A partir dessas instruções, criou-se o personagem
virtual. E como esse avatar representa a imagem de um
ser humano, ou seja, alguém que está num diálogo com
um interlocutor, certamente poderá, em algum
momento da conversa, manifestar sentimentos, reações
e emoções as mais diversas. Para que isso se concretize
no mundo virtual, temos algumas opções: a utilização de
sinais de pontuação ou os emotions.
EMOTIONS
Então...

Vamos conversar um pouco mais sobre o
    mundo virtual e sua linguagem
Vamos iniciar nossa reflexão
de hoje pensando em como o
nosso cérebro processa as
palavras que lemos.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4
      M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4
        CONS3GU3 F4Z3R CO1545
1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO
         COM3ÇO 35T4V4 M310
  COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4
   M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO
     QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M
 PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3
   F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4
    C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
Sabem por que vocês conseguem ler esse texto?

Porque leram com a visão. Quando lemos palavras que
 nosso cérebro já conhece, não lemos os sons, mas as
imagens que estão gravadas em nossa memória, como
                     é o caso de:

               1MPR3551ON4ANT35

                IMPRESSIONANTES


           E então, diga, esses signos são
               semelhantes ou não?
Entretanto, quando lemos

       Og v6 naum tm 9da10?

não estamos lendo imagens, pois esses
signos nada tem em comum com as
letras cujos lugares estão ocupando
Não ouvimos palavras, ouvimos sons




ÁRVORE
40J3 V0C3S N40 73M N0V1D4D35?


Aqui temos a mesma frase, porém, escrita
com caracteres cuja imagem nos remetem às
letras do alfabeto. Portanto, ao visualizarmos
as imagens, automaticamente, nosso cérebro
capta a mensagem.
Quando teclamos com alguém, queremos
reproduzir integralmente a nossa fala. Para
  isso, criamos uma língua falada-escrita.
O que não podemos deixar que aconteça
                é...
Isso mesmo!!
A linguagem virtual possui os seus suportes
apropriados: a página de bate-papo, a janela do
MSN, a página do Facebook, etc.
Não é nem um pouco interessante que se
transcreva as formas abreviadas ou a “escrita
fonética” que usamos nesse tipo de linguagem
para a redação de um texto que exija o uso da
linguagem formal.

  Vamos refletir um pouco mais sobre essa diferença
        realizando uma tarefa de transcrição.
Mãos à massa!
 Vamos criar 2 (dois) personagens que serão protagonistas de um
diálogo. Devemos preencher o quadro de diálogo do bate-papo da
maneira como estamos habituados a enviar mensagens no mundo
                        virtual... Boa sorte!
Agora, estamos em um outro tipo de situação. Estamos diante de
um outro suporte, não mais no mundo virtual. Temos que mandar
  a mesma mensagem anterior porém, através de uma carta.
                         Como fazer?
Desenvolvimento: E. E. Joaquim Bartholomeu Pedrosa – 9º ano
Desenvolvimento: E. E. Joaquim Bartholomeu Pedrosa – 9º ano
Desenvolvimento: E. E. Joaquim Bartholomeu Pedrosa – 9º ano
Desenvolvimento: E. E. Joaquim Bartholomeu Pedrosa – 9º ano

Linguagem virtual e linguagem padrão

  • 8.
    A partir dessasinstruções, criou-se o personagem virtual. E como esse avatar representa a imagem de um ser humano, ou seja, alguém que está num diálogo com um interlocutor, certamente poderá, em algum momento da conversa, manifestar sentimentos, reações e emoções as mais diversas. Para que isso se concretize no mundo virtual, temos algumas opções: a utilização de sinais de pontuação ou os emotions.
  • 9.
  • 10.
    Então... Vamos conversar umpouco mais sobre o mundo virtual e sua linguagem
  • 12.
    Vamos iniciar nossareflexão de hoje pensando em como o nosso cérebro processa as palavras que lemos.
  • 13.
    35T3 P3QU3N0 T3XTO53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
  • 14.
    Sabem por quevocês conseguem ler esse texto? Porque leram com a visão. Quando lemos palavras que nosso cérebro já conhece, não lemos os sons, mas as imagens que estão gravadas em nossa memória, como é o caso de: 1MPR3551ON4ANT35 IMPRESSIONANTES E então, diga, esses signos são semelhantes ou não?
  • 15.
    Entretanto, quando lemos Og v6 naum tm 9da10? não estamos lendo imagens, pois esses signos nada tem em comum com as letras cujos lugares estão ocupando
  • 16.
    Não ouvimos palavras,ouvimos sons ÁRVORE
  • 17.
    40J3 V0C3S N4073M N0V1D4D35? Aqui temos a mesma frase, porém, escrita com caracteres cuja imagem nos remetem às letras do alfabeto. Portanto, ao visualizarmos as imagens, automaticamente, nosso cérebro capta a mensagem.
  • 18.
    Quando teclamos comalguém, queremos reproduzir integralmente a nossa fala. Para isso, criamos uma língua falada-escrita.
  • 19.
    O que nãopodemos deixar que aconteça é...
  • 20.
    Isso mesmo!! A linguagemvirtual possui os seus suportes apropriados: a página de bate-papo, a janela do MSN, a página do Facebook, etc. Não é nem um pouco interessante que se transcreva as formas abreviadas ou a “escrita fonética” que usamos nesse tipo de linguagem para a redação de um texto que exija o uso da linguagem formal. Vamos refletir um pouco mais sobre essa diferença realizando uma tarefa de transcrição.
  • 21.
    Mãos à massa! Vamos criar 2 (dois) personagens que serão protagonistas de um diálogo. Devemos preencher o quadro de diálogo do bate-papo da maneira como estamos habituados a enviar mensagens no mundo virtual... Boa sorte!
  • 22.
    Agora, estamos emum outro tipo de situação. Estamos diante de um outro suporte, não mais no mundo virtual. Temos que mandar a mesma mensagem anterior porém, através de uma carta. Como fazer?
  • 23.
    Desenvolvimento: E. E.Joaquim Bartholomeu Pedrosa – 9º ano
  • 24.
    Desenvolvimento: E. E.Joaquim Bartholomeu Pedrosa – 9º ano
  • 25.
    Desenvolvimento: E. E.Joaquim Bartholomeu Pedrosa – 9º ano
  • 26.
    Desenvolvimento: E. E.Joaquim Bartholomeu Pedrosa – 9º ano