“espero que encontrem 
soluções para a saúde de 
nossa cidade também” 
entrevista com dr. gilberto Página 10 
registros de 
acidentes 
caem pela 
metade 
após 
instalação 
de quebra-molas 
Página 27 
Vereadores 
de Samonte 
rejeitam 
criação 
de novo 
loteamento mudança de local do 
portão do cemitério 
gera impasse em 
lagoa da Prata Página 03 
cidadeS cUlTUra 
lagopratense 
transforma 
pichação em 
arte 
Página 13 Página 08 
Página 12 
Página 06 
Página 40 
caderno eSPecial 
SaÚde e bem eSTar 
Páginas 24 e 25 
PROGRAMA USOU GANHOU! 
INFORMAMOS QUE A PROMOÇÃO USOU GANHOU ENCERRARÁ NO DIA 19/09/2014, OU 
ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES. 
PORTANTO, PROCURE NOSSOS ATENDENTES PARA TROCAR OS PONTOS ADQUIRIDOS COM 
AS SUAS COMPRAS NO CARTÃO SICOOB CARD CABAL, POR BRINDES. 
Sinal da Vivo 
continua com 
problemas 
em Samonte 
justiça expede liminar 
contra demolição do centro 
de eventos em moema 
Sicoob crediprata promove 
eventos para comemorar os 
seus 25 anos
2 PUABCILÇÕES OFACIIIS www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
facebook.com/jornalcidademg CIDADES 3 
Mudança de local do portão do 
cemitério gera impasse entre os 
moradores da rua Manoel Pena 
ll A mudança de local 
do portão do Cemitério 
da Saudade, no centro de 
Lagoa da Prata, tem gera-do 
um impasse entre os 
moradores da rua Mano-el 
Pena, que não aceitam a 
instalação do portão, que 
é utilizado para o mane-jo 
de resíduos de constru-ção 
e demolição de túmu-los, 
restos de cabelos e ur-nas. 
Hoje, o acesso está lo-calizado 
na rua José Ber-nardes 
Lobato. 
Buscando uma manei-ra 
de solucionar o proble-ma, 
a Secretaria de Meio 
Ambiente argumenta que 
a mudança de local pos-sibilitará 
a criação de es-paço 
dentro do cemitério 
para receber os resíduos, 
que hoje são depositados 
em caçambas na rua José 
Bernardes Lobato. 
De acordo com o apo-sentado 
Horácio Moraes, 
moradora da Manoel Pe-na, 
o que se busca é uma 
solução que agrade a to-dos. 
“Ninguém é obrigado 
a ter uma caçamba com 
entulhos em frente à sua 
casa. Eu entendo os mora-dores 
da outra rua não me-recem 
abrir a porta de casa 
e ver restos mortais e res-tos 
de caixões. No meu en-tendimento, 
o correto se-ria 
VIA DE ACESSO DENTRO DO CEMITÉRIO AO PORTÃO DA RUA JOSÉ BERNARDES LOBATO 
abrir um local ao lado 
do velório ou no local onde 
hoje existe um reservató-rio 
de água inutilizado, ou 
seja, deixando isto dentro 
do próprio cemitério. Tem 
jeito de fazer este serviço e 
não prejudicar ninguém”, 
afirmou. 
Em entrevista ao Jor-nal 
Cidade, o Secretário de 
Meio Ambiente, Lessan-dro 
Gabriel afirmou que 
a mudança do portão do 
cemitério para a rua Ma-noel 
Pena já está decidi-da. 
“Não será necessária 
a remoção de nenhum tú-mulo, 
respeitando o direi-to 
de todos. O benefício da 
mudança está relaciona-do 
com a retirada do re-cipiente 
que armazena 
os resíduos provenientes 
das limpezas de túmulos 
da via pública, colocando 
todo esse material junta-mente 
como a terra, areia 
e brita que são usados dia-riamente 
para constru-ções 
e reforma de túmulos. 
Material este, que há anos 
tem ocupado parte do pas-seio 
público. Vale salien-tar 
que esse portão só fica-rá 
aberto quando houver a 
retirada da caçamba”, des-tacou. 
O Secretário ainda fri-sou 
que a solicitou alguns 
representantes da própria 
secretaria para ir ao local e 
explicar aos moradores os 
motivos da mudança. 
Em relação à colocação 
da caçamba no lugar do re-servatório, 
Lessandro des-tacou 
que a possibilidade 
foi estudada. “Na verdade 
é inviável, pois a caçamba 
não cabe no local e o mate-rial 
de construção ocupa-ria 
uma passarela que dá 
acesso aos túmulos e difi-cultaria 
a manobra no ca-minhão 
que recolhe a ca-çamba”, 
enfatizou. 
Lessandro destacou 
que o objetivo da mudan-ça 
é retirar da via pública o 
material que oferece risco 
para a população, respei-tando 
os próprios morado-res 
e evitando que eles fi-quem 
em contato com es-se 
material, que por ventu-ra 
possa estar contamina-do. 
HORÁCIO MORAIS, MORADOR 
DA RUA mANIEL pENA 
FOTO: arquivo pessoal 
SECRETÁRIO DO MEIO 
AMBIENTE , LESSANDRO 
OS ERSÍDUOS DO CEIMTÉIOR AEMR ADGJOOS ENSTE ACLLO ABEGILR
4 OPIINÃO www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
CARTA AO LEITOR Juliano Rossi 
contato@jornalcidademg.com.br 
Manual do eleitor consciente 
l l A partir da próxima 
semana, você, eleitor, se-rá 
bombardeado com inú-meras 
propagandas políti-cas 
que terão o objetivo de 
conquistar o seu voto. Ire-mos 
eleger deputados es-taduais, 
senadores, gover-nador, 
deputados federais 
e presidente da república. 
Antes de fazer a sua esco-lha, 
lembre-se que as suas 
decisões hoje irão produ-zir 
algum resultado no fu-turo. 
E esse resultado pode 
ser bom ou ruim. Depen-de 
das suas escolhas. A vi-da 
é assim. Se você plan-ta 
amor, irá receber amor. 
Se você irradia ódio, atrai-rá 
para si o ódio. É como se 
fosse um eco. 
Dito isto, os políticos 
que temos hoje e o resulta-do 
por eles produzido, são 
frutos das escolhas que fi-zemos 
nas últimas elei-ções. 
Os políticos são, exa-tamente, 
o reflexo da socie-dade. 
Pelas recentes mani-festações, 
pelas inúme-ras 
denúncias de corrup-ção, 
desvios de dinheiro, 
em todos os partidos, em 
todas as instâncias polí-ticas, 
pela ineficiência do 
setor público de nosso pa-ís, 
pelos protestos nas re-des 
sociais, o povo dá a en-tender 
que não está satis-feito 
com a estrutura polí-tica 
que aí está. 
Se é chegada a hora da 
mudança ou de reafirma-ção 
daqueles que estão no 
poder, é preciso votar de 
forma consciente. Exami-ne 
as propostas dos can-didatos 
e procure debatê- 
-las em sua comunidade. 
Conheça a história do seu 
candidato e se informe se 
ele realmente tem com-promisso 
com a sua cida-de. 
Não vote em candida-to 
que ofereça presentes 
ou favores em troca de vo-to. 
Escolham para os pode-res 
legislativos aqueles que 
saibam ouvir os anseios da 
população e que fiscalizem 
a atuação dos governantes. 
Nestas eleições, os de-putados 
são os represen-tantes 
mais próximos da 
comunidade. Para o can-didato 
que busca a reelei-ção, 
procurem também se 
informar sobre os benefí-cios 
que ele trouxe para a 
cidade nos últimos quatro 
anos. E analisem se, pela 
quantidade de votos que 
ele recebeu no município, 
deveria ter se empenha-do 
mais. Em 99% dos ca-sos, 
será algum cabo elei-toral 
desse candidato que 
irá pedir o seu voto. Veri-fique 
também se esse ci-dadão 
tem compromisso 
com a cidade. Faça-o as-sumir 
um compromisso, 
registrado em cartório, em 
nome do deputado para o 
qual ele está trabalhando 
e cobre dele (do cabo elei-toral) 
as ações do candida-to 
em prol da cidade. Geral-mente, 
políticos só funcio-nam 
sobre pressão. É pre-ciso 
pressionar e cobrar. 
Para os candidatos que 
estão se aventurando pela 
primeira vez, faça-o assu-mir, 
por escrito e registrado 
em cartório, o que ele pre-tende 
fazer pelo seu muni-cípio. 
Essa regra vale tam-bém 
para o cabo eleitoral 
dele. 
Em todos os casos, pes-quise 
na internet se o can-didato 
é pessoa idônea ou 
se está envolvido em al-gum 
caso de corrupção. 
Para finalizar, não vote em 
vão. Vote consciente. 
VOCÊ SERÁ MESÁRIO NAS 
ELEIÇÕES? 
Atenção eleitores de 
Lagoa da Prata, Santo An-tônio 
do Monte, Japaraíba 
e Pedra do Indaiá. A Justi-ça 
Eleitoral divulgou a lis-ta 
dos convocados a mesá-rio. 
Para conferir a relação 
dos nomes, acesse o site 
www.jornalcidademg.com. 
br . Clique na lupa, no can-to 
superior direito da tela 
e digite “Justiça Eleitoral”. 
Você será direcionado pa-ra 
as páginas com as infor-mações. 
GUIA COMERCIAL 
OFICIAL 
Qual foi a última vez em 
que você usou a antiga lista 
telefônica impressa? Mui-tas 
pessoas nem se lem-bram 
quando isso ocorreu. 
A tradicional lista está em 
desuso e tende a se tornar 
obsoleta, porque as infor-mações 
(número de tele-fone 
e endereço) estão dis-poníveis 
na internet, prin-cipalmente 
àquelas que se 
referem às empresas. 
Pensando nisso, o Jor-nal 
Cidade irá lançar nos 
próximos dias o guia co-mercial 
oficial de Lagoa 
da Prata e Santo Antônio 
do Monte. Aguardem. 
WHATSAPP 
O Jornal Cidade tem 
mais novo canal de intera-ção 
com os leitores. Ago-ra 
estamos conectados no 
Whatsapp pelo número 
37 9195-1978. Se você viu 
uma cena inusitada, regis-trou 
um acontecimento re-levante, 
envie o conteúdo 
para a nossa redação. A sua 
sugestão de matéria tam-bém 
pode ser enviada pe-lo 
“zap zap”. 
Com esse novo canal, 
o Jornal Cidade reforça o 
seu posicionamento co-mo 
o veículo com a maior 
presença na web no inte-rior 
de Minas Gerais. Além 
do portal de notícias, esta-mos 
também no Facebook, 
Twitter, Google Plus e Pin-terest. 
Estamos estudan-do 
a viabilidade de reati-var 
o projeto da TV Cidade 
na web e um canal de notí-cias 
em áudio. 
LIQUIDA LAGOA 
Nos próximos meses, 
uma campanha publici-tária 
coordenada pelo jor-nalista 
e publicitário Gra-ziano 
Silva, da Rádio Vere-das 
FM, promete aquecer 
as vendas no comércio de 
Lagoa da Prata. É a “Liqui-da 
Lagoa”, que terá a parti-cipação 
de dezenas de lo-jas 
que irão oferecer megas 
descontos durante a cam-panha. 
O Jornal Cidade é 
parceiro desta iniciativa e 
também o veículo impres-so 
de divulgação “Liquida 
Lagoa”. 
DESTAK EMPRESARIAL 
A 8ª edição do Prêmio 
Destak Empresarial, reali-zada 
pelo publicitário Ale-xandro 
Silva, foi um suces-so, 
com a participação de 
57 empresas que se desta-caram, 
escolhidas por vo-to 
popular. O Jornal Cida-de 
foi premiado como o de 
destaque em Lagoa da Pra-ta.
6 ACDDEIS www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
Fotógrafo de Moema participa 
de exposição na Alemanha 
Alisson Gontijo já trabalhou em grandes veículos 
de comunicação e teve fotografias publicadas pela 
revista Veja e jornais Folha de São Paulo e Estadão 
ll O jornalista e fotógra-fo 
Alison Gontijo partici-pou 
de uma exposição de 
fotografias na Alemanha. 
Nascido em Moema, Ali-son 
é filho de Fernando 
José Cardoso e Maria Cé-lia 
Gontijo Cardoso. 
De acordo com o fotó-grafo, 
a sua paixão por foto-grafia 
começou desde pe-queno. 
Começou a traba-lhar 
vídeos em 2005 e após 
a conclusão do curso de 
FOTOS: arquivo pessoal 
a oportunidade de falar na 
abertura da exposição so-bre 
nossa cultura, nossas 
belezas e também dos nos-sos 
problemas”, afirmou. 
Justiça expede liminar contra demolição 
do centro de eventos em Moema 
ll A Prefeitura de Moema 
pretende construir uma es-cola 
no terreno onde hoje 
está instalada a praça de 
eventos, na região central 
da cidade. A administração 
jornalismo dedicou-se ao 
fotojornalismo. “Após ga-nhar 
meu primeiro prêmio 
de fotografia do então go-vernador 
de Minas, Aécio 
Neves, no prêmio Comuni-cador 
do Futuro, entrei pa-ra 
equipe de repórteres fo-tográficos 
da Sempre Edi-tora, 
que edita os jornais O 
Tempo, Super Notícias e 
Pampulha. Por lá tive tra-balhos 
publicados em vá-rias 
revistas e jornais co-municipal 
argumenta que 
os galpões serão transferi-dos 
para o parque de expo-sição 
e que a área é utiliza-da 
poucas vezes durante o 
ano. A iniciativa não con- 
mo Veja, Contigo, Folha de 
São Paulo, O Dia, Estadão e 
vários outros de todo país”, 
afirmou Gontijo. 
A oportunidade de se-guir 
a carreira solo surgiu 
em 2013. “Fiz parte dessa 
equipe por três anos, po-rém, 
em 2013, decidi se-guir 
apenas com meus pro-jetos 
de trabalhos autorais. 
Na primeira oportunidade, 
que ocorreu no mesmo ano, 
fiz um trabalho sobre capo-eira, 
no qual fui premiado 
pela Getty Images, que é o 
maior banco de imagens 
do mundo. Em seguida fui 
premiado em um concurso 
da Canon sobre futebol, no 
qual fiquei em 1º lugar no 
Brasil e fui premiado com 
uma viagem a Nova York”, 
destacou Alisson. 
De acordo com o fotó-grafo, 
a exposição na Ale-manha 
surgiu após um 
venceu quatro vereadores, 
que fizeram um abaixo-as-sinado 
entre os moradores 
e conseguiram na justiça, 
no dia 14, uma liminar im-pedindo 
a demolição da es- 
exposicao nas ruas de vila madalena em SP 
ALISON GONTIJO, JORNALISTA E FOTÓGRAFO 
concurso seletivo da fun-dação 
Neumann, que bus-cava 
trabalhos sobre a Co-pa 
do Mundo no Brasil. O 
moemense se classificou 
em primeiro lugar. “Estou 
muito feliz, pois foram rea-lizadas 
três exposições si-multâneas 
com fotos mi-nhas: 
uma em São Paulo, 
na Vila Madalena, através 
da DOC Galeria; outra em 
Belo Horizonte, na casa do 
jornalista; e em Potsman, 
na Alemanha”, destacou. 
“Foi muito gratificante, 
trutura no centro de even-tos. 
Os parlamentares Fer-nando 
José Cardoso, Célio 
Vieira da Silva, Rafael Bár-bara 
Filho e Adriana Apa-recida 
Gontijo posiciona-ram 
contrários à iniciativa 
do governo e afirmam que 
o município possui outros 
terrenos para construir a 
escola, não sendo necessá-rio 
acabar com a praça de 
eventos, construída na ad-ministração 
anterior. Caso 
ocorra o descumprimento 
da decisão expedida pelo 
juiz João Batista Simeão 
da Silva, o valor fixado da 
multa diária de R$ 10 mil. 
O vereador Fernando 
José Cardoso alegou estar 
sendo cobrado pela popu-lação 
e procurou a redação 
do Jornal Cidade para es-clarecer 
o que tem aconte-cido 
no município. De acor-todo 
fotógrafo quer ter seu 
trabalho reconhecido e ter 
oportunidade de uma ex-posição 
na Europa é muito 
legal. Outro ponto legal foi 
do com Cardoso, o projeto 
de implantação da escola 
foi aprovado por unanimi-dade, 
porém, o local é que 
gerou a polêmica. “Quando 
a administração nos apre-sentou 
o projeto, ele foi 
muito bem vindo, só que 
não apresentaram o local. 
Até aí tudo bem. Mas de-pois, 
quando vimos, eu e 
mais três vereadores fica-mos 
contra”, destacou o ve-reador. 
Fernando ainda desta-cou 
que a obra que a pra-ça 
de eventos custou pa-ra 
o município cerca de R$ 
300 mil e que não seria jus-to 
se desfazer desse valor. 
“Não se pode simplesmen-te 
destruir uma obra nova 
para construir outra, a não 
ser que se tenha bons mo-tivos. 
Nós sugerimos al-guns 
locais para o prefei-to, 
vereador Fernando 
José Cardoso 
porém foi em vão. Não 
somos contra a constru-ção 
da escola, nós quere-mos 
é que não se derrube 
uma obra recém inaugura-da 
para construir uma no-va, 
a menos que se tenha 
uma justificativa plausí-vel”, 
afirmou. 
A prefeitura tenta re-verter 
a decisão judicial 
em terceira instância.
8 CULTUAR www.jornalcidademg.com.br 
Lagopratense transforma pichação em arte 
llHá cinco anos lagopra-tense 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
Silas Rossi Cândido 
Franco, filho de Sebastião 
Reis Franco e Maria Amá-lia 
Cândido, conheceu a 
arte de desenhar e grafi-tar 
no projeto Futura, onde 
hoje atua como professor 
voluntário de grafitismo. 
Silas contou ao Jornal 
Cidade que antes de se tor-nar 
um desenhista e gra-fiteiro 
era pichador. “Sem-pre 
me identifiquei com a 
arte de desenhar, mas ain-da 
jovem eu não tinha is-so 
como uma arte, porém 
tive a oportunidade de me 
transformar de pichador 
a artista. Atualmente pi-char 
é crime, e foi aí que 
me perguntei, por que não 
me tornar um artista?”, co-menta 
orgulhoso. 
Além de trabalhar com 
o grafite, Silas ainda cria 
personagens. “Criei três 
personagens, ambos nor-destinos, 
mas cada um 
com a sua personalidade. 
Tem a Bela, que é a minha 
primeira criação; a Nina, 
que é irmã da Bela e o Ca-lango 
Tião”, afirmou. 
Cada personagem tem 
uma personalidade. A Be-la 
é a moderna da histó-ria, 
a Nina é a intelectu-al 
e o Tião, o “calango in-vocado”. 
Segundo Silas, o 
objetivo é transformar su-as 
histórias em um proje-to 
de cunho social. “Quero 
que as crianças e jovens 
se transformem por meio 
do meu trabalho, o meu 
desejo é que eles modifi-quem 
um dom oculto em 
arte”, afirmou. 
Silas ainda enfati-za 
que o seu sonho é lan-çar 
uma cartilha com ba-se 
educativa para jovens 
e adolescentes, abordan-do 
temas sociais. 
De acordo com o artis-ta, 
quem quiser conhecer 
mais do seu trabalho pode 
ir até a Estação Ferroviá-ria 
de Lagoa da Prata, on-de 
estão expostos alguns 
dos seus trabalhos. 
FUNDAÇÃO FUTURA 
A Fundação Futura foi 
criada em 1999 com o ob-jetivo 
de cuidar apenas do 
antigo museu e da esta-ção 
ferroviária, mas o en-sejo 
de propiciar uma for-mação 
cultural para crian-ças 
e jovens fazia parte 
dos desejos da direção da 
Fundação. 
De acordo com o presi-dente 
da entidade, Lucas 
Guadalupe, as funções e 
objetivos atuais da funda-ção 
abrangem o cuidado 
com o patrimônio históri-co 
e social. “Nosso projeto 
é bem interessante, o fato 
de tentar tirar as crianças 
e os jovens da rua através 
da arte é maravilhoso, e é 
isso que queremos sem-pre”, 
afirmou Lucas. 
O projeto atende crian-ças 
acima de cinco anos 
até idosos, oferecendo di-versos 
cursos com valo-res 
acessíveis para ape-nas 
manter os materiais 
(variando de R$10 a R$40). 
“Oferecemos cursos que 
trabalham o cognitivo da 
pessoa, bem como o la-do 
social. O projeto con-ta 
com professores que 
ensinam artes integra-das, 
pintura em tela, de-senho, 
crochê, karatê, jiu 
jitsu, violão, viola, guitar-ra, 
teclado, saxofone, bai-xo, 
balé, jazz, breakdan-ce 
e slackline”, afirmou o 
presidente. 
Lucas ainda salien-ta 
que o projeto também 
conta a Fundação Futu-ra 
Itinerante, atendendo 
a Apae, Amavi e Apac. 
Os interessados em fa-zer 
parte do projeto – co-mo 
aluno ou voluntário – 
deverá se dirigir à Esta-ção 
Ferroviária, próximo 
à praia municipal. 
Quero que as 
crianças e jovens 
se transformem 
por meio do meu 
trabalho, o meu 
desejo é que eles 
modifiquem um 
dom oculto em 
arte. 
Silas e a sua sobrinha Isabela que INSPIROU A personagem 
Bela 
duas das Personagens do Silas: A Bela é a moderna da história, a Nina é a intelectual 
FOTO: ARQUIVO FUNDAÇÃO FUTURA 
FOTOS: arquivo pessoal
10 PLOÍTACI www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
“Espero que encontrem 
soluções para a saúde de 
nossa cidade também”, 
avalia presidente da Santa Casa de Samonte 
ll O médico Gilberto Bra-sil 
de Souza, diretor pre-sidente 
da Santa Casa e 
Fundação Hospitalar Pe-dro 
Henrique, em entrevis-ta 
gravada na última ter-ça- 
feira, falou ao Jornal 
Cidade sobre o seu posi-cionamento 
com relação 
à intervenção do Minis-tério 
Público na saúde de 
Santo Antônio do Monte. 
De acordo com Dr. Gilberto, 
como o médico é conheci-do, 
a Santa Casa passa por 
dificuldades financeiras 
e baixa taxa de ocupação 
dos leitos. Confira a entre-vista: 
Jornal Cidade: Qual a sua 
avaliação sobre a reunião 
de mediação sanitária 
promovida pelo Ministé-rio 
Público em Santo An-tônio 
do Monte? 
Dr. Gilberto: Essa reunião 
foi uma boa proposta do 
governo do estado, por 
meio dos promotores Dr. 
Gilmar e Dr. Ubiratan, pa-ra 
que resolva os impas-ses 
nos municípios que 
geralmente existem en-tre 
as prefeituras e os hos-pitais. 
Eles tentam encon-trar 
uma solução ideal pa-ra 
que a saúde funcione e 
o povo não seja prejudica-do. 
Achei de grande valia. 
Espero que encontrem as 
soluções para a saúde de 
nossa cidade também. Já 
realizaram 69 reuniões de 
mediação em várias cida-des 
de Minas Gerais. 
JC: Como o senhor avalia 
a produtividade e a reso-lubilidade 
da Santa Casa 
atualmente? 
Dr. Gilberto: A Santa Casa 
é um hospital filantrópico. 
Foi construído pelo padre 
Paulo. Era um hospital pe-queno 
e com o tempo foi 
ficando desatualizado. 
Há 18 anos assumi a pre-sidência. 
Mas antes disso 
o Dr. Júlio já havia inicia-do 
a obra de construção do 
novo prédio da Santa Ca-sa. 
E com a ajuda dos polí-ticos 
da região consegui-mos 
construir um prédio 
de seis andares, equipar 
esse prédio e reformar o 
prédio antigo. Com isso, 
a capacidade de leito au-mentou 
muito. Hoje te-mos 
60 leitos. Por sermos 
uma instituição filantró-pica, 
temos que destinar o 
mínimo de 60% para o SUS 
(Sistema Único de Saúde). 
Os outros 40% podem ser 
destinados para clientes 
particulares e convênios. 
O SUS considera como 
ideal a taxa de ocupação 
de 70% dos leitos. Em San-to 
Antônio do Monte, nos-sa 
taxa de ocupação é de 
30% dos leitos, por falta de 
demanda da população. O 
hospital ficou grande pa-ra 
essa população. Temos 
que otimizar esse preen-chimento. 
No Brasil e em 
Minas Gerais faltam lei-tos 
para o SUS. Em Santo 
Antônio do Monte sobram 
leitos. Gostaríamos que os 
prefeitos de nossa micror-região 
encaminhassem os 
pacientes para serem in-ternados 
aqui, para otimi-zarmos 
com cirurgias de 
outras cidades e interna-mentos 
clínicos. 
JC: Quais as maiores difi-culdades 
enfrentadas pe-la 
Santa Casa? 
Dr. Gilberto: A primeira 
é a dificuldade financei-ra. 
O pronto atendimen-to 
ficou na Santa Casa 
por quase 18 anos. Então, 
quando os prefeitos en-travam 
nós renovávamos 
essa parceria. A Santa Ca-sa 
quando se viu sem esse 
pronto atendimento tive-mos 
assumir um passivo 
trabalhista muito grande 
dos funcionários que fo-ram 
demitidos. Isso deu 
muito prejuízo para a ins-tituição. 
E também outra 
dificuldade é manter um 
hospital com plantões 24 
horas sem ter uma ajuda 
para pagar esses profis-sionais. 
JC: Quer dizer que esse é 
o primeiro momento em 
que a Santa Casa deixou 
de prestar o serviço de 
pronto atendimento? 
Dr. Gilberto: Sim. Isso foi 
uma decisão pessoal do 
prefeito. Ele disse que não 
tinha dotação orçamentá-ria 
para a proposta que fi-zemos, 
que era de 225 mil 
reais mensais, incluindo 
os plantões de obstetrícia, 
anestesia e pediatria. 
JC: Quais os serviços ofe-recidos 
pela instituição 
aos usuários? 
Dr. Gilberto: Oferecemos 
todos os atendimentos do 
SUS, cirurgias eletivas, ci- 
rurgias programadas, ci-rurgias 
de urgência. To-das 
as cirurgias de urgên-cia 
de média complexida-de 
Santo Antônio do Mon-te 
são realizadas aqui na 
Santa Casa. Um dos nos-sos 
planos futuros é fazer 
cirurgias ortopédicas. 
JC: Qual era a estrutura 
oferecida pela Santa Casa 
para a prestação do servi-ço? 
(número de médicos, 
enfermeiros, leitos, equi-pamentos 
etc) durante o 
período em que prestou o 
serviço de pronto atendi-mento 
ao município? 
Dr. Gilberto: A gente sem-pre 
pensa que um pronto 
atendimento em um hos-pital 
é vantajoso para a po-pulação 
porque tem uma 
estrutura pronta. Normal-mente, 
ficavam dois mé-dicos 
de plantão aos fi-nais 
de semana e um mé-dico 
durante 24 horas. Mas 
na retaguarda tinha uma 
equipe com anestesista, 
obstetra, cirurgião, para 
dar uma retaguarda. 
JC: Por que o Pronto Aten-dimento 
Médico foi tirado 
da Santa Casa? Foi por di-vergência 
política? 
Dr. Gilberto: Isso eu não sei 
responder. Foi uma deci-são 
do prefeito. Ele alegou 
que era falta de dotação or-çamentária. 
JC: Hoje a Santa Casa pos-sui 
infraestrutura para 
oferecer o serviço de pron-to 
atendimento? 
Dr. Gilberto: Claro. A es-trutura 
continua a mes-ma. 
Até melhoramos com 
novos equipamentos que 
chegaram. Continuamos 
a manter o pronto aten-dimento 
para convênios 
e particulares. Só não fa-zemos 
atendimentos do 
SUS, embora temos aten-dido 
em vários casos de 
acidentes, pessoas que le-varam 
tiro, facada... Não 
omitimos socorro. O hos-pital 
tem as portas abertas 
24 horas. 
JC: De acordo com o Mi-nistério 
Público, a Santa 
Casa recebia uma subven-ção 
mensal de 225 mil re-ais 
para prestar o serviço 
(sendo 150 mil reais para o 
atendimento geral e 75 mil 
reais para o atendimento 
DR GILBERTO É PRESIDENTE DA SANTA CASA 
de obstetrícia). A prefeitu-ra 
repassou o pronto aten-dimento 
para a Fundação 
Dr. José Maria dos Mares 
Guia e aumentou o repas-se 
para 300 mil reais. Ho-je, 
se lhe fosse concedida 
a possibilidade de uma ne-gociação 
para a continui-dade 
da prestação do ser-viço 
na Santa Casa, a ins-tituição 
aceitaria? Se sim, 
por qual valor? 
Dr. Gilberto: Não posso res-ponder 
de imediato. Pre-cisamos 
de uma negocia-ção 
mais profunda. Já se 
passaram quase 18 me-ses 
que o pronto atendi-mento 
saiu daqui e os va-lores 
são outros. O maior 
problema seria na obste-trícia. 
Hoje, as cidades vi-zinhas, 
estão pagando de 
R$ 1.800 a R$ 2.000 por dia 
ao médico obstetra, como 
Nova Serrana, Bom Des-pacho 
e Formiga. Isso cria 
uma concorrência muito 
forte, pois os nossos pro-fissionais 
vão atender em 
outras cidades porque re-muneram 
melhor. Hoje 
não conseguimos manter 
esse valor da obstetrícia, 
pois pagávamos R$ 1.200 
ao médico. 
JC: Em que medida o Pron-to 
Atendimento Médico 
funcionando na própria 
Santa Casa é importan-te 
para a manutenção da 
mesma? 
Dr. Gilberto: A importân-cia 
seria na parte financei-ra 
mesmo. O hospital tra-balha 
basicamente com o 
SUS. Temos 40% dos leitos 
para atendimentos parti-culares 
e utilizamos para 
fazer cirurgias estéticas, 
de Unimed e outros convê-nios 
que ajudam a manter 
o hospital. Se dependêsse-mos 
apenas dos SUS não 
conseguiríamos nem co-brir 
a folha de pagamen-to 
do hospital. Quando o 
pronto atendimento esta-va 
no hospital, tínhamos 
uma ajuda para pagar os 
médicos que ficavam de 
plantão. 
Caso o governo munici-pal 
venha a assumir defi-nitivamente 
a UPA, como 
o senhor vislumbra o futu-ro 
da Santa Casa? 
Dr. Gilberto: Acho que a 
UPA será uma boa insti-tuição. 
O governo hoje es-tá 
com plano de fazer uma 
rede de urgência e emer-gência 
em todas as cida-des 
que são referências de 
polo e microrregiões. Se o 
município realmente for 
contemplado em ser uma 
rede de urgência e emer-gência, 
daremos muito 
suporte para a UPA, por-que 
os atendimentos mais 
complexo da UPA viriam 
para o hospital. Os casos 
mais graves seriam enca-minhados 
para cá. 
O espaço está aberto pa-ra 
as suas considerações 
finais. 
Dr. Gilberto: Essa media-ção 
sanitária tende a ser 
muito boa para o muni-cípio. 
Temos que entro-sar 
e trabalhar junto com 
prefeitura, com UPA, com 
rede de urgência e emer-gência 
e Samu. Queremos 
otimizar os leitos da San-ta 
Casa para o SUS, pois so-mos 
um dos poucos hospi-tais 
que têm leitos sobran-do. 
Queremos que a popu-lação 
de Santo Antônio do 
Monte seja a cada dia mais 
bem servida.
12 PLOÍTACI www.jornalcidademg.com.br 
Vereadores de Samonte rejeitam 
criação de novo loteamento 
llO A Câmara Municipal 
de Santo Antônio do Mon-te 
rejeitou na sessão de se-gunda- 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
feira (25/08), em pri-meira 
votação, o projeto de 
lei que autorizava a criação 
de um loteamento popular, 
localizado a um quilôme-tro 
de distância do córre-go 
Gandú, principal fonte 
de abastecimento de água 
da cidade. Populares con-trários 
à iniciativa se mobi-lizaram 
e participaram da 
reunião e pressionaram os 
vereadores a reprovarem o 
projeto, com o argumento 
de que o empreendimento 
poderia causar danos am-bientais 
ao manancial. A 
estratégia deu certo. 
Fizeram uso da tribuna 
a engenheira Miriam Basí-lio 
de Castro, representan-te 
do Grupo V8 Empreendi-mentos, 
e o delegado An-derson 
Vicente de Sousa, 
que criticou o projeto. Após 
os pronunciamentos, os 
parlamentares não apro-varam 
a criação do lotea-mento. 
LOTES A PREÇOS 
POPULARES 
Miriam disse que o Gru-po 
V8 Empreendimentos 
está presente em 28 cida-des 
de Minas Gerais e as 
negociações e ajustes do 
projeto para a aprovação 
do futuro bairro residen-cial 
Maria José Cardoso 
de Oliveira (Dona Dedé) ti-veram 
início há três anos, 
no mandato do ex-prefeito 
Leonardo Lacerda Camilo. 
A engenheira desta-cou 
que as pessoas de bai-xa 
renda não têm condi-ções 
de adquirir o seu imó-vel 
devido ao preço eleva-do 
dos lotes praticados no 
município. “Fizemos uma 
pesquisa de mercado. Lo-tes 
populares não existem 
na cidade. Nossa propos-ta 
é vender terrenos a par-tir 
de 29 mil reais e parce-las 
de R$ 374. Hoje, o cida-dão 
que tem uma renda 
familiar de dois mil reais 
em Santo Antônio do Mon-te, 
vai nascer e morrer sem 
ter condição de comprar o 
seu lote. Infelizmente es-sa 
é a realidade que encon-tramos”. 
Miriam acrescentou 
que o loteamento foi apro-vado 
pelos engenheiros da 
prefeitura e pelo Conselho 
Municipal de Meio Am-biente 
(Codema). “Também 
temos a licença estadual e 
a manifestação da Copasa 
e da Cemig. O que nos foi 
pedido foi prontamente 
atendido em cem por cen-to. 
Não ficou nenhum pe-dido 
que não pudesse ser 
cumprido. Até agora não 
vi nenhum laudo contrá-rio 
ao loteamento, a não ser 
falácias. Tem muita gente 
que critica sem saber o que 
está acontecendo”. 
A engenheira afirmou 
que o loteamento não afe-tará 
o córrego Gandú. “O 
que corre para o córrego? 
A água da chuva. Ela cor-re 
independentemente de 
ter loteamento ou não. O 
que vamos fazer é corrigir 
essa água através de dre-nagem 
pluvial subterrâ-nea 
para que não chegue 
com uma velocidade mui-to 
grande ao córrego, já que 
as ruas serão pavimenta-das”, 
garante. 
O OUTRO LADO 
Natural de Santo An-tônio 
do Monte, Anderson 
Vicente de Sousa é funcio-nário 
público há 19 anos e 
delegado em Belo Hori-zonte. 
Ele fez uso da tribu-na 
após o pronunciamen-to 
da engenheira e criticou 
a iniciativa do empreendi-mento. 
Anderson argumen-tou 
que o córrego Gandú já 
não consegue atender a de-manda 
de água do municí-pio. 
“É, no momento, a nos-sa 
única fonte de água. A 
Copasa precisa retirar 120 
litros de água por segundo 
para nos abastecer com se-gurança. 
Devido à seca, fal-ta 
de chuva e falta de res-peito 
às nascentes, a Copa-sa 
está conseguindo reti-rar 
só 72 litros de água por 
segundo. Nosso abasteci-mento 
já está comprome-tido. 
A Copasa terá que fa-zer 
poços artesianos pa-ra 
complementar o nosso 
abastecimento de água”, 
garante. 
O delegado afirma que 
a empresa pretende cons-truir 
um dissipador de 
água pluvial com capa-cidade 
de 3.000 litros de 
água por segundo. “O dis-sipador 
vai ser instalado 
às margens da nascen-te. 
E quando encher? Pa-ra 
onde a água vai? Para 
o nosso córrego. Está no 
projeto. E quando forem 
fazer as obras para a cap-tação 
pluvial, quando en-contrarem 
o lençol freáti-co, 
eles vão drenar a água 
com uma bomba, colocar 
terra e compactar, no mo-mento 
em que vamos pre-cisar 
fazer poços artesia-nos 
para garantir o abas-tecimento 
de água da po-pulação!”, 
esbraveja. 
Outra falha apontada 
pelo santantoniense é a 
falta de um projeto de es-goto. 
“Como querem fazer 
um loteamento próximo ao 
córrego que abastece à ci-dade, 
próximo à nascente, 
e não apresentam um pro-jeto 
de esgoto? Eles que-rem 
pegar o esgoto e jogar 
no ‘penicão’ do Pedro La-cerda. 
Olha que loucura! 
Se nós não temos garan-tias 
que ele vai suportar o 
esgoto das casinhas, va-mos 
jogar esse lá dentro? 
No dia que der problemas, 
esse esgoto vai para a água 
que a gente bebe”, critica. 
Após os pronuncia-mentos, 
os vereadores de-cidiram, 
por unanimidade, 
rejeitar o projeto. A segun-da 
votação acontecerá na 
próxima sessão, segunda- 
-feira (01/09). 
mÍRIAN BASÍLIO DE CASTRO 
populares contrários ao projeto pressionaram os vereadores 
ANDERSON VICENTE DE SOUSA
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30/08/2014 a 13/09/2014 
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Sinal da Vivo continua com problemas em Samonte 
 
