MEDIÇÃO DE SOFTWARE
 Pode-se categorizar em dois tipo.
 Medidas diretas: Custo, esforço aplicados, linhas de
código (lines of code, LOC), velocidade de
execução, tamanho da memória e quantidade de
erros, etc.
 Meditas indiretas:
funcionalidade, qualidade, complexidade, eficiência, conf
iabilidade, manutenibilidade, etc.
MEDIÇÃO DE SOFTWARE
 Como desenvolver métricas para serem utilizadas em
diferentes projetos com diferentes indivíduos?
 Exemplo: Equipe A encontrou 184 erros e a equipe B
encontrou 342 erros. Qual equipe é mais efetiva na
descoberta de erros ao longo do processo?
 Se as medidas forem normalizadas , é possível criar
métricas de software que permitam um bom grau de
comparação.
MÉTRICAS ORIENTADAS A TAMANHO
 São originadas pela normalização da medidas de
qualidade considerando o tamanho do software.
 Se uma organização mantém registros simples, uma
tabela de medidas orientadas a tamanho pode ser criada.
 A partir dos dados rudimentares contidos na tabela, um
conjunto de métricas simples orientadas a tamanho pode
ser desenvolvido.
 Erros por KLOC, defeitos por KLOC, $ por
KLOC, páginas de documentação por KLOC erros por
pessoa-mês, KLOC por pessoa-mês, etc.
MÉTRICAS ORIENTADAS A TAMANHO
Projeto LOC Esforço $(000) Pág. Doc. Erros Defeitos
Alfa 12.100 24 168 365 134 29
Beta 27.200 62 440 1224 321 86
Gama 20.200 43 314 1050 256 64
 Não é universalmente aceita como o melhor modo de medir o processo
de desenvolvimento de software.
 Apesar de ter uma boa documentação ser um artefato de todos os projetos
os LOC São dependentes da linguagem de programação utilizada e também
Penalizam programas curtos, mas bem projetados que requerem um nível de
detalhamento difícil de alcançar
MÉTRICAS ORIENTADAS A FUNÇÃO
 Métricas de software orientadas à função usam uma medida da
funcionalidade entregue pela aplicação como valor de
normalização.
 A métrica orientada a função mais utilizada é a pontos por
função (function point – FP)
 O Cálculo dos pontos por função é baseado em características
do domínio de informação e complexidade do software.
 É independente da linguagem de programação e é baseada em
dados que são mais prováveis de ser conhecidos na evolução do
projeto, tornando a melhor numa abordagem de estimativa.
MÉTRICAS ORIENTADAS A FUNÇÃO
 Oponentes alegam que o método requer
alguma “mágica”, pois o cálculo é baseado em
dados subjetivos em vez de objetos e que a FP
não tem significado físico – é apenas um
número.
 Métricas baseadas em pontos por função e
LOC têm sido consideradas relativamente
precisas para prever o esforço e o custo de
desenvolvimento de software.
MÉTRICAS ORIENTADAS A OBJETOS
 Métricas de software convencional (LOC e FP)
podem ser usadas para estimar projetos de
software orientados a objetos. NO entanto
essas métricas não fornecem disponibilidade
suficiente para ajustes de cronograma e
esforço.
 Algumas métricas sugeridas são:
 Número de scripts de cenário – Interação entre
usuário e aplicação.
 Número de classes-chave – Componentes
altamente independentes.
MÉTRICAS ORIENTADAS A OBJETOS
 Número de classes de apoio – Podem ser
classes de IU, de acesso e manipulação a BDs
e classes de cálculo.
 Número médio de classes de apoio por
classe-cave – Número médio de classes de
apoio por classe-chave.
 Número de subsistemas – É uma agregação
de classes que apoia uma função que é visível
ao usuário final.
MÉTRICAS ORIENTADAS A CASOS DE USO
 Assim como FP, o caso de uso é definido no início do processo
de software.
 Descrevem (indiretamente) as funções e características visíveis
ao usuário.
 É independente da linguagem de programação.
 O número de casos de uso é diretamente proporcional ao
tamanho da aplicação em LOC.
 Podem ser criados em vários níveis de abstração, ou seja, não
há padronização quanto ao tamanho de um caso de uso. Isso a
torna não muito confiável.

