O documento discute a análise das lógicas subjacentes aos enunciados psicóticos, contrastando-os com os enunciados não psicóticos. O autor propõe que, apesar de algumas diferenças perceptíveis, existem semelhanças significativas entre esses tipos de discurso, especialmente no que diz respeito à repetição de percepções e à construção do sentido. A pesquisa enfatiza a importância de considerar a natureza do discurso e a estrutura subjacente dos enunciados, independentemente de sua classificação diagnóstica.