1 
Relatório da Administração 
Senhores Associados, 
Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do semestre 
findo em 30/06/2014 da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da 
Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, na forma da Legislação 
em vigor. 
1. Política Operacional 
Em 2014 o SICOOB LAGOACRED GERAIS completou 17 anos mantendo sua 
vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os 
cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através 
da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 
2. Avaliação de Resultados 
No primeiro semestre de 2014, o SICOOB LAGOACRED GERAIS obteve um 
resultado de R$ 830.261,67, representando um retorno sobre o Patrimônio 
Líquido de 6,84%. 
3. Ativos 
Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 
14.608.195,24. Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 48.176.521,11. 
A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: 
Empréstimos R$ 27.982.762,46 58,08% 
Financiamentos R$ 1.223.838,56 2,54% 
Títulos descontados R$ 12.179.264,05 25,28% 
Cartão Lagoacred Card R$ 6.790.656,04 14,10% 
Total 48.176.521,11 100,00% 
Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 30/06/2014 o 
percentual de 15,01% da carteira, no montante de R$ 7.234.608,47. 
4. Captação 
As captações, no total de R$ 43.621.551,41, apresentaram uma evolução em 
relação ao mesmo período do exercício anterior de 28,51%. 
As captações encontravam-se assim distribuídas: 
Depósitos à Vista R$ 14.067.275,97 32,25% 
Depósito à prazo R$ 29.554.275,44 67,75% 
 
Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30/06/2014 o 
percentual de 21,84% da captação, no montante de R$ 9.522.378,74. 
5. Patrimônio de Referência 
O Patrimônio de Referência do SICOOB LAGOACRED GERAIS era de 
R$12.373.213,12. O quadro de associados era composto por 17.647 Cooperados, 
havendo um acréscimo de 4,38% em relação ao mesmo período do exercício 
anterior. 
6. Política de Crédito 
A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, 
havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, 
cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do 
Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir 
ao máximo a liquidez das operações. 
O SICOOB LAGOACRED GERAIS adota a política de classificação de crédito de 
sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 
2.682/99, havendo uma concentração de 94,03% nos níveis de “A” a “C”. 
7. Governança Corporativa 
Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e 
externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos 
objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios 
cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. 
Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembleia geral, que é a 
reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. 
A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara 
separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões 
estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no 
seu dia a dia. 
A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado 
diretamente pelo SICOOB LAGOACRED GERAIS, que, por sua vez, faz as 
auditorias internas. 
Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite 
relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses 
processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão 
ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. 
2 
ll Clientes da operado-ra 
Vivo estão indignados 
com o serviço prestado (ou 
a falta de serviço presta-do) 
em Santo Antônio do 
Monte. Reclamações co-mo 
estas acima são cons-tantes 
nas redes sociais, 
principalmente no grupo 
“Associação Acorda Sa-monte”, 
no Facebook, que 
possui mais de 2.600 usu-ários. 
Após cobrança da Câ-mara 
Municipal, a opera-dora 
enviou no mês de ju-lho 
um ofício aos verea-dores 
informando que as 
melhorias na prestação do 
serviço deveriam ser im-plantadas 
a partir de agos-to. 
Mas até a última quar-ta- 
feira, a situação conti-nuava 
a mesma: dificulda-de 
para fazer e receber li-gações 
em vários momen-tos 
durante o dia. Os usu-ários 
apenas ouvem o to-que 
de telefone ocupado. 
“Desde o começo do ano 
a prestação de serviço 
da Vivo piorou muito. Em 
Santo Antônio do Monte a 
internet móvel nunca fun-cionou. 
Eu pago 230 re-ais 
de um pacote que não 
consigo utilizar os servi-ços 
contratados. Preten-do 
entrar com uma ação 
na justiça contra a Vivo 
pedindo danos materiais 
e morais. Vários clientes 
já me reclamaram que não 
conseguem falar comigo, 
pois o telefone está sem-pre 
ocupado”, desabafa o 
advogado Antônio Bolina 
Neto. 
Na última quarta-feira 
a Câmara Municipal, por 
meio do presidente Luis 
Antônio Resende, enviou 
outro ofício à operado-ra, 
solicitando “providên-cias 
urgentes” no sentido 
de melhorar o sinal de te-lefonia 
móvel no municí-pio. 
“A Vivo informou que 
a partir de agosto iria fazer 
a expansão. Mas nada mu-dou”, 
lamenta o vereador. 
O Jornal Cidade entrou 
em contato com a opera-dora, 
mas não conseguiu 
falar com o atendente. O 
repórter desligou a liga-ção 
depois de esperar 6 
minutos e 43 segundos. 
Depoimentos de clientes postados no Facebook: 
Raquel Elton: “Isso está uma vergonha. 
Eu dependo do meu celular para colocar 
comida em casa, mas com esta situação 
está difícil trabalhar”. 
Pedro Sousa: “Nossa! A Vivo aqui 
em Samonte está uma m.... se fosse 
caso de morte e precisássemos 
ligar, todos iriam morrer”. 
Sara Silva: “Não sei pra que tem torre 
da Vivo nessa cidade, porque ela 
nunca pega”. 
Gianny Guedes: “Tá uma pouca vergo-nha. 
Pra colocar antena demora, mas 
as contas mensais chegam na data 
certinha”. 
Mudanças anunciadas pela operadora ainda não ocorreram 
CIDADES 13
14 PUABCILÇÕES OFACIIIS www.jornalcidademg.com.br 
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30/08/2014 a 13/09/2014 
Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa 
adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a 
Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, 
pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. 
Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais 
destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o 
Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. 
A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e 
fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e 
estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a 
remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do 
desempenho de todo o seu quadro funcional. 
Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais 
para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de 
todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 
8. Conselho Fiscal 
Eleito a cada 2 anos na AGO, com mandato até a AGO de 2015, o Conselho 
Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua 
responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da 
Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço 
patrimonial anual. 
Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um 
curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o 
objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de 
exercê-las. 
9. Código de Ética 
Todos os integrantes da equipe do SICOOB LAGOACRED GERAIS aderiram, 
por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional 
proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB 
CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar 
na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 
10. Sistema de Ouvidoria 
A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço 
dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. 
Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do 
SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 
0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo 
 
e mantidas em cada entidade do Sicoob, Sob a supervisão da respectiva entidade 
auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e 
Bancoob, do Sicoob Confederação). 
g) Para situações de risco identificadas são estabelecidas planos de ação, 
com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio 
para acompanhamento pelo Agente de controles Internos e Riscos(ACIR) 
h) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, 
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – 
SICOOB LAGOACRED GERAIS, possui estrutura compatível com a natureza das 
operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à 
dimensão da exposição ao risco operacional. 
11.2 Risco de mercado 
a) O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito de Livre 
Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, 
objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, 
por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução 
CMN nº 3.464/2007. 
b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a 
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – 
SICOOB LAGOACRED GERAIS, aderiu à estrutura única de gestão do risco de 
mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), 
a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio 
www.sicoob.com.br. 
c) No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos 
padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de 
negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de 
mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de 
aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). 
d) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de 
liquidez, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região 
Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS possui estrutura compatível com a 
natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, 
sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade. 
11.3 Risco de crédito 
a) O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito de Livre 
Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, 
objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e 
5 
a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos 
dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com 
os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. 
No primeiro semestre de 2014, a Ouvidoria do SICOOB LAGOACRED GERAIS 
registrou 01 manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e 
serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia reclamações, pedidos de 
esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências relacionadas 
principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de 
crédito. 
Desta 01 reclamação, 01 foi considerada procedente e resolvida dentro dos 
prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito 
acordo com o previsto na legislação vigente. 
11. Gerenciamento de Risco e de Capital 
11.1 Risco operacional 
a) O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito de Livre 
Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, 
objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, 
por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na 
Resolução CMN nº 3.380/2006. 
b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a 
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – 
SICOOB LAGOACRED GERAIS, aderiu à estrutura única de gestão do risco 
operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas 
do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em 
relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 
c) O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob Consiste na 
avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria continua dos processos. 
d) O uso da lista de verificação de conformidade (LVC) tem por objetividade 
identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são 
cadastradas no sistema de Controles Internos de Riscos Operacionais (Scir) 
e) As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos 
Operacionais (Scir) são mantidas em banco de dados fornecidos pelo Sicoob 
Confederação. 
f) A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a 
conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as 
informações referentes as perdas associadas ao risco operacional são registradas 
 
minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas 
práticas de gestão de riscos. 
b) Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a 
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – 
SICOOB LAGOACRED GERAIS aderiu à estrutura única de gestão do risco de 
crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a 
qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 
c) Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de 
análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de 
política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das 
carteiras de crédito das cooperativas. 
d) Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a 
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – 
SICOOB LAGOACRED GERAIS possui estrutura compatível com a natureza das 
operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo 
proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 
11.4 Gerenciamento de capital 
a) A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Crédito de Livre 
Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, 
objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de 
insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, 
por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução 
CMN 3.988/2011. 
b) Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a 
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – 
SICOOB LAGOACRED GERAIS, aderiu à estrutura única de gerenciamento de 
capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do 
Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada em relatório 
disponível no sítio www.sicoob.com.br. 
c) O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo 
de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com 
objetivo de: 
I. Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as 
entidades do Sicoob estão sujeitas; 
II. Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos 
estratégicos das entidades do Sicoob. 
III. Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital 
decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. 
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ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 15 
d) Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em 
condições extremas de mercado, com a conseqüente avaliação de seus impactos 
no capital das entidades do Sicoob. 
Agradecimentos 
Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos 
funcionários e colaboradores pela dedicação. 
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. 
Em Reais 
SICOOB LAGOACRED GERAIS 
BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 JUNHO DE 2014 E 2013 
P A S S I V O 30/06/2014 30/06/2013 
Circulante 51.963.989,04 40.141.695,29 
Depósitos (Nota 12) 43.621.551,41 35.342.879,00 
Depósitos à Vista 14.067.275,97 9.646.678,95 
Depósitos a Prazo 29.554.275,44 25.696.200,05 
Relações Interdependências 16.130,84 12.325,23 
Recursos em Trânsito de Terceiros 16.130,84 12.325,23 
Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) 2.012.562,28 - 
Empréstimos no País - Outras Instituições 2.012.562,28 - 
Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 13) 1.030.684,62 379.844,67 
Outras Instituições 1.030.684,62 379.844,67 
Outras Obrigações (Nota 14) 5.283.059,89 4.406.646,39 
Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 48.187,83 24.223,17 
Sociais e Estatutárias 399.420,13 325.589,00 
Fiscais e Previdenciárias 245.506,58 139.684,85 
Diversas 4.589.945,35 3.917.149,37 
Exigível a Longo Prazo 971.549,87 1.121.562,91 
Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) 499.999,95 - 
Empréstimos no País - Outras Instituições 499.999,95 - 
Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 13) 361.111,06 958.333,33 
Outras Instituições 361.111,06 958.333,33 
Outras Obrigações (Nota 14) 110.438,86 163.229,58 
Diversas 110.438,86 163.229,58 
Patrimônio Líquido (Nota 16) 12.976.127,26 10.564.322,59 
Capital Social 9.178.037,63 7.520.460,22 
De Domiciliados no País 9.226.561,05 7.528.542,09 
(Capital a Realizar) (48.523,42) (8.081,87) 
Reserva de Lucros 2.967.827,96 2.161.981,11 
Sobras Acumuladas 830.261,67 881.881,26 
TOTAL 65.911.666,17 51.827.580,79 
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. 
SICOOB LAGOACRED GERAIS 
BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 JUNHO DE 2014 E 2013 
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. 
SICOOB LAGOACRED GERAIS 
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 
Em Reais 
Atividades Operacionais 
30/06/2014 30/06/2013 
DESCRIÇÃO 
Sobras/Perdas do Semestre 1.269.733,85 1.098.052,75 
IRPJ / CSLL (14.799,90) (5.914,04) 
Provisão para Operações de Crédito 442.172,63 319.450,52 
Provisão de Juros ao Capital (424.672,28) (210.257,45) 
Depreciações e Amortizações 109.930,69 103.266,32 
1.382.364,99 1.304.598,10 
Aumento (redução) em ativos operacionais 
Operações de Crédito (5.525.558,23) (7.487.838,54) 
Outros Créditos (775.874,43) (526.006,87) 
Outros Valores e Bens (37.368,29) (185.439,74) 
Aumento (redução) em passivos operacionais 
Depósitos a Vista 2.723.374,22 1.166.328,93 
Depósitos a Prazo 6.953.135,17 8.194.512,43 
Outras Obrigações (5.170.750,15) (3.542.109,69) 
Relações Interdependências 10.807,34 (2.118,48) 
Obrigações por Empréstimos e Repasses (855.292,95) 326.550,74 
Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais (1.295.162,33) (751.523,12) 
Atividades de Investimentos 
Inversões em Imobilizado de Uso (313.678,20) (93.110,63) 
Inversões em Investimentos (428.276,44) (231.982,73) 
Outros Ajustes 194,67 - 
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos (741.759,97) (325.093,36) 
Atividades de Financiamentos 
Aumento por novos aportes de Capital 480.014,89 753.315,85 
Devolução de Capital à Cooperados (124.141,81) (58.787,39) 
Estorno de Capital (156.285,69) - 
Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar (1.296,39) (4.414,69) 
Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES (178.489,89) (68.436,25) 
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos 19.801,11 621.677,52 
Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades (2.017.121,19) (454.938,96) 
Modificações em Disponibilidades Líquida 
No Ínicio do Período 17.485.484,90 9.095.493,05 
No Fim do Período (Nota 3 - c) 15.468.363,71 8.640.554,09 
Variação Líquida das Disponibilidades (2.017.121,19) (454.938,96) 
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Lagoa da Prata, 06 de Agosto de 2014. 
Conselho de Administração e Diretoria 
Em Reais 
A T I V O 30/06/2014 30/06/2013 
Circulante 51.785.203,43 39.201.252,87 
Disponibilidades 688.928,16 267.685,11 
Relações Interfinanceiras (Nota 4) 14.779.435,55 8.372.868,98 
Correspondentes 171.240,31 100.209,30 
Centralização Financeira - Cooperativas 14.608.195,24 8.272.659,68 
Operações de Crédito (Nota 5) 28.475.264,49 23.277.011,31 
Operações de Crédito 30.098.409,74 23.946.301,86 
(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) (1.623.145,25) (669.290,55) 
Outros Créditos (Nota 6) 7.692.973,75 7.010.468,35 
Rendas a Receber 173.219,95 94.456,84 
Diversos 7.670.511,88 7.355.408,83 
(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (150.758,08) (439.397,32) 
Outros Valores e Bens (Nota 7) 148.601,48 273.219,12 
Outros Valores e Bens 97.150,35 239.487,16 
(Provisões para Desvalorizações) (27.631,49) (27.631,49) 
Despesas Antecipadas 79.082,62 61.363,45 
Realizável a Longo Prazo 11.921.331,54 11.095.998,31 
Operações de Crédito (Nota 5) 11.741.793,99 10.932.804,35 
Operações de Crédito 11.741.793,99 10.932.804,35 
Outros Créditos (Nota 6) 179.537,55 163.193,96 
Diversos 179.537,55 163.193,96 
Permanente 2.205.131,20 1.530.329,61 
Investimentos (Nota 8) 1.195.084,65 761.796,58 
Participações em Cooperativas 1.195.084,65 761.796,58 
Imobilizado em Uso (Nota 9) 965.058,53 709.619,76 
Outras Imobilizações de Uso 2.188.757,60 1.734.677,67 
(Depreciações Acumuladas) (1.223.699,07) (1.025.057,91) 
Intangível (Nota 10) 34.295,52 42.920,54 
Ativos Intangíveis 164.697,25 159.697,25 
(Amortização Acumulada) (130.401,73) (116.776,71) 
Diferido (Nota 11) 10.692,50 15.992,73 
Gastos de Organização e Expansão 60.401,94 60.401,94 
(Amortização Acumulada) (49.709,44) (44.409,21) 
TOTAL DO ATIVO 65.911.666,17 51.827.580,79 
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
16 PUABCILÇÕES OFACIIIS www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
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1 
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. 
SICOOB LAGOACRED GERAIS 
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 
Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – 
SICOOB LAGOACRED GERAIS 
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS 
SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 
1. Contexto operacional 
A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB 
LAGOACRED GERAIS é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, 
fundada em 20 de Outubro de 1996, filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito de 
Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional 
das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras 
cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela 
Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, 
pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 
130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 
3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de 
cooperativas de crédito. 
A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB 
LAGOACRED GERAIS possui Posto de Atendimento (PA) na cidade de Santo Antonio do Monte. 
O SICOOB LAGOACRED GERAIS tem como atividade preponderante a operação na área 
creditícia, tendo como finalidade: 
(i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; 
(ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através 
da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e 
(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação 
de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização 
de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, 
inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de 
compra da moeda e remunerar os recursos. 
Em 12 de Março de 2010 ocorreu a transformação do SICOOB LAGOACRED GERAIS para 
entidade de "Livre Admissão de Associados"; aprovada junto ao Banco Central do Brasil - BACEN 
em 12 de Maio de 2010. 
2. Apresentação das demonstrações contábeis 
As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram 
elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações 
exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação 
cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como 
apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – 
COSIF. Consideram ainda, no que forem julgados pertinente e relevante, os pronunciamentos, 
orientações e as interpretações técnicas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – 
CPC. Desta forma, as demonstrações contábeis foram revisadas e aprovadas pela administração, 
em sua reunião datada de 06/08/2014. 
Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas 
Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), 
as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do 
DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 30 DE JUNHO DE 2013 
 
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. 
SICOOB LAGOACRED GERAIS 
Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil 
são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº4.144/12; CPC 01(R1) - Redução ao Valor 
Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de 
Caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - 
Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 
3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – 
Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 
25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09. 
2 
3. Resumo das principais práticas contábeis 
a) Apuração do resultado 
Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações 
de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e 
dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos 
respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados 
pelo critério "pro-rata temporis" e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas 
relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de 
crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. 
As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o 
regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na 
demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, 
substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas 
operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato 
cooperativo e da receita bruta de ato não cooperativo, quando não identificados com cada 
atividade. 
b) Estimativas contábeis 
Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para 
contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da 
Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação 
duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para 
passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às 
estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, 
semestralmente. 
c) Caixa e equivalentes de caixa 
Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, 
depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco 
insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 
dias. 
O caixa e equivalente de caixa compreendem: 
30/06/2014 30/06/2013 
Caixa e depósitos bancários 688.928,16 267.685,11 
Relações interfinanceiras – centralização financeira 14.779.435,55 8.372.868,98 
Total 15.468.363,71 8.640.554,09 
Em Reais 
Capital Subscrito 
Capital a 
Realizar 
Legal Contingências 
Saldos em 31/12/2012 5.630.877,20 (10.055,26) 1.966.949,32 82.763,40 1.390.229,15 9.060.763,81 
Destinação de Sobras Exercício Anterior 
Ao FATES (68.436,25) (68.436,25) 
Constituição de Reservas 195.031,79 (195.031,79) 
Ao Capital 1.205.109,82 (1.205.109,82) 
Cotas de Capital à Pagar - Ex associados (4.414,69) (4.414,69) 
Movimentação de Capital: - 
Por Subscrição/Realização 751.342,46 1.973,39 7 53.315,85 
Por Devolução ( - ) ( 58.787,39) ( 58.787,39) 
Reversões de Reservas ( 82.763,40) 82.763,40 - 
Sobras ou Perdas Líquidas 1.092.138,71 1 .092.138,71 
Provisão de Juros ao Capital (210.257,45) ( 210.257,45) 
Saldos em 30/06/2013 7.528.542,09 (8.081,87) 2.161.981,11 - 881.881,26 10.564.322,59 
Saldos em 31/12/2013 8.206.774,75 (9.637,62) 2.555.928,22 195.031,79 1.177.967,34 12.126.064,48 
Destinação de Sobras Exercício Anterior (Nota 16) 
Ao FATES (178.489,89) (178.489,89) 
Constituição de Reservas 137.299,91 274.599,83 (411.899,74) 
Ao Capital 781.313,11 (781.313,11) 
Cotas de Capital à Pagar - Ex associados (1.296,39) (1.296,39) 
Movimentação de Capital: - 
Por Subscrição/Realização 518.900,69 (38.885,80) 4 80.014,89 
Por Devolução ( - ) ( 124.141,81) ( 124.141,81) 
Estorno de Capital ( 156.285,69) ( 156.285,69) 
Reversões de Reservas (Nota 16) ( 195.031,79) 195.031,79 - 
Sobras ou Perdas Líquidas 1.254.933,95 1 .254.933,95 
Provisão de Juros ao Capital (Nota 17) (424.672,28) ( 424.672,28) 
Saldos em 30/06/2014 9.226.561,05 (48.523,42) 2.693.228,13 274.599,83 830.261,67 12.976.127,26 
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 
Totais 
Sobras ou Perdas 
Acumuladas 
Reservas de Sobras 
Eventos 
Capital 
Em Reais 
Descriminação 30/06/2014 30/06/2013 
RECEITAS(INGRESSOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 4 .597.989,75 3.666.583,23 
Operações de Crédito 4 .597.989,75 3.666.583,23 
DESPESAS(DISPÊNDIOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (2.416.865,70) (1.488.202,66) 
Operações de Captação no Mercado (1.540.967,26) (818.722,60) 
Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses (196.800,15) (42.668,96) 
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (679.098,29) (626.811,10) 
RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 2 .181.124,05 2.178.380,57 
OUTRAS RECEITAS/DESPESAS (INGRESSOS/DISPÊNDIOS) OPERACIONAIS (941.478,37) (1.080.702,16) 
Receitas(Ingressos) de Prestação de Serviços 1 .149.931,40 1.036.586,88 
Rendas(Ingressos) de Tarifas Bancárias 838.186,65 746.363,58 
Despesas(Dispêndios) de Pessoal (2.356.274,17) (1.777.789,69) 
Outras Despesas(Dispêndios) Administrativas (1.384.717,00) (1.284.255,50) 
Despesas(Dispêndios) Tributárias (41.834,89) (31.111,58) 
Outras Receitas(Ingressos) Operacionais (Nota 18) 50.195,38 448,68 
Ingressos de Depósitos Intercooperativos 844.725,03 297.896,98 
Outras Despesas(Dispêndios) Operacionais (Nota 19) (41.690,77) (68.841,51) 
RESULTADO OPERACIONAL 1 .239.645,68 1.097.678,41 
RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 20) 30.088,17 374,34 
RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES 1 .269.733,85 1.098.052,75 
IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (14.799,90) (5.914,04) 
Provisão para Imposto de Renda (7.399,95) (2.957,02) 
Provisão para Contribuição Social (7.399,95) (2.957,02) 
LUCRO/PREJUÍZO(SOBRA/PERDA) LÍQUIDO 1 .254.933,95 1.092.138,71 
JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO (Nota 17) (424.672,28) (210.257,45) 
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 17 
 