Medição de software

  • 1.
    MEDIÇÃO DE SOFTWARE Pode-se categorizar em dois tipo.  Medidas diretas: Custo, esforço aplicados, linhas de código (lines of code, LOC), velocidade de execução, tamanho da memória e quantidade de erros, etc.  Meditas indiretas: funcionalidade, qualidade, complexidade, eficiência, conf iabilidade, manutenibilidade, etc.
  • 2.
    MEDIÇÃO DE SOFTWARE Como desenvolver métricas para serem utilizadas em diferentes projetos com diferentes indivíduos?  Exemplo: Equipe A encontrou 184 erros e a equipe B encontrou 342 erros. Qual equipe é mais efetiva na descoberta de erros ao longo do processo?  Se as medidas forem normalizadas , é possível criar métricas de software que permitam um bom grau de comparação.
  • 3.
    MÉTRICAS ORIENTADAS ATAMANHO  São originadas pela normalização da medidas de qualidade considerando o tamanho do software.  Se uma organização mantém registros simples, uma tabela de medidas orientadas a tamanho pode ser criada.  A partir dos dados rudimentares contidos na tabela, um conjunto de métricas simples orientadas a tamanho pode ser desenvolvido.  Erros por KLOC, defeitos por KLOC, $ por KLOC, páginas de documentação por KLOC erros por pessoa-mês, KLOC por pessoa-mês, etc.
  • 4.
    MÉTRICAS ORIENTADAS ATAMANHO Projeto LOC Esforço $(000) Pág. Doc. Erros Defeitos Alfa 12.100 24 168 365 134 29 Beta 27.200 62 440 1224 321 86 Gama 20.200 43 314 1050 256 64  Não é universalmente aceita como o melhor modo de medir o processo de desenvolvimento de software.  Apesar de ter uma boa documentação ser um artefato de todos os projetos os LOC São dependentes da linguagem de programação utilizada e também Penalizam programas curtos, mas bem projetados que requerem um nível de detalhamento difícil de alcançar
  • 5.
    MÉTRICAS ORIENTADAS AFUNÇÃO  Métricas de software orientadas à função usam uma medida da funcionalidade entregue pela aplicação como valor de normalização.  A métrica orientada a função mais utilizada é a pontos por função (function point – FP)  O Cálculo dos pontos por função é baseado em características do domínio de informação e complexidade do software.  É independente da linguagem de programação e é baseada em dados que são mais prováveis de ser conhecidos na evolução do projeto, tornando a melhor numa abordagem de estimativa.
  • 6.
    MÉTRICAS ORIENTADAS AFUNÇÃO  Oponentes alegam que o método requer alguma “mágica”, pois o cálculo é baseado em dados subjetivos em vez de objetos e que a FP não tem significado físico – é apenas um número.  Métricas baseadas em pontos por função e LOC têm sido consideradas relativamente precisas para prever o esforço e o custo de desenvolvimento de software.
  • 7.
    MÉTRICAS ORIENTADAS AOBJETOS  Métricas de software convencional (LOC e FP) podem ser usadas para estimar projetos de software orientados a objetos. NO entanto essas métricas não fornecem disponibilidade suficiente para ajustes de cronograma e esforço.  Algumas métricas sugeridas são:  Número de scripts de cenário – Interação entre usuário e aplicação.  Número de classes-chave – Componentes altamente independentes.
  • 8.
    MÉTRICAS ORIENTADAS AOBJETOS  Número de classes de apoio – Podem ser classes de IU, de acesso e manipulação a BDs e classes de cálculo.  Número médio de classes de apoio por classe-cave – Número médio de classes de apoio por classe-chave.  Número de subsistemas – É uma agregação de classes que apoia uma função que é visível ao usuário final.
  • 9.
    MÉTRICAS ORIENTADAS ACASOS DE USO  Assim como FP, o caso de uso é definido no início do processo de software.  Descrevem (indiretamente) as funções e características visíveis ao usuário.  É independente da linguagem de programação.  O número de casos de uso é diretamente proporcional ao tamanho da aplicação em LOC.  Podem ser criados em vários níveis de abstração, ou seja, não há padronização quanto ao tamanho de um caso de uso. Isso a torna não muito confiável.