Toda uma aldeia aprende
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Uma tipologia de execução
 Para a elaboração de um projeto é necessário ter em conta:
Vai-se fazer?
 O quê?
 Porquê?
 Para quê?
 Quando?
 Onde?
 Como?
 Com quem e para quem?
 Com quê?
630/01/2019 E agora o projeto....está na rua
Se quer
fazer
Natureza do projeto
Origem e fundamento
Objetivos
Metas
Localização física
Atividades e tarefas a realizar
Recursos Humanos
Recursos Materiais
Recursos financeiros
Se vai
fazer
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Contributos para levantamento de
necessidades
 É de bom senso, que um projeto de intervenção parta
de necessidades existentes, ou que se preveem que
venham a existir num futuro próximo.
 Levantamento de necessidades junto da população;
 Identificar a ausência de algo: Serviços, Apoios, programas etc
 Identificar padrões desejados para os serviços, apoios,
programas;
 Identificar efeitos perversos que a intervenção possa ter e
acautelar; (a ideia de sustentabilidade, e depois do projeto….)
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 8
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 9
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 10
Instrumentos de recolha de
informação:
 Questionários, entrevistas, inventários
aplicados a diferentes fontes, actores
sociais de relevo;
 Comparação de indicadores sociais de
desenvolvimento;
 Observação e conhecimento profundo
da realidade.
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 11
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 12
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 13
Estabelecer um plano de ação
 Estabelecer prioridades é fundamental, uma vez que as
necessidades sociais podem ser várias e variadas, por forma a
estabelecer um compromisso com os intervenientes e os que
irão beneficiar da intervenção.
 Relevância/urgência de uma resposta;
 Rendibilidade dar prioridade aos que para além dos seus efeitos,
dão lugar a outros efeitos associados;
 Imediatez, dar prioridade aos que têm um efeito imediato,
permitindo desbloquear as restantes estratégias;
 Eficácia, prioridade aos que são mais facilmente alcançáveis,
dando resposta ao consenso do grupo, implicando-os no restante
processo
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 14
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 15
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 16
Fundamentação do projeto
 Especificar a necessidade do projeto, objetivando da
sua necessidade, o que pretende suprir, ou seja porque
se faz?
 Organizar um quadro teórico de referência (padrão de
acção).
 Explicitação dos pressupostos de partida.
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 17
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 18
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 19
Delimitar o problema
 Como poderemos dar resposta aos problemas;
 Como se poderá colaborar, para resolver o problema;
 Que meios e recursos serão necessários;
 Que atividades serão realizadas;
 Que perfis de RH, serão necessários para colocar o projeto
em curso;
 Qual será o horizonte temporal para realização do projeto;
 Recursos financeiros necessários;
 Parceiros necessários, parceiros possíveis.
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30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 21
Caracterizar tanto quanto possível
o espaço de intervenção
 Caracterizar o meio onde se irá concretizar a intervenção:
 Espaço geográfico;
 Cultura, sub cultura;
 Público alvo;
 Comunidades significativas;
 Atores sociais relevantes;
 Atividades económicas;
 Outros aspectos tais como os dados estatísticos recolhidos,
pelo projeto, ou outros INE, estudos etc.
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 22
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 23
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 24
Dar espaço à participação
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30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 26
Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de intervenção Comunitária Para o
Desenvolvimento Local, a Inspiração do "Há Festa no Campo". Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian.
Visitas guiadas/ IPG
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 28
Registos de Observações
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 29
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 30
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 31
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 32
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 33
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 34
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 35
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 37
Fonte: Domingues, M. (2014). Guia
de intervenção Comunitária Para o
Desenvolvimento Local, a Inspiração
do "Há Festa no Campo". Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian.
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 38
Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de intervenção Comunitária Para o
Desenvolvimento Local, a Inspiração do "Há Festa no Campo". Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian.
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 39
Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de
intervenção Comunitária Para o
Desenvolvimento Local, a Inspiração do
"Há Festa no Campo". Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian.
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 40
Fonte: Domingues, M. (2014). Guia
de intervenção Comunitária Para o
Desenvolvimento Local, a
Inspiração do "Há Festa no Campo".
Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian.
30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 41
Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de intervenção Comunitária
Para o Desenvolvimento Local, a Inspiração do "Há Festa no
Campo". Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

Juncal do campo

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    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 5 E s p a n h a
  • 6.
