MATEMÁTICA NA PRÁTICA
AULAS PRONTAS PARA PROJEÇÃO
Matemática Financeira
Conteúdo elaborado por Manoel Paiva,
Ewerton Paiva e Beto Paiva
Uma plataforma Moderna
MATEMÁTICA NA PRÁTICA MATEMÁTICA FINANCEIRA
2
OLÁ, PROFESSOR(A)!
A série Na prática foi desenvolvida de professor para professor para tornar seu dia a dia mais dinâmico
e produtivo no Ensino Médio. Elaborada especialmente por nossos autores, a série será disponibilizada
periodicamente para todas as disciplinas na plataforma ModernAmigos. Tudo para garantir nosso
compromisso com a aprendizagem e com você!
Manoel Paiva: mestre em Educação e com uma experiência de mais de 30 anos em
escolas brasileiras, é reconhecido por suas obras didáticas que valorizam a prática da
disciplina no dia a dia e que facilitam o trabalho do professor, proporcionando aulas
mais dinâmicas e significativas.
Ewerton Paiva: mestre em Educação e com uma experiência de mais de 30 anos em
escolas brasileiras, é reconhecido por suas obras didáticas que valorizam a prática da
disciplina no dia a dia.
Beto Paiva: mestre em Educação e com uma experiência de mais de 30 anos em
escolas brasileiras, é reconhecido por suas obras didáticas que valorizam a prática da
disciplina no dia a dia.
Quem são os autores?
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Razão
a
b
denominador ou
quociente da razão
numerador ou
antecedente da razão
4
Razão
Exemplos:
a) Coleção: Juliana coleciona CDs de cantoras nacionais e de cantoras internacionais.
Na coleção, há 3 CDs de cantoras brasileiras e 2 CDs de cantoras internacionais.
• A razão entre o número de CDs de cantoras brasileiras e o número de CDs de
cantoras internacionais é .
• Como são 3 CDs de cantoras brasileiras e 2 de cantoras internacionais, para cada
5 CDs do total, a razão entre o número de CDs de cantoras brasileiras e o total de
CDs é e a razão entre o número de CDs de cantoras internacionais e o total é .
3
2
2
5
3
5
5
Razão
b) Concurso: para participar de uma Olimpíada de Matemática, do total de 500
alunos de uma escola, inscreveram-se 100. Dos 40 alunos do 1° ano do Ensino Médio,
inscreveram-se 8.
• A razão entre o número de participantes e o número total de alunos da escola é:
• A razão entre o número de participantes do 1° ano e o número total de alunos dessa
classe é: .
6
Proporção
Em toda proporção, o produto dos extremos é igual ao produto dos meios:
7
Proporção
Exemplos:
a) Vamos determinar o valor de x, sabendo que as razões
formam uma proporção.
Portanto, o valor de x é 1.
8
Proporção
b) Seleção: o setor de Recursos Humanos de uma empresa constatou que, dos
entrevistados para uma vaga, a razão entre o numero de aprovados e o de reprovados
é . Sabendo que 4 candidatos foram aprovados, para descobrir o total de pessoas
entrevistadas, calculamos inicialmente a quantidade de reprovados (x):
Portanto, 4 candidatos foram aprovados e 14 foram reprovados, totalizando
18 pessoas entrevistadas.
2
7
9
Números diretamente proporcionais e
números inversamente proporcionais
Os números reais não nulos a, b, e, ... são diretamente proporcionais aos números
reais não nulos A, B, C, ... , nessa ordem, quando:
10
Números diretamente proporcionais e
números inversamente proporcionais
Os números reais não nulos a, b, e, ... são inversamente proporcionais aos
números reais não nulos A, B, C, ... , nessa ordem, quando:
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Números diretamente proporcionais e
números inversamente proporcionais
Exemplos:
a) Os números 60, 120 e 180 são diretamente proporcionais aos números 1, 2 e 3, pois:
b) Os números 40, 60 e 80 são inversamente proporcionais aos números 6, 4 e 3, pois:
12
Taxa percentual
Observe que porcentagem é um conceito relativo, ou seja, só podemos falar em
porcentagem de alguma quantidade.
13
Taxa percentual
Exemplos:
14
Aplicações de taxa percentual
De maneira geral, quando um valor inicial V0
recebe acréscimo ou desconto pela
aplicação de uma taxa percentual i, o valor final Vf
é dado por:
Nessa expressão, o sinal é positivo se há acréscimo e negativo se há desconto.
Nesse caso, a taxa percentual i deve ser utillizada na forma de número decimal
Por exemplo, uma taxa percentual de 25% implica i = 0,25.
15
Acréscimos e descontos sucessivos
De maneira geral, quando um valor inicial V0
recebe acréscimo ou desconto pela
aplicação de uma taxa percentual i, o valor final Vf
é dado por:
Nessa expressão, o sinal é positivo se a taxa indica acréscimo e negativo se indica
decréscimo.
A taxa de variaç.ão total, quando comparamos os valores inicial e final, é chamada de taxa
acumulada e indicada por: iacumulada
· Assim: Vf
= V0
• (1 + iacumulada
).