5 
s) Valor recuperável de ativos – impairment 
A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como 
perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do 
que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são 
registradas no resultado do período em que foram identificadas. 
Em 30 de junho de 2014 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável 
dos ativos não financeiros. 
t) Eventos subsequentes 
Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de 
autorização para a sua emissão. São compostos por: 
• Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na 
data-base das demonstrações contábeis; e 
• Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não 
existiam na data-base das demonstrações contábeis. 
Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de 
junho de 2014. 
4. Relações interfinanceiras 
Em 30 de junho de 2014 e 2013, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim 
compostas: 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Correspondentes 171.240,31 100.209,30 
Centralização Financeira – Cooperativas (a) 14.608.195,24 8.272.659,68 
Total 14.779.435,55 8.372.868,98 
(a) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, 
depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE conforme determinado no art. 37, da 
Resolução CMN nº 3.859/10. 
5. Operações de crédito 
a) Composição da carteira de crédito por modalidade: 
Modalidade 
30/06/2014 
30/06/2013 
Circulante Não Circulante Total 
Adiantamento a Depositante 454.338,66 0,00 454.338,66 213.292,26 
Cheque Especial / Conta Garantida 1.576.963,95 0,00 1.576.963,95 1.417.898,88 
Empréstimos 15.166.273,62 11.239.524,89 26.405.798,51 22.048.391,07 
Financiamentos 721.569,46 502.269,10 1.223.838,56 1.602.535,09 
Títulos Descontados 12.179.264,05 0,00 12.179.264,05 9.596.988,91 
( - ) Provisão para Perda com Operações 
(1.623.145,25) (669.290,55) 
de Crédito 
Total 30.098.409,74 11.741.793,99 40.217.058,48 34.209.815,66 
 
benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são 
amortizados ao longo de sua vida útil estimada. 
b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a 
6 
Resolução CMN nº 2.682/1999: 
Nível / Percentual de 
Risco / Situação 
Total em 
30/06/2014 
Provisões 
30/06/2014 
Total em 
30/06/2013 
Provisões 
30/06/2013 
A 0,50% Normal 31.495.436,30 157.479,04 29.259.840,48 146.299,70 
B 1% Normal 5.313.721,91 53.137,22 2.669.817,62 26.698,60 
B 1% Vencidas 624.550,02 6.245,50 392.334,08 3.923,34 
C 3% Normal 1.374.094,40 41.222,83 921.622,93 27.648,69 
C 3% Vencidas 338.902,07 10.167,02 449.998,32 13.499,95 
D 10% Normal 418.693,89 41.869,39 338.782,62 33.878,26 
D 10% Vencidas 322.749,40 32.274,94 195.073,40 19.507,34 
E 30% Normal 455.645,06 136.693,52 182.169,12 54.650,74 
E 30% Vencidas 150.661,61 45.198,48 74.202,81 22.260,84 
F 50% Normal 126.602,81 63.301,40 64.811,36 32.405,68 
F 50% Vencidas 197.330,55 98.665,27 31.296,07 15.648,04 
G 70% Normal 44.965,72 31.476,00 20.477,32 14.334,12 
G 70% Vencidas 238.117,84 166.682,49 67.149,42 47.004,59 
H 100% Normal 181.400,01 181.400,01 94.532,75 94.532,75 
H 100% Vencidas 557.332,14 557.332,14 116.997,91 116.997,91 
Total Normal 39.410.560,10 706.579,41 33.552.054,20 430.448,54 
Total Vencido 2.429.643,63 916.565,84 1.327.052,01 238.842,01 
Total Geral 41.840.203,73 1.623.145,25 34.879.106,21 669.290,55 
Provisões (1.623.145,25) (669.290,55) 
Total Líquido 40.217.058,48 34.209.815,66 
c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: 
Descrição Até 90 De 91 a 360 Acima de 360 Total 
Empréstimos 4.840.226,24 10.326.047,38 11.239.524,89 26.405.798,51 
Títulos Descontados 10.800.836,10 1.378.427,95 0,00 12.179.264,05 
Financiamentos 185.677,26 535.892,20 502.269,10 1.223.838,56 
Total 15.826.739,60 12.240.367,53 11.741.793,99 39.808.901,12 
Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida. 
d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: 
Descrição 30/06/2014 % da 
carteira 
Setor Privado – Comércio 3.087,64 0,01% 
Setor Privado – Indústria 25.739,75 0,06% 
Setor Privado – Serviços 9.908.500,01 24,89% 
Setor Privado – Outros Serviços 3.108.960,69 7,81% 
Pessoa Física 26.762.613,03 67,23% 
Total 39.808.901,12 100,00% 
e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito: 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Saldo Inicial 1.180.972,62 349.840,03 
Constituições / Reversões no período 
630.339,71 
Transferência para Prejuízo no período 
(188.167,08) 
425.504,40 
(106.053,88) 
Total 1.623.145,25 669.290,55 
 
3 
d) Operações de crédito 
As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, 
retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas 
a valor presente, calculadas "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos 
indexadores pactuados. 
e) Provisão para operações de crédito 
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na 
realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em 
aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do 
tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura 
econômica. 
A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito 
definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem 
nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). 
f) Depósitos em garantia 
Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou 
ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia 
da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a 
caracterização da liquidação do passivo. 
g) Investimentos 
Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e ações do 
Bancoob, avaliadas pelo método de custo de aquisição. 
h) Imobilizado 
Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, 
instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo 
custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método 
linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas 
divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos 
bens. 
i) Diferido 
O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos 
softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de 
aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses 
gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. 
Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, 
exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício 
social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. 
j) Intangível 
Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à 
manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil 
definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de 
 
4 
k) Ativos contingentes 
Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da 
situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem 
mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes 
com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas 
explicativas às demonstrações contábeis. 
l) Obrigações por empréstimos e repasses 
As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos 
recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são 
acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido, assim como das despesas a 
apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. 
m) Demais ativos e passivos 
São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, 
incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do 
balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, 
acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias 
incorridas. 
n) Provisões 
São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como 
resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para 
saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores 
estimativas do risco envolvido. 
o) Passivos contingentes 
São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for 
considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma 
provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes 
envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível 
são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance 
remota de perda não são divulgadas. 
p) Obrigações legais 
São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei 
ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. 
q) Imposto de renda e contribuição social 
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado 
em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações 
realizadas com cooperados é isento de tributação. 
r) Segregação em circulante e não circulante 
Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no 
circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante).
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ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
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9 
11. Diferido 
Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, 
substancialmente, instalações e reforma de PAs. 
12. Depósitos 
Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros 
contratados. 
Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil) por CPF/CNPJ, estão 
garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), constituído conforme 
Resoluções CMN n° 4.150/12 e 4.284/13. 
13. Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses 
São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos 
captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas 
modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos 
associados beneficiados. 
Instituições Taxa Vencimento 30/06/2014 30/06/2013 
Cecremge 110% CDI 14/09/2016 2.512.562,23 0,00 
BDMG TJLP + 1,5% a.a 15/02/2017 1.391.795,68 1.338.178,00 
Total 3.904.357,91 1.338.178,00 
14. Outras Obrigações 
14.1 Sociais e Estatutárias 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (a) 146.546,24 197.015,90 
Cotas de capital a pagar (b) 67.838,79 11.627,84 
Gratificações a pagar Dirigentes e Funcionário (c) 185.035,10 116.945,26 
Total 399.420,13 325.589,00 
(a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos 
cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo 
resultado dos atos não cooperativos e 10% das sobras líquidas, conforme determinação 
estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do 
Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. 
(b) Capital Social à ser devolvido para cooperados que vieram à agência e pediram demissão 
no ano de 2013. 
(c) Provisão para pagamento de 14º Salário aos funcionários da Cooperativa no caso de 
cumprimento da meta anual aprovada no inicio do ano pelo Conselho de Administração e 
provisão para o fundo destinado aos diretores a ser pago aos mesmos no fim de seus 
mandatos, conforme aprovação em Assembleia Geral no Ano de 2011, letra “D”, item “7”. 
14.2 Diversas 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Cheques Depositados (1) 468.388,49 140.363,45 
Credores Diversos (2) 3.226.889,63 3.062.853,69 
 
processada apenas dia 01/07/2014 (R$ 519.465,70), Adiantamento para despesas de 
viagens (R$ 800,00), Fundo Fixo para pagamento (R$ 6.384,18) e Plano de Saúde à 
repassar (R$ 391,58) 
Provisão Passivos Contingentes (3) 110.438,86 163.229,58 
Provisão Para Pagamentos à efetuar (4) 874.391,55 545.850,76 
Outros (5) 20.275,68 168.081,47 
Total 4.700.384,21 4.080.378,95 
(1) Refere-se a cheques depositados relativos a descontos enviados a compensação, porém 
10 
não baixados até a data-base de 30/06/2014. 
(2) A Rubrica em sua maioria está composta por valores a repassar a lojistas que efetuaram 
vendas com o Cartão Lagoacred Card. 
(3) Quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial 
questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados 
na base de cálculo do PIS e COFINS (R$ 107.759,55) está também provisionado valores 
para cobrir demandas Trabalhistas (R$ 2.679,31). 
(4) Provisões Trabalhistas, como férias, 13º salario, e encargos (R$ 343.833,20), provisões 
pagamentos de despesas Administrativas (R$ 99.056,69), Juros ao Capital (R$ 
424.672,28) e Outros pagamentos (R$ 6.829,38). 
(5) Saldo composto por Obrigações por prestação de serviço, Conta Salário (R$ 20.275,68). 
15. Instrumentos financeiros 
O SICOOB LAGOACRED GERAIS opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque 
para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, relações interfinanceiras, operações 
de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. 
Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores 
contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. 
16. Patrimônio líquido 
a) Capital Social 
O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado 
por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, 
independente do número de suas cotas-partes. 
b) Reserva Legal 
Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 30%, utilizada para 
reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. 
c) Reserva de Contingências 
Reserva criada pelas assembleias ordinárias de 2011 e 2014. O saldo anterior de R$ 195.031,79 
foi revertido, sendo incorporado às sobras do ano 2013 e efetuado uma nova destinação à 
Reserva de Contingências no valor de R$ 274.599,83 e ratificada suas destinação que é a de 
cobrir eventuais contingências fiscais, trabalhistas e previdenciárias. 
d) Sobras Acumuladas 
As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do 
Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do 
BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e 
Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, 
conforme a Lei nº 5.764/71. 
Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 11 de Abril de 2014, os cooperados deliberaram 
pelo aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, no valor 
 
7 
f) Concentração dos Principais Devedores: 
Descrição 30/06/2014 % Carteira 
Total 
30/06/2013 % Carteira 
Total 
Maior Devedor 600.181,71 1,43% 544.105,87 1,56% 
10 Maiores Devedores 
4.236.641,53 
10,08% 
4.457.438,12 
12,74% 
50 Maiores Devedores 
13.379.179,67 
31,85% 
12.084.627,54 
34,55% 
g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo: 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Saldo inicial 1.400.502,18 1.140.215,74 
Valor das operações transferidas no período 
188.167,08 
Valor das operações recuperadas no período 
(28.869,77) 
106.053,88 
(67.319,37) 
Total 1.559.799,49 1.178.950,25 
6. Outros créditos 
Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas 
domiciliadas no país, conforme demonstrado: 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Rendas a Receber 173.219,95 94.456,84 
Serviços Prestados a Receber 13.602,23 18.503,24 
Outras Rendas a Receber 159.617,72 75.953,60 
Diversos 7.850.049,43 7.518.602,79 
Adiantamentos e Antecipações Salariais 67.193,63 46.288,56 
Adiantamentos por Conta de Imobilizações (a) 248.151,12 1.200,00 
Devedores por Depósitos em Garantia (b) 179.537,55 163.193,96 
Impostos e Contribuições a Compensar 5.837,95 5.837,95 
Títulos e Créditos a Receber (c) 6.803.709,67 7.146.280,97 
Devedores Diversos – País (d) 545.619,51 155.801,35 
(-)Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (150.758,08) (439.397,32) 
Total 7.872.511,30 7.173.662,31 
(a) A Cooperativa está ampliando suas instalações e este Adiantamento por Conta de 
Imobilizações refere-se a adiantamentos feitos para compra de novas máquinas, 
ampliação de sistema de segurança, e também, a instalação de 02 elevadores que serão 
necessários para atendimento ao público no 2º pavimento. 
(b) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: 
Interposições Trabalhistas (R$140.209,43) e Cheques Caução Garantia Junto à Central 
Cecremge, liquidados aguardando recebimento do crédito pela Central (R$ 39.328,12). 
(c) A rubrica Títulos e Créditos à Receber está composta em sua maioria por valores à 
receber de Clientes Cartão Lagoacred Card, referente a compras efetuadas pelos mesmos 
(R$ 6.790.656,04) e composta também por tarifas à receber de cooperados (R$ 
13.053,63) 
(d) A rubrica em sua maioria está composta por pendências de compensação referente a 
valores a serem processados pelo Bancoob, valores que a cooperativa tem que receber 
(R$ 18.578,05), Transferência para Centralização financeira efetuada em 06/2014, porém 
 
8 
7. Outros valores e bens 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Outros Valores e Bens 69.518,86 211.855,67 
Bens Não de Uso Próprio 97.150,35 239.487,16 
(-)Provisão Bens não de Uso Próprio (27.631,49) (27.631,49) 
Despesas Antecipadas 79.082,62 61.363,45 
Total 148.601,48 273.219,12 
Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor referente a bens recebidos como dação em 
pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. 
Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, referentes a prêmios de seguros, 
aluguéis, processamento de dados, contribuição cooperativista, e IPTU. 
8. Investimentos 
O saldo é, substancialmente, representado por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e 
ações do BANCOOB. 
9. Imobilizado de uso 
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são 
calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado 
conforme abaixo: 
Descrição Taxa de 
Depreciação 30/06/2014 30/06/2013 
Móveis e Equipamentos 10% 611.045,50 511.638,73 
Sistemas de Comunicação 20% 103.534,71 54.615,39 
Sistema de Processamento de Dados 20% 1.242.697,68 1.004.221,18 
Sistemas de Segurança 10% 123.205,11 76.927,77 
Sistemas de Transportes 20% 108.274,60 87.274,60 
TOTAL 2.188.757,60 1.734.677,67 
Depreciação acumulada (1.223.699,07) (1.025.057,91) 
TOTAL 965.058,53 709.619,76 
10. Intangível 
Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à 
manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares. 
O valor registrado na rubrica “Intangível” refere-se a licenças de uso do Sistema de Informática do 
Sicoob - SISBR, adquirida em 2009, da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. 
- Sicoob Confederação. Na mesma data, a Central cedeu exclusivamente às suas filiadas 
(cooperativas singulares associadas), devidamente autorizado pelo Sicoob Confederação, com 
prazo de até 31 de maio de 2019, o direito de uso do SISBR.
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 19 
de R$ 782.609,50, aumento do FATES em R$ 178.489,89, aumento da Reserva Legal em R$ 
137.299,91 e constituição da Reserva de Contingência pelo montante de R$ 274.599,83. 
 
O SICOOB LAGOACRED GERAIS em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à 
Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL 
CECREMGE, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades 
monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. 
O SICOOB CENTRAL CECREMGE é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a 
organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de 
suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma 
autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas 
exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, 
para consecução de seus objetivos. 
Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a 
coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a 
orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles 
internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, 
operacionais e gerenciais, entre outras. 
O SICOOB LAGOACRED GERAIS responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo 
SICOOB CENTRAL CECREMGE perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do 
capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. 
As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE em 31 de dezembro de 2013, 
foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as 
demonstrações contábeis, datado de 01 de Fevereiro de 2014, com opinião sem modificação. O 
relatório de auditoria das demonstrações contábeis de 30 de junho de 2014 encontra-se em 
processo de emissão. 
13 
23. Seguros contratados – Não auditado 
A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é 
considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de 
sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de 
auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos 
auditores independentes. 
24. Índice de Basiléia 
O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da 
estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$ 6.699.430,81 
em 30 de junho de 2014. 
25. Contingências Passivas 
Segundo a assessoria jurídica do SICOOB LAGOACRED GERAIS, dos processos judiciais em 
que figura como pólo passivo, foram classificadas como perdas possíveis 03 processos, 
totalizando R$ 53.120,00. 
Lagoa da Prata, 06 de Agosto de 2014 
Nilson Antonio Bessas Júlio César Vaz 
Presidente Conselho de Administração Diretor Geral 
José Tavares de Rezende Helenno Vidal Oliveira 
Diretor Administrativo Contador – CRC 0769440-8/MG 
BENEFÍCIOS MONETÁRIOS (R$) 
Honorários 311.815,08 
Plano de Saúde 1.659,30 
RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 
Ao Conselho de Administração e Cooperados da 
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO 
LTDA. 
SICOOB LAGOACRED GERAIS 
Lagoa da Prata - MG 
Prezados Senhores: 
Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de 
Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, que compreendem o 
balanço patrimonial em 30 de junho de 2014 e as respectivas demonstrações de sobras ou 
perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo 
naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas 
explicativas. 
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis 
A administração da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região 
Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS é responsável pela elaboração e adequada 
apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas 
no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a 
elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se 
causada por fraude ou erro. 
Responsabilidade dos auditores independentes 
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis 
com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais 
de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e 
que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que 
as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a 
execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e 
divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados 
dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante 
nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa 
avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e 
adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os 
procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de 
expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma 
auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a 
razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da 
apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a 
evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 
Opinião 
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, 
em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito 
de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS em 30 
de junho de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o 
semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, 
aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. 
Belo Horizonte, 26 de agosto de 2014. 
Antonio Alberto Sica 
Contador CRC/MG 080.030/O-0 
CNAI 1845 
 
12 
Montante das operações ativas e passivas liberadas no primeiro semestre de 2014: 
MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS % em relação à carteira total 
R$ 949.730,68 1,92% 
MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS % em relação à carteira total 
R$ 100.080,48 0,37% 
Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2014: 
OPERAÇÕES ATIVAS 
NATUREZA DA 
OPERAÇÃO DE 
CRÉDITO 
VALOR DA 
OPERAÇÃO DE 
CRÉDITO 
PCLD (PROVISÃO 
PARA CRÉDITO 
DE LIQUIDAÇÃO 
DUVIDOSA) 
% DA OPERAÇÃO DE 
CRÉDITO EM 
RELAÇÃO À 
CARTEIRA TOTAL 
Cheque Especial E 
Conta Garantida 47.144,87 266,29 2,99% 
Empréstimo 275.161,64 2.321,78 1,03% 
Títulos Descontados 193.917,08 1.162,17 1,59% 
OPERAÇÕES PASSIVAS 
Aplicações Financeiras % em relação à carteira total Taxa Média - % 
432.137,41 1,46% 102% CDI 
Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque 
especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, 
empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: 
NATUREZA DAS OPERAÇÕES 
ATIVAS E PASSIVAS 
TAXAS APLICADAS 
EM RELAÇÃO ÀS 
PARTES 
RELACIONADAS 
TAXA APROVADA PELO 
CONSELHO DE 
ADMINISTRAÇÃO / 
DIRETORIA EXECUTIVA 
Cheque Especial 1,54% à 5,81% 1,54% à 8,69% 
Conta Garantida 1,97% à 5,81% 1,54% à 8,69% 
Desconto de Cheques 1,39% à 1,82% 1,39% à 2,47% 
Empréstimos 1,23% à 2,67% 1,16% à 3,99% 
Aplicação Financeira 102%CDI 102% CDI 
No primeiro semestre de 2014, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram 
representados por honorários e custeio parcial de plano de saúde, apresentando-se da seguinte 
forma: 
22. Cooperativa Central Sicoob Central Cecremge 
 
