METAPOPULAÇÕES   OS PRINCÍPIOS DA BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO   Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas – CEFET/RS Pós Graduação em Educação Ambiental   Trabalho de  Carlos, Josiane, Liliana, Nilson, Paulo, Sabino
METAPOPULAÇÃO É definida como uma ”população de populações”, isto é, um grupo de populações locais conectadas por migrações.   Ecólogo norte-americano Richard Levins (1970)   - Migrações, colonizações e extinções
OBJETIVOS Manter a diversidade do planeta nos diferentes ecossistemas, preservando a maior diversidade de organismos pelo maior tempo possível; Manter populações estáveis em pequenos fragmentos;
TEORIAS “ Áreas pequenas e distantes de fontes emissoras de espécies teriam maiores perdas que áreas grandes e próximas”.   “ Uma reserva grande é melhor que muitas pequenas”
ESTUDOS METAPOPULACIONAIS A contribuição das borboletas
Grupo de Ehrlich   -  Certas espécies podem ter distribuições espaciais descontínuas ou seja - Diferentes grupos de indivíduos da mesma espécie podem crescer em unidades de habitat isoladas.
Melitaea Cinxia   Um dos melhores exemplos de estrutura metapopulacional em borboletas é o da espécie Melitaea cinxia, estudada pelo ecólogo finlandês Ilkka Hanski e colaboradores.
Modelo de Levins - A persistência de uma metapopulação, a longo prazo, depende da existência de várias populações relativamente próximas, para garantir o fluxo de indivíduos entre fragmentos.
Amazônia O estudo na Amazônia, em vez de apoiar a idéia de que uma reserva grande é melhor que muitas pequenas, sugere que ambas são necessárias para a conservação de maior número de espécies.
Amazônia Embora esses estudos com borboletas não tenham sido especificamente planejados para verificar a existência de estrutura metapopulacional em espécies desses insetos da Floresta Amazônica de terra firme, seus resultados fornecem subsídios importantes para uma análise metapopulacional.
Lei de Uso da Terra - determina a manutenção de 20% do ambiente original em cada propriedade das regiões Sul e Sudeste; - a preservação das matas primárias. Deve ser incentivado, pois isso garantiria a existência de fragmentos capazes de sustentar metapopulações de animais e plantas.
DIVERSIDADE
Áreas Nativas Correm o risco de sofrer uma lenta transformação de fora para dentro mesmo quando protegidas.
Presentes na Mata Atlântica e no Cerrado, e em boa parte dos ecossistemas do país, nos mangues do norte e nordeste, nas matas de araucária do Paraná. Fragmentação
Refúgio para diversos mamíferos –  roedores e marsupiais. Áreas de 10 hectares
Danos Ambientais da Fragmentação   Áreas tornam-se inviáveis para o habitat de animais e plantas. A complexidade estrutural da floresta desaparece.
ECOSSISTEMAS DIFERENTES REAGEM DE FORMA DIFERENCIADA ÀS PRESSÕES CAUSADAS PELA FRAGMENTAÇÃO. AMAZÔNIA
Conseqüências de Retalhar a Floresta
Redução do habitat para animais e plantas. Observar o quão recortado ou irregular é o perímetro do fragmento florestal que sobrou .
Recorte Sinuoso Maior será a área de contato com a chamada MATRIZ  pior tende a ser o EFEITO DE BORDA  faz com que a vegetação realmente original que sobrou num fragmento ocupe um trecho inferior à sua área total.
Árvores que apreciam luminosidade e crescem depressa se aproveitam para canalizar a borda (cipós e lianas ). 2.
LUGAR ABERTO E VULNERÁVEL, VÊ MAIS ÁRVORES  SEREM TOMBADAS PELO VENTO, ASSIM COMO MUDAS E PLANTAS JOVENS MORTAS PELO CALOR E PELA SECURA. 3.
ANIMAIS ACOSTUMADOS A EXPLORAR ESSES VÁRIOS NÍVEIS SÃO OS MAIS PRÓXIMOS A SUMIR.   4.
