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MODELO
TEXTO ÁUREO
• “...Porquanto tem determinado um dia em que com
justiça há de julgar o mundo, por meio do homem
que destinou; e disso deu certeza a todos,
ressuscitando-o dentre os mortos...” (At 17.31)
LEITURA DIÁRIA
SEG
Is 32:17 – O efeito da Justiça.
TER
Rm 6:18 – Servos da Justiça.
QUA
Dt 16:20 – Seguindo a Justiça.
QUI
Sl 50:6 – Proclamando a Justiça de Deus.
SEX
1 Co 18:14 – Um rei Justo.
SAB
Jo 7:24 – O Julgamento Justo.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1¶ Portanto, és inescusável quando julgas, ó homem,
quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo
naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes
o mesmo.
2 E bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a
verdade sobre os que tais coisas fazem.
3 E tu, ó homem, que julgas os que fazem
tais coisas, cuidas que, fazendo-as tu, escaparás ao
juízo de Deus?
4 Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e
paciência, e longanimidade, ignorando que a
benignidade de Deus te leva ao arrependimento?
5 Mas, segundo a tua dureza e teu coração
impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da
manifestação do juízo de Deus,
6 o qual recompensará cada um segundo as suas obras,
7 a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em
fazer bem, procuram glória, e honra, e incorrupção;
8 mas indignação e ira aos que são contenciosos e
desobedientes à verdade e obedientes à iniquidade;
11 porque, para com Deus, não há acepção de pessoas.
12 ¶ Porque todos os que sem lei pecaram sem lei
também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram
pela lei serão julgados.
13 Porque os que ouvem a lei não sãojustos diante de
Deus, mas os que praticam a lei hão de ser
justificados.
SINTETIZANDO
• O que é Justiça.
• Para essa pergunta há várias respostas, dependendo do
aspecto a ser abordado.
• Nesta lição, importa-nos, tratar, sobretudo, da justiça
como atributo divino, a qual possui semelhanças e
diferenças em relação a justiça dos homens.
INTRODUÇÃO
• Nesta lição, o assunto constitui-se da mais alta
importância, pois a compreensão da justiça de Deus
abrirá as portas para um íntimo relacionamento com o
Criador.
Orientação Didática
• Algumas cartas foram endereçadas a cidades, enquanto
outras, a pessoas.
• A fim de ampliar o conhecimento do aluno a respeito da
formação das epístolas, divide-as em: Epístolas
endereçadas a cidades (Roma, Corinto, Galácia, Éfeso,
Filipos, Colossos, Tessalônica) e, a pessoas (Timóteo,
Tito e Filemom).
• Ao apresentar a classe às cidades as quais Paulo endereçou as
epístolas, procure fazê-lo em ordem cronológica: Gálatas (49
d.C.), Coríntios (55-56 d.C), Romanos (57 d.C.), Efésios e
Colossenses (62 d.C.), Filipenses (62/63 d.C.).
• Observe que os mapas que tratam das viagens
missionárias de Paulo, não incluem a cidade de
Colossos, cerca de 160 km a leste de Éfeso.
• Embora todos os que habitavam na Ásia tenham ouvido
o evangelho (At 19.10), no entanto, e provável que
Paulo não tenha visitado Colossos (Cl 2.1), sendo
Epafras, o possível fundador da igreja em Colossos (Cl
1.7; 4.12,13).
• Este mapa serve para ilustrar, focalizar e fortalecer a
argumentação acima.
• "Justiça significa dar a cada um o que merece."
• A justiça de Deus é a retidão de sua natureza.
• "E não pagará ele ao homem segundo as suas obras?"
(Pv 24.12).
• Deus é um juiz imparcial. Ele julga a causa. Os
homens geralmente julgam a pessoa, mas não a
causa.
• Isso não é justiça, mas malícia.
• "Descerei e verei se, de fato, o que têm praticado
corresponde a esse clamor que é vindo até mim" (Gn
18.21).
• Quando o Senhor está diante de um ato punitivo,
pesa as coisas na balança, não pune de qualquer
maneira; não age desordenadamente
I – JUSTIÇA
1- O que é isso?
• Muitos são os conceitos de Justiça, pois há várias
acepções do uso dessa palavra.
• Pode-se se dizer, que a justiça é a base do pensamento
Jurídico, a razão do ser do Direito (todo o conglomerado
de regras escritas e costumes) e, por isso o deus
objetivo.