11 
17. Provisão de Juros ao Capital 
A Cooperativa provisionou juros ao capital próprio, visando remunerar o capital do associado. Os 
critérios para a provisão obedeceram a Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A 
remuneração foi limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de 
Custódia – SELIC. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração de Sobras ou Perdas – 
DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Circular BACEN 
nº 2.739/1997. 
18. Outros ingressos/rendas operacionais 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Receita com Recuperação de Despesas 6.525,00 448,68 
Atualização Depósitos Judiciais 7.616,80 0,00 
Rateio Sobras Central 36.053,58 0,00 
Total 50.195,38 448,68 
19. Outros dispêndios/despesas operacionais 
Descrição 2014 2013 
Despesa consultas, saques Cirrus/Cabal 766,40 351,90 
Despesas c/descontos concedidos operações de crédito 31.843,77 9.574,39 
Despesas c/ Fundo Garantidor do Sicoob 0,00 51.886,03 
Despesas c/ Cancelamento de Tarifas Passiveis de Cobrança 6.746,46 5.589,93 
Despesa atualização monetária ações discutidas judicialmente 2.334,14 1.439,26 
Total 41.690,77 68.841,51 
20. Resultado não operacional 
Descrição 2014 2013 
Ganhos de Capitas 32.007,09 374,34 
( - ) Perdas de Capital (1.918,92) 0,00 
Resultado líquido 30.088,17 374,34 
21. Partes Relacionadas 
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade 
de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais 
pessoas. 
As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas 
atribuições estabelecidas em regulamentação específica. 
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações 
da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de 
operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, 
tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de 
crédito. 
As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, 
caução e alienação fiduciária.
22 OPIINÃO www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
Nilson Antonio Bessas é Diretor do Sicoob Lagoacred Gerais e autor do livro 
“Tornando sua empresa um sucesso” com mais de 1.000 exemplares vendidos em apenas 90 dias. 
Para perguntas, críticas e sugestões 
mande um e-mail para: 
nilsonbessas@nilsonbessas.com.br 
Empreendedorismo e Negócios 
Muitas empresas em atividade sofrem com o caixa no vermelho. Algumas conseguem achar uma solução para o 
problema e sobrevivem, já outras, não conseguem e fecham as portas. Empresas com geração de caixa negativo precisam 
tratar a causa e não somente recorrer à injeção de mais capital. Do contrário, os problemas só tendem a aumentar. 
ll Encerra-se mais um mês 
e o caixa da empresa nova-mente 
fecha no vermelho, 
mesmo considerando o 
crescimento das vendas. O 
empresário preocupado em 
honrar os seus compromis-sos 
recorre aos bancos. Po-rém, 
esta não é uma atitude 
correta, pois o que deve ser 
tratado nesta empresa são as 
causas dos problemas e não 
somente as consequências. 
Recorrer à injeção de um no-vo 
capital será parte da solu-ção, 
que deverá vir acompa-nhada 
de outras ações mais 
profundas para avaliar o que 
está causando a geração de 
caixa negativo. É preciso ve-rificar 
alguns pontos como o 
capital de giro, estoque, des-pesas 
e índice de markup 
(preço de venda). 
Toda empresa precisa 
manter um determinado 
valor de capital de giro para 
Finanças no vermelho 
sustentar as vendas a prazo 
e o tempo que as mercado-rias 
levam para serem ven-didas 
e que permanecem 
em estoque. Normalmente 
os compromissos com for-necedores 
vencem antes 
do recebimento das vendas, 
sendo necessário recorrer ao 
capital de giro para bancar 
este descasamento de pra-zos. 
Por isso, o capital de gi-ro 
nunca pode ser usado para 
outros fins. Uma medida es-tratégica 
para depender me-nos 
do capital de giro é mon-tar 
um fluxo de caixa eficien-te 
que possa garantir o rece-bimento 
das vendas antes 
dos pagamentos dos forne-cedores. 
Mas, ainda assim é 
importante manter o capital 
de giro para as eventualida-des. 
Quanto ao estoque, o em-presário 
precisa saber qual é 
o volume ideal para manter 
as vendas em crescimento. 
O estoque não pode ser mui-to 
pequeno, abaixo do míni-mo 
necessário, porque po-de 
haver perdas nas vendas. 
Não pode ser muito elevado, 
acima do ideal, porque o es-toque 
é custo para empresa. 
Sendo assim, resta ao em-presário 
administrar a logís-tica 
de compras de mercado-rias, 
abastecendo o estoque 
conforme as vendas realiza-das. 
O estoque na quantida- 
de certa faz toda a diferen-ça 
para saúde financeira da 
empresa. 
As despesas fixas devem 
ser as menores possíveis pa-ra 
possibilitar a empresa ter 
preços de vendas competi-tivos. 
Por serem fixas, elas 
ocorrem mesmo quando as 
vendas diminuem. Neste ca-so 
a sua representatividade 
aumenta e reduz a lucrativi-dade 
da empresa. Controlar 
as despesas fixas sempre é 
necessário para o suces-so 
de qualquer empreendi-mento. 
Quanto às despesas 
financeiras, elas também de-vem 
estar bem administra-das, 
e são aceitáveis somen-te 
quando forem planejadas 
e que tenham os juros e as 
amortizações dentro da ca-pacidade 
de pagamento da 
empresa. As despesas vari-áveis 
(comissões sobre ven-das, 
entrega da mercadoria, 
televendas e outras) já são 
menos complexas, pois es-tá 
ligada diretamente ao fa-turamento, 
ou seja, elas ten-dem 
a aumentar somente se 
o faturamento aumentar. 
No entanto, muitas em-presas 
sofrem com o cai-xa 
no vermelho porque aca-bam 
girando mercadorias 
que não tem margem de lu-cro 
adequada. E isso ocorre 
porque o empresário não sa-be 
ou não dá atenção à for-mação 
do preço de vendas 
das mercadorias. A forma-ção 
do preço de venda (Índi-ce 
de markup) deverá com-por 
o custo da mercadoria 
juntamente com as despe-sas 
fixas, variáveis e finan-ceiras, 
impostos, inadim-plência 
e margem de lucro. 
(Leia o livro “Tornando sua 
empresa um sucesso” para 
saber do assunto com mais 
detalhe). Uma empresa ja-mais 
poderá abrir mão da 
sua lucratividade. É somen-te 
com lucro que se há gera-ção 
de caixa positivo e cres-cimento 
do empreendimen-to. 
Enfim, o caixa no verme-lho 
sempre é reflexo de uma 
gestão equivocada, conse-quência 
de ações erradas 
tomadas no passado, da qual 
exige dedicação e mudanças 
de hábito do empresário pa-ra 
serem consertadas. 
Lagoacred realiza aula inaugural do 2º 
capítulo do Projeto Jovem Cooperativista 
ll O Projeto Jovem Coo-perativista 
já está no seu 2º 
capítulo e tem movimenta-do 
os jovens das escolas de 
Lagoa da Prata, Santo An-tônio 
do Monte, Pedra do 
Indaiá e Japaraíba. A au-la 
inaugural do 2º capítu-lo 
aconteceu no dia 21 de 
agosto na Escola Estadu-al 
Nossa Senhora de Gua-dalupe, 
em Lagoa da Prata. 
A expectativa é que a 
ação atinja cerca de 12.500 
alunos. De acordo com o 
gerente administrativo do 
Sicoob Lagoacred Gerais, 
José Otaviano de Moura 
Júnior, o objetivo do pro-jeto 
é formar crianças, jo-vens 
e adolescentes em 
profissionais qualifica-dos 
e torná-los empreen-dedores 
de sucesso. “Es-te 
trabalho é dividido em 
seis capítulos, no primei-ro 
falamos sobre a história 
do cooperativismo, no se-gundo 
daremos dicas para 
os jovens, ensinando-os a 
poupar e nos próximos te-remos 
como assunto Em-preendedorismo, 
Coopera-tivismo 
Financeiro x Capi-talismo, 
Finanças Familiar 
e Planejamento Financei-ro. 
Queremos que os alu-nos 
tomem conhecimen-to 
do sistema cooperativis-ta 
e saibam o quão impor-tante 
este segmento é pa-ra 
a vida das pessoas e pa-ra 
a sociedade”, afirmou o 
gerente. 
José Otaviano ainda sa-lientou 
que o projeto é im-prescindível 
para a forma-ção 
dos alunos. “Trabalha-mos 
com um público de 
seis a dezoito anos e quan-do 
ensinamos a filosofia 
do cooperativismo e seus 
valores, a importância de 
poupar dinheiro, e eles en-tendem 
e praticam isso no 
dia a dia, é muito gratifi-cante 
para nós. Nas apre-sentações 
buscamos sem-pre 
a interação e partici-pação 
dos alunos, e de for-ma 
didática e descontraí-da 
transmitimos nosso co-nhecimento”, 
destacou. 
Segundo o diretor da 
otaviano junior em sala de aula da escola n. s. de guadalupe 
Escola Estadual Nossa Se-nhora 
de Guadalupe, Ita-mar 
Teixeira, o projeto é 
muito bem aceito pela ins-tituição 
e é uma inova-ção. 
“Atualmente temos a 
necessidade de renovar e 
reinventar temáticas que 
além de agregarem valor 
para escola ensinem tam-bém 
aos alunos a aplicar 
as teorias fora dela. E este 
projeto só veio a somar. Es-peramos 
cada vez mais ini-ciativas 
assim”, afirmou. 
De acordo com a super-visora 
e vice-diretora da es-cola, 
Alexandra Mesquita, o 
projeto tem sido de grande 
valia para tornar os alunos 
pessoas bem sucedidas. 
“Adoramos a iniciativa da 
Lagoacred, e temos a certe-za 
de que esta parceria veio 
para que juntos possamos 
formar jovens economica-mente 
conscientes”, desta-cou. 
Para o professor de Em-preendedorismo 
e Gestão, 
Sérgio Murilo, esta é mais 
uma iniciativa que soma 
na grade curricular dos alu-nos. 
“O projeto abrange to-da 
a escola, e desde o ano 
passado a Lagoacred traz 
temas que visam o lado 
econômico e o futuro des-tes 
alunos que aprendem 
desde jovem a poupar o seu 
dinheiro. Além de agrade-cer, 
gostaríamos de solici-tar 
mais projeto assim. Es-tamos 
vivendo em uma 
época que falar de econo-mia 
já é uma questão de ne-cessidade”, 
frisou o profes-professor 
supervisora e vice diretora 
Alexandra Mesquita e 
Maria do Carmo 
Sérgio Murilo diretor Itamar Teixeira sor.
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
facebook.com/jornalcidademg CULTURA 23 
Causos e Prosas 
José Antônio (Rádio Samonte FM) 
bandeirantes@isimples.com.br 
O Boi da Fogos Confiança 
ll Em meados de 1986 eu 
estava com 16 anos e co-mecei 
a trabalhar na Fogos 
Confiança, naquela épo-ca 
era comum uma pessoa 
menor deidade trabalhar na 
área de explosivos. E eu co-mecei 
a trabalhar no setor 
de cores com o saudoso Al-varício 
Pereira, o “véio” gen-ro 
do Rafael PonteCerta, que 
na época era o nosso encar-regado. 
E na época, era uma 
“trinca” de companheiros 
que trabalhava com a gen-te 
lá, eram mais ou menos 
16 rapazinhos da minha fai-xa 
etária. Eu era o caçula de-les... 
tinha o Motúia, o Timbó, 
Moitinha, o Cachimonha, o 
Pedro Horácio e o sub-en-carregado 
Arnaldo da ma-drinha 
Lega. “Nóis” era cada 
um “pió” que o outro, e na ho-ra 
do almoço a gente levava 
o “carderão” e fazia a hora de 
boia, no barracão mesmo. 
No lugar que a gente fa-zia 
a hora de boia tinha uma 
represa e do lado de tinha 
um povo que roçava pasto, 
outros picando uma lenha, 
e isso era motivo de “nois” 
gritá com eles, fazendo hora 
deles...aboiando um pouco, 
só para ver o camarada xin-gar. 
E assim era o nosso se-guimento, 
a gente levanta-va 
às 5:10, pegava a canicre-ta 
perto do bar do Zé do Tião, 
no bairro Dom Bosco. Naque-la 
época o motorista da cani-creta 
era o Bagrim e a gente 
seguia, aquela rapaziadinha 
só na farra. Quando a gen-te 
chega na Fogos Confian-ça 
ia uns dez rapazinhos só 
paraumbarracãoeos outros 
seis para os outros setores. 
Ao redor dos barracões fica-vam 
algunsgadosleiteiros, e 
tinha um danado de um boi 
holandês bravo demais, ele 
investia até na sombra de-le 
mesmo. Esse boi era co-nhecido 
demais por correr 
atrás dos pescadores da fa-zendado 
senhorJoaquim do 
Flávio. Um belo dia, esse boi 
queria entrar no barracão pa-ra 
investir na gente e eu re-solvi 
a tourear...rapaz, esse 
boi me passou um carrerão, 
e eu jurei que num ia enca-rar 
esse boi, porque ele tinha 
mais ou menos uma vinte 
arrobas eumchifrepontudo 
demais. Mas, em uma tarde 
a gente “tava” tranquilo, “des-carso”, 
sem camisa, só com 
um “carçãozinho” de seri-guia, 
e o nosso encarregado 
chegou e disse: - O Zé Antô-nio, 
vocêestáfolgadoaímes-mo 
e já trabalhou em fazen-da, 
é até metido toureiro, en-tão 
tira esse gado daqui da 
porta do barracão pra nós. E 
eu né...falei pra ele: Vocêfalou 
com o caboclo certo, vou lá. E 
fui. Quando chegueilá, eupu-lei 
na frente daquele boi co-mo 
se fosse um “torero”, eu 
estava com “purritinho” e fui 
batendo na ventas do touro, 
e ele foi afastando, afastan-do 
e os meus colegas que es-tavam 
de fora do barracão 
estavam só batendo palmas 
para mim... Zé Antônio...bar-ra 
pesada...enfrentou o boi! 
E o boi afastando, afas-tando 
e eu chegando per-tinho 
do boi, só que naque-le 
momento eu dei uma má 
nota, e nessa hora eu tinha 
que sair de lado, dar meia 
volta e correr, só que eu virei 
as costas para o boi e corri. Ê 
menino, mas esse boi “inr-restou” 
atrás de mim e las-cou 
o chifre no meu traseiro 
e mandou pra cima uns vin-te 
metros, me babou tudo de 
verde e quando eu caí numa 
covanca de enxurrada esse 
boiveiobufandopracimade 
mim e me esfregava pra lá e 
pra cá. E nessa hora, os cole-gas 
que estavam me aplau-dindo... 
tudo “correu... Quan-do 
o nosso engarregado che-gou 
e viu que esse boi ia me 
mandar para o infinito, ele 
foi no boi, só que o boi foi ne-le. 
Aíeulevanteivendoestre-ladediaefui... 
sóqueoencar-regado 
gritou passa debaixo 
da cerca Zé Antônio, que es-seboivaitepegaroutravez. 
E 
eu já tava estropiado, parecia 
quejátinhamepassadoden-tro 
de um esmeril. E quando 
eu saí dali para ir ao hospi-tal 
as mulheres da Confian-ça 
estavam tudo chorando 
achando que eu tinha mor-rido. 
E o pior...até hoje eu te-nho 
sequelas desse aconte-cido. 
Mas uma alegria eu te-nho, 
no outro dia mataram o 
boi. 
Alimentos e Culinária 
Solange Barbosa (Buffet Divina Gula) 
solangecfb@gmail.com 
Criatividade e Sabor Incrível 
Saiba com transformar ingredientes “simples e 
baratos” em pratos sofisticados e incríveis. 
A massa de pastel vira um cestinho crocante 
para servir um delicioso musseline de milho ver-de. 
O simples e barato peito de frango torna-se um 
medalhão recheado com tomate seco e manjericão. 
Incrível! 
MODO DE PREPARO 
.Bata o bife de frango com um martelo, deixando-o o 
mais fino possível 
.Tempere o frango com sal e pimenta. 
.Pique o tomate seco e o majericão. 
.Numa superfície plana, abra o papel manteiga, colo-que 
INGREDIENTES 
o frango e recheie como tomate seco e o manjeri-cão 
(para uma pessoa) 
picado; 
• 200g de milho verde (lata) 
.Com ajuda do papel manteiga enrole o frango em for-ma 
• 10g de alho socado 
de rocambole; 
• 30g de cebola repicada 
.Leve para assar 15 a 20 minutos em forno preaqueci-do 
• 50 ml de leite integral 
a 200°C 
• 50g de tomate seco 
.Bata o milho junto com o leite no liquidificador por 2 
• 20g de majericão 
minutos; 
• 150g de bife de filé de frango 
.Refogue a cebola e o alho em manteiga e adicione o mi-lho 
• 2 un aspargo em conserva 
e o leite coados; 
• Sal, pimenta do reino a gosto 
.Deixe cozinhar em fogo baixo por aproximadamente 10 
• 1 folha de papel manteiga 
minutos até atingir o ponto desejado. 
Cestinho Crocante: 
Basta abrir uma massa de pastel ou massa folhada em uma forma untada, com o formato 
que desejar e assar 
Montagem do Prato: 
Coloque a musseline de milho no fundo do prato, divida o medalhão ao meio em corte trans-versal 
e decore com a cestinha crocante,ou se preferir use a musseline de milho para reche-ar 
a cestinha.
DICAS RÁPIDAS PARA CUIDAR DA SAÚDE 
Cuidar da saúde é muito 
importante em todas as fai-xas 
etárias, mas nem sempre 
todososcuidadosnecessários 
são levados a sério. 
Equando falamosem cui-dadoscom 
a saúde, nem sem-pre 
trata-se apenas de fre-quentar 
com periodicidade o 
consultório médico. São mu-dançasdehábito 
epensamen-to 
que podem colaborar para 
umavidamais saudávelesem 
complicações. 
Por isso, listamos os prin-cipais 
cuidados que homens 
e mulheres devem ter com o 
corpo e a mente: 
Coma bem: a alimentação 
saudável é fundamental pa-ra 
a saúde humana, não ape-nas 
pela aparência, mas por-que 
evita uma série de doen-ças, 
como colesterol, trigli-cérides 
e alto teor de açúcar 
no sangue. Ainda aumenta a 
disposição emelhora o humor. 
Dêpreferência para alimentos 
comricoteordevitaminas, co-mo 
frutas, legumes, verduras 
e carnes magras como peixe 
ou frango. Fuja das gorduras e 
fast-food; 
Mantenha o peso: Assim co-mo 
a alimentação saudável, 
o controle do peso também é 
importante. Não precisa en-canar, 
mas é interessante não 
emagrecer demais ou estar 
acima do peso. O metabolis-mo 
funciona de acordo com 
a faixa etária e outros fato-res 
pessoais, por isso, combi-nar 
uma alimentação rica em 
nutrientes e fracionada com 
um exercício físico regular po-de 
ajudar a manter o peso na 
média. Além disso, o exercício 
físico ajuda muito na respira-ção. 
O ideal é praticar de 3 a 4 
vezes por semana; 
Tenha boas noites de sono: A 
faltadeboas noites desono au-mentam 
a produção de hor-mônios 
do estresse e causa 
um mau humor absurdo. Ca-da 
pessoa tem suas próprias 
necessidades, mas o reco-mendado 
por médicos são oi-to 
horas de sono por dia. E não 
adianta tentar compensar no 
dia seguinte. Sono perdido, é 
sono perdido. E afeta inclusi-ve 
a memória; 
Evite vícios: Paraquem jásofre 
com alguns vícios é mais difí-cil 
de cumprir esta dica, mas 
quem ainda não tem nenhum 
ébomficaratentoparanãoad-quirir. 
Oálcoolemexcessopo-detrazerumasériedecalorias 
alémdeafetarofígadoepreju-dicar 
diabéticos, hipertensos 
e quem tem uma taxa alta de 
triglicérides. Já o cigarro po-de 
causar câncer de pulmão, 
faringe, garganta língua e en-fizema 
pulmonar. Para quem 
já fuma é sempre bom ter em 
mente que nunca é tarde pa-ra 
recuperar o tempo perdido, 
poisao longo dosanossem ci-garro 
os riscos vão diminuin-do 
e osórgãosse recuperando; 
Reponha o colágeno: Além 
dos benefícios estéticos, co-mo 
diminuição do apareci-mento 
de rugas e maior fir-meza 
da pele. O colágeno evi-ta 
a fragilidade articular e ós-sea. 
Para repor, o ideal é ali-mentar- 
se de alimentos ricos 
em colágeno como carne ver-melha 
egelatinas. Já para evi-tarrugas, 
o idealéusarcosmé-ticos 
com a substância, sem-pre 
levando em consideração 
o seu tipo de pele. 
NEUROCIENTISTA EXPLICA EXERCÍCIOS 
PARA O CÉREBRO 
Enquanto cientistas do 
mundo todo buscam solu-ções 
para prevenir e curar 
doenças degenerativas do 
cérebro, ganha corpo no 
mundo a ginástica cere-bral, 
uma prática saudável 
como uma atividade física 
que melhora o desempenho. 
No Brasil, mais de 40 mil 
pessoas já passaram pelo 
SUPERA, o primeiro curso 
com método exclusivo de-dicado 
ao desenvolvimento 
das múltiplas inteligências 
(lógico-matemática, linguís-tica, 
intrapessoal, etc). 
Para reforçar o conceito, 
a neurocientista Carla Tiep-po 
lembra que este incrível 
órgão do corpo humano es-tá 
envolvido em todas as ati-vidades 
que realizamos, in-fluenciando 
nossa vida pes-soal 
e profissional. 
“A lógica de trabalho de 
nosso sistema nervoso pode 
influenciar muitas de nos-sas 
atitudes e decisões, se-jam 
afetivas ou racionais no 
trabalho”, afirma a especia-lista. 
Por este e por outros 
motivos, os exercícios para 
o cérebro vêm conquistan-do 
muitos adeptos. Eles são 
praticados por pessoas que 
querem ser mais ágeis, pro-dutivas, 
criativas e manter 
o cérebro jovem até o fim da 
vida. 
“O conceito científico 
de neuroplasticidade mos-tra 
que todo mundo pode se 
modificar. Através dos es-tímulos 
organizados da gi-nástica 
cerebral do SUPERA, 
o cérebro é capaz de resta-belecer 
conexões neurais 
e melhorar seu desempe-nho”, 
afirma Carla Tieppo, 
consultora da rede de fran-quias 
SUPERA. 
No SUPERA, os exercí-cios 
para o cérebro podem 
ser feitos presencialmente 
nas mais de 130 escolas da 
rede espalhadas pelo país. O 
curso acontece uma vez na 
semana, com duas horas de 
duração, e inclui exercícios 
com o ábaco, instrumento 
de cálculo oriental. 
Além disso, há apostilas 
com desafios de lógica e de-zenas 
de jogos de tabuleiro 
para treinar memória, foco, 
atenção, estratégia, visão e 
raciocínio. 
Quem faz exercícios pa-ra 
o cérebro também se sen-te 
mais confiante e se torna 
mais sociável, o que ajuda 
também a ir bem na carreira. 
Além de ser uma prática 
saudável, que não tem efei-tos 
colaterais, a ginástica ce-rebral 
é prazerosa e tem re-sultados 
concretos em seis 
meses. 
O método SUPERA de 
exercícios para o cérebro 
também é uma promessa 
para a evolução do aprendi-zado 
e, consequentemente, 
do ensino no Brasil. Escolas 
particulares e públicas ado-tam 
a metodologia para me-lhorar 
a concentração, a me-mória 
e o raciocínio do alu-no. 
METODOSUPERA.COM.BR 
BREVE EM LAGOA DA PRATA 
FACEBOOK: METODO SUPERA 
LAGOA DA PRATA
O QUE É UMA BOA HIGIENE BUCAL? 
Hálito puro e sorriso sau-dável 
são o resultado de uma 
boa higiene bucal. Isso signi-fica 
que, com uma higiene 
bucal adequada: 
•Seus dentes ficam limpos 
e livres de resíduos alimen-tares; 
•A gengiva não sangra nem 
dói durante a escovação e o 
uso do fio dental; 
•O mau hálito deixa de ser 
um problema permanente. 
Consulte o seu dentis-a 
caso sua gengiva doa ou 
sangre quando você escova 
os dentes ou usa fio dental, 
e principalmente se estiver 
passando por um problema 
de mau hálito. Essas mani-festações 
podem ser a indi-cação 
da existência de um 
problema mais grave. 
Seu dentista pode ensi-ná- 
lo a usar técnicas corre-tas 
de higiene bucal e indicar 
as áreas que exigem atenção 
extra durante a escovação e 
o uso do fio dental. 
COMO GARANTIR UMA 
BOA HIGIENE BUCAL? 
Uma boa higiene bucal 
é uma das medidas mais 
importantes que você po-de 
adotar para manter seus 
dentes e gengiva em or-dem. 
Dentes saudáveis não 
só contribuem para que vo-cê 
tenha uma boa aparência, 
mas são também importan-tes 
para que você possa falar 
bem e mastigar corretamen-te 
os alimentos. Manter uma 
boca saudável é importante 
para o bem-estar geral das 
pessoas. Os cuidados diários 
preventivos, tais como uma 
boa escovação e o uso corre-to 
do fio dental, ajudam a evi-tar 
que os problemas dentá-rios 
se tornem mais graves. 
Devemos ter em mente que a 
prevenção é a maneira mais 
econômica, menos dolorida 
e menos preocupante de se 
cuidar da saúde bucal e que 
ao se fazer prevenção esta- 
mos evitando o tratamento 
de problemas que se torna-riam 
graves. Existem algu-mas 
medidas muito simples 
que cada um de nós pode to-mar 
para diminuir significa-tivamente 
o risco do desen-volvimento 
de cárie, gengi-vite 
e outros problemas bu-cais. 
•Escovar bem os dentes e 
usar o fio dental diariamen-te. 
•Ingerir alimentos balance-ados 
e evitar comer entre as 
principais refeições. 
•Usar produtos de higiene 
bucal, inclusive creme den-tal, 
que contenham flúor. 
•Usar enxaguante bucal 
com flúor, caso seu dentis-ta 
recomende. 
•Garantir que crianças abai-xo 
de 12 anos tomem água 
potável fluoretada ou su-plementos 
de flúor, se habi-tarem 
regiões onde não ha-ja 
flúor na água. 
Vai ao cinema? Dispense aquela pipoca com sal e óleo. Substitua por 
um pacote de uva passa..... aí vão os benefícios! 
CIRURGIA PLÁSTICA x ATIVIDADE FÍSICA 
O Brasil ocupa no mo-mento 
o primeiro lugar no 
ranking mundial de cirur-gias 
plásticas realizadas, 
com um volume de 1,49 mi-lhão 
de procedimentos ci-rúrgicos 
estéticos realizados 
contra 1,45 milhão realizados 
nos Estados Unidos no ano 
de 2013, fato nunca ocorri-do 
na historia. Esta conquis-ta 
se dá pelo enorme cresci-mento 
de habilitados na aé-rea, 
bem como a maciça vin-da 
de cirurgiões plásticos es-trangeiros 
para os grandes 
centros do Brasil e pelo cres-cente 
aumento de interessa-dos 
em realizar tais procedi-mentos. 
Com esta nova ótica, 
preocupação em manter a 
atividade física como um pa-pel 
coadjuvante se faz extre-mamente 
necessário para os 
bons resultados de qualquer 
procedimento. Com isto ai 
vai algumas dicas: 
A prática da atividade fí-sica 
deve ser realizada não 
apenas após os procedi-mentos, 
mas também antes. 
Além de todos as recomen-dações 
médicas para o pré- 
-operatório (suspensão e/ou 
utilização de medicamen-tos, 
evitar cigarros antes e 
depois, entre outros) o forta-lecimento 
muscular deve ser 
realizado para otimizar os re-sultados 
evitando certos ní-ta 
veis de flacidez. 
Para o pós-operatório 
devem-se seguir as orienta-ções 
médicas a risca, que ge-ralmente 
são seguidas de ali-mentação 
balanceada, utili-zação 
de medicamentos e 
drenagem linfática (um tipo 
de massagem que auxilia o 
organismo na eliminação 
de líquidos e evita o apareci-mento 
de fibrose). A primei-ra 
semana deve ser de repou-so 
completo, já na segunda e 
terceira semana, com inicio 
das atividades da vida diária 
e caminhada leve para maior 
movimentação sanguínea. 
Habitualmente a liberação 
para a musculação se da de 
21 a 30 dias (caso de próteses 
e lipoaspiração). Exercícios 
com menor amplitude próxi-mos 
a região da cicatriz deve 
ser evitados para não forçar 
esta região. Resultados a lon-go 
prazo devem ser planeja-dos 
objetivando a uma esté-tica 
agradável e duradoura. 
Até a próxima !!!!! 
GUSTAVO AMARAL 
37 9137 6236 
Personal Trainer 
Especialista em fisiologia e 
cinesiologia /UGF 
Licenciado CORE 360º 
TREINAMENTO 
FUNCIONAL 
Graduando em nutrição 
• Previne doenças crônicas 
degenerativas; 
• Combate envelhecimento; 
• Previne a diminuição da 
perda óssea após a meno-pausa; 
• Ajuda no tratamento dos 
sintomas da artrite; 
• Previne inflamações e 
edemas; 
• Tem ação pré-biótica. 
• Aceleram o trânsito in-testinal; 
• Elimina os agentes can-cerígenos; 
• Diminuem a absorção 
de colesterol; 
• Previne a aterosclerose; 
• Antioxidante; 
• Anti-inflamatório.
26 ACDDEIS www.jornalcidademg.com.br 
Clube de carros antigos de LP está credenciado a 
realizar vistoria para a obtenção de placa preta 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
Empresário Reinato Fantoni é empossado diretor 
regional da Federação Brasileira de Veículos Antigos 
do Centro Oeste, Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro 
ll DO empresário Reina-to 
Fantoni foi empossado 
Diretor Regional da Fede-ração 
Brasileira de Veícu-los 
Antigos do Centro Oes-te 
de Minas Gerais. O even-to 
aconteceu no dia 19 de 
agosto, em São Paulo. 
Reinato é também um 
dos fundadores do Clube de 
Automobilismo de Lagoa 
da Prata, que foi criado em 
2007 e que hoje conta com 
quarenta associados. “Após 
sua constituição, com asso-ciados 
apenas de Lagoa da 
Prata, o clube, através de or-ganização 
e participação 
em eventos, foi crescen-do 
e ganhando associados 
de toda a região do Centro 
Oeste de Minas Gerais. Em 
2010, após um processo de 
certificação, o clube pas-sou 
a ser membro da Fede-ração 
Brasileira de Veícu-los 
Antigos - FBVA - e com 
isto pode realizar vistorias 
para a emissão do certifica-do 
de originalidade do ve-ículo, 
que dá direita à pla-ca 
preta. Após se tornar fe-derado, 
o clube cresceu ain-da 
mais e hoje conta com 
aproximadamente quaren-ta 
associados de toda Mi-nas 
Gerais e alguns sócios 
nos EUA. Em Minas Gerais 
só existem cinco clubes ap-tos 
a realizarem a vistoria 
para obtenção da placa pre-ta”, 
destacou. 
Segundo Reinato, o 
evento contou com a par-ticipação 
de vários empre-sários, 
autoridades, o dire-tor 
da Polícia Federal, re-presentantes 
do Governo 
de São Paulo e Governo Fe-deral, 
artistas como a can-tora 
e antigomobilista Su- 
la Miranda, e dos membros 
do clube de automobilis-mo 
de Lagoa da Prata, co-mo 
o presidente Otaviano 
Bernardes, diretor-secretá-rio 
Rui Rocha e os associa-dos 
Flávio Madeira e Mar-celo 
Metzecker. 
A cerimônia foi minis-trada 
pelo jornalista da Glo-bo 
Ernesto Páglia. Ao fim do 
evento ocorreu um desfile 
de carros antigos na passa-rela 
do samba. 
reinato é empossado diretor regional da federação brasileira de veículos antigos 
rui, reinato, sula miranda, flávio e otaviano 
FOTOS: arquivo pessoal
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
facebook.com/jornalcidademg CIDADES 27 
Grupo Minasprev realiza 
doações de roupas para 
o Lar Vicentino 
ll O Grupo Minaprev reali-zou 
na última segunda-fei-ra 
(11/08) a doação de mais 
de 300 peças de roupas pa-ra 
o Lar São Vicente de Pau-la 
da cidade de Lagoa da 
Prata. De acordo com o di-retor 
do Lar, Aloísio Mag-no, 
esta é uma parceria de 
anos e que é sempre mui-to 
bem vinda. “Desde o iní-cio 
o grupo Minasprev é um 
Registros de acidentes caem 
pela metade após instalação 
de quebra-molas 
l l Estatísticas da Polí-cia 
Militar apontam redu-ção 
de 50% nos registros de 
acidentes de trânsito, de-núncias 
de direção peri-gosa 
e excesso de veloci-dade 
nos últimos sessenta 
dias em Lagoa da Prata. De 
acordo com informações 
do assessor de comunica-ção 
da PM, soldado Cota, os 
números podem estar rela-cionados 
com a instalação 
dos quebra-molas. “Após a 
instalação dos quebra-mo-las, 
temos percebido que a 
população tem se senti-do 
mais segura ao trafe-gar 
pelas ruas. Os quebra- 
-molas têm ajudado muito 
na diminuição nos crimes 
de excesso de velocidade e 
direção perigosa”, afirma o 
militar. 
O policial ainda comen-tou 
sobre o perfil dos con-dutores 
que geralmente 
protestam contra instala-ção 
dos redutores de velo-cidade. 
“Muitos reclamam 
que os veículos agarram no 
quebra-molas. Mas os ve-ículos 
que saem de fábri-ca 
sem nenhuma altera-ção 
passam normalmen-te 
pelos redutores. As pes-parceiro 
atuante da Socie-dade 
São Vicente de Paula. 
A cada ano a participação 
do Grupo traz mais benefí-cios, 
eles nos ajudam com 
material de higiene, medi-camentos, 
utensílios, rou-pas 
e calçados. Só temos 
o que agradecer”, afirmou. 
Segundo um dos dire-tores 
do Grupo Minasprev, 
Mauro Zoel, o objetivo da 
soas que gostam de rebai-xar 
veículos, que colocam 
pesadas c aixas de som no 
porta-malas, ou que usam 
pneus de perfil baixo, cer-tamente 
terão problemas 
com seus veículos ao pas-sarem 
pelos quebra-mo-las”, 
alerta. 
Cota ressalta que a Po-lícia 
Militar recebia muitas 
reclamações de pais sobre 
o excesso de velocidade 
próximo às escolas. “Mui-tos 
alunos vão às aulas de 
bicicletas ou a pé. Com os 
quebra-molas a redução da 
velocidade na cidade pode 
ocasionar um pouco mais 
de tranquilidade aos pais”. 
Com relação aos motoci-clistas, 
o policial reconhe-campanha 
de arrecada-ção 
de roupas e agasalhos 
do Grupo Minasprev é tam-bém 
parte da política da 
empresa. “Fazemos ques-tão 
de envolver os clien-tes 
e colaboradores, a fim 
de despertá-los para a im-portância 
de ações solidá-rias”, 
destacou . 
O diretor ainda salien-tou 
a importância das do-ações 
no inverno. “Nesta 
época do ano, muitas pes-soas 
desenvolvem doen-ças 
relacionadas ao frio pe-la 
falta de roupa suficien-te 
para se aquecer e pro-teger- 
se adequadamen-te. 
Por esse motivo o Gru-po 
Minasprev tomou a ini-ciativa 
de realizar a Cam-panha 
do Agasalho, com is-so, 
o projeto tem alcançado 
um resultado muito signi-ficante 
todos os anos. Além 
de atendermos a entidade 
Sociedade São Vicente de 
Paulo, também fazemos al-gumas 
doações para famí-lias 
carentes que nos pro-curam 
pedindo ajuda”, fri-sou. 
ce que o quebra-molas po-de 
não ter a mesma eficiên-cia 
em reduzir a velocidade 
dos condutores. “Mas inibe 
o motoqueiro. Aqueles que 
andam em alta velocidade 
podem passar nos cantos 
dos quebra-molas, mas ini-be 
um pouco, pois eles têm 
medo de passar em alta ve-locidade 
e cair. Já aconte-ceram 
vários acidentes 
com motoqueiros arrua-ceiros 
que ficam aos finais 
de semana na avenida Bra-sil 
praticando direção pe-rigosa”. 
A Polícia Militar infor-ma 
que as operações de fis-calização 
de trânsito irão 
continuar em várias regi-ões 
da cidade. 
Mauro Zoel, Aloísio Magno e Marcelo Silva juntos da 
moradora do lar vicentino 
soldado cotta - assessor de compunicação da pm de lp
28 CULTUAR www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
Professora lança livro com 
histórias da infância 
ll A professora e aca-dêmica 
Maria das Neves 
Carvalho Castro (Nene-ve) 
lançou no último sá-bado 
o livro “Olho de Gato, 
Rabo de Tatu”. A obra traz 
memórias e lembranças 
do seu tempo de criança 
e adolescência. O evento 
contou com a participa-ção 
de amigos, familiares, 
autoridades e membros da 
Academia de Letras de La-goa 
da Prata (Acadelp). 
Neneve conta que a 
ideia de editar o livro sur-giu 
a partir de pedidos dos 
filhos para que registras-se 
o seus momentos de 
infância para os netos. “ É 
uma realização pessoal. É 
deixar alguma coisa para 
meus netos, daquela vida 
na roça, sem eletricidade, 
sem plástico, sem comu-nicação, 
para eles verem 
que era uma vida diferen-te 
mas as crianças tinham 
condições de serem feli-zes 
e sonhar. Espero tra-zer 
histórias de vida, prin-cipalmente 
no intuito de 
deixar aquela criança que 
vive dentro de nós morrer. 
Cada vez que a gente lem-bra 
daquela criança é uma 
maneira de mantê-la vi-va”, 
diz. 
A escritora também 
lembra histórias do tempo 
em que era diretora de es-cola 
Lagoa da Prata. “Tem 
tanta coisa. Histórias que 
seu eu ainda fosse direto-ra 
de escola eu jamais po-deria 
publicar. Meus ex- 
-alunos ficarão impres-sionados 
com a diretora 
que eles tiveram”, ressalta. 
Neneve é mãe de cin-co 
filhos. No livro ela revi-ve 
os laços familiares de 
sua época. “Antigamente, 
quando chegava visitas 
em casa, por falta de en-tretenimento 
os pais pe-diam 
aos filhos que reci-tassem, 
cantassem. Era 
difícil no começo mas de-pois 
a gente disparava e 
tinha que mandar parar. 
A gente convivia mais”. 
“Olho de Gato, Rabu 
de Tatu” é o primeiro li-vro 
editado pela acadê-mica 
Neneve. “A mensa-gem 
que quero deixar é 
que para ser escritor bas-ta 
ter vontade e coragem. 
A gente desnuda a nossa 
alma para a população. 
Não temos que ter medo 
e nem vergonha de mos-trar 
o que a gente é de ver-dade”.
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
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Deficientes auditivos ou de fala: 0800 940 0458. 
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30 CULTUAR www.jornalcidademg.com.br 
Santantoniense leva aula de 
música para Lagoa da Prata 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
llO professor de música 
Igor Antônio recebeu o con-vite 
da Fundação Futura, de 
Lagoa da Prata e está minis-trando 
aulas de música a alu-nos 
acima de cinco anos de 
idade. As aulas acontecem 
aos sábados na sede da fun-dação, 
no prédio da antiga 
estação ferroviária. 
De acordo com o profes-sor, 
o objetivo é formar uma 
