O documento estuda a variabilidade genética de matrizes de castanha-do-brasil na Amazônia Mato-grossense por meio de parâmetros genéticos e ganhos com seleção. Os resultados mostraram herdabilidades moderadas para peso/ouriço e peso de sementes/ouriço e alta para número de sementes/ouriço, sugerindo controle genético. A seleção das 10 melhores matrizes revelou predominância do tipo "rosa", proporcionando ganhos genéticos de pelo menos 24,16% para peso/ouriço, 27,44