• Conceito e Significado de Justiça: Justiça é a
particularidade do que é justo e correto.
1 – O que é isso
• Justiça é um conceito abstrato que se refere a um
estado ideal de interação social em que há um equilíbrio
razoável e imparcial entre os interesses, riquezas e
oportunidades entre as pessoas envolvidas em
determinado grupo social.
• Trata-se de um conceito presente no estudo
do direito, filosofia, ética, moral e religião.
• Em um sentido mais amplo, pode ser considerado como
um termo abstrato que designa o respeito pelo direito de
terceiros, a aplicação ou reposição do seu direito por ser
maior em virtude moral ou material.
• A justiça pode ser reconhecida por mecanismos
automáticos ou intuitivos nas relações sociais, ou por
mediação através dos tribunais, através do Poder
Judiciário.
• Na Roma Antiga, a justiça era representada por uma
estátua, com olhos vendados, visa seus valores
máximos onde "todos são iguais perante a lei" e "todos
têm iguais garantias legais", ou ainda, "todos têm
direitos iguais".
• A justiça deve buscar a igualdade entre os cidadãos.
II – A Justiça de Deus.
1 – Definição.
2 – Características.
• O pastor Claudionor Andrade, assim define a justiça de Deus:
“Atributo moral e básico de Deus, manifestado pela fidelidade
com que o Supremo Ser trata seus propósitos e decretos.
1 - Definição
• O sentido de “justiça” no Antigo Testamento procede
de dois termos hebraicos:
• Tsedeq: Cujo sentido primário é “ser retilíneo”, “ser
reto”, “retidão”.
• Mishpat: Traduzido por “justiça” e “juízo” (cf. 2 Cr 12.6;
Ec 12.14; Sl 1.5; Sl 11.7).
• Estes descrevem tanto o caráter e a justiça divina
quanto a fidelidade de Deus em sua Aliança para com
os homens (Dt 32.4; Sl 31.1; 45.7; 119.137,144; Pv
16.33; Is 30.18).
• O Novo Testamento emprega a palavra dikaiosynē
para designar os termos “justiça”, “retidão”, “justo”, “reto”
e “justificação”.
• O tema da justiça de Deus inclui uma série de conceitos
que abrangem: aprovar o que é bom em detrimento do
que é mal (Êx 34.7; Ec 12.4; Hb 1.9); condenar o ímpio
e justificar o justo (2 Cr 6.23); a fidelidade do Senhor em
seus atos (Ne 9.3; Is 49.7; 2 Ts 3.3); a ira de Deus
“Justiça diretiva” (Sl 7.11; Na 1.2,3; Mq 7.8-10); a
imparcialidade do juízo divino (2 Cr 19.7; Na 1.3); os
seus mandamentos (Mq 6.8) e, a relação entre justiça e
salvação (Sl 98.2; Is 45.21; 51.5-8; 56.1).
• A Bíblia afirma que a justiça e o juízo são a base do
governo sempiterno de Deus (Sl 89.14; Hb 1.8). São
esses, portanto, os fundamentos pelos quais os
politeístas e monoteístas serão julgados (Rm 1.18-32:
2.17-29). O primeiro grupo são os sem lei, enquanto
o segundo, aqueles a quem a lei foi dada, isto é,
pagãos e judeus (Rm 2.12-29).
• A justiça de Deus é o modo de Deus agir.
• Amor é a natureza de Deus, santidade é a disposição de
Deus e glória é o próprio ser de Deus.
• Justiça, no entanto, é o proceder de Deus, Sua maneira
e Seu método.
• Uma vez que Deus é justo, Ele não pode amar o homem
meramente conforme o Seu amor.
• Ele não pode conceder graça ao homem meramente
conforme Ele quer.
• Ele não pode salvar o homem meramente conforme o
desejo do Seu coração.
2- Características.
ALGUMAS CARACTERÍSTICA DA JUSTIÇA DE DEUS.
a. A justiça de Deus é santa
• Deus só pode ser justo. Sua santidade é a causa de sua
justiça. A santidade não permitirá que faça outra coisa
senão o que é justo.
b. A justiça de Deus é o padrão de justiça
• A vontade de Deus é a suprema regra de justiça; é o
padrão de eqüidade.
• Sua vontade é sábia e boa.
