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Climatério

         Bianca Ruffo
         Dario Hart
         Felipe Sampaio
         Maria Marta Sabra
         Pedro Castro
Climatério
Climatério :
 da atividade Gonadal
• Term. na senectude (senilidade) – 65a
Perimenopausa

Menopausa

Pós-menopausa
Climatério
Climatério

Perimenopausa :
• Primeiros sinais de FO  diagnóstico da
  menopausa
Menopausa

Pós-menopausa
Climatério
Climatério

Perimenopausa

Menopausa :
• Última menstruação (FO)
• 51 anos ( 40/55)


Pós-menopausa
Climatério
Climatério

Perimenopausa

Menopausa

Pós-menopausa:
• Menopausa  Senilidade (65a)
Ciclo Menstrual

                         LH
Hipotalamo    Hipofise
                               Ovario
                         FSH
Ciclo Menstrual

                                     LH
Hipotalamo   Hipofise
                                              Ovario
                                     FSH


                    FSH                    LH
                                           Form. Corpo
                         RECRUTAMENTO
                                              Luteo


                        And  E2            androgenio


                            
                        Receptores
                           LH
Ciclo Menstrual

                               LH
Hipotalamo   Hipófise
                                       Ovário
                              FSH




                             E2


     FSH               Progesterona


                         Inibina A/B
Perimenopausa

                                                                    Ciclos
 Foliculos    Inibina         FSH         Resistencia
                                                             longos/anovulatorios




                          Aceleração da                     Irregularidade
                          Perda folicular


                                                                 
                              E2 N/                        Progesterona
Perimenopausa
Ciclo irregular
• Ciclos anovulatórios
• Resistência folicular
Sangramento Uterino Anormal
• E2 N x Prog 

Depressão, ansiedade, irritabilidade
• Aceitação da velhice
Menopausa
 Falência ovariana
 Função ovariana x ovulação
 Alt. nível, produção e função hormonal


 Diagnóstico após 1 ano*
 * Atualmente: amenorreia + FHS + inibina
   Confimação: teste da Progesterona ø e E2/P ✔
Menopausa
Estrogênio

Andrógenos
 foliculo  estroma ovariano
• Estímulo gonadotrofico
• Produção de testosterona e androstenediona
Progesterona

Gonadotrofinas
Menopausa
Estrogênio
•   Adrenais e estroma ovariano
•   androgenios  Estrona
•   Musculo, figado, tec. Adiposo
•   Princ. responsavel pelas morbidades

Andrógenos

Progesterona

Gonadotrofinas
Menopausa
Estrogênio

Andrógenos

Progesterona
• Sem feedback :  FSH e LH

Gonadotrofinas
Menopausa
Estrogênio

Andrógenos

Progesterona

Gonadotrofinas
 FSH e LH
Pós-Menopausa
Alt. vasomotoras: (“fogachos”)

 •   Alt. hipotalamica por ø E2
 •   Episodios de 1min até 30x/dia; noite
 •   Rubor: face, tórax
 •   Calor, palpitação, sudorese
 •   Tax:  1-1.7°C


Distúrbios do sono

Libido e alt. do humor

Alt.atróficas

Dç Cardiovascular e óssea
Pós-Menopausa
Alt. vasomotoras: (“fogachos”)

Distúrbios do sono

Libido e alt. do humor

Alt.atróficas

Dç cardiovascular e Óssea
Pós-Menopausa
Alt. vasomotoras: (“fogachos”)

Distúrbios do sono

Libido e alt. do humor

Alt.atróficas
 •         Espessura vagina
 •         Elasticidade/estreitamento
   •       Enrugamento
     •     Secreções vaginais
 • Aumento do pH >5
 • * Alt. Urinárias

Dç cardiovascular e Óssea
Doença Cardiovascular
         e
    Osteoporose
Doença Cardiovascular
 Principal causa de morte em mulheres no período pós-menopáusico



 Estrogênio desenvolve papel protetor contra a formação de placas
   ateromatosas



 Suposto efeito protetor cardiovascular da TRH (terapia de reposição
   hormonal)