5. OS EFEITOS DA BORDA ANDAM DE MÃOS DADAS COM A CAÇA, O CORTE DE ÁRVORES E AS QUEIMAS.
FACILITAM TANTO OS INCÊNDIOS NATURAIS QUANTO AS QUEIMADAS. 6.
Efeito de Borda   A aparente manutenção da diversidade é um jogo de perde – ganha, com os bichos mais à vontade na borda levando a melhor e as espécies típicas do interior da floresta acuadas.  Rato do mato (Akodon Cursor), roedor que se adapta bem a condições abertas e representa mais de 80% dos roedores da bacia do rio Macau, no Rio de janeiro, mas só 30% em regiões de mata contínua do bioma.
Exemplo De 1990 a 1998, o vale do rio Paraná perdeu dois terços de sua floresta seca para a criação de gado, incluindo árvores ameaçadas, como a cerejeira (Amburana cearensis) e o cedro (Cedrela fissilis). Os efeitos de borda parecem não ser tão importantes nesse tipo de formação vegetal, como de resto em quase todo o cerrado, mas sua natureza fragmentada original torna especialmente complicado afeta-la ainda mais, afirma o pesquisador.
No Rio de Janeiro, o tráfico ilegal de animais silvestres ajudou a introduzir o mico–estrela (Callithrix jacchus), macaco do nordeste que parece estar competindo com seu parente fluminense. Brigas entre adultos das duas espécies já foram registradas, mas o pior é que o mico–estrela também anda trazendo doenças ligadas à sua proximidade com ambientes muito influenciados por seres humanos, como a herpes e, talvez a doença de chagas, antes nunca registrado em micos-leões da região.   INTRODUÇÃO DE NOVAS ESPÉCIES
  Uma população fragmentada fica menos viável porque seus membros tendem a trocar menos genes com seus companheiros de espécies mais distantes e mais genes com os mais próximos, num processo que pode gerar várias populações geneticamente homogêneas. Com menos variedades em seu DNA, a tendência é que elas percam versões de genes que poderiam ser úteis para lidar com os desafios impostos pelas mudanças ambientais e, portanto, corram o risco maior de desaparecer.   FRAGMENTAÇÃO DAS POPULAÇÕES
A maioria dos estudos sobre fragmentação no Brasil não conseguiu demonstrar esse efeito nocivo do processo, em parte porque a escala de tempo é pequena demais, pois animais e plantas tendem a se modificar geneticamente devagar, ao longo do chamado tempo geológico (milhares ou milhões de anos). Porém, na região de Vilhena (Rondônia), foi comparado à retalhação recente do bioma, feita por seres humanos , nas proximidades de Brasília, para entender como o processo afetou o sapo-cachorro (Physalaemus cuvieri), anfíbio bastante comum e tolerante às alterações ambientais.
Nos fragmentos recentes, a diversidade genética do sapo-cachorro ainda não parece ter tido tempo de ser afetada, mas nos de Vilhena (formados a cerca de 4.000 anos), especialmente nos de tamanho inferior a 1.000 hectares, houve redução preocupante da diversidade genética da população do anfíbio, em torno de 30%.
Espécies Carismáticas Mico-leão-dourado Mico-leão-preto
Plantio de Bosques Existe grande incentivo para o plantio dos bosques, pela sombra que trazem, pelas árvores frutíferas e, em alguns casos, pelo consórcio da agricultura perene com a floresta.
Agricultura Promoveu na década de 70, uma devastação das matas em áreas de preservação; A revegetação é obrigatória por lei, e é uma contribuição de interesse de toda comunidade.
Florestas Tropicais Os animais são responsáveis pela dispersão de mais de 75% das espécies nas florestas tropicais.
Exemplos A  gralha – azul  derruba as sementes do pinheiro-do-paraná, e da  gralha-picaça , que as semeia, enterrando os pinhões para comer mais tarde.
Exemplo O  bugio  é um grande plantador de mandiocão, usado para fazer palitos de fósforo.
Biodiversidade A destruição de uma árvore interrompe ou altera a cadeia alimentar. Uma floresta precisa de muitos tipos de animais, para que todos os seres vivos estejam em equilíbrio, essa riqueza chama-se de  biodiversidade.