• Deus deseja somente o que é justo e, portanto, é justo
porque deseja ser.
c. A justiça é natural ao ser de Deus
• Deus faz justiça voluntariamente. A justiça flui de sua
natureza. Os homens podem agir injustamente, pois são
forçados ou subornados. A vontade de Deus nunca será
subornada, por causa de sua justiça. Não pode ser
forçado, por causa de seu poder. Ele pratica a justiça
por amor à justiça: "Amas a justiça" (SI 45.7).
d. A justiça de Deus é perfeita
• A justiça é a perfeição da natureza divina. Aristóteles
disse: "A justiça engloba em si todas as virtudes". Dizer
que Deus é justo é dizer que é tudo o que há de
excelente: as perfeições se encontram nele como linhas
convergem para um centro. Ele não é somente justo,
mas a própria justiça.
III – OUTRO S “TIPOS” DE JUSTIÇA
1 – Justiça Original.
2 – Justiça Própria.
• Diz respeito a condição moral e Espiritual desfrutada
pelo primeiro casal no jardim do Éden
• A verdade divina pela qual o homem será julgado.
• A bondade e a misericórdia de Deus têm abençoado a
humanidade inteira desde a criação dos céus e da Terra.
• Todos podemos usufruir do ar, água, luz, fogo, vida,
família, saúde, sustento, pátria, vestuário, descanso,
proteção, paz etc. Ver Sl 136.25; 145.16.
1- Justiça Original
a) O homem natural.
• Em sua irracionalidade, não percebe que a mão de
Deus é que provê todas as coisas por sua
longanimidade e graça.
• Vivendo em trevas, ele não enxerga os seus próprios
pecados a menos que seja convencido pelo Espírito
Santo (Jo 16.8).
• Os tais não sentem tristeza por pecarem contra Deus,
nem se compungem em seu coração.
b) O pecador legalista.
• Julga e condena os outros, considerando-se
inculpável diante de Deus, conforme se vê em Lc
18.9-14.
• Ele será réu de maior juízo (Mt 23.14).
• Quanto ao hipócrita, pode enganar os homens ao
freqüentar a igreja, mas não a Deus (Mc 12.15; Mt 6.2).
• No julgamento, o destino do hipócrita será o mesmo
do servo mau: o lago de fogo onde haverá “pranto e
ranger de dentes” (Mt 24.51).
c) Nos dias de Jesus.
• Devido à sua cegueira espiritual, os moralistas, do
tempo de Jesus, afirmavam que os criminosos e
depravados estavam sob o juízo divino.
• Eles, porém, os moralistas, achavam-se
completamente seguros, porquanto julgavam-se
perfeitos (Mt 23.25-28).
d) Nos dias atuais.
Os moralistas de hoje professam a fé cristã sem vivê-
la. São religiosos? Sim.
• Todavia, sem salvação, pois não seguem o Salvador.
• Muitos vêem no batismo a garantia da vida eterna;
esquecem-se, contudo, do compromisso de fidelidade a
Deus.
• Apesar das boas obras realizadas, ninguém pode
obter a salvação sem primeiro reconhecer que é um
pecador incapaz de, por si próprio, alcançar a justiça
divina (Jo 14.6; 10.9; Tt 3.5).
• Paulo afirma que os tais estão sob condenação (Rm
3.9,23).
IV – O DEUS DA JUSTIÇA
1 – O padrão da Justiça divina.
2 – O Senhor justiça nossa.
• A justiça de Deus não e uma qualidade ou um atributo
abstrato, mas o cumprimento de sua parte na aliança
que Ele celebrou com o povo que escolheu (Ne
9.8,32,33; SI 103.6,7,17,18).
• O Senhor sustenta aquele que e correto, e ajuda
aqueles que tem seu direito suprimido quando julga os
iníquos (SI 72.24; 94.14-23).
• Seus justos juízos são julgamentos salvadores (SI 36.6),
Por ser um Deus justo, Ele e o Salvador (Is 45.12).
• “A salvação do Deus de Israel e a sua justiça, o
cumprimento de sua parte na aliança que celebrou com
essa nação’ .
1 – O padrão da Justiça divina.
• Os “atos de justiça” ou as “justiças” do Senhor, os
quais Samuel discutiu com todo o povo, eram os seus
atos de libertação e de redenção quando retirou Israel
do Egito (1Sm 12.7; cf, SI 65.5; Is 46.13; 51.5,6,8; 62.1).
• Entretanto, o povo de Deus não correspondeu em
termos nacionais e individuais.
