarra. O evento
foi abordado em matéria da MM 51, que pode ser
lida na íntegra no link http://tinyurl.com/38prtls.
O MELHOR CAMINHO
PARA UMA EMPRESA É
ALINHAR SUA MISSÃO,
VISÃO E VALORES COM
AÇÕES PELA COMUNIDADE
NA QUAL ESTÁ INSERIDA
Banda EX4 em projeto da Condor Music
Alunos do CEPSS
(Centro de Educação Popular de São Sebastião)
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WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 85
Especial Projetos Sociais
Retorno positivo
Maurício, da Condor, tem boas histórias para contar
sobre o retorno das ações sociais das quais participa.
“Fizemos uma ação com uma ONG situada na região
metropolitana de Brasília que desenvolve trabalhos na
área de educação popular e cidadania. Disponibiliza-
mos alguns instrumentos e material visual para deco-
ração. Além da reação positiva das pessoas atendidas
pelaONG,noschamouaatençãoareaçãodosdiretores
eprofessoresdaorganização,quedepoisdessaaçãoso-
cial passaram a admirar a marca e a divulgá-la.”
A Bends Harmônicas foi outra empresa a ganhar
mais público por conta da iniciativa Aprenda Gaita
Grátis. O projeto, inaugurado em 2009, já conta com
mais de 12 mil alunos cadastrados. De acordo com
Melk, o resultado traduz o que a empresa se propôs
a fazer desde o seu primeiro dia de existência: “Levar
a música à vida do maior número possível de pessoas
por meio de seus instrumentos”.
O sucesso da ação mostra que é possível vincular
um produto ou marca à consciência social ou mesmo
ambiental. Basta o comerciante planejar a ação levan-
do em consideração as necessidades da população que
o cerca e relacionando-a ao seu ramo de atividade. 
Você pode ajudarVocê pode ajudar
Mais interessante do que investir apenas em projetos já co-
Mais interessante do que investir apenas em projetos já co-
nhecidos do grande público é procurar por iniciativas meno-
res, que atendam a grupos específicos de pessoas. Um exem-
plo é o Centro Independente de Cultura Alternativa e Social
(Cicas). Instalado há três anos no Jardim Julieta, Zona Norte de
São Paulo, o coletivo promove ações voltadas para o lazer, o
esporte e a educação da comunidade local, além de prover
espaço para biblioteca, sessões de cinema e estúdio de gra-
vação musical, caracterizando uma ótima oportunidade para
empresas e lojas focadas em áudio e iluminação demons-
trarem seu incentivo à disseminação da cultura, educação e
solidariedade. Atualmente, o Cicas tem parceria com a ONG
Sinfonia de Cães. Atuante há sete anos, a organização já re-
alizou mais de 30 eventos culturais itinerantes, apoiando as
comunidades que visita pelo Estado de São Paulo. Para mais
informações, acesse www.projetocicas.blogspot.com, www.
sinfoniadecaes.org ou envie um e-mail para sinfoniadecaes@
gmail.com. Para conhecer ONGs de todo o País em busca de
patrocinadores, acesse www.abong.org.br.
mm52_projetossociais.indd 85 21/12/2010 16:38:33
86 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
Conheçaasmarcasmaislembradaspeloslojistasem2010
segundoapesquisaTopofMindDatafolha/MúsicaMercado
No dia 29 de
novembro acon-
teceu, em São
Paulo, SP, a 7ª edição da
premiação Top of Mind.
O evento premia as mar-
cas mais lembradas pelos
lojistas, de acordo com a
pesquisa Top of Mind, Músi-
ca  Mercado/Datafolha.
A premiação foi celebrada
no espaço Planet Party, na capital
paulista. Animados pela banda The
Truth, os cerca de 200 convidados, forma-
dos pelos principais dirigentes do setor, puderam
conferir os vencedores em oito categorias de áudio e 15 de
instrumentos musicais. Tradicionalmente considerada
como celebração de encerramento do ano para o setor, a
cerimônia foi comandada pelo apresentador Zé Luiz, ex-
-locutor do programa Balacobaco, da rádio 89 FM, em com-
panhia do diretor da Música  Mercado, Daniel Neves, e da
gerente comercial da MM Eduarda Lopes. “Junto à pesqui-MM Eduarda Lopes. “Junto à pesqui-MM
sa, este prêmio tem a finalidade de mostrar como as marcas
se posicionam na cabeça do lojista. São aquelas que saíram
do lugar-comum e tiveram seu posicionamento conquista-
do no mercado”, enfatiza Neves.
Neste ano, algumas marcas como Octagon, Orion e
Sabian empataram como sendo as mais lembradas pelas
lojas High, para pratos. “Vale o comentário sobre a questão
do empate. Em toda pesquisa existe uma margem de erro,
tanto para cima, quanto para baixo. Quando as marcas
empatam significa que
estão entre as margens
de erro uma da outra.
Não é um resultado
exato, como uma conta
simples”, explica o dire-
tor da MM.
O evento tem a fina-
lidade de consagrar as in-
formações coletadas pela
pesquisa Top of Mind, MM/
Datafolha, oferecendo um ban-
co de dados ao mercado para que as
empresas criem novas estratégias e enten-
dam onde as marcas estão posicionadas. “O Insti-
tuto Datafolha ouviu cerca de 300 lojas do País e tanto esta
premiação quanto a pesquisa completa mostram algumas
mudanças no comportamento de compra e impacto sobre
as marcas. É importante entender que o mercado se movi-
menta lentamente. Ano a ano a pesquisa vem mostrando
as tendências; aqueles que observam e estudam os resulta-
dos conseguem reverter sabiamente para criar estratégias
de mercado mais direcionadas para suas marcas”, disse
Neves no discurso de abertura da premiação.
Durante a entrega dos troféus, Rogério Raso, diretor da
Santo Angelo, vencedor na categoria Cabos, para lojas High
e Standard, aproveitou seu discurso de agradecimento para
homenagear Daniel Neves e a equipe da MM com uma pla-
ca comemorativa: “Pela competência no reconhecimento
das marcas no mercado brasileiro de instrumentos musi-
cais”, disse o empresário.
As marcas mais
lembradas em 2010
pesquisa Top of Mind, Músi-
A premiação foi celebrada
no espaço Planet Party, na capital
paulista. Animados pela banda The
Truth, os cerca de 200 convidados, forma-
dos pelos principais dirigentes do setor, puderam
empatam significa que
tor da
lidade de consagrar as in-
formações coletadas pela
pesquisa Top of Mind, MM/
Datafolha, oferecendo um ban-
co de dados ao mercado para que as
empresas criem novas estratégias e enten-
dam onde as marcas estão posicionadas. “O Insti-
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Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 87WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Indicados
Alto-falantes: Eros, Celestion,
Selenium, Oversound, Beyma,
Eminence, BC, Bravox, 18 Sound.
Amplificador Guitarra e
Contrabaixo: Giannini, Epiphone,
Orange, Laney, Condor, Behringer,
Fender, Sound Maker, Marshall,
Strinberg, Shelter, Onerr, Randall,
Crate, Vox, Meteoro, Line 6, Bugera,
Peavey, Staner, Hartke, Ampeg.
Bateria: Gretsch, Adah, Benson,
Ludwig, Mapex, Tama, Michael,
RMV, DW, Dolphin, Premier, Shelter,
Yamaha, DDrums, Vogga, Sonor,
PDP, Turbo, Odery, Planet, Pearl,
Peace, Premium.
Cabos: Monster Cable, Sparflex,
Planet Waves, Golden, Tecniforte,
Fender, Fulltone, Elixir, Santo
Angelo, Hayonik.
Contrabaixo: SX, Epiphone,
Golden, Washburn, Eagle,
Strinberg, Cort, Condor, Giannini,
Ibanez, Groovin, Gibson, Vogga,
ESP, Michael, Ovation, Crafter,
Shelter, Fender, Squier, Walczak,
Memphis, Yamaha.
Cordas: Elixir, NIG, Giannini,
Gibson, SG, Dean Maekley, Ernie
Ball, D’Addario, Fender, São
Gonçalo, SIT, Augustine, GHS, Solez,
Groove, Martin, La Bella, Canário,
Rouxinol, Strinberg.
Guitarra: Giannini, Epiphone,
Golden, Washburn, Eagle, Groovin,
Cort, Condor, Squier, Yamaha,
Strinberg, Gibson, ESP, Michael,
Memphis, Ovation, Crafter, Shelter,
Fender, Vogga, Walczak, Ibanez, SX.
Mesas de Som: Yamaha, Staner,
Mackie, Moug, Leac’s, Behringer,
LL Áudio, Ciclotron, Alto, Oneal,
SoundCraft, Phonic, Wattson.
Microfones: LeSon, Karsect,
Staner, Sennheiser, Shure, Audio
Technica, TSI, AKG, Kadosh,
Beyerdynamic, Behringer,
Samson, Superlux.
Pedal de Efeitos: Landscape,
Zoom, Digitech, Behringer, Onerr,
Boss, Nux, Line 6, MXR, Ibanez,
Vox, Electro-Harmonix, Peavey, NIG,
Korg, Groovin, Laney, Dunlop.
Top of Mind 2010/2011 • MM / Datafolha
Instrumentos Musicais, de Áudio e Iluminação
Alto-falantes...........................................................................................Selenium
Amplificadores para Guitarra e Baixo................................................... Meteoro
Baterias............................................................................................................RMV
Cabos.............................................................................................. Santo Angelo
Contrabaixo..............................................Condor, Yamaha, Fender e Tagima
Cordas ................................................................................................... D’Addario
Guitarra......................................................................................Fender e Tagima
Mesa de Som..................................................Behringer, Ciclotron e Yamaha
Microfones ....................................................................................................Shure
Pedal de Efeito................................................................................................Boss
Pele para Bateria ..................................................................Evans, Remo, RMV
Pratos de Bateria ....................................................... Octagon, Orion e Sabian
Sopro........................................................................................... Weril e Yamaha
Violão.................................................................. Giannini, Takamine e Tagima
Peles para Bateria: Luen, Remo,
Michael, RMV, Encore, Evans, Dolphin,
Aquarian, Premium, DB Percussion.
Pratos de Bateria: Krest,
Zildjian, Octagon, Paiste, Ufip,
Alchemy, Stagg, Wuhan, Orion,
Sabian, Istanbul.
Sopro: Condor, Jupiter, Weril,
Yamaha, Dolphin, Shelter, Benson,
Michael, Eagle.
Violão: Giannini, Di Giorgio,
Takamine, Washburn, Eagle,
Rozini, Michael, Cort, Epiphone,
Yamaha, Strinberg, Taylor,
Ashland, Condor, Memphis,
Ovation, Crafter, Shelter, Fender,
Walden, Ibanez, Vogga, Groovin.
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88 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
SELENIUM
(HARMAN)
Alto-falantes
No segmento de alto-falantes, a
Selenium foi a marca mais lembrada
pelos lojistas entrevistados nas
categorias High e Standard.
Fundada em 1958, na cidade de
Canoas (RS), pelos irmãos Victor,
Henrique, Arno e Carlos (depois
substituído por Gastão), a empresa tem
como marca a tecnologia aplicada na fabricação de seus produtos. Para
se ter uma ideia, dois anos após a sua fundação, a Selenium lançou seu
primeiro tweeter com alto desempenho técnico para os padrões da época.
Depois de alcançar o mercado externo com subsidiárias nos EUA,
um escritório de vendas nas Áustria (Selenium Europe) e operando
também na China (Selenium Ásia), a empresa ganhou a atenção da
Harman, grande empresa de áudio profissional norte-americana, e foi
adquirida pela mesma em junho de 2010.
SANTO ANGELO
Cabos
No que diz respeito a cabos, a Santo
Angelo foi a primeira empresa
lembrada pelos lojistas nas categorias
High e Standard. Curiosamente,
quando abriu suas portas, em 1979,
na cidade de Guarulhos, Grande São
Paulo, fabricava apenas fechos de ação
rápida e ferragens de uso industrial.
Só em 1987 é que produziu seu
primeiro conector para uso em áudio
profissional e instrumentos musicais.
Em 1988 ganhou sede própria
e, dois anos depois, tornou-se
distribuidora exclusiva da empresa
suíça Neurtik A.G. de conectores de
microfones e instrumentos de medição
de áudio. Em 1991 começou a produzir
fios e cabos especiais para sonorização
e indústria eletrônica, tornando-se
a Santo Angelo que conhecemos
atualmente.
SANTO ANGELO
Cabos
No que diz respeito a cabos, a Santo
Angelo foi a primeira empresa
lembrada pelos lojistas nas categorias
High e Standard. Curiosamente,
quando abriu suas portas, em 1979,
na cidade de Guarulhos, Grande São
Paulo, fabricava apenas fechos de ação
rápida e ferragens de uso industrial.
Só em 1987 é que produziu seu
primeiro conector para uso em áudio
profissional e instrumentos musicais.
e, dois anos depois, tornou-se
distribuidora exclusiva da empresa
suíça Neurtik A.G. de conectores de
microfones e instrumentos de medição
de áudio. Em 1991 começou a produzir
fios e cabos especiais para sonorização
Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
como marca a tecnologia aplicada na fabricação de seus produtos. Para
2010/2011
« SELENIUM BY HARMAN »
ALTO-FALANTES
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
2010/2011
« SANTO ANGELO »
CABOS
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
Rodrigo Kniest, diretor-geral da Harman
Rogério Raso, presidente da Santo Angelo
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90 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
CICLOTRON
Mesa de som
A fabricante provou ser uma das mais
presentes na memória dos lojistas do
setor, levando para casa o prêmio Top
of Mind 2010 na categoria Standard, ao
lado da Behringer e da Yamaha, com
suas mesas de som.
Fundada em 1973, em Barra Bonita,
interior de São Paulo, a Ciclotron
produz em sua fábrica consoles de
audiomixagem para sistemas de
pequeno, médio e grande porte (de 4 a
60 canais de entrada), amplificadores
de alta potência, equalizadores
gráficos, crossovers, amplificadores
de instrumentos, sistemas com tri e
biamplificação ativa, caixas acústicas
passivas e sistemas de subwoofers
ativos e passivos.
BEHRINGER
(PROSHOWS)
Mesa de Som
Fundada em 1989, a empresa
revolucionou a fabricação de
equipamentos de música e áudio
oferecendo produtos profissionais,
originalmente caros, por preços
acessíveis ao consumidor final.
A Behringer produz uma gama
abrangente de produtos que inclui alto-falantes, amplificadores, misturadores,
powered mixers e produtos para DJ, como microfones, fones de ouvido,
sistemas sem fio, instrumentos musicais e sistemas de iluminação profissional.
Em 2010, com suas mesas de som, a empresa ganhou o Top of Mind nas
categorias High, empatada com a Yamaha, e Standard, junto com a Ciclotron.
No ano passado, a marca passou a ser distribuída pela ProShows,
distribuidora focada em áudio e iluminação profissional, atuante no
mercado desde 2003.
CICLOTRON
Mesa de som
A fabricante provou ser uma das mais
presentes na memória dos lojistas do
setor, levando para casa o prêmio Top
of Mind 2010 na categoria Standard, ao
lado da Behringer e da Yamaha, com
suas mesas de som.
interior de São Paulo, a Ciclotron
produz em sua fábrica consoles de
audiomixagem para sistemas de
pequeno, médio e grande porte (de 4 a
60 canais de entrada), amplificadores
de alta potência, equalizadores
gráficos, crossovers, amplificadores
de instrumentos, sistemas com tri e
biamplificação ativa, caixas acústicas
passivas e sistemas de subwoofers
Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
abrangente de produtos que inclui alto-falantes, amplificadores, misturadores,
2010/2011
« BEHRINGER »
MESAS DE SOM
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
2010/2011
« CICLOTRON »
MESAS DE SOM
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD
Gisele Venâncio, gerente de produtos, e Silvio Eduardo
da Silva, gerente nacional de vendas da ProShows
Geraldo Tavares, representante da Ciclotron
mm52_topofmind.indd 90 21/12/2010 12:21:01
mm52_topofmind.indd 91 18/12/2010 11:50:38
92 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
YAMAHA
Mesa de som,
sopro e contrabaixo
Vencedora das categorias High e
Standard 2010 para mesa de som, ao
lado da Behringer e da Ciclotron; sopro,
junto da Weril na categoria Standard;
e contrabaixo na categoria High, empatada com a Fender, a Yamaha
começou sua história em 1817, quando o jovem Torakusu Yamaha
fabricou o primeiro órgão de bambu de alta qualidade no Japão. Mais
tarde, ele fundou a Nippon Gaki e produziu o primeiro piano japonês.
Hoje, quase 200 anos e muitos prêmios depois, a Yamaha é líder
em praticamente todas as suas áreas de atuação: instrumentos
musicais, produtos de áudio e vídeo e de tecnologia da informação.
GIANNINI
Violão
A marca foi a mais lembrada pelos
lojistas no que diz respeito a violões,
tendo sido contemplada com o troféu
na categoria Standard, ao lado da
Takamine.
Sua história começou quando,
na virada do século 19 para o 20, o
italiano Tranquillo Giannini fundou
no Brasil uma fábrica de instrumentos
musicais acústicos. A partir dos anos
30, a Giannini passou a fabricar cordas
para atender a uma nova demanda
e entrava definitivamente nesse
mercado, atingindo a marca de 30
mil instrumentos produzidos ao ano,
número considerado alto para a época.
Desde então vem produzindo
instrumentos elétricos de alta
qualidade, acompanhando as
tendências musicais no Brasil.
GIANNINI
Violão
A marca foi a mais lembrada pelos
lojistas no que diz respeito a violões,
tendo sido contemplada com o troféu
na categoria Standard, ao lado da
Takamine.
na virada do século 19 para o 20, o
italiano Tranquillo Giannini fundou
no Brasil uma fábrica de instrumentos
musicais acústicos. A partir dos anos
30, a Giannini passou a fabricar cordas
para atender a uma nova demanda
e entrava definitivamente nesse
mercado, atingindo a marca de 30
mil instrumentos produzidos ao ano,
número considerado alto para a época.
instrumentos elétricos de alta
Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
e contrabaixo na categoria High, empatada com a Fender, a Yamaha 2010/2011
« YAMAHA »
MESAS DE SOM
MARCA MAIS LEMBRADA
2010/2011
« GIANNINI »
VIOLÕES
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD
2010/2011 2010/2011
« YAMAHA »
CONTRABAIXOS
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS HIGH
2010/2011 2010/2011
« YAMAHA »
SOPRO
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
Amauri Silva, gerente comercial da Yamaha do Brasil
Flávio Giannini, diretor de marketing da Giannini
mm52_topofmind.indd 92 21/12/2010 12:20:33
mm52_topofmind.indd 93 18/12/2010 11:50:46
94 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
BOSS (ROLAND)
Pedais de efeito
Com quase 35 anos de vida, a Boss
levou o Top of Mind 2010, nas
categorias High e Standard, com seus
pedais de efeito.
Mas, além desse tipo de produto,
a empresa estadunidense desenvolve
outras linhas, como baterias
eletrônicas, metrônomos e acessórios.
A marca faz parte do grupo
Roland, empresa japonesa fundada em
1972, que chegou ao Brasil em 1991.
Sendo considerado um dos maiores
do mundo do setor, além da Boss, o
grupo Roland também detém: Edirol,
Cakewalk, Rodgers e produtos com a
própria marca Roland.
D’ADDARIO
(M. EXPRESS)
Cordas
A D’Addario conquistou a liderança
no índice de lembrança de marca
de cordas dos lojistas nos conceitos
Standard e High em 2010.
Com forte tradição na confecção
de cordas artesanais desde o século
17, a D’Addario entrou no mercado norte-americano no começo dos
anos 70, com o imigrante italiano Charles D’Addario. Em 1974, com
o filho John e os netos John Jr. e James, deram origem à D’Addario 
Company Inc. A partir daí, a empresa vem investindo em marketing
global e adquirindo novas empresas. A marca é distribuída no
Brasil pela Musical Express, especializada na oferta de soluções em
acessórios para instrumentos e equipamentos musicais.
BOSS (ROLAND)
Pedais de efeito
Com quase 35 anos de vida, a Boss
levou o Top of Mind 2010, nas
categorias High e Standard, com seus
pedais de efeito.
a empresa estadunidense desenvolve
outras linhas, como baterias
eletrônicas, metrônomos e acessórios.
Roland, empresa japonesa fundada em
1972, que chegou ao Brasil em 1991.
Sendo considerado um dos maiores
do mundo do setor, além da Boss, o
grupo Roland também detém: Edirol,
Cakewalk, Rodgers e produtos com a
própria marca Roland.
Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
17, a D’Addario entrou no mercado norte-americano no começo dos
2010/2011
« D’ADDARIO »
CORDAS
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
2010/2011
« BOSS »
PEDAIS DE EFEITO
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
Cleber Monegatto, gerente de vendas, e Flora Tonelli,
gerente de marketing da Musical Express
Sérgio Motta, gerente de produtos, e Priscila Berquo,
gerente de vendas da Roland
mm52_topofmind.indd 94 21/12/2010 12:22:03
mm52_topofmind.indd 95 18/12/2010 11:51:03
96 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MMPesquisa Top of Mind Datafolha/MM
FENDER
(PRIDE MUSIC)
Guitarra e contrabaixo
Nos anos 40, Leo Fender, inventor
do sul da Califórnia, percebeu que
poderia melhorar instrumentos de
corpo oco usando um design novo,
simples e sólido de guitarra elétrica. A
fabricante começou suas atividades em
1946 e em 1951 apresentou o protótipo
da conhecida guitarra Telecaster. No
mesmo ano, a Fender lançou o baixo
Precision Bass. Revolucionário para o período, ele possuía trastes para
ser tocado com mais precisão. Não é à toa que a marca foi lembrada pelos
lojistas nas categorias High e Standard tanto para guitarras, ao lado da
Tagima na categoria High, quanto para contrabaixos, também ao lado da
Tagima em ambas as categorias, em 2010.
A marca é distribuída pela Pride Music. A importadora, que conta com
28 marcas em seu cast, é considerada uma das grandes do setor.
METEOROMETEORO
AmplificadoresAmplificadores
Quando o assunto é amplificador,Quando o assunto é amplificador,
o nome Meteoro já faz parte doo nome Meteoro já faz parte do
inconsciente do lojista, de acordo cominconsciente do lojista, de acordo com
a pesquisa deste ano nas categoriasa pesquisa deste ano nas categorias
High e Standard.High e Standard.
Seus três sócios — os irmãos
José Luiz, Paulo Roberto e OcimarJosé Luiz, Paulo Roberto e Ocimar
Ferreira — são músicos e, por isso,Ferreira — são músicos e, por isso,
desde o primeiro fone de ouvido aosdesde o primeiro fone de ouvido aos
valvulados que hoje fabrica, todosvalvulados que hoje fabrica, todos
os equipamentos da marca sãoos equipamentos da marca são
concebidos de forma a satisfazerconcebidos de forma a satisfazer
as exigências mais refinadas emas exigências mais refinadas em
matéria de som, pegada, praticidade,matéria de som, pegada, praticidade,
durabilidade, dinâmica e design.durabilidade, dinâmica e design.
A Meteoro oferece diversas linhas
de produtos para guitarra, baixo, gaitade produtos para guitarra, baixo, gaita
e teclados.
2010/2011
« FENDER »
GUITARRAS
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
2010/2011
« METEORO »
AMPLIFICADORES GUITARRA / BAIXO
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
2010/2011 2010/2011
« FENDER »
CONTRABAIXOS
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
Lúcio Grossmann, diretor da Pride Music
José Luis, diretor da Meteoro
mm52_topofmind.indd 96 21/12/2010 16:48:33
mm52_topofmind.indd 97 18/12/2010 11:51:20
98 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
CONDOR
Contrabaixo
A filosofia da empresa, lembrada pela
maioria dos lojistas para contrabaixos,
ao lado de Fender e Tagima na
categoria Standard, diz que para ter
uma carreira bem-sucedida na música
é necessário, antes de tudo, entender como ela é feita. A história
da Condor começou no Rio de Janeiro, em 1960, quando Carlos
César Medeiros, aos 14 anos de idade, já trabalhava como luthier.luthier.luthier
Décadas de prática aprimoraram seu dom de construir
instrumentos musicais. Tamanha habilidade tornou possível,
inclusive, a parceria com instrumentistas brasileiros. Carlos
lançou também a importadora da Condor, com sede em Brasília,
que abastece todo o Brasil.
RMV
Bateria e Pele para bateria
Na primeira metade do século 20, Luigi
Rampazzo, marceneiro e metalúrgico,
abriu, em 1949, um pequeno atelier
para reforma de acordeões. Com a
experiência adquirida, João Rampazzo
e Marino Del Valle, filho e genro de
Luigi, respectivamente, fundaram
a RMV, que passou a se destacar na
produção de baterias e peles. Em 2010
a RMV foi o primeiro nome a passar
pela cabeça da maioria dos lojistas
entrevistados nas categorias High
e Standard quando questionados
a respeito de Bateria e Pele (aqui,
empatada na categoria High, com a
Evans, e na Standard com a Remo).
RMV
Bateria e Pele para bateria
Na primeira metade do século 20, Luigi
Rampazzo, marceneiro e metalúrgico,
abriu, em 1949, um pequeno atelier
para reforma de acordeões. Com a
experiência adquirida, João Rampazzo
e Marino Del Valle, filho e genro de
Luigi, respectivamente, fundaram
a RMV, que passou a se destacar na
produção de baterias e peles. Em 2010
a RMV foi o primeiro nome a passar
pela cabeça da maioria dos lojistas
entrevistados nas categorias High
e Standard quando questionados
a respeito de Bateria e Pele (aqui,
empatada na categoria High, com a
Evans, e na Standard com a Remo).
Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
é necessário, antes de tudo, entender como ela é feita. A história
2010/2011
« CONDOR »
CONTRABAIXOS
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD
2010/2011
« RMV »
BATERIAS
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
Evans, e na Standard com a Remo).
pela cabeça da maioria dos lojistas
Evans, e na Standard com a Remo).2010/2011
« RMV »
PELES DE BATERIA
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
Carlos César, diretor da Condor Music
Edson Faria, gerente comercial da RMV
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mm52_topofmind.indd 99 18/12/2010 11:51:27
100 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
ORION
Pratos de bateria
A empresa foi lembrada nas categorias
High, ao lado de Sabian e Octagon, e
Standard no quesito pratos de bateria.
Criada em 1999, com a divisão musical
da Multialloy, companhia fornecedora
de soluções em metais para vários
setores, a Orion reestruturou toda a
sua produção de pratos de bateria.
Em 2000, a marca se lançou em três
grandes feiras do segmento: Expomu-
sic, Namm e Musikmesse. A empresa
investe em desenvolvimento de produ-
tos e, como resultado, fabrica, além de
suas conhecidas linhas de pratos para
bateria, metais para percussão.
WERIL
Sopro
Há tempos a Weril é referência quando
se fala de instrumentos de sopro e, este
ano, foi uma das mais citadas pelos lo-
jistas na categoria Standard, ao lado da
Yamaha. Trata-se de uma das maiores
empresas do setor e é uma das líderes
do segmento no Brasil.
A empresa brasileira foi inaugurada em 1909, em Franco da
Rocha, região metropolitana de São Paulo e, desde então, se dedi-
ca a estimular e tornar acessível a cultura musical. Os instrumen-
tos da marca são os escolhidos por músicos profissionais, orques-
tras, bandas, fanfarras e outras formações musicais. A empresa
também atua no segmento de cordas e instrumentos especiais.
ORION
Pratos de bateria
A empresa foi lembrada nas categorias
High, ao lado de Sabian e Octagon, e
Standard no quesito pratos de bateria.
Criada em 1999, com a divisão musical
da Multialloy, companhia fornecedora
de soluções em metais para vários
setores, a Orion reestruturou toda a
sua produção de pratos de bateria.
Em 2000, a marca se lançou em três
grandes feiras do segmento: Expomu-
sic, Namm e Musikmesse. A empresa
investe em desenvolvimento de produ-
tos e, como resultado, fabrica, além de
suas conhecidas linhas de pratos para
bateria, metais para percussão.
Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
A empresa brasileira foi inaugurada em 1909, em Franco da
2010/2011
« WERIL »
SOPRO
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD
2010/2011
« ORION »
PRATOS DE BATERIA
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
MARK Serv Gra
©2010RedChipCompanyLtd.Especificacionestécnicasyaparienciasujetasacambiosinprevioaviso.985-90000-01426
*Estascaracterísticassonopcionalesynoseincluyenautomáticamente.**Sujetoacambio.
Adriano Santos, coordenador de marketing, Paulinho Sorriso,
assessor de marketing, Fábia Moreira, gerente de operações,
Antônio Mamede, presidente, e Mirian Matile,
do conselho administrativo da Orion Cymbals
Nelson Weingrill, diretor da Weril, e o apresentador Zé Luiz
mm52_topofmind.indd 100 21/12/2010 12:23:15
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102 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
MM_HearTmm51_com
SABIAN (EQUIPO)
Pratos de bateria
A empresa canadense de pratos de
bateria venceu na categoria lojas High
(junto com Octagon e Orion) o Top of
Mind de 2010.
A Sabian foi fundada em 1981 por
Robert Zildjian, filho de Avedis Zildjian
III, dono da marca de pratos Zildjian. A
disputa surgiu quando Avedis Zildjian
III passou para os dois filhos, em vez
de apenas para o mais velho, como
havia prometido, os segredos sobre a
fabricação de seus pratos, criando uma rixa familiar.
No Brasil, a Sabian é distribuída pela Equipo, empresa
fundada em 1990, presente em todo o território nacional, que
detém diversas outras marcas de representatividade para o setor.
fabricação de seus pratos, criando uma rixa familiar.
2010/2011
« SABIAN »
PRATOS DE BATERIA
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS HIGH
Edgard Ribeiro, supervisor de marketing da Equipo
REMOREMO
(PRIDE MUSIC)(PRIDE MUSIC)
Pele para bateriaPele para bateria
Fundada em 1957, a Remo é umaFundada em 1957, a Remo é uma
famosa empresa fabricante de pelesfamosa empresa fabricante de peles
e instrumentos de percussão e umae instrumentos de percussão e uma
das companhias mais lendárias dadas companhias mais lendárias da
indústria de instrumentos musicais.indústria de instrumentos musicais.
Seu fundador, o baterista Remo D.Seu fundador, o baterista Remo D.
Belli, até hoje atua como seu principalBelli, até hoje atua como seu principal
diretor na empresa. Em 2010, adiretor na empresa. Em 2010, a
marca levou o Top of Mind em pelesmarca levou o Top of Mind em peles
de bateria na categoria Standard,de bateria na categoria Standard,
ao lado da Orion, conferindo maisao lado da Orion, conferindo mais
um prêmio para sua distribuidoraum prêmio para sua distribuidora
brasileira, a Pride Music.brasileira, a Pride Music.
2010/2011
« REMO »
PELES DE BATERIA
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD
Lucio Grossmann, diretor da Pride Music
mm52_topofmind.indd 102 21/12/2010 16:47:43
a mais alta qualidade de alto-
falantes feitos a mão, produtos HF
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A Arte e a Ciência do Som
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Musicais, dispositivos Hi-Fi, Car Audio, e aplicações especiais. Cada
produto é feito artesanalmente e com qualidade, valor e serviço em mente.
Sabemos que as atuações reais e o tom vêm do orgulho, paixão e atenção
nos detalhes. Entre os usuários atuais e anteriores dos produtos Eminence,
se encontram Fender®, Marshall®, Gibson®, Mesa Boogie®, Ampeg®,
Crate®, Soldano®, Krank Amplification®, LD Systems®, Yorkville Sound,
Peavey®, Yamaha®, B-52®, e Earthquake®.
No ano 2000, Eminence introduziu a linha Genuine Eminence de alto-
falantes de corpo cru, incluindo as series Patriot®, Red Coat® e Legend
para guitarra. A linha de produtos Genuine Eminence incluí mais de
100 alto-falantes profissionais para instrumentos musicais, assim como
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frequencia, alto-falantes baliza, e
software desenhado para recinto.
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o padrão da indústria para os
distribuidores, comerciantes, e
consumidores em quase 80 países.
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104 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
EVANS
(M. EXPRESS)
Pele para bateria
Poucos sabem, mas a vencedora da
categoria High deste ano em peles
de bateria, ao lado da RMV, é uma
das pioneiras na invenção da pele
sintética, em 1956. Chick Evans
inovou ao utilizar filme de poliéster
para moldar uma pele de percussão,
obtendo uma pele resistente às
variações climáticas e transformando
o mundo da percussão. Comprada pela
D’Addario em 1995, hoje tem sua sede
em Farmingdale, Nova York.
A marca é distribuída no Brasil
pela Musical Express, que também é
responsável pela venda de produtos
D’Addario (outra marca Top of Mind
em 2010) no País.
TAKAMINE
Violão
Criada na cidade de Sakashita,
no Japão, há mais de 40 anos, a
companhia é um marco na história
dos instrumentos musicais devido às
inovações tecnológicas e ao design
de seus produtos. O que começou
como uma empresa familiar hoje
é uma das principais marcas do
mundo, distribuída em mais de 60
países. Os negócios internacionais da
Takamine ganharam força comercial em 1975. A produção de violões
elétricos e seus modernos captadores definiu um padrão de qualidade
e sofisticação para a indústria, além de a empresa ser pioneira no
controle deslizante para o pré-amplificador estilo acústico.
A Takamine levou o primeiro lugar na lembrança de violões do
varejista brasileiro na categoria Standard, ao lado da Giannini. No
Brasil, a distribuidora da marca é a importadora e distribuidora
Sonotec, que representa outras 14 significativas marcas no País.
EVANS
(M. EXPRESS)
Pele para bateria
Poucos sabem, mas a vencedora da
categoria High deste ano em peles
de bateria, ao lado da RMV, é uma
das pioneiras na invenção da pele
sintética, em 1956. Chick Evans
inovou ao utilizar filme de poliéster
para moldar uma pele de percussão,
obtendo uma pele resistente às
variações climáticas e transformando
o mundo da percussão. Comprada pela
D’Addario em 1995, hoje tem sua sede
em Farmingdale, Nova York.
pela Musical Express, que também é
responsável pela venda de produtos
Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
Takamine ganharam força comercial em 1975. A produção de violões
2010/2011
« TAKAMINE »
VIOLÕES
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD
2010/2011
« EVANS »
PELES DE BATERIA
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS HIGH
Alexandre Seabra, diretor da Sonotec
Antônio Carlos Tonelli, diretor da Musical Express, e Flora Tonelli
mm52_topofmind.indd 104 21/12/2010 12:25:12
mm52_topofmind.indd 105 18/12/2010 11:51:45
106 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MMPesquisa Top of Mind Datafolha/MM
SHURE
(PRIDE MUSIC)
Microfone
A Shure surgiu em 1925, quando
S. N. Shure começou a distribuir
componentes para a montagem
doméstica de rádios. Após a
publicação de um catálogo de
componentes em 1927, a empresa passou a receber pedidos do mundo todo.componentes em 1927, a empresa passou a receber pedidos do mundo todo.
Quando a Grande Depressão assolou os EUA, em 1929, houve uma mudança no
mercado, que passou dos rádios montados em casa para os industrializados.
Durante os anos difíceis, a Shure tornou-se fabricante, em vez de distribuidora,
e começou a produzir microfones, tendo lançado seu primeiro produto em 1932.
Com uma história extensa, a marca foi a primeira a ser lembrada pelos lojistas
no quesito microfone nas categorias High e Standard em 2010. Sua distribuição
no País é feita pela Pride Music.
TAGIMATAGIMA
Guitarra, violãoGuitarra, violão
e contrabaixoe contrabaixo
Desde 1997, quando a MarutecDesde 1997, quando a Marutec
adquiriu os direitos da marca Tagima,adquiriu os direitos da marca Tagima,
a empresa estabeleceu uma fortea empresa estabeleceu uma forte
identidade no mercado por sempreidentidade no mercado por sempre
carregar um perfil muito claro: decarregar um perfil muito claro: de
ser um fabricante de instrumentosser um fabricante de instrumentos
de cordas e acessórios. As primeirasde cordas e acessórios. As primeiras
guitarras Tagima foram construídasguitarras Tagima foram construídas
na década de 1980 e, a partir daí,na década de 1980 e, a partir daí,
passou a fabricar contrabaixos epassou a fabricar contrabaixos e
violões, tendo sido reconhecida esteviolões, tendo sido reconhecida este
ano como a marca mais lembradaano como a marca mais lembrada
pelos comerciantes do setor nesses trêspelos comerciantes do setor nesses três
quesitos, nas categorias High, paraquesitos, nas categorias High, para
guitarra (empatada com a Fender)guitarra (empatada com a Fender)
e violão; e High (também ao lado dae violão; e High (também ao lado da
Fender) e Standard (junto da Condor)
para contrabaixos.
2010/2011
« SHURE »
MICROFONES
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
2010/2011
« TAGIMA »
GUITARRAS
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS HIGH
2010/2011 2010/2011
« TAGIMA »
VIOLÕES
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS HIGH
2010/2011 2010/2011
« TAGIMA »
CONTRABAIXOS
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS STANDARD • HIGH
Lúcio Grossmann e sua esposa, Andrea Grossmann
Ney Nakamura, presidente da Tagima
mm52_topofmind.indd 106 21/12/2010 12:24:45
mm51_completa.indd 19 04/11/2010 18:41:49mm52_completa.indd 107 21/12/2010 12:48:32
108 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
OCTAGON
Pratos de bateria
A fábrica foi fundada em 1986,
quando Fernando Passos Silveira,
aos 23 anos, começou a pesquisar
o processo de industrialização
de um bom pedal nacional,
primeiro tipo de produto feito
pela Octagon. Foi apenas em
1997 que a famosa linha Groove,
em bronze, de pratos de bateria
foi criada pela marca. Daí em
diante, esse segmento tornou-se
a principal atividade da empresa,
que ganhou na categoria High
(ao lado da Sabian e da Orion)
como uma das marcas mais
lembradas em pratos de bateria
na pesquisa Top of Mind 2010.
VLADIMIR TEIXEIRA
Hendrix Music (São Paulo/SP)
Com quem e em quais regiões
foi feita a pesquisa?
A pesquisa foi realizada com 300 lojas
em todo Brasil, em todas as regiões. O número de lojas
por região é calculado em porcentagem, de acordo com
o número total de pontos de vendas no Brasil.
Por que não fazer a pergunta para o setor de
compras ou gerência das lojas?
O entrevistador do Datafolha é instruído a falar
somente com o responsável por compras na loja,
seja gerente, comprador ou proprietário.
Por que não foi colocado Teclado
como categoria este ano?
Na Premiação a categoria Teclado foi suprimida,
entretanto ela aparece na Pesquisa. Desde 2009, Música
 Mercado optou por alternar algumas categorias da
Pesquisa Top of Mind, tornando-as bianuais. Foi o caso
das Peles, por exemplo. Em 2010 a categoria Baquetas
foi suprimida da pesquisa elaborada pelo Datafolha e
volta na edição de 2011. Mas a pesquisa vem completa.
JORGE LUIZ CORREIA
River Musical (S. José do Rio Preto/SP)
Qual é o critério de escolha
das marcas?
As marcas são escolhidas pelos
lojistas na coleta das informações feita pelo Datafolha.
A pergunta feita é “Qual é a marca que lhe vem
à cabeça quando se fala em (nome da categoria)”.
Como são escolhidos os lojistas e regiões?
Música  Mercado envia para o Datafolha uma
listagem com a média de 1.500 lojas de todo o País.
De acordo com o instituto de pesquisa, uma
amostragem de 300 lojas é o suficiente para dar uma
leitura de mercado condizente com a realidade. A
partir deste ponto, o Datafolha começa a pesquisa,
distribuindo a listagem entre seus agentes. As lojas
são divididas entre High (lojas maiores com mix de
produtos baseados em grandes marcas) e Standard
(lojas de porte médio a normal), e cada linha de
pesquisador cuida de uma área. O processo se inicia
até completar as 300 lojas, sempre respeitando a
proporcionalidade de lojas de cada região.
2010/2011
« OCTAGON »
PRATOS DE BATERIA
DATAFOLHA / MÚSICA  MERCADO
MARCA MAIS LEMBRADA
LOJAS HIGH
Lojistas perguntam sobre o prêmio
A pesquisa foi reUr? Orrum etur sitatiunt quis porrum estia dolorecero doluptatem. Fercium et pa quid magnia duci
VLADIMIR TEIXEIRA
Hendrix Music
Com quem e em quais regiões
foi feita a pesquisa?
A pesquisa foi realizada com 300 lojas
em todo Brasil, em todas as regiões. O número de lojas
JORGE LUIZ CORREIA
River Musical
Qual é o critério de escolha
das marcas?
As marcas são escolhidas pelos
lojistas na coleta das informações feita pelo Datafolha.
Nádia Barros, diretora da Octagon
mm52_topofmind.indd 108 21/12/2010 12:24:21
Especial Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 109
O que você gostaria de saber sobre
o prêmio e a pesquisa Datafolha
O que é Top of Mind?
É a relevância/conhecimento das marcas por
um determinado público. No caso, lojistas de
áudio e instrumentos musicais.
Top of Mind significa à marca que
vende mais?
Não. Marca que vende mais seria uma pes-
quisa de market share. Top of Mind mostra a
relevância da marca na memória do entrevis-
tado (lojista).
É a Música  Mercado que escolhe as
empresas para premiar?
Não. A MM encomenda uma pesquisa de
mercado, baseada no reconhecimento de
marcas, para o Datafolha. Uma parte desses re-
sultados serve para a premiação, outra parte é
exclusiva da pesquisa para análise de mercado.
Como pode uma marca que não vende
tanto aparecer como ganhadora do
prêmio Top of Mind?
A pesquisa feita pelo Datafolha mede o
pensamento do lojista sobre as marcas, não
qual marca vende mais. Quando uma marca
tem mais lembrança (seja por qual motivo
for), ela é Top of Mind.
Os premiados pagam pelo troféu?
Não. Diferente de muitas premiações que
existem no mercado, o Prêmio Top of Mind
MM/Datafolha é baseado por uma pesquisa
de mercado feito por um instituto altamente
qualificado, que possui código de ética e é
consagrado como um dos maiores do País.
Qual foi o critério da Premiação Top of
Mind MM/Datafolha em 2010?
Realizamos uma pesquisa de Top of Mind (re-
conhecimento/lembrança de marca) com 300
lojas em todo o Brasil, dividida em lojas High
(maiores lojas) e Standard (demais). O critério
é o mesmo utilizado pelas pesquisas do Data-
folha em relação à memória da marca.
O Datafolha adequa, sugere ou interfere
nos dados do lojista para a premiação?
O Datafolha, empresa que realiza a pesquisa para
a premiação, não altera os dados dos lojistas.
Como minha empresa pode utilizar a
pesquisa Top of Mind MM/Datafolha?
Para analisar a relevância da marca que
vende, seus concorrentes, oportunidades
de mercado, nichos estratégicos, com-
provar o processo de desenvolvimento e
corrigir erros de percepção de marca.
Qual é a diferença entre a pesquisa e o
prêmio?
O prêmio é feito com informações baseadas
na Pesquisa do Datafolha/Música  Mercado
e congratula os destaques. A pesquisa analisa
os Top of Mind em 300 lojas no Brasil e é divi-
dida em lojas Standard e High (grandes lojas).
