Maureen 
Bisilliat
Estuda pintura em Paris e Nova 
York, antes de se fixar 
definitivamente no Brasil em 1957, 
na cidade de São Paulo. Troca a 
pintura pela fotografia no início dos 
anos 1960, trabalhando na Editora 
Abril entre 1964 e 1972, na revista 
Realidade.
“Eu levava uma 
vida sem raízes. 
Só no Brasil fui 
encontrar isso”
A partir da década de 1960, 
fotografa o Brasil tal o relatado 
(e imaginado) na obra de 
escritores consagrados, entre 
eles Guimarães Rosa (1908 - 
1967), Euclides da Cunha (1866 
- 1909) e João Cabral de Melo 
A partir da década de 1960, fotografa o Brasil tal o relatado (e imaginado) na obra de escritores consagrados, entre eles Guimarães Rosa (1908 - 1967), Euclides da 
Cunha (1866 - 1909) e João Cabral de Melo Neto (1920 - 1999). 
Neto (1920 - 1999).
Série: A 
Guimarães 
Rosa(1969)
Série: 
Caranguejeiras 
(1968)
Série:Carnaval 
(1969)
Série: Xingu 
(1975/1979)
A partir da década de 1980, 
dedica-se ao trabalho em vídeo, 
com destaque para Xingu/Terra, 
documentário de longa-metragem 
rodado com Lúcio Kodato na 
aldeia mehinaku, Alto Xingu.
Série: Pele 
Preta (1963)
Em 1985 expõe em sala 
especial na 18ª Bienal 
Internacional de São Paulo um 
ensaio fotográfico inspirado no 
livro O Turista Aprendiz, de 
Mário de Andrade (1893 - 1945).
Em 1988, é convidada pelo antropólogo 
Darcy Ribeiro (1922 - 1997), com Jacques 
Bisilliat (seu segundo marido) e Antônio 
Marcos Silva (seu sócio), a levantar um 
acervo de arte popular latino-americano para 
a Fundação Memorial da América Latina. 
Viaja com Jacques para o México, 
Guatemala, Equador, Peru e Paraguai para 
recolher peças para a coleção permanente 
do Pavilhão da Criatividade, do qual é 
curadora.
Em dezembro de 2003, sua obra fotográfica 
completa, com mais de 16.000 imagens, 
incluindo fotografias, negativos preto e branco 
e cromos coloridos, nos formatos 35mm e 
6cmx6 cm, foi incorporada ao acervo 
fotográfico do Instituto Moreira Salles
Referências 
Bibliográficas: 
veja.abril.com.br/blog/sobre-imagens/mulheres/maureen-bisilliat/ 
pt.wikipedia.org/wiki/Maureen_Bisilliat 
enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa2141/Maureen-Bisilliat 
povosindigenas.com/maureen-bisiliat/ 
www.blogdoims.com.br/ims/a-joao-guimaraes-rosa-por-maureen-bisilliat 
www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/maureen-bisiliat

MaureenBisilliatDefinitivo

  • 1.
  • 3.
    Estuda pintura emParis e Nova York, antes de se fixar definitivamente no Brasil em 1957, na cidade de São Paulo. Troca a pintura pela fotografia no início dos anos 1960, trabalhando na Editora Abril entre 1964 e 1972, na revista Realidade.
  • 4.
    “Eu levava uma vida sem raízes. Só no Brasil fui encontrar isso”
  • 5.
    A partir dadécada de 1960, fotografa o Brasil tal o relatado (e imaginado) na obra de escritores consagrados, entre eles Guimarães Rosa (1908 - 1967), Euclides da Cunha (1866 - 1909) e João Cabral de Melo A partir da década de 1960, fotografa o Brasil tal o relatado (e imaginado) na obra de escritores consagrados, entre eles Guimarães Rosa (1908 - 1967), Euclides da Cunha (1866 - 1909) e João Cabral de Melo Neto (1920 - 1999). Neto (1920 - 1999).
  • 7.
  • 11.
  • 14.
  • 19.
  • 31.
    A partir dadécada de 1980, dedica-se ao trabalho em vídeo, com destaque para Xingu/Terra, documentário de longa-metragem rodado com Lúcio Kodato na aldeia mehinaku, Alto Xingu.
  • 32.
  • 38.
    Em 1985 expõeem sala especial na 18ª Bienal Internacional de São Paulo um ensaio fotográfico inspirado no livro O Turista Aprendiz, de Mário de Andrade (1893 - 1945).
  • 40.
    Em 1988, éconvidada pelo antropólogo Darcy Ribeiro (1922 - 1997), com Jacques Bisilliat (seu segundo marido) e Antônio Marcos Silva (seu sócio), a levantar um acervo de arte popular latino-americano para a Fundação Memorial da América Latina. Viaja com Jacques para o México, Guatemala, Equador, Peru e Paraguai para recolher peças para a coleção permanente do Pavilhão da Criatividade, do qual é curadora.
  • 41.
    Em dezembro de2003, sua obra fotográfica completa, com mais de 16.000 imagens, incluindo fotografias, negativos preto e branco e cromos coloridos, nos formatos 35mm e 6cmx6 cm, foi incorporada ao acervo fotográfico do Instituto Moreira Salles
  • 42.
    Referências Bibliográficas: veja.abril.com.br/blog/sobre-imagens/mulheres/maureen-bisilliat/ pt.wikipedia.org/wiki/Maureen_Bisilliat enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa2141/Maureen-Bisilliat povosindigenas.com/maureen-bisiliat/ www.blogdoims.com.br/ims/a-joao-guimaraes-rosa-por-maureen-bisilliat www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/maureen-bisiliat