• Não existia ninguém que fosse verdadeiramente
justo: “Não há ninguém que faca o bem” (SI 14.1-3;
cf. Rm 3.10-12; 7.18).
• “Não ha homem justo sobre a terra, que faca bem e
nunca peque” (Ec 7.20) e Isaias escreveu:
• “Todos nos somos como o imundo, e todas as nossas
justiças, como trapo da imundícia” (64.6).
• Todas as pessoas têm certo conhecimento do bem e
do mal; tal coisa elas dizem ser boa e tal coisa má.
• Mas talvez não existam duas pessoas que possuam
exatamente o mesmo padrão do que seja bem e do que
seja mal.
• O que as pessoas fazem é estabelecer um tal padrão do
bem que possa incluir a elas próprias, e um tal padrão
de mal que as exclua, e inclua outras.
• Por exemplo, o alcoólatra acha que não há muito mal
em beber, mas poderia considerar um grande pecado
roubar.
• O ambicioso, que talvez pratique todos os dias alguma
fraude ou algum desfalque "no mundo dos negócios",
procura justificar-se com o pensamento de que é
necessário e normal agir assim nos negócios, "e, para
todos os efeitos, não fico bêbado ou praguejo e
blasfemo como os outros fazem", diz ele.
• Aquele que é imoral se orgulha de ser generoso e ter
um bom coração para com os outros, e costuma
dizer, "não faz nenhum mal aos outros, exceto a si
mesmo".
• O homem honesto, moral, amável e cuidadoso para com
sua família, satisfaz a si próprio fazendo o que ele
chama de seu dever, e olha ao seu redor e se
compadece dos pecadores declarados que vê; mas
nunca considera quantos pensamentos maus, quantos
desejos pecaminosos já produziu seu coração, mesmo
que desconhecidos dos outros.
• Assim, cada um se compraz por não estar fazendo
algum tipo de mal, e se compara sempre a alguém que
tenha cometido algum pecado que ele acha haver
conseguido evitar.
• Isso tudo prova que os homens não julgam a si próprios
segundo um padrão único do que seja "bem" e do que
seja "mal", mas tão somente tomam como sendo "bem"
aquilo que mais lhes agrada e condenam os outros.
• Mas há um padrão, com o qual tudo será comparado, e
de acordo com o qual tudo será julgado um padrão de
justiça; e tudo o que não corresponder a ele será
condenado eternamente.
• Quando alguém começa a descobrir que não é
comparando a si próprio com os outros que ele será
julgado, mas pela comparação com o próprio Deus,
então sua consciência começa a ser despertada para
pensar a respeito do pecado como quem está diante de
Deus.
• Aí sim ele se reconhecerá culpado e arruinado; e
não tentará justificar a si mesmo apontando para
alguém que seja pior, mas ficará ansioso por saber
se é possível que Deus, diante de quem ele sabe
estar condenado, poderá desculpá-lo ou perdoá-lo.
• A Bíblia declara que “...não há uma só pessoa que faça
o que é certo...” (Rm 3:10).
• Jesus cumpriu todos os requisitos da justiça da justiça
de Deus , inclusive o batismo em águas (mt 3:14,15),
para poder salvar nossas vidas.
2 – O Senhor justiça nossa.
1. Deus julga através da verdade (2.2-5).
• ‘Bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a
verdade’ (2.2).
• Que podemos entender nessa declaração? O
julgamento de Deus é instituído aqui em razão dos
pecados do paganismo gentio e do falho moralismo dos
judeus em condenar os gentios.
• A questão do pecado é uma só para todos. Uma vez que
tenha pecado, qualquer um incorre na condenação de
Deus.
• Paulo declara que os gentios pecaram (1.18-32) e os
judeus também. (2.17—3.8)
2. Deus julga conforme as obras de cada um (2.6-11).
• ‘Deus retribuirá a cada um segundo o seu
procedimento’.
• Esse princípio não é novo, pois tanto o Antigo quanto o
Novo Testamento estão repletos de referências a esse
princípio (Sl 62.12; Pv 24.12; Jr 10.10; Mt 16.27; 1 Co
3.8; Ap 2.23).
• Os judeus buscavam imunidade numa forma de ‘defesa
especial’, baseada no privilégio racial.
• Porém, essa pretensão é rejeitada pela perfeita justiça
divina que declara a sua culpabilidade.
• Deus é imparcial em seu juízo sobre o pecador, e
independe de privilégios ou outra razão qualquer, pois
cada homem será julgado por seus próprios atos.