 Após a realização de diversos estudos sobre os efeitos da terapia de TRH,
   obtendo resultados negativos, não existe indicação para a prescrição de TRH
   com objetivo de prevenção primária ou secundária de DCV.
Doença Cardiovascular
 Proteção estrogênica contra DCV:

-   Diminuição do colesterol total e do     -   Inibição do crescimento e migração
    LDL e aumento do HDL                        do músculo liso vascular

-   Efeitos anti-ateroscleróticos diretos   -   Proteção das células endoteliais
    (“remodelamento coronariano”)
                                            -   Inibição da oxidação do colesterol
-   Anti-agregação plaquetária e                LDL em macrófagos (foam cells)
    produção endotelial de substâncias
    vasoativas                              -   Redução dos níveis de renina e ECA

-   Ações inotrópicas cardiovasculares      -   Secreção de óxido nítrico

-   Redução da resistência insulínica

-   Propriedades anti-oxidantes

-   Estímulo à fibrinólise
Osteoporose
 Fisiopatologia:


   Metabolismo ósseo normal : equilíbro entre a ação de
    osteoclastos (reabsorção óssea) e osteoblastos
    (formação óssea).
   Deficiência estrogênica induz a liberação de fatores
    teciduais, como IL– e IL-6, PGE2 e TNF-alfa, que
    estimulam uma maior atividade osteclástica, aumentando
    a reabsorção óssea.
Osteoporose
 Redução da massa óssea
 Alteração na microestrutura óssea
 Fragilidade óssea (fraturas)
 Avaliação da osteoporose na menopausa:
   Avaliar os fatores de risco de fraturas
   Determinar a densitometria óssea da coluna e do fêmur
   Avaliar as causas secundárias nos casos mais graves ou
    imprevistos
Osteoporose
 Fatores de Risco para fraturas osteoporóticas:
         MODIFICÁVEIS
                                          IMODIFICÁVEIS
  -   Tabagismo corrente
  -   Baixo peso (IMC < 19)         -   Qualquer fratura na idade
  -   Menopausa < 45 anos               adulta
  -   Ooforectomia bilateral        -   Fratura familiar de
  -   Amenorréia > 1 ano na             primeiro grau
      menacme                       -   Raça branca
  -   Baixa ingestão de cálcio na   -   Idade avançada (>65 anos)
      vida                          -   Mulheres
  -   Alcoolismo                    -   Demência
  -   Limitação visual
  -   Quedas repetidas
  -   Sedentarismo
  -   Saúde afetada /
      enfraquecimento
Osteoporose
 Identificação de mulheres perimenopáusicas com risco
  de osteoporose:

 Medida da massa óssea por Densitometria Óssea por
  Raio X duo-energético (DO por DXA)

 Utilizar o valor mais baixo da:
     Coluna lombar L1 a L4 AP
     Fêmur proximal

 Critérios densitométricos:
     Normal – escore T até -1
     Osteopenia – escore T entre -1 e -2,5
     Osteoporose – escore T = ou além de -2,5
Osteoporose
 Causas secundárias de
  osteoporose: (20% da mulheres
  pós-menopáusicas)


   Hipogonadismos: primário e
      secundário                   Dçs inflamatórias intestinais
     Hiperparatireoidismo            (redução absorção)
     Hipertireoidismo               Tabagismo
     Síndrome de Cushing            Alcoolismo
     Prolactinomas                  Neoplasias
     Acromegalia                    Outras...
Terapia de Reposição
      Hormonal
Objetivos do Tratamento
 Reestabelecer a qualidade de vida e a saúde física,
  emocional e psíquica da paciente em climatério e em
  decaimento hormonal.

 Minimizar riscos à morbidades que reduziriam a
  qualidade da mesma.