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Lucro e prejuízo
De maneira geral, podemos entender lucro como o ganho obtido em uma operação
comercial. O lucro é gerado pela diferença entre o preço de venda de uma mercadoria e o
preço de custo (fabricação ou compra). Sendo Pv
o preço de venda, Pc
o preço de custo e L o
lucro, podemos escrever:
Quando o lucro é negativo, ou seja, quando o preço de custo é maior que o
preço de venda, dizemos que houve prejuízo.
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Juro simples e juro composto
Quando investimos ou pedimos emprestado um valor em dinheiro, devemos receber
ou pagar uma compensação financeira pelo tempo de investimento ou de empréstimo,
dependendo da situação. Essa compensação é denominada juro.
Para calcular o juro, devemos considerar:
O valor em dinheiro ao final da operação (capital + juro) é denominado montante (M).
• o capital (C), valor investido ou pedido emprestado;
• o tempo (t), do início ao fim da operação;
• a taxa de juro (i), taxa percentual recebida ou paga.
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Regime de juro simples
No regime de juro simples, a taxa de juro incide sempre sobre o capital inicial.
Vamos considerar, por exemplo, um investimento de R$ 1.000,00 aplicado à taxa de
1,5% ao mês. Observe, na tabela a seguir, como calculamos o montante ao final de
cada um dos três primeiros meses:
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Regime de juro simples
20
Regime de juro simples
Em qualquer transação financeira em que o regime é de juro simples, sendo C o capital, i a
taxa percentual de juro, t o tempo, J o juro e M o montante, temos:
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Regime de juro composto
No regime de juro composto, o juro é calculado sempre sobre o resultado da aplicação
anterior, ou seja, calculamos “juro sobre juro”.
Acompanhe, na tabela a seguir, a evolução do montante gerado pelo investimento de
R$ 1.000,00 à taxa de 2% ao mês sob os regimes de juro simples e de juro composto.
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Regime de juro composto
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Regime de juro composto
24
Regime de juro composto
Vamos detalhar os cálculos feitos na coluna do juro composto ao final de cada mês:
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Regime de juro composto
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Regime de juro composto
Exemplo:
Considere um capital de R$ 200,00 aplicado à taxa de 10% após 4 meses.
No regime de juro simples:
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Regime de juro composto
Exemplo:
Considere um capital de R$ 200,00 aplicado à taxa de 10% após 4 meses.
No regime de juro composto:
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Regime de juro composto

Matematica na pratica_matematica-financeira.pdf

  • 1.
    MATEMÁTICA NA PRÁTICA AULASPRONTAS PARA PROJEÇÃO Matemática Financeira Conteúdo elaborado por Manoel Paiva, Ewerton Paiva e Beto Paiva
  • 2.
    Uma plataforma Moderna MATEMÁTICANA PRÁTICA MATEMÁTICA FINANCEIRA 2 OLÁ, PROFESSOR(A)! A série Na prática foi desenvolvida de professor para professor para tornar seu dia a dia mais dinâmico e produtivo no Ensino Médio. Elaborada especialmente por nossos autores, a série será disponibilizada periodicamente para todas as disciplinas na plataforma ModernAmigos. Tudo para garantir nosso compromisso com a aprendizagem e com você! Manoel Paiva: mestre em Educação e com uma experiência de mais de 30 anos em escolas brasileiras, é reconhecido por suas obras didáticas que valorizam a prática da disciplina no dia a dia e que facilitam o trabalho do professor, proporcionando aulas mais dinâmicas e significativas. Ewerton Paiva: mestre em Educação e com uma experiência de mais de 30 anos em escolas brasileiras, é reconhecido por suas obras didáticas que valorizam a prática da disciplina no dia a dia. Beto Paiva: mestre em Educação e com uma experiência de mais de 30 anos em escolas brasileiras, é reconhecido por suas obras didáticas que valorizam a prática da disciplina no dia a dia. Quem são os autores?
  • 3.
    3 Razão a b denominador ou quociente darazão numerador ou antecedente da razão
  • 4.
    4 Razão Exemplos: a) Coleção: Julianacoleciona CDs de cantoras nacionais e de cantoras internacionais. Na coleção, há 3 CDs de cantoras brasileiras e 2 CDs de cantoras internacionais. • A razão entre o número de CDs de cantoras brasileiras e o número de CDs de cantoras internacionais é . • Como são 3 CDs de cantoras brasileiras e 2 de cantoras internacionais, para cada 5 CDs do total, a razão entre o número de CDs de cantoras brasileiras e o total de CDs é e a razão entre o número de CDs de cantoras internacionais e o total é . 3 2 2 5 3 5
  • 5.
    5 Razão b) Concurso: paraparticipar de uma Olimpíada de Matemática, do total de 500 alunos de uma escola, inscreveram-se 100. Dos 40 alunos do 1° ano do Ensino Médio, inscreveram-se 8. • A razão entre o número de participantes e o número total de alunos da escola é: • A razão entre o número de participantes do 1° ano e o número total de alunos dessa classe é: .