3. Deus julga conforme a Lei (2.12-16).
• Há dois tipos de leis que regem o julgamento dos
homens segundo o contexto sugere: ‘todos os que
pecaram sem lei’ (2.12), que diz respeito aos gentios
que desconheciam a lei de Deus dada aos judeus;
‘todos os que com lei pecaram’ (2.12), refere-se aos
judeus

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Juvenis lição 05 - 3° trimestre 2015

  • 2. TEXTO ÁUREO • “...Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos...” (At 17.31)
  • 3. LEITURA DIÁRIA SEG Is 32:17 – O efeito da Justiça. TER Rm 6:18 – Servos da Justiça. QUA Dt 16:20 – Seguindo a Justiça. QUI Sl 50:6 – Proclamando a Justiça de Deus. SEX 1 Co 18:14 – Um rei Justo. SAB Jo 7:24 – O Julgamento Justo.
  • 4. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE 1¶ Portanto, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo. 2 E bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade sobre os que tais coisas fazem. 3 E tu, ó homem, que julgas os que fazem tais coisas, cuidas que, fazendo-as tu, escaparás ao juízo de Deus? 4 Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência, e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?
  • 5. 5 Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus, 6 o qual recompensará cada um segundo as suas obras, 7 a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, e honra, e incorrupção; 8 mas indignação e ira aos que são contenciosos e desobedientes à verdade e obedientes à iniquidade;
  • 6. 11 porque, para com Deus, não há acepção de pessoas. 12 ¶ Porque todos os que sem lei pecaram sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram pela lei serão julgados. 13 Porque os que ouvem a lei não sãojustos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados.
  • 7. SINTETIZANDO • O que é Justiça. • Para essa pergunta há várias respostas, dependendo do aspecto a ser abordado. • Nesta lição, importa-nos, tratar, sobretudo, da justiça como atributo divino, a qual possui semelhanças e diferenças em relação a justiça dos homens.
  • 8. INTRODUÇÃO • Nesta lição, o assunto constitui-se da mais alta importância, pois a compreensão da justiça de Deus abrirá as portas para um íntimo relacionamento com o Criador.
  • 9. Orientação Didática • Algumas cartas foram endereçadas a cidades, enquanto outras, a pessoas. • A fim de ampliar o conhecimento do aluno a respeito da formação das epístolas, divide-as em: Epístolas endereçadas a cidades (Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos, Tessalônica) e, a pessoas (Timóteo, Tito e Filemom). • Ao apresentar a classe às cidades as quais Paulo endereçou as epístolas, procure fazê-lo em ordem cronológica: Gálatas (49 d.C.), Coríntios (55-56 d.C), Romanos (57 d.C.), Efésios e Colossenses (62 d.C.), Filipenses (62/63 d.C.).
  • 10. • Observe que os mapas que tratam das viagens missionárias de Paulo, não incluem a cidade de Colossos, cerca de 160 km a leste de Éfeso. • Embora todos os que habitavam na Ásia tenham ouvido o evangelho (At 19.10), no entanto, e provável que Paulo não tenha visitado Colossos (Cl 2.1), sendo Epafras, o possível fundador da igreja em Colossos (Cl 1.7; 4.12,13).
  • 11. • Este mapa serve para ilustrar, focalizar e fortalecer a argumentação acima.
  • 12. • "Justiça significa dar a cada um o que merece." • A justiça de Deus é a retidão de sua natureza. • "E não pagará ele ao homem segundo as suas obras?" (Pv 24.12). • Deus é um juiz imparcial. Ele julga a causa. Os homens geralmente julgam a pessoa, mas não a causa. • Isso não é justiça, mas malícia. • "Descerei e verei se, de fato, o que têm praticado corresponde a esse clamor que é vindo até mim" (Gn 18.21). • Quando o Senhor está diante de um ato punitivo, pesa as coisas na balança, não pune de qualquer maneira; não age desordenadamente
  • 13. I – JUSTIÇA 1- O que é isso?
  • 14. • Muitos são os conceitos de Justiça, pois há várias acepções do uso dessa palavra. • Pode-se se dizer, que a justiça é a base do pensamento Jurídico, a razão do ser do Direito (todo o conglomerado de regras escritas e costumes) e, por isso o deus objetivo. • Conceito e Significado de Justiça: Justiça é a particularidade do que é justo e correto. 1 – O que é isso
  • 15. • Justiça é um conceito abstrato que se refere a um estado ideal de interação social em que há um equilíbrio razoável e imparcial entre os interesses, riquezas e oportunidades entre as pessoas envolvidas em determinado grupo social. • Trata-se de um conceito presente no estudo do direito, filosofia, ética, moral e religião.
