O documento discute como marcas pessoais não devem ser confundidas com logomarcas e símbolos visuais. Ele explica que a marca pessoal está relacionada à reputação construída por meio da conduta e personalidade no trabalho ao invés de intervenções visuais. Também discute como políticos não devem "poluir" cidades com promoções pessoais, mas sim construir histórias consistentes com foco na reputação.