MetapopulaçõEs

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    METAPOPULAÇÕES OS PRINCÍPIOS DA BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas – CEFET/RS Pós Graduação em Educação Ambiental Trabalho de Carlos, Josiane, Liliana, Nilson, Paulo, Sabino
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    METAPOPULAÇÃO É definidacomo uma ”população de populações”, isto é, um grupo de populações locais conectadas por migrações. Ecólogo norte-americano Richard Levins (1970) - Migrações, colonizações e extinções
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    OBJETIVOS Manter adiversidade do planeta nos diferentes ecossistemas, preservando a maior diversidade de organismos pelo maior tempo possível; Manter populações estáveis em pequenos fragmentos;
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    TEORIAS “ Áreaspequenas e distantes de fontes emissoras de espécies teriam maiores perdas que áreas grandes e próximas”. “ Uma reserva grande é melhor que muitas pequenas”
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    ESTUDOS METAPOPULACIONAIS Acontribuição das borboletas
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    Grupo de Ehrlich - Certas espécies podem ter distribuições espaciais descontínuas ou seja - Diferentes grupos de indivíduos da mesma espécie podem crescer em unidades de habitat isoladas.
  • 7.
    Melitaea Cinxia Um dos melhores exemplos de estrutura metapopulacional em borboletas é o da espécie Melitaea cinxia, estudada pelo ecólogo finlandês Ilkka Hanski e colaboradores.
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    Modelo de Levins- A persistência de uma metapopulação, a longo prazo, depende da existência de várias populações relativamente próximas, para garantir o fluxo de indivíduos entre fragmentos.
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    Amazônia O estudona Amazônia, em vez de apoiar a idéia de que uma reserva grande é melhor que muitas pequenas, sugere que ambas são necessárias para a conservação de maior número de espécies.
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    Amazônia Embora essesestudos com borboletas não tenham sido especificamente planejados para verificar a existência de estrutura metapopulacional em espécies desses insetos da Floresta Amazônica de terra firme, seus resultados fornecem subsídios importantes para uma análise metapopulacional.
  • 11.
    Lei de Usoda Terra - determina a manutenção de 20% do ambiente original em cada propriedade das regiões Sul e Sudeste; - a preservação das matas primárias. Deve ser incentivado, pois isso garantiria a existência de fragmentos capazes de sustentar metapopulações de animais e plantas.
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    Áreas Nativas Corremo risco de sofrer uma lenta transformação de fora para dentro mesmo quando protegidas.
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    Presentes na MataAtlântica e no Cerrado, e em boa parte dos ecossistemas do país, nos mangues do norte e nordeste, nas matas de araucária do Paraná. Fragmentação
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    Refúgio para diversosmamíferos – roedores e marsupiais. Áreas de 10 hectares
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    Danos Ambientais daFragmentação Áreas tornam-se inviáveis para o habitat de animais e plantas. A complexidade estrutural da floresta desaparece.
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    ECOSSISTEMAS DIFERENTES REAGEMDE FORMA DIFERENCIADA ÀS PRESSÕES CAUSADAS PELA FRAGMENTAÇÃO. AMAZÔNIA
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    Redução do habitatpara animais e plantas. Observar o quão recortado ou irregular é o perímetro do fragmento florestal que sobrou .
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    Recorte Sinuoso Maiorserá a área de contato com a chamada MATRIZ pior tende a ser o EFEITO DE BORDA faz com que a vegetação realmente original que sobrou num fragmento ocupe um trecho inferior à sua área total.
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    Árvores que apreciamluminosidade e crescem depressa se aproveitam para canalizar a borda (cipós e lianas ). 2.
  • 22.
    LUGAR ABERTO EVULNERÁVEL, VÊ MAIS ÁRVORES SEREM TOMBADAS PELO VENTO, ASSIM COMO MUDAS E PLANTAS JOVENS MORTAS PELO CALOR E PELA SECURA. 3.
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    ANIMAIS ACOSTUMADOS AEXPLORAR ESSES VÁRIOS NÍVEIS SÃO OS MAIS PRÓXIMOS A SUMIR. 4.