Quem o Datafolha procura para respon-
der à pesquisa nas lojas?
O Datafolha SEMPRE requisita o responsável pela
compra de produtos da loja.
Quantas lojas são entrevistadas?
Trezentas lojas, em todo o Brasil.
De onde veio a base de lojistas entre-
vistados nesta pesquisa?
Do cadastro Música  Mercado (baseado
nas malas diretas das empresas, feiras
regionais e revistas) e de acordo com a
disponibilidade do lojista.
Sei de lojas que não foram entrevista-
das. Isso afeta o resultado?
Devido ao grande número de lojas (300 entre-
vistas) contatadas, qualquer alteração é pre-
vista na margem de erro. A Música  Mercado
optou pelo Datafolha por sua larga experiência
em pesquisas no varejo. Apenas como exem-
plo, na última eleição para presidente, foram
pesquisadas 2.500 pessoas em média, pelo
Ibope e Datafolha, para um universo de mais
de 50 milhões de votantes. Para a Prefeitura
de São Paulo, foram 830 pessoas.
Qual é a margem de erro da pesquisa?
Três por cento, para mais ou para menos.
Posso ter o resultado de cada loja? Gosta-
ria de avaliar a presença da minha marca
nas lojas que vocês entrevistaram.
Não. Música  Mercado e Datafolha se com-
prometem com as lojas de não divulgar, em
nenhuma hipótese, os resultados individuais
de cada empresa. O Datafolha tem três certi-
ficados internacionais de ética em pesquisa.
Como pode haver uma marca ‘X’ em
determinada categoria se esta não está
mais disponível no mercado?
O Datafolha elabora uma pesquisa de reco-
nhecimento de marca (brand awareness).
Muitas vezes uma marca acaba de sair do
mercado, mas tem reconhecimento por
parte das lojas. Isso significa oportunidade,
pois há conceito na memória do lojista.
Na minha região vende muita mais outra
marca de alguns produtos do que a que
apareceu na pesquisa. Como é que pode?
Existem casos específicos em cada região,
entretanto, o Datafolha utiliza dados totais,
somados em todas as regiões. Logo, o
resultado total pode aparecer diferente entre
uma região e outra, mas no total, do ponto
de vista da representatividade do reconheci-
mento da marca, o resultado é correto.
Qual a diferença de lojas High e Standard?
Chamamos de High, as lojas maiores com
mix de produtos baseados em grandes
marcas e Standard, as lojas de porte médio
a normal. A definição destas lojas é baseada
na listagem das empresas do sector.
Quem é o Datafolha?
O Datafolha é um instituto de pesquisa per-
tencente ao Grupo Folha. Foi criado como
departamento de pesquisas do jornal Folha
de S. Paulo em 1983 e em 1990 o instituto
se estabeleceu com estrutura independente
para atender clientes externos. Considerado
um dos mais influentes e atuantes do País,
teve papel primordial na campanha presi-
dencial em 2010.
Quem é a Música  Mercado?
Música  Mercado é uma revista especializa-
da no mercado business-to-business do seg-
mento de áudio, iluminação e instrumentos
musicais distribuída no Brasil e em mais de 20
países, América Latina e Espanha. É parceira
da Musikmesse (maior feira internacional de
áudio e instrumentos) e da Namm (Associa-
ção Norte-americana). A empresa organiza
as feiras Music Show, Pesquisa Top of Mind
MM/Datafolha e é proprietária do site Music-
tube.me, para o público norte-americano.
Quem patrocinou e apoiou o evento?
Patrocínio: Musikmesse Frankfurt e Music
China, Música  Mercado. Com apoio da
Roland, Someco, Anafima e Namm.
O que é e como é feito o Top of Mind
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110 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
REFLEXOS
DA ‘GUELTA’
atua há 26 anos no mercado musical. Já foi vendedor, gerente, representante e diretor comercial.
Formado em Ciências Econômicas, possui especialização em gestão empresarial, vendas e marketing.
E-mail: neno@distribuidoragvcom.com.br
NENO ANDRADE
NEGÓCIO DE VAREJO
COM MARGENS MAIS BAIXAS, AS LOJAS ESTÃO DIMINUINDO
A COMISSÃO DE SEUS VENDEDORES. ENTRA A FAMOSA ‘GUELTA’
E AS LOJAS PASSAM A TER OUTROS DONOS. A CULPA É DE QUEM?
Depois de vários anos atuando no mercado da
música, chego à conclusão de que nossas em-
presas não dão o verdadeiro valor aos seus
departamentos de vendas. É sabido por todos que os
resultados do seu negócio estão diretamente ligados à
motivação dos profissionais de vendas e, enquanto vejo
outros setores gastando verdadeiras fortunas com trei-
namento e motivação de suas equipes de vendas, em
nosso segmento são raras as empresas que realizam
uma convenção de vendas anual.
A maioria das indústrias e importadores de instru-
mentos musicais e de áudio trabalha com representan-
tes comerciais, mas raras são as empresas que valori-
zam sua equipe de representantes. Em geral, trata esse
profissional como aquela pessoa que não tinha uma
profissão, não teve formação e que, por não ter outra
saída, tornou-se um representante.
Um bom representante pode sim fazer toda a diferen-
ça nos resultados de vendas de uma empresa, não pelas
vendas em si, mas por todas as informações que ele pode
levar, pois está em contato com o cliente o tempo todo.
Mas dificilmente esse profissional é ouvido pelas gerên-
cias e diretorias do nosso mercado. Lembro-me de quan-
SE O VENDEDOR TROCA
DE PATRÃO, NA MAIORIA
DAS VEZES, NÃO É POR
CULPA DELE, E SIM POR
FALTA DE PERSPECTIVA
NA EMPRESA
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Neno Andrade Negócio de Varejo
do atuava como representante. Por
diversas vezes, levava a informação de
queomercadoestavabuscandodeter-
minado produto, ou até mudança na
própria linha. Nunca era ouvido; até
disseram que eu estava louco... E, infe-
lizmente, vejo isso acontecer até hoje.
Lembro-me de uma reunião pré-
-Expomusic, na qual dirigentes deve-
riam estar preocupados em motivar
sua equipe de vendas, que estava
toda presente. Contudo, para minha
surpresa, ouvi o seguinte comentário
do diretor da empresa: “Trabalhamos
muito no desenvolvimento desses
produtos, pesquisamos tendências
internacionais e temos um excelen-
te preço nessa nova linha, portanto,
para vendê-los nem preciso dos se-
nhores representantes”(!).
Veja que absurdo! Imagine como
todos ficamos motivados para aten-
der os clientes que nos visitavam.
Ou seja, o empresário investiu uma
quantia grande de dinheiro na aqui-
sição do espaço, montagem do es-
tande etc. e jogou tudo no ralo com
uma colocação infeliz.
Quem é dono mesmo?
Nas lojas de música está acontecendo
a mesma coisa. Sempre encontro ven-
dedores desmotivados. Sem forma-
ção, sem treinamento... Seus ganhos
também foram reduzidos, pois com
as margens baixas, a maioria das lo-
jas diminuiu o percentual de comis-
são ou até deixou de pagar, criando
fórmulas ‘mirabolantes’ de premia-
ção. Isso quando não pagam somente
salário fixo.
Muitos lojistas deixaram, en-
tão, de ser donos de seu negócio,
pois muitas indústrias instituíram
a ‘guelta’: pagam uma quantia para
os vendedores das lojas para que eles
vendam produtos de sua marca. E
como o vendedor ganha um salário
baixo, ele complementa sua renda
com a ‘guelta’ e deixa de lado o inte-
resse do seu empregador — e até do
cliente — vendendo um produto que
não dá margem para a loja ou aquele
que o cliente precisa, mas sim o que
paga a ‘guelta’ maior.
Outro dia ouvi um lojista dizen-
do que não investe em treinamento
para seus vendedores pois logo eles
vão para o concorrente. Lembrei-
-me de uma palestra do consultor
empresarial prof. Marins, em que
ele disse que as empresas de sucesso
no futuro serão as que conseguirem
manter os melhores profissionais em
seu quadro. Ou seja: a empresa preci-
sa oferecer benefícios para reter seus
profissionais. E é preciso saber: se o
vendedor troca de patrão, na maioria
das vezes, não é por culpa dele, e sim
por falta de perspectiva na empresa.
Dica final: mantenha sua força de
vendas sempre motivada. Acredite
nela. Dê a ela sua devida importân-
cia, dê treinamentos, e colha os bons
resultados! 
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112 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
PDV Pós-venda
O pós-venda é tão importante quanto a venda em si e, mesmo
assim, é ignorado por algumas empresas. O atendimento a clientes
insatisfeitos é uma das questões mais complexas. Veja como se
aproveitar da situação para fidelizá-los de forma definitiva
Por Christian Bernard
Problema ou
oportunidade?
Com o Código de Defesa do Con-
sumidor, a Internet e outras
facetas da tecnologia, as pesso-
as se conscientizaram de seus direitos
e deveres, exercendo suas opiniões de
maneira contundente no momento em
que têm problemas com a compra de
algum bem. Só que às vezes fazem isso
de forma contundente demais, levando
um relacionamento duradouro.
Um cliente satisfeito tem o poder de
atrair para a loja pelo menos seis novos
clientes,emmédia.Jáoclienteinsatisfei-
to pode eliminar 14 potenciais clientes.
Vamos abordar cinco regras bási-
cas para capitalizar tais eventos, trans-
formando-os em oportunidades únicas
de venda e fidelização.
lojistas, fabricantes e importadores, li-
teralmente, à loucura.
Estima-se que a ação de atrair um
novo cliente possa custar sete vezes
mais do que agradar a um cliente que
já compra na sua loja. Dessa forma, a
retenção do cliente é mais importante
que a sua atração. A satisfação dele é o
fator principal para a manutenção de
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PDV Pós-venda
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 113
REGRA 1TODOS SOMOS
CONSUMIDORES
Isso é a coisa mais importante de todo
o processo. Ficar falando coisas do
tipo “Que mala!” ou “Que cara chato!”
nos coloca em um pedestal que pra-
ticamente impossibilita a solução do
caso, distanciando-nos da condição
de cliente. No momento em que lem-
bramos que, ao fechar as portas da loja
deixamos lá dentro o nosso ‘uniforme’
de venda e nos ‘vestimos’ de consumi-
dores, a tarefa de se colocar no lugar do
cliente torna-se mais fácil. Essa postu-
ra é importantíssima para os casos de
chefia,porquecontaminapositivamen-
te toda a equipe de vendas. Dar o exem-
plo de maturidade ao se deparar com
um caso assim é como dar um exemplo
de atitude para um filho, pois os chefes
estão sempre sendo observados por
seus subordinados. No momento ápice
da insatisfação do cliente, o uso desta
frase pode ser o início do processo de
reversão positiva: “Eu entendo o seu
caso porque quando saio daqui sou um
consumidor como você e também re-
clamo quando tenho problemas”.
REGRA 2TENHA CERTEZA ANTES DE
DIZER QUALQUER COISA
Antes de se pronunciar a respeito do
problema, ouça todo o relato das par-
tes envolvidas: cliente, vendedor e/ou
fabricante/importador. A pior coisa
que pode acontecer num caso de insa-
tisfação do cliente é a precipitação em
tentar agradá-lo momentaneamente
falando algo somente por falar e depois
dizer outra coisa. Essa confusão provo-
ca insegurança e aumenta a ‘tempera-
tura’ do problema, já que deixa o cliente
na dúvida sobre estar falando com a
pessoa certa. Tentar se posicionar de
maneira firme e equilibrada, mesmo
em situações com clientes que falam
muito, xingam e/ou esperneiam, é fun-
damental. Nesse momento, a melhor
coisa é ouvir, já que o cliente está lou-
co para ‘vomitar’ todo o seu problema.
Guie a discussão sempre para o lado do
respeito, pontuando o papo sempre que
necessário com frases do tipo “Senhor,
entendo sua indignação, mas se não
conseguirmos conversar de forma edu-
cada e respeitosa, não conseguirei re-
solver seu problema”. Isso transfere de
certa forma a responsabilidade da solu-
ção do problema para o cliente. Nunca,
mas nunca mesmo, perca a paciência e
deixe o cliente falando sozinho ou des-
ligue o telefone na ‘cara’ dele. Se você
perceber que está perdendo as rédeas
da situação ou que não é capaz de re-
solvê-la, peça um instante e chame ou-
tra pessoa que esteja mais distante do
problemaouquesejaaresponsávelpela
área e, assim, tenha o controle necessá-
rio para captar a essência da situação,
leve o tempo que levar. Esteja certo de
que a pessoa que estará recebendo o
caso seja realmente capaz de resolvê-lo.
Contar o problema para várias pesso-
as, sem uma indicação real de solução,
transforma a insatisfação em fúria.
REGRA 3VALORIZE A RECLAMAÇÃO
Costumo dizer que o cliente que re-
clama é o melhor cliente, já que assim
nos dá a chance de redimir o problema.
Pesquisas indicam fatos interessantes:
 96% dos clientes insatisfeitos não
se dão ao trabalho de relatar à loja/
marca a sua insatisfação;
 79% dos clientes perdidos podem ser
atribuídos a reclamações não atendi-
das ou indiferença no atendimento.
Assim, o cliente que reclama tem
mais probabilidade de se tornar um
cliente leal do que aquele que jamais
reclama.
Não existe uma empresa que consi-
ga obter 100% de satisfação por parte
dos seus clientes. Por mais organizada
que possa ser, sempre existirão erros
ocasionais, falhas e defeitos nos pro-
dutos e processos, ou simplesmente,
funcionários de mau humor, o que se
reflete no atendimento ao cliente. En-
tão, leve em consideração que reclama-
çõessemprevãoexistireporissoébom
valorizá-las. Conheça alguns pontos
positivos das reclamações:
 Mostram as áreas que precisam ser
melhoradas.
 Identificam as falhas que causam
transtornos aos clientes.
 Revelam informações que estão
faltando, ou que estão incorretas,
quando você se comunica com seus
clientes.
 Identificam as peças da equipe que
precisam de mais treinamento ou de
um olhar mais criterioso.
QUANDO A EMPRESA
DEMONSTRA CONTROLE
DA SITUAÇÃO, GANHA
A CONFIANÇA DO CLIENTE
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114 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
PDV Pós-venda
 Desencadeiam mudanças positivas,
levantando a moral da equipe, desde
que você tome uma atitude correta
diante da reclamação.
REGRA 4SEJA ÁGIL
Na hora de solucionar o problema,
a agilidade é fundamental. Além de
indispensável nas respostas e nas to-
madas de decisão, a agilidade é sem-
pre vista de forma positiva pelo cliente
quando, além da solução do problema,
ele recebe um tratamento especial,
seja a atenção de algum executivo da
empresa — dono, diretor, gerente —,
um ‘mimo’ ou um simples presenti-
nho. Lembre-se de que o que começou
com uma reclamação inflamada está
prestes a terminar com a solução de
um problema no qual sua empresa po-
deria gastar muito dinheiro.
A agilidade é fundamental para
que o cliente se sinta protegido e
certo de que a empresa está cons-
ciente do seu erro e imbuída da von-
tade de resolvê-lo.
REGRA 5A VERDADE É O MELHOR
REMÉDIO EM 99%
DAS SITUAÇÕES
Quando o cliente se dispõe a reclamar,
é porque ele pensa ter um bom moti-
vo para isso. Pesquisas indicam que é
interessante prestar atenção no que
se diz a um cliente insatisfeito, já que
91% deles consultam dados sobre o
seu problema antes de reclamar à em-
presa. A verdade é o melhor remédio
em 99% dos casos. É raro ouvirmos
de uma empresa reclamada coisas do
tipo “Foi um erro nosso de faturamen-
to inadequado” ou “Desculpe-nos, pois
chegamos à conclusão de que seu che-
que foi depositado antes do prazo por
um funcionário que queria ser demiti-
do e por isso tentou lesar a empresa”.
No primeiro momento pode parecer
assustador, mas depois que você co-
meça a praticar, torna-se uma agra-
dável rotina: além de deixar o cliente
satisfeito por ouvir uma retratação
verdadeira, tira um peso das costas
de quem está resolvendo o problema,
já que o expõe de maneira factível e
humana, o que vai evitar transtornos
futuros em ser ‘pego numa mentira’.
O 1% restante fica para aqueles
casos realmente escabrosos e que são
exceção. O bom-senso deve guiar a
indicação dos problemas dentro dos
primeiros 99% ou das exceções. Respei-
tando essas seis regras básicas, é quase
certo que você obtenha êxito na tarefa
de reverter um quadro complicado em
uma agradável fidelização. Ouvir da
mesma pessoa que chegou a proferir
palavrões coisas do tipo “Muito obriga-
do. A empresa está de parabéns”, “Você
foi muito atencioso. Tenha certeza de
que continuarei a ser cliente por mui-
to tempo” ou “Pode deixar que falarei
a todos sobre a seriedade de vocês em
resolver os problemas dos consumido-
res” são um grand finale que coroa uma
ação organizada e que trará muitos be-
nefícios para a empresa. Muitas vezes,
um atendimento desse tipo acaba num
‘rasgado’ elogio na caixa de e-mail do
presidente/dono da empresa, que pode
se transformar naquele reconhecimen-
to ($$) que todos adoram. 
UM DOS PROBLEMAS DA ATENÇÃO
É COMO LIDAR COM OS CLIENTES
INSATISFEITOS. OBSERVE COMO
APROVEITAR A SITUAÇÃO PARA QUE
SEUS CLIENTES SE TORNEM FIÉIS
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116 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Vida de Lojista Red Music Instrumentos (TO)
Os proprietários
da Red Music,
do TO, se
desdobram entre
as várias
funções
demandadas
pela loja, que tem
pouco mais de
um ano de vida
Por Juliana Cruz
Neste espaço são publicadasNeste espaço são publicadas
experiências vivenciadas aoexperiências vivenciadas ao
montar uma loja.
Para contar sua história,
envie o depoimento e fotosenvie o depoimento e fotos
(em 300 dpi) para
texto@musicaemercado.com.br,texto@musicaemercado.com.br,texto@musicaemercado.com.br,
com o assunto “Vida de Lojista”com o assunto “Vida de Lojista”com o assunto “Vida de Lojista”
NacidadedeAraguaína,aonortedoTo-
cantins, músicos tinham grande difi-
culdade para encontrar instrumentos
de qualidade. Em 2009, a fim de mudar esse
cenário,doisdeles,companheirosdebanda,de-
cidiram abrir uma loja especializada e oferecer
aos artistas locais a possibilidade de conhecer
e testar os equipamentos antes de comprá-los,
algo que até então não podiam fazer. Afinal,
uma das únicas maneiras de adquirir um ins-
trumentoerapormeiodelojasvirtuais.
Era setembro daquele ano quando João
Carlos Ribeiro e Diogo Jucá abriram a Red
Music. Antes disso, João tocava em cruzeiros
marítimos, teve duplas sertanejas e traba-
lhouemestúdiosdegravação,enquantoDio-
go ensinava música e atuava como sideman
de cantores da região, além de ser proprietá-
rio de uma lan house. Tais experiências pro-
fissionaisforambastanteproveitosasparaos
jovens empresários. “O conhecimento adqui-
rido ao longo dos anos na área de informá-
tica, por exemplo, facilitou a formulação e
aplicaçãodasaçõesfeitaspelasredessociais.
Lançamos antecipadamente promoções e
ofertas pela internet”, conta Diogo.
Segundo os proprietários da Red Music,
a cidade de Araguaína é carente de lojas
especializadas, levando os consumidores a
efetuar suas compras pela web. Mas dispu-
tar a atenção do público com a concorrên-
cia virtual foi o maior desafio enfrentado
pelos novos comerciantes.
Contornando desafios
Diogo conta que as negociações com as fabri-
cantes foram bastante conturbadas no início.
“Três meses antes da inauguração fizemos
os primeiros contatos a fim de abrir a loja a
todo o vapor, mas algumas empresas demo-
raram a nos atender e efetuar as primeiras
vendas.” Além da espera, em alguns casos, o
valor mínimo de pedido proposto era muito
alto. “Algumas empresas têm uma cota e um
mix de produtos estipulado que pode não ser
adequadoàdemandadanossaregião.Porisso
hoje procuramos sempre fornecedores mais
flexíveis,quesepreocupamemvenderartigos
quetenhamfacilidadedegiro.Quandoencon-
Instrumentos de cordas e acessórios
são os carros-chefe da loja
Versatilidade
e empenho
Versatilidade
NacidadedeAraguaína,aonortedoTo-
Versatilidade
e empenho
VersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidade
NacidadedeAraguaína,aonortedoTo-
e empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenho
Araguaína
A cidade, localizada ao norte do Tocantins, possui aproximadamente
150 mil habitantes, caracterizando-se como a maior população do
Estado. A base econômica do município são a agricultura e a pecuária.
A cidade, localizada ao norte do Tocantins, possui aproximadamente
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118 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Vida de Lojista Red Music Instrumentos (TO)
LANÇAMOS ANTES
PROMOÇÕES E OFERTAS
PELA INTERNET
tramos fornecedores com esse
perfil , nossas compras com eles
tornam-seconstantes”,conclui.
Alojacomeçoupequena,com
18 m2, e as mercadorias eram es-
tocadas nas casas dos próprios
comerciantes. Apenas em maio
de 2010 foi possível ampliar o
estabelecimento com a construção de
um modesto depósito e segmentação do
showroom.Atualmente,aRedMusicpos-
sui 45 m2 e já pode começar a pensar na
expansão da equipe, hoje formada ape-
naspelosprópriossócios,quedividemto-
das as funções, desde gerenciamento até
o atendimento ao cliente. Considerando
os empecilhos para a compra de equi-
pamentos, João e Diogo vendiam apenas
algumas marcas. “Conquistamos cre-
dibilidade aos poucos. Depois de algum
tempo, conseguimos contato com forne-
cedoresnovoseaumentamosavariedade
deprodutos”,relembraDiogo.
Apostando alto
Um dos diferenciais da loja é apostar em
marcas conhecidas, mas dificilmente
encontradas na região, como Baquetas
Red Music Instrumentos
Ano de fundação: 2009
Área da loja: 45 m²
Proprietários: João Carlos Ribeiro Macor
e Diogo Matos Jucá
Endereço da loja: Av. Prefeito João de Sousa
Lima, 399 - Centro - Araguaína, TO
Telefone: (63) 3412-2009
MSN: redmusicinstrumentos@hotmail.com
Participação no
faturamento da loja
Cordas – 35%
Teclas – 10%
Bateria/percussão – 15%
Sopro – 2%
Acessórios – 30%
Computer Music – 2%
Áudio – 4%
Iluminação – 2%
Liverpool, Yamaha, Behringer, Line6,
Condor, Elixir e Dunlop, por exemplo. E,
ainda, no trato com os instrumentos. To-
dos são devidamente testados e regula-
dospelosmúsicos,queinstruemosclien-
tes sobre como utilizá-los corretamente.
Por conta disso, os empresários caracte-
rizamoanode2009comoumperíodode
aprendizadoerealizações,enquanto2010
foitidocomo“umanodecolheita”.
Embora o violão e seus acessórios
tenham sido os líderes de venda de 2010,
paraesteanoaapostadaRedMusicéou-
tra. De acordo com o que tem ouvido de
seus clientes na loja, Diogo acredita que
a procura maior será por produtos que
unam modernidade e tecnologia, como
caixas acústicas ativas com entrada USB,
Carlos e Diogo tinham dificuldade em encontrar bons instrumentos
musicais na região, o que os motivou a abrir a Red Music
tramos fornecedores com esse
Instrumentos de teclas:
10% do faturamento
multiefeitos que simulam ampli-
ficadores e violões com afinado-
resdigitais,entreoutros.
Para 2011, a meta traçada
pelos comerciantes é consolidar
amarcaeexpandirosetordeáu-
dio da loja, sem esquecer o foco
atual da empresa: os instrumen-
tos musicais. “São dois segmentos que
trabalham em conjunto, pois não exis-
temapresentaçõesmusicaissemumaes-
trutura de som adequada”, explica Diogo.
Além disso, as igrejas, grandes consumi-
doras de áudio, constituem boa parcela
da clientela da loja. De forma geral, a loja
do Tocantins vai muito bem, obrigado.
Osfundadoresseorgulhamemdizerque
todososobjetivosestabelecidospara2010
foram alcançados, não apenas por conta
de seu mix de produtos, mas também
pelaatençãodadaaosclientes.
O atendimento é considerado uma
das prioridades da loja. “Atender, asses-
sorar e fazer um bom trabalho de pós-
-venda garante um cliente satisfeito,
que acaba fazendo propaganda gratuita,
alémdesefidelizar”,finalizaDiogo.
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120 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Coleção Sun Tzu
120 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Coleção Sun Tzu
uitas empresas gastaram milhões de dólares no desen-
volvimento de promoções e incentivos que, ao final, as
levaram à falência. Em alguns casos, o erro foi somente
deixar uma cláusula que permitia acumular as promoções, ou não
haver calculado adequadamente a escala de porcentagens das co-
missões dos vendedores.
No capítulo 2 do livro A Arte da Guerra, Sun Tzu analisa as rela-
ções de causa e efeito existentes entre o manejo de tropas (recursos
humanos), a logística, o inimigo (a competência) e os generais (líderes e
responsáveis pela empresa).
Promoções curtas e efetivas
“(...) Já ouvi falar de operações militares que foram iná-
beis e repentinas, mas nunca vi nenhum especialista
na arte da guerra que mantivesse uma campanha
por muito tempo.”
Nesse pensamento, o general chinês deixa
claro que as ações devem ser concretas e com
tempo limitado. Se fizermos a analogia entre
administrar uma empresa e administrar um
exército, fica claro que cada profissional que
é submetido à pressão de uma promoção ou
campanha sofre um desgaste que, se man-
tido por muito tempo, gerará resultados de
efeito contrário ao esperado. “Seja rápido
como o barulho de um trovão, que ressoa an-
tes que possa tapar os ouvidos, e veloz como o
relâmpago, que deslumbra antes que se possa
pestanejar”, aconselha o sábio general.
Promoções podem ser feitas para os clien-
tes, com ações junto aos vendedores ou de
forma separada. Mas sempre devem estar
Em seu tratado, o general chinês explica os
segredos para ter êxito em ações comerciais
Campanhas
mais rentáveis
Campanhas
mais rentáveis
Campanhas
e eficazes
uitas empresas gastaram milhões de dólares no desen-
volvimento de promoções e incentivos que, ao final, as
levaram à falência. Em alguns casos, o erro foi somente
deixar uma cláusula que permitia acumular as promoções, ou não
haver calculado adequadamente a escala de porcentagens das co-
missões dos vendedores.
No capítulo 2 do livro
ções de causa e efeito existentes entre o manejo de tropas (recursos
humanos), a logística, o inimigo (a competência) e os generais (líderes e
responsáveis pela empresa).
Promoções curtas e efetivas
“(...) Já ouvi falar de operações militares que foram iná-
beis e repentinas, mas nunca vi nenhum especialista
na arte da guerra que mantivesse uma campanha
por muito tempo.”
claro que as ações devem ser concretas e com
tempo limitado. Se fizermos a analogia entre
Em seu tratado, o general chinês explica os
segredos para ter êxito em ações comerciais
Muitas empresas gastaram milhões de dólares no desen-
volvimento de promoções e incentivos que, ao final, as
levaram à falência. Em alguns casos, o erro foi somente
deixar uma cláusula que permitia acumular as promoções, ou não
haver calculado adequadamente a escala de porcentagens das co-
missões dos vendedores.
No capítulo 2 do livro
ções de causa e efeito existentes entre o manejo de tropas (recursos
humanos), a logística, o inimigo (a competência) e os generais (líderes e
responsáveis pela empresa).
Promoções curtas e efetivas
“(...) Já ouvi falar de operações militares que foram iná-
beis e repentinas, mas nunca vi nenhum especialista
na arte da guerra que mantivesse uma campanha
por muito tempo.”
Em seu tratado, o general chinês explica os
segredos para ter êxito em ações comerciais
Por Alberto Gariglio
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Coleção Sun TzuColeção Sun Tzu
é especialista em Análise Estratégica da Informação,
integrando a equipe de várias consultorias
internacionais. Atualmente é diretor da Sinapsis
Consultores: www.sinapsisconsultores.com.ar
ALBERTO GARIGLIO
Da Física aos negócios
Em um mercado muito competitivo, em que as margens de ganhos
tendem a se reduzir, só o volume permite manter ou incrementar os lu-
cros. Esses volumes podem ser impulsionados por promoções ou polí-
ticas de incentivos aos empregados. Essas ações têm seus custos para
a empresa, que deve sacrificar margens de lucro para poder realizá-las.
E, a menos que tenham êxito, acarretam uma perda. É uma lei da Física
que muitos impulsos pequenos, sincronizados adequadamente, impul-
sionam objetos para longe e mais rápido que se todos os impulsos somados fossem apli-
cados de uma só vez. Nos negócios acontece algo similar. Ações curtas, reiteradas e den-
tro de um marco estratégico mais amplo são muito mais efetivas que os esforços isolados.
Henei:kanjiquesignificaprosperidade
vinculadas a um período
de tempo. Dessa maneira, o
entusiasmo do cliente para
definir uma compra, ou do
vendedor por terminar uma
operação, fica concentrado.
De outra forma torna-se uma
rotina e perde-se o atrativo da
oferta ‘por tempo limitado’ ou
de ‘oportunidade única’.
Assim, nas palavras de
Sun Tzu: “Quando recom-
pensar seus homens com os
benefícios que ostentam os adversá-
rios, os fará lutar por vontade própria.
É por isso que se diz que onde há gran-
des recompensas há homens valentes”.
Políticas de estímulo
É importante que quando se lance uma
campanha, os funcionários recebam o
estímulo adequado. Assim, quando se
dá início às liquidações sazonais, os
responsáveis pelas vendas devem per-
ceber que seus esforços extras serão
levados em conta.
Mas nesse ponto é necessário dis-
tinguir entre a participação nas ven-
das, como reconhecimento do trabalho
realizado, e o prêmio por um trabalho
extraordinário realizado em momen-
tos extraordinários.
Umconselhosábio:“Serecompensar
todo mundo, não haverá suficiente para
todos.Sendoassim,ofereçaarecompen-
sa a um, para animar todos os demais”.
Uma campanha de sucesso é a que
traz lucros para a empresa. Por mais
atrativa ou criativa que seja, se não
cumpre esse requisito básico, trans-
forma-se em gasto, em despesa. E é
por isso que Sun Tzu salienta ao finali-
zar o capítulo que “o mais importante
em uma operação militar é a vitória e
não a persistência”. 
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122 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Feira Music China
A feira recebeu mais de 48 mil
visitantes de 96 países
LOJISTASEAGENTESDECOMPRAS
CIRCULAVAM EM MEIO AOS MAIS
DE 1.200 ESTANDES DA FEIRA:
CUIDADO NA HORA DE COMPRAR
Cada vez mais a Music
China torna-se um
evento fundamental
para o setor,
antecipando tendências
de mercado e oferecendo
o gigantesco potencial
do consumo local
Por Daniel Neves
Anova China
Esqueça a imagem antiga que
você tem da China. As coisas
mudaram, tal qual o produto
brasileiro. A última edição da Mu-
sic China, principal feira do mercado
asiático, realizada de 12 a 15 de ou-
tubro passado em Xangai, destacou
marcas como Meteoro e cordas SG.
Obviamente não somente as marcas
brasileiras, mas alemãs, americanas,
canadenses e japonesas fizeram a fes-
ta dos mais de 48 mil visitantes de 96
países que a feira recebeu em 2010.
Para aqueles que automaticamente
imaginam o mercado asiático como
consumidor em potencial somente
para produtos econômicos, saibam que
o lançamento da marca de carro alemã
Porsche foi realizado lá também, este
ano, em Xangai, considerada uma das
cidades mais modernas do mundo.
Chinês gosta de produto caro.
Se a China ainda possui um gran-
de número da população vivendo na
linha da pobreza, também possui uma
das maiores riquezas do mundo, ultra-
passando a Alemanha e o Japão — re-
centemente o país atingiu a marca de
segunda nação mais rica do planeta,
atrás somente dos EUA.
Marcas internacionais
colhem frutos
O mercado asiático é composto em sua
maioria pela venda maciça de pianos e
violinos; mas a música ocidental tem
ganhado expressão entre os jovens.
Liga-se a televisão e nota-se a diferen-
ça entre o jovem de hoje e o de quatro
Dave (Black Bug)
Eduarco Cabral (Made in Brazil),
Giorgio e Roberto Giannini
Alberto Batista (Deval), Vladimir
Teixeira e Leo Gorgatti (Wolf Music)
Carlos Cesar
(Condortech)
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Feira Music China
anos atrás, por exemplo.
Roupas e cortes de cabelo
modernos, comportamen-
to mais aberto e busca por
marcas que tenham conota-
çãodeprestígiosãotãoreais
como no Brasil ou em qual-
quer outra parte do mundo.
Marcas como Orange, Mar-
shall, Shure, Tama, Fender,
D’Addario e Elixir fazem
parte do mix de produtos.
Com o apoio da organi-
zação do evento, as palhetas
de instrumentos de sopro
Vandoren fizeram campanha contra os
produtos falsificados e aproveitaram a
Music China para lançar seu novo siste-
ma de combate aos piratas. “O Brasil é
um dos poucos países em que os consu-
midores de Vandoren conhecem bem o
produto”, explicou Emmanuel Tonnelier,
diretor da empresa. Já a Argentina pos-
sui uma história diferente: a falsificação
está invadindo o mercado. Para comba-
ter a ação, a Vandoren lançou um guia
para facilitar a identificação dos origi-
nais, contendo, inclusive, explicações
sobre os números de série que estão
impressos nas palhetas; o guia começa
a circular a partir de agora.
Ainvasãopirataétãofortequeacon-
teceu um caso curioso na
própria feira. Um diretor da
Taylor, famosa marca ame-
ricana de violões, comentou
que a empresa começou a
colher os frutos do investi-
mento no mercado chinês
recentemente e acrescen-
tou: “Mas precisamos lidar
com as cópias. Havia um
estande na feira com pro-
dutos muito parecidos e
solicitamos à organização
do evento que o fechassem”,
revelouoexecutivo,quenão
quis ser identificado.
Para as importadoras, a feira mar-
ca o início do próximo ano. De acordo
com Carlos Cesar Medeiros, presidente
da brasileira Condor, a Music China
antecipa o que virá em 2011. Lojistas
e agentes de compras circulavam em
meio aos mais de 1.200 estandes da fei-
ra, com representantes de 27 países.
SE A CHINA AINDA POSSUI
UM GRANDE NÚMERO
DA POPULAÇÃO VIVENDO
NA LINHA DA POBREZA,
TAMBÉM POSSUI UMA
DAS MAIORES RIQUEZAS
DO MUNDO, FICANDO
ATRÁS APENAS DOS EUA
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124 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
Feira Music China
Music China 2010Music China 2010
Quando e onde: de 12 a 15 de outubro,
em Xangai
Visitantes: 48 mil de 96 países
Expositores: 1.274 de 27 países
Prepare-se: Em 2011, de 11 a 14 de
outubro, em Xangai
Não é para iniciantes
Apesar de não ser segredo algum ir à
China e arrumar um intérprete, alguns
lojistas que se aventuraram tiveram
problemas. Para o consultor de impor-
tação e exportação Marcos J. Silveira,
tudo começa quando o comprador
tenta maximizar seus lucros buscando
o que há de mais barato nas feiras. “O
menorpreçonacomprapodeseromais
caro quando se recebe a mercadoria”,
alerta Silveira. Outro problema comum
são fábricas que produzem produtos de
baixo custo. Para serem competitivas,
abrem mão da qualidade, da segurança
dos trabalhadores e do meio ambiente.
Sem contar que muitas vezes ludibriam
clientes dizendo que são fábricas e não
raro são meras trade companies. Re-
sultado: ora a carga pode ser aceitável,
ora sem a menor condição de uso. Re-
centemente um lojista de instrumentos
recebeu uma importação chinesa com
700 violões, todos sem possibilidade de
vendadevidoaproblemasdequalidade.
O barato saiu caro, bem caro.
Preço é parte da atratividade,
mas não é tudo
Especialistas de mercado garantem
que o consumidor não busca só preço,
mesmo que ele entre na loja com essa
argumentação. Para o consultor Car-
los Marins, a experiência da compra é
levada em consideração. “Dificilmente
um consumidor entra em um bar, por
exemplo, e pede a cerveja mais barata.
Mas busca a cerveja de melhor preço
dentre aquelas em que ele confia, ou
seja, que tenha a marca já estabelecida
em sua cabeça”, explica Marins.
Assim, é tendência global que as
grandes cadeias de lojas comecem — e
já começaram — a importar produtos
de baixo valor agregado, em face não
só das facilidades de importação, como
também de ex-funcionários de impor-
tadoras que prestam o serviço de com-
pradores internacionais, entre outros.
Por conta disso, as importadoras estão
fugindo do produto mais barato do
mundo, mas aumentando o volume de
compras de produtos de maior valor de
marca, reconhecidos pelos consumido-
res ou com design e marketing próprio.
Essa receita tem longa duração. 
Seminário da indústria de instrumentos
musicais reuniu lideranças do setor
Juan e Pillar Sanchis (Alhambra) Caitlyn Wang (Phonic)
Lojista chinês testa Meteoro
José Roberto Rozini e Clinger Olavio
Equipe da Prime Music e Meinl Cymbals
Equipe da Machine amplificadoresLojistas brasileiros visitaram a feira
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126 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
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KITARA: A GUITARRA SEM CORDAS
COM APARÊNCIA FUTURISTA, GUITARRA
SUBSTITUI CORDAS POR SENSORES DIGITAIS
Inovação da Misa Digital Instruments, a Kitara é
uma guitarra sem cordas. De modo geral, funciona
da mesma forma que uma comum, podendo ser
facilmente utilizada por pessoas que já tocam o
instrumento tradicional. Com design normal de uma
guitarra é completamente diferente da tradicional.
Possui três componentes principais: um braço com
24 trastes, tela sensível ao toque e sintetizador polifônico
carregado com sons e efeitos. Cada traste tem seis botões
que simulam as cordas do instrumento, porém projetados para
ser mais macios ao toque, exigindo menos esforço do guitarrista.
Seu software também permite que a tela principal reproduza
as cordas de uma guitarra comum, além de muitas outras
características, como a biblioteca Midi, com centenas de sons
editáveis que podem ser combinados entre si.
Para saber mais
www.misadigital.com
que simulam as cordas do instrumento, porém projetados para
mm52_produtos_design2.indd 126 21/12/2010 17:27:37
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128 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
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permite ao músico ter controle,
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de seu microfone e do retorno sem
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W RMS, alto-falante de 12”, super
tweeter, microfone balanceado
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para ser utilizado em estúdios e
em pequenas apresentações.
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KX-FM
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Strato com braço em maple, corpo
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amplificadores permite a
guitarristas criar loopings,
gravar suas músicas,
emular amplificadores e
efeitos e editá-los, criar
acompanhamentos e afins.
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O mixer amplificado já está disponível no
Brasil e possui 440 W, sete canais, EQ de três
bandas em todos os canais, duas entradas
‘Hi-Z’ para conexão de instrumentos, controle
PAD e processador DFX multiefeitos, entre
outras características.
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violão e ukelele, assinado por Edu
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Nas versões para sax alto e tenor, a
boquilha tem design moderno e sonoridade
totalmente voltada para o estilo pop.
Contato: (34) 3313-2696
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PLANET WAVES
PIEZO CLIP
O captador foi desenvolvido para a afinação de violões acústicos ou
elétricos. Ele transfere as vibrações do instrumento ao seu afinador,
permitindo que você ajuste seus instrumentos de forma mais fácil e
profissional, especialmente em ambientes com muito ruído.
Contato: (11) 3158-3105 • www.musical-express.com.br
TAKAMINE
EG350SC
O modelo Folk é composto
por tampo sólido em solid
spruce, com corpo em
flamed maple e escala em
rosewood. Com design
moderno, a tarraxa é
dourada com preto e
oferece um tempo de
vida útil maior por ser
emborrachada.
Contato: (18) 3941-2022
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Para guitarra, é um pedal
de ganho de volume. A
intensidade de ganho
do pedal vai de zero a 12
decibéis de forma linear.
Pode gerar distorção se
for combinado sinal de
entrada forte com ganhos
altos. Com apenas um
controle, é fácil de usar.
Contato: (11) 4441-8366
www.nigmusic.com.br
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Estúdiodigitalportátilcomrecursosmultipistas
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Boss Micro BR
ABoss, bastante popular no meio guitarrístico
pelos pedais de efeitos, é uma das gigantes do
mercado em tecnologia musical. Além dos pe-
dais e processadores, a empresa desenvolve produtos
como baterias eletrônicas, metrônomos, estúdios digi-
tais, entre outros acessórios. O Micro BR testado nesta
ediçãoémaisumaboaopçãodegravadorqueamarca,
pertencente ao grupo Roland, apresenta ao mercado.
À primeira vista, o Micro BR parece de brinquedo
devido ao seu tamanho ultracompacto, que cabe na
palma da mão. O surpreendente é que, mesmo num
tamanhoreduzido,possuirecursosmultipistaseuma
amostragem de 44,1 Khz (qualidade de CD), excelen-
te para se registrar ideias ou até produzir trabalhos
de qualidade semiprofissional. Seu visual é atraente,
com painel espelhado, e a maioria de seus controles
está localizada na parte frontal.
De uso praticamente intuitivo, é possível domi-
nar rapidamente as funções básicas e começar a ex-
plorar os inúmeros recursos que o produto oferece.
Para se ter ideia, são disponibilizados quatro canais
(mono) com reprodução simultânea e gravação si-
multânea de até dois canais (caso queira gravar em
estéreo). Além disso, cada canal possui oito pistas
virtuais, garantindo ao usuário a gravação de até
oito vezes uma das vozes de um quarteto, por exem-
plo, e optar pela melhor performance para se juntar
ao todo, ou escolher os melhores trechos das pistas
virtuais diferentes e montar um solo.
Entre seus recursos, destacamos os efeitos. São
inúmeros bons presets disponíveis e organizados em
bancos de acordo com o tipo de entrada. Por exem-
plo, utilizando a entrada destinada a violão/guitar-
ra, o usuário terá disponível uma gama de presets
para instrumentos, tanto com bastante distorção,
para guitarristas nervosos, até aqueles recursos uti-
lizados por violonistas, com chorus, delay, compres-
sores, redutor de ruído, entre outros. No microfone
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MODELO Micro BR
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INDICAÇÃO Músicos em geral que
necessitam de um gravador multipistas portátil
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CUSTO-BENEFÍCIO
Muito bom # # # #
DESEMPENHO GERAL
Muito bom # # # #
interno, encontramos presets mais
direcionados a violão e voz, criando
uma ambiência. No entanto, se os
presets de fábrica não agradarem, o
músico pode ajustar os parâmetros
de efeito e criar uma programação
da forma que desejar.
Outro recurso interessante é a
bateria eletrônica, com inúmeros
padrões de ritmos que podem ser
ordenados de acordo com o gosto do
músico. Infelizmente, não se tem o
recurso de se programar a bateria. A
vantagem é que o canal do ritmo é in-
dependente dos outros quatro.