  • 16. • Em um sentido mais amplo, pode ser considerado como um termo abstrato que designa o respeito pelo direito de terceiros, a aplicação ou reposição do seu direito por ser maior em virtude moral ou material. • A justiça pode ser reconhecida por mecanismos automáticos ou intuitivos nas relações sociais, ou por mediação através dos tribunais, através do Poder Judiciário. • Na Roma Antiga, a justiça era representada por uma estátua, com olhos vendados, visa seus valores máximos onde "todos são iguais perante a lei" e "todos têm iguais garantias legais", ou ainda, "todos têm direitos iguais". • A justiça deve buscar a igualdade entre os cidadãos.
  • 17. II – A Justiça de Deus. 1 – Definição. 2 – Características.
  • 18. • O pastor Claudionor Andrade, assim define a justiça de Deus: “Atributo moral e básico de Deus, manifestado pela fidelidade com que o Supremo Ser trata seus propósitos e decretos. 1 - Definição
  • 19. • O sentido de “justiça” no Antigo Testamento procede de dois termos hebraicos: • Tsedeq: Cujo sentido primário é “ser retilíneo”, “ser reto”, “retidão”. • Mishpat: Traduzido por “justiça” e “juízo” (cf. 2 Cr 12.6; Ec 12.14; Sl 1.5; Sl 11.7). • Estes descrevem tanto o caráter e a justiça divina quanto a fidelidade de Deus em sua Aliança para com os homens (Dt 32.4; Sl 31.1; 45.7; 119.137,144; Pv 16.33; Is 30.18).
  • 20. • O Novo Testamento emprega a palavra dikaiosynē para designar os termos “justiça”, “retidão”, “justo”, “reto” e “justificação”. • O tema da justiça de Deus inclui uma série de conceitos que abrangem: aprovar o que é bom em detrimento do que é mal (Êx 34.7; Ec 12.4; Hb 1.9); condenar o ímpio e justificar o justo (2 Cr 6.23); a fidelidade do Senhor em seus atos (Ne 9.3; Is 49.7; 2 Ts 3.3); a ira de Deus “Justiça diretiva” (Sl 7.11; Na 1.2,3; Mq 7.8-10); a imparcialidade do juízo divino (2 Cr 19.7; Na 1.3); os seus mandamentos (Mq 6.8) e, a relação entre justiça e salvação (Sl 98.2; Is 45.21; 51.5-8; 56.1).
  • 21. • A Bíblia afirma que a justiça e o juízo são a base do governo sempiterno de Deus (Sl 89.14; Hb 1.8). São esses, portanto, os fundamentos pelos quais os politeístas e monoteístas serão julgados (Rm 1.18-32: 2.17-29). O primeiro grupo são os sem lei, enquanto o segundo, aqueles a quem a lei foi dada, isto é, pagãos e judeus (Rm 2.12-29).
  • 22. • A justiça de Deus é o modo de Deus agir. • Amor é a natureza de Deus, santidade é a disposição de Deus e glória é o próprio ser de Deus. • Justiça, no entanto, é o proceder de Deus, Sua maneira e Seu método. • Uma vez que Deus é justo, Ele não pode amar o homem meramente conforme o Seu amor. • Ele não pode conceder graça ao homem meramente conforme Ele quer. • Ele não pode salvar o homem meramente conforme o desejo do Seu coração. 2- Características.
  • 23. ALGUMAS CARACTERÍSTICA DA JUSTIÇA DE DEUS. a. A justiça de Deus é santa • Deus só pode ser justo. Sua santidade é a causa de sua justiça. A santidade não permitirá que faça outra coisa senão o que é justo. b. A justiça de Deus é o padrão de justiça • A vontade de Deus é a suprema regra de justiça; é o padrão de eqüidade. • Sua vontade é sábia e boa. • Deus deseja somente o que é justo e, portanto, é justo porque deseja ser.