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    5. OS EFEITOSDA BORDA ANDAM DE MÃOS DADAS COM A CAÇA, O CORTE DE ÁRVORES E AS QUEIMAS.
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    FACILITAM TANTO OSINCÊNDIOS NATURAIS QUANTO AS QUEIMADAS. 6.
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    Efeito de Borda  A aparente manutenção da diversidade é um jogo de perde – ganha, com os bichos mais à vontade na borda levando a melhor e as espécies típicas do interior da floresta acuadas. Rato do mato (Akodon Cursor), roedor que se adapta bem a condições abertas e representa mais de 80% dos roedores da bacia do rio Macau, no Rio de janeiro, mas só 30% em regiões de mata contínua do bioma.
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    Exemplo De 1990a 1998, o vale do rio Paraná perdeu dois terços de sua floresta seca para a criação de gado, incluindo árvores ameaçadas, como a cerejeira (Amburana cearensis) e o cedro (Cedrela fissilis). Os efeitos de borda parecem não ser tão importantes nesse tipo de formação vegetal, como de resto em quase todo o cerrado, mas sua natureza fragmentada original torna especialmente complicado afeta-la ainda mais, afirma o pesquisador.
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    No Rio deJaneiro, o tráfico ilegal de animais silvestres ajudou a introduzir o mico–estrela (Callithrix jacchus), macaco do nordeste que parece estar competindo com seu parente fluminense. Brigas entre adultos das duas espécies já foram registradas, mas o pior é que o mico–estrela também anda trazendo doenças ligadas à sua proximidade com ambientes muito influenciados por seres humanos, como a herpes e, talvez a doença de chagas, antes nunca registrado em micos-leões da região. INTRODUÇÃO DE NOVAS ESPÉCIES
  • 29.
      Uma populaçãofragmentada fica menos viável porque seus membros tendem a trocar menos genes com seus companheiros de espécies mais distantes e mais genes com os mais próximos, num processo que pode gerar várias populações geneticamente homogêneas. Com menos variedades em seu DNA, a tendência é que elas percam versões de genes que poderiam ser úteis para lidar com os desafios impostos pelas mudanças ambientais e, portanto, corram o risco maior de desaparecer. FRAGMENTAÇÃO DAS POPULAÇÕES
  • 30.
    A maioria dosestudos sobre fragmentação no Brasil não conseguiu demonstrar esse efeito nocivo do processo, em parte porque a escala de tempo é pequena demais, pois animais e plantas tendem a se modificar geneticamente devagar, ao longo do chamado tempo geológico (milhares ou milhões de anos). Porém, na região de Vilhena (Rondônia), foi comparado à retalhação recente do bioma, feita por seres humanos , nas proximidades de Brasília, para entender como o processo afetou o sapo-cachorro (Physalaemus cuvieri), anfíbio bastante comum e tolerante às alterações ambientais.
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    Nos fragmentos recentes,a diversidade genética do sapo-cachorro ainda não parece ter tido tempo de ser afetada, mas nos de Vilhena (formados a cerca de 4.000 anos), especialmente nos de tamanho inferior a 1.000 hectares, houve redução preocupante da diversidade genética da população do anfíbio, em torno de 30%.
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    Plantio de BosquesExiste grande incentivo para o plantio dos bosques, pela sombra que trazem, pelas árvores frutíferas e, em alguns casos, pelo consórcio da agricultura perene com a floresta.
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    Agricultura Promoveu nadécada de 70, uma devastação das matas em áreas de preservação; A revegetação é obrigatória por lei, e é uma contribuição de interesse de toda comunidade.
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    Florestas Tropicais Osanimais são responsáveis pela dispersão de mais de 75% das espécies nas florestas tropicais.
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    Exemplos A gralha – azul derruba as sementes do pinheiro-do-paraná, e da gralha-picaça , que as semeia, enterrando os pinhões para comer mais tarde.
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    Exemplo O bugio é um grande plantador de mandiocão, usado para fazer palitos de fósforo.
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    Biodiversidade A destruiçãode uma árvore interrompe ou altera a cadeia alimentar. Uma floresta precisa de muitos tipos de animais, para que todos os seres vivos estejam em equilíbrio, essa riqueza chama-se de biodiversidade.