Os procedimentos de edição são
bem fáceis, sendo possível mover e
copiar trechos, alterar o volume das
vias separadamente e sua disposição
no campo estéreo (pan). A masteriza-
ção também é feita de forma prática e
rápida. O aparelho conta com um kit
de ferramentas que pode ser aplicado
em dois canais virtuais (estéreo), oti-
mizando o volume de toda a música e,
FICHA TÉCNICA
ao final do processo, automaticamen-
te questiona sobre que formato o usu-
ário deseja exportar: WAV ou MP3.
Depois disso, é só transferir os dados
para o computador via USB.
Enfim, são muitos os recursos
que fazem do Micro BR uma exce-
lente ferramenta para todos os mú-
sicos. Acompanha fonte bivolt, capa
e cartão de 128 Mb. É recomendável
adquirir outro cartão, com maior ca-
pacidade, caso contrário o seu uso
ficará bastante limitado. 
*Miguel De Laet é bacharel em música e pós-gra-
duando em Publicidade pela USP. No cenário ar-
tístico foi sideman, músico de estúdio e produtor
musical. É professor de violão na Faculdade Mo-
zarteum de São Paulo. Foi editor da revista Violão
PRO, compõe jingles e spots publicitários.
mm52_teste.indd 133 18/12/2010 11:03:21
134 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
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Brasília, DF..........................25 e 26 de março
Curitiba, PR............................ 15 e 16 de abril
Gramado, RS........................ 13 e 14 de maio
Rio de Janeiro, RJ..................9 a 11 de junho
Belo Horizonte, MG .............22 e 23 de julho
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Música  Mercado tem uma equipe
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EDIÇÃO #52 • BRASILEDIÇÃO #52 • BRASIL
INFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOSINFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS
WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR | JANEIRO | FEVEREIRO DE 2010 | Nº 52 | ANO 9WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR | JANEIRO | FEVEREIRO DE 2010 | Nº 52 | ANO 9
VENDA NO INÍCIO DO ANO! Especialista mostra como você pode vender em qualquer época PÁG. 54
PASSE ESTA REVISTA PARA SEUS FUNCIONÁRIOSPASSE ESTA REVISTA PARA SEUS FUNCIONÁRIOS
GERENTE
COMPRADOR
VENDEDOR 1
VENDEDOR 2
VENDEDOR 3
O PERIGO DA GUELTA Quando as lojas passam a ter outros donos PÁG. 110
UMAHISTÓRIA
QUE É SHOW
CLIENTES
INSATISFEITOS
Transforme o problema
em oportunidade em cinco
dicas essenciais PÁG. 112
A LOJA MÁGICA
Como transformar o seu
PDV em um local realmente
estimulante para compra PÁG. 48
PREPARE-SE PARA
O NOVO GOVERNO
Os projetos previstos pela
Dilma que podem afetar
o seu negócio PÁG. 66
QUE É SHOWA trajetória meteórica da empresa que cresce quase
50% ao ano e se prepara para ser em dez anos a maior
distribuidora da América Latina. Conheça a ProShows PÁG. 56
PDPAGORA
ÉPRID
E
Os detralhes da transação
PÁG. 72
INFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOSINFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS
UMAHISTÓRIAQUEÉSHOW|NOVEMBROEDEZEMBRO2010|Nº52MÚSICAMERCADO
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Música  Mercado, que permite colaborações após avaliação do de-
partamento editorial, além de ter seções específicas para divulgar os
acontecimentos vivenciados por sua loja. Entre em contato pelo e-mail:
texto@musicaemercado.com.br.
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Bárbara Tavares • (11) 7759-1474 / ID 13*21476
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ACESSÓRIOS
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ELIXIR ........................................ 11 5502-7800 • elixirstrings.com • 13
EMG ................ 61 3629-9400 • emginc.com • condormusic.com.br • 47
ERNIE BALL ............................. 11 5535-2003 • royalmusic.com.br • 2
EVANS .............................. 11 3158-3105 • musical-express.com.br • 3
GIANNINI .............................. 11 3065-1571 • giannini.com.br • 22, 23
GIBRALTAR ......................11 3158-3105 • musical-express.com.br • 51
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compras e produtos. Para referência, mencione que você obteve o contato por meio da Música  Mercado.
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RICO ............................. 11 3158-3105 • musical-express.com.br • 121
SANTO ANGELO .................. 11 2423-2400 • santoangelo.com.br • 91
SPARFLEX ................................. 11 2521-4141 • sparflex.com.br • 140
UNO .................................11 3158-3105 • musical-express.com.br • 69
BATERIA E PERCUSSÃO
AQUARIAN ............................ 11 3797-0100 • izzomusical.com.br • 11
ISTANBUL ................ +90 212 886 33 0304 • istanbulcymbals.com • 85
MAPEX ............................... 11 2787-0300 • habro.com.br/mapex • 81
MEINL ................. 43 3324-4405 (Prime) • 92 3234-1588 (C. Borges) • 14
OCTAGON .................... 11 5021-5571 • octagon-cymbals.com.br • 89
ODERY .......................................... 19 3277-0306 • odery.com.br • 53
PRIME MUSIC ..................... 43 3324-4405 • primemusic.com.br • 115
PRO-MARK ..................... 11 3158-3105 • musical-express.com.br • 33
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OUTROS
AROBAS MUSIC .................... +33 0953 15 7581 • guitar-pro.com • 19
STUDIO SOUND INTL .............................. studiosoundintl.com • 137
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MUSIC CHINA ....... 11 5403-9500 • messefrankfurtfeiras.com.br • 131
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138 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR
CINCO PERGUNTAS
Para manter um bom faturamento durante todo o ano,
o lojista deve apostar em variedade de produtos
Como lidar com a queda
das vendas do início do ano
Sob um ponto de vista geral, com
os gastos de Natal e as férias de
dezembro, os primeiros meses
doanotendemasermaisfracosparao
varejo.Essesfatores,acrescidosdosdé-
bitos inerentes ao período, como IPVA,
matrícula escolar etc., podem deixar o
faturamento das lojas ainda mais crí-
tico. Para vencer o problema, o lojista
deve ter em mente o quão importante
é manter o mix de produtos sempre
atualizado, repleto de novidades. A
MMconversoucomChanWookMin,
sócio-diretor da Interfab Retail Design
 Ind. e presidente da Popai, empresa
especializada em marketing para o va-
rejo. Ele trouxe algumas informações
sobre a situação geral do setor varejis-
ta durante o início do ano e deu dicas
sobrecomolidarcomaquedanasven-
das do período. Leia a seguir.
Como lidar com a queda das vendas
no início do ano?
Passado o Ano-Novo, é necessário já
oferecer produtos diferentes, tendo
muito cuidado com a vitrine. Geral-
mente, quase tudo que foi exposto no
final do ano, inclusive a decoração da
loja, possui uma característica temáti-
ca, então é bom se livrar de tudo isso
no primeiro dia útil do ano e focar em
ummixdeprodutosdiferente,afimde
criar interesse contínuo dos clientes.
Além dos gastos típicos do final e
início de ano, quais outros fatores in-
fluenciam na diminuição de consumo
nesse período?
Todo início de ano as pessoas têm
despesasfixas,comoavoltaàsaulase
IPVA, por exemplo. Ao mesmo tempo
em que devemos atentar para esses
gastos, temos de levar o consumidor a
se preocupar com os próximos even-
tos do ano. Dessa forma, o esforço de
varejo não pode simplesmente consi-
derar os débitos com IPVA, compras
de Natal e férias como fatores deter-
minantes para a quantidade de ven-
das, porque o comércio sempre está
concorrendocom todasasoutrasdes-
pesas do indivíduo diariamente.
Existe prevenção? Há algo que o lo-
jista possa fazer para evitar a queda
nas vendas do início do ano?
Olojistapodeoferecersoluçõeseprodu-
tos direcionados a cada época do ano.
Prova da eficácia dessa antecipação
é que as lojas começam a se preparar
para o Natal por volta de outubro. Da
mesma maneira, é necessário preparar
em janeiro promoções para o retorno
do ano letivo e carnaval, por exemplo.
Com certeza isso ajudará a compensar
qualquer perda financeira que o lojista
venhaasofrerapósoAno-Novo.
Quais outras sazonalidades interfe-
rem negativamente no comporta-
mento de consumo?
Algumas categorias sofrem um pouco
mais com a questão da sazonalidade.
Mas, atualmente, vejo muitos PDVs
variandoseumixdeprodutosparanão
ficarem presos a épocas específicas.
Por exemplo, se o comerciante está tra-
balhando o tema férias, sabe que assim
queelasacabarem,osprodutosrelacio-
nados já não podem mais ter destaque
naloja,esimprodutosqueantecipemo
próximoeventodoano.
Quais atitudes o lojista deve tomar
para que não dependa apenas de
épocas propícias ao consumo a fim
de manter um bom faturamento ao
longo do ano?
Consumidores resolvem as coisas de
uma maneira muito prática. Por isso,
é preciso oferecer pacotes e soluções
em vez de vender somente um pro-
duto. Outro ponto é aproveitar todo o
espaço da loja para chamar a atenção
do cliente. Trocar o material de comu-
nicação visual com certa frequência,
para que não se torne uma paisagem,
também é algo a ser considerado. E o
lojista deve sempre manter alguma
carga promocional no PDV, por meio
de empilhamento de produtos com
desconto e destaques em geral. 
Para manter um bom faturamento durante todo o ano,
balhando o tema férias, sabe que assim
Para manter um bom faturamento durante todo o ano,
Chan Wook Min, sócio-diretor
da Interfab Retail Design
 Ind. e presidente da Popai
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Música & Mercado Brasil - 52

  • 1.
    INFORMAÇÃO PARA OMERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOSINFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR | JANEIRO | FEVEREIRO DE 2010 | Nº 52 | ANO 9WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR | JANEIRO | FEVEREIRO DE 2010 | Nº 52 | ANO 9 PDP AGORA É PRIDETodos os detalhes da transação PÁG. 72 PASSE ESTA REVISTA PARA SEUS FUNCIONÁRIOSPASSE ESTA REVISTA PARA SEUS FUNCIONÁRIOS GERENTE COMPRADOR VENDEDOR 1 VENDEDOR 2 VENDEDOR 3 O PERIGO DA GUELTA Quando as lojas passam a ter outros donos PÁG. 110 UMAHISTÓRIA QUE É SHOW CLIENTES INSATISFEITOS Transforme o problema em oportunidade em cinco dicas essenciais PÁG. 112 A LOJA MÁGICA Como transformar o seu PDV em um local realmente estimulante para compra PÁG. 48 PREPARE-SE PARA O NOVO GOVERNO Os projetos previstos pela Dilma que podem afetar o seu negócio PÁG. 68 QUE É SHOWQUE É SHOWQUE É SHOWA trajetória meteórica da empresa que cresce quase 50% ao ano e se prepara para ser em dez anos a maior distribuidora da América Latina. Conheça a ProShows PÁG. 56 INFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOSINFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS UMAHISTÓRIAQUEÉSHOW|JANEIROEFEVEREIRO2011|Nº52MÚSICA&MERCADO Vladimir de Souza, CEO da ProShows A NOVA CHINA Os destaques da M usic China PÁG. 122 mm52_capa.indd 1 21/12/2010 19:12:18
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    Untitled-1 1 8/12/201011:19:39Untitled-9 1 22/10/2010 17:16:37 1R G D SO S 8:22:59 AM18:40:51 mm52_completa.indd 5 18/12/2010 13:06:21
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    24 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR SUMÁRIO MATÉRIAS 38 MUNDODIGITAL38 MUNDO DIGITAL Use as redes sociais de forma criativa e incremente suas vendasUse as redes sociais de forma criativa e incremente suas vendas 42 MARKETING E NEGÓCIOS As tendências de mercado em 2011; por Alessandro Saade 44 INTERNACIONAL Conheça as estratégias da Meinl Cymbals 48 A LOJA MÁGICA Medidas simples e eficazes para estimular as vendas do seu PDV 50 PERFIL O sólido crescimento da Hayonik 54 PEQUENAS E MÉDIAS Dicas fáceis para fidelizar clientes 66 PDV Previna-se contra a entrada de lojas de outros setores em nosso mercado; por Luiz Sacoman 68 GESTÃO O novo governo e as mudanças de interesse dos empresários 72 MERCADO PDP agora é Pride. Confira os detalhes da transação 78 TECNOLOGIA MUSICAL Descubra o que seu negócio tem a ver com um jogo de golfe; por Joey Gross Brown 82 PROJETOS SOCIAIS Lojistas e fabricantes: parcerias para fazer deste um mundo melhor 86 TOP OF MIND86 TOP OF MIND Os ganhadores de 2010, por meio da maior pesquisa sobre o nosso setorOs ganhadores de 2010, por meio da maior pesquisa sobre o nosso setor 110 NEGÓCIO DE VAREJO As consequências da guelta; por Neno Andrade 112 PÓS-VENDA Transforme os clientes insatisfeitos em uma clientela fiel 120 ARTE DA GUERRA Estratégias de guerra para ações comerciais 122 MUSIC CHINA As mudanças que a terceira maior feira do setor antecipa ao mercado SEÇÕES 26 EDITORIAL O que esperar de 2011 28 ÚLTIMAS Visibilidade no PDV é fator crucial para a venda 36 ENQUETE O novo governo e as expectativas para os negócios 116 VIDA DE LOJISTA Red Music/TO 126 INOVAÇÃO & DESIGN Kitara, a guitarra sem cordas 128 PRODUTOS Lançamentos de 2011 132 TESTE Gravador Boss Micro BR 134 SERVIÇOS O que a M&M pode oferecer a você 136 CONTATOS Nossos anunciantes você encontra aqui 138 CINCO PERGUNTAS Como lidar com a queda das vendas no início do ano Errata Na matéria “O melhor da Inovação”, pág. 116, ed. 51, o telefone correto da Hayonik é (43) 3377-9800. 56 CAPA Uma história que é show! Os detalhes da jovem empresa e sua trajetória meteórica em direção ao topo. Conheça a ProShows MATÉRIAS por Joey Gross Brown Trofeu2010.indd 1 mm52_sumario.indd 24 21/12/2010 15:22:20
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    RECENTEMENTE A PREFEITURADE SÃO PAULO, SP, reforçou o combate a qualquer caracterização de comércio ilegal das ruas da capital. Como resultado, músicos e outros artistas que trabalham em troca de colaboração espontânea foram taxados de comercian- tes e proibidos de se apresentar. No dia 20 de dezembro, uma mani- festação popular com cerca de 250 pessoas atravessava a Av. Paulis- ta clamando seu direito de expressar a arte em locais públicos. CIDADES COMO NOVA YORK, PARIS, BERLIM, entre tantas outras, alémdepermitiremamanifestaçãocultural,autorizamopagamen- tos espontâneo desses músicos pela população. ENTIDADES QUE ATUAM PARA O DESENVOLVIMENTO do mercado e proteção aos músicos não se manifestaram. Essa fal- ta de apoio reflete o descomprometimento com o setor. Vivemos de apaixonados por música e músicos. A imagem mostrada pela imprensa, com policiais tentando apreender o instrumento de um músico e ele sendo preso na Av. Paulista, não traz nada de positivo ao mercado. Qual é percepção que um pai tem assistindo a uma cena dessa na televisão? Precisamos que os líderes das associações tenham uma postura pró-ativa e positiva em relação à música. Ações positivas desenvolvem o mercado. Dedico esta revista a to- dos os artistas desconhecidos, que trabalham na rua e enchem as calçadas com boa música. QUE 2011 SEJA UM ANO BOM, iluminado e com muito áudio e ins- trumento!trumento! DANIEL NEVESDANIEL NEVES *Rui Barbosa (1849-1923), grande intelectual, político, escritor, jurista e abolicionista brasileiro*Rui Barbosa (1849-1923), grande intelectual, político, escritor, jurista e abolicionista brasileiro. 26 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Artistasproibidosdetocarnarua “Não é possível estar dentro da civilização e fora da arte.” — Rui Barbosa* DANIEL NEVES Editor / Diretor Daniel A. Neves S. Lima Diretora de Comunicação Ana Carolina Coutinho - MTB: 52.423 Assistentes de Comunicação Itamar Dantas Juliana Cruz Gerente Comercial Brasil Eduarda Lopes Assistente Comercial Renata Galdino Relações Internacionais Nancy Bento Roberta Begliomini Padovan Administrativo Carla Anne Financeiro Leila Sousa Direção de Arte Dawis Roos Revisão de Texto Hebe Ester Lucas Feiras e Eventos Rodrigo Gagliardi Assinaturas Barbara Tavares assinaturas@musicaemercado.com.br Colaboradores Alessandro Saade, Christian Bernard, Joey Gross Brown, Luiz Sacoman, Miguel De Laet, Moacir Moura e Neno Andrade Música & Mercado® Caixa Postal: 2162 – CEP 04602-970 São Paulo – SP. Todos os direitos reservados. Autorizada a reprodução com a citação da Música & Mercado, edição e autor. Música & Mercado não é responsável pelo conteúdo e serviços prestados nos anúncios publicados. Publicidade Anuncie na Música & Mercado comercial@musicaemercado.com.br Tel./fax.: (11) 3567-3022 www.musicaemercado.com.br E-mail: ajuda@musicaemercado.com.br M&M no Orkut: http://tr.im/ydf6 Twitter: twitter.com/musicaemercado Parcerias Associados EXPEDIENTE Frankfurt • China mm52_editorial.indd 26 21/12/2010 15:30:26
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    28 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Rock Band:Nova guitarra Fender (foto pasta) A Harmonix Music Systems e a MTV Games se uniram à Fender Musical Instruments para anunciar uma nova guitarra para o jogo Rock Band 3. De tamanho original, a Squire by Fender Stratocaster Guitar and Controller é uma guitarra híbrida que também serve como controle para jogar. O Rock Band 3 será apresentado em junho de 2011, nos Estados Unidos. Medidas econômicas vão impactar no varejo Com as restrições ao crédito recém-anun- ciadas pelo governo, o segmento de bens duráveis — incluindo instrumentos musicais — é o que deve sentir o maior impacto do anúncio do Banco Central (BC), que calcula que R$ 61 bilhões em crédito deixa- rão de circular com o aumento do compulsório. Segundo o diretor-executivo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio), Antônio Carlos Borges, o governo federal não deve aumentar a taxa bá- sica pelo menos no primeiro trimestre de 2011, visto que o capital de giro do varejo já foi retirado para conter os gastos. Quem discorda dessa análise, em termos, é o eco- nomista da Fundação Getulio Vargas (FGV) André Braz, que acredita que a inflação em alta pode levar o Banco Central a aumentar taxa Selic. O primeiro semestre de 2011 ainda vai registrar crescimento mais forte baseado noefeitocarryover[crescimentoacumuladonopassado], com desaquecimento gradual a partir da segunda meta- de do ano. Esse resultado ocorrerá devido a pressões so- bre os preços que devem impulsionar os juros em 2011. NEWS Arobas Music busca distribuidores A fabricante do Guitar PRO está buscando distribuidores em diversos países, inclusive o Brasil. A empresa oferece exclusividadeegarantiadeproteçãocontraapiratariado produto. Contato: marketing@arobas-music.com Peso de ouro Na busca por bons profissionais, representantes comer- ciais mais famosos (entenda-se com marcas já estabele- cidas) têm sido alvo de flertes. Seus prepostos também. Visibilidade do PDV é fator crucial Umapesquisarealizadapelainternetcom1.488participantes, homens e mulheres, entre 20 e 69 anos, das classes A, B e C, reafirmou o que muitos profissionais de marketing dizem há anos:visibilidadenopontodevendaéoprincipalfatorparao sucesso de um lançamento. Nesse quesito, os shoppings, que são sempre vistos como o centro das tendências, perdem es- paço para os estabelecimentos de rua, já que 53,7% compra- ram novos produtos neste modelo de ponto de venda, contra 15,2%naslojasdentrodosshoppings.Aprincipalcaracterísti- ca do shopper brasileiro indicado no estudo da ToolBox TM é oconhecimentosobreoprodutoantesdechegaraoPDV.Isso mudaaestratégiadaslojasque,agora,devemsepreocuparem disponibilizaroprodutonasprateleirasechamaraatenção. ultimas52.indd 28 17/12/2010 21:08:41
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 29 Ilhabela saina frente Cercade5,5milestudantesdacidadedolitoralpaulistajátemoensinodemúsi- ca em sua grade curricular. O município é um dos primeiros do Brasil a implan- taraleiquepassaaserobrigatóriaemagostoparatodooterritórionacional. Ano novo, casa nova O escritório da ProShows em São Paulo mudou de endereço. A empre- sa encontra-se na Av. Indianópolis, 2.641, no bairro Indianópolis. Com mais espaço, o novo escritório cuida do setor de vendas e oferece show- rooms de todas as marcas com as quais a distribuidora trabalha. Representantes a mil Nunca na história deste país representantes comerciais tiveram tanta procura.Omotivo:asimportadorasqueestãofazendoomodelohíbrido de telemarketing e representantes comerciais. Tem funcionado. Ribeirão Preto sedia feira de música Com o apoio da prefeitura e de mais de dez repre- sentantes, a feira Music Show, que acontecerá em Ribeirão Preto (SP), em fevereiro, será no Centro de Convenções de Ribeirão Preto e conta com uma es- trutura mais profissional. Fachada do Centro de Convenções de Ribeirão Preto Pro-Mark é vendida para a D’Addario AD’Addario,maiorfabricantemundial de cordas para instrumentos musicais e acessórios, e a Pro-Mark estão perto de finalizar a proposta de compra da empresadebaquetaspelaD’Addario. Com53anos,aPro-Markéumadas maisconceituadasfábricasdebaquetas domundo.“Estaaquisiçãoéumaestra- tégia chave para nós. A Pro-Mark será um complemento natural e extensão da linha”, explica Jim D’Addario, CEO da D’Addario. “Além disso, proporciona maior potencial na diversificação da nossaofertadeprodutosepoderárefor- çaronossocompromissodeexpandira plataformadeproduçãoaquinosEUA.” O CEO da Pro-Mark, Maury Bro- chstein, endossa: “Estou animado com a oportunidade de colaborar com a D’Addario para o crescimento da Pro- -Mark. A concretização deste negócio com a D’Addario irá assegurar que a rica história da Pro-Mark, de criar pro- dutos excepcionais, será levada adian- te, em direção ao futuro. Nossos clien- tes também se beneficiarão, D’Addario é incomparável com seu serviço ao cliente. Esta é uma situação ganha- -ganhaparatodososlados”. Anotíciaérecenteparasaberseirá impactar de alguma forma as vendas atuais no Brasil. Para o presidente da Musical Express, Antonio Tonelli, re- presentante da Pro-Mark e D’Addario no País: “Ainda é muito cedo pra ava- liar,mascomcertezaserámaisgosto- so trabalhar com a Pro-Mark agora”. ultimas52.indd 29 21/12/2010 15:45:10
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    30 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR EVENTOS Sennheiser reúne70 profissionais de áudio em SP São Paulo recebeu, no início de dezembro de 2010, o Sound Academy, da Sennheiser. A etapa paulista do workshop reuniu cerca de 70 profissionais do setor para discutir aspectos das novas tecnologias sem fio e instruir os profissionais a trabalharem eficaz- mente em um ambiente cada vez mais congestiona- do de frequências. Para o palestrante Joe Ciaudelli, engenheiro especialista em RF (radiofrequência) e diretor do departamento de educação da Sennhei- ser, os profissionais do setor de áudio precisam se atualizareseprepararparaocrescimentodousode equipamentos wireless. “As grandes produções es- tão se tornando cada vez mais sofisticadas, usando cada vez mais equipamentos wireless. Com a che- gada da Copa do Mundo e das Olimpíadas ao Brasil, os profissionais do setor de áudio devem estar ca- pacitados para lidar com esse tipo de equipamen- to”, afirma Ciaudelli. A Sennheiser realizará novas edições do workshop em 2011. Royal leva lojistas para fábricas da Gibson nos EUA Em 2010 a Royal Music realizou a Gibson Tour e levou al- gunslojistasparaconhecerasinstalaçõesdafábricadaGi- bsonnosEUA.Oroteirodesetediasincluiuvisitaàfábrica, queproduzguitarrassólidas,comoLesPaul,SGeFlyingV, e o Custom Shop, em Nashville, Tennessee, além da fábrica e Custom Shop de Memphis. A viagem aconteceu a bordo doGibsonBus,umaespéciedecamarimmóvel por ondejá passaram artistas como Paul McCartney e Stevie Wonder. A primeira edição da Gibson Tour ocorreu em 2000, mas esta passou apenas pelas fábricas de Nashville. AslojasconvidadaspeladistribuidoraforamaReferen- ce(SP),MadeinBrazil(SP),HendrixMusic(SP),ClaveNova (RJ), Barramusic (RJ), Two Tone (SP) e Drumshop (PR). “O Condor patrocina III Festival Rock na Veia A fabricante e distribuidora Condor Music patrocinou o III Festival Rock na Veia, que tem como principal objetivo chamar a atenção para a importância da doação de sangue. Com o slogan “Seja roqueiro sangue bom, doe sangue”, o evento aconteceu em Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, DF. critério do convite às lojas funcionou mediante um pacote estipulado em valor de compras da marca Gibson no perí- odo de setembro de 2009 a março de 2010”, explicou Luiz Sacoman, gerente comercial da Royal Music. Equipe Sennheiser realiza o Sound Academy em São Paulo Equipe brasileira participante do Gibson Tour ultimas52.indd 30 17/12/2010 21:08:51
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 31 ENDORSERS NEWS BandaRestart agora usa Takamine e Gretsch A distribuidora Sonotec, detentora de, entre outras marcas, Takamine e Gretsch, anunciou que a Banda Restart será endorsada pelas duas mar- cas. A banda, criada em 2008, é um dos ícones do chamado happy rock, simbolizado por letras alegres e roupas coloridas, e vendeu mais de 50 mil cópias de seu primeiro CD, Restart. Novo endorsee da Gemini Maestro Billy é o novo endorsee da Gemini, mar- ca especializada em equipamentos para DJs e representada pela Equipo no Brasil. Ao longo de seus 21 anos de profissão, Billy tocou nas prin- cipais casas noturnas e clubes de diversas capi- tais brasileiras. A experiência como DJ o ajudou a criar e fazer produções para importantes artis- tas, como Ana Carolina, Lulu Santos, Jota Quest, Enya, entre outros. Atualmente Billy tem seu es- túdio próprio em São Paulo e é DJ do “Caldeirão do Huck”. O DJ também é endorsado por outra marca da distribuidora, a Sennheiser. Golden investe em endorsees Os guitarristas Olmir Stocker e Jonas Sant’Anna são os novos endorsees da marca Golden. Os dois guitarristas — que pretendem lançar um CD em 2011 — agora usam o modelo premiado com o “Equipo de Ouro” da revista Guitar Player: Golden GSH 560. A distribuidora Sonotec, detentora de, entre outras marcas, Takamine e Restart: ícone do happy rock Maestro Billy é DJ do Caldeirão do Huck Olmir Stocker (esq.) e Jonas Sant’Anna ultimas52.indd 31 17/12/2010 21:08:55
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    32 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR CLICK pelomundo virtual Mamute.me testa instrumentos Lançado em janeiro, o site Mamute.me veio com o objetivo de facilitar a escolha dos ins- trumentos por parte dos consumidores finais. O site é publicado em português e espanhol e conta com um diretório de professores. Para conhecer, acesse: www.mamute.me. Promoções no Twitter Antenada à usabilidade do Twitter, a distribuidora Musical Express aproveitou o #music- monday e criou o #PromoMu- sicMonday, durante o mês de dezembro de 2010, a fim de es- treitar seu relacionamento com o consumidor final. Flora To- nelli, diretora de marketing da empresa, explica a promoção: “O primeiro a responder corretamente a um desafio leva o prêmio. Por sua natureza relâmpago, o  PromoMusicMonday não prioriza a quan- tidade de participantes, e sim o pioneirismo da ação e a consolidação de um bom relacionamento com todos os nossos seguidores”. A rede de lojas PlayTech também aproveitou o Twitter para pro- mover sua marca e presenteou um seguidor do Twitter com uma Fen- der Stratocaster. “Desde a reformulação do site playtech.com.br, em março de 2010, quando modernizamos a ferramenta de e-commerce e reforçamos a presença da empresa nas principais redes sociais e no blog, estamos fazendo diversas ações nesse sentido. Claro que devido ao Natal, a proporção desta promoção foi maior que as outras”, expli- cou Marcelo Maurano, diretor de marketing da loja. Gibraltar reforma bateria em promoção A promoção on-line Extreme Makeover Gibraltar, promovida pela distribuidora da marca no País, a Musical Express, analisou dezenasdeconcorrentes,masoví- deo de Gustavo Zanollo, que mos- travaquantosuabateriaprecisava de um makeover, foi eleito o mais criativo pelo júri, composto por endorsees da marca e a equipe da Musical Express. O vencedor teve sua bateria totalmente reforma- da, desde os parafusos até o ban- co. No total, foram mais de 5 mil reais em ferragens e acessórios da marca. A promoção, inédita no Brasil, teve grande divulgação no site da Gibraltar, redes sociais e fóruns especializados. Novo site da Eagle já está no ar O novo website da Eagle já está funcionan- do. A empresa renovou seu portal para dar unidade à sua comunicação visual. “Além disso,comovisualmaisclean,ositesetor- na mais convidativo e o produto aparece mais”,reforçaMiguelDeLaet,coordenador de comunicação e marketing da Eagle. ultimas52.indd 32 21/12/2010 11:25:21
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    CONTRATAÇÃO E RECOLOCAÇÃO Steinway &Sons O brasileiro Sergio Rocha foi nomeado diretor de vendas para a América Latina pela tradicional fábrica de pianos Steinway & Sons. Investidas da Santo Angelo Marcando presença no Chile O acordo da Santo Angelo com a distribuidora chilena Peixotogroup, PXG, foi firmado na Expomusic 2010. A PXG também distribui outras mar- cas brasileiras no Chile, como a NIG, a Luen e a Deval, por exemplo. Apostando em cultura A fabricante lançou em dezem- bro o Concurso Vintage Times. O concurso tem cunho cultural e visa difundir novos artistas que, ou estão em ascensão ou não tem chance de divulgar seus trabalhos. “Nossa intenção é que tenhamos versões da música proposta em to- dos os estilos, do mais puro samba brasileiro ao trash metal”, expli- ca Flora Campiteli, assistente de marketing da Santo Angelo. Ações desse tipo tendem a fortalecer a marca perante o consumidor final, auxiliando nas vendas do ponto de vista dos lojistas, que também po- dem divulgar a promoção e estrei- tar laços com clientes que buscam ascensão profissional na música. Para mais informações, acesse www. santoangelo.com.br/vintagetimes. ultimas52.indd 33 17/12/2010 21:09:03
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    34 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR NEWS ESPECIAL GuitarCenter.com Umadasmaioresredesdelojadeinstrumentosmusicais dosEstados Unidos acaba de anunciar seu plano para atuar em terras brasileiras pelo site www.guitarcenter. com. A ideia vem sendo trabalhada desde o início deste ano e tem como base ganhar da concorrência brasileira oferecendo preços atrativos para os produtos de marcas renomadas sem distribuição consolidada ou aqueles de ponta de estoque. Especialistas reforçam a tese de que a crise nos EUA impulsionou a decisão de vender on-line aoBrasileaoutrospaíseslatino-americanos.Outrofator preponderante foi a inspiração na Thomann, loja alemã que vem se destacando no cenário na União Europeia, vendendoparadiversospaísesdaregião. Balão de ensaio Apesar de não contar com a vasta quantidade de mode- losdisponíveis–comoháparaosEUA–,aempresapode descobrirnovosmercadosecriardepósitosnoPaís,acir- rando a concorrência entre lojas virtuais e físicas. Uma ação desse porte agitará o mercado e as relações entre marcasinternacionais,distribuidoreselojistas. Conforme pesquisa realizada pela M&M, a diferen- ça de preço não assusta para alguns modelos, como no casodopianodigital.NoBrasil,oprodutoàvistasaina média de R$ 1.900,00, numa loja virtual brasileira. Na Guitarcenter.com, o mesmo produto custa, com frete e impostos, R$ 1.637,00, mas não conta com garantia, nem assistência. Para produtos de alto valor agregado, alojatemoferecidoprodutosnasuapontadeestoquea preços mais vantajosos. Fora desses setores, as marcas de distribuição exclusiva no Brasil possuem restrições de venda, limitando a variedade de modelos. Evolução do comércio ou falta de regras na globalização? Inicialmente, a chegada da Guitar Center pode cau- sar certo temor em nosso mercado, mas concorrên- cia saudável significa inovação para um setor. “Pode haver uma reação negativa por parte dos lojistas, de acordo com a agressividade da Guitar Center, mas acredito que eles não serão tão agressivos assim, já que precisarão respeitar as condições para comercia- lizar no Brasil. Assim, a vinda dessa grande loja para o País irá nivelar a qualidade de nosso setor em novo, e melhor, patamar”, afirma Amauri Silva, gerente co- mercial da Yamaha Musical do Brasil. A opinião é endossada por Vladimir Souza, CEO da ProShows:“Oqueseobservouapósaentradadegrandes empresas estrangeiras foi uma rápida elevação do nível de profissionalismo de grande parte das companhias brasileiras do segmento, que enfrentou a nova concor- rência. Os mecanismos de gestão empresarial dessas empresas evoluíram muito, o que trouxe benefícios não só para seus proprietários, como para os consumidores. Sempre haverá espaço para os empresários que mos- trarem inovação e competência. Este é um processo de evolução natural pelo qual passam todas as economias e,éóbvio,nãoiríamosficardeforaparasempre”,reforça. Outro lado Empresas de toda a América Latina estão em conta- to com seus fornecedores no exterior para brecar um possível aumento do número de produtos vendidos no Brasil e demais países. A ideia da Guitarcenter. com é tida pelos lojistas e fornecedores como afronta ao comércio local e nociva à concorrência. Por outro lado, cabe informar que não há motivo para pânico, visto que são linhas restritas e que deverão ser can- celadas em breve. mercial da Yamaha Musical do Brasil. Reflexos da entrada da Guitar Center no País Logo após anunciarmos em nosso site que a Guitar Center Logo após anunciarmos em nosso site que a Guitar Center começou a vender diretamente ao Brasil pela sua loja virtual, nossa redação recebeu diversos e-mails sobre o impacto que a entrada da empresa teria no setor. Um dos mais esclarecedores foi o do diretor do Grupo Quanta, Alexandre Baroni, que evidenciou não só as implicações tributárias e legislativas que deverão ser cumpridas pela GC para que a concorrência seja saudável, mas também explicitou as deficiências administrativas governamentais às quais se sujeitam todos os empresários brasileiros sérios. Para ler a manifestação de Alexandre Baroni, acesse http://tinyurl.com/alexandrebaroni. ultimas52.indd 34 21/12/2010 11:25:28
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    36 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Enquete Governo novo, tributonovo. Será? Confira as perspectivas do setor acerca do mandato da nova presidente do Brasil, Dilma Rousseff Ofim de um ano eleito- ral é sempre atrelado a muitas dúvidas em rela- ção ao que vai acontecer com a mudança de seu maior dirigen- te, o presidente do País. Dilma Rousseff, representante do PT, foi eleita para administrar a na- ção a partir deste ano e embora provavelmente dê continuidade aos projetos do governo Lula, muitas pessoas se dividem, en- tre confiantes e temerosas, sobre os rumos do Brasil — sobretudo no que diz respeito a impostos. A M&M conversou com alguns representantes de nosso setor para saber qual a opinião deles a respeitodasexpectativassobreo novo governo. Paula Marta Soares Proprietária Kadosh Marau / RS kadoshsom@terra.com.br KADOSH REP Influencia muito porque, dependendo do governo, o povo se anima ou se retrai, afetando muito as vendas. Se um governo cuida do povo e passa segurança, a população se sente mais segura e acaba comprando mais. É complicado, pois o PT já está no governo há oito anos, nada deverá mudar. Tal como os tributos, que disseram que iriam diminuir, mas, na verdade, aumentaram. Tenho a loja há dez anos e a mudança do governo FHC para o governo Lula não influenciou nossas vendas em nada. No entanto, os produtos ficaram mais caros, porque o imposto estadual aumentou. O consumidor continua comprando na mesma média habitual, sem diminuir nem aumentar. Creio que o FHC foi excelente porque houve muitas mudanças boas. Ainda assim, o atual governo continuou na mesma linha do FHC, afinal, conforme o povo evolui e começa a fazer cobranças, o governo tem de mudar. De qualquer forma, acho que o anterior dava mais segurança aos pequenos empresários. Perguntas 1. De que forma a mudança de governo influencia a sua empresa no geral? 2. Qual é a expectativa sobre modificações nas políticas tributárias com a mudança de governo? 3. Como uma mudança de governo afetou os seus negócios? 4. Até hoje qual foi o melhor governo para as atividades da sua empresa? Por quê? mm52_enquete.indd 36 17/12/2010 20:44:06
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 37 Antônio CarlosMontanheiro Proprietário Scorpion Music Florianópolis / SC www.scorpionmusic.com.br SCORPION MUSIC Marivaldo Pedreira Peixoto Representante Região Centro-Oeste marivaldo2003@hotmail.com REPRESENTANTE Nicolau Taissun Presidente Nenis São Paulo / SP www.nenis.com.br NENIS Estamos muito otimistas com as mudanças de nosso mercado e acho que chegou a hora da valorização de grandes profissionais, por isso estamos contratando sempre os melhores vendedores e representantes. Estamos aguardando essas mudanças com tranquilidade, mas o assunto precisa ser tratado com seriedade e responsabilidade e cabe a nós, como fornecedores, estar bem informados para tranquilizar os clientes. Durante muito tempo as lojas trabalharam com margens pequenas e longos prazos dos fornecedores, encarecendo os produtos. Com a mudança de governo, novas empresas e grupos chegaram ao Brasil mais agressivos e competitivos, tornando a concorrência entre as lojas mais saudável e linear. A Scorpion Music nasceu no governo Lula, então não tenho feedback sobre a troca. Mas como profissional do ramo, no governo do PSDB as empresas se firmaram e cresceram gradativamente durante oito anos. Depois disso, tudo foi continuidade. Atualmente vivemos uma situação bem legal. O que vem acontecendo hoje no mercado é bem positivo para nós e uma troca de governo poderia mudar isso, mas a tendência é que as coisas permaneçam bem. Creio que não vão ocorrer muitas mudanças. O mercado está fluindo e com a Dilma no poder é possível que as portas para o nosso setor se abram cada vez mais. O início da transição de FHC para Lula foi difícil para nós. Mas hoje temos números comprovando que depois que o Lula assumiu, o campo de importação se abriu e hoje há maior acesso a instrumentos que antes não tínhamos, e por um preço acessível. Eu não votei no Lula, mas acredito que foi um governo legal. O mercado está mais estável, produtos têm vindo com mais facilidade para o Brasil, até o campo de emprego melhorou. Acredito que todos estão conseguindo lucrar com isso. Toda eleição é benéfica para nossa empresa em termos de vendas. Mas teremos uma continuidade do governo anterior, que, por sua vez, pouco alterou a política econômica do governo que o antecedeu. O lado bom disso é a estabilidade. Mudanças pontuais aconteceram, é verdade, porém, há tempos que se mantêm grandes injustiças tributárias, que acabam por inviabilizar vários ramos de negócios. Algumas mudanças estruturais há muito prometidas ainda não saíram do papel. Acredito que o mais marcante foi o ‘confisco financeiro’ da Zélia Cardoso de Melo. Pessoas que tinham sua estabilidade assegurada por anos de trabalho e poupança se viram literalmente sem nada. Quando se é jovem, fica fácil administrar tal situação. Porém, tratava-se ali de um país inteiro. Houve um governo, se não me engano do Figueiredo [período de 1979-1985], no qual foi criado o Ministério da Desburocratização, do ministro Beltrão. Talvez seja esta a solução para um bom governo: desburocratizar e não atrapalhar. mm52_enquete.indd 37 17/12/2010 20:44:17
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    38 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Mundo DigitalRedes Sociais Promoção de produtos via Twitter é a nova onda do varejo, mas existem outras ferramentas da web que abrangem possibilidades ainda inexploradas Por Juliana Cruz / Itamar Dantas Nãobastausar asredessociais,é precisosediferenciar dessas ações. Grandes redes de lojas, como a Gang Mu- sic e a Made in Brazil, possuem mais de 2 mil seguido- res no Twitter pelo qual atualizam seus clientes com notícias do meio musical e promoções relâmpagos. Outras empresas do segmento, de menor porte, também começaram a se utilizar das novas mídias, e estão muito satisfeitas com os resultados. A loja Akústica Musical (RS), por exemplo, utiliza as prin- cipais redes sociais para divulgar promoções, novos produtos, manter e fidelizar seus clientes. Dentre as ações da loja que merecem destaque está a criação de um canal no YouTube, chamado Akústica TV, em que proprietários e vendedores apre- sentam um microprograma para anunciar novos equipamentos que chegaram à loja e promoções. Já a loja A2 Instrumentos Musicais (SP) também apostou no YouTube para conseguir conservar seus clientes e demonstrar os seus produtos em estoque por meio de testes, realizados pelos próprios vendedores. Para a gerente de mídias sociais da empresa espe- Com a popularização da web e a maior segu- rança para realizar operações bancárias, comerciais e circular informações pessoais, a internet tornou-se um dos meios mais eficazes na promoção de novos produtos, ou de ações específicas de marketing que a utilizam como plataforma. Algumas lojas do ramo de áudio e instrumentos musicaisjáentraramdecabeçanasmídiassociaispara expor seus produtos e começam a colher os resultados OS CONSUMIDORES DE HOJE, AO PENSAR EM ADQUIRIR UM INSTRUMENTO MUSICAL, IRÃO PESQUISAR MARCAS E PREÇOS NA INTERNET precisosediferenciar A Akustica Musical aposta no Youtube para atrair e fidelizar clientes mm52_mundodigital.indd 38 17/12/2010 21:03:53
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 39 Mundo DigitalRedes Sociais cializada em internet U, do Grupo OON Networking, Marina Wajnsztejn, também conhecida como Ma Wá, o YouTube realmente é uma ótima opção para se destacar. “Além de falar dos próprios produtos, é válido entrar no universo da música entrevistando um artista que utilize determinada marca, tal como fazer tutoriais, dar dicas de como montar uma acús- tica perfeita e até mesmo ter um crítico semanal de arranjos. Todos são exemplos de como é possível ir muito além do produto. Até porque a comoditização dos produtos deixa as lojas extremamente parecidas, tornando necessário se diferenciar”, explica. A vida virtual das lojas Segundo Marina Marmentini, gerente de vendas da Akústica Musical, a divulgação de seus produtos e serviços no YouTube e demais redes sociais é resul- tado de uma análise do perfil dos clientes que fre- quentam a loja. “Os consumidores de hoje, ao pensar em adquirir um instrumento musical, irão pesqui- sar marcas e preços na internet. Eles já chegam com o produto, a referência, cor e marca que pretendem comprar, conhecem suas características e já sabem até a média de preço”, conta. Apesar de atuar no segmento de instrumentos musicais em 2000, a Akústica Musical decidiu criar sua loja virtual somente em 2009. “Percebemos essa necessidade uma vez que, além de ser uma oportu- nidade de expansão e de conquistar novos clientes, é uma importante ferramenta de auxílio e vitrine de vendas”, argumenta Marina. Com um ano de existên- cia, a loja virtual já elevou o faturamento total do es- tabelecimento em torno de 3,5%. Com o uso das redes sociais, as estratégias de di- vulgação da Akústica também acabaram migrando para a web. “Trocamos nossas ferramentas de mar- keting, como panfletos, jornais e rádios locais, para ferramentas digitais, como Orkut, Facebook, Blogger, Twitter, newsletters e YouTube, pois nosso cliente em potencial se encontra no meio virtual.” Outro caso é o da loja A2. Há dois anos e meio ela começou a atuar nas redes sociais pelo Orkut, o que sempre rendeu vendas devido à agilidade de comu- nicação e à exposição dos produtos da loja. Recen- temente criou sua página no Twitter e já conta com ALÉM DE FALAR DOS PRÓPRIOS PRODUTOS, É VÁLIDO ENTRAR NO UNIVERSO DA MÚSICA ENTREVISTANDO UM ARTISTA QUE UTILIZE DETERMINADA MARCA Atendimento virtual personalizado Lojas virtuais precisam se preocupar com o atendimento do mes- mo modo que o fazem em uma loja física. A Akústica Musical des- cobriu isso na prática. A maioria dos clientes que compram em sua loja virtual entra em contato por e-mail, Orkut ou MSN. Eles conversam com os vendedores e negociam preço, formas de envio e finalizam a compra, tudo via internet. “Acredito que essa seja a nossa vantagem e o diferencial em relação às grandes lojas virtuais de instrumentos musicais no Brasil. Esse atendimento on- -line humanista aquece a ferramenta virtual, que é fria, criando um canal de comunicação imediato e uma relação mais pessoal com o nosso cliente”, analisa Marina Marmentini. WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 39 A loja paulista A2 Instrumentos Musicais começou a se promover no Orkut e agora utiliza o Twitter e Youtube na divulgação de produtos mm52_mundodigital.indd 39 17/12/2010 21:03:58