 Aliviar os sintomas do climatério

   Osteoporose/Fraturas
   Doença Aterosclerótica Coronariana/IAM
Avaliação Inicial
 Colpocitologia
 Mamografia
 US Transvaginal
 Colesterol
 Glicemia
 Dosagem TSH
 Densitometria Óssea(DEXA)
CONTRA-INDICAÇÕES
           ABSOLUTAS A TH
 Câncer de mama ou lesão suspeita
  ainda sem diagnóstico
 Hiperplasia ductal atípica na mama
 Doença isquêmica cerebral/cardíaca
  recente
 Doença tromboembólica recente
 Hepatopatia grave ou recente
 Sangramento vaginal de causa não
  estabelecida
CONTRA-INDICAÇÕES
         RELATIVAS A TRH
 Miomatose uterina,
 Endometriose,
 Hipertensão grave,
 Edemas de origem renal ou
  cardíaco
 Pancreatites
 Epilepsias,
 História de enxaquecas persistentes
  apesar de tratamento.
ESQUEMAS
           DE TERAPIA HORMONAL
    Esquema A                                       Esquema B
 Uso ininterrupto do estrogênio       Inicia-se   a reposição      com
   puro.                                 Estrógeno por 21 dias seguido de
                                         Prostágeno nos 10-12 últimos
 Efeito  Colateral:    Hiperplasia      dias. Interrupção por 7 dias e
   Endometrial                           retorno do esquema cíclico e
                                         sequencial
 Indicação:Pacientes
   Histerectomizadas.                  Ocorre sangramento de privação
                                         em 80-90% das pacientes.(Assim
                                         como volta dos sintomas da
                                         menopausa)

                                       Sangramentos anterior ao 10º dia
                                         sugerem reajuste de dose ou
                                         hiperplasia endometrial

                                       Indicação:Perimenopausa
ESQUEMAS
        DE TERAPIA HORMONAL
          Esquema C
 Uso ininterrupto de estrogênio em baixa dose
   associado a progestogênio também em baixa
   dose
 40-60% de sangramento nos primeiros seis
   meses de uso e 20% de escape no primeiro
   ano.
 A progesterogênio controla a hiperplasia
   endometrial e o sangramento.
 Indicação: Pacientes Menopausadas após 2
   anos de Amenorréia
TRH Tópica
 Alivio aos sintomas                Os cremes vaginais em geral são
  Vulvovaginais:                      usados três vezes por semana
                                      nos primeiros dois meses
   Dispareunia
   Resssecamento                    Depois uma ou duas vezes por
                                      semana como manutenção
   Atrofias( Ex:Vagina Atrófica)
 Atenção à ação sistêmica
 Uso diário também leva à
  Hiperplasia Endometrial
Adesão ao Tratamento
 Desconhecimento dos             Situações clínicas especiais
  Benefícios
                                  Efeitos Colaterais
 Cancerofobia                        Sangramento Vaginal
   Só relacionado com câncer         Ganho de Peso
    de Mama quando já há:             Cefaléia
     Predisposição
                                      Desconforto mamário
      genética/Familiar
     Câncer Mamário Prévio
     Tratamento por mais de 5
      anos
     Tumor benigno + TRH por
      mais de 10 anos
TERAPIAS ALTERNATIVAS
TERAPIAS
       ALTERNATIVAS - Fogacho
 GABAPENTINA
     Agonista de GABA.
     Efeitos colaterais:aumenta a prolactina levando a
      galactorréia, sedação e sonolência.


 CLONIDINA
     Agonistas de receptores alfa-adrenérgicos
     Esta estimulação do Alfa2 causa um "feedback" inibidor
      da própria liberação da norepinefrina.
     Efeitos colaterais: cefaléia, secura bucal,depressão.


 ESCITALOPRAM
     Inibidor de recaptação de serotonina
     Efeitos Colaterais: Insônia, Xerostomia, Enjôo.
TERAPIAS
   ALTERNATIVAS - Obesidade
 Exercícios Físicos:                    Nutrição
    A      caminhada       constitui      Dietas hipocalóricas entorno
     excelente             exercício,       de 1200kcal/dia
     principalmente para os ossos          Substituição de alimentos
     dos membros inferiores e da            ricos    em    colesterol   e
     coluna vertebral.                      carboidratos   simples    por
    Deve-se andar no mínimo 45             alimentos ricos carboidratos
     minutos três       vezes    por        compostos(derivados        de
     semana, em velocidade maior            grãos, cereais, vegetais e
     que a usada para passear, de           frutas)
     preferência        ao       sol,
     fotossíntese da vitamina D.
                                           Aumento       da Ingestão de
    Aumenta fração HDL do                   Fibras        Vegetais(Controle
     Colesterol                              glicêmico, trânsito intestinal...)
    Controle      da        Doença
     Cardiovascular
TERAPIAS
    ALTERNATIVAS – Massa Óssea
   CÁLCIO
     Deter a perda óssea
     Administrar com alimentos
     Carbonatos, lactato e gluconato de cálcio