  • 24. c. A justiça é natural ao ser de Deus • Deus faz justiça voluntariamente. A justiça flui de sua natureza. Os homens podem agir injustamente, pois são forçados ou subornados. A vontade de Deus nunca será subornada, por causa de sua justiça. Não pode ser forçado, por causa de seu poder. Ele pratica a justiça por amor à justiça: "Amas a justiça" (SI 45.7). d. A justiça de Deus é perfeita • A justiça é a perfeição da natureza divina. Aristóteles disse: "A justiça engloba em si todas as virtudes". Dizer que Deus é justo é dizer que é tudo o que há de excelente: as perfeições se encontram nele como linhas convergem para um centro. Ele não é somente justo, mas a própria justiça.
  • 25. III – OUTRO S “TIPOS” DE JUSTIÇA 1 – Justiça Original. 2 – Justiça Própria.
  • 26. • Diz respeito a condição moral e Espiritual desfrutada pelo primeiro casal no jardim do Éden • A verdade divina pela qual o homem será julgado. • A bondade e a misericórdia de Deus têm abençoado a humanidade inteira desde a criação dos céus e da Terra. • Todos podemos usufruir do ar, água, luz, fogo, vida, família, saúde, sustento, pátria, vestuário, descanso, proteção, paz etc. Ver Sl 136.25; 145.16. 1- Justiça Original
  • 27. a) O homem natural. • Em sua irracionalidade, não percebe que a mão de Deus é que provê todas as coisas por sua longanimidade e graça. • Vivendo em trevas, ele não enxerga os seus próprios pecados a menos que seja convencido pelo Espírito Santo (Jo 16.8). • Os tais não sentem tristeza por pecarem contra Deus, nem se compungem em seu coração.
  • 28. b) O pecador legalista. • Julga e condena os outros, considerando-se inculpável diante de Deus, conforme se vê em Lc 18.9-14. • Ele será réu de maior juízo (Mt 23.14). • Quanto ao hipócrita, pode enganar os homens ao freqüentar a igreja, mas não a Deus (Mc 12.15; Mt 6.2). • No julgamento, o destino do hipócrita será o mesmo do servo mau: o lago de fogo onde haverá “pranto e ranger de dentes” (Mt 24.51).
  • 29. c) Nos dias de Jesus. • Devido à sua cegueira espiritual, os moralistas, do tempo de Jesus, afirmavam que os criminosos e depravados estavam sob o juízo divino. • Eles, porém, os moralistas, achavam-se completamente seguros, porquanto julgavam-se perfeitos (Mt 23.25-28).
  • 30. d) Nos dias atuais. Os moralistas de hoje professam a fé cristã sem vivê- la. São religiosos? Sim. • Todavia, sem salvação, pois não seguem o Salvador. • Muitos vêem no batismo a garantia da vida eterna; esquecem-se, contudo, do compromisso de fidelidade a Deus. • Apesar das boas obras realizadas, ninguém pode obter a salvação sem primeiro reconhecer que é um pecador incapaz de, por si próprio, alcançar a justiça divina (Jo 14.6; 10.9; Tt 3.5). • Paulo afirma que os tais estão sob condenação (Rm 3.9,23).
  • 31. IV – O DEUS DA JUSTIÇA 1 – O padrão da Justiça divina. 2 – O Senhor justiça nossa.
  • 32. • A justiça de Deus não e uma qualidade ou um atributo abstrato, mas o cumprimento de sua parte na aliança que Ele celebrou com o povo que escolheu (Ne 9.8,32,33; SI 103.6,7,17,18). • O Senhor sustenta aquele que e correto, e ajuda aqueles que tem seu direito suprimido quando julga os iníquos (SI 72.24; 94.14-23). • Seus justos juízos são julgamentos salvadores (SI 36.6), Por ser um Deus justo, Ele e o Salvador (Is 45.12). • “A salvação do Deus de Israel e a sua justiça, o cumprimento de sua parte na aliança que celebrou com essa nação’ . 1 – O padrão da Justiça divina.
  • 33. • Os “atos de justiça” ou as “justiças” do Senhor, os quais Samuel discutiu com todo o povo, eram os seus atos de libertação e de redenção quando retirou Israel do Egito (1Sm 12.7; cf, SI 65.5; Is 46.13; 51.5,6,8; 62.1).
  • 34. • Entretanto, o povo de Deus não correspondeu em termos nacionais e individuais. • Não existia ninguém que fosse verdadeiramente justo: “Não há ninguém que faca o bem” (SI 14.1-3; cf. Rm 3.10-12; 7.18). • “Não ha homem justo sobre a terra, que faca bem e nunca peque” (Ec 7.20) e Isaias escreveu: • “Todos nos somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia” (64.6).