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    40 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Mundo DigitalRedes Sociais Preferidas pelo mundo corporativo A pesquisa sobre a presença e uso das redes sociais feita pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) constatou que 65%, das 251 empresas entrevistadas, utilizam redes sociais para se comunicar com seus clientes e atrair novos. Atualmente, a ferramenta mais procurada é o Twitter, que, de acordo com o diretor executivo do Ibramerc, Richard Lo- wenthal, é uma das poucas que pode ser atualizada sem demandar grande esforço por parte das empresas. Presença nas redes sociais 65% das empresas está nas redes Ainda não são fundamentais Apesar de ser popular entre as empresas, as redes sociais ainda são vistas apenas como complemento, não sendo vistas como fundamental meio de comunicação pelo mundo corporativo. Isso porque as empresas ainda estão ‘testando’ seu uso na busca de entender como elas podem verda- deiramente agregar valor ao seu negócio. Ainda não são fundamentais Práticas comuns 46%utilizam as redes para monitorar o mercado 45%usam para observar o comporta- mento dos clientes 39%utilizam para ficar de olho na con- corrência Benefícios 45%das empresas acreditam que o forta- lecimento da marca é o maior benefício trazido pelas redes sociais 44%das empre- sas acham que as redes ainda não trouxeram nenhum benefício 6% das empresas acreditam que as redes sociais podem trazer fidelização de clientes Atualização e monitoramento 40%das empre- sas contam com os esforços dos cola- boradores da empresa 25%alocam um funcionário exclusivamente para o exercício da atividade 11%delas preferem terceirizar a função Fonte: Ibramerc Práticas comuns 46% 45% 44%que as redes ainda não trouxeram nenhum e monitoramento 40%com os esforços dos cola- boradores da empresa 25%exclusivamente para o exercício da atividade Benefícios 45%acreditam que o forta- lecimento da marca é o maior benefício trazido 6%que as redes sociais podem trazer fidelização 11%terceirizar a função 39% mm52_mundodigital.indd 40 17/12/2010 21:04:17
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 41 Mundo DigitalRedes Sociais siderar as redes sociais de maneira séria, sem tentar forçar um assunto ou produto. Por ser um terreno li- vre, as pessoas sentem-se totalmente à vontade para falar — mal ou bem — de sua marca. Quanto mais forçar da maneira incorreta, maiores as chances de você ser mal falado”, explica. Para o setor de instrumentos musicais, a especia- lista sugere maior aproveitamento de redes relaciona- das à música e audiovisual, como MySpace, YouTube e Last.fm, entre outras. “Promover conteúdo, troca de informações, exclusividades e dicas do universo da música pode ser bem interessante. Pode-se ainda pegar carona na onda de games on-line e adequá-los a um conteúdo musical criando aplicativos. Uma ferra- menta muito comentada do iPad é o Magic Piano. Já pensou se ele tivesse sido desenvolvido pela sua mar- ca ou patrocinado pela sua loja?”, conclui.  mais de 1.200 seguidores. “As mídias sociais nos per- mitem ter um contato próximo e informar as novida- des e promoções em tempo real para nossos clientes”, explica Felipe Pereira, sócio do estabelecimento. Para o empresário, o Orkut ainda é a melhor op- ção: “Trata-se da rede social mais usada no Brasil. O Twitter está se popularizando muito, mas ainda não é como o Orkut. Creio que num futuro próximo o Twitter ganhe cada vez mais espaço e ajude a loja a conquistar mais clientes”, conclui Felipe. Como usar De acordo com Ma Wá, o importante ao usar redes sociais para promover ações é se lembrar de traçar uma abordagem diferente para cada uma delas, de acordo com o perfil de sua loja. “Campanhas que utilizam usuários falsos em redes sociais afastam os clientes e enfraquecem a marca. Isso jamais deve ser feito, apesar de ser uma metodologia aplicada e vendida no mercado. Além disso, é importante con- ALÉM DE SER UMA OPORTUNIDADE DE EXPANSÃO E DE CONQUISTAR NOVOS CLIENTES [A LOJA VIRTUAL] É UMA IMPORTANTE FERRAMENTA DE AUXÍLIO E VITRINE DE VENDAS Aplicativos musicais O Magic Piano é um aplicativo desenvolvido para iPhone e iPad no qual o usuário pode reproduzir músicas tocando um piano virtual. Além dele, outro software interessante é a Ocarina, que reproduz sons de flauta. Sensível à res- piração do usuário, toque e movimentos, é considerado mais versátil do que uma flauta real. Já o Magic Fiddle imi- ta um violino. De tão fiel ao instrumento, para ser tocado é necessário levá-lo ao queixo, como se fosse de verdade. Todos esses dispositivos, e mais, estão disponíveis na App Store, da Apple, pelo link www.apple.com. A especialista em internet Ma Wá, à esquerda, e a equipe da loja Akustica Musical, à direita mm52_mundodigital.indd 41 17/12/2010 21:04:22
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    42 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR E JÁPASSOU O RÉVEILLON... E JÁ PASSOU O RÉVEILLON... E JÁ PASSOU é baterista, pós-graduado em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e mestre em Comunicação e Mercados. Além de lecionar Planejamento Estratégico na Universidade Anhembi Morumbi, é autor do livro Dominando Estratégias e Negócios. Site: www.marketingenegocios.com.br ALESSANDRO SAADE MARKETING E NEGÓCIOS AGORA PREPARE-SE PARA ACOMPANHAR AS TENDÊNCIAS DE MERCADO E ANTEVÊ-LAS ANTES DA CONCORRÊNCIA Toda virada de ano é a mesma coisa: planos, sonhos, pro- messas... Energias recarrega- das, ânimo renovado e muito otimis- mo pelo que vem por aí. Pois nesta edição farei a mesma coisa, mas de forma diferente. Em vez de falar de sonhos e planos, vou listar alguns pontos importantes a serem considerados pelo empreendedor, in- dependentedoporte,aolongode2011. Várias consultorias começaram a projetar as tendências para 2011 já em outubro de 2010. Algumas delas sãoumacontinuaçãodastendências iniciadas em 2009/2010, outras são mais recentes e terão seus primeiros reflexos no ano que se inicia. Um ponto importante é saber que existem inúmeras tendências, mas que somente algumas impac- tam em nossos negócios ou têm in- fluência direta em nosso segmento de atuação, seja nos fornecedores, clientes ou formadores de opinião. Link: tendências para 2011 Aqui vão alguns sites com tendências para 2011. Quem sabe alguma não está alinhada com suas crenças? http://migre.me/1DRn3 http://www.mobileyouth.org/ UM PONTO IMPORTANTE É SABER QUE EXISTEM INÚMERAS TENDÊNCIAS, MAS QUE SOMENTE ALGUMAS IMPACTAM EM NOSSOS NEGÓCIOS Monitorando tendências Outra tendência de impacto é a ‘webilização’ da socieda- de. Hoje todo mundo tem perfil em um site de relacio- namento, como o Orkut ou o Facebook, segue alguém no Twitter ou participa de grupos de discussão ou de alguma outra rede social. Pode ser da escola onde estuda ou estudou, dos produtos que admira, do estilo de música que curte, do fabricante de instrumentos que deseja, ou mesmo da sua profissão. Tem até fórum na internet para discussão do setup da mesa de iluminação ou de som. Assim, é muito importante saber claramente por que você está mo- nitorando determinada tendência. Caso contrário, poderá estar desper- diçando um tempo valioso. E já que as estamos seguindo, precisamos apurar nossos sentidos para identifi- car quando uma nova tendência está surgindo. Seja muito curioso. Busque a novidade, esteja atento e aberto ao diferente, inusitado, inovador! Boa sorte e feliz 2011!  Link: tendências para 2011 internet para discussão do setup da mesa de iluminação ou de som. claramente por que você está mo- nitorando determinada tendência. Caso contrário, poderá estar desper- diçando um tempo valioso. E já que as estamos seguindo, precisamos apurar nossos sentidos para identifi- Link: tendências para 2011Link: tendências para 2011 Indique você um livro! Vamos começar o ano diferente? Você não quer me indicar um livro? Envie sua sugestão para professor@saade.com.br. O tema mais interessante será a indicação da próxima edi- ção. Estou aguardando. Por exemplo: o crescimento das classes C, D e E impacta diretamente na venda de instrumentos e equipa- mentos,eemcursoseeventos,maspra- ticamente não influencia na compra de música,cadavezmaiscompartilhada. mm52_saade.indd 42 17/12/2010 20:45:37
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    44 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Filosofia debatera! O lema que a Meinl exibe em seu material de divulgação é “De bateristas para bate- ristas”. Na empresa, além de executivos motivados, todos são bateristas. A equipe criativa planeja as atividades assim como as estratégias de promoção. E nesse pro- cesso participam muitos endorsees, que facilitam a comunicação com o público. Pratos de A a ZFundadaemplenaGuerraFriaFundadaemplenaGuerraFria ecomperfildeempresaecomperfildeempresa familiar,aMeinlcomeçoufamiliar,aMeinlcomeçou aseexpandirvisando novoshorizontes em2003.Hojetem umaoperaçãoglobal, masconservao respeitopelatradição Por Luis Tuculet Fundada na Alemanha em 1951 por Roland Meinl (falecido em 2007), a empresa manteve-se com um perfil familiar até pouco tem- po atrás. Seus primeiros pratos eram cortados de grandes lâminas de metal, martelados, trabalhados e perfurados à mão para serem logo levados até a estação de trem na bicicleta do Roland. Até 1964, toda essa operação era feita só com a ajuda de sua esposa. Em 1972, Reinhold Meinl, filho de Roland, entrou para a empresa. Nesse momento havia três empregados, mas o maior crescimento só aconteceu em 2003, ano em que se mudou para uma fábrica nova e investiu-se em novas linhas de pratos e técnicas de fabrica- ção. Também tiveram início as opera- Internacional Meinl ções da Meinl USA, consolidando as- sim sua posição no mercado. América Latina A partir de 2009 o mercado da América Latina se transformou em um objeti- vo interessante para várias empresas. Mas além das projeções positivas e das perspectivas de negócios, a região ainda é um mercado em processo de amadu- recimento. A empresa tem distribuição praticamente em todo o continente, ex- cetoBolíviaeUruguai. Masopanorama nãoétãosimplescomoparece.“Quando pensamos na América Latina, imagina- mos um mercado enorme para percus- são”, reflete Udo Heubeck, gerente-geral da Meinl. “Apesar disso, as pessoas des- saregiãodevemlidarcomváriosproble- mas antes de comprar um instrumento de qualidade, que fica caro.” Além disso, enfrentam a compe- tição de fabricantes regionais, onde existem produtores de instrumentos de percussão muito bem posicionados no mercado local, principalmente no Brasil e na Argentina. “Primeiro, preci- samos consolidar a imagem da marca na região para ter negócios bons. Isso não é o caso do México, onde já temos market share, talvez porque os clientes estejam mais influenciados pelas ten- dências e bandas norte-americanas”, explica. Isso faz do México uma exce- ção no continente, como um mercado mais estabelecido. UweBecker,gerente de vendaspara AméricaLatinaeCaribe,acrescenta:“A Meinl está vivendo a tendência de falta de desenvolvimento de algumas regi- ões na América Latina. Temos muito por fazer nesses países; as pessoas gos- tam da marca e querem comprar, mas isso é difícil para alguns clientes, pois nem sempre há uma loja que tenha nossos produtos disponíveis”. mm52_Meinl.indd 44 17/12/2010 21:05:20
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    Internacional Meinl FOMOS, SOMOSE SEREMOS UM NEGÓCIO FAMILIAR. NÃO ESTAMOS COMPRANDO OUTRAS EMPRESAS NEM QUEREMOS VENDER A NOSSA Reinhold Meinl, filho de Roland Meinl, fundador da empresa Udo Heubeck, gerente-geral da Meinl WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 45 Uma parte importante da estraté- gia de penetração no mercado regional é o B20, produto destacado da empresa e produzido desde 2010. E ainda a cola- boração direta com as lojas, para ofe- recer os produtos de maneira atrativa. Os materiais A Meinl utiliza seis tipos de me- tais na fabricação de seus pratos. Isso possibilita tra- balhar com uma ampla gama de características sonoras. Um degrau aci- ma é atingido com a co- laboração permanente de bateristas profissionais no desenvolvimento de produtos adaptados e direcionados a cada estilo de interpretação e necessida- de de expressão musical. “Somos uma empresa que sempre está tentando me- lhorar, inovando e fabricando produtos úteis para o músico”, diz Becker. “Pro- curamos maneiras de melhorar nossos negócios e ideias de como levar o pro- dutoàslojas,comdisplaysparachamar a atenção e de acordo com as necessi- dades de cada estabelecimento. Nosso foco é ajudar o lojista a ter um display muito atrativo com nosso produto.” Mentalidade global O desenvolvimento dos meios de co- municação está apagando a fronteira entre os mercados. Há alguns anos, pensava-se em músicos na Colômbia, ou na Itália, e nas necessidades de cada país. Hoje não importa a localiza- ção geográfica. Isso termina sendo um tema de resolução logística. “Entende- mos que cada região do mundo é di- ferente e tem diferentes necessidades, mas a comunidade de bateristas tem sempre falado o mesmo idioma global”, afirma Norbert Saemann, diretor de relações artísticas e gerente de even- tos. “Nossa meta é manter nossas nor- mas e chegar aos bateristas no mundo inteiro, sempre com o foco em fazer o melhor para o músico”, reforça. Em 2009, a empresa realizou o pri- meiro festival Meinl Internacional, em Moscou, Rússia. Lógico que nem todos os bateristas puderam viajar, mas a di- vulgação oferecida no dia do festival pelo Twitter da Meinl e a grande respos- ta dos seguidores dos tweets são exem- plos deste fenômeno. Ambiente amigável Se tivéssemos visitado a fábrica na dé- cada de 1960, teríamos encontrado o modelo de produção alemã da época, base do sucesso de tantas empresas: econômico, detalhista e eficiente. O Séries Meinl Mb20 Byzance Soundcaster Symphonic Mb10 Mb8 Generation X Classics MCS HCS Drum Gear Marching Symphonic M-Series Candela Os materiais A Meinl usa seis tipos combinações de materiais em seus pratos. Assim pode trabalhar com uma grande variedade de timbres. Além disso, conta com a colaboração de bate- ristas profissionais que ajudam no desenvolvimento para cada estilo de interpretação e expressão musical. Os materiais A Meinl usa seis tipos combinações de materiais em seus pratos. Assim pode trabalhar com uma grande variedade de timbres. Além disso, conta com a colaboração de bate- ristas profissionais que ajudam no desenvolvimento para cada estilo de interpretação e expressão musical. mm52_Meinl.indd 45 17/12/2010 21:05:43
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    46 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Internacional Meinl Estratégiasno Brasil Por ocasião da entrevista realizada na Alemanha, na matriz da Meinl, a Música Mercado também conversou com Silvio Tonelli, diretor da Prime Music, distribuidora exclusiva da Meinl no Brasil. Ele contou quais os projetos para a Meinl no mercado nacional. “Queremos mostrar uma nova Meinl no Brasil. Ela teve algumas experiências no passado e inverte- mos as estratégias. Primeiro trouxemos as linhas mais sofisticadas da companhia. Por quê? Porque queríamos mostrar quem é realmente a Meinl, apre- sentar a qualidade de seus produtos. E fizemos isso principalmente para os músicos. Conseguimos. Mostramos que a Meinl está mesmo entre as Top 4 do mercado, e isso surpreendeu. Depois dos grandes produtos, vieram os produtos com menor valor agregado. Nossa estratégia deu certo. O mercado está conhecendo quem é a Meinl, verdadeiramente: uma companhia que fabrica produtos de alta qualidade, de altíssima tecno- logia, e que tem agradado a músicos profissionais e aos lojistas. Não temos planos de curto prazo para a Meinl. Nossos planos de lucratividade são de longo prazo. Primeiro queremos estabelecer a marca no Brasil. E os planos de lucratividade vêm com a forma como vamos apresentar esses produtos nas lojas. Queremos mudar os pontos de venda, transformá-los em experiência de compra para o consumidor e oferecer ao lojista uma condição de ganhar mais. Não só de fazer muitas vendas, mas boas vendas!” Norbert Saemann, diretor de relações artísticas e gerente de eventos Uwe Becker, gerente de vendas para o Caribe e América do Sul No BrasilNo Brasil Prime Music Tel.: (43) 3324-4405 www.primemusic.com.br modelo de produção atual segue essa ideia, mas acrescida de estímulos para empregados criativos que apresenta- rem inovações relacionadas a melho- rar os processos e o desenvolvimento de novos produtos. “Não boto pressão nas pessoas”, explica Reinhold Meinl. “Se faz falta pressão, penso que é o em- pregado que deve botar essa pressão em si. Acredito no poder de decisão e na responsabilidade do indivíduo.” Essa maneira de pensar reflete-se em toda a filosofia de produ- ção da empresa: “O importan- te em um prato é o seu som”, enfatiza Saemann. “Ninguém se importa com qual máquina se usou para fazer o prato, o importante é o som e o preço final. Tudo que fazemos na nossa linha de produção está focado nesse resultado final. O essencial é o resultado, e não o método”, conclui. No futuro Quando se fala do que está por vir, geralmente as res- postas são baseadas nos objetivos econômicos, ní- veis de vendas, participação do mercado etc. No caso da Meinl, a resposta conta o que eles não querem fazer. “Sempre estamos trabalhan- do em nossa marca, e isso não acontece por coincidên- cia, pois sempre tentamos melhorar”, revela Reinhold Meinl. “Nossa relação com o músico, o distribuidor, as lojas, e com todos os que fa- zem parte desse processo é muito importante.” Heubeck reforça a ideia: “Sempre estivemos muito ligados aos artistas. A ima- gem da marca é importan- te, por isso precisamos dos artistas para despertar a curiosidade no consumidor e manter o interesse em nossos produtos”. E mostra a importância da divulgação dos endorsees: “O consumidor compra nossa marca porque vê os artistas que a usam e os reconhece”.  principalmente para os músicos. Conseguimos. Mostramos que a Meinl está curiosidade no consumidor e manter NINGUÉM SE IMPORTA COM QUAL MÁQUINA SE USOU PARA FAZER O PRATO, O IMPORTANTE É O SOM E O PREÇO FINAL Silvio Tonelli, diretor da Prime Music mm52_Meinl.indd 46 17/12/2010 21:05:57
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    EMG_MM_Brazil_NewGen.pdf 1 11/16/096:13 PM mm51_completa.indd 24 04/11/2010 18:42:29mm52_completa.indd 47 21/12/2010 15:31:35
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    48 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Marketing PDV Aloja mágicaEstabelecimentospassivosestãofadadosàinexistência.Estabelecimentospassivosestãofadadosàinexistência.Estabelecimentospassivosestãofadadosàinexistência. LeiaalgumasdicasparatransformaroseuPDVemLeiaalgumasdicasparatransformaroseuPDVemLeiaalgumasdicasparatransformaroseuPDVem umlocalrealmenteestimulanteparaavendaumlocalrealmenteestimulanteparaavendaumlocalrealmenteestimulanteparaavenda Por Moacir Moura* Ovarejo tradicional, aquele receptivo e passi- vo, está em extinção. Se você pensa que bas- ta arrumar a loja, abastecê-la, controlar es- toque e abrir suas portas, está enganado. Esses são procedimentos rotineiros que mais de um milhão de concorrentes fazem Brasil afora. Veja o que os outros estão fazendo. Uma loja sem ação externa perde o brilho e fica sem sentimentos. Vira simples depósito. Sem atrativos, sem graça nem charme. Além de quali- dade, serviços, preços atraentes e dinamismo na venda, o consumidor quer ser seduzido com deta- lhes acima do comum. Coloque-se no lugar do consumidor ávido por novidades que sabe muito bem valorizar seu dinhei- ro e aproveitar o tempo disponível para suprir suas necessidades e viver a vida de forma única e espe- cial, graças ao estilo de varejo que você pode prati- car. Entre uma loja normal cujos operadores se limi- tam a abrir as portas e esperar de braços cruzados as coisas acontecerem, e uma ativa, diferenciada e inteligente, qual você escolheria para comprar? Uma verdadeira casa de vendas com interesse e dis- posição para atender seus clientes de forma diferen- ciada, começando pelo espaço e layout. Ninguém gosta de lugares apertados e obstruídos. Os clientes querem ter a sensação de conforto e de liberdade. mm52_marketing.indd 48 17/12/2010 21:09:19
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 49 Marketing PDV Limpeza,higiene, merchandising e iluminação. Ape- sar de serem assuntos óbvios, muitos gestores ainda negligenciam esses pontos, considerados de grande valor pelos clientes. Se você quer vender mais e me- lhor, precisa apresentar seus produtos tão destacados como se estivessem em um palco iluminado e pronto para um grande show! Claro que um comércio que se preza precisa estar sempre bem abastecido, loja cheia de mercadorias, tudo em ordem e preparado para vender. Prateleiras vazias ou com poucos produtos expostos vendem a ideia de um negócio em decadência, um local onde as pessoas não gostam de entrar. Ninguém se dispõe a torcer por perdedores, nem a con- viver com lojas sem vida que não trabalham seu próprio futuro.Vencedoresseunemavencedores,assiméavida. Além das mercadorias expostas para venda, sis- tema de crédito, política de venda moderna e pro- moções, nada personaliza mais uma loja do que o seu pessoal de atendimento, vendedores, gerentes e demais profissionais envolvidos em todo o processo. Para ser uma verdadeira Casa de Vendas, uma loja precisa de profissionais de venda que, em primeiro lu- gar, gostem de gente. Que olhem para os clientes ten- tando agradá-los, passando a impressão clara de que estão ali para servir. São gestores de solução. Comen- tando sobre os novos atributos da loja ideal, Fátima Dias, da Consultoria Fator 8, sintetizou numa frase um dos melhores conceitos de varejo da atualidade: “O mundo anda áspero. Faça da sua loja uma ilha de simpatia em tudo. Vai dar certo!” Que vibrem com cada fechamento! Profissionais co- nhecedores da psicologia humana, que conhecem o tempo certo para abordar um cliente, uma vez que as pessoas gostam de primeiro ser saudadas gentilmente, para depois tratar da compra. Nessa hora, agressivida- de exagerada e lentidão em demasia podem colocar tudoaperder.Nemantes,nemdepois—oclientegosta de ser abordado com habilidade e no timing certo! Primeiro, o contato humano. Em seguida, o produto. Depois,ascondições.Daíofechamentocomchavedeouro. Além de habilidade para vender, negociar e não perder avisitadocliente,ovendedorprecisaserumgrandeob- servadorsobreasatitudesdoconsumidordiantedoato de comprar. Quais os produtos destino e quais são os atributos da empresa que as pessoas mais valorizam? Numa Casa de Vendas todos vendem, inclusive os vendedores!Quemnãovendediretamentetrabalhacom o objetivo de apoiar a venda, conquistar e manter clien- tes.Todosvendem24horaspordia,dentroeforadaloja. Onde estiverem estarão propagando o que fazem: con- fiançaeentusiasmovendemmaisdoquepreço! Tudo deve conspirar para a empresa vender mais. Nada é mais irritante do que sistemas que atrapalham emvezdefacilitaremoatendimento.Depoisdacompra, o cliente quer sair o mais rápido possível. Tempo de es- pera é tempo perdido, além de irritar as pessoas. O que falta para transformar sua loja em uma agradável Casa deVendascapazderealizarossonhosdosclientes? *Moacir Moura é especialista em varejo e palestrante. Este texto foi originalmente publicado no site: www.varejista.com.br NINGUÉM SE DISPÕE A TORCER POR PERDEDORES, NEM A CONVIVER COM LOJAS SEM VIDA QUE NÃO TRABALHAM SEU PRÓPRIO FUTURO mm52_marketing.indd 49 17/12/2010 21:09:21
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    50 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Há26anos,nagaragemdeumaloja,umempreende- dor inicioua fabricação de fontes e transformado- res visando a ampliação de seu negócio. Surgia ali o embrião do grupo que hoje emprega mais de 600 pessoas e detém cinco empresas. Entre elas a Hayonik, que duplicou o seu faturamento em 2010 por conta do investimento em novosprodutos,sobretudoosdirecionadosaosetordeáudio. Sob a batuta de Ricardo Akira Hayama, um dos perso- nagensiniciaisdessahistória,aoladodeseupai,aHayonik pretende crescer 40% em 2011, ano em que também dese- jamampliaragamadepaísesparaondeexportam.Wilson Chimentão, gerente-geral da empresa, conversou com a MM para mostrar quais são as estratégias para o alcance de metas consideradas bastante ousadas pelo mercado. Perfil Hayonik Hayonikdobrafaturamentoem2010,esperacrescer40% A quais fatores você atribui esse crescimento contí- nuo da empresa? O direcionamento do nosso presidente [Ricardo Akira Hayama] em sempre pensar a médio e longo prazo, a assertividade nas tomadas de decisões e a estratégia do crescimento sustentável proporcionam crescermos com riscos calculados. Qual foi o principal desafio da Hayonik ao longo de sua existência? O maior desafio foi a reestruturação do modelo estraté- gico. Adotamos um modelo verticalizado, que contribuiu para a geração de novos empregos, desenvolvimento tec- nológicoemãodeobraespecializada.Commaispossibili- Hayonikdobrafaturamentoem2010,esperacrescer40% Inspirada paracrescerHayonikdobrafaturamentoem2010,esperacrescer40% nesteanoevoltaseusesforçosparaomercadodeáudio O que faz a Hayonik? A empresa atua na industrialização, comercialização e expor- tação de consoles de audiomixagem para sistemas de peque- no e de médio porte; amplificadores de baixa e alta potência; equalizadores gráficos; crossovers, amplificadores de instru- mentos; sistemas de caixas ativas; caixas acústicas passivas ‘full’ e biamplificadas; caixas multiuso; sonorização de am- bientes (pequeno, médio e grande porte); transformadores; carregadores; inversores; fontes lineares; fontes chaveadas. Wilson Chimentão, gerente-geral da empresa Sede da empresa em Londrina, Paraná mm52_hayonik.indd 50 17/12/2010 21:12:38
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    Perfil Hayonik Pós-venda De acordocom o gerente comercial da Hayonik,RafaelPeretti,aempresaoferece uma das melhores políticas de pós-venda praticadas no mercado. “Nossa filosofia é a de que o consumidor final sempre vem em primeiro lugar. Caso algum produto dê problema, orientamos o lojista a trocá-lo imediatamente, e depois resolvemos en- tre nós. Assim, temos o reconhecimento, por parte de nossos revendedores, de que nosso pós-venda é um dos melhores do País”, enfatiza Peretti. dades e novos mercados, nossos produ- tos tornaram-se muito mais acessíveis aos usuários que se beneficiam com tecnologia nacional de ponta, alicerça- dos em pesquisas empreendidas com seriedade e um rígido controle de qua- lidade — fatores que já nos abriram as portas para o mercado externo. Vocês começaram a exportar recen- temente. Quais são os países e quais foram os resultados? Para nós a importação aconteceu de formamuitonatural.Recebemossolici- tações do mercado externo e iniciamos as negociações. Creio que o sucesso foi devido ao nosso rígido padrão de qua- lidade. Angola foi o primeiro passo. Es- tamos motivados pelo sucesso e iremos ampliar em 2011 para outras regiões. Qual é a participação de produtos importados no mix da Hayonik? Apenas 1% dos nossos produtos é im- portado e mesmo assim eles passam por um rígido padrão de qualidade ao entrar no Brasil. Hoje, 99% dos produ- tos comercializados pela Hayonik são desenvolvidos e fabricados aqui. Como é feita a criação e o desenvol- vimento de produtos? A Hayonik sempre se destacou pela qualidade, desempenho de seus equi- pamentos e seu eficaz pós-venda. Primeiro analisamos bem o mercado nacional e internacional, então inicia- mos o processo de PD, passando pela prototipagem, lote piloto, opiniões dos principais clientes e finalmente o pro- cesso fabril, em que todos os produtos passam por uma linha de produção de última geração em tecnologia. Finali- zamos com testes avançados. Comofoioanode2010paraaHayonik? Foi excelente, com recordes de fatura- mento e de entrega. Atingimos nossa meta anual de vendas e superamos as expectativas de marketing, cujos lançamentos viraram referências no Brasil. A previsão de crescimento para 2011 é de 40% no mercado nacional e o principal alicerce está na linha de áu- dio. Prevemos dobrar mais uma vez o faturamento em 2011. Vocês duplicaram o faturamento no ano passado. Em sua opinião, quais fatores levaram a esse resultado? Acreditamos que o sucesso dessa con- mm52_hayonik.indd 51 17/12/2010 21:12:47
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    52 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Perfil Hayonik Produtosessenciais Hayonik Hayonik Multiuso NEO A linha Multiuso NEO é ideal para músicos amadores ou uso caseiro. Agora com en- trada USB e controle remoto, os modelos possuem saída auxiliar amplificada, conse- guindoamplificarduascaixascomumúnico aparelho, proporcionando som estéreo. Amplificador Profissional HY-2200 HAYONIK (1604) A linha HY possui amplificadores de po- tência profissional projetados para tra- balhar em até 4 ohms em qualquer fai- xa de frequência de áudio. Ideais para serem usados com PAs, monitores de palco e side fill para casas de shows, teatros, discotecas e igrejas. Linha Hummer A linha Hummer é fruto da parceria com a in- dústria de alto-falantes Snake em sistemas de PA portáteis. Mais leves, compactas e com ca- racterísticas profissionais (Bi-AMP ou Full, Ran- ge), elas podem ser instaladas tanto na posição vertical como na horizontal. Pesam apenas 13 kg e são indicadas para templos de igrejas, com capacidade de cobertura excelente. Linha versátil O amplificador Versátil Mono Linha 70V Hayonik possui saída de som ambiente 70 V (4 ohms até 11 caixas com trafo de linha 5 W). Contém ainda um pré-amplifi- cador mixer de alta fidelidade com controles tonais de duas vias e en- tradas que permitem a mixagem de várias fontes musicais, como DVD, violão, guitarra, PC, discman etc. quista está fundado no relacionamento com o cliente e na capacidade de inter- pretar a necessidade do mercado. O aumento de faturamento possi- bilitou novos investimentos na es- trutura fabril. Quais foram eles e o que se pode esperar, nesse senti- do, para 2011? Raio X - HayonikRaio X - Hayonik Área da fábrica: 12.000 m² Número de funcionários: 210 Número de produtos disponíveis em portfólio: 1.400 itens Contato: (43) 3377-9800 www.hayonik.com.br serem usados com PAs, monitores de palco e side fill para casas de shows, possui saída de som ambiente 70 V (4 ohms até 11 caixas com trafo de linha Em 2010 investimos na troca de todo o maquinário de bobinamento de trans- formadores; criação do centro de usi- nagem e reestruturação da marcenaria com a aquisição de duas máquinas CNC, entre outros. Em 2011 iremos ex- pandir para mais 2.000 m2 de planta fa- bril e faremos investimentos nas linhas de inserção e esteiras. Em termos de produtos, quais são as novidades de 2011 que a Hayonik pode antecipar ao lojista? Muitos deles são ‘segredos de Estado’, mas alguns podemos mencionar: são caixas injetadas ativas, linha de cai- xas multiuso com FM, linha versátil com USB e FM, e amplificadores cha- veados, por exemplo. Vocês estão passando a investir mais em áudio. Irão dar continuidade a esse enfoque? Nossa principal linha sempre foi a de fontes e transformadores, porém uma grande mudança está acontecendo e o segmento de áudio será a ‘bola da vez’. Já tivemos esse gostinho desde novem- bro, quando, pela primeira vez, o fatu- ramento da linha de áudio superou o das linhas de fontes e transformado- res. Agora é só continuar esse trabalho e dedicar muito esforço para superar nossos objetivos. Certo, mas o mercado de áudio está tomando novas formas e muitas em- presas estrangeiras estão investindo no Brasil, acirrando a concorrência. Qual é o diferencial da Hayonik para garantir competitividade? Temos conhecimento dessa concor- rência e estamos muito alinhados com as novidades e necessidades do mercado de áudio. Nosso maior dife- rencial, com certeza, é ter um equipa- mento 100% nacional com assistência técnica em todo o Brasil, além de qua- lidade como princípio base e um dos melhores pós-vendas do País.  A lin a usi s t a a u a p C nsC ns o p A linh a a usi s n t a al u a p C nsuC nsu o p mm52_hayonik.indd 52 17/12/2010 21:16:28
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    (19) 3277-0294 (19) 3238-7287 (19)3277-0176 Para mais informações acesse: A ODE6Y t t a linha f ag ns a ssó i s qu sua l ja p isa C nsult 6n s 6 66 666666666 Tons 08 x 07 ; 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 / Bumbo 20 x 18 / Caixa 13 x 06 6 66 666666666 Tons 08 x 07 ; 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 / Bumbo 22 x 18 / Caixa 14 x 06 6 66 66 466666666 Tons 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 ; 16 x 15 / Bumbo 22 x 18 / Caixa 14 x 06 6 ivil g 6usi n 666 68666666 Tom 10 x 08 / Surdo 14 x 13 / Bumbo 18 x 16 / Caixa 13 x 06 6 66 66666666 Tom 10 x 08 / Surdo 14 x 13 / Bumbo 20 x 16 / Caixa 13 x 06 6 ivil g 6azz A linha O 6 ivil g f i s nv lvi a p la O , u a a a qu há quas 66 an s faz histó ia n a usi al A O t a alha t p t ap i an s nv lv n s us quipa nt s C 69 an s t a alhan ntat nsu i t s h j u a st utu a a k ting pós v n as pa a v ê s p upa ap nas nt ga p ut pa a li nt C nsulC nsult 6n s nh ça t a n ssa linha pa a l jas A a a s s nh s s at istas óti t n nta ili a ust n fí iodery privilege (19) 3277-0294 (19) 3238-7287 (19) 3277-0176 Para mais informações acesse: A ODE6Y t t a linha f ag ns a ssó i s qu sua l ja p isa C nsult 6n s 6 66 666666666 Tons 08 x 07 ; 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 / Bumbo 20 x 18 / Caixa 13 x 06 6 66 666666666 Tons 08 x 07 ; 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 / Bumbo 22 x 18 / Caixa 14 x 06 6 66 66 466666666 Tons 10 x 08 ; 12 x 09 / Surdo 14 x 13 ; 16 x 15 / Bumbo 22 x 18 / Caixa 14 x 06 6 ivil g 6usi n 666 68666666 Tom 10 x 08 / Surdo 14 x 13 / Bumbo 18 x 16 / Caixa 13 x 06 6 66 66666666 Tom 10 x 08 / Surdo 14 x 13 / Bumbo 20 x 16 / Caixa 13 x 06 6 ivil g 6azz A linha O 6 ivil g f i s nv lvi a p la O , u a a a qu há quas 66 an s faz histó ia n a usi al A O t a alha t p t ap i an s nv lv n s us quipa nt s C 69 an s t a alhan ntat nsu i t s h j u a st utu a a k ting pós v n as pa a v ê s p upa ap nas nt ga p ut pa a li nt C nsulC nsult 6n s nh ça t a n ssa linha pa a l jas A a a s s nh s s at istas óti t n nta ili a ust n fí iodery privilege mm52_hayonik.indd 53 17/12/2010 21:17:10
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    54 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Pequenas eMédias Dicas de gestão Para a maioria das PMEs, os clientes maisPMEs, os clientes mais importantes são os que estão por vir. Isso é um erro enorme.Isso é um erro enorme. Custa até sete vezes mais caro atrair um novo cliente do que atender aqueles que já nos co- nhecem, mas poucas PMEs despen- dem aos seus clientes fiéis a atenção que merecem. Infelizmente, é comum encontrar em muitas lojas alguns sin- tomas de ‘desdém’. Leia quais são eles, seguidos de dicas para que não apare- çam mais em seu estabelecimento. 1 A empresa não sabe o nome ou sobrenome de seus clien- tes habituais. Além disso, em muitos casos não sabe nem mesmo o seu endereço, telefone ou e-mail! Mais surpreendente ainda é que grande par- te dessas informações tenham passado vez ou outra pelas nossas mãos para fa- zer uma reserva, confirmar um pedido ou emitir uma fatura! É um erro grave que não podemos continuar cometen- do. Além de seus dados pessoais, deve- *Artigopublicadooriginalmentenoblog:Marketingem PME–IdeiasdeMarketingparaPME(emespanhol). http://marketingenlapyme.blogspot.com/ mos arquivar tudo relacionado a servi- ços/produtosquelhesforamvendidose em quais condições. 2 Não existe uma oferta dife- renciada para os consumi- dores que já são clientes. É comum cobrar de um cliente novo o mesmo que se cobra de um cliente fiel há dez anos. Algo realmente inexplicá- vel é que, depois de tanto tempo sendo tratados dessa forma, eles continuem sendo nossos clientes. Precisamos lan- çar o quanto antes um esquema de descontos e/ou preços especiais para clientes fiéis. Eles devem se sentir valo- rizados pela empresa e serem alvos de um tratamento diferenciado. 3 Não há um tratamento prefe- rencial aos clientes antigos. Nenhumaprioridadeouqualquer serviço especial que recompense a fideli- dade de seu cliente mais habitual. Você precisacontinuarpraticandoosartifícios usados para conquistar esses clientes comamesmaintensidadesempre. 4 Antes de tudo, os clientes são igualmente importantes, mas não sejamos hipócritas. Os que compram mais são realmente mais relevantes. Não saber quem eles são e não lhes proporcionar um trata- mento especial — com preços corres- pondentes — é ‘suicídio’. Em suma, se vender para um clien- te novo nos custa, em média, sete ve- zes mais do que para um habitual, a receita é clara: precisamos nos dedicar até sete vezes mais a esses últimos do que aos primeiros.  A arte de conservar clientesconservar clientes VENDER PARA UM CLIENTE NOVO NOS CUSTA, EM MÉDIA, SETE VEZES MAIS DO QUE PARA UM HABITUAL mm52_pme.indd 54 17/12/2010 21:40:00
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    56 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Capa ProShows 56WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Capa ProShows Vladimir de Souza, CEO da ProShows mm52_ProShows.indd 56 17/12/2010 21:37:18
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    Capa ProShows WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 57 A trajetóriameteórica da ProShows não é novidade para ninguém. Com apenas 7 anos de vida, a empresa vem crescendo cerca de 40% ao ano, isso sem incluir o novo fa- turamento trazido pela entrada da Behringer em meados do ano passado. As ambições da empresa também são altas. Com seu estilo low profile, daqui a dez meses quer ser a maior distribuidora do Brasil; em uma década, a maior do mercado latino-americano, segundo seu CEO Vladimir de Souza. Não será uma tarefa fácil com tantas mudanças proje- tadas — e que já estão acontecendo — para o setor. Os olhos do mundo estão voltados para o Brasil. De patinhos feios passamos a cisnes em um bater de asas, melhor, em uma pós-crise que parece não querer deixar o ‘pós’, principalmente para empresas europeias e norte-americanas. Comcrescimentodequase50%aoano,aProShowséconsideradauma empresajovemecompetente.Apesardebasearsuaforçaemáudioe iluminação,jácomeçaainvestirpesadotambémeminstrumentosmusicais eavisa:emdezanosquerseramaiordistribuidoradaAméricaLatina Por Ana Carolina Coutinho Umahistória queéshow Estimulando ainda mais a dinâmica do merca- do, temos o incentivo da Copa do Mundo (2014) e das Olimpíadas (2016), que estão chacoalhando concorrentes, sobretudo do setor de áudio e ilu- minação, os dois campos mais fortes da ProSho- ws. Mas Vladimir sabe o que está fazendo. A história de sucesso da ProShows não é uma exceção e não aconteceu por acaso. Estratégias bem aplicadas, equipe de profissionais talento- sos, decisões certeiras, realização de bons negó- cios, um prestigiado sócio — Hugo Martellotta, dono da Tevelam e da Disco Pro na Argentina —, uma boa visão de futuro e, por que não, uma dose de sorte para estar no lugar certo dizendo a coisa certa são características essenciais de grandes companhias. Vladimir sabe disso e para ele há um ingrediente a mais: a filosofia; a cultu- ra que permeia toda ação de uma organização. mm52_ProShows.indd 57 17/12/2010 21:37:20
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    58 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Capa ProShows EstivenamatrizdaProShows,emSãoLeopoldo,RS,e fiqueiimpressionada. Sim, é grande como muitas outras distribuidoras que precisam de espaço para o volume de seus estoques. Sim, tem uma logística meticulosamente organizada. Sim, também possui um showroom que dá a impressão de se estar em uma imponente casa de show, com iluminação e sonoridade incríveis. Mas o que mais surpreendeu foi a conversa com Vladimir e seu modo de enxergar e gerir os negócios e a vida. “Escreva em um pedaço de papel aquilo que gostaria que estivesse em seu epitáfio. Guarde. De vez em quando pegue aquele papel e releia, veja se está tendo atitudes na vida coerentes com o que escreveu”, disse-me ele em um mo- mento informal. Ele tem o seu papel. A ProShows é o resultado do que está escrito nele. Ao ler esta matéria você vai entender o porquê de a ProShows ter uma história ascendente e talvez vislumbre um pouco maisdo,digamos,pergaminho do Vladimir e conheça alguns de seus segredos, porque os da ProShows você conheceráagora. Qual foi a maior mudança na história da ProShows até hoje? Somos uma empresa que se renova a cada dia e a mudan- ça faz parte do nosso cotidiano, mas acho que, mais do que mudança, a história da ProShows é feita de perseve- rança. Da busca incansável por aquilo que estabelecemos quando foi criada. Os princípios, valores objetivos estra- tégicos e visão que temos hoje são os mesmos de quando fundei a empresa — fundei-a sentado no meu escritório de casa a partir de um conceito — e toda essa base es- tratégica e conceitual permanece até hoje. Então somos neuroticamente focados e perseguimos obstinadamente aquilo que foi conceitualmente definido lá atrás. Qual é a essência da empresa? Bom, qual é o nosso negócio? Definimos primeiro isso e nos tornamos focados e disciplinados. Atuamos no mer- cado de entretenimento e comunicação fornecendo so- luções em instrumentos, iluminação, imagem e áudio, e uma empresa precisa ter foco em seus objetivos. Nossa missão é motivar e ajudar na criação de ambientes e eventos estimulantes, modernos e agradáveis por meio de nossos produtos. Não queremos ficar conhecidos como uma empresa que compra e vende produtos. Não somos apenas box mo- vers, mercadores, somos uma empresa que agrega valor a essa cadeia. Pois creio que empresas mercadoras estão fadadas a ser expulsas dessa cadeia estratégica. E como agregamos valor? Cumprindo nossa missão. A ProShows não foi criada como um negócio para ga- nhar dinheiro, o lucro é uma consequência do negócio. Somos, felizmente, uma empresa rentável, mas a criei para efetivamente fazer algo de que eu gostasse muito. Existiu alguma mudança que deu um direcionamento inesperado para a companhia? MAIS DO QUE MUDANÇA, A HISTÓRIA DA PROSHOWS É FEITA DE PERSEVERANÇA Ele tem o seu papel. A ProShows é o resultado do que está escrito nele. Ao ler esta matéria você vai entender o porquê de a ProShows ter uma história ascendente e talvez vislumbre um pouco maisdo,digamos,pergaminho do Vladimir e conheça alguns de seus segredos, porque os da ProShows você conheceráagora. MAIS DO QUE MUDANÇA,MAIS DO QUE MUDANÇA, A HISTÓRIA DA PROSHOWSA HISTÓRIA DA PROSHOWS É FEITA DE PERSEVERANÇA Ele tem o seu papel. A ProShows é o resultado do que está escrito nele. Ao ler esta matéria você vai entender o porquê de a ProShows ter uma história ascendente e talvez vislumbre um pouco maisdo,digamos,pergaminho do Vladimir e conheça alguns de seus segredos, porque os da ProShows você conheceráagora. mm52_ProShows.indd 58 21/12/2010 15:58:18