orquestra em Lagoa da Prata. 
“Gostaria de convidar as pes-soas 
que desejam aprender 
a tocar guitarra, violão, bai-xo 
e viola caipira. Quero en-sinar 
essas crianças, jovens 
e adultos a tocar alguns ins-trumentos, 
para futuramen-te 
formarmos uma orquestra, 
assim como fiz em Santo An-tônio 
do Monte e Pedra do In-daiá”, 
destacou. 
Os interessados em par-ticipar 
do projeto deverão 
procurar a Futura. A mensa-lidade 
é R$ 40 e o material é 
oferecido gratuitamente. 
Conheça um pouco mais do 
trabalho do Professor Igor 
Igor fundou, em dezembro de 
2012, a Orquestra Acordes do 
Monte, que atualmente con-ta 
com a participação de 90 
pessoas, entre alunos, mú-sicos 
profissionais e colabo-radores. 
A orquestra tem seis apre-sentações 
agendadas para 
o mês de setembro: 
06 /09 - Bom Despacho. Lo-cal: 
Praça da Feira. Horário a 
definir. 
07/09 - Escola Geraldo Luis 
Castro (Samonte), às 8h. 
14/09 - Centro Cultural de Sa-monte, 
às 19h. 
21/09 - Festa de São Benedi-to, 
no bairro São José, em Sa-monte. 
Horário: 20h. 
26/09 - Festa Nossa Senho-ra 
do Rosário, no bairro Sinhá 
Linhares, em Samonte. Ho-rário: 
19h. 
27/09 - Festival de Gastro-nomia 
em Lagoa da Prata, 
às 20h30. 
IGOR É PROFESSOR DE MÚSICA EM SAMONTE, PEDRA DO INDAIÁ E L. DA PRATA 
Livro produzido pelo “Instituto Imersão 
Latina” homenageia Carlos Lúcio Gontijo 
llO livro “Nós da Poesia: 
vozes da rua” chega a Bie-nal 
Internacional do Livro 
de São Paulo, no estande da 
All Print Editora. A escrito-ra 
France Gripp, uma das 
autoras da antologia repre-sentará 
o grupo. Os Poetas 
participaram do sarau no 
estande na última sexta- 
-feira (22/08) de 17h às 19h, 
na rua H nº 370. O livro es-tará 
a venda durante toda a 
bienal por R$ 20,00. 
De acordo com Brenda 
Marques Pena, Presiden-te 
do Instituto Imersão La-tina 
(Imel) e organizadora 
da antologia Nós da Poesia, 
este é o quarto livro da série 
Nós da Poesia, compostos 
em harmonia expressa no 
multiculturalismo de seus 
participantes. Cada poe-ta 
com sua peculiaridade 
deixa a sua marca e com-põe 
assim este coletivo. Es-te 
ano de 2014, nesta edi-ção 
especial, traz-se o te-ma: 
“vozes da rua”. O evento 
contará com a participação 
de poetas de várias partes 
do Brasil e de outros países. 
Lembrando os 50 anos do 
golpe militar que implan-tou 
a ditadura no país e fa-zendo 
um paralelo com as 
lutas por uma democracia 
que ainda está em proces-so. 
FOTO: arquivo pessoal 
“Trazemos textos em 
homenagem aos que lu-tam 
por liberdade e direi-tos. 
Temos ainda os desta-ques: 
indígenas e “Criança 
não é Brinquedo” com di-zeres 
poéticos de alunos 
do Projeto Reconstruir, po-esias 
do projeto Aspectos 
Urbanos, da artista Iara 
Abreu que nos prestigiou 
mais uma vez com a ilus-tração 
da capa e fotos de fo-tógrafos 
ativistas com seus 
registros de manifestações 
(vozes das ruas). Que esta 
publicação seja como um 
eco a ressoar as vozes de 
todos os que integram es-ta 
obra!” 
FOTO: arquivo pessoal
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
facebook.com/jornalcidademg EDUCAÇÃO 31 
Relatório elaborado pela ALMG constata 
excelência no atendimento das Apaes mineiras 
ll A Comissão de Edu-cação, 
Ciência e Tecno-logia 
da Assembleia Le-gislativa 
de Minas Ge-rais 
(ALMG) visitou, ao 
longo do primeiro se-mestre, 
as sedes da As-sociação 
de Pais e Ami-gos 
dos Excepcionais 
(Apae) em diversos re-giões 
mineiras e promo-vendo 
audiências públi-cas. 
O deputado Duarte 
Bechir, um dos autores 
do requerimento para as 
visitas, explicou que a 
ideia era verificar a pres-tação 
dos serviços, a in-fraestrutura 
e as condi-ções 
de funcionamen-to 
das associações pa-ra 
traçar um diagnósti-co 
detalhado a fim de di-recionar 
as ações do Es-tado 
voltadas às pessoas 
com deficiência. 
O relatório foi apre-sentado 
no Parlamen-to 
Mineiro, durante Reu-nião 
Especial para ho-menagear 
a insti tui - 
ção pelos seus 60 anos 
de fundação no Brasil, 
no dia 02/06, e apontou 
que mesmo com as difi-culdades 
para se man-terem, 
as Apaes minei-ras 
se transformaram 
em referência de quali-dade 
no atendimento in-tegral 
e integrado à pes-soa 
com deficiência. Um 
dos pontos destacados é 
que 92,9% dos profissio-nais 
das Apaes tem titu-lação 
acadêmica pres-tando 
então um serviço 
especializado. Ainda de 
acordo com o relatório as 
principais carências co-muns 
a todas as Apaes 
dizem respeito aos itens 
mobiliário, equipamen-tos, 
manutenção/refor-ma 
e ampliação. 
“O relatório atesta 
que as Apaes em Minas 
Gerais são sinônimo de 
garantia dos direitos e 
inclusão da pessoa com 
deficiência. Nosso desa-fio, 
desde o início deste 
trabalho, foi aproximar o 
poder público das Apaes. 
Tenho certeza de que de-mos 
um passo significa-tivo 
nesse sentido”, des-tacou 
o deputado Duarte 
Bechir. 
As Apaes são consi-deradas 
o maior movi-mento 
filantrópico do 
País e do mundo na área 
de atenção à pessoa com 
deficiência. São organi-zações 
não governamen-tais 
que buscam promo-ver 
a atenção integral à 
pessoa com deficiência. 
A instituição está 
presente em 23 Estados 
brasileiros, com ações 
voltadas para inclusão 
social e escolar, pro-moção 
da saúde e aces-so 
ao mercado de traba-lho. 
Minas Gerais tem 
atualmente 432 unida-des 
da Apae, organiza-das 
em 35 conselhos re-gionais. 
Em todo o Brasil, 
são 2.125 unidades, aten-dendo 
cerca de 250 mil 
pessoas, em 2,6 mil mu- 
FOTO: arquivo pessoal 
APAE DE AAGLO AD PARTA nicípios.
32 DEUACÇÃO www.jornalcidademg.com.br 
Colégio Águia de Prata realiza feira de Ciências 
l lO Colégio Águia de 
Prata realizou no dia 20 
de agosto a sua tradicio-nal 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
feira de Ciências. De 
acordo com Maria do Ro-sário 
Bessas, a feira veio 
a culminar com a ginca-na 
realizada no mês pas-sado, 
e teve como foco as 
questões ambientais. “Pa-ra 
cada idade foram de-senvolvidos 
trabalhos de 
acordo com a capacida-de 
motora de cada um, as-sim 
todos os alunos pude-ram 
participar mostrando 
através de experimentos 
o uso da natureza a favor 
do homem”, destacou. 
De acordo com Bes-sas, 
a intenção era fazer 
com que os alunos usas-sem 
materiais reapro-veitados. 
“Os alunos reu-tilizam 
materiais que se-riam 
descartados. Eles 
não usaram o luxo para 
desenvolver qualquer ex-perimento, 
e sim usaram 
a criatividade com os que 
ele tinham em mãos”, fri-sou. 
O objetivo da feira foi 
fazer com que os alunos 
utilizassem elementos do 
dia a dia para demonstrar 
ao público o que é o ar, a 
água, a terra e o fogo. “Foi 
um trabalho ao mesmo 
tempo árduo e prazeroso, 
e acho que eles atingiram 
o objetivo . Eles nos mos-traram 
os cuidados que 
devemos ter com as coi-sas 
que nos cercam, dos 
benefícios e dos prejuízos 
que nós podemos e deve-mos 
ter no dia a dia”, afir-mou. 
Participaram da fei-ra 
os alunos do 6º ano ao 
3º colegial na parte de ex-perimentos 
científicos, e 
também os alunos de 1º 
ao 5º ano que realizaram 
a exposição literária com 
poemas e a exposição de 
uma hortinha. “Cada alu-no 
plantou e cultivou a 
plantinha. Foi sensacio-nal 
para eles, acharam o 
máximo ver a plantinha 
germinar. Os professo-res 
também ensinaram 
à eles a importância do 
ar, água, solo. São experi-mentos 
simples, mas que 
fizeram com nós atingís-semos 
o nosso objetivo”, 
salientou Maria do Rosá-rio. 
Bessas ainda agrade-ceu 
o apoio dos pais dos 
alunos, das escolas que 
visitaram a exposição, 
aos professores, aos pro-fissionais 
envolvidos e à 
toda comunidade.
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
facebook.com/jornalcidademg ESPORTE 33 
Xandinha se classifica nos Jogos Olímpicos 
da Juventude realizado na China 
Entre 200 atletas do mundo todo Alexandra se classificou em 8º lugar nos Jogos Olímpicos da Juventude na China 
ll A atleta lagopratense 
Alexandra Maria partici-pou 
dos Jogos Olímpicos 
da Juventude no mês de 
agosto, em Nanjing, na 
China. Ao final da com-petição, 
Xandinha pôde 
mostrar a sua desenvol-tura 
ficando entre os me-lhores. 
Dentre duzentos 
atletas de todo o mundo 
ela ficou em oitavo lugar. 
De acordo com Ale-xandra, 
este foi um mo-mento 
feliz e de muita 
motivação. “Foi difícil, 
mas entrar naquele está-dio 
cheio de gente, pes-soas 
gritando, batendo 
palmas em um nível al-tíssimo, 
parecia Olim-píadas 
mesmo! Não foi o 
meu melhor, eu sei, mas 
eu sou finalista olímpi-ca...”, 
destacou. 
A rotina da atleta 
Filha de Maria Apare-cida 
Pimenta da Silva e 
Antônio Rodrigues Silva, 
a atleta começou a sua 
carreira aos 16 anos co-mo 
jogadora de handball. 
“Comecei bem nova, eu 
jogava handball em um 
projeto que se chama Es-portes 
no bairro, e o pro-fessor 
Henrique sempre 
me atentava para a força 
que tinha nos braços pa-ra 
arremessar a bola no 
gol. Participei até do JO-EMG 
(Jogos Esportivos 
de Minas Gerais), mas 
ainda não era o que eu 
quer ia”, afirmou Xandi-nha. 
“Um dia o professor 
Wellington, da Escola 
Chico Rezende, me cha-mou 
para participar do 
JELP (Jogos Esportivos 
de Lagoa da Prata) na 
corrida de 75 metros e 
eu fiquei em terceiro lu-gar, 
devido a isso tenho 
um enorme carinho por 
ele, pois foi assim que 
me descobri como uma 
atleta”, destacou. 
“Após esse evento re-cebi 
os parabéns de mui-ta 
gente, inclusive do 
professor Abel, que hoje 
é meu técnico. O Abel me 
chamou para treinar e eu 
não dei muita atenção, 
porém o projeto de han-dball 
que eu frequenta-va 
mudou para a Praça 
de Esportes, onde acon-tecem 
os treinos de atle-tismo 
e foi aí que me en-cantei”, 
frisou Xandinha. 
A atleta então come-çou 
a treinar para parti-cipar 
das competições, e 
no mesmo ano viajou pa-ra 
Poços de Caldas e For-taleza 
– CE. “Eu não acre-ditava, 
pois toda vez que 
viajava eu trazia uma 
medalha. Eu sentia que 
estava no caminho certo, 
pois queria participar de 
provas onde o resultado 
dependesse só de mim, e 
o atletismo é assim”, fri-sou. 
Hoje Xandinha já é 
uma atleta conceitua-da, 
tendo viajado para 
Colômbia, Áustria, Ja-maica 
e vários estados 
brasileiros, e atualmen-te 
está de viagem mar-cada 
para China. “Hoje 
sou recordista mundial, 
e fico muito feliz de po-der 
dar este orgulho pa-ra 
os meus pais e para to-dos 
que confiam no meu 
trabalho”, afirmou. 
De acordo com a atle-ta, 
para manter a forma é 
necessário muito exercí-cio 
físico e boa alimenta-ção. 
“Faço academia pra-ticamente 
todos os dias 
e ciclismo também, e 
quem me ajuda muito é 
o professor Alencar. Já 
na alimentação, a Vida 
Ativa me proporciona to-dos 
os suplementos que 
tenho que utilizar devi-do 
ao excesso de esforço 
físico e gasto de energia, 
e o fundamental, muita 
verdura, fruta e água e 
mais água”, afirmou. 
Em relação aos es-tudos, 
Xandinha afirma 
que sempre quando vai 
viajar conversa na esco-la 
e faz trabalhos tanto 
antes quanto depois da 
viagem para não se pre-judicar. 
De acordo com a atle-ta, 
manter tudo em dia 
não é fácil e os custos 
das viagens acabam 
sendo altíssimos. “Te-nho 
a ajuda do Chalé da 
Pizza, da Clínica Saúde 
e Vida (plano dentário), 
mas ainda sim não é su-ficiente, 
daí me apego à 
fé e dou melhor de mim 
para conseguir às vezes 
de onde não tenho o di-nheiro 
para as viagens e 
equipamentos. Esse so- 
FOTOS: arquivo pessoal 
nho não pode parar, ali-ás 
não é somente uma 
questão de sonho, eu 
preciso levar o nome de 
Lagoa da Prata e do Bra-sil 
para o pódium, é uma 
necessidade pessoal”, 
afirmou.
34 PUABCILÇÕES OFACIIIS www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
Senhores Associados, 
Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 
30/06/2014 da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e 
Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA na forma da 
Legislação em vigor. 
1. Política Operacional 
Em 2014 o SICOOB CREDIPRATA completa 25 anos, mantendo sua vocação de instituição para 
fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se 
dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 
2. Avaliação de Resultados 
No 1º semestre de 2014, o SICOOB CREDIPRATA obteve um resultado de R$ 1.303.226,25 
representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 7,71%. 
3. Ativos 
Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 38.137.984,74. Por sua vez a 
carteira de créditos representava R$ 54.290.334,20. 
A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: 
Carteira Rural R$ 14.940.154,17 27,52% 
Carteira Comercial R$ 39.350.180,03 72,48% 
Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 30/06/2014 o percentual de 17,97% 
da carteira, no montante de R$ 9.757.177,96. 
4. Captação 
As captações, no total de R$ 60.626.717,57, apresentaram uma evolução em relação ao mesmo 
período do semestre anterior de 24,00%. 
As captações encontravam-se assim distribuídas: 
Depósitos à Vista R$ 23.133.190,87 38,16% 
Depósitos a Prazo R$ 37.493.526,70 61,84% 
Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30/06/2014 o percentual de 
17,72% da captação, no montante de R$ 10.630.133,93. 
5. Patrimônio de Referência 
O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDIPRATA era de R$ 15.808.765,72. O quadro de 
associados era composto por 5.526 cooperados, havendo um acréscimo de 7,64% em relação ao 
mesmo período do semestre anterior. 
6. Política de Crédito 
A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de 
alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas 
as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), 
buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. 
9. Código de Ética 
Relatório da Administração 
Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDIPRATA aderiram, em 2009, por meio de 
compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação 
Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os 
novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 
10. Sistema de Ouvidoria 
A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, 
dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por 
meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, 
atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria 
tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários 
de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e 
integrantes das comunidades onde estamos presentes. 
No primeiro semestre de 2014, a Ouvidoria do SICOOB CREDIPRATA registrou 02 manifestações 
de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre 
elas, havia reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências 
relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de 
crédito. 
Das 02 reclamações, 01 foi considerada procedente e resolvidas dentro dos prazos legais, de 
maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação 
vigente 
11. Gerenciamento de Risco e de Capital 
11.1 Risco operacional 
a) O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito dos Pequenos 
Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – 
SICOOB CREDIPRATA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o 
risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma 
instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006. 
b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito 
dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São 
Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA aderiu à estrutura única de gestão do risco 
operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do 
Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório 
disponível no sítio www.sicoob.com.br. 
c) O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob Consiste na avaliação 
qualitativa dos riscos objetivando a melhoria continua dos processos. 
d) O uso da lista de verificação de conformidade (LVC) tem por objetividade identificar 
situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no 
sistema de Controles Internos de Riscos Operacionais (Scir) 
e) As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir) 
são mantidas em banco de dados fornecidos pelo Sicoob Confederação. 
f) A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das 
ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes as 
perdas associadas ao risco operacional são registradas e mantidas em cada entidade do 
Sicoob, Sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da 
cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação). 
A Singular passou a utilizar-se dos serviços prestados pela Cobrança Centralizada do SICOOB 
CENTRAL CREDIMINAS, visando padronizar os procedimentos de cobrança de créditos de difícil 
recuperação. 
O SICOOB CREDIPRATA adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo 
com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo uma concentração de 
90,30% nos níveis de “A” a “C”. 
7. Governança Corporativa 
Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que 
permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo 
a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de 
gestão. 
Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembleia geral, que é a reunião de todos 
os associados, o poder maior de decisão. 
A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. 
Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão 
dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. 
A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo 
SICOOB CENTRAL CREDIMINAS que, por sua vez, faz as auditorias internas. 
Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao 
conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e 
fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a 
Cooperativa. 
Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas 
de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, 
aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. 
Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o 
Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, 
o Regulamento Eleitoral. 
A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter 
uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e 
salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do 
desempenho de todo o seu quadro funcional. 
Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos 
associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades 
desenvolvidas pela instituição. 
8. Conselho Fiscal 
Eleito bianualmente na AGO, com mandato até a AGO de 2016, o Conselho Fiscal tem função 
complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma 
sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais 
e seu balanço patrimonial anual. 
Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação 
ministrado pelo SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, com o objetivo de detalhar as 
responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 
g) Para situações de risco identificadas são estabelecidas planos de ação, com a aprovação 
da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento 
pelo Agente de controles Internos e Riscos (ACIR). 
h) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, Cooperativa de 
Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto 
São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA possui estrutura compatível com a natureza 
das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à 
dimensão da exposição ao risco operacional. 
11.2 Risco de mercado 
a) O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito dos Pequenos 
Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – 
SICOOB CREDIPRATA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o 
risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na 
Resolução CMN nº 3.464/2007. 
b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito 
dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São 
Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA aderiu à estrutura única de gestão do risco de 
mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se 
encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 
c) No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de 
identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não 
negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites 
de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco 
(backtesting). 
d) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, a 
Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e 
Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA possui 
estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e 
serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da 
Entidade. 
11.3 Risco de crédito 
a) O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito dos Pequenos 
Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – 
SICOOB CREDIPRATA objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso 
do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas 
práticas de gestão de riscos. 
b) Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito 
dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São 
Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA aderiu à estrutura única de gestão do risco de 
crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se 
encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. 
c) Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de 
clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito 
para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. 
d) Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de 
Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto 
São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA possui estrutura compatível com a natureza 
das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo 
proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade.
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
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11.4 Gerenciamento de capital 
a) A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Crédito dos Pequenos 
Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – 
SICOOB CREDIPRATA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o 
risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, 
por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 
3.988/2011. 
b) Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a Cooperativa de Crédito 
dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São 
Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA aderiu à estrutura única de gerenciamento de 
capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob 
Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no 
sítio www.sicoob.com.br. 
c) O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de 
monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: 
I. Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do 
Sicoob estão sujeitas; 
II. Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das 
entidades do Sicoob. 
III. Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de 
possíveis mudanças nas condições de mercado. 
d) Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições 
extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das 
entidades do Sicoob. 
Agradecimentos 
Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e 
colaboradores pela dedicação. 
Lagoa da Prata, 07 de Agosto de 2014. 
Conselho de Administração Diretoria Executiva 
Adriana Oliveira Gontijo Gomes Antonio clarete Rezende 
Alice Miranda Borges Ivo Jonas Gontijo 
Anderson Eustáquio Gontijo Elaine Cristina Neto 
Contadora CRC/MG 082.177 
Helson Gontijo de Mesquita 
José Aparecido da Silva 
Luciano de Castro Doco 
Rafael Rezende Lacerda 
Wantuil Candido de Almeida 
Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. 
SICOOB CREDIPRATA 
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 
(Valores expressos reais – R$) 
P A S S I V O 30/06/2014 30/06/2013 
Circulante Nota 69.384.989,83 54.685.940,39 
Depósitos 11 60.626.717,57 48.892.634,39 
Depósitos à Vista 23.133.190,87 16.146.059,30 
Depósitos a Prazo 37.493.526,70 32.746.575,09 
Relações Interfinanceiras 12 5.273.059,59 2.036.434,14 
Repasses Interfinanceiros 5.273.059,59 2.036.434,14 
Relações Interdependências 266.820,46 21.847,51 
Recursos em Trânsito de Terceiros 266.820,46 21.847,51 
Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais 14 - 1.919.875,17 
Outras Instituições - 1.919.875,17 
Outras Obrigações 13 3.218.392,21 1.815.149,18 
Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 37.622,01 30.019,20 
Sociais e Estatutárias 943.132,52 781.492,90 
Fiscais e Previdenciárias 193.867,75 137.055,81 
Diversas 2.043.769,93 866.581,27 
Exigível a Longo Prazo 11.480.650,81 12.604.756,54 
Relações Interfinanceiras 12 9.024.193,55 11.623.989,58 
Repasses Interfinanceiros 9.024.193,55 11.623.989,58 
Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais 12 1.456.133,11 - 
Outras Instituições 1.456.133,11 - 
Outras Obrigações 13 1.000.324,15 980.766,96 
Diversas 1.000.324,15 980.766,96 
Patrimônio Líquido 15 16.902.840,56 15.015.207,44 
Capital Social 7.953.874,65 7.152.724,21 
De Domiciliados no País 7.953.874,65 7.152.724,21 
Reserva de Lucros 7.645.739,66 6.705.845,57 
Sobras Acumuladas 1.303.226,25 1.156.637,66 
TOTAL 97.768.481,20 82.305.904,37 
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 
Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. 
SICOOB CREDIPRATA 
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 
(Valores expressos reais – R$) 
A T I V O 30/06/2014 30/06/2013 
Circulante Nota 75.979.573,60 64.355.967,07 
Disponibilidades 1.131.631,73 614.940,82 
Relações Interfinanceiras 4 38.137.984,74 25.356.027,25 
Centralização Financeira - Cooperativas 38.137.984,74 25.356.027,25 
Operações de Crédito 5 35.558.434,41 36.535.621,75 
Operações de Crédito 37.740.687,07 38.491.924,33 
(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) (2.182.252,66) (1.956.302,58) 
Outros Créditos 6 507.955,91 309.074,07 
Rendas a Receber 345.028,86 166.429,19 
Diversos 184.904,95 142.644,88 
(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (21.977,90) - 
Outros Valores e Bens 7 643.566,81 1.540.303,18 
Outros Valores e Bens 587.021,26 1.476.677,53 
Despesas Antecipadas 56.545,55 63.625,65 
Realizável a Longo Prazo 17.548.308,46 14.102.003,11 
Operações de Crédito 5 16.549.647,13 13.166.194,07 
Operações de Crédito 16.549.647,13 13.166.194,07 
Outros Créditos 6 998.661,33 935.809,04 
Diversos 998.661,33 935.809,04 
4.240.599,14 3.847.934,19 
Investimentos 8 2.483.583,82 2.148.651,20 
Participações em Cooperativas 2.364.522,29 2.035.589,67 
Outros Investimentos 119.061,53 113.061,53 
(Provisões para Perdas) - - 
Imobilizado em Uso 9 1.729.714,79 1.677.191,32 
Imóveis de Uso 1.424.823,31 1.424.823,31 
Outras Imobilizações de Uso 1.276.630,43 1.201.224,46 
(Depreciações Acumuladas) (971.738,95) (948.856,45) 
Intangível 10 27.300,53 22.091,67 
Ativos Intangíveis 70.405,96 59.622,01 
(Amortização Acumulada) (43.105,43) (37.530,34) 
TOTAL DO ATIVO 97.768.481,20 82.305.904,37 
Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. 
SICOOB CREDIPRATA 
DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 
(Valores expressos reais – R$) 
Nota 
Receitas (Ingressos) da Intermediação Financeira 4 .360.705,61 4.358.533,95 
Operações de Crédito 4 .358.562,96 4.358.533,95 
Resultado das Aplicações Compulsórias 2 .142,65 - 
Despesas (Dispêndios) da Intermediação Financeira (2.311.469,29) (1.311.166,35) 
Operações de Captação no Mercado (1.984.705,43) (1.083.064,61) 
Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses (410.758,40) (354.008,77) 
Provisão para Operações de Créditos 8 3.994,54 125.907,03 
Resultado Bruto Intermediação Financeira 2 .049.236,32 3.047.367,60 
Outras Receitas / Despesas (Ingressos / Dispêndios) Operacionais (602.873,45) (1.731.400,43) 
Receitas (Ingressos) de Prestação de Serviços 4 64.462,52 316.431,59 
Rendas (Ingressos) de Tarifas Bancárias 2 33.771,82 64.439,97 
Despesas (Dispêndios) de Pessoal (1.945.348,27) (1.654.450,88) 
Outras Despesas (Dispêndios) Administrativas (1.468.318,64) (1.294.456,77) 
Despesas (Dispêndios) Tributárias (47.704,19) (37.349,99) 
Ingressos de Depósitos Intercooperativos 1 .936.699,00 896.166,77 
Outras Receitas (Ingressos) Operacionais 16 3 67.489,76 99.268,96 
Outras Despesas (Dispêndios) Operacionais 17 (143.925,45) (121.450,08) 
Resultado Operacional 1 .446.362,87 1.315.967,17 
Resultado Não Operacional 18 3 2.462,87 346,64 
Resultado Antes da Tributação 1 .478.825,74 1.316.313,81 
Imposto de Renda sobre Atos Não Cooperativos (55.372,48) (30.418,14) 
Contribuição Social sobre Atos Não Cooperativos (40.119,97) (25.258,01) 
Destinações Legais e Estatutárias (80.107,04) (104.000,00) 
Participação no Lucro (Sobra) (80.107,04) (104.000,00) 
Lucro / Prejuízo (Sobra / Perda) Líquida 1 .303.226,25 1.156.637,66 
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 
30/06/2014 30/06/2013 
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
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30/08/2014 a 13/09/2014 
Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários 
e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA 
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 
EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 
Capital Reservas de Sobras Sobras ou Perdas 
Eventos 
Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários 
e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA 
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 
(Valores expressos reais – R$) 
DESCRIÇÃO 30/06/2014 30/06/2013 
Atividades Operacionais 
Sobra / Perda do Exercício Antes da Tributação 1.478.825,74 1.316.313,81 
IRPJ / CSLL ( 95.492,45) (55.676,15) 
Depreciações e Amortizações 99.877,33 89.630,19 
Provisão para perda com Operações de Crédito ( 210.729,33) (149.941,19) 
Participações no Lucro (Sobra) ( 80.107,04) (104.000,00) 
1.192.374,25 1.096.326,66 
Aumento (Redução) em Ativos Operacionais 
Operações de Crédito 2.670.528,56 (3.478.875,43) 
Outros Créditos ( 147.284,61) (98.130,56) 
Outros Valores e Bens 169.326,63 (461.915,87) 
- - 
Aumento (Redução) em Passivos Operacionais - - 
Depósitos a Vista 3.232.415,79 2.671.658,27 
Depósitos sob Aviso ( 25.841,20) (3.932,66) 
Depósitos a Prazo 6.228.268,05 10.721.135,14 
Relações Interfinanceiras ( 3.279.833,86) 842.761,19 
Relações Interdependências 247.853,31 4.374,60 
Obrigações por Empréstimos e Repasses ( 253.098,25) (206.558,13) 
Outras Obrigações ( 3.236.087,10) (4.321.397,54) 
Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais 6.798.621,57 6.765.445,67 
Atividades de Investimentos 
Alienação de Imobilizações de Uso 26.462,70 - 
Aplicação no Intangível ( 8.133,98) (12.335,75) 
Inversões em Imobilizado de Uso ( 181.394,04) (56.755,71) 
Inversões em Investimentos ( 318.911,19) (64.532,93) 
Outros Ajustes 2.899,60 784,00 
- - 
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos ( 479.076,91) (132.840,39) 
Atividades de Financiamentos 
Aumento por novos aportes de Capital 100.150,93 82.844,98 
Devolução de Capital à Cooperados ( 25.597,98) (135.257,96) 
Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar ( 1.753,98) (8.645,94) 
Destinação de Sobras Exercício Anterior em C/C Associados ( 249.941,39) (306.621,37) 
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos ( 177.142,42) (367.680,29) 
Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades 6.142.402,24 6.264.924,99 
Modificações em Disponibilidades Líquida 
No Início do Período 33.127.214,23 19.706.043,08 
No Fim do Período 39.269.616,47 25.970.968,07 
Variação Líquida das Disponibilidades 6.142.402,24 6.264.924,99 
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 
- - 
Em Reais 
Capital Subscrito Capital a 
Realizar Legal 
- 
Acumuladas Totais 
Saldo em 31/12/2012 6.592.995,78 (150,00) 6.705.845,57 927.558,72 14.226.250,07 
Destinação de Sobras Exercício Anterior - - - - - 
Em Conta Corrente do Associado - - - (306.621,37) (306.621,37) 
Ao Capital 612.291,41 - - (612.291,41) - 
Cotas de Capital à Pagar - Ex associados - - - (8.645,94) (8.645,94) 
Movimentação de Capital: - - - - - 
Por Subscrição/Realização 82.694,98 150,00 - - 82.844,98 
Por Devolução ( - ) (135.257,96) - - - (135.257,96) 
Sobras ou Perdas Líquidas - - - 1.156.637,66 1.156.637,66 
Saldos em 30/06/2013 7.152.724,21 - 6.705.845,57 1.156.637,66 15.015.207,44 
Saldos em 31/12/2013 7.379.101,81 - 7.645.739,66 751.915,26 15.776.756,73 
Destinação de Sobras Exercício Anterior - - - - - 
Em Conta Corrente do Associado - - - (249.941,39) (249.941,39) 
Ao Capital 500.219,89 - - (500.219,89) - 
Cotas de Capital à Pagar - Ex associados - - - (1.753,98) (1.753,98) 
Movimentação de Capital: - - - - - 
Por Subscrição/Realização 100.150,93 - - - 100.150,93 
Por Devolução ( - ) (25.597,98) - - - (25.597,98) 
Sobras ou Perdas Líquidas - - - 1.303.226,25 1.303.226,25 
Saldos em 30/06/2014 7.953.874,65 - 7.645.739,66 1.303.226,25 16.902.840,56 
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 
Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto 
São Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA 
CNPJ - 26.178.111/0001-86 
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS 
SEMESTRES FINDOS EM 30 de junho de 2014 e 2013 
(Valores expressos em reais, exceto quando especificado) 
1. Contexto operacional 
A Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São 
Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não 
bancária, fundada em 16/06/1989, filiada à Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB 
CENTRAL CREDIMINAS e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB 
CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o 
funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, 
Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei 
Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN 
nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas 
de crédito. 
O SICOOB CREDIPRATA possui Postos de Atendimento (PA’s) nas seguintes localidades: Japaraiba, Moema e 
distrito de Esteios (Luz) e tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como 
finalidade: 
O SICOOB CREDIPRATA tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como 
finalidade: 
(i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; 
(ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda 
mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e 