  • 6.
    6 Proporção Em toda proporção,o produto dos extremos é igual ao produto dos meios:
  • 7.
    7 Proporção Exemplos: a) Vamos determinaro valor de x, sabendo que as razões formam uma proporção. Portanto, o valor de x é 1.
  • 8.
    8 Proporção b) Seleção: osetor de Recursos Humanos de uma empresa constatou que, dos entrevistados para uma vaga, a razão entre o numero de aprovados e o de reprovados é . Sabendo que 4 candidatos foram aprovados, para descobrir o total de pessoas entrevistadas, calculamos inicialmente a quantidade de reprovados (x): Portanto, 4 candidatos foram aprovados e 14 foram reprovados, totalizando 18 pessoas entrevistadas. 2 7
  • 9.
    9 Números diretamente proporcionaise números inversamente proporcionais Os números reais não nulos a, b, e, ... são diretamente proporcionais aos números reais não nulos A, B, C, ... , nessa ordem, quando:
  • 10.
    10 Números diretamente proporcionaise números inversamente proporcionais Os números reais não nulos a, b, e, ... são inversamente proporcionais aos números reais não nulos A, B, C, ... , nessa ordem, quando:
  • 11.
    11 Números diretamente proporcionaise números inversamente proporcionais Exemplos: a) Os números 60, 120 e 180 são diretamente proporcionais aos números 1, 2 e 3, pois: b) Os números 40, 60 e 80 são inversamente proporcionais aos números 6, 4 e 3, pois:
  • 12.
    12 Taxa percentual Observe queporcentagem é um conceito relativo, ou seja, só podemos falar em porcentagem de alguma quantidade.
  • 13.
  • 14.
    14 Aplicações de taxapercentual De maneira geral, quando um valor inicial V0 recebe acréscimo ou desconto pela aplicação de uma taxa percentual i, o valor final Vf é dado por: Nessa expressão, o sinal é positivo se há acréscimo e negativo se há desconto. Nesse caso, a taxa percentual i deve ser utillizada na forma de número decimal Por exemplo, uma taxa percentual de 25% implica i = 0,25.
  • 15.
    15 Acréscimos e descontossucessivos De maneira geral, quando um valor inicial V0 recebe acréscimo ou desconto pela aplicação de uma taxa percentual i, o valor final Vf é dado por: Nessa expressão, o sinal é positivo se a taxa indica acréscimo e negativo se indica decréscimo. A taxa de variaç.ão total, quando comparamos os valores inicial e final, é chamada de taxa acumulada e indicada por: iacumulada · Assim: Vf = V0 • (1 + iacumulada ).
  • 16.
    16 Lucro e prejuízo Demaneira geral, podemos entender lucro como o ganho obtido em uma operação comercial. O lucro é gerado pela diferença entre o preço de venda de uma mercadoria e o preço de custo (fabricação ou compra). Sendo Pv o preço de venda, Pc o preço de custo e L o lucro, podemos escrever: Quando o lucro é negativo, ou seja, quando o preço de custo é maior que o preço de venda, dizemos que houve prejuízo.
  • 17.
    17 Juro simples ejuro composto Quando investimos ou pedimos emprestado um valor em dinheiro, devemos receber ou pagar uma compensação financeira pelo tempo de investimento ou de empréstimo, dependendo da situação. Essa compensação é denominada juro. Para calcular o juro, devemos considerar: O valor em dinheiro ao final da operação (capital + juro) é denominado montante (M). • o capital (C), valor investido ou pedido emprestado; • o tempo (t), do início ao fim da operação; • a taxa de juro (i), taxa percentual recebida ou paga.
  • 18.
    18 Regime de jurosimples No regime de juro simples, a taxa de juro incide sempre sobre o capital inicial. Vamos considerar, por exemplo, um investimento de R$ 1.000,00 aplicado à taxa de 1,5% ao mês. Observe, na tabela a seguir, como calculamos o montante ao final de cada um dos três primeiros meses:
  • 19.
  • 20.
    20 Regime de jurosimples Em qualquer transação financeira em que o regime é de juro simples, sendo C o capital, i a taxa percentual de juro, t o tempo, J o juro e M o montante, temos:
  • 21.
    21 Regime de jurocomposto No regime de juro composto, o juro é calculado sempre sobre o resultado da aplicação anterior, ou seja, calculamos “juro sobre juro”. Acompanhe, na tabela a seguir, a evolução do montante gerado pelo investimento de R$ 1.000,00 à taxa de 2% ao mês sob os regimes de juro simples e de juro composto.
  • 22.
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  • 24.
    24 Regime de jurocomposto Vamos detalhar os cálculos feitos na coluna do juro composto ao final de cada mês:
  • 25.
  • 26.
    26 Regime de jurocomposto Exemplo: Considere um capital de R$ 200,00 aplicado à taxa de 10% após 4 meses. No regime de juro simples:
  • 27.
    27 Regime de jurocomposto Exemplo: Considere um capital de R$ 200,00 aplicado à taxa de 10% após 4 meses. No regime de juro composto:
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