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    Capa ProShows WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 59 Nãoacredito que tenhamos tido uma mudança substancialmente grande que tenha modificado nosso rumo, pois perseguimos nossos planos to- dos os dias. O que nos vai fazer mudar um pouco é a entrada da Behringer, em termos de volume de negócios e tamanho da empresa. Não há dúvida de que o faturamento se ampliará de maneira significativa. Com a entrada da Behringer, por quais mudanças estruturais a ProShows está passando? Uma série delas para fazer frente às necessidades, em especial logística. Esse aumento de volume físico já foi projetado. Estamos ampliando fisica- mente a empresa, pois sob o ponto de vista de filosofia de trabalho não va- mos mudar nada. Temos crescido ao longo dos anos graças à nossa forma de fazer negócios no Brasil. Nossas áreas de suporte, pós-venda e atendimento sempre fo- ram diferenciais importantes. Obvia- mente precisaremos de mais pessoas e estrutura, mas a essência perma- necerá a mesma. Precisamos crescer sem perder a ternura, as caracterís- ticas que nos trouxeram até aqui. E estamos procurando outro prédio. Atualmente temos dois locais básicos e estamos em busca de nossa central de distribuição, que precisa ser pelo menos três vezes maior que esta aqui. É ótimo você falar sobre o pós-venda, já que a assistência técnica é o calca- nhar de aquiles da Behringer. Como vocês vão lidar com isso? Sempre prefiro olhar as oportunidades e vejo ótimas nessa área. A ProShows vai implementar com a Behringer o que faz com as outras marcas que distribui. Hugo Martellotta, o sócio da ProShows A Tevelam é uma das maiores distribuidoras argentinas de áudio e instrumentos musicais. Com mais de 50 anos de história, recentemente perdeu seu fundador, Leonardo Martellotta, por complicações relacionadas à idade. Seu filho Hugo já dirigia a empresa há alguns anos, mas o pai ia trabalhar todos os dias para ver crescer ainda mais a companhia que ajudou a consolidar. Trabalha com Behringer, Line 6, Lexsen, entre outras, como a brasileira Orion. Música Mercado conversou com Hugo, que deu um panorama breve sobre o mercado em seu país e falou sobre a relação com Vladimir e a ProShows. Como é a sua empresa, a Tevelam, hoje? Hoje a Tevelam detém a maior parte do mercado. Continuamos comerciali- zando componentes eletrônicos que representam uns 20% do total da parti- cipação. A maior porção se divide entre instrumentos musicais, com 40% e áudio profissional, com outros 40%. Como é o seu trabalho com a ProShows? Considero Vladimir de Souza um irmão e um grande sócio. Creio que o Brasil é um mercado que oferece muitas possibilidades de bons negócios. Pela cultura que tem, pela quantidade de habitantes, pelo tamanho de sua economia, por- que é um povo claramente musical e porque os brasileiros gostam de gastar. O que é preciso para abrir uma empresa em outro país? Não existem receitas mágicas. Mas, sem dúvida, é fundamental ter um bom sócio. Alguém que cuide do negócio no dia a dia, comprando bem e traba- lhando com marcas próprias de boa qualidade e preço: bom custo-benefício. Não perder tempo olhando o que os outros fazem, mas concentrar-se em suas próprias metas. As receitas mágicas não existem, mas essas são algu- mas boas ideias para se caminhar em direção ao sucesso. Como é o Hugo Martellotta empresário? Para mim, cada dia é um novo desafio. Uma guerra que precisa ser vencida. Todos os dias acordo muito cedo, às 6 horas, e ao tomar banho sempre me ocorre algo estranho, pois surgem na minha cabeça muitas ideias. Penso nos negócios, nos lucros, na rentabilidade. O que interessa é o dinheiro em caixa. É isso que realmente conta. mm52_ProShows.indd 59 17/12/2010 21:37:23
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    60 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Capa ProShows Queremosser a melhor empresa no Brasil nesse quesito. Estou entusiasma- do porque vejo a oportunidade de fide- lizar mais clientes. Vamos vender mais, baixar os preços e mais produtos serão vendidos. Visitei a fábrica da Behringer e é uma fábrica modelo no mundo. Os índices de aprovação de produtos têm aumentado de maneira importante na Behringer. Com todas as mudanças, eles estão cada vez mais confiáveis. Então, proporcionalmente falando, o índice de problemas será menor que no passado. Menos produtos estragando. E, se acontecer, vamos resolver na hora. Com a diminuição dos preços, como vocês têm se preparado para o au- mento da demanda? Compramos muita mercadoria. E temos algumaspreocupaçõesiniciais,comonão deixaromercadodesabastecidoeaumen- tar significativamente o portfólio de pro- dutos,mesmoparareposiçãoetroca. Qual é a sua expectativa sobre os efeitos do reposicionamento da Behringer no mercado? Acho que será fantástico, espero uma resposta maravilhosa. Hoje a Behrin- ger é a principal fabricante de produtos de áudio profissional de consumo do mundo, e se analisarmos categorias específicas, como mixers, hoje ela é a maior produtora mundial. Vem cres- cendo também em caixas acústicas ativas. Assim, associando uma empre- sa vencedora com produtos que ofere- cem grande valor — ou seja, uma boa relação de custo-benefício — com a fi- losofia de distribuição que a ProShows tem, o resultado só pode ser fantástico. Qual é a projeção de aumento no faturamento da ProShows com os produtos da Behringer? É difícil de responder, pois depende de como nossos planos vão se desenvol- ver, mas a expectativa é que se amplie entre 30% e 40%. Como foi a negociação para conse- guir a Behringer, marca bastante co- biçada pelo mercado? Não fiz nenhuma jogada de mestre. Nós não fomos atrás da Behringer. Conheci o sr. Uli em um encontro pro- movido pelo meu sócio [Hugo Mar- tellotta, também dono da Tevelam na Argentina] e fomos conversando. Houve uma empatia. O sr. Behringer já conhecia nossa empresa, a ProShows, meu passado etc. Também já conhe- cia o mercado brasileiro e não estava muito satisfeito com os resultados que vinham obtendo no País. Já estava pensando em reformular e achou que a ProShows seria o parceiro adequado a ele. O que me deixou de certa forma mm52_ProShows.indd 60 17/12/2010 21:37:36
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    Capa ProShows WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 61 orgulhoso,pois é fruto do reconheci- mento do trabalho que temos feito no Brasil. Quando uma empresa como a nossa conquista a representação de uma marca tão importante significa que estamos colhendo o resultado de um trabalho sério e profissional. Como o setor de instrumentos musi- cais está posicionado, já que o forte de vocês são áudio e iluminação? Apesar de termos iniciado as vendas de instrumentos há pouco tempo, re- lativamente falando, já percebemos que representam uma boa parcela do faturamento. O objetivo é nos tornar- mos um player importante no Brasil, não só em áudio e iluminação, mas também em instrumentos musicais. É difícil dizer com certeza qual é a parcela de faturamento da área de instrumentos, pois é um dado flutu- ante, mas atualmente varia entre 10% e 20%, dependendo do mês. Qual é o maior desafio de mercado em relação aos instrumentos mu- sicais? Não costumo usar a palavra desafio, pois o vejo como oportunidade. Prefi- ro dizer que as melhores oportunida- des são de fazer com que os produtos comercializados pela ProShows pos- sam ser distribuídos nessa enorme rede varejista do Brasil. Acho que a questão logística é muito importante no País. Outra oportunidade no Brasil é atingir cada vez mais o gosto e a ca- racterística de cada mercado. Em 2010, além da Behringer, vocês também conseguiram Washburn e Randall. Há intenção de trazer novas marcas para o setor de instrumentos? Sim, pretendemos consolidar nossa participação no mercado nacional de instrumentos musicais. Queremos que a ProShows seja um player importante e temos um conjunto de ações para o futuro: dar continuidade ao trabalho sério que fazemos com as marcas que játemoscomalgunsnovosprodutosda Behringer e uma eventual nova marca que venhamos a conquistar no futuro. A PROSHOWS NÃO FOI CRIADA COMO UM NEGÓCIO PARA GANHAR DINHEIRO, O LUCRO É UMA CONSEQUÊNCIA DO NEGÓCIO Equipe da ProShows na sede da empresa, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul mm52_ProShows.indd 61 17/12/2010 21:37:49
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    62 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Capa ProShows Paravocês, qual é a diferença mer- cadológica entre instrumentos, áu- dio e iluminação? A abordagem, o público. Precisamos adaptar a estratégia. Vender instrumen- tos é diferente, e por isso temos especia- listas que conhecem os produtos e suas características técnicas, que sabem fa- lar a linguagem do mercado e ir ao en- contro do que ele pede. Qual é o setor fundamental da ProShows? Hoje é difícil dividir. No início a ilumi- nação era importante, mas hoje ela e o áudio têm a mesma importância. Você tem crescido cerca de 40% ao ano. Como foi 2010 para a ProShows? Temos crescido muito todos os anos, mas obviamente 2010 foi o mais impor- tante. Porque sob o ponto de vista ab- solutotemsidoatéagora,mesmosema Behringer, o melhor ano da história da empresa, com vendas excelentes. Além disso, conquistamos duas marcas im- portantes no ano passado, a Washburn e a Randall, que contribuem para a imagem e o faturamento. Conheça Vladimir de Souza Executivo de história singular, Vladimir tem origem humilde. Mais da metade de seu pri- meiro salário em um cargo singelo ia para um curso de inglês; ele queria estudar fora. Conseguiu uma bolsa para fa- zer faculdade em Londres, es- tudando mais de 10 horas por dia. De formação acadêmica forte, fez administração, eco- nomia e comércio exterior. E ainda pós-graduação, MBA e mestrado. Vladimir tem flu- ência em inglês, francês e espanhol e ainda fala alemão e compreende mandarim. Já trabalhou em empresas de médio a grande porte ao redor do mundo. Gosta de viajar, um de seus hobbies; o outro é o trabalho. Sua rotina diária não aca- ba quando ele sai da ProShows. Ele vai para casa, janta com a família e volta a trabalhar, até a madrugada. Dorme pouco. Toca violão e está aprendendo guitarra e bateria. Aliás, na ProShows todos os funcionários manejam algum instrumento, “embora não seja requisito”, explica Vladimir. Mesmo sendo um dos executivos mais discretos do setor, conseguimos fazer algumas pergun- tas de cunho mais pessoal para ele: Em sua história pessoal, qual é a principal coisa que aprendeu e qual jamais faria? Acho que a principal coisa que aprendi até hoje é que nunca podemos nos es- quecer das origens, jamais deixarmos de ser humildes e jamais nos acomodar- mos. Acho que essa tríade é importante. Quando esquecemos a nossa origem, perdemos a humildade, e achar que ‘já ganhou’ é o começo do fim. Uma vez me perguntaram, durante uma aula de MBA: “O senhor se envergonha de algo que tenha feito?”. Eu não, nunca. Talvez se eu pensar bem possa lembrar de algo que não faria de novo, mas não que eu me arrependa. Por outro lado, me arrependo de muita coisa que não fiz, portanto, quero na minha vida, quando olhar para trás, não ter o sentimento de ter me arrependido de não fazer algo. Qual é o sonho do Vladimir? Meu sonho é fazer essa organização que criei, da qual hoje muitas pessoas e famílias dependem, se eternize e que não dependa de mim. Que possa ser bem-sucedida no futuro sem que eu precise estar aqui. Aí vou estar feliz. CREIO QUE EMPRESAS MERCADORAS ESTÃO FADADAS A SER EXPULSAS DESSA CADEIA ESTRATÉGICA mm52_ProShows.indd 62 17/12/2010 21:37:55
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    Capa ProShows WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 63 Oque você pode dizer sobre o fatura- mento da ProShows? Vem crescendo ao longo dos anos. Te- mos crescido uma média de 40% anu- almente nos últimos três anos. Hoje posso dizer que somos uma das três maiores empresas do setor no Brasil em faturamento, mas não posso dar um valor. Nossa meta é ser a maior nos próximos dez meses. Qual é a diferença na política de tra- balho entre as mais de dez marcas comandadas pela ProShows no Brasil? Buscamos não trazer produtos em competição direta. Assim, os que tra- zemos da Washburn e Randall são de altíssimo valor agregado, sofisticados e com performance diferenciada. Já na Benson apostamos em produtos com boa relação custo-benefício. Há pouco você falou do sócio, Hugo Martellotta, dono da também distri- buidora Tevelam na Argentina. Qual é a relação com a empresa porte- nha e que influência ela exerce na ProShows? Não há relação ou influência. Eu e o Hugo somos sócios, mas não há relação deinterferência.ElevivenaArgentinae administra a Tevelam e a Disco Pro. Eu sou o sócio majoritário da ProShows e tenho plena autonomia. Falamos sobre decisões de acionistas e alinhamento de produtos, mas não do dia a dia. Te- mos um grupo de empresários com os quais nos reunimos para discutir ten- dências, o que está sendo desenvolvido e compramos produtos em conjunto. Assim, aumentamos a quantidade e podemos diminuir seus preços. São empresários de nove países diferen- tes, incluindo Europa. Esses encontros acontecem a cada três meses, embora conversemos toda semana. Como você analisa o mercado brasi- leiro de importados? Acho que as perspectivas do mercado de iluminação e áudio profissional são boas. O Brasil está crescendo a cada dia, com famílias entrando na classe média e adquirindo maior poder de compra. E o entretenimento no País, segundo pesquisas, é onde as pessoas investem dinheiro após suprir suas ne- cessidades básicas. A previsão é que ele continue crescendo expressivamente e a distribuição continue ótima. Como a ProShows encara a concor- rência? Acho a concorrência muito boa. E por quê? Porque ela nos ensina muito. Temos uma postura sempre de res- peitar e ter humildade. Sempre con- verso com nossos funcionários e peço que tenham uma postura humilde e simples por achar isso fundamental. Sempre temos o que aprender com a concorrência. Arrogância é a chave para o insucesso de uma organização. Concorrentes são boas porque somos obrigados a melhorar todos os dias e, quando isso acontece, oferecemos produtos melhores, mais baratos e as- sim o mercado se amplia e tudo gira de novo. Ela gera um circulo virtuoso que gira cada vez mais rápido. Como você enxerga o futuro do se- tor no Brasil, mercadologicamente falando? Acho que precisarão ocorrer grandes mudanças no setor nos próximos anos. Em primeiro lugar, não existe mais es- paço para informalidade, ilegalidade, subfaturamento. O que observamos é que se uma empresa vive, ou tiver de viver, baseada na ilegalidade ou na in- formalidade, ela não vai existir daqui a algum tempo. Por quê? Porque cada vez mais há um atarraxamento no sistema defiscalizaçãopormeiodocontroledas fronteiras, do controle de nota fiscal eletrônica, da integração dos sistemas fiscais do Brasil. É um conjunto de me- lhorias de fiscalização que torna mais difícil a existência dessas empresas que vivem na ilegalidade ou informalidade. Onde estará a ProShows em dez anos? Estará liderando o mercado latino- -americano do nosso setor. As 5 oportunidades da ProShows para o futuro 1ª Efetivamente consolidar as operações de distribuição da Behringer no Brasil. 2ª Ampliar o portfólio de produtos da Behringer o máximo possível. Hoje ela tem quase 500 produtos. No Brasil são conhecidos menos de cem. 3ª Continuar crescendo na velocidade que estamos sem perder a ternura, a essência. 4ª A preparação para essas extraordinárias épocas que virão com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que trarão ótimas oportunidades de negócios. 5ª Desenvolver uma equipe cada vez mais bem treinada e talentosa para conseguir trabalhar bem esses quatro desafios.” — Vladimir Souza, CEO da ProShows mm52_ProShows.indd 63 21/12/2010 15:58:22
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    64 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Capa ProShows RaioX: ProShowsRaio X: ProShows Marcas: Acme, Avolites, Arkaos, Martin, Numark, PR, Randall, Washburn, Behringer, Bugera, Proled, Lexsen, PLS e Benson (marca própria) Matriz: São Leopoldo / RS Filial: São Paulo / SP Funcionários: 32 Depósito: São dois, com quase 3 mil m² no total Contato: (11) 3032-5010 www.proshows.com.br BUGERA AMPLIFICADOR PARA GUITARRA 333XL O amplificador tem 120 watts de potência é construído manual- mente. Ele toca com quatro válvulas modelo EL34 (convertíveis para 6L6) e o pré-amplificador possui design clássico de três canais – Clean, Crunch, Lead – que toca com quatro válvulas modelo 12AX7. Lançamentos ProShows • Janeiro 2011 PARA GUITARRA 333XL O amplificador tem 120 watts de potência é construído manual- PARA GUITARRA 333XL WASHBURN VIOLÃO C44CE O violão tem estilo clássico em náilon e design cutway. O tampo é em sitka spruce, corpo e braço em basswood, escala em rosewood e ponte em mahogany. Sua cap- tação é ativa e dispõe de um afinador com display em LCD. ACME MOVING HEAD BEAM 700 Destaque durante os Jogos Olímpicos Asiáticos de 2010, com cerca de 600 peças instaladas, o moving head possui lâmpada Philips MSR Gold 700/2 e tamanho de 437 X 369 X 604 mm. PR LIGHTING ELIPSOIDAL PR-3058 O elipsoidal promete boa rela- ção custo-benefício, e possui zoom linear de 25º a 50º. Entre suas vantagens estão os 3.150º K de temperatura de cor que atinge, obtidos por meio de seu sistema óptico e da lâmpada Philips GKV 600W. mm52_ProShows.indd 64 17/12/2010 21:38:18
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    66 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR ELAS VÃOINVADIR SUA PRAIA! nasceu músico, cresceu vendedor e, aos 41 anos, exerce o cargo de gerente comercial da Royal Music. Está lá há 15 anos e continua ‘vendedor’... E-mail: lfsacoman@gmail.com LUIZ SACOMAN PONTOS DE VENDA PREPARE-SE PARA A MIGRAÇÃO DE LOJAS DE CDS, DVDS, LIVRARIAS E E-COMMERCE PARA O NOSSO SETOR E GARANTA A SUA COMPETITIVIDADE Aexemplo de lojas como a Best Buy nos Estados Unidos, especializada em consumer electronics, que criou verdadeiras sublojas de instrumen- tos musicais dentro de 80 de suas mais de 1.100 filiais espalhadas pelo país, muitas empresas cujos negócios deixaram de ser rentáveis — como lojas de CDs, DVDs, livrarias, e-commerce etc. — estão literalmente de olho em nosso mercado. É preciso que você esteja atento para que essa verda- deira avalanche não afete negativamente o seu negócio. Dê atenção aos potenciais efeitos nocivos desta ‘in- vasão’ e aos seus possíveis benefícios. 1. Invista em treinamentos de produtos para seus vendedores. Facilite para que seus fornecedores sejam bem recebidos de- pois do expediente para treinamentos. Am- plie o potencial de sua equipe com informação técnica e argumentos de vendas. Conheça os processos de desen- volvimento e fabricação dos produtos oferecidos em sua loja; e ainda os materiais utilizados, os diferenciais entre os produtos, suas origens e marcas. 2. Identifique e aposte nos talentos e des- taques de sua equipe e profissionali- ze! Muitas pessoas com vasta experiência prática nunca tiveram acesso a palestras e cursos de vendas e/ou de gerência e negociação. Ótimos cursos e palestras a preços acessíveis são oferecidos pe- las associações comerciais, Senac, Sesc etc. Alguns bons cursos livres de um a três meses de duração são minis- trados por faculdades, por exemplo. Todo bom time tem de treinar e normalmente não nos damos conta de que não dedicamos muito tempo à preparação. Como disse Abraham Lincoln, “Se eu tivesse nove horas para cortar uma árvore, passaria seis horas afiando o meu machado”. Treinamento e preparo são fundamentais para a execu- ção de uma tarefa com excelência. Site da loja virtual Best Buy: uma das maiores do mundo mm52_sacoman.indd 66 17/12/2010 20:30:39
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    Luiz Sacoman Pontosde Venda WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 67 3. Aposte na sua experiência no ramo e isso será a grande diferença. Seu relacionamento com os fornecedores será fundamental. Alinhe objetivos, faça parcerias, planejamento e programação de compras com seus fornecedores. Esteja sempre bem informado. Antecipe-se sobre lançamentos e tenha- -os em sua loja antes da concorrência. 4. Estruture sua loja. Faça convênio com estacionamentos, monte um café dentro de sua loja. Lembre-se de que a maior parte das lojas de eletroeletrô- nicos fica situada em shopping centers com amplo conforto. Muitos consumidores, em especial os de maior poder aquisitivo, não gostam de procurar va- gas e estacionar o carro na rua, tomar chuva etc. 5. Expanda! Já cogitou abrir filiais? Sua estrutura já está pronta? Seu sistema de controle de estoques e vendas é eficien- te? Invista e coloque mais redes neste vasto mar repleto de peixes! O efeito institucional das filiais também não pode ser desprezado. Seu site está ‘de vento em popa’? Ele é mais importante ainda que uma filial. Um bom site e uma boa estrutura logística de envio são como uma filial aberta em todo o País. Invistaemumaplataformaeficienteeseguraevejaos resultados fluírem de maneira surpreendente. 6. Invista no marketing e fixe seu nome nos mais variados segmen- tos. Festivais de música gospel, igre- jas, programas de TV, bares famosos. Alie-se a escolas de música e músicos locais. Tenha sempre um banner pronto para levar a um evento de grande visibilidade. Confeccione correias, cami- setas e adesivos com sua marca e distribua entre os artistas de sua região. Peles de resposta de bumbo com o nome da banda e o nome de sua loja são sem- pre bem recebidas. 7. Não perca bons funcionários para a concorrência. Essas empresas geral- mente oferecem um plano de carreira, benefícios etc. Esteja atento a um possí- vel assédio por parte delas. Imagine o trabalho de recrutar novos funcionários, treiná-los, adaptá-los ao seu sistema de trabalho. Valorize e faça de tudo para manter ‘os bons’ de sua equipe! 8. Ofereça o melhor atendimento e proporcione uma excelente expe- riência aos seus clientes. O bom atendimento é essencial e grandes lo- jas são, em especial as que vendem TVs e computa- dores, frias no quesito atendimento. O músico, seja ele profissional ou amador, gosta de informação, de conversar com os vendedores que conhecem o as- sunto. Seu cliente precisa de boa orientação e aten- dimento humano. 9. Fidelize. Faça descontos progressivos para que os clientes sejam beneficiados com acúmulo de compras. Por exem- plo, a cada R$ 250,00 em compras, o cliente ganha R$ 15,00 de crédito para serem usados numa futura compra. Isso realmente funciona e faz com que a pessoa volte para aumentar sua pontua- ção e desfrutar os descontos. 10. Atenda quem merece de maneira VIP. Tenha salas de- dicadas para atender clientes exigentes. Tenha produtos especiais para oferecer a eles, daqueles que não se encontram em qualquer loja e, claro, leve-os para al- moçar de vez em quando, dê ingressos de shows aos quais tenha acesso. Isso será um grande diferencial em relação aos novos concorrentes do mercado.  Uma das lojas físicas da Best Buy, nos Estados Unidos mm52_sacoman.indd 67 17/12/2010 20:30:41
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    68 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Gestão NovoGoverno Conheça algumas políticas de interesse do pequeno empresário no novo governo de Dilma Rousseff. Elas podem trazer impactos significativos para o rendimento do seu negócio Por Itamar Dantas Conheça algumas políticas de interesse do pequeno empresário Agoraé quesãoelas Dilma Rousseff (PT) é a nova presidente do Brasil. Junto dela, novos senadores, depu- tados, ministros e governadores su- biram ao poder e diversas mudanças são esperadas para políticas econômi- cas, sociais, de educação e saúde. O empresariado nacional reivindica menor tributação para seus negócios. Os trabalhadores pedem menor jorna- dadetrabalhoemaioressalários.Nesse sentido, diversos projetos de lei trami- tamnoCongressoNacionalcomoobje- tivo de agradar a ‘gregos e troianos’. Para o comércio varejista, algumas discussões importantes apareceram na campanhaeleitoralde2010econtinuam em discussão no Congresso Nacional. Acompanhe algumas delas que, com certe- za,sãodeseuinteresse. Retorno da CPMF Uma das questões que assola não só o empresa- riado,mastambémapopulaçãoemgeral, é a temida volta da CPMF (Contribui- ção Provisória sobre Movimentação Financeira), conhecida também comoo‘impostodocheque’. Durante a campanha pre- sidencial, Dilma afirmou que não tinha intenção de voltar a cobrar esse imposto. “Tenho muita preocupação com a criação de impos- tos. Preferia outros mecanismos, mas tenho visto uma pressão dos governadores; não posso fingir que não existe. Não pretendo reenviar ao Con- gresso a recomposição da CPMF, mas isso será objeto de negociação com os governado- res”, comentou a presidente em en- trevista coletiva em novembro passado. Pelo menos 14 dadetrabalhoemaioressalários.Nesse sentido, diversos projetos de lei trami- tamnoCongressoNacionalcomoobje- tivo de agradar a ‘gregos e troianos’. Para o comércio varejista, algumas discussões importantes apareceram na campanhaeleitoralde2010econtinuam em discussão no Congresso Nacional. Acompanhe algumas delas que, com certe- Uma das questões que assola não só o empresa- riado,mastambémapopulaçãoemgeral, é a temida volta da CPMF (Contribui- ção Provisória sobre Movimentação muita preocupação com a criação de impos- tos. Preferia outros mecanismos, mas tenho visto uma pressão dos governadores; não posso fingir que não existe. Não pretendo reenviar ao Con- gresso a recomposição da CPMF, mas isso será objeto de negociação dadetrabalhoemaioressalários.Nesse sentido, diversos projetos de lei trami- tamnoCongressoNacionalcomoobje- Para o comércio varejista, algumas discussões importantes apareceram na campanhaeleitoralde2010econtinuam em discussão no Congresso Nacional. Acompanhe algumas delas que, com certe- Uma das questões que assola não só o empresa- riado,mastambémapopulaçãoemgeral, é a temida volta da CPMF (Contribui- muita preocupação com a criação de impos- tos. Preferia outros mecanismos, mas tenho visto uma pressão dos governadores; não posso fingir que não existe. Não pretendo reenviar ao Con- gresso a recomposição mm52_gestaopolitica.indd 68 21/12/2010 16:12:19
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    Gestão Novo Governo governadoresse posicionaram como favoráveis ao retorno do imposto, que pode voltar a ser cobrado com outro nome, CSS (Contribuição Social para a Saúde), e não terá caráter provisório, sendo permanente. A aplicação desse imposto vem sendo discutida desde 2008 e não há previsão de quando será votada. Com ela projeta-se arrecada- ção de 10 bilhões de reais por ano. O ‘imposto do cheque’ trazia tribu- tação sobre qualquer movimentação bancária em 0,38% e tinha os recursos destinados à saúde. Foi criado em 1996, em caráter provisório, e representava para o governo federal uma receita de aproximadamente R$ 40 bilhões anuais. Salário mínimo O reajuste do salário mínimo é outra questão que foi muito pontuada na campanha presidencial. Segundo proposta orçamentária apresentada ao Congresso pela relatora Serys Slhessarenko (PT-MT), em 20 de dezembro último, o salário mínimo vai subir dos atuais R$ 510 para R$ 540. Em entrevista coletiva, logo após ter sido eleita, a presidente disse que o salário poderia chegar a mais de R$ 600 até o fim de 2011, defendendo o critério atual de reajuste do salário mínimo: de acordo com a inflação e o crescimento anual do Produto Interno Bruto (PIB). Até o fechamento desta edição, a proposta orçamentária ainda não ti- nha sido votada. Reforma trabalhista Outra questão que deve estar na agen- da dos pequenos empresários é a re- forma trabalhista. Essa reforma prevê alteraçõesnaCLT,leiqueprevêumasé- rie de benefícios ao trabalhador, como 13º salário, férias de 30 dias anuais e o pagamento de uma série de tributos ao governo, que representam 102,43% do salário pago ao funcionário. Dilma afirmou, durante a campa- nha, que não pretende fazer essas mu- danças no campo trabalhista durante NÃO PRETENDO REENVIAR AO CONGRESSO A RECOMPOSIÇÃO DA CPMF, MAS ISSO SERÁ OBJETO DE NEGOCIAÇÃO COM OS GOVERNADORES. — DILMA ROUSSEFF Untitled-1 1 18/8/2010 16:10:34 mm52_gestaopolitica.indd 69 21/12/2010 16:12:22
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    70 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Gestão NovoGoverno sua gestão, mas medidas pontuais, como a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, devem ser votadas ainda em 2011, devido a pressões das centrais sindicais, apoiadoras da candidatura da presidente. Nesse caso também é impossível prever quando o Congresso irá colocar a reforma em pauta. Apenas a tí- tulo de comparação, a tentativa de reformar o sistema tributário brasileiro, por exemplo, já passou por quatro presidentes e sete mandatos sem sucesso. Simples Oprojetodeleinº591/2010prevêamudançadofaturamen- tomáximoexigidoparaqueumaempresaentrenoprogra- maSimples,dogovernofederal.Oprojetodeleiquetramita noSenadoaumentaotetodefaturamentodepequenasem- presasdosatuaisR$2milhõese400milparaR$3milhõese 600mil,paraqueconsigamparticipardoSimples. Além disso, também prevê algumas mudanças na tributação para os empresários que aderirem ao Simples. Entre elas, a extinção da Substituição Tributária para empresas optantes pelo programa. Segundo informações do projeto, micro e pequenas empresas perdem cerca de 22% de seu faturamento com a Substituição Tributária. Para José Pastore, professor aposentado da Universi- dade de São Paulo e pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, o Simples, criado em 1996, é um grande progresso para os pequenos e microempre- sários nacionais, mas ele ainda deveria ser ampliado. “O Programa do Simples foi muito útil para formalizar o trabalho. Desde quando foi lançado, teve um efeito for- malizador [do trabalho] muito significativo. Venho pro- pondo que possamos pensar num Simples trabalhista. Ou seja, para as micro e pequenas empresas deve haver um tipo de contratação com menos impostos que os atuais 102,43% que incidem sobre a folha de pagamento dos funcionários. Essas empresas acabam gerando muito trabalho informal, e merecem cuidado”, defende Pastore. A medida proposta de criação do Simples Trabalhista tem apoio da Fecomércio, e deverá entrar em pauta nas discussões do Senado nos próximos anos.  Fique ligado!Fique ligado! A A CPMF pode voltar a ser cobrada em 2011. Há pressão de diversos governadores para o retorno da tributação. Ela pode voltar com o nome de CSS (Contribuição Social para a Saúde). O O salário mínimo deve aumentar para R$ 540 no início de 2011, mas pode sofrer outros reajustes até 2012, chegando a mais de R$ 600. Acompanhe o projeto de lei nº 591/2010, que Acompanhe o projeto de lei nº 591/2010, que prevê mudanças na legislação do Simples, pelo link http://tinyurl.com/37ry8gd. A A redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas deve ser votada ainda em 2011, por pressões dos sindicatos e associações de trabalhadores, que apoiaram a candidatura de Dilma. Acompanhe a tramitação pelo link http://tinyurl.com/239uplh. Simples Nacional O Simples Nacional, criado em 1996, é um regime de tributação diferenciado para micro e pequenas empresas. Com ele, o empresário recolhe uma série de impostos de forma única para o governo. Para entrar no programa, atualmente, o empresário deve ter faturamento anual de, no máximo, R$ 2.400.000,00. Para mais informações sobre o Programa Simples, acesse http://tinyurl.com/ok9xsj. Dilma Rousseff acompanhou Lula no encontro do G20. Lá, ela divulgou algumas das medidas econômicas para o seu governo mm52_gestaopolitica.indd 70 21/12/2010 16:12:35
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    72 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Mercado Distribuição MusicalExpress finaliza ultimas vendas da PDP e Pride Music já espera primeiro carregamento para março. Conheça detalhes dessa transição baseada, sobretudo, em uma boadessa transição baseada, sobretudo, em uma boa relação comercial entre dois concorrentes PDPagora é Pride mm52_estrategia_distribuicao.indd 72 17/12/2010 21:38:28
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 73 Mercado Distribuição Emsetembro passado, pouco antes da Expomusic, a Pro-Mark mudou de mãos passando a ser dis- tribuída no Brasil pela Musical Express. O acordo foi realizado diretamente com a antiga distribuidora, a Pride Music, que por questões estratégicas buscava priorizar a distribuição das baquetas fabricadas por ou- tra marca de seu portfólio, a Zildjian. Poucos meses depois, a situação se repete, mas de ma- neira inversa. Desde 1º de janeiro a PDP (Pacific Drums and Percussion) saiu do portfólio da Musical Express e foi para a Pride. As bases que firmaram o primeiro acordo tambémestabeleceramessee,segundoasduasempresas, a troca de marcas foi uma consequência lógica, baseada na boa relação comercial entre as duas distribuidoras. “Quando decidimos mudar nosso foco de investimento no mercadodebaquetas,dePro-MarkparaZildjian,indicara Musical Express para assumir a distribuição de Pro-Mark foi uma escolha natural. Uma vez que somos os distribui- dores de DW, acredito que o mesmo se passou na decisão da Musical Express em nos indicar para assumir a distri- buição e oferecer-nos PDP”, informa Marcos Brandão, ge- rente nacional de vendas da Pride. Antonio Tonelli, presidente da Musical Express, re- força: “Tinhamos a necessidade de oferecer uma marca internacional de peso aos nossos clientes. A Pride estava com foco nas baquetas Zildjian e gentilmente nos ofere- ceu a Pro-Mark. Fizemos uma reunião durante a feira da NAMM, em 2010, com as três empresas e fechamos o novo acordo de distribuição. O que acontece agora com a PDP é similar. O fato de estarmos com maior foco em outros produtos e sendo a Pride distribuidora da DW fez com que passássemos a distribuição da PDP para eles. Temos certeza que a marca estará em boas mãos e que a Pride Music continuará o trabalho que a Musical Ex- press vem fazendo há quase três anos”. As duas empresas crêem em uma transição natu- ral sem prejuízo de abastecimentos para as lojas. Os primeiros carregamentos da PDP pela Pride estão sen- do esperados para março de 2011. A MM conversou com Brandão e Tonelli para trazer mais detalhes dessa transação para você. De quebra, confira também ou- tras novidades das importadoras. Novas estratégias da Pride Marcos Brandão, gerente nacional de vendas da empresa, revela os planos de ação para a PDP, a política de preços adotada e fala sobre as metas da importadora em 2011. Por que a escolha da PDP e da Pro-Mark e não de outras marcas? Marcos Brandão: Não se tratou de uma escolha e sim de circunstâncias de mercado e parte de um ciclo que está encerrado. Em 2008 iniciamos uma adaptação em nosso plano de negócios. Essa mudança tem como principal ob- jetivo atingir eficiência plena e desenvolvimento de todo o potencialdecadaumadasmarcaslídereseemconcentrar MERCADOLOGICAMENTE ELA SERÁ POSICIONADA COMO UMA MARCA DW. A META AGORA É CONQUISTAR ESPAÇO NO SEGMENTOINTERMEDIÁRIO Por que a escolha da PDP e da Pro-Mark e não de Marcos Brandão, gerente nacional de vendas da Pride mm52_estrategia_distribuicao.indd 73 21/12/2010 16:15:46
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    74 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Mercado Distribuição ASMARCAS COM MAIOR CRESCIMENTO EM RELAÇÃO AOS ANOS ANTERIORES FORAM VOX, MARSHALL, ZILDJIAN, MACKIE E REMO nossos investimentos nas marcas eleitas. Com isso, também deixamos a distribuição das marcas Eminence, Focusrite, SKB e Toca Percussion. Qual será o trabalho inicial a ser realizado com PDP? M.B.: Mercadologicamente ela será posicionada como uma marca DW e do mesmo modo que é trabalhada no mercado americano e europeu. Sua sinergia com a marca DW é mais que óbvia e natural. Nosso departamento de marketing in- dicará a contratação de 10 endorsees para a marca PDP em 2011 e já trabalha num plano de anúncios para reposicionar a marca com maior foco no segmento intermediário. A meta agora é conquistar espaço no segmento intermediário. Para isso haverá um investimento muito maior nos modelos M5, FS e X7. A DW já tem o domínio no segmento high e continuará crescendo no mercado de pedais e demais ferragens. No mercado low end, os modelos Z5 e MainS- tagedaPDP possuemboapartici- pação e certamente continuarão a crescer. Qual será a política adotada para posicionamento de pre- ço e prazos de pagamento? M.B.: Não existem mágicas. O preço FOB [valor do produto sem custo aduaneiro] e os custos de importação e distribuição são os mesmos tanto para a Pride como para a Musical Express. Exceto por um aumento de preços de fábrica de 10% para o modelo Z5, não houve outras mudanças nos preços FOB co- brados pela DW/PDP. Portanto, os preços certamente serão os mesmos que eram praticados até então. Os prazos de pa- gamento em nosso mercado foram distorcidos ao longo dos anos. É evidente que os prazos de pagamento oferecidos pela PrideMusicsãomaioresqueosdaMusicalExpress,noentan- to, existe também uma grande diferença entre os valores ne- gociados e o perfil dos produtos distribuídos. Muitos lojistas játrabalhamvisandoumaoperaçãomaissadiaelucrativa,ao invés de empurrar os pagamentos para o longo prazo e des- cobrirem que possuem saldos de estoque ao invés de ativos. Lojistas que não são clientes da Pride Music mas eram da PDP pela Musical Express poderão comprar o produto? M.B.: Sim. Temos desde clientes que compram anualmente dez mil reais a que compram cinco milhões.O que determina o que cada um compra é o quanto ele acredita e investe em nossosprodutos.Diferentementedocenáriode20anosatrás, quando a Pride iniciou sua operação, hoje todas as marcas possuemprodutosparaossegmentoslowend,intermediário e high end. Existem consumidores para os três mercados e consequentemente lojas que atuam em um, dois ou nos três mercados,etodaselassãonossosclientespotenciais.Aúnica restriçãoquefazemoséparavendascasadas.Umrevendedor autorizado precisa ter o produto em estoque. Como fica posicionada a DDrum, dentro do portfólio da empresa? M.B.: Tivemos um ano muito bom. A DDRUM ouviu-nos e desenvolveu uma bateria eletrônica que foi um sucesso em todo o mundo. Para o próximo ano outros modelos serão lançados. Começamos a distribuir a marca na Expomusic de 2009, logo depois da ruptura com a Pearl. Em menos de um ano eles se mostraram mui- to mais eficientes e antenados com o mercado atual do que até então havíamos experimenta- do com a antiga distribuição. O mercado de baterias eletrônicas já representa quase 50% do mer- cado de baterias. Em um panorama geral, como foi o ano de 2010 para a Pride? M.B.: Foiumano muito bom.Po- deria ter sido excelente se não ti- vesse ocorrido desabastecimento de algumas linhas de produtos. Em 2010 ainda houve reflexos da crise, que desestabilizou pequenos fornecedores de peças e componentes e comprometeu a fabricação de grandes in- dústriasemváriossegmentos.Mesmocomadesvalorização do dólar em relação ao real, com conseqüente redução de nossos preços de vendas, fecharemos 2010 com crescimento em todas as marcas. Qual foi a marca mais vendida pela Pride neste ano? M.B.: Como nos anos anteriores, a marca mais vendida foi Fender, seguida por Shure e Korg. Estas marcas ocupam posições de liderança no mercado global e é natural que isto seja replicado no Brasil. As marcas com maior cres- cimento em relação aos anos anteriores foram Vox, Mar- shall, Zildjian, Mackie e Remo. Qual será o principal desafio da empresa para 2011? M.B.: Logística. A Pride dobrou de tamanho nos últimos cinco anos e planejamos dobrar mais uma vez em três anos. Temos a logística mais elogiada de nosso mercado e vamos conservar esta posição e melhorar ainda mais o serviço aos nossos clientes. mm52_estrategia_distribuicao.indd 74 21/12/2010 16:15:49