(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, 
concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras 
instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem 
emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 
2. Apresentação das demonstrações contábeis 
As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de 
acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 
11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções 
do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do 
Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os 
pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos 
Contábeis – CPC. Desta forma, as demonstrações contábeis foram revisadas e aprovadas pela Diretoria 
Executiva, em sua reunião datada de 07/08/2014. 
Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e 
suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão 
aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os 
Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - 
Resolução CMN nº 4.144/12; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 
3.566/08; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) - 
Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em 
Ações - Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de 
Erro. – Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 – 
Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09.
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 37 
3. Resumo das principais práticas contábeis 
a) Apuração do resultado 
Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito 
com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao 
período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e 
dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério pro-rata temporis e calculados com base no 
método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método 
linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. 
As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de 
competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas 
quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as 
despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do 
ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não cooperativo, quando não identificados com cada 
atividade. 
b) Estimativas contábeis 
Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos 
ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, 
estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do 
ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem 
apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no 
mínimo, semestralmente. 
c) Caixa e equivalentes de caixa 
Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos 
bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança 
de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. 
O caixa e equivalente de caixa compreendem: 
segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às 
demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. 
o) Obrigações legais 
São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro 
instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. 
p) Imposto de renda e contribuição social 
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em 
operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com 
cooperados é isento de tributação. 
q) Segregação em circulante e não circulante 
Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos 
superiores, no longo prazo (não circulante). 
r) Valor recuperável de ativos – impairment 
A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o 
valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou 
de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que 
foram identificadas. 
Em 30 de junho de 2014 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não 
financeiros. 
s) Eventos subsequentes 
Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização 
para a sua emissão. São compostos por: 
 Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das 
demonstrações contábeis; e 
 Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base 
das demonstrações contábeis. 
Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 
2014. 
4. Relações interfinanceiras 
Em 30 de junho de 2014 e 2013, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Centralização Financeira – Cooperativas (a) 38.137.984,74 25.356.027,25 
Total 38.137.984,74 25.356.027,25 
(a) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao 
SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10. 
5. Operações de crédito 
a) Composição da carteira de crédito por modalidade: 
30/06/2014 30/06/2013 
Caixa e depósitos bancários 1.131.631,73 614.940,82 
Relações interfinanceiras – centralização financeira 38.137.984,74 25.356.027,25 
Total 39.269.616,47 25.970.968,07 
d) Operações de crédito 
As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por 
conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas 
pro rata temporis, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. 
e) Provisão para operações de crédito 
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos 
valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a 
experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos 
apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. 
A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras 
para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA 
(risco mínimo) a H (risco máximo). 
f) Depósitos em garantia 
Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas 
contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os 
valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. 
g) Investimentos 
Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e ações do BANCOOB, 
avaliadas pelo método de custo de aquisição. 
h) Imobilizado 
Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, 
benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da 
depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus 
valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a 
vida útil econômica dos bens. 
i) Intangível 
Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da 
Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente 
amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis 
compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. 
j) Ativos contingentes 
Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou 
quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, 
caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, 
quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. 
k) Obrigações por empréstimos e repasses 
As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, 
líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de 
encargos e juros proporcionais ao período incorrido, assim como das despesas a apropriar referente aos 
encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. 
l) Demais ativos e passivos 
São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, 
quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais 
passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos 
correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. 
m) Provisões 
São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de 
eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação 
legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. 
n) Passivos contingentes 
São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado 
provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de 
recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente 
Modalidade 30/06/2014 Circulante Não Circulante Total 30/06/2013 
Adiantamento a Depositante 417.544,44 - 417.544,44 247.780,34 
Cheque Especial / Conta Garantida 1.531.656,15 - 1.531.656,15 1.297.942,79 
Empréstimos 10.435.535,04 6.671.008,69 17.106.543,73 18.086.976,19 
Financiamentos 1.864.671,92 1.513.929,98 3.378.601,90 3.538.295,81 
Títulos Descontados 17.184.235,16 6,24 17.184.241,40 15.037.802,38 
Financiamento Rural Próprio 773.437,64 156.407,46 929.845,10 1.401.466,20 
Financiamento Rural Repasses 5.533.606,72 8.208.294,76 13.741.901,48 12.047.854,69 
(-) Provisão para Perda com Operações de Crédito (2.182.252,66) - (2.182.252,66) (1.956.302,58) 
Total 35.558.434,41 16.549.647,13 52.108.081,54 49.701.815,82 
b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 
2.682/1999: 
Nível / Percentual de Risco / 
Situação 
Total em Provisões Total em Provisões 
30/06/2014 30/06/2014 30/06/2013 30/06/2013 
A 0,50% Normal 9.451.116,11 (47.255,62) 9.126.797,87 (45.634,04) 
B 1% Normal 19.952.307,48 (199.523,26) 18.278.151,23 (182.781,70) 
B 1% Vencidas 85.341,49 (853,42) 38.757,23 (387,57) 
C 3% Normal 19.408.473,30 (582.254,73) 19.341.708,23 (580.251,83) 
C 3% Vencidas 124.828,96 (3.744,87) 81.714,45 (2.451,44) 
D 10% Normal 2.850.054,60 (285.005,72) 2.779.958,39 (277.996,12) 
D 10% Vencidas 116.408,67 (11.640,88) 19.202,53 (1.920,25) 
E 30% Normal 1.454.153,34 (436.246,40) 1.487.232,88 (446.170,31) 
E 30% Vencidas 304.632,14 (91.389,73) 37.187,81 (11.156,35) 
F 50% Normal 18.542,13 (9.271,07) 6.905,46 (3.452,73) 
F 50% Vencidas 17.744,20 (8.872,11) 30.483,10 (15.241,57) 
G 70% Normal 1.789,78 (1.252,85) 19.049,15 (13.334,42) 
G 70% Vencidas - - 118.153,02 (82.707,20) 
H 100% Normal 253.834,57 (253.834,57) 273.401,03 (273.401,03) 
H 100% Vencidas 251.107,43 (251.107,43) 19.416,02 (19.416,02) 
Total Normal 53.390.271,31 (1.814.644,23) 51.313.204,24 (1.823.022,18) 
Total Vencido 900.062,89 (367.608,43) 344.914,16 (133.280,40) 
Total Geral 54.290.334,20 (2.182.252,66) 51.658.118,40 (1.956.302,58) 
Provisões (2.182.252,66) - (1.956.302,58) - 
Total Líquido 52.108.081,54 - 49.701.815,82 - 
c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: 
Descrição Até 90 De 91 a 360 Acima de 360 Total 
Empréstimos 3.851.635,85 6.579.493,65 6.671.008,69 17.102.138,19 
Títulos Descontados 16.201.353,49 982.881,67 6,24 17.184.241,40 
Financiamentos 539.462,96 1.323.157,23 1.513.929,98 3.376.550,17 
Financiamentos Rurais 2.707.949,53 3.599.094,83 8.364.702,22 14.671.746,58 
Total 23.300.401,83 12.484.627,38 16.549.647,13 52.334.676,34 
Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.
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ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: 
Crédito 
11. Depósitos 
Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. 
Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo 
Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), constituído conforme Resoluções CMN nº 4.150/12 
e 4.284/13. 
12. Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses 
São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados 
junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. 
As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. 
Instituições Taxa Vencimento 30/06/2014 30/06/2013 
Bancoob Entre 1,00% a.a. e 5,50% a.a. Diversos 14.297.253,14 13.660.423,72 
BDMG TJLP + 1,5% aa 2016 e 2017 1.456.133,11 1.919.875,17 
Total 15.753.386,25 15.580.298,89 
13. Outras Obrigações 
13.1 Sociais e Estatutárias 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (a) 812.570,71 640.315,72 
Cotas de capital a pagar (b) 50.454,77 71.284,38 
Gratificações 80.107,04 69.892,80 
Total 943.132,52 781.492,90 
(a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus 
familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 
10% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas 
passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. 
(b) Refere-se ao valor de cota capital a ser devolvida para os associados que solicitaram o desligamento do 
quadro social. 
13.2 Diversas 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Cheques administrativos (a) 40.000,00 - 
Despesas de Pessoal 491.681,28 412.723,22 
Outras Despesas Administrativas (b) 137.005,40 123.795,08 
Cheques Descontados (c) 1.258.918,54 255.269,14 
Credores Diversos – País (d) 116.164,71 74.793,83 
Provisão para Passivos Contingentes (e) 1.000.324,15 980.766,96 
Total 3.044.094,08 1.847.348,23 
(a) Refere-se a cheques emitidos pela Cooperativa contra o próprio caixa da instituição, porém não 
compensados até a data-base de 30/06/2014; 
(b) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com água/energia e gás (R$ 1.466,84), comunicações 
(R$ 7.900,56), processamento de dados (R$ 17.988,98), segurança e vigilância (R$ 20.502,85), transporte 
(R$ 7.711,15), compensação (R$ 44.720,36), contribuições a pagar (R$ 21.866,67) e outras despesas 
administrativas (R$ 14.847,99); 
(c) Refere-se a cheques depositados, relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a 
data-base de 30/06/2014; 
Vencido A Vencer 
A partir de 
15 dias Até 3 meses 
De 3 a 12 
meses De 1 a 3 anos 
De 3 a 5 
meses 
Acima de 
15 meses 
SET.PRIV.ATV.EMP.AGROPECUARIA 0,00 391.664,82 50.648,68 182.508,67 0,00 0,00 
SET.PRIV.ATV.EMP.INDUSTRIA 0,00 925.951,35 35.573,33 0,00 0,00 0,00 
SET.PRIV.ATV.EMP.COMERCIO 21.952,10 6.071.163,76 1.114.335,01 961.713,55 77.912,00 6,24 
SET.PRIV.ENT.FILANTROP 0,00 2.990,55 8.624,85 26.858,06 0,00 0,00 
SET.PRIV.OUTROS SERVICOS 36.600,83 2.133.032,15 874.420,19 906.291,95 65.024,25 0,00 
PESSOA FISICA 218.918,13 13.572.747,75 10.337.467,67 13.442.320,66 875.949,79 0,00 
277.471,06 23.097.550,38 12.421.069,73 15.519.692,89 1.018.886,04 6,24 
e) Concentração dos Principais Devedores: 
Descrição 30/06/2014 % Carteira Total 30/06/2013 % Carteira Total 
Maior Devedor 803.685,01 1,48% 1.309.256,83 2,54% 
10 Maiores Devedores 6.115.467,78 11,27% 5.618.777,80 10,88% 
50 Maiores Devedores 16.996.017,16 31,31% 15.834.972,34 30,66% 
f) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo: 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Saldo inicial 1.302.101,60 1.647.985,61 
Valor das operações transferidas no período 132.066,61 24.034,16 
Valor das operações recuperadas no período (4.834,96) (100.172,97) 
Total 1.429.333,25 1.571.846,80 
6. Outros créditos 
Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, 
conforme demonstrado: 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Rendas a Receber (a) 345.028,86 166.429,19 
Devedores por Depósito e Garantia (b) 998.661,33 935.809,04 
Títulos e Créditos a Receber (c) 7.531,13 1.371,30 
Devedores Diversos (d) 177.373,82 141.273,58 
(-) Provisão para Outros Créditos (21.977,90) 0,00 
Total 1.506.617,24 1.244.883,11 
(a) Em Rendas a Receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do 
SICOOB CENTRAL CREDIMINAS (R$ 314.145,64), rendas a receber da previdência social - INSS (R$ 
1.460,76), rendas de tributos federais, estaduais e municipais (R$ 6.431,35) e outras rendas de convênio 
(R$ 22.991,11); 
(b) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: Recursos Fiscais (R$ 
48.166,01), PIS sobre Atos Cooperativos (R$ 135.834,46), COFINS sobre Atos Cooperativos (R$ 
685.505,39) e PIS sobre Folha de Pagamento (R$ 129.155,47); 
(c) Em Títulos e Créditos a Receber estão registrados os valores a receber de cessão de direitos creditórios - 
cartão (R$ 795,24) e tarifas (R$ 6.735,89); 
(d) Em Devedores Diversos estão registrados os adiantamentos de 13º salário aos colaboradores (R$ 
73.335,60), adiantamento de férias aos colaboradores (R$ 15.870,24), adiantamento diversos (R$ 165,00), 
vendas financiadas de bens não de uso próprio (R$ 21.182,66), plano de saude a receber (R$ 31.984,59), 
diferenças de compensação a receber do BANCOOB (R$ 33.315,25) e pendencias a regularizar (R$ 
1.520,48); 
7. Outros valores e bens 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Bens Não de Uso Próprio 587.021,26 1.476.677,53 
Despesas Antecipadas 56.545,55 63.625,65 
Total 643.566,81 1.540.303,18 
Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor de R$ 587.021,26, referente a bens recebidos como dação 
em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. 
Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, no montante de R$ 56.545,55, referentes a prêmios de 
seguros, processamento de dados, contribuição cooperativista e sindical, contribuições ao Fundo de 
Ressarcimento de Valores – FRV, IPTU e IPVA. 
8. Investimentos 
O saldo é representado, substancialmente, por quotas do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e ações do 
BANCOOB. 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. 2.364.522,29 2.035.589,67 
Banco Cooperativo do Brasil S.A. – BANCOOB 113.061,53 113.061,53 
Outros Investimentos 6.000,00 - 
TOTAL 2.483.583,82 2.148.651,20 
9. Imobilizado de uso 
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo 
método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: 
Descrição Taxa de 
Depreciação a.a. 30/06/2014 30/06/2013 
Terrenos - 40.000,00 40.000,00 
Edificações 4% 1.384.823,31 1.384.823,31 
Móveis e Equipamentos 10% 794.375,07 729.578,68 
Sistema de Processamento de Dados 20% 285.268,43 291.727,03 
Sistemas de Comunicação 10% 73.339,63 76.432,63 
Sistema de Transportes 20% 78.859,20 59.018,02 
Sistema de Segurança 10% 44.788,10 44.468,10 
TOTAL 2.701.453,74 2.626.047,77 
Depreciação acumulada (971.738,95) (948.856,45) 
TOTAL 1.729.714,79 1.677.191,32 
10. Intangível 
Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da 
companhia. 
Descrição Taxa de 
Amortização 30/06/2014 30/06/2013 
Softwares Até 20% a.a. 8.133,98 59.622,01 
Outros Ativos Intangíveis Até 20% a.a. 62.271,98 - 
Amortização acumulada (43.105,43) (37.530,34) 
TOTAL 27.300,53 22.091,67 
(d) Referem-se a Contas Salário de empresas conveniadas a pagar (R$ 55.872,66), pendências a regularizar 
(R$ 1.415,84), diferenças de compensação a acertar com o BANCOOB (R$ 3.546,50), valores a repassar ao 
SICOOB CENTRAL CREDIMINAS pela prestação de serviços (R$ 36.365,59), credores diversos-liquidação 
cobrança (R$ 7.783,66) e outros credores diversos (R$ 11.180,46); 
(e) Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados 
questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as 
seguintes provisões: 
30/06/2014 30/06/2013 
Descrição Provisão para 
Contingências 
Depósitos 
Judiciais 
Provisão para 
Contingências 
Depósitos 
Judiciais 
PIS 135.834,46 135.834,46 130.597,92 130.597,92 
PIS FOLHA 130.818,29 129.155,47 102.305,76 100.879,45 
COFINS 685.505,39 685.505,39 658.664,73 658.664,73 
INSS 48.166,01 48.166,01 45.666,94 45.666,94 
Outras contingências - - 43.531,61 - 
Total 1.000.324,15 998.661,33 980.766,96 935.809,04 
PIS e COFINS - quando do advento da Lei nº 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a 
legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e 
COFINS. Consequentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 
1999 a julho de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na 
rubrica Depósitos em Garantia. 
14. Instrumentos financeiros 
O SICOOB CREDIPRATA opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, 
relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. 
Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os 
quais se aproximam dos valores justos. 
15. Patrimônio líquido 
a) Capital Social 
O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus 
cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do 
número de suas cotas-partes. 
b) Reserva Legal 
Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 50%, utilizada para reparar perdas e 
atender ao desenvolvimento de suas Atividades. 
c) Sobras Acumuladas 
As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e 
posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da 
Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como 
exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71. 
Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 25 de abril de 2014, os cooperados deliberaram pelo pelo 
aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, no valor de R$751.915,26.
ANO ii • Edição 32 
30/08/2014 a 13/09/2014 
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RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 
Ao Conselho de Administração e Cooperados da 
COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PEQUENOS EMPRESÁRIOS, MICROEMPRESÁRIOS E 
MICROEMPREENDEDORES DO ALTO SÃO FRANCISCO LTDA. – SICOOB CREDIPRATA 
Lagoa da Prata – MG 
Prezados Senhores: 
Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito dos Pequenos 
Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – 
SICOOB CREDIPRATA, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2014 e 
as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos 
fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais 
práticas contábeis e demais notas explicativas. 
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis 
A administração da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e 
Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA é responsável 
pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as 
práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como 
necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção 
relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. 
Responsabilidade dos auditores independentes 
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis 
com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais 
de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e 
que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que 
as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a 
execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e 
divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados 
dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante 
nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa 
avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e 
adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os 
procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de 
expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma 
auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a 
razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da 
apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a 
evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 
Opinião 
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, 
em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito 
dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco 
Ltda. – SICOOB CREDIPRATA em 30 de junho de 2014, o desempenho de suas operações e 
os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas 
contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco 
Central do Brasil. 
Belo Horizonte, 12 de agosto de 2014. 
Felipe Rodrigues Beiral 
Contador CRC MG 090.766/O-4 
CNAI 2994 
d) Participação no Lucro (Sobra) 
A Cooperativa reconhece um passivo e uma despesa de participação nos resultados, vinculados ao alcance 
de metas operacionais e objetivos específicos estabelecidos e aprovados pelo Conselho de Administração 
em sua reunião de 30 de janeiro de 2014, e homologado através de Acordo Coletivo de Trabalho. 
16. Outros ingressos/rendas operacionais 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Recuperação de Encargos e Despesas 176.281,84 110,00 
Reversão de Outras Provisões Operacionais - 18.000,00 
Outras Rendas Operacionais 191.207,92 81.158,96 
Total 367.489,76 99.268,96 
17. Outros dispêndios/despesas operacionais 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Descontos Concedidos - Operações de Crédito (10.246,60) (16.614,17) 
Cancelamento de Tarifas Pendentes (4.560,11) (1.896,40) 
Contribuições ao Fundo Garantidor de Depósitos (57.199,36) (79.277,03) 
Outras Despesas Operacionais (71.919,38) (11,32) 
Outros - (23.651,16) 
Total (143.925,45) (121.450,08) 
O SICOOB CENTRAL CREDIMINAS é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em 
comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas 
singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos 
instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como 
facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. 
Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CREDIMINAS a coordenação das 
atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos 
recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que 
acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. 
O SICOOB CREDIPRATA responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL 
CREDIMINAS perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, 
proporcionalmente à sua participação nessas operações. 
As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, em 31 de dezembro de 2013, foram 
auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações 
contábeis, datado de19 de fevereiro de 2014, com opinião sem modificação. 
21. Coobrigações e riscos em garantias prestadas 
Em 30 de junho de 2014, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas, no 
montante de R$ 1.657.868,82 (30/06/2013 - R$ 1.806.691,73), referentes a aval prestado em diversas 
operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais. 
22. Seguros contratados – Não auditado 
A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada 
suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de 
riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, 
consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 
23. Índice da Basiléia 
O Patrimônio de Referência (PR) da cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos 
ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$ 6.142.159,28, em 30 de junho de 2014. 
24. Contingências Passivas 
Segundo a assessoria jurídica do SICOOB CREDIPRATA, dos processos judiciais em que figura como polo 
passivo, foi classificada como perda possível 01 processo, totalizando R$18.000,00. 
Lagoa da Prata, 07 de Agosto de 2014. 
Ivo Jonas Gontijo Antônio Claret Rezende 
Diretor Administrativo Diretor Financeiro 
Elaine Cristina Neto 
Contadora CRC/MG 082.177 
18. Resultado não operacional 
Descrição 30/06/2014 30/06/2013 
Lucros na Alienação de Valores e Bens 33.901,54 - 
Ganhos de Capital 1.720,15 1.267,18 
Outras Rendas Não Operacionais 40,00 - 
Total de Receitas Não Operacionais 35.661,69 1.267,18 
Perdas de Capital (3.198,82) (920,54) 
Total de Despesas Não Operacionais (3.198,82) (920,54) 
Resultado Líquido 32.462,87 346,64 
19. Partes Relacionadas 
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, 
dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. 
As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições 
estabelecidas em regulamentação específica. 
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da 
cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com 
observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de 
contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. 
Montante das operações ativas e passivas no primeiro semestre de 2014: 
MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS % em relação à carteira total 
R$ 747.845,88 1,21% 
MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS % em relação à carteira total 
R$ 276.816,31 0,80% 
Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2014: 
OPERAÇÕES ATIVAS 
NATUREZA DA 
OPERAÇÃO DE 
CRÉDITO 
VALOR DA 
OPERAÇÃO DE 
CRÉDITO 
PCLD (PROVISÃO 
PARA CRÉDITO 
DE LIQUIDAÇÃO 
DUVIDOSA) 
% DA OPERAÇÃO DE 
CRÉDITO EM 
RELAÇÃO À 
CARTEIRA TOTAL 
Cheque Especial / Conta 
Garantida 
16.222,57 
139,59 0,03% 
Crédito Rural 721.508,61 23.529,96 1,38% 
Empréstimo 176.929,59 4.962,80 0,34% 
Títulos Descontados 215.721,48 6,279,02 0,41% 
PERAÇÕES PASSIVAS 
Aplicações Financeiras % em relação à carteira total Taxa Média - % 
R$ 484.729,83 1,36% 102,96% CDI 
Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta 
garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à 
taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: 
NATUREZA DAS OPERAÇÕES 
ATIVAS E PASSIVAS 
TAXAS APLICADAS 
EM RELAÇÃO ÀS 
PARTES 
RELACIONADAS 
TAXA APROVADA PELO 
CONSELHO DE 
ADMINISTRAÇÃO / 
DIRETORIA EXECUTIVA 
Cheque Especial De 3% a 5% De 3% a 5% 
Conta Garantida De 1,4% a 5% De 1,4% a 5% 
Desconto de Cheques De 1,12% a 1,86% De 1,12% a 1,86% 
Empréstimos De 1,27% a 2,25% De 1,27% a 2,25% 
Crédito Rural - RPL De 13,2% a 13,9% aa + 
TJLP 
De 13,2% a 13,9% aa + TJLP 
Crédito Rural - Repasses De 1% A 8,75% aa De 1% A 8,75% aa 
Aplicação Financeira 102% do CDI 102% do CDI 
No 1º semestre de 2014, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por 
honorários, apresentando-se da seguinte forma: 
Honorários 
Descrição 30/06/2014 
Honorários 147.398,94 
Cédula de Presença 92.423,09 
FGTS Diretoria 11.791,86 
Total 251.613,89 
20. Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. 
O SICOOB CREDIPRATA em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Cooperativa Central de 
Crédito de Minas Gerais Ltda. - SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, que representa o grupo formado por suas 
afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.
ANO ii • Edição 32 
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INFORMATIVO INSTITUCIONAL 
Sicoob Crediprata promove eventos 
para comemorar os seus 25 anos 
ll Neste ano o Sicoob Cre-diprata 
completa 25 anos 
e, para comemorar a da-ta, 
a cooperativa realizará 
eventos nas cidades de Mo-ema, 
Lagoa da Prata e Ja-paraíba. 
Para saber mais 
detalhes sobre o primeiro 
evento que acontecerá no 
dia 23 de setembro de 2014, 
em Moema, o Jornal Cida-de 
entrevistou os diretores 
executivos, Antônio Claret 
Rezende e Ivo Jonas Gon-tijo. 
JORNAL CIDADE - Qual a fi-nalidade 
teve o Sicoob Cre-diprata 
ao propor a reali-zação 
de um evento local? 
CLARET E IVO - Desde a 
constituição, o Sicoob Cre-diprata 
sempre primou pe-lo 
desenvolvimento econô-mico 
com foco no empre-endedorismo, 
na gestão 
profissional, na responsa-bilidade 
social e no estímu-lo 
às comunidades perten-centes 
a sua área de atua-ção. 
Esta responsabilidade 
vai muito além de ser ape-nas 
um apelo mercadológi-co. 
O interesse pela comu-nidade 
é princípio básico, 
é pilar de sustentação, cujo 
objetivo principal é aten-der 
os propósitos da comu-nidade, 
promovendo-lhe 
bem estar e atendimento 
às necessidades. Para co-memorar 
esta data tão es-pecial, 
não poderia ser di-ferente. 
Optamos por ofe-recer 
aos nossos associa-dos 
e à população de cada 
cidade, um momento pa-ra 
reunir os empreendedo-res 
rurais e urbanos, conce-dendo- 
lhes a possibilidade 
de refletir sobre o seu posi-cionamento 
no mercado e, 
consequentemente, esti-mular 
o desenvolvimento 
dos negócios, fomentando 
a economia e potenciali-zando 
o crescimento local, 
através do cooperativismo. 
JC - O que a população de 
Moema representa para o 
Sicoob Crediprata? 
Claret e Ivo - Quando abri-mos 
a agência em Moe-ma, 
fomos acolhidos pela 
comunidade que nos pro-porcionou 
a oportunidade 
de fazer parte de suas vi-das 
financeiras, através do 
cooperativismo de crédito. 
Como Moema é uma cida-de 
de grande potencial, de-vido 
ao empreendedoris-mo 
de sua população, rapi-damente 
iniciamos um re- 
lacionamento de confiança 
e cooperação que resultou 
na alavancagem dos negó-cios. 
Portanto, somos gra-tos 
a cada associado que 
apoiou e confiou na coope-rativa, 
sendo os responsá-veis 
pelo crescimento e for-talecimento 
do Sicoob Cre-diprata, 
no decorrer destes 
anos. 
JC - Como será o evento e 
quem poderá participar? 
Claret e Ivo - Para realizar a 
comemoração das bodas de 
prata do Sicoob Credipra-ta, 
optamos por fazer um 
evento que proporcionará 
um momento de capacita-ção 
para nossos empreen-dedores 
rurais ou urbanos. 
Para isso, fizemos uma par-ceria 
com o Sebrae/MG, que 
levará a oportunidade aos 
empresários de conhecer 
e ter acesso aos seus pro-dutos. 
O primeiro evento 
acontecerá no dia 23 de Se-tembro, 
as 19h30, no Espaço 
Cabana, em Moema, quan-do 
haverá a palestra “Em-preendedorismo 
é atitu-de”, 
com William Caldas. E, 
no dia 24 de setembro, ofe-receremos 
oficinas, mi-nistradas 
pelo Sebrae/MG. 
Poderão participar todos os 
associados do Sicoob Cre-diprata 
e empresários da 
cidade de Moema. 
JC - Como os interessados 
poderão se inscrever para 
a Palestra? 
Claret e Ivo - Os interes-sados 
deverão procurar a 
agência de Moema e pre-encher 
a ficha de inscrição 
gratuitamente, onde rece-berão 
o ingresso para par-ticipar 
da palestra. As ins-crições 
iniciaram dia 18 de 
agosto e encerrarão dia 12 
de setembro, ou enquanto 
houver vagas. 
JC - Como serão as oficinas 
e quem pode participar? 
Claret e Ivo - As oficinas 
serão ministradas pelo Se-brae/ 
MG e acontecerão no 
dia 24 de setembro, no Es-paço 
Doce Vida sendo: de 8 
às 12 horas - “Como elaborar 
um plano de negócio” e de 
14 às 18 horas - “Como ela-borar 
controles financei-ros”. 
Poderão participar os 
empresários, microempre-sários 
e microempreende-dores, 
rurais ou urbanos da 
cidade de Moema. 
JC - Como acontecerão as 
inscrições para as ofici-nas? 
Claret e Ivo - Assim como 
para as palestras, as inscri-ções 
são gratuitas e pode-rão 
ser realizadas na agên-cia 
do Sicoob Credipra-ta, 
em Moema, até o dia 12 
de setembro, ou enquanto 
houver disponibilidade de 
vaga. 
De acordo com os dire- 
40 economia 
tores, os eventos serão pro-movidos 
por acreditarem 
que a capacitação dos asso-ciados 
e empresários con-tribui 
para que o mesmo 
faça uma reflexão sobre a 
sua realidade e assim, pos-sa 
gerar mudanças que re-sultem 
no seu crescimento 
e fortalecimento na comu-nidade. 
Além do conhecimen-to 
adquirido com a pales-tra 
e oficinas, o empresá-rio 
também terá oportuni-dade 
de estar em contato 
com representantes do Se-brae/ 
MG, o que possibilita-rá 
novas parcerias.”Temos 
uma grande expectativa 
quanto a participação de 
nossos associados nes-te 
evento, principalmen-te 
pela alta procura desde 
a abertura das inscrições. 
E, por ser uma oportunida-de 
única, queremos refor-çar 
o convite aos nossos 
associados e solicitar que 
procurem a agência do Si-coob 
Crediprata, o mais bre-ve 
possível, para garantir a 
sua vaga, que infelizmen-te 
são limitadas devido ao 
espaço físico do local onde 
será realizado. Na oportu-nidade, 
queremos agrade-cer 
a todos os associados 
de Moema que estiveram 
conosco contribuindo pa-ra 
a trajetória de sucesso do 
Sicoob Crediprata”, afirma-ram 
os diretores. 
Agência Sicoob Crediprata de Moema 
Diretores executivos do Sicoob Crediprata - Antônio Claret Rezende e Ivo Jonas Gontijo.