  • 35. • Todas as pessoas têm certo conhecimento do bem e do mal; tal coisa elas dizem ser boa e tal coisa má. • Mas talvez não existam duas pessoas que possuam exatamente o mesmo padrão do que seja bem e do que seja mal. • O que as pessoas fazem é estabelecer um tal padrão do bem que possa incluir a elas próprias, e um tal padrão de mal que as exclua, e inclua outras.
  • 36. • Por exemplo, o alcoólatra acha que não há muito mal em beber, mas poderia considerar um grande pecado roubar. • O ambicioso, que talvez pratique todos os dias alguma fraude ou algum desfalque "no mundo dos negócios", procura justificar-se com o pensamento de que é necessário e normal agir assim nos negócios, "e, para todos os efeitos, não fico bêbado ou praguejo e blasfemo como os outros fazem", diz ele.
  • 37. • Aquele que é imoral se orgulha de ser generoso e ter um bom coração para com os outros, e costuma dizer, "não faz nenhum mal aos outros, exceto a si mesmo". • O homem honesto, moral, amável e cuidadoso para com sua família, satisfaz a si próprio fazendo o que ele chama de seu dever, e olha ao seu redor e se compadece dos pecadores declarados que vê; mas nunca considera quantos pensamentos maus, quantos desejos pecaminosos já produziu seu coração, mesmo que desconhecidos dos outros. • Assim, cada um se compraz por não estar fazendo algum tipo de mal, e se compara sempre a alguém que tenha cometido algum pecado que ele acha haver conseguido evitar.
  • 38. • Isso tudo prova que os homens não julgam a si próprios segundo um padrão único do que seja "bem" e do que seja "mal", mas tão somente tomam como sendo "bem" aquilo que mais lhes agrada e condenam os outros. • Mas há um padrão, com o qual tudo será comparado, e de acordo com o qual tudo será julgado um padrão de justiça; e tudo o que não corresponder a ele será condenado eternamente.
  • 39. • Quando alguém começa a descobrir que não é comparando a si próprio com os outros que ele será julgado, mas pela comparação com o próprio Deus, então sua consciência começa a ser despertada para pensar a respeito do pecado como quem está diante de Deus. • Aí sim ele se reconhecerá culpado e arruinado; e não tentará justificar a si mesmo apontando para alguém que seja pior, mas ficará ansioso por saber se é possível que Deus, diante de quem ele sabe estar condenado, poderá desculpá-lo ou perdoá-lo.
  • 40. • A Bíblia declara que “...não há uma só pessoa que faça o que é certo...” (Rm 3:10). • Jesus cumpriu todos os requisitos da justiça da justiça de Deus , inclusive o batismo em águas (mt 3:14,15), para poder salvar nossas vidas. 2 – O Senhor justiça nossa.
  • 41. 1. Deus julga através da verdade (2.2-5). • ‘Bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade’ (2.2). • Que podemos entender nessa declaração? O julgamento de Deus é instituído aqui em razão dos pecados do paganismo gentio e do falho moralismo dos judeus em condenar os gentios. • A questão do pecado é uma só para todos. Uma vez que tenha pecado, qualquer um incorre na condenação de Deus. • Paulo declara que os gentios pecaram (1.18-32) e os judeus também. (2.17—3.8)
  • 42. 2. Deus julga conforme as obras de cada um (2.6-11). • ‘Deus retribuirá a cada um segundo o seu procedimento’. • Esse princípio não é novo, pois tanto o Antigo quanto o Novo Testamento estão repletos de referências a esse princípio (Sl 62.12; Pv 24.12; Jr 10.10; Mt 16.27; 1 Co 3.8; Ap 2.23). • Os judeus buscavam imunidade numa forma de ‘defesa especial’, baseada no privilégio racial. • Porém, essa pretensão é rejeitada pela perfeita justiça divina que declara a sua culpabilidade. • Deus é imparcial em seu juízo sobre o pecador, e independe de privilégios ou outra razão qualquer, pois cada homem será julgado por seus próprios atos.
  • 43. 3. Deus julga conforme a Lei (2.12-16). • Há dois tipos de leis que regem o julgamento dos homens segundo o contexto sugere: ‘todos os que pecaram sem lei’ (2.12), que diz respeito aos gentios que desconheciam a lei de Deus dada aos judeus; ‘todos os que com lei pecaram’ (2.12), refere-se aos judeus