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 75 Mercado Distribuição Oque vem por aí em 2011 DW Performance Series A linha de bateria DW Performance tem cascos em 45 graus feitos com o mesmo maple americano das baterias DW Custom. Sua pintura é laqueada feita à mão, possui, entre outras características, garras de bumbo mais leves, peles Remo USA e está disponível nas cores Ebony Stain, Cherry Stain, White Ice e Black Mirra. Zildjian: lançamento da marca GEN 16 A GEN 16 é uma nova geração de ferramentas e tecnologias utulizadas por bateristas e percussionistas, músicos, produtores, engenheiros de som, educadores, estudantes e hobbyists. Seu primeiro produto é o GEN16 Digital Vault, que consiste em uma gama de pratos virtuais de topo para computador. Podem ser usados em qualquer DAW (digital audio workstation) ou como uma adição na bateria eletrônica. Squier GuitarController Voltada para o jogo de Rockband 3, a Fender criou uma guitarra híbrida que além de servir como joystick para o jogo também traz a sonoridades natural; em tamanho original. Fender Blacktop Series Conta com dois captadores humbuckers. Visa proporcionar aos usuários das guitarras Fender Stratocaster, Telecaster, Jazzmaster e Jaguar um som mais denso e pesado.Guitarras têm uma grande variedade de tons profundos, ricos e agressivos. Fender Mustang Amplifier Series Os amplificadores Mustang contêm 24 presets on-board  de alta com tons da Fender Vintage junto à distorção de metal moderno. Organizado em três bancos de oito nidades, todos os 24 presets são facilmente acessados por meio de um único botão na própria caixa. A linha de bateria DW Performance tem cascos em 45 graus feitos com o mesmo maple americano das baterias DW Custom. Sua pintura é laqueada feita à mão, possui, entre outras características, garras de bumbo mais leves, peles Remo USA e está disponível nas cores Ebony Stain, Cherry Stain, White Ice e Black Mirra. A linha de bateria DW Performance tem cascos americano das baterias DW Custom. Sua pintura é laqueada feita à mão, possui, entre outras características, garras de bumbo mais leves, peles Remo USA e está disponível nas cores Ebony Stain, Cherry Stain, White Ice e Black Mirra. Squier GuitarController Voltada para o jogo de Rockband 3, a Fender criou uma guitarra híbrida que além de servir como joystick para o jogo também traz a sonoridades natural; em tamanho original. Squier GuitarController Voltada para o jogo de Rockband 3, a Fender criou uma guitarra híbrida que além de servir como joystick para o jogo também traz a sonoridades natural; em tamanho original. Fender Blacktop Series Conta com dois captadores humbuckers. Visa proporcionar Vox: Valvetronix Plus Series Com preço menor, o amps Valvetronix ganharam nova roupagem e recursos na linha Plus. Conta com 99 presets prontos para tocar, uma infusão maciça de efeitos, além do controle-Power Level. O amplificadors ainda possui 11 efeitos de pedal, 11 modulações, efeitos de delay com e três estilos de reverb, entre outras características. mm52_estrategia_distribuicao.indd 75 17/12/2010 21:38:45
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    76 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Mercado Distribuição MusicalExpress se prepara para 2011 O presidente da empresa, Antônio Tonelli, contou à MM qual a relação da Musical Express com a Pride, fez um feedback sobre o ano de 2010 e sobre o trabalho com a Pro-Mark e ainda revelou os desafios da empresa para este ano. Há algum tipo de acordo entre a Musical Express e a Pride para im- portação e distribuição de marcas? Antônio Tonelli: Não fazemos nenhu- ma importação conjuntamente. Nossa relação comercial com a Pride é apenas de subdistribuição de alguns produtos, como Neutrik, Korg e outros. Distribuí- mosessesprodutosparaalgunsclientes que não são atendidos pela Pride. Como está o desenvolvimento da Pro-Mark nesses meses em que es- tão trabalhando com a marca? A.T.: Embora nosso primeiro embarque tenha chegado próximo à Expomusic, já estamostendomuitosucessocomamar- caeumaótimaaceitaçãopeloslojistas. Em um panorama geral, como foi o ano de 2010 para a Musical Express? A.T.: Excelente. Foi o nosso melhor ano desdeafundaçãodaempresaeesperamos queopróximoanosejaaindamelhor. Correias Planet Waves linha The Beatles: seis novos designs em tecido A famosa linha com o grupo de Liverpool ganha seis novos modelos duráveis e confortáveis, com designs exclusivos baseados nas icônicas ilustrações que acompanharam os discos da maior banda que o mundo já conheceu. Qual foi a marca mais vendida pela Musical Express neste ano? A.T.: Nosso carro chefe é o portfó- lio de marcas D’Addario: D’Addario Strings, Evans, UNO, Puresound, Rico, Planet Waves e HQ, com destaque es- pecial para as cordas. Mais uma vez a D’Addario foi a marca mais lembra- da pelos lojistas na categoria High e Standard, segundo a pesquisa MM e Datafolha. Acreditamos que essa performance se deve ao bom relacio- namento da Musical Express com seus clientes e também às ações de marke- ting realizadas ao longo desses anos. Qual será o principal desafio da em- presa para 2011? A.T.: Nosso maior desafio é oferecer um serviçocadavezmelhoraosnossosclien- tes. Estamos desenvolvendo softwares que serão implantados no início do ano. Aintençãoéaprimoraraindamaisaqua- lidadeeeficiênciadenossaexpedição. O que vem por aí em 2011 Baquetas Pro-Mark signature Neil Peart em oak com ponta de madeira - Edição Especial Mais compridas que as 5A, as baquetas do lendário baterista do Rush possuem corpo grosso e ponta de madeira. Sua versão em oak é mais pesada que a de hickory, ideal para quem gosta de tocar com bastante volume. Edição especial, disponível por tempo limitado. Descanso de guitarra Planet Waves Transforme qualquer superfície lisa em uma estante de guitarra com essa novidade Planet Waves. O acessório pode ser transportado em qualquer case de guitarra e é fácil de se adaptar à qualquer superfície. Nova linha de correias Ozzy Osbourne da Planet Waves O padrinho do heavy metal tem toda a grandeza de seu legado impressa em uma nova linha de correias, feita com a qualidade Planet Waves e disponível em dois modelos colecionáveis. novos designs em tecido grupo de Liverpool ganha seis novos modelos duráveis e confortáveis, com designs exclusivos baseados nas icônicas ilustrações que acompanharam os discos da maior banda que o mundo já conheceu. Descanso de guitarra Planet Waves Transforme qualquer superfície lisa em uma estante de guitarra com essa novidade Planet Waves. O acessório pode ser transportado em qualquer case de guitarra e é fácil de se adaptar à qualquer superfície. Antonio Carlos Tonelli, presidente da Musical Express mm52_estrategia_distribuicao.indd 76 21/12/2010 16:14:30
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    78 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR ESTRATÉGIA E OPORTUNIDADE JOEYGROSS BROWN TECNOLOGIA MUSICAL EM UMA COMPARAÇÃO INUSITADA, VEJA O QUE UM JOGO DE GOLFE E A ROTINA DE UMA LOJA TÊM EM COMUM E APROVEITE AS DICAS PARA DAR A TACADA CERTA NO SEU NEGÓCIO Permita-me fazer uma analo- gia interessante nesta maté- ria. Costumo dizer que uma empresa ou carreira profissional se assemelha a um jogo de golfe. E pos- so afirmar isso, categoricamente, no caso do profissional de vendas. Como é o jogo Em um jogo profissional de golfe, são quatro dias. Em cada um deles, o jo- gador deve jogar 18 buracos (4 horas e meia de jogo por dia, em média). No fim dos dois primeiros dias, em fun- ção do resultado do melhor jogador até então, é realizado um ‘corte’ dos é golfista e gerente comercial da Quanta Music quando está chovendo com raios (único caso em que um jogo de golfe é interrompido). Trabalha para que um dia possa jogar e ganhar $$$ como o Tiger Woods. Não nesta vida, obviamente. E-mail: joey@quanta.com.br jogadores. Em um torneio profissional geralmente passam o corte os 70 me- lhores.Nofim,ganhaquemcompletar a jornada dos quatro dias com menos tacadas. Mas ganham também todos aqueles que passam no ‘corte’. A vida e o jogo Traduzindo isso para o dia a dia cor- porativo, podemos dizer que sua car- reira (ou empresa) inicia a jornada com muito gás e preparação. Pode-se arriscar, pois sempre há tempo para recuperar. Também se pode jogar de forma conservadora, focando apenas em passar o ‘corte’. A estratégia Esse é o instante em que o erro é co- metido. Ao simplesmente entrar em um jogo sem qualquer estratégia, o jogador vai perceber que errou muito tarde e talvez não passe o corte. E se errar na estratégia inicial tudo vai por água abaixo e certamente não chega- rá nem perto do corte. Mas como sa- ber qual é a estratégia correta? Primeiro O jogo depende de você apenas. Cada ‘buraco’ possui sua dificuldade e uma nova estratégia deve ser adotada. Ao todo serão jogados 72 buracos, mm52_joey.indd 78 17/12/2010 21:42:40
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    80 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR portanto, deve-sedosar o conservado- rismo extremo e aproveitar as opor- tunidades que o campo de jogo lhe oferece. Em seguida, precisamos estar preparados, concentrados e determi- nados. De que adianta querer partici- par de um jogo se não tivermos essas três qualidades? É o mesmo que com- petência profissional: você quer subir de cargo, mas acha que isso deve ser enxergado pelos seus superiores sem que você faça nada exceto resultado? É melhor começar a mudar a atitude. Faça por merecer umaumentooupromoção. Voltando ao campo de jogo Cada buraco possui um número correto de tacadas a serem feitas, um número máximo determinado para zerar o resultado. No golfe, o negativo vale mais: caso você execute menos taca- das do que o necessário para determinado buraco, rapidamente encontra- rá a liderança do torneio. Para poder atingir isso, é fundamental que analise cada tacada antes de exe- cutá-la (planejamento estratégico). Conhecer o campo ajuda muito, e anotar as distâncias entre a saída e a bandeira de cada ‘buraco’ também é importante (prospecção e pesquisa de mercado). Já no local de saída (chamado de Tee no golfe) é importante respirar fundo e voltar a atenção para onde você deseja que sua bolinha aterrisse (meta primária). Executando a pri- meira tacada com sucesso, isso leva a uma rotina de repetição, só que agora estamos mais perto do primei- ro objetivo (meta do mês). Perigos No golfe, cada buraco apresenta obs- táculos, seja em forma de bancos de areia, água (lagos e riachos) ou vege- tação (árvores, plantas e grama alta). Voltando à segunda tacada, desta vez osobstáculosseencontrammaisperto do ‘Green’ (parte do campo com a gra- mabemrasinha,ondeficaoburacoea bandeira que o sinaliza), protegendo-o de tacadas mais audazes. Esta é a hora emqueénecessáriopensarcuidadosa- mente (tomada de decisão). Caso o obstáculo esteja na frente, seriamelhortentarfazerabolapassar por cima ou preferir uma tacada para um pouco antes e só então arriscar chegar mais perto do buraco? Um tiro mais arriscado pode oferecer perigo, mas se der certo é muito mais recom- pensador, permitindo finalizar o bu- raco de maneira mais tranquila e em menos tacadas (meta mensal atingi- da). Não é sempre que os tiros arrisca- dos são recomendáveis e o ‘jogo’ nos ensina que existem situações em que é melhor retroceder para depois avan- çar em segurança. Lições Pense nisso 72 vezes. Agora pense que cada meio ano de sua vida é um buraco em uma carreira média de 36 anos até encontrar o seu merecido descanso. Considere cada dia de jogo como as fases de autoavaliação. Logo, é tempo de pensar que o mais impor- tante é passar o ‘corte’ da vida. Aquela linha tênue que separa os homens dos meninos. Os executivos, empreende- dores e gerentes, dos funcionários. Quem ganha o jogo? Interessante visualizar que muitos líderes de torneios detêm larga van- tagem sobre os adversários até o úl- timo buraco do último dia e perdem (muito parecido com o Corinthians do Cam- peonato Brasileiro 2010). O que aconteceu? Desa- prenderam? Não estavam concentrados? Não, nada disso. Simplesmente subes- timaram os concorrentes, não aproveitaram as opor- tunidades e preferiram o caminho da acomodação, achando-se intocáveis. Esse é o erro mais co- mum. Não só cumprir as etapasdalongajornada,mas acreditarsersuperioratodos e para sempre. Cuidado! Se você pensa assim, mude já a sua estratégia. Afinal, ver o troféu escorregar das mãos é mais de- cepcionante que encarar que devemos, sempre,procurarmelhorar.Estaúltima geramotivação.Aanterior,frustração. Há um novo produto ou linha no mercado? Observe-os atentamente. Quem sabe seja o atalho para uma tacada firme e certeira? O obstáculo à frenteofereceperigoealto risco?Volte. Repense. Escolha o caminho mais cur- to ou, ao menos, o com o menor risco. Enfim, você quer uma promoção de seu superior? Jogue o jogo com competência, dedicação e muita de- terminação. Agora peço licença, pois vou ao campo treinar minhas tacadas para mais um torneio de quatro dias... ...C’est la vie! n NÃO É SEMPRE QUE OS TIROS ARRISCADOS SÃO RECOMENDÁVEIS E O ‘JOGO’ NOS ENSINA QUE EXISTEM SITUAÇÕES EM QUE É MELHOR RETROCEDER PARA DEPOIS AVANÇAR EM SEGURANÇA Joey Gross Brown Tecnologia Musical mm52_joey.indd 80 17/12/2010 21:42:53
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    Voe com osseus pés! Você nunca tocou um pedal tão suave. falconpedal.com Distribuidores exclusivos da Mapex na América Latina: www.mapexdrums.com/contact/index.html © 2010 Mapex, Incorporated mm52_joey.indd 81 17/12/2010 21:42:54
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    82 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial ProjetosSociais Parcerias entre lojas e fabricantes fomentam iniciativas sociais pelo País Por Juliana Cruz Parcerias entre lojas e fabricantes fomentam iniciativas sociais pelo País Consciência social: uma crescente no varejo Aglobalização aumentou o índice de infor- mações a que temos acesso diariamente e causou uma evolução na capacidade de questionamento dos cidadãos. Os consumidores estão desenvolvendo maior consciência ambiental e social, logo, é necessário atender a essa necessidade dele não apenas aplicando-a na produção de produ- tos, mas, sobretudo, no âmbito ético. “Atualmente, com a evolução do nível de exigência dos consumi- dores, as empresas percebem que é impossível man- ter clientes se a mensagem de marketing for dife- rente daquela percebida no momento da entrega do produto ou serviço”, explica o gestor de marketing Caetano Mauro Tavares. RicardoPastore,coordenadordoNúcleodeEstudos do Varejo da ESPM, concorda que a nova abordagem deve pregar o equilíbrio em todas as ações realizadas por uma empresa: “É importante alinhar a missão, a visão e os valores da empresa com as possíveis ações em prol da comunidade”. Se há ações promocionais vi- sandoaumentodevendas,énecessárioquehajaoutras pensando na comunidade e no público interno. Melk Rocha, diretor da Bends, em doação feita durante o 4º workshop da empresa promovido no Abrigo Novo Rumo mm52_projetossociais.indd 82 17/12/2010 21:44:56
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 83 Especial ProjetosSociais Na ativa Em nosso setor, algumas fabricantes já se preocupam em harmonizar o departamento de vendas com ações de cunho social. A Condor Music participa ativamente de projetos comunitários desde sua origem e, atual- mente, possui um programa de distribuição de ins- trumentos para ONGs ligadas à reintegração, com ex- -dependentes químicos, por exemplo, e inserção social na área educacional. “Dentro da linha de instrumen- tos que trabalhamos, o segmento de violões apresenta maior facilidade”, conta Maurício Mendes, supervisor de publicidade da empresa. Além das iniciativas firmadas com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, CEPSS (Centro de Educação Popular de São Sebastião), Secretaria Muni- cipal da Cultura de Porto Alegre e com a Fumproarte (Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cul- tural de Porto Alegre), a Condor ainda tem projetos em queseusendorseesseapresentamgratuitamenteemes- colas públicas. Em São Paulo, o trabalho é feito por Max Bennet e Fernando Palau, da banda EX4. Na região Sul doPaís,aaçãoérealizadapeloguitarristaFrankSolari. Mendes tem uma visão prática sobre os consu- midores atuais: “As pessoas estão mais informadas e buscam marcas e produtos que atendam não só suas necessidades e desejos individuais. A percepção dos consumidores como um todo está mais aguçada e nós, comerciantes, precisamos levar isso em conside- ração na hora de planejar uma ação”, enfatiza. Pelos consumidores do futuro Outra fabricante brasileira bastante envolvida com essetipodetrabalhoéaBendsHarmônicas.Aempresa apoia a Associação Sant’Anna Crianças de Ribeirão Pi- res, que atende vítimas de violência doméstica, e tam- bém o projeto Profissional do Futuro, em que jovens adolescentes têm a oportunidade de ingressar no mer- Gaita em TB O projeto de Ricardo Skalinski tem a intenção de ensinar gaita para crianças carentes do mu- nicípio de Telêmaco Borba, localizado na região dos Campos Gerais, PR. A Bends participa da ação cedendo uma gaita diatônica para cada aluno, que também recebe uma apostila e CD com as lições. Para mais informações, acesse www.gaitaemtb.blogspot.com. cado de trabalho como aprendizes na própria Bends. A companhia também dá suporte ao Programa Empresa Amiga da Criança, criado pela Fundação Abrinq, em 1995, com o intuito de incentivar em- presas a terem uma atuação social ativa em prol de crianças e adolescentes do Brasil. Aos varejistas, Melk Rocha, diretor da empresa, dá a dica: “Apoiar projetos sociais é uma forma de nós, fa- bricantes ou lojistas, contribuirmos para o desenvolvi- mento da nossa sociedade e retribuir tudo o que ela faz por nós, seja comprando nossos produtos, divulgando nossas marcas ou nos acolhendo em sua comunidade”. Atualmente a Bends trabalha em uma nova par- ceria com o projeto Gaita em TB (Telêmaco Borba), do Paraná. “Idealizado pelo músico e professor Ricardo Skalinski, a ação ensina as técnicas do instrumento para elevar a autoestima de jovens carentes, a fim de lhes proporcionar uma visão mais ampla do universo que os cerca e mostrando como podem ir além do que imaginavam ser possível”, explica Melk. Como enveredar por esse caminho? O professor Ricardo Skalinski acredita que o melhor modo para uma empresa ingressar nesse universo é estreitar laços com a comunidade na qual está inseri- da. No caso de lojas, isso pode ser feito por meio da do- Projeto Guri É um projeto voltado para a educação musical da cidade de São Paulo que se tornou conhecido internacionalmente por conta da qualidade dos músicos que forma. Nascido em 1995, na Oficina Cultural Amácio Mazzaropi, a iniciativa tem como missão resga- tar a cidadania de meninos e meninas oriundos de famílias de baixa renda. A ação conta com vários patrocinadores, mas ne- nhum de nosso setor, por enquanto. Talvez seja uma boa opor- tunidade para representantes da indústria de instrumentos mu- sicais aderirem ao projeto ou se unirem para criar algo parecido. SE HÁ AÇÕES PROMOCIONAIS VISANDO AUMENTO DE VENDAS, É NECESSÁRIO QUE HAJA OUTRAS PENSANDO NA COMUNIDADE E NO PÚBLICO INTERNO mm52_projetossociais.indd 83 17/12/2010 21:44:57
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    84 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial ProjetosSociais açãodeequipamentosoudeespaçoparaalgumaação coletiva, onde a comunidade carente local aprenda a tocar instrumentos. Skalinski também acha impor- tante promover em lojas ações cuja renda seja reverti- da para auxiliar essa população. Ton Borges, gerente da Harmonia Musical, de Goi- ânia, falou sobre a participação de sua loja no Master- class, projeto de cunho educacional idealizado pelas marcas Tagima e NIG/Rouxinol: “Nossa filosofia em relação a workshops e eventos com endorsees é con- verter a entrada em alimentos para auxiliar a comu- nidade local. Sempre tivemos esse perfil social e isso é bom porque vincula nosso nome a algo bom”, explica. Emgeral,aHarmoniaMusicaltrabalhacomONGs, e algumas delas, inclusive, investem em educação mu- sical. “Quando possível, doamos alguns equipamentos para as organizações parceiras. Quando não, vende- mososinstrumentosapreçoquasedecusto,oquecria uma fidelidade com a ONG em questão”, completa. Olojistatambémpode,porexemplo,proporparce- rias com fornecedores e organizar pocket shows com endorsees para seus clientes cobrando como entrada alimentos não perecíveis, livros etc. Posteriormente, o estabelecimento pode distribuí-los em comunidades carentes. É uma forma de atrelar seu estabelecimento a uma imagem positiva perante a população, gerando confiabilidade e, por vezes, divulgação boca a boca. Sobre a divulgação de tais projetos, o professor ressalta: “Ao informar sua participação em ações so- ciais para seus clientes habituais, o lojista deve fazê-lo de forma institucional e não promocional. E não deve existir retorno financeiro para a loja, pois a finalidade é diferente da arrecadação de lucros”. O uso de flyer ou banner direcionando o usuário para o site da ONG apoiada no site da loja também é fundamental. Associação Sant’Anna Crianças de Ribeirão Pires Fundada em 2001, a associação acolhe crianças e adolescen- tes do município de Ribeirão Pires, SP, vítimas de violência do- méstica. Conforme determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a associação mantém o Abrigo Novo Rumo, casa que atende crianças na faixa etária de 0 a 12 anos, e o Abrigo Espaço Jovem, que atende adolescentes do sexo feminino na faixa etária de 13 a 18 anos. Masterclass O Masterclass, nascido da parceria entre a NIG e a Tagima, consiste em uma aula ministrada pelos mú- sicosJuninhoAframeSydneiCarvalhoparaestudan- tes,vendedoreseclientesdelojasparceiras.Oproje- to arrecada alimentos para doação enquanto ensina aos visitantes alguns macetes da guitarra. O evento foi abordado em matéria da MM 51, que pode ser lida na íntegra no link http://tinyurl.com/38prtls. O MELHOR CAMINHO PARA UMA EMPRESA É ALINHAR SUA MISSÃO, VISÃO E VALORES COM AÇÕES PELA COMUNIDADE NA QUAL ESTÁ INSERIDA Banda EX4 em projeto da Condor Music Alunos do CEPSS (Centro de Educação Popular de São Sebastião) mm52_projetossociais.indd 84 17/12/2010 21:45:02
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 85 Especial ProjetosSociais Retorno positivo Maurício, da Condor, tem boas histórias para contar sobre o retorno das ações sociais das quais participa. “Fizemos uma ação com uma ONG situada na região metropolitana de Brasília que desenvolve trabalhos na área de educação popular e cidadania. Disponibiliza- mos alguns instrumentos e material visual para deco- ração. Além da reação positiva das pessoas atendidas pelaONG,noschamouaatençãoareaçãodosdiretores eprofessoresdaorganização,quedepoisdessaaçãoso- cial passaram a admirar a marca e a divulgá-la.” A Bends Harmônicas foi outra empresa a ganhar mais público por conta da iniciativa Aprenda Gaita Grátis. O projeto, inaugurado em 2009, já conta com mais de 12 mil alunos cadastrados. De acordo com Melk, o resultado traduz o que a empresa se propôs a fazer desde o seu primeiro dia de existência: “Levar a música à vida do maior número possível de pessoas por meio de seus instrumentos”. O sucesso da ação mostra que é possível vincular um produto ou marca à consciência social ou mesmo ambiental. Basta o comerciante planejar a ação levan- do em consideração as necessidades da população que o cerca e relacionando-a ao seu ramo de atividade.  Você pode ajudarVocê pode ajudar Mais interessante do que investir apenas em projetos já co- Mais interessante do que investir apenas em projetos já co- nhecidos do grande público é procurar por iniciativas meno- res, que atendam a grupos específicos de pessoas. Um exem- plo é o Centro Independente de Cultura Alternativa e Social (Cicas). Instalado há três anos no Jardim Julieta, Zona Norte de São Paulo, o coletivo promove ações voltadas para o lazer, o esporte e a educação da comunidade local, além de prover espaço para biblioteca, sessões de cinema e estúdio de gra- vação musical, caracterizando uma ótima oportunidade para empresas e lojas focadas em áudio e iluminação demons- trarem seu incentivo à disseminação da cultura, educação e solidariedade. Atualmente, o Cicas tem parceria com a ONG Sinfonia de Cães. Atuante há sete anos, a organização já re- alizou mais de 30 eventos culturais itinerantes, apoiando as comunidades que visita pelo Estado de São Paulo. Para mais informações, acesse www.projetocicas.blogspot.com, www. sinfoniadecaes.org ou envie um e-mail para sinfoniadecaes@ gmail.com. Para conhecer ONGs de todo o País em busca de patrocinadores, acesse www.abong.org.br. mm52_projetossociais.indd 85 21/12/2010 16:38:33
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    86 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM Conheçaasmarcasmaislembradaspeloslojistasem2010 segundoapesquisaTopofMindDatafolha/MúsicaMercado No dia 29 de novembro acon- teceu, em São Paulo, SP, a 7ª edição da premiação Top of Mind. O evento premia as mar- cas mais lembradas pelos lojistas, de acordo com a pesquisa Top of Mind, Músi- ca Mercado/Datafolha. A premiação foi celebrada no espaço Planet Party, na capital paulista. Animados pela banda The Truth, os cerca de 200 convidados, forma- dos pelos principais dirigentes do setor, puderam conferir os vencedores em oito categorias de áudio e 15 de instrumentos musicais. Tradicionalmente considerada como celebração de encerramento do ano para o setor, a cerimônia foi comandada pelo apresentador Zé Luiz, ex- -locutor do programa Balacobaco, da rádio 89 FM, em com- panhia do diretor da Música Mercado, Daniel Neves, e da gerente comercial da MM Eduarda Lopes. “Junto à pesqui-MM Eduarda Lopes. “Junto à pesqui-MM sa, este prêmio tem a finalidade de mostrar como as marcas se posicionam na cabeça do lojista. São aquelas que saíram do lugar-comum e tiveram seu posicionamento conquista- do no mercado”, enfatiza Neves. Neste ano, algumas marcas como Octagon, Orion e Sabian empataram como sendo as mais lembradas pelas lojas High, para pratos. “Vale o comentário sobre a questão do empate. Em toda pesquisa existe uma margem de erro, tanto para cima, quanto para baixo. Quando as marcas empatam significa que estão entre as margens de erro uma da outra. Não é um resultado exato, como uma conta simples”, explica o dire- tor da MM. O evento tem a fina- lidade de consagrar as in- formações coletadas pela pesquisa Top of Mind, MM/ Datafolha, oferecendo um ban- co de dados ao mercado para que as empresas criem novas estratégias e enten- dam onde as marcas estão posicionadas. “O Insti- tuto Datafolha ouviu cerca de 300 lojas do País e tanto esta premiação quanto a pesquisa completa mostram algumas mudanças no comportamento de compra e impacto sobre as marcas. É importante entender que o mercado se movi- menta lentamente. Ano a ano a pesquisa vem mostrando as tendências; aqueles que observam e estudam os resulta- dos conseguem reverter sabiamente para criar estratégias de mercado mais direcionadas para suas marcas”, disse Neves no discurso de abertura da premiação. Durante a entrega dos troféus, Rogério Raso, diretor da Santo Angelo, vencedor na categoria Cabos, para lojas High e Standard, aproveitou seu discurso de agradecimento para homenagear Daniel Neves e a equipe da MM com uma pla- ca comemorativa: “Pela competência no reconhecimento das marcas no mercado brasileiro de instrumentos musi- cais”, disse o empresário. As marcas mais lembradas em 2010 pesquisa Top of Mind, Músi- A premiação foi celebrada no espaço Planet Party, na capital paulista. Animados pela banda The Truth, os cerca de 200 convidados, forma- dos pelos principais dirigentes do setor, puderam empatam significa que tor da lidade de consagrar as in- formações coletadas pela pesquisa Top of Mind, MM/ Datafolha, oferecendo um ban- co de dados ao mercado para que as empresas criem novas estratégias e enten- dam onde as marcas estão posicionadas. “O Insti- mm52_topofmind.indd 86 18/12/2010 11:50:20
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    Especial Pesquisa Topof Mind Datafolha/MM WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 87WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Indicados Alto-falantes: Eros, Celestion, Selenium, Oversound, Beyma, Eminence, BC, Bravox, 18 Sound. Amplificador Guitarra e Contrabaixo: Giannini, Epiphone, Orange, Laney, Condor, Behringer, Fender, Sound Maker, Marshall, Strinberg, Shelter, Onerr, Randall, Crate, Vox, Meteoro, Line 6, Bugera, Peavey, Staner, Hartke, Ampeg. Bateria: Gretsch, Adah, Benson, Ludwig, Mapex, Tama, Michael, RMV, DW, Dolphin, Premier, Shelter, Yamaha, DDrums, Vogga, Sonor, PDP, Turbo, Odery, Planet, Pearl, Peace, Premium. Cabos: Monster Cable, Sparflex, Planet Waves, Golden, Tecniforte, Fender, Fulltone, Elixir, Santo Angelo, Hayonik. Contrabaixo: SX, Epiphone, Golden, Washburn, Eagle, Strinberg, Cort, Condor, Giannini, Ibanez, Groovin, Gibson, Vogga, ESP, Michael, Ovation, Crafter, Shelter, Fender, Squier, Walczak, Memphis, Yamaha. Cordas: Elixir, NIG, Giannini, Gibson, SG, Dean Maekley, Ernie Ball, D’Addario, Fender, São Gonçalo, SIT, Augustine, GHS, Solez, Groove, Martin, La Bella, Canário, Rouxinol, Strinberg. Guitarra: Giannini, Epiphone, Golden, Washburn, Eagle, Groovin, Cort, Condor, Squier, Yamaha, Strinberg, Gibson, ESP, Michael, Memphis, Ovation, Crafter, Shelter, Fender, Vogga, Walczak, Ibanez, SX. Mesas de Som: Yamaha, Staner, Mackie, Moug, Leac’s, Behringer, LL Áudio, Ciclotron, Alto, Oneal, SoundCraft, Phonic, Wattson. Microfones: LeSon, Karsect, Staner, Sennheiser, Shure, Audio Technica, TSI, AKG, Kadosh, Beyerdynamic, Behringer, Samson, Superlux. Pedal de Efeitos: Landscape, Zoom, Digitech, Behringer, Onerr, Boss, Nux, Line 6, MXR, Ibanez, Vox, Electro-Harmonix, Peavey, NIG, Korg, Groovin, Laney, Dunlop. Top of Mind 2010/2011 • MM / Datafolha Instrumentos Musicais, de Áudio e Iluminação Alto-falantes...........................................................................................Selenium Amplificadores para Guitarra e Baixo................................................... Meteoro Baterias............................................................................................................RMV Cabos.............................................................................................. Santo Angelo Contrabaixo..............................................Condor, Yamaha, Fender e Tagima Cordas ................................................................................................... D’Addario Guitarra......................................................................................Fender e Tagima Mesa de Som..................................................Behringer, Ciclotron e Yamaha Microfones ....................................................................................................Shure Pedal de Efeito................................................................................................Boss Pele para Bateria ..................................................................Evans, Remo, RMV Pratos de Bateria ....................................................... Octagon, Orion e Sabian Sopro........................................................................................... Weril e Yamaha Violão.................................................................. Giannini, Takamine e Tagima Peles para Bateria: Luen, Remo, Michael, RMV, Encore, Evans, Dolphin, Aquarian, Premium, DB Percussion. Pratos de Bateria: Krest, Zildjian, Octagon, Paiste, Ufip, Alchemy, Stagg, Wuhan, Orion, Sabian, Istanbul. Sopro: Condor, Jupiter, Weril, Yamaha, Dolphin, Shelter, Benson, Michael, Eagle. Violão: Giannini, Di Giorgio, Takamine, Washburn, Eagle, Rozini, Michael, Cort, Epiphone, Yamaha, Strinberg, Taylor, Ashland, Condor, Memphis, Ovation, Crafter, Shelter, Fender, Walden, Ibanez, Vogga, Groovin. mm52_topofmind.indd 87 18/12/2010 11:50:25
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    88 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM SELENIUM (HARMAN) Alto-falantes No segmento de alto-falantes, a Selenium foi a marca mais lembrada pelos lojistas entrevistados nas categorias High e Standard. Fundada em 1958, na cidade de Canoas (RS), pelos irmãos Victor, Henrique, Arno e Carlos (depois substituído por Gastão), a empresa tem como marca a tecnologia aplicada na fabricação de seus produtos. Para se ter uma ideia, dois anos após a sua fundação, a Selenium lançou seu primeiro tweeter com alto desempenho técnico para os padrões da época. Depois de alcançar o mercado externo com subsidiárias nos EUA, um escritório de vendas nas Áustria (Selenium Europe) e operando também na China (Selenium Ásia), a empresa ganhou a atenção da Harman, grande empresa de áudio profissional norte-americana, e foi adquirida pela mesma em junho de 2010. SANTO ANGELO Cabos No que diz respeito a cabos, a Santo Angelo foi a primeira empresa lembrada pelos lojistas nas categorias High e Standard. Curiosamente, quando abriu suas portas, em 1979, na cidade de Guarulhos, Grande São Paulo, fabricava apenas fechos de ação rápida e ferragens de uso industrial. Só em 1987 é que produziu seu primeiro conector para uso em áudio profissional e instrumentos musicais. Em 1988 ganhou sede própria e, dois anos depois, tornou-se distribuidora exclusiva da empresa suíça Neurtik A.G. de conectores de microfones e instrumentos de medição de áudio. Em 1991 começou a produzir fios e cabos especiais para sonorização e indústria eletrônica, tornando-se a Santo Angelo que conhecemos atualmente. SANTO ANGELO Cabos No que diz respeito a cabos, a Santo Angelo foi a primeira empresa lembrada pelos lojistas nas categorias High e Standard. Curiosamente, quando abriu suas portas, em 1979, na cidade de Guarulhos, Grande São Paulo, fabricava apenas fechos de ação rápida e ferragens de uso industrial. Só em 1987 é que produziu seu primeiro conector para uso em áudio profissional e instrumentos musicais. e, dois anos depois, tornou-se distribuidora exclusiva da empresa suíça Neurtik A.G. de conectores de microfones e instrumentos de medição de áudio. Em 1991 começou a produzir fios e cabos especiais para sonorização Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM como marca a tecnologia aplicada na fabricação de seus produtos. Para 2010/2011 « SELENIUM BY HARMAN » ALTO-FALANTES DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH 2010/2011 « SANTO ANGELO » CABOS DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH Rodrigo Kniest, diretor-geral da Harman Rogério Raso, presidente da Santo Angelo mm52_topofmind.indd 88 21/12/2010 12:20:19
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    90 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM CICLOTRON Mesa de som A fabricante provou ser uma das mais presentes na memória dos lojistas do setor, levando para casa o prêmio Top of Mind 2010 na categoria Standard, ao lado da Behringer e da Yamaha, com suas mesas de som. Fundada em 1973, em Barra Bonita, interior de São Paulo, a Ciclotron produz em sua fábrica consoles de audiomixagem para sistemas de pequeno, médio e grande porte (de 4 a 60 canais de entrada), amplificadores de alta potência, equalizadores gráficos, crossovers, amplificadores de instrumentos, sistemas com tri e biamplificação ativa, caixas acústicas passivas e sistemas de subwoofers ativos e passivos. BEHRINGER (PROSHOWS) Mesa de Som Fundada em 1989, a empresa revolucionou a fabricação de equipamentos de música e áudio oferecendo produtos profissionais, originalmente caros, por preços acessíveis ao consumidor final. A Behringer produz uma gama abrangente de produtos que inclui alto-falantes, amplificadores, misturadores, powered mixers e produtos para DJ, como microfones, fones de ouvido, sistemas sem fio, instrumentos musicais e sistemas de iluminação profissional. Em 2010, com suas mesas de som, a empresa ganhou o Top of Mind nas categorias High, empatada com a Yamaha, e Standard, junto com a Ciclotron. No ano passado, a marca passou a ser distribuída pela ProShows, distribuidora focada em áudio e iluminação profissional, atuante no mercado desde 2003. CICLOTRON Mesa de som A fabricante provou ser uma das mais presentes na memória dos lojistas do setor, levando para casa o prêmio Top of Mind 2010 na categoria Standard, ao lado da Behringer e da Yamaha, com suas mesas de som. interior de São Paulo, a Ciclotron produz em sua fábrica consoles de audiomixagem para sistemas de pequeno, médio e grande porte (de 4 a 60 canais de entrada), amplificadores de alta potência, equalizadores gráficos, crossovers, amplificadores de instrumentos, sistemas com tri e biamplificação ativa, caixas acústicas passivas e sistemas de subwoofers Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM abrangente de produtos que inclui alto-falantes, amplificadores, misturadores, 2010/2011 « BEHRINGER » MESAS DE SOM DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH 2010/2011 « CICLOTRON » MESAS DE SOM DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD Gisele Venâncio, gerente de produtos, e Silvio Eduardo da Silva, gerente nacional de vendas da ProShows Geraldo Tavares, representante da Ciclotron mm52_topofmind.indd 90 21/12/2010 12:21:01
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    92 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM YAMAHA Mesa de som, sopro e contrabaixo Vencedora das categorias High e Standard 2010 para mesa de som, ao lado da Behringer e da Ciclotron; sopro, junto da Weril na categoria Standard; e contrabaixo na categoria High, empatada com a Fender, a Yamaha começou sua história em 1817, quando o jovem Torakusu Yamaha fabricou o primeiro órgão de bambu de alta qualidade no Japão. Mais tarde, ele fundou a Nippon Gaki e produziu o primeiro piano japonês. Hoje, quase 200 anos e muitos prêmios depois, a Yamaha é líder em praticamente todas as suas áreas de atuação: instrumentos musicais, produtos de áudio e vídeo e de tecnologia da informação. GIANNINI Violão A marca foi a mais lembrada pelos lojistas no que diz respeito a violões, tendo sido contemplada com o troféu na categoria Standard, ao lado da Takamine. Sua história começou quando, na virada do século 19 para o 20, o italiano Tranquillo Giannini fundou no Brasil uma fábrica de instrumentos musicais acústicos. A partir dos anos 30, a Giannini passou a fabricar cordas para atender a uma nova demanda e entrava definitivamente nesse mercado, atingindo a marca de 30 mil instrumentos produzidos ao ano, número considerado alto para a época. Desde então vem produzindo instrumentos elétricos de alta qualidade, acompanhando as tendências musicais no Brasil. GIANNINI Violão A marca foi a mais lembrada pelos lojistas no que diz respeito a violões, tendo sido contemplada com o troféu na categoria Standard, ao lado da Takamine. na virada do século 19 para o 20, o italiano Tranquillo Giannini fundou no Brasil uma fábrica de instrumentos musicais acústicos. A partir dos anos 30, a Giannini passou a fabricar cordas para atender a uma nova demanda e entrava definitivamente nesse mercado, atingindo a marca de 30 mil instrumentos produzidos ao ano, número considerado alto para a época. instrumentos elétricos de alta Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM e contrabaixo na categoria High, empatada com a Fender, a Yamaha 2010/2011 « YAMAHA » MESAS DE SOM MARCA MAIS LEMBRADA 2010/2011 « GIANNINI » VIOLÕES DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD 2010/2011 2010/2011 « YAMAHA » CONTRABAIXOS MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS HIGH 2010/2011 2010/2011 « YAMAHA » SOPRO DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH Amauri Silva, gerente comercial da Yamaha do Brasil Flávio Giannini, diretor de marketing da Giannini mm52_topofmind.indd 92 21/12/2010 12:20:33
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    94 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM BOSS (ROLAND) Pedais de efeito Com quase 35 anos de vida, a Boss levou o Top of Mind 2010, nas categorias High e Standard, com seus pedais de efeito. Mas, além desse tipo de produto, a empresa estadunidense desenvolve outras linhas, como baterias eletrônicas, metrônomos e acessórios. A marca faz parte do grupo Roland, empresa japonesa fundada em 1972, que chegou ao Brasil em 1991. Sendo considerado um dos maiores do mundo do setor, além da Boss, o grupo Roland também detém: Edirol, Cakewalk, Rodgers e produtos com a própria marca Roland. D’ADDARIO (M. EXPRESS) Cordas A D’Addario conquistou a liderança no índice de lembrança de marca de cordas dos lojistas nos conceitos Standard e High em 2010. Com forte tradição na confecção de cordas artesanais desde o século 17, a D’Addario entrou no mercado norte-americano no começo dos anos 70, com o imigrante italiano Charles D’Addario. Em 1974, com o filho John e os netos John Jr. e James, deram origem à D’Addario Company Inc. A partir daí, a empresa vem investindo em marketing global e adquirindo novas empresas. A marca é distribuída no Brasil pela Musical Express, especializada na oferta de soluções em acessórios para instrumentos e equipamentos musicais. BOSS (ROLAND) Pedais de efeito Com quase 35 anos de vida, a Boss levou o Top of Mind 2010, nas categorias High e Standard, com seus pedais de efeito. a empresa estadunidense desenvolve outras linhas, como baterias eletrônicas, metrônomos e acessórios. Roland, empresa japonesa fundada em 1972, que chegou ao Brasil em 1991. Sendo considerado um dos maiores do mundo do setor, além da Boss, o grupo Roland também detém: Edirol, Cakewalk, Rodgers e produtos com a própria marca Roland. Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM 17, a D’Addario entrou no mercado norte-americano no começo dos 2010/2011 « D’ADDARIO » CORDAS DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH 2010/2011 « BOSS » PEDAIS DE EFEITO DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH Cleber Monegatto, gerente de vendas, e Flora Tonelli, gerente de marketing da Musical Express Sérgio Motta, gerente de produtos, e Priscila Berquo, gerente de vendas da Roland mm52_topofmind.indd 94 21/12/2010 12:22:03
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    96 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MMPesquisa Top of Mind Datafolha/MM FENDER (PRIDE MUSIC) Guitarra e contrabaixo Nos anos 40, Leo Fender, inventor do sul da Califórnia, percebeu que poderia melhorar instrumentos de corpo oco usando um design novo, simples e sólido de guitarra elétrica. A fabricante começou suas atividades em 1946 e em 1951 apresentou o protótipo da conhecida guitarra Telecaster. No mesmo ano, a Fender lançou o baixo Precision Bass. Revolucionário para o período, ele possuía trastes para ser tocado com mais precisão. Não é à toa que a marca foi lembrada pelos lojistas nas categorias High e Standard tanto para guitarras, ao lado da Tagima na categoria High, quanto para contrabaixos, também ao lado da Tagima em ambas as categorias, em 2010. A marca é distribuída pela Pride Music. A importadora, que conta com 28 marcas em seu cast, é considerada uma das grandes do setor. METEOROMETEORO AmplificadoresAmplificadores Quando o assunto é amplificador,Quando o assunto é amplificador, o nome Meteoro já faz parte doo nome Meteoro já faz parte do inconsciente do lojista, de acordo cominconsciente do lojista, de acordo com a pesquisa deste ano nas categoriasa pesquisa deste ano nas categorias High e Standard.High e Standard. Seus três sócios — os irmãos José Luiz, Paulo Roberto e OcimarJosé Luiz, Paulo Roberto e Ocimar Ferreira — são músicos e, por isso,Ferreira — são músicos e, por isso, desde o primeiro fone de ouvido aosdesde o primeiro fone de ouvido aos valvulados que hoje fabrica, todosvalvulados que hoje fabrica, todos os equipamentos da marca sãoos equipamentos da marca são concebidos de forma a satisfazerconcebidos de forma a satisfazer as exigências mais refinadas emas exigências mais refinadas em matéria de som, pegada, praticidade,matéria de som, pegada, praticidade, durabilidade, dinâmica e design.durabilidade, dinâmica e design. A Meteoro oferece diversas linhas de produtos para guitarra, baixo, gaitade produtos para guitarra, baixo, gaita e teclados. 2010/2011 « FENDER » GUITARRAS MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH 2010/2011 « METEORO » AMPLIFICADORES GUITARRA / BAIXO DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH 2010/2011 2010/2011 « FENDER » CONTRABAIXOS DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH Lúcio Grossmann, diretor da Pride Music José Luis, diretor da Meteoro mm52_topofmind.indd 96 21/12/2010 16:48:33