Jornal Cidade - Ano II - Nº 32

  • 1.
    “espero que encontrem soluções para a saúde de nossa cidade também” entrevista com dr. gilberto Página 10 registros de acidentes caem pela metade após instalação de quebra-molas Página 27 Vereadores de Samonte rejeitam criação de novo loteamento mudança de local do portão do cemitério gera impasse em lagoa da Prata Página 03 cidadeS cUlTUra lagopratense transforma pichação em arte Página 13 Página 08 Página 12 Página 06 Página 40 caderno eSPecial SaÚde e bem eSTar Páginas 24 e 25 PROGRAMA USOU GANHOU! INFORMAMOS QUE A PROMOÇÃO USOU GANHOU ENCERRARÁ NO DIA 19/09/2014, OU ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES. PORTANTO, PROCURE NOSSOS ATENDENTES PARA TROCAR OS PONTOS ADQUIRIDOS COM AS SUAS COMPRAS NO CARTÃO SICOOB CARD CABAL, POR BRINDES. Sinal da Vivo continua com problemas em Samonte justiça expede liminar contra demolição do centro de eventos em moema Sicoob crediprata promove eventos para comemorar os seus 25 anos
  • 2.
    2 PUABCILÇÕES OFACIIISwww.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014
  • 3.
    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg CIDADES 3 Mudança de local do portão do cemitério gera impasse entre os moradores da rua Manoel Pena ll A mudança de local do portão do Cemitério da Saudade, no centro de Lagoa da Prata, tem gera-do um impasse entre os moradores da rua Mano-el Pena, que não aceitam a instalação do portão, que é utilizado para o mane-jo de resíduos de constru-ção e demolição de túmu-los, restos de cabelos e ur-nas. Hoje, o acesso está lo-calizado na rua José Ber-nardes Lobato. Buscando uma manei-ra de solucionar o proble-ma, a Secretaria de Meio Ambiente argumenta que a mudança de local pos-sibilitará a criação de es-paço dentro do cemitério para receber os resíduos, que hoje são depositados em caçambas na rua José Bernardes Lobato. De acordo com o apo-sentado Horácio Moraes, moradora da Manoel Pe-na, o que se busca é uma solução que agrade a to-dos. “Ninguém é obrigado a ter uma caçamba com entulhos em frente à sua casa. Eu entendo os mora-dores da outra rua não me-recem abrir a porta de casa e ver restos mortais e res-tos de caixões. No meu en-tendimento, o correto se-ria VIA DE ACESSO DENTRO DO CEMITÉRIO AO PORTÃO DA RUA JOSÉ BERNARDES LOBATO abrir um local ao lado do velório ou no local onde hoje existe um reservató-rio de água inutilizado, ou seja, deixando isto dentro do próprio cemitério. Tem jeito de fazer este serviço e não prejudicar ninguém”, afirmou. Em entrevista ao Jor-nal Cidade, o Secretário de Meio Ambiente, Lessan-dro Gabriel afirmou que a mudança do portão do cemitério para a rua Ma-noel Pena já está decidi-da. “Não será necessária a remoção de nenhum tú-mulo, respeitando o direi-to de todos. O benefício da mudança está relaciona-do com a retirada do re-cipiente que armazena os resíduos provenientes das limpezas de túmulos da via pública, colocando todo esse material junta-mente como a terra, areia e brita que são usados dia-riamente para constru-ções e reforma de túmulos. Material este, que há anos tem ocupado parte do pas-seio público. Vale salien-tar que esse portão só fica-rá aberto quando houver a retirada da caçamba”, des-tacou. O Secretário ainda fri-sou que a solicitou alguns representantes da própria secretaria para ir ao local e explicar aos moradores os motivos da mudança. Em relação à colocação da caçamba no lugar do re-servatório, Lessandro des-tacou que a possibilidade foi estudada. “Na verdade é inviável, pois a caçamba não cabe no local e o mate-rial de construção ocupa-ria uma passarela que dá acesso aos túmulos e difi-cultaria a manobra no ca-minhão que recolhe a ca-çamba”, enfatizou. Lessandro destacou que o objetivo da mudan-ça é retirar da via pública o material que oferece risco para a população, respei-tando os próprios morado-res e evitando que eles fi-quem em contato com es-se material, que por ventu-ra possa estar contamina-do. HORÁCIO MORAIS, MORADOR DA RUA mANIEL pENA FOTO: arquivo pessoal SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE , LESSANDRO OS ERSÍDUOS DO CEIMTÉIOR AEMR ADGJOOS ENSTE ACLLO ABEGILR
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    4 OPIINÃO www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 CARTA AO LEITOR Juliano Rossi contato@jornalcidademg.com.br Manual do eleitor consciente l l A partir da próxima semana, você, eleitor, se-rá bombardeado com inú-meras propagandas políti-cas que terão o objetivo de conquistar o seu voto. Ire-mos eleger deputados es-taduais, senadores, gover-nador, deputados federais e presidente da república. Antes de fazer a sua esco-lha, lembre-se que as suas decisões hoje irão produ-zir algum resultado no fu-turo. E esse resultado pode ser bom ou ruim. Depen-de das suas escolhas. A vi-da é assim. Se você plan-ta amor, irá receber amor. Se você irradia ódio, atrai-rá para si o ódio. É como se fosse um eco. Dito isto, os políticos que temos hoje e o resulta-do por eles produzido, são frutos das escolhas que fi-zemos nas últimas elei-ções. Os políticos são, exa-tamente, o reflexo da socie-dade. Pelas recentes mani-festações, pelas inúme-ras denúncias de corrup-ção, desvios de dinheiro, em todos os partidos, em todas as instâncias polí-ticas, pela ineficiência do setor público de nosso pa-ís, pelos protestos nas re-des sociais, o povo dá a en-tender que não está satis-feito com a estrutura polí-tica que aí está. Se é chegada a hora da mudança ou de reafirma-ção daqueles que estão no poder, é preciso votar de forma consciente. Exami-ne as propostas dos can-didatos e procure debatê- -las em sua comunidade. Conheça a história do seu candidato e se informe se ele realmente tem com-promisso com a sua cida-de. Não vote em candida-to que ofereça presentes ou favores em troca de vo-to. Escolham para os pode-res legislativos aqueles que saibam ouvir os anseios da população e que fiscalizem a atuação dos governantes. Nestas eleições, os de-putados são os represen-tantes mais próximos da comunidade. Para o can-didato que busca a reelei-ção, procurem também se informar sobre os benefí-cios que ele trouxe para a cidade nos últimos quatro anos. E analisem se, pela quantidade de votos que ele recebeu no município, deveria ter se empenha-do mais. Em 99% dos ca-sos, será algum cabo elei-toral desse candidato que irá pedir o seu voto. Veri-fique também se esse ci-dadão tem compromisso com a cidade. Faça-o as-sumir um compromisso, registrado em cartório, em nome do deputado para o qual ele está trabalhando e cobre dele (do cabo elei-toral) as ações do candida-to em prol da cidade. Geral-mente, políticos só funcio-nam sobre pressão. É pre-ciso pressionar e cobrar. Para os candidatos que estão se aventurando pela primeira vez, faça-o assu-mir, por escrito e registrado em cartório, o que ele pre-tende fazer pelo seu muni-cípio. Essa regra vale tam-bém para o cabo eleitoral dele. Em todos os casos, pes-quise na internet se o can-didato é pessoa idônea ou se está envolvido em al-gum caso de corrupção. Para finalizar, não vote em vão. Vote consciente. VOCÊ SERÁ MESÁRIO NAS ELEIÇÕES? Atenção eleitores de Lagoa da Prata, Santo An-tônio do Monte, Japaraíba e Pedra do Indaiá. A Justi-ça Eleitoral divulgou a lis-ta dos convocados a mesá-rio. Para conferir a relação dos nomes, acesse o site www.jornalcidademg.com. br . Clique na lupa, no can-to superior direito da tela e digite “Justiça Eleitoral”. Você será direcionado pa-ra as páginas com as infor-mações. GUIA COMERCIAL OFICIAL Qual foi a última vez em que você usou a antiga lista telefônica impressa? Mui-tas pessoas nem se lem-bram quando isso ocorreu. A tradicional lista está em desuso e tende a se tornar obsoleta, porque as infor-mações (número de tele-fone e endereço) estão dis-poníveis na internet, prin-cipalmente àquelas que se referem às empresas. Pensando nisso, o Jor-nal Cidade irá lançar nos próximos dias o guia co-mercial oficial de Lagoa da Prata e Santo Antônio do Monte. Aguardem. WHATSAPP O Jornal Cidade tem mais novo canal de intera-ção com os leitores. Ago-ra estamos conectados no Whatsapp pelo número 37 9195-1978. Se você viu uma cena inusitada, regis-trou um acontecimento re-levante, envie o conteúdo para a nossa redação. A sua sugestão de matéria tam-bém pode ser enviada pe-lo “zap zap”. Com esse novo canal, o Jornal Cidade reforça o seu posicionamento co-mo o veículo com a maior presença na web no inte-rior de Minas Gerais. Além do portal de notícias, esta-mos também no Facebook, Twitter, Google Plus e Pin-terest. Estamos estudan-do a viabilidade de reati-var o projeto da TV Cidade na web e um canal de notí-cias em áudio. LIQUIDA LAGOA Nos próximos meses, uma campanha publici-tária coordenada pelo jor-nalista e publicitário Gra-ziano Silva, da Rádio Vere-das FM, promete aquecer as vendas no comércio de Lagoa da Prata. É a “Liqui-da Lagoa”, que terá a parti-cipação de dezenas de lo-jas que irão oferecer megas descontos durante a cam-panha. O Jornal Cidade é parceiro desta iniciativa e também o veículo impres-so de divulgação “Liquida Lagoa”. DESTAK EMPRESARIAL A 8ª edição do Prêmio Destak Empresarial, reali-zada pelo publicitário Ale-xandro Silva, foi um suces-so, com a participação de 57 empresas que se desta-caram, escolhidas por vo-to popular. O Jornal Cida-de foi premiado como o de destaque em Lagoa da Pra-ta.
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    6 ACDDEIS www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Fotógrafo de Moema participa de exposição na Alemanha Alisson Gontijo já trabalhou em grandes veículos de comunicação e teve fotografias publicadas pela revista Veja e jornais Folha de São Paulo e Estadão ll O jornalista e fotógra-fo Alison Gontijo partici-pou de uma exposição de fotografias na Alemanha. Nascido em Moema, Ali-son é filho de Fernando José Cardoso e Maria Cé-lia Gontijo Cardoso. De acordo com o fotó-grafo, a sua paixão por foto-grafia começou desde pe-queno. Começou a traba-lhar vídeos em 2005 e após a conclusão do curso de FOTOS: arquivo pessoal a oportunidade de falar na abertura da exposição so-bre nossa cultura, nossas belezas e também dos nos-sos problemas”, afirmou. Justiça expede liminar contra demolição do centro de eventos em Moema ll A Prefeitura de Moema pretende construir uma es-cola no terreno onde hoje está instalada a praça de eventos, na região central da cidade. A administração jornalismo dedicou-se ao fotojornalismo. “Após ga-nhar meu primeiro prêmio de fotografia do então go-vernador de Minas, Aécio Neves, no prêmio Comuni-cador do Futuro, entrei pa-ra equipe de repórteres fo-tográficos da Sempre Edi-tora, que edita os jornais O Tempo, Super Notícias e Pampulha. Por lá tive tra-balhos publicados em vá-rias revistas e jornais co-municipal argumenta que os galpões serão transferi-dos para o parque de expo-sição e que a área é utiliza-da poucas vezes durante o ano. A iniciativa não con- mo Veja, Contigo, Folha de São Paulo, O Dia, Estadão e vários outros de todo país”, afirmou Gontijo. A oportunidade de se-guir a carreira solo surgiu em 2013. “Fiz parte dessa equipe por três anos, po-rém, em 2013, decidi se-guir apenas com meus pro-jetos de trabalhos autorais. Na primeira oportunidade, que ocorreu no mesmo ano, fiz um trabalho sobre capo-eira, no qual fui premiado pela Getty Images, que é o maior banco de imagens do mundo. Em seguida fui premiado em um concurso da Canon sobre futebol, no qual fiquei em 1º lugar no Brasil e fui premiado com uma viagem a Nova York”, destacou Alisson. De acordo com o fotó-grafo, a exposição na Ale-manha surgiu após um venceu quatro vereadores, que fizeram um abaixo-as-sinado entre os moradores e conseguiram na justiça, no dia 14, uma liminar im-pedindo a demolição da es- exposicao nas ruas de vila madalena em SP ALISON GONTIJO, JORNALISTA E FOTÓGRAFO concurso seletivo da fun-dação Neumann, que bus-cava trabalhos sobre a Co-pa do Mundo no Brasil. O moemense se classificou em primeiro lugar. “Estou muito feliz, pois foram rea-lizadas três exposições si-multâneas com fotos mi-nhas: uma em São Paulo, na Vila Madalena, através da DOC Galeria; outra em Belo Horizonte, na casa do jornalista; e em Potsman, na Alemanha”, destacou. “Foi muito gratificante, trutura no centro de even-tos. Os parlamentares Fer-nando José Cardoso, Célio Vieira da Silva, Rafael Bár-bara Filho e Adriana Apa-recida Gontijo posiciona-ram contrários à iniciativa do governo e afirmam que o município possui outros terrenos para construir a escola, não sendo necessá-rio acabar com a praça de eventos, construída na ad-ministração anterior. Caso ocorra o descumprimento da decisão expedida pelo juiz João Batista Simeão da Silva, o valor fixado da multa diária de R$ 10 mil. O vereador Fernando José Cardoso alegou estar sendo cobrado pela popu-lação e procurou a redação do Jornal Cidade para es-clarecer o que tem aconte-cido no município. De acor-todo fotógrafo quer ter seu trabalho reconhecido e ter oportunidade de uma ex-posição na Europa é muito legal. Outro ponto legal foi do com Cardoso, o projeto de implantação da escola foi aprovado por unanimi-dade, porém, o local é que gerou a polêmica. “Quando a administração nos apre-sentou o projeto, ele foi muito bem vindo, só que não apresentaram o local. Até aí tudo bem. Mas de-pois, quando vimos, eu e mais três vereadores fica-mos contra”, destacou o ve-reador. Fernando ainda desta-cou que a obra que a pra-ça de eventos custou pa-ra o município cerca de R$ 300 mil e que não seria jus-to se desfazer desse valor. “Não se pode simplesmen-te destruir uma obra nova para construir outra, a não ser que se tenha bons mo-tivos. Nós sugerimos al-guns locais para o prefei-to, vereador Fernando José Cardoso porém foi em vão. Não somos contra a constru-ção da escola, nós quere-mos é que não se derrube uma obra recém inaugura-da para construir uma no-va, a menos que se tenha uma justificativa plausí-vel”, afirmou. A prefeitura tenta re-verter a decisão judicial em terceira instância.
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    8 CULTUAR www.jornalcidademg.com.br Lagopratense transforma pichação em arte llHá cinco anos lagopra-tense ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Silas Rossi Cândido Franco, filho de Sebastião Reis Franco e Maria Amá-lia Cândido, conheceu a arte de desenhar e grafi-tar no projeto Futura, onde hoje atua como professor voluntário de grafitismo. Silas contou ao Jornal Cidade que antes de se tor-nar um desenhista e gra-fiteiro era pichador. “Sem-pre me identifiquei com a arte de desenhar, mas ain-da jovem eu não tinha is-so como uma arte, porém tive a oportunidade de me transformar de pichador a artista. Atualmente pi-char é crime, e foi aí que me perguntei, por que não me tornar um artista?”, co-menta orgulhoso. Além de trabalhar com o grafite, Silas ainda cria personagens. “Criei três personagens, ambos nor-destinos, mas cada um com a sua personalidade. Tem a Bela, que é a minha primeira criação; a Nina, que é irmã da Bela e o Ca-lango Tião”, afirmou. Cada personagem tem uma personalidade. A Be-la é a moderna da histó-ria, a Nina é a intelectu-al e o Tião, o “calango in-vocado”. Segundo Silas, o objetivo é transformar su-as histórias em um proje-to de cunho social. “Quero que as crianças e jovens se transformem por meio do meu trabalho, o meu desejo é que eles modifi-quem um dom oculto em arte”, afirmou. Silas ainda enfati-za que o seu sonho é lan-çar uma cartilha com ba-se educativa para jovens e adolescentes, abordan-do temas sociais. De acordo com o artis-ta, quem quiser conhecer mais do seu trabalho pode ir até a Estação Ferroviá-ria de Lagoa da Prata, on-de estão expostos alguns dos seus trabalhos. FUNDAÇÃO FUTURA A Fundação Futura foi criada em 1999 com o ob-jetivo de cuidar apenas do antigo museu e da esta-ção ferroviária, mas o en-sejo de propiciar uma for-mação cultural para crian-ças e jovens fazia parte dos desejos da direção da Fundação. De acordo com o presi-dente da entidade, Lucas Guadalupe, as funções e objetivos atuais da funda-ção abrangem o cuidado com o patrimônio históri-co e social. “Nosso projeto é bem interessante, o fato de tentar tirar as crianças e os jovens da rua através da arte é maravilhoso, e é isso que queremos sem-pre”, afirmou Lucas. O projeto atende crian-ças acima de cinco anos até idosos, oferecendo di-versos cursos com valo-res acessíveis para ape-nas manter os materiais (variando de R$10 a R$40). “Oferecemos cursos que trabalham o cognitivo da pessoa, bem como o la-do social. O projeto con-ta com professores que ensinam artes integra-das, pintura em tela, de-senho, crochê, karatê, jiu jitsu, violão, viola, guitar-ra, teclado, saxofone, bai-xo, balé, jazz, breakdan-ce e slackline”, afirmou o presidente. Lucas ainda salien-ta que o projeto também conta a Fundação Futu-ra Itinerante, atendendo a Apae, Amavi e Apac. Os interessados em fa-zer parte do projeto – co-mo aluno ou voluntário – deverá se dirigir à Esta-ção Ferroviária, próximo à praia municipal. Quero que as crianças e jovens se transformem por meio do meu trabalho, o meu desejo é que eles modifiquem um dom oculto em arte. Silas e a sua sobrinha Isabela que INSPIROU A personagem Bela duas das Personagens do Silas: A Bela é a moderna da história, a Nina é a intelectual FOTO: ARQUIVO FUNDAÇÃO FUTURA FOTOS: arquivo pessoal
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    10 PLOÍTACI www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 “Espero que encontrem soluções para a saúde de nossa cidade também”, avalia presidente da Santa Casa de Samonte ll O médico Gilberto Bra-sil de Souza, diretor pre-sidente da Santa Casa e Fundação Hospitalar Pe-dro Henrique, em entrevis-ta gravada na última ter-ça- feira, falou ao Jornal Cidade sobre o seu posi-cionamento com relação à intervenção do Minis-tério Público na saúde de Santo Antônio do Monte. De acordo com Dr. Gilberto, como o médico é conheci-do, a Santa Casa passa por dificuldades financeiras e baixa taxa de ocupação dos leitos. Confira a entre-vista: Jornal Cidade: Qual a sua avaliação sobre a reunião de mediação sanitária promovida pelo Ministé-rio Público em Santo An-tônio do Monte? Dr. Gilberto: Essa reunião foi uma boa proposta do governo do estado, por meio dos promotores Dr. Gilmar e Dr. Ubiratan, pa-ra que resolva os impas-ses nos municípios que geralmente existem en-tre as prefeituras e os hos-pitais. Eles tentam encon-trar uma solução ideal pa-ra que a saúde funcione e o povo não seja prejudica-do. Achei de grande valia. Espero que encontrem as soluções para a saúde de nossa cidade também. Já realizaram 69 reuniões de mediação em várias cida-des de Minas Gerais. JC: Como o senhor avalia a produtividade e a reso-lubilidade da Santa Casa atualmente? Dr. Gilberto: A Santa Casa é um hospital filantrópico. Foi construído pelo padre Paulo. Era um hospital pe-queno e com o tempo foi ficando desatualizado. Há 18 anos assumi a pre-sidência. Mas antes disso o Dr. Júlio já havia inicia-do a obra de construção do novo prédio da Santa Ca-sa. E com a ajuda dos polí-ticos da região consegui-mos construir um prédio de seis andares, equipar esse prédio e reformar o prédio antigo. Com isso, a capacidade de leito au-mentou muito. Hoje te-mos 60 leitos. Por sermos uma instituição filantró-pica, temos que destinar o mínimo de 60% para o SUS (Sistema Único de Saúde). Os outros 40% podem ser destinados para clientes particulares e convênios. O SUS considera como ideal a taxa de ocupação de 70% dos leitos. Em San-to Antônio do Monte, nos-sa taxa de ocupação é de 30% dos leitos, por falta de demanda da população. O hospital ficou grande pa-ra essa população. Temos que otimizar esse preen-chimento. No Brasil e em Minas Gerais faltam lei-tos para o SUS. Em Santo Antônio do Monte sobram leitos. Gostaríamos que os prefeitos de nossa micror-região encaminhassem os pacientes para serem in-ternados aqui, para otimi-zarmos com cirurgias de outras cidades e interna-mentos clínicos. JC: Quais as maiores difi-culdades enfrentadas pe-la Santa Casa? Dr. Gilberto: A primeira é a dificuldade financei-ra. O pronto atendimen-to ficou na Santa Casa por quase 18 anos. Então, quando os prefeitos en-travam nós renovávamos essa parceria. A Santa Ca-sa quando se viu sem esse pronto atendimento tive-mos assumir um passivo trabalhista muito grande dos funcionários que fo-ram demitidos. Isso deu muito prejuízo para a ins-tituição. E também outra dificuldade é manter um hospital com plantões 24 horas sem ter uma ajuda para pagar esses profis-sionais. JC: Quer dizer que esse é o primeiro momento em que a Santa Casa deixou de prestar o serviço de pronto atendimento? Dr. Gilberto: Sim. Isso foi uma decisão pessoal do prefeito. Ele disse que não tinha dotação orçamentá-ria para a proposta que fi-zemos, que era de 225 mil reais mensais, incluindo os plantões de obstetrícia, anestesia e pediatria. JC: Quais os serviços ofe-recidos pela instituição aos usuários? Dr. Gilberto: Oferecemos todos os atendimentos do SUS, cirurgias eletivas, ci- rurgias programadas, ci-rurgias de urgência. To-das as cirurgias de urgên-cia de média complexida-de Santo Antônio do Mon-te são realizadas aqui na Santa Casa. Um dos nos-sos planos futuros é fazer cirurgias ortopédicas. JC: Qual era a estrutura oferecida pela Santa Casa para a prestação do servi-ço? (número de médicos, enfermeiros, leitos, equi-pamentos etc) durante o período em que prestou o serviço de pronto atendi-mento ao município? Dr. Gilberto: A gente sem-pre pensa que um pronto atendimento em um hos-pital é vantajoso para a po-pulação porque tem uma estrutura pronta. Normal-mente, ficavam dois mé-dicos de plantão aos fi-nais de semana e um mé-dico durante 24 horas. Mas na retaguarda tinha uma equipe com anestesista, obstetra, cirurgião, para dar uma retaguarda. JC: Por que o Pronto Aten-dimento Médico foi tirado da Santa Casa? Foi por di-vergência política? Dr. Gilberto: Isso eu não sei responder. Foi uma deci-são do prefeito. Ele alegou que era falta de dotação or-çamentária. JC: Hoje a Santa Casa pos-sui infraestrutura para oferecer o serviço de pron-to atendimento? Dr. Gilberto: Claro. A es-trutura continua a mes-ma. Até melhoramos com novos equipamentos que chegaram. Continuamos a manter o pronto aten-dimento para convênios e particulares. Só não fa-zemos atendimentos do SUS, embora temos aten-dido em vários casos de acidentes, pessoas que le-varam tiro, facada... Não omitimos socorro. O hos-pital tem as portas abertas 24 horas. JC: De acordo com o Mi-nistério Público, a Santa Casa recebia uma subven-ção mensal de 225 mil re-ais para prestar o serviço (sendo 150 mil reais para o atendimento geral e 75 mil reais para o atendimento DR GILBERTO É PRESIDENTE DA SANTA CASA de obstetrícia). A prefeitu-ra repassou o pronto aten-dimento para a Fundação Dr. José Maria dos Mares Guia e aumentou o repas-se para 300 mil reais. Ho-je, se lhe fosse concedida a possibilidade de uma ne-gociação para a continui-dade da prestação do ser-viço na Santa Casa, a ins-tituição aceitaria? Se sim, por qual valor? Dr. Gilberto: Não posso res-ponder de imediato. Pre-cisamos de uma negocia-ção mais profunda. Já se passaram quase 18 me-ses que o pronto atendi-mento saiu daqui e os va-lores são outros. O maior problema seria na obste-trícia. Hoje, as cidades vi-zinhas, estão pagando de R$ 1.800 a R$ 2.000 por dia ao médico obstetra, como Nova Serrana, Bom Des-pacho e Formiga. Isso cria uma concorrência muito forte, pois os nossos pro-fissionais vão atender em outras cidades porque re-muneram melhor. Hoje não conseguimos manter esse valor da obstetrícia, pois pagávamos R$ 1.200 ao médico. JC: Em que medida o Pron-to Atendimento Médico funcionando na própria Santa Casa é importan-te para a manutenção da mesma? Dr. Gilberto: A importân-cia seria na parte financei-ra mesmo. O hospital tra-balha basicamente com o SUS. Temos 40% dos leitos para atendimentos parti-culares e utilizamos para fazer cirurgias estéticas, de Unimed e outros convê-nios que ajudam a manter o hospital. Se dependêsse-mos apenas dos SUS não conseguiríamos nem co-brir a folha de pagamen-to do hospital. Quando o pronto atendimento esta-va no hospital, tínhamos uma ajuda para pagar os médicos que ficavam de plantão. Caso o governo munici-pal venha a assumir defi-nitivamente a UPA, como o senhor vislumbra o futu-ro da Santa Casa? Dr. Gilberto: Acho que a UPA será uma boa insti-tuição. O governo hoje es-tá com plano de fazer uma rede de urgência e emer-gência em todas as cida-des que são referências de polo e microrregiões. Se o município realmente for contemplado em ser uma rede de urgência e emer-gência, daremos muito suporte para a UPA, por-que os atendimentos mais complexo da UPA viriam para o hospital. Os casos mais graves seriam enca-minhados para cá. O espaço está aberto pa-ra as suas considerações finais. Dr. Gilberto: Essa media-ção sanitária tende a ser muito boa para o muni-cípio. Temos que entro-sar e trabalhar junto com prefeitura, com UPA, com rede de urgência e emer-gência e Samu. Queremos otimizar os leitos da San-ta Casa para o SUS, pois so-mos um dos poucos hospi-tais que têm leitos sobran-do. Queremos que a popu-lação de Santo Antônio do Monte seja a cada dia mais bem servida.
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    12 PLOÍTACI www.jornalcidademg.com.br Vereadores de Samonte rejeitam criação de novo loteamento llO A Câmara Municipal de Santo Antônio do Mon-te rejeitou na sessão de se-gunda- ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 feira (25/08), em pri-meira votação, o projeto de lei que autorizava a criação de um loteamento popular, localizado a um quilôme-tro de distância do córre-go Gandú, principal fonte de abastecimento de água da cidade. Populares con-trários à iniciativa se mobi-lizaram e participaram da reunião e pressionaram os vereadores a reprovarem o projeto, com o argumento de que o empreendimento poderia causar danos am-bientais ao manancial. A estratégia deu certo. Fizeram uso da tribuna a engenheira Miriam Basí-lio de Castro, representan-te do Grupo V8 Empreendi-mentos, e o delegado An-derson Vicente de Sousa, que criticou o projeto. Após os pronunciamentos, os parlamentares não apro-varam a criação do lotea-mento. LOTES A PREÇOS POPULARES Miriam disse que o Gru-po V8 Empreendimentos está presente em 28 cida-des de Minas Gerais e as negociações e ajustes do projeto para a aprovação do futuro bairro residen-cial Maria José Cardoso de Oliveira (Dona Dedé) ti-veram início há três anos, no mandato do ex-prefeito Leonardo Lacerda Camilo. A engenheira desta-cou que as pessoas de bai-xa renda não têm condi-ções de adquirir o seu imó-vel devido ao preço eleva-do dos lotes praticados no município. “Fizemos uma pesquisa de mercado. Lo-tes populares não existem na cidade. Nossa propos-ta é vender terrenos a par-tir de 29 mil reais e parce-las de R$ 374. Hoje, o cida-dão que tem uma renda familiar de dois mil reais em Santo Antônio do Mon-te, vai nascer e morrer sem ter condição de comprar o seu lote. Infelizmente es-sa é a realidade que encon-tramos”. Miriam acrescentou que o loteamento foi apro-vado pelos engenheiros da prefeitura e pelo Conselho Municipal de Meio Am-biente (Codema). “Também temos a licença estadual e a manifestação da Copasa e da Cemig. O que nos foi pedido foi prontamente atendido em cem por cen-to. Não ficou nenhum pe-dido que não pudesse ser cumprido. Até agora não vi nenhum laudo contrá-rio ao loteamento, a não ser falácias. Tem muita gente que critica sem saber o que está acontecendo”. A engenheira afirmou que o loteamento não afe-tará o córrego Gandú. “O que corre para o córrego? A água da chuva. Ela cor-re independentemente de ter loteamento ou não. O que vamos fazer é corrigir essa água através de dre-nagem pluvial subterrâ-nea para que não chegue com uma velocidade mui-to grande ao córrego, já que as ruas serão pavimenta-das”, garante. O OUTRO LADO Natural de Santo An-tônio do Monte, Anderson Vicente de Sousa é funcio-nário público há 19 anos e delegado em Belo Hori-zonte. Ele fez uso da tribu-na após o pronunciamen-to da engenheira e criticou a iniciativa do empreendi-mento. Anderson argumen-tou que o córrego Gandú já não consegue atender a de-manda de água do municí-pio. “É, no momento, a nos-sa única fonte de água. A Copasa precisa retirar 120 litros de água por segundo para nos abastecer com se-gurança. Devido à seca, fal-ta de chuva e falta de res-peito às nascentes, a Copa-sa está conseguindo reti-rar só 72 litros de água por segundo. Nosso abasteci-mento já está comprome-tido. A Copasa terá que fa-zer poços artesianos pa-ra complementar o nosso abastecimento de água”, garante. O delegado afirma que a empresa pretende cons-truir um dissipador de água pluvial com capa-cidade de 3.000 litros de água por segundo. “O dis-sipador vai ser instalado às margens da nascen-te. E quando encher? Pa-ra onde a água vai? Para o nosso córrego. Está no projeto. E quando forem fazer as obras para a cap-tação pluvial, quando en-contrarem o lençol freáti-co, eles vão drenar a água com uma bomba, colocar terra e compactar, no mo-mento em que vamos pre-cisar fazer poços artesia-nos para garantir o abas-tecimento de água da po-pulação!”, esbraveja. Outra falha apontada pelo santantoniense é a falta de um projeto de es-goto. “Como querem fazer um loteamento próximo ao córrego que abastece à ci-dade, próximo à nascente, e não apresentam um pro-jeto de esgoto? Eles que-rem pegar o esgoto e jogar no ‘penicão’ do Pedro La-cerda. Olha que loucura! Se nós não temos garan-tias que ele vai suportar o esgoto das casinhas, va-mos jogar esse lá dentro? No dia que der problemas, esse esgoto vai para a água que a gente bebe”, critica. Após os pronuncia-mentos, os vereadores de-cidiram, por unanimidade, rejeitar o projeto. A segun-da votação acontecerá na próxima sessão, segunda- -feira (01/09). mÍRIAN BASÍLIO DE CASTRO populares contrários ao projeto pressionaram os vereadores ANDERSON VICENTE DE SOUSA
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg Sinal da Vivo continua com problemas em Samonte  1 Relatório da Administração Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30/06/2014 da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional Em 2014 o SICOOB LAGOACRED GERAIS completou 17 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados No primeiro semestre de 2014, o SICOOB LAGOACRED GERAIS obteve um resultado de R$ 830.261,67, representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 6,84%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 14.608.195,24. Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 48.176.521,11. A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Empréstimos R$ 27.982.762,46 58,08% Financiamentos R$ 1.223.838,56 2,54% Títulos descontados R$ 12.179.264,05 25,28% Cartão Lagoacred Card R$ 6.790.656,04 14,10% Total 48.176.521,11 100,00% Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 30/06/2014 o percentual de 15,01% da carteira, no montante de R$ 7.234.608,47. 4. Captação As captações, no total de R$ 43.621.551,41, apresentaram uma evolução em relação ao mesmo período do exercício anterior de 28,51%. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos à Vista R$ 14.067.275,97 32,25% Depósito à prazo R$ 29.554.275,44 67,75%  Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30/06/2014 o percentual de 21,84% da captação, no montante de R$ 9.522.378,74. 5. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência do SICOOB LAGOACRED GERAIS era de R$12.373.213,12. O quadro de associados era composto por 17.647 Cooperados, havendo um acréscimo de 4,38% em relação ao mesmo período do exercício anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O SICOOB LAGOACRED GERAIS adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo uma concentração de 94,03% nos níveis de “A” a “C”. 7. Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembleia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB LAGOACRED GERAIS, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. 2 ll Clientes da operado-ra Vivo estão indignados com o serviço prestado (ou a falta de serviço presta-do) em Santo Antônio do Monte. Reclamações co-mo estas acima são cons-tantes nas redes sociais, principalmente no grupo “Associação Acorda Sa-monte”, no Facebook, que possui mais de 2.600 usu-ários. Após cobrança da Câ-mara Municipal, a opera-dora enviou no mês de ju-lho um ofício aos verea-dores informando que as melhorias na prestação do serviço deveriam ser im-plantadas a partir de agos-to. Mas até a última quar-ta- feira, a situação conti-nuava a mesma: dificulda-de para fazer e receber li-gações em vários momen-tos durante o dia. Os usu-ários apenas ouvem o to-que de telefone ocupado. “Desde o começo do ano a prestação de serviço da Vivo piorou muito. Em Santo Antônio do Monte a internet móvel nunca fun-cionou. Eu pago 230 re-ais de um pacote que não consigo utilizar os servi-ços contratados. Preten-do entrar com uma ação na justiça contra a Vivo pedindo danos materiais e morais. Vários clientes já me reclamaram que não conseguem falar comigo, pois o telefone está sem-pre ocupado”, desabafa o advogado Antônio Bolina Neto. Na última quarta-feira a Câmara Municipal, por meio do presidente Luis Antônio Resende, enviou outro ofício à operado-ra, solicitando “providên-cias urgentes” no sentido de melhorar o sinal de te-lefonia móvel no municí-pio. “A Vivo informou que a partir de agosto iria fazer a expansão. Mas nada mu-dou”, lamenta o vereador. O Jornal Cidade entrou em contato com a opera-dora, mas não conseguiu falar com o atendente. O repórter desligou a liga-ção depois de esperar 6 minutos e 43 segundos. Depoimentos de clientes postados no Facebook: Raquel Elton: “Isso está uma vergonha. Eu dependo do meu celular para colocar comida em casa, mas com esta situação está difícil trabalhar”. Pedro Sousa: “Nossa! A Vivo aqui em Samonte está uma m.... se fosse caso de morte e precisássemos ligar, todos iriam morrer”. Sara Silva: “Não sei pra que tem torre da Vivo nessa cidade, porque ela nunca pega”. Gianny Guedes: “Tá uma pouca vergo-nha. Pra colocar antena demora, mas as contas mensais chegam na data certinha”. Mudanças anunciadas pela operadora ainda não ocorreram CIDADES 13