   CALCITONINA
     Peptídeo sintetizado e excretado pelas células C da tireóide,
     Impede a reabsorção óssea a nível de osteoclastos.
     Indicada para pacientes com alto nível de reabsorção óssea,
     Administração subcutânea, intra-muscular e intra-nasal

   BIFOSFONATOS
     Inibidores de reabsorção óssea,
     Diminuem a frequência de ativação dos osteoclastos,
     Etidronato e alendronato Sódio – V.O e IM

   VITAMINA D
     Dose recomendada 400 UI/dia,
     Calcitriol e Calcidiol
Osteoporose
 Outras considerações:
   Ingestão de alimentos ricos em cálcio ou, quando
    necessário, suplementação (1,2 a 1,5g/dia)
   Pacientes > 65 anos: suplementação vitamina D
   Programa de exercícios físicos
   Prevenção de fraturas: reposição estrogênica,
    bifosfonados, raloxifeno ou calcitonina nasal
Bibliografia
 Marinho RM, Fernandes CE, Wehba S, Pinto Neto AM, Baracat EC - Atenção
    Primária e Terapia de Reposição Hormonal no Climatério - Federação Brasileira
    das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia – Projeto Diretrizes, 16 de Junho de
    2010.            Acessado             em             19/09/2011.        Disponível:
    http://www.febrasgo.org.br/arquivos/diretrizes/034.pdf
    http://www.itarget.com.br/newclients/sggo.com.br/2008/extra/download/manualCLIMAT
    ERIO

   DE LORENZI, Dino Roberto Soares; BARACAT, Edmund Chada; SACILOTO,
    Bruno and PADILHA JR., Irineu. Fatores associados à qualidade de vida após
    menopausa. Rev. Assoc. Med. Bras. [online]. 2006, vol.52, n.5 [cited 2011-09-22], pp.
    312-317                       .                     Available                  from:
    <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
    42302006000500017&lng=en&nrm=iso>.                         ISSN               0104-
    4230. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302006000500017.

   Lynch C. Vaginal estrogen therapy for the treatment of atrophic vaginitis. J.Womens
    Health (Larchmt). 2009;18(10):1595-606

   Rotinas em Ginecologia - 5.ed. Fernando Freitas e cols. – Capítulo 51: Climatério