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    98 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM CONDOR Contrabaixo A filosofia da empresa, lembrada pela maioria dos lojistas para contrabaixos, ao lado de Fender e Tagima na categoria Standard, diz que para ter uma carreira bem-sucedida na música é necessário, antes de tudo, entender como ela é feita. A história da Condor começou no Rio de Janeiro, em 1960, quando Carlos César Medeiros, aos 14 anos de idade, já trabalhava como luthier.luthier.luthier Décadas de prática aprimoraram seu dom de construir instrumentos musicais. Tamanha habilidade tornou possível, inclusive, a parceria com instrumentistas brasileiros. Carlos lançou também a importadora da Condor, com sede em Brasília, que abastece todo o Brasil. RMV Bateria e Pele para bateria Na primeira metade do século 20, Luigi Rampazzo, marceneiro e metalúrgico, abriu, em 1949, um pequeno atelier para reforma de acordeões. Com a experiência adquirida, João Rampazzo e Marino Del Valle, filho e genro de Luigi, respectivamente, fundaram a RMV, que passou a se destacar na produção de baterias e peles. Em 2010 a RMV foi o primeiro nome a passar pela cabeça da maioria dos lojistas entrevistados nas categorias High e Standard quando questionados a respeito de Bateria e Pele (aqui, empatada na categoria High, com a Evans, e na Standard com a Remo). RMV Bateria e Pele para bateria Na primeira metade do século 20, Luigi Rampazzo, marceneiro e metalúrgico, abriu, em 1949, um pequeno atelier para reforma de acordeões. Com a experiência adquirida, João Rampazzo e Marino Del Valle, filho e genro de Luigi, respectivamente, fundaram a RMV, que passou a se destacar na produção de baterias e peles. Em 2010 a RMV foi o primeiro nome a passar pela cabeça da maioria dos lojistas entrevistados nas categorias High e Standard quando questionados a respeito de Bateria e Pele (aqui, empatada na categoria High, com a Evans, e na Standard com a Remo). Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM é necessário, antes de tudo, entender como ela é feita. A história 2010/2011 « CONDOR » CONTRABAIXOS DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD 2010/2011 « RMV » BATERIAS MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH Evans, e na Standard com a Remo). pela cabeça da maioria dos lojistas Evans, e na Standard com a Remo).2010/2011 « RMV » PELES DE BATERIA DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH Carlos César, diretor da Condor Music Edson Faria, gerente comercial da RMV mm52_topofmind.indd 98 21/12/2010 17:53:35
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    100 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM ORION Pratos de bateria A empresa foi lembrada nas categorias High, ao lado de Sabian e Octagon, e Standard no quesito pratos de bateria. Criada em 1999, com a divisão musical da Multialloy, companhia fornecedora de soluções em metais para vários setores, a Orion reestruturou toda a sua produção de pratos de bateria. Em 2000, a marca se lançou em três grandes feiras do segmento: Expomu- sic, Namm e Musikmesse. A empresa investe em desenvolvimento de produ- tos e, como resultado, fabrica, além de suas conhecidas linhas de pratos para bateria, metais para percussão. WERIL Sopro Há tempos a Weril é referência quando se fala de instrumentos de sopro e, este ano, foi uma das mais citadas pelos lo- jistas na categoria Standard, ao lado da Yamaha. Trata-se de uma das maiores empresas do setor e é uma das líderes do segmento no Brasil. A empresa brasileira foi inaugurada em 1909, em Franco da Rocha, região metropolitana de São Paulo e, desde então, se dedi- ca a estimular e tornar acessível a cultura musical. Os instrumen- tos da marca são os escolhidos por músicos profissionais, orques- tras, bandas, fanfarras e outras formações musicais. A empresa também atua no segmento de cordas e instrumentos especiais. ORION Pratos de bateria A empresa foi lembrada nas categorias High, ao lado de Sabian e Octagon, e Standard no quesito pratos de bateria. Criada em 1999, com a divisão musical da Multialloy, companhia fornecedora de soluções em metais para vários setores, a Orion reestruturou toda a sua produção de pratos de bateria. Em 2000, a marca se lançou em três grandes feiras do segmento: Expomu- sic, Namm e Musikmesse. A empresa investe em desenvolvimento de produ- tos e, como resultado, fabrica, além de suas conhecidas linhas de pratos para bateria, metais para percussão. Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM A empresa brasileira foi inaugurada em 1909, em Franco da 2010/2011 « WERIL » SOPRO DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD 2010/2011 « ORION » PRATOS DE BATERIA DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH MARK Serv Gra ©2010RedChipCompanyLtd.Especificacionestécnicasyaparienciasujetasacambiosinprevioaviso.985-90000-01426 *Estascaracterísticassonopcionalesynoseincluyenautomáticamente.**Sujetoacambio. Adriano Santos, coordenador de marketing, Paulinho Sorriso, assessor de marketing, Fábia Moreira, gerente de operações, Antônio Mamede, presidente, e Mirian Matile, do conselho administrativo da Orion Cymbals Nelson Weingrill, diretor da Weril, e o apresentador Zé Luiz mm52_topofmind.indd 100 21/12/2010 12:23:15
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    MARK Serv GrapGLOB_P0AAQ X32 Ad EN 8.125x10.875 Pro Audio_2010-10-22_Rev.0 Mudando o jogo ©2010RedChipCompanyLtd.Especificacionestécnicasyaparienciasujetasacambiosinprevioaviso.985-90000-01426 *Estascaracterísticassonopcionalesynoseincluyenautomáticamente.**Sujetoacambio. LançamentooficialnaNAMM2011,Estande 6756 X32 32Canais,16-BusDigitalTotalRecallLive/ConsolaparaMixeGravações Total Recall • 32 Canais com Inserts • 16 Mix Busses com Inserts • 6 envios e retornos auxiliares • 8 retornos de efeitos estéreo • 6 mixers tipo matriz com inserts • 6 grupos Mute • 8 grupos DCA • Gravação total/ Networking de canais múltiplos via FW/USB Expansion Card* • “Snake Digital” de 48 canais através dos portos AES-50 de Latência ultra baixa* • Pré-amplificadores totalmente programáveis, de alta qualidade • 25 Faders motorizados de 100 mm e Low-Noise • Interface com acesso direto e super fácil de usar (sem menus complicados) • Display TFT de 7 a cor e com alta resolução • Displays LCD individuais para cada canal, DCA e bus • Dinâmicas e equalização total por canal, bus e matrizes • Line delays ajustáveis em cada entrada e saída • Rack de efeitos virtuais com 8 Slots para efeitos • Powerful Scene Management para shows • Gravador incluído para arquivos WAV sem comprimir, em USB Flash Drive • Software de edição remota para controlar via USB ou Ethernet • Grande variedade de controles de channel strips com seção de controle definida pelo usuário • Conexão com o Behringer P-16 Personal Monitoring System • Saída AES/EBU Stereo Digital Output e capacidade MIDI total • Super compacto e leve • US$ 2.500 ** mm52_topofmind.indd 101 18/12/2010 11:51:32
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    102 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM MM_HearTmm51_com SABIAN (EQUIPO) Pratos de bateria A empresa canadense de pratos de bateria venceu na categoria lojas High (junto com Octagon e Orion) o Top of Mind de 2010. A Sabian foi fundada em 1981 por Robert Zildjian, filho de Avedis Zildjian III, dono da marca de pratos Zildjian. A disputa surgiu quando Avedis Zildjian III passou para os dois filhos, em vez de apenas para o mais velho, como havia prometido, os segredos sobre a fabricação de seus pratos, criando uma rixa familiar. No Brasil, a Sabian é distribuída pela Equipo, empresa fundada em 1990, presente em todo o território nacional, que detém diversas outras marcas de representatividade para o setor. fabricação de seus pratos, criando uma rixa familiar. 2010/2011 « SABIAN » PRATOS DE BATERIA DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS HIGH Edgard Ribeiro, supervisor de marketing da Equipo REMOREMO (PRIDE MUSIC)(PRIDE MUSIC) Pele para bateriaPele para bateria Fundada em 1957, a Remo é umaFundada em 1957, a Remo é uma famosa empresa fabricante de pelesfamosa empresa fabricante de peles e instrumentos de percussão e umae instrumentos de percussão e uma das companhias mais lendárias dadas companhias mais lendárias da indústria de instrumentos musicais.indústria de instrumentos musicais. Seu fundador, o baterista Remo D.Seu fundador, o baterista Remo D. Belli, até hoje atua como seu principalBelli, até hoje atua como seu principal diretor na empresa. Em 2010, adiretor na empresa. Em 2010, a marca levou o Top of Mind em pelesmarca levou o Top of Mind em peles de bateria na categoria Standard,de bateria na categoria Standard, ao lado da Orion, conferindo maisao lado da Orion, conferindo mais um prêmio para sua distribuidoraum prêmio para sua distribuidora brasileira, a Pride Music.brasileira, a Pride Music. 2010/2011 « REMO » PELES DE BATERIA DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD Lucio Grossmann, diretor da Pride Music mm52_topofmind.indd 102 21/12/2010 16:47:43
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    a mais altaqualidade de alto- falantes feitos a mão, produtos HF e componentes agora disponíveis diretamente da nossa fábrica nos eua. para informações a respeito de oportunidades de distribuição, por favor contate italo trading llc. daniel costa salomao | daniel@italotrading.com www.italotrading.com | miami, florida - usa Fabricado nos EUawww.eminence.com para informações a respeito de oportunidades de A Arte e a Ciência do Som Desde 1966, Eminence é um líder fornecedor OEM de transdutores personalizados e artefatos HF para Audio Profissional, Instrumentos Musicais, dispositivos Hi-Fi, Car Audio, e aplicações especiais. Cada produto é feito artesanalmente e com qualidade, valor e serviço em mente. Sabemos que as atuações reais e o tom vêm do orgulho, paixão e atenção nos detalhes. Entre os usuários atuais e anteriores dos produtos Eminence, se encontram Fender®, Marshall®, Gibson®, Mesa Boogie®, Ampeg®, Crate®, Soldano®, Krank Amplification®, LD Systems®, Yorkville Sound, Peavey®, Yamaha®, B-52®, e Earthquake®. No ano 2000, Eminence introduziu a linha Genuine Eminence de alto- falantes de corpo cru, incluindo as series Patriot®, Red Coat® e Legend para guitarra. A linha de produtos Genuine Eminence incluí mais de 100 alto-falantes profissionais para instrumentos musicais, assim como crossovers, aparatos de alta- frequencia, alto-falantes baliza, e software desenhado para recinto. Estes produtos se tornaram o padrão da indústria para os distribuidores, comerciantes, e consumidores em quase 80 países. escute isto agora! MM_HearThis_8.1x10.8_port.indd 1 6/21/2010 11:09:07 AMmm51_completa.indd 26 04/11/2010 18:42:54mm52_topofmind.indd 103 18/12/2010 11:51:37
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    104 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM EVANS (M. EXPRESS) Pele para bateria Poucos sabem, mas a vencedora da categoria High deste ano em peles de bateria, ao lado da RMV, é uma das pioneiras na invenção da pele sintética, em 1956. Chick Evans inovou ao utilizar filme de poliéster para moldar uma pele de percussão, obtendo uma pele resistente às variações climáticas e transformando o mundo da percussão. Comprada pela D’Addario em 1995, hoje tem sua sede em Farmingdale, Nova York. A marca é distribuída no Brasil pela Musical Express, que também é responsável pela venda de produtos D’Addario (outra marca Top of Mind em 2010) no País. TAKAMINE Violão Criada na cidade de Sakashita, no Japão, há mais de 40 anos, a companhia é um marco na história dos instrumentos musicais devido às inovações tecnológicas e ao design de seus produtos. O que começou como uma empresa familiar hoje é uma das principais marcas do mundo, distribuída em mais de 60 países. Os negócios internacionais da Takamine ganharam força comercial em 1975. A produção de violões elétricos e seus modernos captadores definiu um padrão de qualidade e sofisticação para a indústria, além de a empresa ser pioneira no controle deslizante para o pré-amplificador estilo acústico. A Takamine levou o primeiro lugar na lembrança de violões do varejista brasileiro na categoria Standard, ao lado da Giannini. No Brasil, a distribuidora da marca é a importadora e distribuidora Sonotec, que representa outras 14 significativas marcas no País. EVANS (M. EXPRESS) Pele para bateria Poucos sabem, mas a vencedora da categoria High deste ano em peles de bateria, ao lado da RMV, é uma das pioneiras na invenção da pele sintética, em 1956. Chick Evans inovou ao utilizar filme de poliéster para moldar uma pele de percussão, obtendo uma pele resistente às variações climáticas e transformando o mundo da percussão. Comprada pela D’Addario em 1995, hoje tem sua sede em Farmingdale, Nova York. pela Musical Express, que também é responsável pela venda de produtos Pesquisa Top of Mind Datafolha/MM Takamine ganharam força comercial em 1975. A produção de violões 2010/2011 « TAKAMINE » VIOLÕES DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD 2010/2011 « EVANS » PELES DE BATERIA DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS HIGH Alexandre Seabra, diretor da Sonotec Antônio Carlos Tonelli, diretor da Musical Express, e Flora Tonelli mm52_topofmind.indd 104 21/12/2010 12:25:12
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    106 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MMPesquisa Top of Mind Datafolha/MM SHURE (PRIDE MUSIC) Microfone A Shure surgiu em 1925, quando S. N. Shure começou a distribuir componentes para a montagem doméstica de rádios. Após a publicação de um catálogo de componentes em 1927, a empresa passou a receber pedidos do mundo todo.componentes em 1927, a empresa passou a receber pedidos do mundo todo. Quando a Grande Depressão assolou os EUA, em 1929, houve uma mudança no mercado, que passou dos rádios montados em casa para os industrializados. Durante os anos difíceis, a Shure tornou-se fabricante, em vez de distribuidora, e começou a produzir microfones, tendo lançado seu primeiro produto em 1932. Com uma história extensa, a marca foi a primeira a ser lembrada pelos lojistas no quesito microfone nas categorias High e Standard em 2010. Sua distribuição no País é feita pela Pride Music. TAGIMATAGIMA Guitarra, violãoGuitarra, violão e contrabaixoe contrabaixo Desde 1997, quando a MarutecDesde 1997, quando a Marutec adquiriu os direitos da marca Tagima,adquiriu os direitos da marca Tagima, a empresa estabeleceu uma fortea empresa estabeleceu uma forte identidade no mercado por sempreidentidade no mercado por sempre carregar um perfil muito claro: decarregar um perfil muito claro: de ser um fabricante de instrumentosser um fabricante de instrumentos de cordas e acessórios. As primeirasde cordas e acessórios. As primeiras guitarras Tagima foram construídasguitarras Tagima foram construídas na década de 1980 e, a partir daí,na década de 1980 e, a partir daí, passou a fabricar contrabaixos epassou a fabricar contrabaixos e violões, tendo sido reconhecida esteviolões, tendo sido reconhecida este ano como a marca mais lembradaano como a marca mais lembrada pelos comerciantes do setor nesses trêspelos comerciantes do setor nesses três quesitos, nas categorias High, paraquesitos, nas categorias High, para guitarra (empatada com a Fender)guitarra (empatada com a Fender) e violão; e High (também ao lado dae violão; e High (também ao lado da Fender) e Standard (junto da Condor) para contrabaixos. 2010/2011 « SHURE » MICROFONES DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH 2010/2011 « TAGIMA » GUITARRAS MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS HIGH 2010/2011 2010/2011 « TAGIMA » VIOLÕES MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS HIGH 2010/2011 2010/2011 « TAGIMA » CONTRABAIXOS DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS STANDARD • HIGH Lúcio Grossmann e sua esposa, Andrea Grossmann Ney Nakamura, presidente da Tagima mm52_topofmind.indd 106 21/12/2010 12:24:45
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    108 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Especial PesquisaTop of Mind Datafolha/MM OCTAGON Pratos de bateria A fábrica foi fundada em 1986, quando Fernando Passos Silveira, aos 23 anos, começou a pesquisar o processo de industrialização de um bom pedal nacional, primeiro tipo de produto feito pela Octagon. Foi apenas em 1997 que a famosa linha Groove, em bronze, de pratos de bateria foi criada pela marca. Daí em diante, esse segmento tornou-se a principal atividade da empresa, que ganhou na categoria High (ao lado da Sabian e da Orion) como uma das marcas mais lembradas em pratos de bateria na pesquisa Top of Mind 2010. VLADIMIR TEIXEIRA Hendrix Music (São Paulo/SP) Com quem e em quais regiões foi feita a pesquisa? A pesquisa foi realizada com 300 lojas em todo Brasil, em todas as regiões. O número de lojas por região é calculado em porcentagem, de acordo com o número total de pontos de vendas no Brasil. Por que não fazer a pergunta para o setor de compras ou gerência das lojas? O entrevistador do Datafolha é instruído a falar somente com o responsável por compras na loja, seja gerente, comprador ou proprietário. Por que não foi colocado Teclado como categoria este ano? Na Premiação a categoria Teclado foi suprimida, entretanto ela aparece na Pesquisa. Desde 2009, Música Mercado optou por alternar algumas categorias da Pesquisa Top of Mind, tornando-as bianuais. Foi o caso das Peles, por exemplo. Em 2010 a categoria Baquetas foi suprimida da pesquisa elaborada pelo Datafolha e volta na edição de 2011. Mas a pesquisa vem completa. JORGE LUIZ CORREIA River Musical (S. José do Rio Preto/SP) Qual é o critério de escolha das marcas? As marcas são escolhidas pelos lojistas na coleta das informações feita pelo Datafolha. A pergunta feita é “Qual é a marca que lhe vem à cabeça quando se fala em (nome da categoria)”. Como são escolhidos os lojistas e regiões? Música Mercado envia para o Datafolha uma listagem com a média de 1.500 lojas de todo o País. De acordo com o instituto de pesquisa, uma amostragem de 300 lojas é o suficiente para dar uma leitura de mercado condizente com a realidade. A partir deste ponto, o Datafolha começa a pesquisa, distribuindo a listagem entre seus agentes. As lojas são divididas entre High (lojas maiores com mix de produtos baseados em grandes marcas) e Standard (lojas de porte médio a normal), e cada linha de pesquisador cuida de uma área. O processo se inicia até completar as 300 lojas, sempre respeitando a proporcionalidade de lojas de cada região. 2010/2011 « OCTAGON » PRATOS DE BATERIA DATAFOLHA / MÚSICA MERCADO MARCA MAIS LEMBRADA LOJAS HIGH Lojistas perguntam sobre o prêmio A pesquisa foi reUr? Orrum etur sitatiunt quis porrum estia dolorecero doluptatem. Fercium et pa quid magnia duci VLADIMIR TEIXEIRA Hendrix Music Com quem e em quais regiões foi feita a pesquisa? A pesquisa foi realizada com 300 lojas em todo Brasil, em todas as regiões. O número de lojas JORGE LUIZ CORREIA River Musical Qual é o critério de escolha das marcas? As marcas são escolhidas pelos lojistas na coleta das informações feita pelo Datafolha. Nádia Barros, diretora da Octagon mm52_topofmind.indd 108 21/12/2010 12:24:21
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    Especial Pesquisa Topof Mind Datafolha/MM WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 109 O que você gostaria de saber sobre o prêmio e a pesquisa Datafolha O que é Top of Mind? É a relevância/conhecimento das marcas por um determinado público. No caso, lojistas de áudio e instrumentos musicais. Top of Mind significa à marca que vende mais? Não. Marca que vende mais seria uma pes- quisa de market share. Top of Mind mostra a relevância da marca na memória do entrevis- tado (lojista). É a Música Mercado que escolhe as empresas para premiar? Não. A MM encomenda uma pesquisa de mercado, baseada no reconhecimento de marcas, para o Datafolha. Uma parte desses re- sultados serve para a premiação, outra parte é exclusiva da pesquisa para análise de mercado. Como pode uma marca que não vende tanto aparecer como ganhadora do prêmio Top of Mind? A pesquisa feita pelo Datafolha mede o pensamento do lojista sobre as marcas, não qual marca vende mais. Quando uma marca tem mais lembrança (seja por qual motivo for), ela é Top of Mind. Os premiados pagam pelo troféu? Não. Diferente de muitas premiações que existem no mercado, o Prêmio Top of Mind MM/Datafolha é baseado por uma pesquisa de mercado feito por um instituto altamente qualificado, que possui código de ética e é consagrado como um dos maiores do País. Qual foi o critério da Premiação Top of Mind MM/Datafolha em 2010? Realizamos uma pesquisa de Top of Mind (re- conhecimento/lembrança de marca) com 300 lojas em todo o Brasil, dividida em lojas High (maiores lojas) e Standard (demais). O critério é o mesmo utilizado pelas pesquisas do Data- folha em relação à memória da marca. O Datafolha adequa, sugere ou interfere nos dados do lojista para a premiação? O Datafolha, empresa que realiza a pesquisa para a premiação, não altera os dados dos lojistas. Como minha empresa pode utilizar a pesquisa Top of Mind MM/Datafolha? Para analisar a relevância da marca que vende, seus concorrentes, oportunidades de mercado, nichos estratégicos, com- provar o processo de desenvolvimento e corrigir erros de percepção de marca. Qual é a diferença entre a pesquisa e o prêmio? O prêmio é feito com informações baseadas na Pesquisa do Datafolha/Música Mercado e congratula os destaques. A pesquisa analisa os Top of Mind em 300 lojas no Brasil e é divi- dida em lojas Standard e High (grandes lojas). Quem o Datafolha procura para respon- der à pesquisa nas lojas? O Datafolha SEMPRE requisita o responsável pela compra de produtos da loja. Quantas lojas são entrevistadas? Trezentas lojas, em todo o Brasil. De onde veio a base de lojistas entre- vistados nesta pesquisa? Do cadastro Música Mercado (baseado nas malas diretas das empresas, feiras regionais e revistas) e de acordo com a disponibilidade do lojista. Sei de lojas que não foram entrevista- das. Isso afeta o resultado? Devido ao grande número de lojas (300 entre- vistas) contatadas, qualquer alteração é pre- vista na margem de erro. A Música Mercado optou pelo Datafolha por sua larga experiência em pesquisas no varejo. Apenas como exem- plo, na última eleição para presidente, foram pesquisadas 2.500 pessoas em média, pelo Ibope e Datafolha, para um universo de mais de 50 milhões de votantes. Para a Prefeitura de São Paulo, foram 830 pessoas. Qual é a margem de erro da pesquisa? Três por cento, para mais ou para menos. Posso ter o resultado de cada loja? Gosta- ria de avaliar a presença da minha marca nas lojas que vocês entrevistaram. Não. Música Mercado e Datafolha se com- prometem com as lojas de não divulgar, em nenhuma hipótese, os resultados individuais de cada empresa. O Datafolha tem três certi- ficados internacionais de ética em pesquisa. Como pode haver uma marca ‘X’ em determinada categoria se esta não está mais disponível no mercado? O Datafolha elabora uma pesquisa de reco- nhecimento de marca (brand awareness). Muitas vezes uma marca acaba de sair do mercado, mas tem reconhecimento por parte das lojas. Isso significa oportunidade, pois há conceito na memória do lojista. Na minha região vende muita mais outra marca de alguns produtos do que a que apareceu na pesquisa. Como é que pode? Existem casos específicos em cada região, entretanto, o Datafolha utiliza dados totais, somados em todas as regiões. Logo, o resultado total pode aparecer diferente entre uma região e outra, mas no total, do ponto de vista da representatividade do reconheci- mento da marca, o resultado é correto. Qual a diferença de lojas High e Standard? Chamamos de High, as lojas maiores com mix de produtos baseados em grandes marcas e Standard, as lojas de porte médio a normal. A definição destas lojas é baseada na listagem das empresas do sector. Quem é o Datafolha? O Datafolha é um instituto de pesquisa per- tencente ao Grupo Folha. Foi criado como departamento de pesquisas do jornal Folha de S. Paulo em 1983 e em 1990 o instituto se estabeleceu com estrutura independente para atender clientes externos. Considerado um dos mais influentes e atuantes do País, teve papel primordial na campanha presi- dencial em 2010. Quem é a Música Mercado? Música Mercado é uma revista especializa- da no mercado business-to-business do seg- mento de áudio, iluminação e instrumentos musicais distribuída no Brasil e em mais de 20 países, América Latina e Espanha. É parceira da Musikmesse (maior feira internacional de áudio e instrumentos) e da Namm (Associa- ção Norte-americana). A empresa organiza as feiras Music Show, Pesquisa Top of Mind MM/Datafolha e é proprietária do site Music- tube.me, para o público norte-americano. Quem patrocinou e apoiou o evento? Patrocínio: Musikmesse Frankfurt e Music China, Música Mercado. Com apoio da Roland, Someco, Anafima e Namm. O que é e como é feito o Top of Mind mm52_topofmind.indd 109 21/12/2010 16:50:07
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    110 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR REFLEXOS DA ‘GUELTA’ atuahá 26 anos no mercado musical. Já foi vendedor, gerente, representante e diretor comercial. Formado em Ciências Econômicas, possui especialização em gestão empresarial, vendas e marketing. E-mail: neno@distribuidoragvcom.com.br NENO ANDRADE NEGÓCIO DE VAREJO COM MARGENS MAIS BAIXAS, AS LOJAS ESTÃO DIMINUINDO A COMISSÃO DE SEUS VENDEDORES. ENTRA A FAMOSA ‘GUELTA’ E AS LOJAS PASSAM A TER OUTROS DONOS. A CULPA É DE QUEM? Depois de vários anos atuando no mercado da música, chego à conclusão de que nossas em- presas não dão o verdadeiro valor aos seus departamentos de vendas. É sabido por todos que os resultados do seu negócio estão diretamente ligados à motivação dos profissionais de vendas e, enquanto vejo outros setores gastando verdadeiras fortunas com trei- namento e motivação de suas equipes de vendas, em nosso segmento são raras as empresas que realizam uma convenção de vendas anual. A maioria das indústrias e importadores de instru- mentos musicais e de áudio trabalha com representan- tes comerciais, mas raras são as empresas que valori- zam sua equipe de representantes. Em geral, trata esse profissional como aquela pessoa que não tinha uma profissão, não teve formação e que, por não ter outra saída, tornou-se um representante. Um bom representante pode sim fazer toda a diferen- ça nos resultados de vendas de uma empresa, não pelas vendas em si, mas por todas as informações que ele pode levar, pois está em contato com o cliente o tempo todo. Mas dificilmente esse profissional é ouvido pelas gerên- cias e diretorias do nosso mercado. Lembro-me de quan- SE O VENDEDOR TROCA DE PATRÃO, NA MAIORIA DAS VEZES, NÃO É POR CULPA DELE, E SIM POR FALTA DE PERSPECTIVA NA EMPRESA mm52_neno.indd 110 17/12/2010 21:46:29
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    Neno Andrade Negóciode Varejo do atuava como representante. Por diversas vezes, levava a informação de queomercadoestavabuscandodeter- minado produto, ou até mudança na própria linha. Nunca era ouvido; até disseram que eu estava louco... E, infe- lizmente, vejo isso acontecer até hoje. Lembro-me de uma reunião pré- -Expomusic, na qual dirigentes deve- riam estar preocupados em motivar sua equipe de vendas, que estava toda presente. Contudo, para minha surpresa, ouvi o seguinte comentário do diretor da empresa: “Trabalhamos muito no desenvolvimento desses produtos, pesquisamos tendências internacionais e temos um excelen- te preço nessa nova linha, portanto, para vendê-los nem preciso dos se- nhores representantes”(!). Veja que absurdo! Imagine como todos ficamos motivados para aten- der os clientes que nos visitavam. Ou seja, o empresário investiu uma quantia grande de dinheiro na aqui- sição do espaço, montagem do es- tande etc. e jogou tudo no ralo com uma colocação infeliz. Quem é dono mesmo? Nas lojas de música está acontecendo a mesma coisa. Sempre encontro ven- dedores desmotivados. Sem forma- ção, sem treinamento... Seus ganhos também foram reduzidos, pois com as margens baixas, a maioria das lo- jas diminuiu o percentual de comis- são ou até deixou de pagar, criando fórmulas ‘mirabolantes’ de premia- ção. Isso quando não pagam somente salário fixo. Muitos lojistas deixaram, en- tão, de ser donos de seu negócio, pois muitas indústrias instituíram a ‘guelta’: pagam uma quantia para os vendedores das lojas para que eles vendam produtos de sua marca. E como o vendedor ganha um salário baixo, ele complementa sua renda com a ‘guelta’ e deixa de lado o inte- resse do seu empregador — e até do cliente — vendendo um produto que não dá margem para a loja ou aquele que o cliente precisa, mas sim o que paga a ‘guelta’ maior. Outro dia ouvi um lojista dizen- do que não investe em treinamento para seus vendedores pois logo eles vão para o concorrente. Lembrei- -me de uma palestra do consultor empresarial prof. Marins, em que ele disse que as empresas de sucesso no futuro serão as que conseguirem manter os melhores profissionais em seu quadro. Ou seja: a empresa preci- sa oferecer benefícios para reter seus profissionais. E é preciso saber: se o vendedor troca de patrão, na maioria das vezes, não é por culpa dele, e sim por falta de perspectiva na empresa. Dica final: mantenha sua força de vendas sempre motivada. Acredite nela. Dê a ela sua devida importân- cia, dê treinamentos, e colha os bons resultados!  mm52_neno.indd 111 17/12/2010 21:46:31
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    112 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR PDV Pós-venda Opós-venda é tão importante quanto a venda em si e, mesmo assim, é ignorado por algumas empresas. O atendimento a clientes insatisfeitos é uma das questões mais complexas. Veja como se aproveitar da situação para fidelizá-los de forma definitiva Por Christian Bernard Problema ou oportunidade? Com o Código de Defesa do Con- sumidor, a Internet e outras facetas da tecnologia, as pesso- as se conscientizaram de seus direitos e deveres, exercendo suas opiniões de maneira contundente no momento em que têm problemas com a compra de algum bem. Só que às vezes fazem isso de forma contundente demais, levando um relacionamento duradouro. Um cliente satisfeito tem o poder de atrair para a loja pelo menos seis novos clientes,emmédia.Jáoclienteinsatisfei- to pode eliminar 14 potenciais clientes. Vamos abordar cinco regras bási- cas para capitalizar tais eventos, trans- formando-os em oportunidades únicas de venda e fidelização. lojistas, fabricantes e importadores, li- teralmente, à loucura. Estima-se que a ação de atrair um novo cliente possa custar sete vezes mais do que agradar a um cliente que já compra na sua loja. Dessa forma, a retenção do cliente é mais importante que a sua atração. A satisfação dele é o fator principal para a manutenção de mm52_pdv_venda.indd 112 17/12/2010 21:47:21
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    PDV Pós-venda WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 113 REGRA1TODOS SOMOS CONSUMIDORES Isso é a coisa mais importante de todo o processo. Ficar falando coisas do tipo “Que mala!” ou “Que cara chato!” nos coloca em um pedestal que pra- ticamente impossibilita a solução do caso, distanciando-nos da condição de cliente. No momento em que lem- bramos que, ao fechar as portas da loja deixamos lá dentro o nosso ‘uniforme’ de venda e nos ‘vestimos’ de consumi- dores, a tarefa de se colocar no lugar do cliente torna-se mais fácil. Essa postu- ra é importantíssima para os casos de chefia,porquecontaminapositivamen- te toda a equipe de vendas. Dar o exem- plo de maturidade ao se deparar com um caso assim é como dar um exemplo de atitude para um filho, pois os chefes estão sempre sendo observados por seus subordinados. No momento ápice da insatisfação do cliente, o uso desta frase pode ser o início do processo de reversão positiva: “Eu entendo o seu caso porque quando saio daqui sou um consumidor como você e também re- clamo quando tenho problemas”. REGRA 2TENHA CERTEZA ANTES DE DIZER QUALQUER COISA Antes de se pronunciar a respeito do problema, ouça todo o relato das par- tes envolvidas: cliente, vendedor e/ou fabricante/importador. A pior coisa que pode acontecer num caso de insa- tisfação do cliente é a precipitação em tentar agradá-lo momentaneamente falando algo somente por falar e depois dizer outra coisa. Essa confusão provo- ca insegurança e aumenta a ‘tempera- tura’ do problema, já que deixa o cliente na dúvida sobre estar falando com a pessoa certa. Tentar se posicionar de maneira firme e equilibrada, mesmo em situações com clientes que falam muito, xingam e/ou esperneiam, é fun- damental. Nesse momento, a melhor coisa é ouvir, já que o cliente está lou- co para ‘vomitar’ todo o seu problema. Guie a discussão sempre para o lado do respeito, pontuando o papo sempre que necessário com frases do tipo “Senhor, entendo sua indignação, mas se não conseguirmos conversar de forma edu- cada e respeitosa, não conseguirei re- solver seu problema”. Isso transfere de certa forma a responsabilidade da solu- ção do problema para o cliente. Nunca, mas nunca mesmo, perca a paciência e deixe o cliente falando sozinho ou des- ligue o telefone na ‘cara’ dele. Se você perceber que está perdendo as rédeas da situação ou que não é capaz de re- solvê-la, peça um instante e chame ou- tra pessoa que esteja mais distante do problemaouquesejaaresponsávelpela área e, assim, tenha o controle necessá- rio para captar a essência da situação, leve o tempo que levar. Esteja certo de que a pessoa que estará recebendo o caso seja realmente capaz de resolvê-lo. Contar o problema para várias pesso- as, sem uma indicação real de solução, transforma a insatisfação em fúria. REGRA 3VALORIZE A RECLAMAÇÃO Costumo dizer que o cliente que re- clama é o melhor cliente, já que assim nos dá a chance de redimir o problema. Pesquisas indicam fatos interessantes: 96% dos clientes insatisfeitos não se dão ao trabalho de relatar à loja/ marca a sua insatisfação; 79% dos clientes perdidos podem ser atribuídos a reclamações não atendi- das ou indiferença no atendimento. Assim, o cliente que reclama tem mais probabilidade de se tornar um cliente leal do que aquele que jamais reclama. Não existe uma empresa que consi- ga obter 100% de satisfação por parte dos seus clientes. Por mais organizada que possa ser, sempre existirão erros ocasionais, falhas e defeitos nos pro- dutos e processos, ou simplesmente, funcionários de mau humor, o que se reflete no atendimento ao cliente. En- tão, leve em consideração que reclama- çõessemprevãoexistireporissoébom valorizá-las. Conheça alguns pontos positivos das reclamações: Mostram as áreas que precisam ser melhoradas. Identificam as falhas que causam transtornos aos clientes. Revelam informações que estão faltando, ou que estão incorretas, quando você se comunica com seus clientes. Identificam as peças da equipe que precisam de mais treinamento ou de um olhar mais criterioso. QUANDO A EMPRESA DEMONSTRA CONTROLE DA SITUAÇÃO, GANHA A CONFIANÇA DO CLIENTE mm52_pdv_venda.indd 113 17/12/2010 21:47:22
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    114 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR PDV Pós-venda Desencadeiam mudanças positivas, levantando a moral da equipe, desde que você tome uma atitude correta diante da reclamação. REGRA 4SEJA ÁGIL Na hora de solucionar o problema, a agilidade é fundamental. Além de indispensável nas respostas e nas to- madas de decisão, a agilidade é sem- pre vista de forma positiva pelo cliente quando, além da solução do problema, ele recebe um tratamento especial, seja a atenção de algum executivo da empresa — dono, diretor, gerente —, um ‘mimo’ ou um simples presenti- nho. Lembre-se de que o que começou com uma reclamação inflamada está prestes a terminar com a solução de um problema no qual sua empresa po- deria gastar muito dinheiro. A agilidade é fundamental para que o cliente se sinta protegido e certo de que a empresa está cons- ciente do seu erro e imbuída da von- tade de resolvê-lo. REGRA 5A VERDADE É O MELHOR REMÉDIO EM 99% DAS SITUAÇÕES Quando o cliente se dispõe a reclamar, é porque ele pensa ter um bom moti- vo para isso. Pesquisas indicam que é interessante prestar atenção no que se diz a um cliente insatisfeito, já que 91% deles consultam dados sobre o seu problema antes de reclamar à em- presa. A verdade é o melhor remédio em 99% dos casos. É raro ouvirmos de uma empresa reclamada coisas do tipo “Foi um erro nosso de faturamen- to inadequado” ou “Desculpe-nos, pois chegamos à conclusão de que seu che- que foi depositado antes do prazo por um funcionário que queria ser demiti- do e por isso tentou lesar a empresa”. No primeiro momento pode parecer assustador, mas depois que você co- meça a praticar, torna-se uma agra- dável rotina: além de deixar o cliente satisfeito por ouvir uma retratação verdadeira, tira um peso das costas de quem está resolvendo o problema, já que o expõe de maneira factível e humana, o que vai evitar transtornos futuros em ser ‘pego numa mentira’. O 1% restante fica para aqueles casos realmente escabrosos e que são exceção. O bom-senso deve guiar a indicação dos problemas dentro dos primeiros 99% ou das exceções. Respei- tando essas seis regras básicas, é quase certo que você obtenha êxito na tarefa de reverter um quadro complicado em uma agradável fidelização. Ouvir da mesma pessoa que chegou a proferir palavrões coisas do tipo “Muito obriga- do. A empresa está de parabéns”, “Você foi muito atencioso. Tenha certeza de que continuarei a ser cliente por mui- to tempo” ou “Pode deixar que falarei a todos sobre a seriedade de vocês em resolver os problemas dos consumido- res” são um grand finale que coroa uma ação organizada e que trará muitos be- nefícios para a empresa. Muitas vezes, um atendimento desse tipo acaba num ‘rasgado’ elogio na caixa de e-mail do presidente/dono da empresa, que pode se transformar naquele reconhecimen- to ($$) que todos adoram.  UM DOS PROBLEMAS DA ATENÇÃO É COMO LIDAR COM OS CLIENTES INSATISFEITOS. OBSERVE COMO APROVEITAR A SITUAÇÃO PARA QUE SEUS CLIENTES SE TORNEM FIÉIS mm52_pdv_venda.indd 114 17/12/2010 21:47:26
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    116 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Vida deLojista Red Music Instrumentos (TO) Os proprietários da Red Music, do TO, se desdobram entre as várias funções demandadas pela loja, que tem pouco mais de um ano de vida Por Juliana Cruz Neste espaço são publicadasNeste espaço são publicadas experiências vivenciadas aoexperiências vivenciadas ao montar uma loja. Para contar sua história, envie o depoimento e fotosenvie o depoimento e fotos (em 300 dpi) para texto@musicaemercado.com.br,texto@musicaemercado.com.br,texto@musicaemercado.com.br, com o assunto “Vida de Lojista”com o assunto “Vida de Lojista”com o assunto “Vida de Lojista” NacidadedeAraguaína,aonortedoTo- cantins, músicos tinham grande difi- culdade para encontrar instrumentos de qualidade. Em 2009, a fim de mudar esse cenário,doisdeles,companheirosdebanda,de- cidiram abrir uma loja especializada e oferecer aos artistas locais a possibilidade de conhecer e testar os equipamentos antes de comprá-los, algo que até então não podiam fazer. Afinal, uma das únicas maneiras de adquirir um ins- trumentoerapormeiodelojasvirtuais. Era setembro daquele ano quando João Carlos Ribeiro e Diogo Jucá abriram a Red Music. Antes disso, João tocava em cruzeiros marítimos, teve duplas sertanejas e traba- lhouemestúdiosdegravação,enquantoDio- go ensinava música e atuava como sideman de cantores da região, além de ser proprietá- rio de uma lan house. Tais experiências pro- fissionaisforambastanteproveitosasparaos jovens empresários. “O conhecimento adqui- rido ao longo dos anos na área de informá- tica, por exemplo, facilitou a formulação e aplicaçãodasaçõesfeitaspelasredessociais. Lançamos antecipadamente promoções e ofertas pela internet”, conta Diogo. Segundo os proprietários da Red Music, a cidade de Araguaína é carente de lojas especializadas, levando os consumidores a efetuar suas compras pela web. Mas dispu- tar a atenção do público com a concorrên- cia virtual foi o maior desafio enfrentado pelos novos comerciantes. Contornando desafios Diogo conta que as negociações com as fabri- cantes foram bastante conturbadas no início. “Três meses antes da inauguração fizemos os primeiros contatos a fim de abrir a loja a todo o vapor, mas algumas empresas demo- raram a nos atender e efetuar as primeiras vendas.” Além da espera, em alguns casos, o valor mínimo de pedido proposto era muito alto. “Algumas empresas têm uma cota e um mix de produtos estipulado que pode não ser adequadoàdemandadanossaregião.Porisso hoje procuramos sempre fornecedores mais flexíveis,quesepreocupamemvenderartigos quetenhamfacilidadedegiro.Quandoencon- Instrumentos de cordas e acessórios são os carros-chefe da loja Versatilidade e empenho Versatilidade NacidadedeAraguaína,aonortedoTo- Versatilidade e empenho VersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidadeVersatilidade NacidadedeAraguaína,aonortedoTo- e empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenhoe empenho Araguaína A cidade, localizada ao norte do Tocantins, possui aproximadamente 150 mil habitantes, caracterizando-se como a maior população do Estado. A base econômica do município são a agricultura e a pecuária. A cidade, localizada ao norte do Tocantins, possui aproximadamente mm52_vidadelojista.indd 116 21/12/2010 16:55:47