    Uma tipologia deexecução  Para a elaboração de um projeto é necessário ter em conta: Vai-se fazer?  O quê?  Porquê?  Para quê?  Quando?  Onde?  Como?  Com quem e para quem?  Com quê? 630/01/2019 E agora o projeto....está na rua Se quer fazer Natureza do projeto Origem e fundamento Objetivos Metas Localização física Atividades e tarefas a realizar Recursos Humanos Recursos Materiais Recursos financeiros Se vai fazer
  • 7.
    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 7
  • 8.
    Contributos para levantamentode necessidades  É de bom senso, que um projeto de intervenção parta de necessidades existentes, ou que se preveem que venham a existir num futuro próximo.  Levantamento de necessidades junto da população;  Identificar a ausência de algo: Serviços, Apoios, programas etc  Identificar padrões desejados para os serviços, apoios, programas;  Identificar efeitos perversos que a intervenção possa ter e acautelar; (a ideia de sustentabilidade, e depois do projeto….) 30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 8
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    Instrumentos de recolhade informação:  Questionários, entrevistas, inventários aplicados a diferentes fontes, actores sociais de relevo;  Comparação de indicadores sociais de desenvolvimento;  Observação e conhecimento profundo da realidade. 30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 11
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    Estabelecer um planode ação  Estabelecer prioridades é fundamental, uma vez que as necessidades sociais podem ser várias e variadas, por forma a estabelecer um compromisso com os intervenientes e os que irão beneficiar da intervenção.  Relevância/urgência de uma resposta;  Rendibilidade dar prioridade aos que para além dos seus efeitos, dão lugar a outros efeitos associados;  Imediatez, dar prioridade aos que têm um efeito imediato, permitindo desbloquear as restantes estratégias;  Eficácia, prioridade aos que são mais facilmente alcançáveis, dando resposta ao consenso do grupo, implicando-os no restante processo 30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 14
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    Fundamentação do projeto Especificar a necessidade do projeto, objetivando da sua necessidade, o que pretende suprir, ou seja porque se faz?  Organizar um quadro teórico de referência (padrão de acção).  Explicitação dos pressupostos de partida. 30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 17
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    Delimitar o problema Como poderemos dar resposta aos problemas;  Como se poderá colaborar, para resolver o problema;  Que meios e recursos serão necessários;  Que atividades serão realizadas;  Que perfis de RH, serão necessários para colocar o projeto em curso;  Qual será o horizonte temporal para realização do projeto;  Recursos financeiros necessários;  Parceiros necessários, parceiros possíveis. 30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 20
  • 21.
    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 21
  • 22.
    Caracterizar tanto quantopossível o espaço de intervenção  Caracterizar o meio onde se irá concretizar a intervenção:  Espaço geográfico;  Cultura, sub cultura;  Público alvo;  Comunidades significativas;  Atores sociais relevantes;  Atividades económicas;  Outros aspectos tais como os dados estatísticos recolhidos, pelo projeto, ou outros INE, estudos etc. 30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 22
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    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 23
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    Dar espaço àparticipação 30/01/2019 E agora o projeto....está na rua 25
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    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 26 Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de intervenção Comunitária Para o Desenvolvimento Local, a Inspiração do "Há Festa no Campo". Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
  • 28.
    Visitas guiadas/ IPG 30/01/2019E agora o projeto....está na rua 28
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    Registos de Observações 30/01/2019E agora o projeto....está na rua 29
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    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 37 Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de intervenção Comunitária Para o Desenvolvimento Local, a Inspiração do "Há Festa no Campo". Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
  • 38.
    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 38 Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de intervenção Comunitária Para o Desenvolvimento Local, a Inspiração do "Há Festa no Campo". Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
  • 39.
    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 39 Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de intervenção Comunitária Para o Desenvolvimento Local, a Inspiração do "Há Festa no Campo". Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
  • 40.
    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 40 Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de intervenção Comunitária Para o Desenvolvimento Local, a Inspiração do "Há Festa no Campo". Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
  • 41.
    30/01/2019 E agorao projeto....está na rua 41 Fonte: Domingues, M. (2014). Guia de intervenção Comunitária Para o Desenvolvimento Local, a Inspiração do "Há Festa no Campo". Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.