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Climatério

  • 1. Climatério Bianca Ruffo Dario Hart Felipe Sampaio Maria Marta Sabra Pedro Castro
  • 2. Climatério Climatério :  da atividade Gonadal • Term. na senectude (senilidade) – 65a Perimenopausa Menopausa Pós-menopausa
  • 3. Climatério Climatério Perimenopausa : • Primeiros sinais de FO  diagnóstico da menopausa Menopausa Pós-menopausa
  • 4. Climatério Climatério Perimenopausa Menopausa : • Última menstruação (FO) • 51 anos ( 40/55) Pós-menopausa
  • 6. Ciclo Menstrual LH Hipotalamo Hipofise Ovario FSH
  • 7. Ciclo Menstrual LH Hipotalamo Hipofise Ovario FSH FSH LH Form. Corpo  RECRUTAMENTO Luteo And  E2  androgenio  Receptores LH
  • 8. Ciclo Menstrual LH Hipotalamo Hipófise Ovário FSH E2  FSH Progesterona Inibina A/B
  • 9. Perimenopausa Ciclos  Foliculos  Inibina  FSH  Resistencia longos/anovulatorios Aceleração da Irregularidade Perda folicular  E2 N/ Progesterona
  • 10. Perimenopausa Ciclo irregular • Ciclos anovulatórios • Resistência folicular Sangramento Uterino Anormal • E2 N x Prog  Depressão, ansiedade, irritabilidade • Aceitação da velhice
  • 11. Menopausa  Falência ovariana  Função ovariana x ovulação  Alt. nível, produção e função hormonal  Diagnóstico após 1 ano*  * Atualmente: amenorreia + FHS + inibina  Confimação: teste da Progesterona ø e E2/P ✔
  • 12. Menopausa Estrogênio Andrógenos  foliculo  estroma ovariano • Estímulo gonadotrofico • Produção de testosterona e androstenediona Progesterona Gonadotrofinas
  • 13. Menopausa Estrogênio • Adrenais e estroma ovariano • androgenios  Estrona • Musculo, figado, tec. Adiposo • Princ. responsavel pelas morbidades Andrógenos Progesterona Gonadotrofinas
  • 16. Pós-Menopausa Alt. vasomotoras: (“fogachos”) • Alt. hipotalamica por ø E2 • Episodios de 1min até 30x/dia; noite • Rubor: face, tórax • Calor, palpitação, sudorese • Tax:  1-1.7°C Distúrbios do sono Libido e alt. do humor Alt.atróficas Dç Cardiovascular e óssea
  • 17. Pós-Menopausa Alt. vasomotoras: (“fogachos”) Distúrbios do sono Libido e alt. do humor Alt.atróficas Dç cardiovascular e Óssea
  • 18. Pós-Menopausa Alt. vasomotoras: (“fogachos”) Distúrbios do sono Libido e alt. do humor Alt.atróficas • Espessura vagina • Elasticidade/estreitamento • Enrugamento • Secreções vaginais • Aumento do pH >5 • * Alt. Urinárias Dç cardiovascular e Óssea
  • 19. Doença Cardiovascular e Osteoporose
  • 20. Doença Cardiovascular  Principal causa de morte em mulheres no período pós-menopáusico  Estrogênio desenvolve papel protetor contra a formação de placas ateromatosas  Suposto efeito protetor cardiovascular da TRH (terapia de reposição hormonal)  Após a realização de diversos estudos sobre os efeitos da terapia de TRH, obtendo resultados negativos, não existe indicação para a prescrição de TRH com objetivo de prevenção primária ou secundária de DCV.
  • 21. Doença Cardiovascular  Proteção estrogênica contra DCV: - Diminuição do colesterol total e do - Inibição do crescimento e migração LDL e aumento do HDL do músculo liso vascular - Efeitos anti-ateroscleróticos diretos - Proteção das células endoteliais (“remodelamento coronariano”) - Inibição da oxidação do colesterol - Anti-agregação plaquetária e LDL em macrófagos (foam cells) produção endotelial de substâncias vasoativas - Redução dos níveis de renina e ECA - Ações inotrópicas cardiovasculares - Secreção de óxido nítrico - Redução da resistência insulínica - Propriedades anti-oxidantes - Estímulo à fibrinólise
  • 22. Osteoporose  Fisiopatologia:  Metabolismo ósseo normal : equilíbro entre a ação de osteoclastos (reabsorção óssea) e osteoblastos (formação óssea).  Deficiência estrogênica induz a liberação de fatores teciduais, como IL– e IL-6, PGE2 e TNF-alfa, que estimulam uma maior atividade osteclástica, aumentando a reabsorção óssea.