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    118 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Vida deLojista Red Music Instrumentos (TO) LANÇAMOS ANTES PROMOÇÕES E OFERTAS PELA INTERNET tramos fornecedores com esse perfil , nossas compras com eles tornam-seconstantes”,conclui. Alojacomeçoupequena,com 18 m2, e as mercadorias eram es- tocadas nas casas dos próprios comerciantes. Apenas em maio de 2010 foi possível ampliar o estabelecimento com a construção de um modesto depósito e segmentação do showroom.Atualmente,aRedMusicpos- sui 45 m2 e já pode começar a pensar na expansão da equipe, hoje formada ape- naspelosprópriossócios,quedividemto- das as funções, desde gerenciamento até o atendimento ao cliente. Considerando os empecilhos para a compra de equi- pamentos, João e Diogo vendiam apenas algumas marcas. “Conquistamos cre- dibilidade aos poucos. Depois de algum tempo, conseguimos contato com forne- cedoresnovoseaumentamosavariedade deprodutos”,relembraDiogo. Apostando alto Um dos diferenciais da loja é apostar em marcas conhecidas, mas dificilmente encontradas na região, como Baquetas Red Music Instrumentos Ano de fundação: 2009 Área da loja: 45 m² Proprietários: João Carlos Ribeiro Macor e Diogo Matos Jucá Endereço da loja: Av. Prefeito João de Sousa Lima, 399 - Centro - Araguaína, TO Telefone: (63) 3412-2009 MSN: redmusicinstrumentos@hotmail.com Participação no faturamento da loja Cordas – 35% Teclas – 10% Bateria/percussão – 15% Sopro – 2% Acessórios – 30% Computer Music – 2% Áudio – 4% Iluminação – 2% Liverpool, Yamaha, Behringer, Line6, Condor, Elixir e Dunlop, por exemplo. E, ainda, no trato com os instrumentos. To- dos são devidamente testados e regula- dospelosmúsicos,queinstruemosclien- tes sobre como utilizá-los corretamente. Por conta disso, os empresários caracte- rizamoanode2009comoumperíodode aprendizadoerealizações,enquanto2010 foitidocomo“umanodecolheita”. Embora o violão e seus acessórios tenham sido os líderes de venda de 2010, paraesteanoaapostadaRedMusicéou- tra. De acordo com o que tem ouvido de seus clientes na loja, Diogo acredita que a procura maior será por produtos que unam modernidade e tecnologia, como caixas acústicas ativas com entrada USB, Carlos e Diogo tinham dificuldade em encontrar bons instrumentos musicais na região, o que os motivou a abrir a Red Music tramos fornecedores com esse Instrumentos de teclas: 10% do faturamento multiefeitos que simulam ampli- ficadores e violões com afinado- resdigitais,entreoutros. Para 2011, a meta traçada pelos comerciantes é consolidar amarcaeexpandirosetordeáu- dio da loja, sem esquecer o foco atual da empresa: os instrumen- tos musicais. “São dois segmentos que trabalham em conjunto, pois não exis- temapresentaçõesmusicaissemumaes- trutura de som adequada”, explica Diogo. Além disso, as igrejas, grandes consumi- doras de áudio, constituem boa parcela da clientela da loja. De forma geral, a loja do Tocantins vai muito bem, obrigado. Osfundadoresseorgulhamemdizerque todososobjetivosestabelecidospara2010 foram alcançados, não apenas por conta de seu mix de produtos, mas também pelaatençãodadaaosclientes. O atendimento é considerado uma das prioridades da loja. “Atender, asses- sorar e fazer um bom trabalho de pós- -venda garante um cliente satisfeito, que acaba fazendo propaganda gratuita, alémdesefidelizar”,finalizaDiogo. mm52_vidadelojista.indd 118 21/12/2010 16:55:54
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    120 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Coleção SunTzu 120 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Coleção Sun Tzu uitas empresas gastaram milhões de dólares no desen- volvimento de promoções e incentivos que, ao final, as levaram à falência. Em alguns casos, o erro foi somente deixar uma cláusula que permitia acumular as promoções, ou não haver calculado adequadamente a escala de porcentagens das co- missões dos vendedores. No capítulo 2 do livro A Arte da Guerra, Sun Tzu analisa as rela- ções de causa e efeito existentes entre o manejo de tropas (recursos humanos), a logística, o inimigo (a competência) e os generais (líderes e responsáveis pela empresa). Promoções curtas e efetivas “(...) Já ouvi falar de operações militares que foram iná- beis e repentinas, mas nunca vi nenhum especialista na arte da guerra que mantivesse uma campanha por muito tempo.” Nesse pensamento, o general chinês deixa claro que as ações devem ser concretas e com tempo limitado. Se fizermos a analogia entre administrar uma empresa e administrar um exército, fica claro que cada profissional que é submetido à pressão de uma promoção ou campanha sofre um desgaste que, se man- tido por muito tempo, gerará resultados de efeito contrário ao esperado. “Seja rápido como o barulho de um trovão, que ressoa an- tes que possa tapar os ouvidos, e veloz como o relâmpago, que deslumbra antes que se possa pestanejar”, aconselha o sábio general. Promoções podem ser feitas para os clien- tes, com ações junto aos vendedores ou de forma separada. Mas sempre devem estar Em seu tratado, o general chinês explica os segredos para ter êxito em ações comerciais Campanhas mais rentáveis Campanhas mais rentáveis Campanhas e eficazes uitas empresas gastaram milhões de dólares no desen- volvimento de promoções e incentivos que, ao final, as levaram à falência. Em alguns casos, o erro foi somente deixar uma cláusula que permitia acumular as promoções, ou não haver calculado adequadamente a escala de porcentagens das co- missões dos vendedores. No capítulo 2 do livro ções de causa e efeito existentes entre o manejo de tropas (recursos humanos), a logística, o inimigo (a competência) e os generais (líderes e responsáveis pela empresa). Promoções curtas e efetivas “(...) Já ouvi falar de operações militares que foram iná- beis e repentinas, mas nunca vi nenhum especialista na arte da guerra que mantivesse uma campanha por muito tempo.” claro que as ações devem ser concretas e com tempo limitado. Se fizermos a analogia entre Em seu tratado, o general chinês explica os segredos para ter êxito em ações comerciais Muitas empresas gastaram milhões de dólares no desen- volvimento de promoções e incentivos que, ao final, as levaram à falência. Em alguns casos, o erro foi somente deixar uma cláusula que permitia acumular as promoções, ou não haver calculado adequadamente a escala de porcentagens das co- missões dos vendedores. No capítulo 2 do livro ções de causa e efeito existentes entre o manejo de tropas (recursos humanos), a logística, o inimigo (a competência) e os generais (líderes e responsáveis pela empresa). Promoções curtas e efetivas “(...) Já ouvi falar de operações militares que foram iná- beis e repentinas, mas nunca vi nenhum especialista na arte da guerra que mantivesse uma campanha por muito tempo.” Em seu tratado, o general chinês explica os segredos para ter êxito em ações comerciais Por Alberto Gariglio mm52_arteguerra.indd 120 18/12/2010 13:49:42
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    Coleção Sun TzuColeçãoSun Tzu é especialista em Análise Estratégica da Informação, integrando a equipe de várias consultorias internacionais. Atualmente é diretor da Sinapsis Consultores: www.sinapsisconsultores.com.ar ALBERTO GARIGLIO Da Física aos negócios Em um mercado muito competitivo, em que as margens de ganhos tendem a se reduzir, só o volume permite manter ou incrementar os lu- cros. Esses volumes podem ser impulsionados por promoções ou polí- ticas de incentivos aos empregados. Essas ações têm seus custos para a empresa, que deve sacrificar margens de lucro para poder realizá-las. E, a menos que tenham êxito, acarretam uma perda. É uma lei da Física que muitos impulsos pequenos, sincronizados adequadamente, impul- sionam objetos para longe e mais rápido que se todos os impulsos somados fossem apli- cados de uma só vez. Nos negócios acontece algo similar. Ações curtas, reiteradas e den- tro de um marco estratégico mais amplo são muito mais efetivas que os esforços isolados. Henei:kanjiquesignificaprosperidade vinculadas a um período de tempo. Dessa maneira, o entusiasmo do cliente para definir uma compra, ou do vendedor por terminar uma operação, fica concentrado. De outra forma torna-se uma rotina e perde-se o atrativo da oferta ‘por tempo limitado’ ou de ‘oportunidade única’. Assim, nas palavras de Sun Tzu: “Quando recom- pensar seus homens com os benefícios que ostentam os adversá- rios, os fará lutar por vontade própria. É por isso que se diz que onde há gran- des recompensas há homens valentes”. Políticas de estímulo É importante que quando se lance uma campanha, os funcionários recebam o estímulo adequado. Assim, quando se dá início às liquidações sazonais, os responsáveis pelas vendas devem per- ceber que seus esforços extras serão levados em conta. Mas nesse ponto é necessário dis- tinguir entre a participação nas ven- das, como reconhecimento do trabalho realizado, e o prêmio por um trabalho extraordinário realizado em momen- tos extraordinários. Umconselhosábio:“Serecompensar todo mundo, não haverá suficiente para todos.Sendoassim,ofereçaarecompen- sa a um, para animar todos os demais”. Uma campanha de sucesso é a que traz lucros para a empresa. Por mais atrativa ou criativa que seja, se não cumpre esse requisito básico, trans- forma-se em gasto, em despesa. E é por isso que Sun Tzu salienta ao finali- zar o capítulo que “o mais importante em uma operação militar é a vitória e não a persistência”.  mm52_arteguerra.indd 121 18/12/2010 13:49:53
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    122 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Feira MusicChina A feira recebeu mais de 48 mil visitantes de 96 países LOJISTASEAGENTESDECOMPRAS CIRCULAVAM EM MEIO AOS MAIS DE 1.200 ESTANDES DA FEIRA: CUIDADO NA HORA DE COMPRAR Cada vez mais a Music China torna-se um evento fundamental para o setor, antecipando tendências de mercado e oferecendo o gigantesco potencial do consumo local Por Daniel Neves Anova China Esqueça a imagem antiga que você tem da China. As coisas mudaram, tal qual o produto brasileiro. A última edição da Mu- sic China, principal feira do mercado asiático, realizada de 12 a 15 de ou- tubro passado em Xangai, destacou marcas como Meteoro e cordas SG. Obviamente não somente as marcas brasileiras, mas alemãs, americanas, canadenses e japonesas fizeram a fes- ta dos mais de 48 mil visitantes de 96 países que a feira recebeu em 2010. Para aqueles que automaticamente imaginam o mercado asiático como consumidor em potencial somente para produtos econômicos, saibam que o lançamento da marca de carro alemã Porsche foi realizado lá também, este ano, em Xangai, considerada uma das cidades mais modernas do mundo. Chinês gosta de produto caro. Se a China ainda possui um gran- de número da população vivendo na linha da pobreza, também possui uma das maiores riquezas do mundo, ultra- passando a Alemanha e o Japão — re- centemente o país atingiu a marca de segunda nação mais rica do planeta, atrás somente dos EUA. Marcas internacionais colhem frutos O mercado asiático é composto em sua maioria pela venda maciça de pianos e violinos; mas a música ocidental tem ganhado expressão entre os jovens. Liga-se a televisão e nota-se a diferen- ça entre o jovem de hoje e o de quatro Dave (Black Bug) Eduarco Cabral (Made in Brazil), Giorgio e Roberto Giannini Alberto Batista (Deval), Vladimir Teixeira e Leo Gorgatti (Wolf Music) Carlos Cesar (Condortech) mm52_MusicChina.indd 122 17/12/2010 21:57:26
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    Feira Music China anosatrás, por exemplo. Roupas e cortes de cabelo modernos, comportamen- to mais aberto e busca por marcas que tenham conota- çãodeprestígiosãotãoreais como no Brasil ou em qual- quer outra parte do mundo. Marcas como Orange, Mar- shall, Shure, Tama, Fender, D’Addario e Elixir fazem parte do mix de produtos. Com o apoio da organi- zação do evento, as palhetas de instrumentos de sopro Vandoren fizeram campanha contra os produtos falsificados e aproveitaram a Music China para lançar seu novo siste- ma de combate aos piratas. “O Brasil é um dos poucos países em que os consu- midores de Vandoren conhecem bem o produto”, explicou Emmanuel Tonnelier, diretor da empresa. Já a Argentina pos- sui uma história diferente: a falsificação está invadindo o mercado. Para comba- ter a ação, a Vandoren lançou um guia para facilitar a identificação dos origi- nais, contendo, inclusive, explicações sobre os números de série que estão impressos nas palhetas; o guia começa a circular a partir de agora. Ainvasãopirataétãofortequeacon- teceu um caso curioso na própria feira. Um diretor da Taylor, famosa marca ame- ricana de violões, comentou que a empresa começou a colher os frutos do investi- mento no mercado chinês recentemente e acrescen- tou: “Mas precisamos lidar com as cópias. Havia um estande na feira com pro- dutos muito parecidos e solicitamos à organização do evento que o fechassem”, revelouoexecutivo,quenão quis ser identificado. Para as importadoras, a feira mar- ca o início do próximo ano. De acordo com Carlos Cesar Medeiros, presidente da brasileira Condor, a Music China antecipa o que virá em 2011. Lojistas e agentes de compras circulavam em meio aos mais de 1.200 estandes da fei- ra, com representantes de 27 países. SE A CHINA AINDA POSSUI UM GRANDE NÚMERO DA POPULAÇÃO VIVENDO NA LINHA DA POBREZA, TAMBÉM POSSUI UMA DAS MAIORES RIQUEZAS DO MUNDO, FICANDO ATRÁS APENAS DOS EUA mm52_MusicChina.indd 123 21/12/2010 16:37:38
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    124 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR Feira MusicChina Music China 2010Music China 2010 Quando e onde: de 12 a 15 de outubro, em Xangai Visitantes: 48 mil de 96 países Expositores: 1.274 de 27 países Prepare-se: Em 2011, de 11 a 14 de outubro, em Xangai Não é para iniciantes Apesar de não ser segredo algum ir à China e arrumar um intérprete, alguns lojistas que se aventuraram tiveram problemas. Para o consultor de impor- tação e exportação Marcos J. Silveira, tudo começa quando o comprador tenta maximizar seus lucros buscando o que há de mais barato nas feiras. “O menorpreçonacomprapodeseromais caro quando se recebe a mercadoria”, alerta Silveira. Outro problema comum são fábricas que produzem produtos de baixo custo. Para serem competitivas, abrem mão da qualidade, da segurança dos trabalhadores e do meio ambiente. Sem contar que muitas vezes ludibriam clientes dizendo que são fábricas e não raro são meras trade companies. Re- sultado: ora a carga pode ser aceitável, ora sem a menor condição de uso. Re- centemente um lojista de instrumentos recebeu uma importação chinesa com 700 violões, todos sem possibilidade de vendadevidoaproblemasdequalidade. O barato saiu caro, bem caro. Preço é parte da atratividade, mas não é tudo Especialistas de mercado garantem que o consumidor não busca só preço, mesmo que ele entre na loja com essa argumentação. Para o consultor Car- los Marins, a experiência da compra é levada em consideração. “Dificilmente um consumidor entra em um bar, por exemplo, e pede a cerveja mais barata. Mas busca a cerveja de melhor preço dentre aquelas em que ele confia, ou seja, que tenha a marca já estabelecida em sua cabeça”, explica Marins. Assim, é tendência global que as grandes cadeias de lojas comecem — e já começaram — a importar produtos de baixo valor agregado, em face não só das facilidades de importação, como também de ex-funcionários de impor- tadoras que prestam o serviço de com- pradores internacionais, entre outros. Por conta disso, as importadoras estão fugindo do produto mais barato do mundo, mas aumentando o volume de compras de produtos de maior valor de marca, reconhecidos pelos consumido- res ou com design e marketing próprio. Essa receita tem longa duração.  Seminário da indústria de instrumentos musicais reuniu lideranças do setor Juan e Pillar Sanchis (Alhambra) Caitlyn Wang (Phonic) Lojista chinês testa Meteoro José Roberto Rozini e Clinger Olavio Equipe da Prime Music e Meinl Cymbals Equipe da Machine amplificadoresLojistas brasileiros visitaram a feira mm52_MusicChina.indd 124 21/12/2010 16:38:03
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    126 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR PRODUTOS KITARA: AGUITARRA SEM CORDAS COM APARÊNCIA FUTURISTA, GUITARRA SUBSTITUI CORDAS POR SENSORES DIGITAIS Inovação da Misa Digital Instruments, a Kitara é uma guitarra sem cordas. De modo geral, funciona da mesma forma que uma comum, podendo ser facilmente utilizada por pessoas que já tocam o instrumento tradicional. Com design normal de uma guitarra é completamente diferente da tradicional. Possui três componentes principais: um braço com 24 trastes, tela sensível ao toque e sintetizador polifônico carregado com sons e efeitos. Cada traste tem seis botões que simulam as cordas do instrumento, porém projetados para ser mais macios ao toque, exigindo menos esforço do guitarrista. Seu software também permite que a tela principal reproduza as cordas de uma guitarra comum, além de muitas outras características, como a biblioteca Midi, com centenas de sons editáveis que podem ser combinados entre si. Para saber mais www.misadigital.com que simulam as cordas do instrumento, porém projetados para mm52_produtos_design2.indd 126 21/12/2010 17:27:37
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    128 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR PRODUTOS POWER CLICK MC01 O monitor para headphones, individual, destinado a cantores, permite ao músico ter controle, em seu headphone, dos volumes de seu microfone e do retorno sem interferir em outros equipamentos (sistema de monitor e PA). Contato: (21) 2722-7908 www.powerclick.com.br BORNE INFINIT CV1260 Amplificador para violão com 60 W RMS, alto-falante de 12”, super tweeter, microfone balanceado e reverb de mola. Desenvolvido para ser utilizado em estúdios e em pequenas apresentações. Contato: (11) 2421-3300 www.bornetecnologia.com.br YAMAHA LINHA XF A nova geração do teclado Motif, a linha XF, foi projetada para tecladistas profissionais e semiprofissionais que precisam de um equipamento com recursos para produção musical profissional e possibilidade de expansão sonora. Contato: (11) 3704-1377 • www.yamahamusical.com.br CONDOR KX-FM O modelo é o usado pelo músico Ozielzinho e trata-se de uma Strato com braço em maple, corpo basswood maple top, escala rosewood, ponte floyd rose, 24 trastes e captação dois humbuckers. Contato: (61) 3629-9400 www.condormusic.com.br BC SPEAKERS 6HCX51 Com 1,5 kg, a minicoax de 300 watts apresenta um único ímã de neomídio, tanto para o woofer quanto para o driver. Contato: (51) 3348-1632 • www.bcspeakers.com BORNE CONDOR KX-FM O modelo é o usado pelo músico Ozielzinho e trata-se de uma Strato com braço em maple, corpo basswood maple top, escala rosewood, ponte floyd rose, 24 trastes e captação dois humbuckers. Contato: (61) 3629-9400 www.condormusic.com.br CONDOR KX-FM O modelo é o usado pelo músico Ozielzinho e trata-se de uma Strato com braço em maple, corpo basswood maple top, escala rosewood, ponte floyd rose, 24 trastes e captação dois humbuckers. BC SPEAKERS mm52_produtos.indd 128 18/12/2010 11:02:00
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 129 PRODUTOS RANDALL RM100M2E O amplificador modulado temcabeçote valvulado 100 W, três canais independentes, loop de efeitos em série ou paralelo com controle de mixagem no painel frontal, MIDI in/thru e inclui os módulos (pré-amps) Blackface, baseados no pré-amp do Fender® Blackface Twin™. Contato: (11) 3032-5010 • www.proshows.com.br FENDER AMP G-DEC 3.0 A nova linha de amplificadores permite a guitarristas criar loopings, gravar suas músicas, emular amplificadores e efeitos e editá-los, criar acompanhamentos e afins. O equipamento conta com uma porta USB inclusa. Contato: (11) 2975-2711 www.pridemusic.com.br PHONIC POWERPOD 740P O mixer amplificado já está disponível no Brasil e possui 440 W, sete canais, EQ de três bandas em todos os canais, duas entradas ‘Hi-Z’ para conexão de instrumentos, controle PAD e processador DFX multiefeitos, entre outras características. Contato: (11) 2199-2999 www.equipo.com.br ROCKSTAR AFINADOR RST2 EDU ARDANUY SIGNATURE O afinador é em estilo clip com backlight para guitarra, baixo, violino, violão e ukelele, assinado por Edu Ardanuy. Acompanha metrônomo. www.royalmusic.com.br BEHRINGER EG2280USB O piano tipo ‘masterclass’ mescla o som e a tradição dos pianos clássicos com a tecnologia do século 21. Com interface USB/MIDI interna para gravação com qualidade de CD para computadores Mac e PC. Contato: (11) 3032-5010 • www.proshows.com.br BEHRINGER EG2280USB BEHRINGER valvulado 100 W, três canais independentes, loop de efeitos em série ou paralelo com controle de mixagem no painel frontal, valvulado 100 W, três canais independentes, loop de efeitos em série ou PHONIC POWERPOD 740P O mixer amplificado já está disponível no PHONIC POWERPOD 740P mm52_produtos.indd 129 18/12/2010 11:02:10
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    130 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR PRODUTOS LYCO MDJ200 O USBMixer Station MDJ200 tem dois canais, portas universais USB e SD por canal, seletor de faixa para MP3, efeitos vinil, brake e reverse, função loop in out, entrada de microfone e saída para headphone. Contato: (11) 3663-5680 • www.lyco.com.br BOQUILHAS EVERTON EXTREME 7 Nas versões para sax alto e tenor, a boquilha tem design moderno e sonoridade totalmente voltada para o estilo pop. Contato: (34) 3313-2696 www.boquilhaseverton.com.br PLANET WAVES PIEZO CLIP O captador foi desenvolvido para a afinação de violões acústicos ou elétricos. Ele transfere as vibrações do instrumento ao seu afinador, permitindo que você ajuste seus instrumentos de forma mais fácil e profissional, especialmente em ambientes com muito ruído. Contato: (11) 3158-3105 • www.musical-express.com.br TAKAMINE EG350SC O modelo Folk é composto por tampo sólido em solid spruce, com corpo em flamed maple e escala em rosewood. Com design moderno, a tarraxa é dourada com preto e oferece um tempo de vida útil maior por ser emborrachada. Contato: (18) 3941-2022 www.sonotec.com.br NIG MUSIC PBB – BLACK BOOSTER Para guitarra, é um pedal de ganho de volume. A intensidade de ganho do pedal vai de zero a 12 decibéis de forma linear. Pode gerar distorção se for combinado sinal de entrada forte com ganhos altos. Com apenas um controle, é fácil de usar. Contato: (11) 4441-8366 www.nigmusic.com.br Para guitarra, é um pedal de ganho de volume. A intensidade de ganho do pedal vai de zero a 12 decibéis de forma linear. Pode gerar distorção se for combinado sinal de entrada forte com ganhos altos. Com apenas um controle, é fácil de usar. Contato: (11) 4441-8366 www.nigmusic.com.br BOQUILHAS EVERTON Nas versões para sax alto e tenor, a boquilha tem design moderno e sonoridade totalmente voltada para o estilo pop. Contato: (34) 3313-2696 www.boquilhaseverton.com.br BOQUILHAS EVERTON Nas versões para sax alto e tenor, a boquilha tem design moderno e sonoridade totalmente voltada para o estilo pop. Contato: (34) 3313-2696 www.boquilhaseverton.com.br TAKAMINE O modelo Folk é composto por tampo sólido em solid spruce, com corpo em flamed maple e escala em rosewood. Com design moderno, a tarraxa é dourada com preto e oferece um tempo de vida útil maior por ser emborrachada. Contato: (18) 3941-2022 www.sonotec.com.br TAKAMINE EG350SC O modelo Folk é composto por tampo sólido em solid spruce, com corpo em flamed maple e escala em rosewood. Com design moderno, a tarraxa é dourada com preto e oferece um tempo de vida útil maior por ser emborrachada. Contato: (18) 3941-2022 www.sonotec.com.br PLANET WAVES O captador foi desenvolvido para a afinação de violões acústicos ou elétricos. Ele transfere as vibrações do instrumento ao seu afinador, permitindo que você ajuste seus instrumentos de forma mais fácil e profissional, especialmente em ambientes com muito ruído. PLANET WAVES O captador foi desenvolvido para a afinação de violões acústicos ou elétricos. Ele transfere as vibrações do instrumento ao seu afinador, permitindo que você ajuste seus instrumentos de forma mais fácil e PRODUTOS LYCO MDJ200 O USB Mixer Station MDJ200 tem dois canais, portas PRODUTOS LYCO MDJ200 mm50_paimm52_produtos.indd 130 18/12/2010 11:02:31
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    132 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR TESTE Estúdiodigitalportátilcomrecursosmultipistas Por MiguelDe Laet*Por Miguel De Laet*Por Miguel De Laet* Boss Micro BR ABoss, bastante popular no meio guitarrístico pelos pedais de efeitos, é uma das gigantes do mercado em tecnologia musical. Além dos pe- dais e processadores, a empresa desenvolve produtos como baterias eletrônicas, metrônomos, estúdios digi- tais, entre outros acessórios. O Micro BR testado nesta ediçãoémaisumaboaopçãodegravadorqueamarca, pertencente ao grupo Roland, apresenta ao mercado. À primeira vista, o Micro BR parece de brinquedo devido ao seu tamanho ultracompacto, que cabe na palma da mão. O surpreendente é que, mesmo num tamanhoreduzido,possuirecursosmultipistaseuma amostragem de 44,1 Khz (qualidade de CD), excelen- te para se registrar ideias ou até produzir trabalhos de qualidade semiprofissional. Seu visual é atraente, com painel espelhado, e a maioria de seus controles está localizada na parte frontal. De uso praticamente intuitivo, é possível domi- nar rapidamente as funções básicas e começar a ex- plorar os inúmeros recursos que o produto oferece. Para se ter ideia, são disponibilizados quatro canais (mono) com reprodução simultânea e gravação si- multânea de até dois canais (caso queira gravar em estéreo). Além disso, cada canal possui oito pistas virtuais, garantindo ao usuário a gravação de até oito vezes uma das vozes de um quarteto, por exem- plo, e optar pela melhor performance para se juntar ao todo, ou escolher os melhores trechos das pistas virtuais diferentes e montar um solo. Entre seus recursos, destacamos os efeitos. São inúmeros bons presets disponíveis e organizados em bancos de acordo com o tipo de entrada. Por exem- plo, utilizando a entrada destinada a violão/guitar- ra, o usuário terá disponível uma gama de presets para instrumentos, tanto com bastante distorção, para guitarristas nervosos, até aqueles recursos uti- lizados por violonistas, com chorus, delay, compres- sores, redutor de ruído, entre outros. No microfone mm52_teste.indd 132 18/12/2010 11:03:19
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    MODELO Micro BR FABRICANTEBoss INDICAÇÃO Músicos em geral que necessitam de um gravador multipistas portátil PRÓS Mobilidade e facilidade no uso CONTRA Nenhum TIRE DÚVIDAS COM O FORNECEDOR www.roland.com.br • Tel.: (11) 3087-7700 DEFINIÇÃO DO SOM Muito bom # # # # QUALIDADE DOS EFEITOS Muito bom # # # # PADRÕES DE RITMO Bom # # # VERSATILIDADE Excepcional # # # # # CUSTO-BENEFÍCIO Muito bom # # # # DESEMPENHO GERAL Muito bom # # # # interno, encontramos presets mais direcionados a violão e voz, criando uma ambiência. No entanto, se os presets de fábrica não agradarem, o músico pode ajustar os parâmetros de efeito e criar uma programação da forma que desejar. Outro recurso interessante é a bateria eletrônica, com inúmeros padrões de ritmos que podem ser ordenados de acordo com o gosto do músico. Infelizmente, não se tem o recurso de se programar a bateria. A vantagem é que o canal do ritmo é in- dependente dos outros quatro. Os procedimentos de edição são bem fáceis, sendo possível mover e copiar trechos, alterar o volume das vias separadamente e sua disposição no campo estéreo (pan). A masteriza- ção também é feita de forma prática e rápida. O aparelho conta com um kit de ferramentas que pode ser aplicado em dois canais virtuais (estéreo), oti- mizando o volume de toda a música e, FICHA TÉCNICA ao final do processo, automaticamen- te questiona sobre que formato o usu- ário deseja exportar: WAV ou MP3. Depois disso, é só transferir os dados para o computador via USB. Enfim, são muitos os recursos que fazem do Micro BR uma exce- lente ferramenta para todos os mú- sicos. Acompanha fonte bivolt, capa e cartão de 128 Mb. É recomendável adquirir outro cartão, com maior ca- pacidade, caso contrário o seu uso ficará bastante limitado.  *Miguel De Laet é bacharel em música e pós-gra- duando em Publicidade pela USP. No cenário ar- tístico foi sideman, músico de estúdio e produtor musical. É professor de violão na Faculdade Mo- zarteum de São Paulo. Foi editor da revista Violão PRO, compõe jingles e spots publicitários. mm52_teste.indd 133 18/12/2010 11:03:21
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    134 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 21 PAÍSESRECEBEM MÚSICA MERCADO Aqui você confere os serviços oferecidos pela Música Mercado e como fazer para adquiri-los. Olinda, PE...........................28 e 29 de janeiro Ribeirão Preto, SP.........18 e 19 de fevereiro Brasília, DF..........................25 e 26 de março Curitiba, PR............................ 15 e 16 de abril Gramado, RS........................ 13 e 14 de maio Rio de Janeiro, RJ..................9 a 11 de junho Belo Horizonte, MG .............22 e 23 de julho Nós amamos o que fazemos Música Mercado tem uma equipe dedicada à você, leitor. Nosso trabalho é informar para criar mercado, mostrar as melhores práticas de administração, marketing e empresas. Se você acredita no mercado esta revista é feita sob medida para você. Brasil, Espanha e toda a América Latina recebem Música Mercado. Receba com conforto Faça a assinatura Premium da MM e receba sua revista antes de todos. Diferente da assinatura gratuita, Música Mercado lançou um sistema de entrega com confirmação. Ideal para você que mora mais longe, costuma ter problemas de correio ou que deseja receber antes que os outros. Com o sistema de ‘carta registrada’ você tem a certeza que ninguém pegará a sua Música Mercado, só você. 1 ano (6 edições) ............... R$ 120,00 2 anos (12 edições).............R$ 170,00 Aceitamos cartões VISA | depósito bancário | em até 2x sem juros Ligue (11) 3567-3022 ou assinaturas@musicaemercado.com.br As feiras regionais Music Show trazem grandes marcas e negociações para as lojas de todo o País. Veja as novidades, socialize-se e crie mais laços de negócios. Participe ainda do jantar VIP oferecido pelas empresas expositoras. Faça mais contatos nas feiras Music Show Lojistas que visitaram a feira são as mais lembradas pelos fornecedores Centro de Convenções de Ribeirão Preto Serra Park Centro de Feiras e Eventos Centro de Convenções de Pernambuco EDIÇÃO #52 • BRASILEDIÇÃO #52 • BRASIL INFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOSINFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR | JANEIRO | FEVEREIRO DE 2010 | Nº 52 | ANO 9WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR | JANEIRO | FEVEREIRO DE 2010 | Nº 52 | ANO 9 VENDA NO INÍCIO DO ANO! Especialista mostra como você pode vender em qualquer época PÁG. 54 PASSE ESTA REVISTA PARA SEUS FUNCIONÁRIOSPASSE ESTA REVISTA PARA SEUS FUNCIONÁRIOS GERENTE COMPRADOR VENDEDOR 1 VENDEDOR 2 VENDEDOR 3 O PERIGO DA GUELTA Quando as lojas passam a ter outros donos PÁG. 110 UMAHISTÓRIA QUE É SHOW CLIENTES INSATISFEITOS Transforme o problema em oportunidade em cinco dicas essenciais PÁG. 112 A LOJA MÁGICA Como transformar o seu PDV em um local realmente estimulante para compra PÁG. 48 PREPARE-SE PARA O NOVO GOVERNO Os projetos previstos pela Dilma que podem afetar o seu negócio PÁG. 66 QUE É SHOWA trajetória meteórica da empresa que cresce quase 50% ao ano e se prepara para ser em dez anos a maior distribuidora da América Latina. Conheça a ProShows PÁG. 56 PDPAGORA ÉPRID E Os detralhes da transação PÁG. 72 INFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOSINFORMAÇÃO PARA O MERCADO DE ÁUDIO, INSTRUMENTOS MUSICAIS E ACESSÓRIOS UMAHISTÓRIAQUEÉSHOW|NOVEMBROEDEZEMBRO2010|Nº52MÚSICAMERCADO mm52_capa.indd 1 21/12/2010 13:01:56 servicos52indd.indd 134 21/12/2010 13:03:45
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    WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR 135 PESQUISA MÚSICA MERCADO / DATAFOLHA Um dos maiores institutos de pesquisa do país traz informações importantes. Dados coletados pelo Datafolha em lojas de todo o país ajudam fornecedores a definir suas linhas de produtos e melhorar estratégias de marketing, beneficiando lojas e consumidores. A pesquisa está à disposição para o mercado brasileiro e internacional todo final de novembro. Para adquirir ligue (11) 3567-3022 Videos Assista entrevistas com os empresários mais famosos do nosso sector no canal Música Mercado do Youtube: http://www.youtube.com.br/ videosmusicamercado Parcerias Escreva para a Música Mercado Envie seu texto ou um resumo da história de sua loja para a revista Música Mercado, que permite colaborações após avaliação do de- partamento editorial, além de ter seções específicas para divulgar os acontecimentos vivenciados por sua loja. Entre em contato pelo e-mail: texto@musicaemercado.com.br. Música Mercado, que permite colaborações após avaliação do de- partamento editorial, além de ter seções específicas para divulgar os acontecimentos vivenciados por sua loja. Entre em contato pelo e-mail: texto@musicaemercado.com.br. Envie seu texto ou um resumo da história de sua loja para a revista , que permite colaborações após avaliação do de- partamento editorial, além de ter seções específicas para divulgar os acontecimentos vivenciados por sua loja. Entre em contato pelo e-mail: RECEBA NOSSA NEWSLETTER Semanalmente a MM divulga as principais notícias do setor para dei- xar o mercado atualizado. Para re- ceber nossa newsletter por e-mail, envie seu endereço eletrônico para: texto2@musicaemercado.com.br, com o assunto: Newsletter. RECEBA NOSSA NEWSLETTER NOSSOS CANAIS NA WEB Site: www.musicaemercado.com.br Twitter: twitter.com/musicaemercado YouTube: www.youtube.com/ videosmusicaemercado CONTATOS: MÚSICA MERCADO Comercial Duda Lopes • (11) 7861-8020 / ID 80*29542 Feiras e Eventos Rodrigo Gagliardi • (11) 7860-6277 / ID 80*29494 Atendimento Lojistas Bárbara Tavares • (11) 7759-1474 / ID 13*21476 Administrativo Carla Anne • (11) 7717-5667 / ID 80*26398 Financeiro Leila Sousa • (11) 3567-3022 Comercial Atendimento Lojistas Administrativo Carla Anne • (11) 7717-5667 / ID 80*26398 Música Mercado (11) 3567-3022 do Youtube: http://www.youtube.com.br/ servicos52indd.indd 135 21/12/2010 13:04:06
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    136 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR CONTATOS Acesse ocalendário 2011 no site: www.musicaemercado.com.br www.musicaemercado.com.br INSTRUMENTOS BENSON ................................... 51 3554-3139 • proshows.com.br • 35 CAIMBÉ........................................... 11 4034-1288 • caimbe.com • 15 EQUIPO ..................................... 11 2199-2999 • equipo.com.br • 8, 9 GIANNINI .................................. 11 3065-1571 • giannini.com.br • 125 GVREP ........................................... 19 3816-4627 • gvrep.com.br • 43 PHOENIX .............. 11 3340-8888 • phoenixinstrumentos.com.br • 133 ROLAND ....................................... 11 3087-7772 • roland.com.br • 93 ROZINI ........................................... 11 3931-3648 • rozini.com.br • 55 SONOTEC .................................. 18 3941-2022 • sonotec.com.br • 99 TAGIMA ....................................... 11 2915-8900 • tagima.com.br • 95 WASHBURN ............................. 11 3032-5010 • proshows.com.br • 25 YAMAHA ....................... 11 3704-1377 • yamahamusical.com.br • 139 AMPLIFICADORES / ÁUDIO PROFISSIONAL AMI .......................................... 11 4702-0177 • amimusic.com.br • 77 ATTACK ........................................ 43 2102-0100 • attack.com.br • 27 BEHRINGER ........................... 51 3554-3139 • proshows.com.br • 101 BUGERA ................................ 11 3032-5010 • proshows.com.br • 105 CICLOTRON ........................ 14 3604-6000 • ciclotron.com.br • 20, 21 EMINENCE .......................... +1 786 340 8801 • italotrading.com • 103 FRAHM ....................................... 47 3531-8800 • frahm.com.br • 127 GIANNINI .............................. 11 3065-1571 • giannini.com.br • 16, 17 JOYO TECHNOLOGY ................. +86 755 2976 5381 • joyochina.cn • 7 JTS PROFESSIONAL .......................... 11 3624-9148 • jts.com.tw • 18 LL AUDIO .................................. 0800 014 19 18 • llaudio.com.br • 117 LYCO ................................................ 11 3666-5574 • lyco.com.br • 65 METEORO .............11 2443-0088 • amplificadoresmeteoro.com.br • 97 MOUG SOUND .......................11 2636-1118 • mougsound.com.br • 79 PEAVEY ...................................... +1 601 483 5365 • peavey.com • 10 SKP AUDIO ................................. 11 2795-4190 • someco.com.br • 71 ACESSÓRIOS D’ADDARIO ....................... 11 3158-3105 • musical-express.com.br • 5 ELIXIR ........................................ 11 5502-7800 • elixirstrings.com • 13 EMG ................ 61 3629-9400 • emginc.com • condormusic.com.br • 47 ERNIE BALL ............................. 11 5535-2003 • royalmusic.com.br • 2 EVANS .............................. 11 3158-3105 • musical-express.com.br • 3 GIANNINI .............................. 11 3065-1571 • giannini.com.br • 22, 23 GIBRALTAR ......................11 3158-3105 • musical-express.com.br • 51 As empresas abaixo são os anunciantes desta edição. Use estes contatos para obter informações sobre compras e produtos. Para referência, mencione que você obteve o contato por meio da Música Mercado. NIG ...........................................11 4441-8366 • nigmusic.com.br • 107 PLANET WAVES .................. 11 3158-3105 • musical-express.com.br • 111 POWER CLICK ........................ 21 2722-7908 • powerclick.com.br • 29 QVS ........................................... 19 3812-5275 • qvsaudio.com.br • 31 RICO ............................. 11 3158-3105 • musical-express.com.br • 121 SANTO ANGELO .................. 11 2423-2400 • santoangelo.com.br • 91 SPARFLEX ................................. 11 2521-4141 • sparflex.com.br • 140 UNO .................................11 3158-3105 • musical-express.com.br • 69 BATERIA E PERCUSSÃO AQUARIAN ............................ 11 3797-0100 • izzomusical.com.br • 11 ISTANBUL ................ +90 212 886 33 0304 • istanbulcymbals.com • 85 MAPEX ............................... 11 2787-0300 • habro.com.br/mapex • 81 MEINL ................. 43 3324-4405 (Prime) • 92 3234-1588 (C. Borges) • 14 OCTAGON .................... 11 5021-5571 • octagon-cymbals.com.br • 89 ODERY .......................................... 19 3277-0306 • odery.com.br • 53 PRIME MUSIC ..................... 43 3324-4405 • primemusic.com.br • 115 PRO-MARK ..................... 11 3158-3105 • musical-express.com.br • 33 TYCOON .................+1 909 393 5555 • tycoonpercussion.com.br • 123 OUTROS AROBAS MUSIC .................... +33 0953 15 7581 • guitar-pro.com • 19 STUDIO SOUND INTL .............................. studiosoundintl.com • 137 FEIRAS / EVENTOS MUSIKMESSE ............ 11 5403-9500 • messefrankfurtfeiras.com.br • 6 MUSIC CHINA ....... 11 5403-9500 • messefrankfurtfeiras.com.br • 131 NAMM ..............................................+1 760 438 8001 • namm.org • 4 PALM EXPO ...........................+86 10 6409 7408 • palmexpo.com • 12 mm52_contatos.indd 136 21/12/2010 17:47:38
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    138 WWW.MUSICAEMERCADO.COM.BR CINCO PERGUNTAS Paramanter um bom faturamento durante todo o ano, o lojista deve apostar em variedade de produtos Como lidar com a queda das vendas do início do ano Sob um ponto de vista geral, com os gastos de Natal e as férias de dezembro, os primeiros meses doanotendemasermaisfracosparao varejo.Essesfatores,acrescidosdosdé- bitos inerentes ao período, como IPVA, matrícula escolar etc., podem deixar o faturamento das lojas ainda mais crí- tico. Para vencer o problema, o lojista deve ter em mente o quão importante é manter o mix de produtos sempre atualizado, repleto de novidades. A MMconversoucomChanWookMin, sócio-diretor da Interfab Retail Design Ind. e presidente da Popai, empresa especializada em marketing para o va- rejo. Ele trouxe algumas informações sobre a situação geral do setor varejis- ta durante o início do ano e deu dicas sobrecomolidarcomaquedanasven- das do período. Leia a seguir. Como lidar com a queda das vendas no início do ano? Passado o Ano-Novo, é necessário já oferecer produtos diferentes, tendo muito cuidado com a vitrine. Geral- mente, quase tudo que foi exposto no final do ano, inclusive a decoração da loja, possui uma característica temáti- ca, então é bom se livrar de tudo isso no primeiro dia útil do ano e focar em ummixdeprodutosdiferente,afimde criar interesse contínuo dos clientes. Além dos gastos típicos do final e início de ano, quais outros fatores in- fluenciam na diminuição de consumo nesse período? Todo início de ano as pessoas têm despesasfixas,comoavoltaàsaulase IPVA, por exemplo. Ao mesmo tempo em que devemos atentar para esses gastos, temos de levar o consumidor a se preocupar com os próximos even- tos do ano. Dessa forma, o esforço de varejo não pode simplesmente consi- derar os débitos com IPVA, compras de Natal e férias como fatores deter- minantes para a quantidade de ven- das, porque o comércio sempre está concorrendocom todasasoutrasdes- pesas do indivíduo diariamente. Existe prevenção? Há algo que o lo- jista possa fazer para evitar a queda nas vendas do início do ano? Olojistapodeoferecersoluçõeseprodu- tos direcionados a cada época do ano. Prova da eficácia dessa antecipação é que as lojas começam a se preparar para o Natal por volta de outubro. Da mesma maneira, é necessário preparar em janeiro promoções para o retorno do ano letivo e carnaval, por exemplo. Com certeza isso ajudará a compensar qualquer perda financeira que o lojista venhaasofrerapósoAno-Novo. Quais outras sazonalidades interfe- rem negativamente no comporta- mento de consumo? Algumas categorias sofrem um pouco mais com a questão da sazonalidade. Mas, atualmente, vejo muitos PDVs variandoseumixdeprodutosparanão ficarem presos a épocas específicas. Por exemplo, se o comerciante está tra- balhando o tema férias, sabe que assim queelasacabarem,osprodutosrelacio- nados já não podem mais ter destaque naloja,esimprodutosqueantecipemo próximoeventodoano. Quais atitudes o lojista deve tomar para que não dependa apenas de épocas propícias ao consumo a fim de manter um bom faturamento ao longo do ano? Consumidores resolvem as coisas de uma maneira muito prática. Por isso, é preciso oferecer pacotes e soluções em vez de vender somente um pro- duto. Outro ponto é aproveitar todo o espaço da loja para chamar a atenção do cliente. Trocar o material de comu- nicação visual com certa frequência, para que não se torne uma paisagem, também é algo a ser considerado. E o lojista deve sempre manter alguma carga promocional no PDV, por meio de empilhamento de produtos com desconto e destaques em geral.  Para manter um bom faturamento durante todo o ano, balhando o tema férias, sabe que assim Para manter um bom faturamento durante todo o ano, Chan Wook Min, sócio-diretor da Interfab Retail Design Ind. e presidente da Popai mm52_5perguntas.indd 138 18/12/2010 11:06:25
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