  • 23. Osteoporose  Redução da massa óssea  Alteração na microestrutura óssea  Fragilidade óssea (fraturas)  Avaliação da osteoporose na menopausa:  Avaliar os fatores de risco de fraturas  Determinar a densitometria óssea da coluna e do fêmur  Avaliar as causas secundárias nos casos mais graves ou imprevistos
  • 24. Osteoporose  Fatores de Risco para fraturas osteoporóticas: MODIFICÁVEIS IMODIFICÁVEIS - Tabagismo corrente - Baixo peso (IMC < 19) - Qualquer fratura na idade - Menopausa < 45 anos adulta - Ooforectomia bilateral - Fratura familiar de - Amenorréia > 1 ano na primeiro grau menacme - Raça branca - Baixa ingestão de cálcio na - Idade avançada (>65 anos) vida - Mulheres - Alcoolismo - Demência - Limitação visual - Quedas repetidas - Sedentarismo - Saúde afetada / enfraquecimento
  • 25. Osteoporose  Identificação de mulheres perimenopáusicas com risco de osteoporose:  Medida da massa óssea por Densitometria Óssea por Raio X duo-energético (DO por DXA)  Utilizar o valor mais baixo da:  Coluna lombar L1 a L4 AP  Fêmur proximal  Critérios densitométricos:  Normal – escore T até -1  Osteopenia – escore T entre -1 e -2,5  Osteoporose – escore T = ou além de -2,5
  • 26. Osteoporose  Causas secundárias de osteoporose: (20% da mulheres pós-menopáusicas)  Hipogonadismos: primário e secundário  Dçs inflamatórias intestinais  Hiperparatireoidismo (redução absorção)  Hipertireoidismo  Tabagismo  Síndrome de Cushing  Alcoolismo  Prolactinomas  Neoplasias  Acromegalia  Outras...
  • 27.
  • 29. Objetivos do Tratamento  Reestabelecer a qualidade de vida e a saúde física, emocional e psíquica da paciente em climatério e em decaimento hormonal.  Minimizar riscos à morbidades que reduziriam a qualidade da mesma.  Aliviar os sintomas do climatério  Osteoporose/Fraturas  Doença Aterosclerótica Coronariana/IAM
  • 30. Avaliação Inicial  Colpocitologia  Mamografia  US Transvaginal  Colesterol  Glicemia  Dosagem TSH  Densitometria Óssea(DEXA)
  • 31. CONTRA-INDICAÇÕES ABSOLUTAS A TH  Câncer de mama ou lesão suspeita ainda sem diagnóstico  Hiperplasia ductal atípica na mama  Doença isquêmica cerebral/cardíaca recente  Doença tromboembólica recente  Hepatopatia grave ou recente  Sangramento vaginal de causa não estabelecida
  • 32. CONTRA-INDICAÇÕES RELATIVAS A TRH  Miomatose uterina,  Endometriose,  Hipertensão grave,  Edemas de origem renal ou cardíaco  Pancreatites  Epilepsias,  História de enxaquecas persistentes apesar de tratamento.
  • 33. ESQUEMAS DE TERAPIA HORMONAL Esquema A Esquema B  Uso ininterrupto do estrogênio  Inicia-se a reposição com puro. Estrógeno por 21 dias seguido de Prostágeno nos 10-12 últimos  Efeito Colateral: Hiperplasia dias. Interrupção por 7 dias e Endometrial retorno do esquema cíclico e sequencial  Indicação:Pacientes Histerectomizadas.  Ocorre sangramento de privação em 80-90% das pacientes.(Assim como volta dos sintomas da menopausa)  Sangramentos anterior ao 10º dia sugerem reajuste de dose ou hiperplasia endometrial  Indicação:Perimenopausa
  • 34. ESQUEMAS DE TERAPIA HORMONAL Esquema C  Uso ininterrupto de estrogênio em baixa dose associado a progestogênio também em baixa dose  40-60% de sangramento nos primeiros seis meses de uso e 20% de escape no primeiro ano.  A progesterogênio controla a hiperplasia endometrial e o sangramento.  Indicação: Pacientes Menopausadas após 2 anos de Amenorréia
  • 35. TRH Tópica  Alivio aos sintomas  Os cremes vaginais em geral são Vulvovaginais: usados três vezes por semana nos primeiros dois meses  Dispareunia  Resssecamento  Depois uma ou duas vezes por semana como manutenção  Atrofias( Ex:Vagina Atrófica)  Atenção à ação sistêmica  Uso diário também leva à Hiperplasia Endometrial
  • 36. Adesão ao Tratamento  Desconhecimento dos  Situações clínicas especiais Benefícios  Efeitos Colaterais  Cancerofobia  Sangramento Vaginal  Só relacionado com câncer  Ganho de Peso de Mama quando já há:  Cefaléia  Predisposição  Desconforto mamário genética/Familiar  Câncer Mamário Prévio  Tratamento por mais de 5 anos  Tumor benigno + TRH por mais de 10 anos
  • 38. TERAPIAS ALTERNATIVAS - Fogacho  GABAPENTINA  Agonista de GABA.  Efeitos colaterais:aumenta a prolactina levando a galactorréia, sedação e sonolência.  CLONIDINA  Agonistas de receptores alfa-adrenérgicos  Esta estimulação do Alfa2 causa um "feedback" inibidor da própria liberação da norepinefrina.  Efeitos colaterais: cefaléia, secura bucal,depressão.  ESCITALOPRAM  Inibidor de recaptação de serotonina  Efeitos Colaterais: Insônia, Xerostomia, Enjôo.
  • 39. TERAPIAS ALTERNATIVAS - Obesidade  Exercícios Físicos:  Nutrição  A caminhada constitui  Dietas hipocalóricas entorno excelente exercício, de 1200kcal/dia principalmente para os ossos  Substituição de alimentos dos membros inferiores e da ricos em colesterol e coluna vertebral. carboidratos simples por  Deve-se andar no mínimo 45 alimentos ricos carboidratos minutos três vezes por compostos(derivados de semana, em velocidade maior grãos, cereais, vegetais e que a usada para passear, de frutas) preferência ao sol, fotossíntese da vitamina D.  Aumento da Ingestão de  Aumenta fração HDL do Fibras Vegetais(Controle Colesterol glicêmico, trânsito intestinal...)  Controle da Doença Cardiovascular
  • 40. TERAPIAS ALTERNATIVAS – Massa Óssea  CÁLCIO  Deter a perda óssea  Administrar com alimentos  Carbonatos, lactato e gluconato de cálcio  CALCITONINA  Peptídeo sintetizado e excretado pelas células C da tireóide,  Impede a reabsorção óssea a nível de osteoclastos.  Indicada para pacientes com alto nível de reabsorção óssea,  Administração subcutânea, intra-muscular e intra-nasal  BIFOSFONATOS  Inibidores de reabsorção óssea,  Diminuem a frequência de ativação dos osteoclastos,  Etidronato e alendronato Sódio – V.O e IM  VITAMINA D  Dose recomendada 400 UI/dia,  Calcitriol e Calcidiol
  • 41. Osteoporose  Outras considerações:  Ingestão de alimentos ricos em cálcio ou, quando necessário, suplementação (1,2 a 1,5g/dia)  Pacientes > 65 anos: suplementação vitamina D  Programa de exercícios físicos  Prevenção de fraturas: reposição estrogênica, bifosfonados, raloxifeno ou calcitonina nasal
  • 42. Bibliografia  Marinho RM, Fernandes CE, Wehba S, Pinto Neto AM, Baracat EC - Atenção Primária e Terapia de Reposição Hormonal no Climatério - Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia – Projeto Diretrizes, 16 de Junho de 2010. Acessado em 19/09/2011. Disponível: http://www.febrasgo.org.br/arquivos/diretrizes/034.pdf http://www.itarget.com.br/newclients/sggo.com.br/2008/extra/download/manualCLIMAT ERIO  DE LORENZI, Dino Roberto Soares; BARACAT, Edmund Chada; SACILOTO, Bruno and PADILHA JR., Irineu. Fatores associados à qualidade de vida após menopausa. Rev. Assoc. Med. Bras. [online]. 2006, vol.52, n.5 [cited 2011-09-22], pp. 312-317 . Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104- 42302006000500017&lng=en&nrm=iso>. ISSN 0104- 4230. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302006000500017.  Lynch C. Vaginal estrogen therapy for the treatment of atrophic vaginitis. J.Womens Health (Larchmt). 2009;18(10):1595-606  Rotinas em Ginecologia - 5.ed. Fernando Freitas e cols. – Capítulo 51: Climatério

Notas do Editor

  1. Dario coloquei p sua parte…decide se qrou n manter
  2. 1mg 17β Estradiol + 2 mg Drospirenona