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    14 PUABCILÇÕES OFACIIISwww.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 8. Conselho Fiscal Eleito a cada 2 anos na AGO, com mandato até a AGO de 2015, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 9. Código de Ética Todos os integrantes da equipe do SICOOB LAGOACRED GERAIS aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 10. Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo  e mantidas em cada entidade do Sicoob, Sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação). g) Para situações de risco identificadas são estabelecidas planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de controles Internos e Riscos(ACIR) h) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. 11.2 Risco de mercado a) O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). d) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade. 11.3 Risco de crédito a) O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e 5 a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No primeiro semestre de 2014, a Ouvidoria do SICOOB LAGOACRED GERAIS registrou 01 manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito. Desta 01 reclamação, 01 foi considerada procedente e resolvida dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 11. Gerenciamento de Risco e de Capital 11.1 Risco operacional a) O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob Consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria continua dos processos. d) O uso da lista de verificação de conformidade (LVC) tem por objetividade identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no sistema de Controles Internos de Riscos Operacionais (Scir) e) As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir) são mantidas em banco de dados fornecidos pelo Sicoob Confederação. f) A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes as perdas associadas ao risco operacional são registradas  minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. b) Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. d) Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 11.4 Gerenciamento de capital a) A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011. b) Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: I. Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; II. Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob. III. Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. 6  3  4
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 15 d) Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a conseqüente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob. Agradecimentos Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. Em Reais SICOOB LAGOACRED GERAIS BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 JUNHO DE 2014 E 2013 P A S S I V O 30/06/2014 30/06/2013 Circulante 51.963.989,04 40.141.695,29 Depósitos (Nota 12) 43.621.551,41 35.342.879,00 Depósitos à Vista 14.067.275,97 9.646.678,95 Depósitos a Prazo 29.554.275,44 25.696.200,05 Relações Interdependências 16.130,84 12.325,23 Recursos em Trânsito de Terceiros 16.130,84 12.325,23 Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) 2.012.562,28 - Empréstimos no País - Outras Instituições 2.012.562,28 - Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 13) 1.030.684,62 379.844,67 Outras Instituições 1.030.684,62 379.844,67 Outras Obrigações (Nota 14) 5.283.059,89 4.406.646,39 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 48.187,83 24.223,17 Sociais e Estatutárias 399.420,13 325.589,00 Fiscais e Previdenciárias 245.506,58 139.684,85 Diversas 4.589.945,35 3.917.149,37 Exigível a Longo Prazo 971.549,87 1.121.562,91 Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) 499.999,95 - Empréstimos no País - Outras Instituições 499.999,95 - Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 13) 361.111,06 958.333,33 Outras Instituições 361.111,06 958.333,33 Outras Obrigações (Nota 14) 110.438,86 163.229,58 Diversas 110.438,86 163.229,58 Patrimônio Líquido (Nota 16) 12.976.127,26 10.564.322,59 Capital Social 9.178.037,63 7.520.460,22 De Domiciliados no País 9.226.561,05 7.528.542,09 (Capital a Realizar) (48.523,42) (8.081,87) Reserva de Lucros 2.967.827,96 2.161.981,11 Sobras Acumuladas 830.261,67 881.881,26 TOTAL 65.911.666,17 51.827.580,79 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 JUNHO DE 2014 E 2013 COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 Em Reais Atividades Operacionais 30/06/2014 30/06/2013 DESCRIÇÃO Sobras/Perdas do Semestre 1.269.733,85 1.098.052,75 IRPJ / CSLL (14.799,90) (5.914,04) Provisão para Operações de Crédito 442.172,63 319.450,52 Provisão de Juros ao Capital (424.672,28) (210.257,45) Depreciações e Amortizações 109.930,69 103.266,32 1.382.364,99 1.304.598,10 Aumento (redução) em ativos operacionais Operações de Crédito (5.525.558,23) (7.487.838,54) Outros Créditos (775.874,43) (526.006,87) Outros Valores e Bens (37.368,29) (185.439,74) Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Vista 2.723.374,22 1.166.328,93 Depósitos a Prazo 6.953.135,17 8.194.512,43 Outras Obrigações (5.170.750,15) (3.542.109,69) Relações Interdependências 10.807,34 (2.118,48) Obrigações por Empréstimos e Repasses (855.292,95) 326.550,74 Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais (1.295.162,33) (751.523,12) Atividades de Investimentos Inversões em Imobilizado de Uso (313.678,20) (93.110,63) Inversões em Investimentos (428.276,44) (231.982,73) Outros Ajustes 194,67 - Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos (741.759,97) (325.093,36) Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital 480.014,89 753.315,85 Devolução de Capital à Cooperados (124.141,81) (58.787,39) Estorno de Capital (156.285,69) - Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar (1.296,39) (4.414,69) Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES (178.489,89) (68.436,25) Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos 19.801,11 621.677,52 Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades (2.017.121,19) (454.938,96) Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período 17.485.484,90 9.095.493,05 No Fim do Período (Nota 3 - c) 15.468.363,71 8.640.554,09 Variação Líquida das Disponibilidades (2.017.121,19) (454.938,96)  7 Lagoa da Prata, 06 de Agosto de 2014. Conselho de Administração e Diretoria Em Reais A T I V O 30/06/2014 30/06/2013 Circulante 51.785.203,43 39.201.252,87 Disponibilidades 688.928,16 267.685,11 Relações Interfinanceiras (Nota 4) 14.779.435,55 8.372.868,98 Correspondentes 171.240,31 100.209,30 Centralização Financeira - Cooperativas 14.608.195,24 8.272.659,68 Operações de Crédito (Nota 5) 28.475.264,49 23.277.011,31 Operações de Crédito 30.098.409,74 23.946.301,86 (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) (1.623.145,25) (669.290,55) Outros Créditos (Nota 6) 7.692.973,75 7.010.468,35 Rendas a Receber 173.219,95 94.456,84 Diversos 7.670.511,88 7.355.408,83 (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (150.758,08) (439.397,32) Outros Valores e Bens (Nota 7) 148.601,48 273.219,12 Outros Valores e Bens 97.150,35 239.487,16 (Provisões para Desvalorizações) (27.631,49) (27.631,49) Despesas Antecipadas 79.082,62 61.363,45 Realizável a Longo Prazo 11.921.331,54 11.095.998,31 Operações de Crédito (Nota 5) 11.741.793,99 10.932.804,35 Operações de Crédito 11.741.793,99 10.932.804,35 Outros Créditos (Nota 6) 179.537,55 163.193,96 Diversos 179.537,55 163.193,96 Permanente 2.205.131,20 1.530.329,61 Investimentos (Nota 8) 1.195.084,65 761.796,58 Participações em Cooperativas 1.195.084,65 761.796,58 Imobilizado em Uso (Nota 9) 965.058,53 709.619,76 Outras Imobilizações de Uso 2.188.757,60 1.734.677,67 (Depreciações Acumuladas) (1.223.699,07) (1.025.057,91) Intangível (Nota 10) 34.295,52 42.920,54 Ativos Intangíveis 164.697,25 159.697,25 (Amortização Acumulada) (130.401,73) (116.776,71) Diferido (Nota 11) 10.692,50 15.992,73 Gastos de Organização e Expansão 60.401,94 60.401,94 (Amortização Acumulada) (49.709,44) (44.409,21) TOTAL DO ATIVO 65.911.666,17 51.827.580,79 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
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    16 PUABCILÇÕES OFACIIISwww.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014  1 COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 1. Contexto operacional A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 20 de Outubro de 1996, filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS possui Posto de Atendimento (PA) na cidade de Santo Antonio do Monte. O SICOOB LAGOACRED GERAIS tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. Em 12 de Março de 2010 ocorreu a transformação do SICOOB LAGOACRED GERAIS para entidade de "Livre Admissão de Associados"; aprovada junto ao Banco Central do Brasil - BACEN em 12 de Maio de 2010. 2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que forem julgados pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC. Desta forma, as demonstrações contábeis foram revisadas e aprovadas pela administração, em sua reunião datada de 06/08/2014. Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 30 DE JUNHO DE 2013  COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº4.144/12; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09. 2 3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério "pro-rata temporis" e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem: 30/06/2014 30/06/2013 Caixa e depósitos bancários 688.928,16 267.685,11 Relações interfinanceiras – centralização financeira 14.779.435,55 8.372.868,98 Total 15.468.363,71 8.640.554,09 Em Reais Capital Subscrito Capital a Realizar Legal Contingências Saldos em 31/12/2012 5.630.877,20 (10.055,26) 1.966.949,32 82.763,40 1.390.229,15 9.060.763,81 Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES (68.436,25) (68.436,25) Constituição de Reservas 195.031,79 (195.031,79) Ao Capital 1.205.109,82 (1.205.109,82) Cotas de Capital à Pagar - Ex associados (4.414,69) (4.414,69) Movimentação de Capital: - Por Subscrição/Realização 751.342,46 1.973,39 7 53.315,85 Por Devolução ( - ) ( 58.787,39) ( 58.787,39) Reversões de Reservas ( 82.763,40) 82.763,40 - Sobras ou Perdas Líquidas 1.092.138,71 1 .092.138,71 Provisão de Juros ao Capital (210.257,45) ( 210.257,45) Saldos em 30/06/2013 7.528.542,09 (8.081,87) 2.161.981,11 - 881.881,26 10.564.322,59 Saldos em 31/12/2013 8.206.774,75 (9.637,62) 2.555.928,22 195.031,79 1.177.967,34 12.126.064,48 Destinação de Sobras Exercício Anterior (Nota 16) Ao FATES (178.489,89) (178.489,89) Constituição de Reservas 137.299,91 274.599,83 (411.899,74) Ao Capital 781.313,11 (781.313,11) Cotas de Capital à Pagar - Ex associados (1.296,39) (1.296,39) Movimentação de Capital: - Por Subscrição/Realização 518.900,69 (38.885,80) 4 80.014,89 Por Devolução ( - ) ( 124.141,81) ( 124.141,81) Estorno de Capital ( 156.285,69) ( 156.285,69) Reversões de Reservas (Nota 16) ( 195.031,79) 195.031,79 - Sobras ou Perdas Líquidas 1.254.933,95 1 .254.933,95 Provisão de Juros ao Capital (Nota 17) (424.672,28) ( 424.672,28) Saldos em 30/06/2014 9.226.561,05 (48.523,42) 2.693.228,13 274.599,83 830.261,67 12.976.127,26 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. Totais Sobras ou Perdas Acumuladas Reservas de Sobras Eventos Capital Em Reais Descriminação 30/06/2014 30/06/2013 RECEITAS(INGRESSOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 4 .597.989,75 3.666.583,23 Operações de Crédito 4 .597.989,75 3.666.583,23 DESPESAS(DISPÊNDIOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (2.416.865,70) (1.488.202,66) Operações de Captação no Mercado (1.540.967,26) (818.722,60) Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses (196.800,15) (42.668,96) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (679.098,29) (626.811,10) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 2 .181.124,05 2.178.380,57 OUTRAS RECEITAS/DESPESAS (INGRESSOS/DISPÊNDIOS) OPERACIONAIS (941.478,37) (1.080.702,16) Receitas(Ingressos) de Prestação de Serviços 1 .149.931,40 1.036.586,88 Rendas(Ingressos) de Tarifas Bancárias 838.186,65 746.363,58 Despesas(Dispêndios) de Pessoal (2.356.274,17) (1.777.789,69) Outras Despesas(Dispêndios) Administrativas (1.384.717,00) (1.284.255,50) Despesas(Dispêndios) Tributárias (41.834,89) (31.111,58) Outras Receitas(Ingressos) Operacionais (Nota 18) 50.195,38 448,68 Ingressos de Depósitos Intercooperativos 844.725,03 297.896,98 Outras Despesas(Dispêndios) Operacionais (Nota 19) (41.690,77) (68.841,51) RESULTADO OPERACIONAL 1 .239.645,68 1.097.678,41 RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 20) 30.088,17 374,34 RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES 1 .269.733,85 1.098.052,75 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (14.799,90) (5.914,04) Provisão para Imposto de Renda (7.399,95) (2.957,02) Provisão para Contribuição Social (7.399,95) (2.957,02) LUCRO/PREJUÍZO(SOBRA/PERDA) LÍQUIDO 1 .254.933,95 1.092.138,71 JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO (Nota 17) (424.672,28) (210.257,45) As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 17  5 s) Valor recuperável de ativos – impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 30 de junho de 2014 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. t) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2014. 4. Relações interfinanceiras Em 30 de junho de 2014 e 2013, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Correspondentes 171.240,31 100.209,30 Centralização Financeira – Cooperativas (a) 14.608.195,24 8.272.659,68 Total 14.779.435,55 8.372.868,98 (a) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10. 5. Operações de crédito a) Composição da carteira de crédito por modalidade: Modalidade 30/06/2014 30/06/2013 Circulante Não Circulante Total Adiantamento a Depositante 454.338,66 0,00 454.338,66 213.292,26 Cheque Especial / Conta Garantida 1.576.963,95 0,00 1.576.963,95 1.417.898,88 Empréstimos 15.166.273,62 11.239.524,89 26.405.798,51 22.048.391,07 Financiamentos 721.569,46 502.269,10 1.223.838,56 1.602.535,09 Títulos Descontados 12.179.264,05 0,00 12.179.264,05 9.596.988,91 ( - ) Provisão para Perda com Operações (1.623.145,25) (669.290,55) de Crédito Total 30.098.409,74 11.741.793,99 40.217.058,48 34.209.815,66  benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a 6 Resolução CMN nº 2.682/1999: Nível / Percentual de Risco / Situação Total em 30/06/2014 Provisões 30/06/2014 Total em 30/06/2013 Provisões 30/06/2013 A 0,50% Normal 31.495.436,30 157.479,04 29.259.840,48 146.299,70 B 1% Normal 5.313.721,91 53.137,22 2.669.817,62 26.698,60 B 1% Vencidas 624.550,02 6.245,50 392.334,08 3.923,34 C 3% Normal 1.374.094,40 41.222,83 921.622,93 27.648,69 C 3% Vencidas 338.902,07 10.167,02 449.998,32 13.499,95 D 10% Normal 418.693,89 41.869,39 338.782,62 33.878,26 D 10% Vencidas 322.749,40 32.274,94 195.073,40 19.507,34 E 30% Normal 455.645,06 136.693,52 182.169,12 54.650,74 E 30% Vencidas 150.661,61 45.198,48 74.202,81 22.260,84 F 50% Normal 126.602,81 63.301,40 64.811,36 32.405,68 F 50% Vencidas 197.330,55 98.665,27 31.296,07 15.648,04 G 70% Normal 44.965,72 31.476,00 20.477,32 14.334,12 G 70% Vencidas 238.117,84 166.682,49 67.149,42 47.004,59 H 100% Normal 181.400,01 181.400,01 94.532,75 94.532,75 H 100% Vencidas 557.332,14 557.332,14 116.997,91 116.997,91 Total Normal 39.410.560,10 706.579,41 33.552.054,20 430.448,54 Total Vencido 2.429.643,63 916.565,84 1.327.052,01 238.842,01 Total Geral 41.840.203,73 1.623.145,25 34.879.106,21 669.290,55 Provisões (1.623.145,25) (669.290,55) Total Líquido 40.217.058,48 34.209.815,66 c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: Descrição Até 90 De 91 a 360 Acima de 360 Total Empréstimos 4.840.226,24 10.326.047,38 11.239.524,89 26.405.798,51 Títulos Descontados 10.800.836,10 1.378.427,95 0,00 12.179.264,05 Financiamentos 185.677,26 535.892,20 502.269,10 1.223.838,56 Total 15.826.739,60 12.240.367,53 11.741.793,99 39.808.901,12 Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida. d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: Descrição 30/06/2014 % da carteira Setor Privado – Comércio 3.087,64 0,01% Setor Privado – Indústria 25.739,75 0,06% Setor Privado – Serviços 9.908.500,01 24,89% Setor Privado – Outros Serviços 3.108.960,69 7,81% Pessoa Física 26.762.613,03 67,23% Total 39.808.901,12 100,00% e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Saldo Inicial 1.180.972,62 349.840,03 Constituições / Reversões no período 630.339,71 Transferência para Prejuízo no período (188.167,08) 425.504,40 (106.053,88) Total 1.623.145,25 669.290,55  3 d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). f) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e ações do Bancoob, avaliadas pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. j) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de  4 k) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. l) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido, assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. m) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. n) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. o) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. p) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. q) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. r) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante).
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    18 PUABCILÇÕES OFACIIISwww.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014  9 11. Diferido Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, substancialmente, instalações e reforma de PAs. 12. Depósitos Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil) por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), constituído conforme Resoluções CMN n° 4.150/12 e 4.284/13. 13. Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. Instituições Taxa Vencimento 30/06/2014 30/06/2013 Cecremge 110% CDI 14/09/2016 2.512.562,23 0,00 BDMG TJLP + 1,5% a.a 15/02/2017 1.391.795,68 1.338.178,00 Total 3.904.357,91 1.338.178,00 14. Outras Obrigações 14.1 Sociais e Estatutárias Descrição 30/06/2014 30/06/2013 FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (a) 146.546,24 197.015,90 Cotas de capital a pagar (b) 67.838,79 11.627,84 Gratificações a pagar Dirigentes e Funcionário (c) 185.035,10 116.945,26 Total 399.420,13 325.589,00 (a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 10% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. (b) Capital Social à ser devolvido para cooperados que vieram à agência e pediram demissão no ano de 2013. (c) Provisão para pagamento de 14º Salário aos funcionários da Cooperativa no caso de cumprimento da meta anual aprovada no inicio do ano pelo Conselho de Administração e provisão para o fundo destinado aos diretores a ser pago aos mesmos no fim de seus mandatos, conforme aprovação em Assembleia Geral no Ano de 2011, letra “D”, item “7”. 14.2 Diversas Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Cheques Depositados (1) 468.388,49 140.363,45 Credores Diversos (2) 3.226.889,63 3.062.853,69  processada apenas dia 01/07/2014 (R$ 519.465,70), Adiantamento para despesas de viagens (R$ 800,00), Fundo Fixo para pagamento (R$ 6.384,18) e Plano de Saúde à repassar (R$ 391,58) Provisão Passivos Contingentes (3) 110.438,86 163.229,58 Provisão Para Pagamentos à efetuar (4) 874.391,55 545.850,76 Outros (5) 20.275,68 168.081,47 Total 4.700.384,21 4.080.378,95 (1) Refere-se a cheques depositados relativos a descontos enviados a compensação, porém 10 não baixados até a data-base de 30/06/2014. (2) A Rubrica em sua maioria está composta por valores a repassar a lojistas que efetuaram vendas com o Cartão Lagoacred Card. (3) Quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS (R$ 107.759,55) está também provisionado valores para cobrir demandas Trabalhistas (R$ 2.679,31). (4) Provisões Trabalhistas, como férias, 13º salario, e encargos (R$ 343.833,20), provisões pagamentos de despesas Administrativas (R$ 99.056,69), Juros ao Capital (R$ 424.672,28) e Outros pagamentos (R$ 6.829,38). (5) Saldo composto por Obrigações por prestação de serviço, Conta Salário (R$ 20.275,68). 15. Instrumentos financeiros O SICOOB LAGOACRED GERAIS opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. 16. Patrimônio líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 30%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Reserva de Contingências Reserva criada pelas assembleias ordinárias de 2011 e 2014. O saldo anterior de R$ 195.031,79 foi revertido, sendo incorporado às sobras do ano 2013 e efetuado uma nova destinação à Reserva de Contingências no valor de R$ 274.599,83 e ratificada suas destinação que é a de cobrir eventuais contingências fiscais, trabalhistas e previdenciárias. d) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 11 de Abril de 2014, os cooperados deliberaram pelo aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, no valor  7 f) Concentração dos Principais Devedores: Descrição 30/06/2014 % Carteira Total 30/06/2013 % Carteira Total Maior Devedor 600.181,71 1,43% 544.105,87 1,56% 10 Maiores Devedores 4.236.641,53 10,08% 4.457.438,12 12,74% 50 Maiores Devedores 13.379.179,67 31,85% 12.084.627,54 34,55% g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Saldo inicial 1.400.502,18 1.140.215,74 Valor das operações transferidas no período 188.167,08 Valor das operações recuperadas no período (28.869,77) 106.053,88 (67.319,37) Total 1.559.799,49 1.178.950,25 6. Outros créditos Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Rendas a Receber 173.219,95 94.456,84 Serviços Prestados a Receber 13.602,23 18.503,24 Outras Rendas a Receber 159.617,72 75.953,60 Diversos 7.850.049,43 7.518.602,79 Adiantamentos e Antecipações Salariais 67.193,63 46.288,56 Adiantamentos por Conta de Imobilizações (a) 248.151,12 1.200,00 Devedores por Depósitos em Garantia (b) 179.537,55 163.193,96 Impostos e Contribuições a Compensar 5.837,95 5.837,95 Títulos e Créditos a Receber (c) 6.803.709,67 7.146.280,97 Devedores Diversos – País (d) 545.619,51 155.801,35 (-)Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa (150.758,08) (439.397,32) Total 7.872.511,30 7.173.662,31 (a) A Cooperativa está ampliando suas instalações e este Adiantamento por Conta de Imobilizações refere-se a adiantamentos feitos para compra de novas máquinas, ampliação de sistema de segurança, e também, a instalação de 02 elevadores que serão necessários para atendimento ao público no 2º pavimento. (b) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: Interposições Trabalhistas (R$140.209,43) e Cheques Caução Garantia Junto à Central Cecremge, liquidados aguardando recebimento do crédito pela Central (R$ 39.328,12). (c) A rubrica Títulos e Créditos à Receber está composta em sua maioria por valores à receber de Clientes Cartão Lagoacred Card, referente a compras efetuadas pelos mesmos (R$ 6.790.656,04) e composta também por tarifas à receber de cooperados (R$ 13.053,63) (d) A rubrica em sua maioria está composta por pendências de compensação referente a valores a serem processados pelo Bancoob, valores que a cooperativa tem que receber (R$ 18.578,05), Transferência para Centralização financeira efetuada em 06/2014, porém  8 7. Outros valores e bens Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Outros Valores e Bens 69.518,86 211.855,67 Bens Não de Uso Próprio 97.150,35 239.487,16 (-)Provisão Bens não de Uso Próprio (27.631,49) (27.631,49) Despesas Antecipadas 79.082,62 61.363,45 Total 148.601,48 273.219,12 Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor referente a bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, referentes a prêmios de seguros, aluguéis, processamento de dados, contribuição cooperativista, e IPTU. 8. Investimentos O saldo é, substancialmente, representado por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e ações do BANCOOB. 9. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição Taxa de Depreciação 30/06/2014 30/06/2013 Móveis e Equipamentos 10% 611.045,50 511.638,73 Sistemas de Comunicação 20% 103.534,71 54.615,39 Sistema de Processamento de Dados 20% 1.242.697,68 1.004.221,18 Sistemas de Segurança 10% 123.205,11 76.927,77 Sistemas de Transportes 20% 108.274,60 87.274,60 TOTAL 2.188.757,60 1.734.677,67 Depreciação acumulada (1.223.699,07) (1.025.057,91) TOTAL 965.058,53 709.619,76 10. Intangível Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares. O valor registrado na rubrica “Intangível” refere-se a licenças de uso do Sistema de Informática do Sicoob - SISBR, adquirida em 2009, da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação. Na mesma data, a Central cedeu exclusivamente às suas filiadas (cooperativas singulares associadas), devidamente autorizado pelo Sicoob Confederação, com prazo de até 31 de maio de 2019, o direito de uso do SISBR.
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 19 de R$ 782.609,50, aumento do FATES em R$ 178.489,89, aumento da Reserva Legal em R$ 137.299,91 e constituição da Reserva de Contingência pelo montante de R$ 274.599,83.  O SICOOB LAGOACRED GERAIS em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL CECREMGE é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. O SICOOB LAGOACRED GERAIS responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE em 31 de dezembro de 2013, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 01 de Fevereiro de 2014, com opinião sem modificação. O relatório de auditoria das demonstrações contábeis de 30 de junho de 2014 encontra-se em processo de emissão. 13 23. Seguros contratados – Não auditado A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 24. Índice de Basiléia O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$ 6.699.430,81 em 30 de junho de 2014. 25. Contingências Passivas Segundo a assessoria jurídica do SICOOB LAGOACRED GERAIS, dos processos judiciais em que figura como pólo passivo, foram classificadas como perdas possíveis 03 processos, totalizando R$ 53.120,00. Lagoa da Prata, 06 de Agosto de 2014 Nilson Antonio Bessas Júlio César Vaz Presidente Conselho de Administração Diretor Geral José Tavares de Rezende Helenno Vidal Oliveira Diretor Administrativo Contador – CRC 0769440-8/MG BENEFÍCIOS MONETÁRIOS (R$) Honorários 311.815,08 Plano de Saúde 1.659,30 RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e Cooperados da COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE LAGOA DA PRATA E REGIÃO LTDA. SICOOB LAGOACRED GERAIS Lagoa da Prata - MG Prezados Senhores: Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2014 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Lagoa da Prata e Região Ltda. – SICOOB LAGOACRED GERAIS em 30 de junho de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Belo Horizonte, 26 de agosto de 2014. Antonio Alberto Sica Contador CRC/MG 080.030/O-0 CNAI 1845  12 Montante das operações ativas e passivas liberadas no primeiro semestre de 2014: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS % em relação à carteira total R$ 949.730,68 1,92% MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS % em relação à carteira total R$ 100.080,48 0,37% Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2014: OPERAÇÕES ATIVAS NATUREZA DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO VALOR DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO PCLD (PROVISÃO PARA CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA) % DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO EM RELAÇÃO À CARTEIRA TOTAL Cheque Especial E Conta Garantida 47.144,87 266,29 2,99% Empréstimo 275.161,64 2.321,78 1,03% Títulos Descontados 193.917,08 1.162,17 1,59% OPERAÇÕES PASSIVAS Aplicações Financeiras % em relação à carteira total Taxa Média - % 432.137,41 1,46% 102% CDI Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: NATUREZA DAS OPERAÇÕES ATIVAS E PASSIVAS TAXAS APLICADAS EM RELAÇÃO ÀS PARTES RELACIONADAS TAXA APROVADA PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / DIRETORIA EXECUTIVA Cheque Especial 1,54% à 5,81% 1,54% à 8,69% Conta Garantida 1,97% à 5,81% 1,54% à 8,69% Desconto de Cheques 1,39% à 1,82% 1,39% à 2,47% Empréstimos 1,23% à 2,67% 1,16% à 3,99% Aplicação Financeira 102%CDI 102% CDI No primeiro semestre de 2014, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários e custeio parcial de plano de saúde, apresentando-se da seguinte forma: 22. Cooperativa Central Sicoob Central Cecremge  11 17. Provisão de Juros ao Capital A Cooperativa provisionou juros ao capital próprio, visando remunerar o capital do associado. Os critérios para a provisão obedeceram a Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A remuneração foi limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Circular BACEN nº 2.739/1997. 18. Outros ingressos/rendas operacionais Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Receita com Recuperação de Despesas 6.525,00 448,68 Atualização Depósitos Judiciais 7.616,80 0,00 Rateio Sobras Central 36.053,58 0,00 Total 50.195,38 448,68 19. Outros dispêndios/despesas operacionais Descrição 2014 2013 Despesa consultas, saques Cirrus/Cabal 766,40 351,90 Despesas c/descontos concedidos operações de crédito 31.843,77 9.574,39 Despesas c/ Fundo Garantidor do Sicoob 0,00 51.886,03 Despesas c/ Cancelamento de Tarifas Passiveis de Cobrança 6.746,46 5.589,93 Despesa atualização monetária ações discutidas judicialmente 2.334,14 1.439,26 Total 41.690,77 68.841,51 20. Resultado não operacional Descrição 2014 2013 Ganhos de Capitas 32.007,09 374,34 ( - ) Perdas de Capital (1.918,92) 0,00 Resultado líquido 30.088,17 374,34 21. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária.
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    22 OPIINÃO www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Nilson Antonio Bessas é Diretor do Sicoob Lagoacred Gerais e autor do livro “Tornando sua empresa um sucesso” com mais de 1.000 exemplares vendidos em apenas 90 dias. Para perguntas, críticas e sugestões mande um e-mail para: nilsonbessas@nilsonbessas.com.br Empreendedorismo e Negócios Muitas empresas em atividade sofrem com o caixa no vermelho. Algumas conseguem achar uma solução para o problema e sobrevivem, já outras, não conseguem e fecham as portas. Empresas com geração de caixa negativo precisam tratar a causa e não somente recorrer à injeção de mais capital. Do contrário, os problemas só tendem a aumentar. ll Encerra-se mais um mês e o caixa da empresa nova-mente fecha no vermelho, mesmo considerando o crescimento das vendas. O empresário preocupado em honrar os seus compromis-sos recorre aos bancos. Po-rém, esta não é uma atitude correta, pois o que deve ser tratado nesta empresa são as causas dos problemas e não somente as consequências. Recorrer à injeção de um no-vo capital será parte da solu-ção, que deverá vir acompa-nhada de outras ações mais profundas para avaliar o que está causando a geração de caixa negativo. É preciso ve-rificar alguns pontos como o capital de giro, estoque, des-pesas e índice de markup (preço de venda). Toda empresa precisa manter um determinado valor de capital de giro para Finanças no vermelho sustentar as vendas a prazo e o tempo que as mercado-rias levam para serem ven-didas e que permanecem em estoque. Normalmente os compromissos com for-necedores vencem antes do recebimento das vendas, sendo necessário recorrer ao capital de giro para bancar este descasamento de pra-zos. Por isso, o capital de gi-ro nunca pode ser usado para outros fins. Uma medida es-tratégica para depender me-nos do capital de giro é mon-tar um fluxo de caixa eficien-te que possa garantir o rece-bimento das vendas antes dos pagamentos dos forne-cedores. Mas, ainda assim é importante manter o capital de giro para as eventualida-des. Quanto ao estoque, o em-presário precisa saber qual é o volume ideal para manter as vendas em crescimento. O estoque não pode ser mui-to pequeno, abaixo do míni-mo necessário, porque po-de haver perdas nas vendas. Não pode ser muito elevado, acima do ideal, porque o es-toque é custo para empresa. Sendo assim, resta ao em-presário administrar a logís-tica de compras de mercado-rias, abastecendo o estoque conforme as vendas realiza-das. O estoque na quantida- de certa faz toda a diferen-ça para saúde financeira da empresa. As despesas fixas devem ser as menores possíveis pa-ra possibilitar a empresa ter preços de vendas competi-tivos. Por serem fixas, elas ocorrem mesmo quando as vendas diminuem. Neste ca-so a sua representatividade aumenta e reduz a lucrativi-dade da empresa. Controlar as despesas fixas sempre é necessário para o suces-so de qualquer empreendi-mento. Quanto às despesas financeiras, elas também de-vem estar bem administra-das, e são aceitáveis somen-te quando forem planejadas e que tenham os juros e as amortizações dentro da ca-pacidade de pagamento da empresa. As despesas vari-áveis (comissões sobre ven-das, entrega da mercadoria, televendas e outras) já são menos complexas, pois es-tá ligada diretamente ao fa-turamento, ou seja, elas ten-dem a aumentar somente se o faturamento aumentar. No entanto, muitas em-presas sofrem com o cai-xa no vermelho porque aca-bam girando mercadorias que não tem margem de lu-cro adequada. E isso ocorre porque o empresário não sa-be ou não dá atenção à for-mação do preço de vendas das mercadorias. A forma-ção do preço de venda (Índi-ce de markup) deverá com-por o custo da mercadoria juntamente com as despe-sas fixas, variáveis e finan-ceiras, impostos, inadim-plência e margem de lucro. (Leia o livro “Tornando sua empresa um sucesso” para saber do assunto com mais detalhe). Uma empresa ja-mais poderá abrir mão da sua lucratividade. É somen-te com lucro que se há gera-ção de caixa positivo e cres-cimento do empreendimen-to. Enfim, o caixa no verme-lho sempre é reflexo de uma gestão equivocada, conse-quência de ações erradas tomadas no passado, da qual exige dedicação e mudanças de hábito do empresário pa-ra serem consertadas. Lagoacred realiza aula inaugural do 2º capítulo do Projeto Jovem Cooperativista ll O Projeto Jovem Coo-perativista já está no seu 2º capítulo e tem movimenta-do os jovens das escolas de Lagoa da Prata, Santo An-tônio do Monte, Pedra do Indaiá e Japaraíba. A au-la inaugural do 2º capítu-lo aconteceu no dia 21 de agosto na Escola Estadu-al Nossa Senhora de Gua-dalupe, em Lagoa da Prata. A expectativa é que a ação atinja cerca de 12.500 alunos. De acordo com o gerente administrativo do Sicoob Lagoacred Gerais, José Otaviano de Moura Júnior, o objetivo do pro-jeto é formar crianças, jo-vens e adolescentes em profissionais qualifica-dos e torná-los empreen-dedores de sucesso. “Es-te trabalho é dividido em seis capítulos, no primei-ro falamos sobre a história do cooperativismo, no se-gundo daremos dicas para os jovens, ensinando-os a poupar e nos próximos te-remos como assunto Em-preendedorismo, Coopera-tivismo Financeiro x Capi-talismo, Finanças Familiar e Planejamento Financei-ro. Queremos que os alu-nos tomem conhecimen-to do sistema cooperativis-ta e saibam o quão impor-tante este segmento é pa-ra a vida das pessoas e pa-ra a sociedade”, afirmou o gerente. José Otaviano ainda sa-lientou que o projeto é im-prescindível para a forma-ção dos alunos. “Trabalha-mos com um público de seis a dezoito anos e quan-do ensinamos a filosofia do cooperativismo e seus valores, a importância de poupar dinheiro, e eles en-tendem e praticam isso no dia a dia, é muito gratifi-cante para nós. Nas apre-sentações buscamos sem-pre a interação e partici-pação dos alunos, e de for-ma didática e descontraí-da transmitimos nosso co-nhecimento”, destacou. Segundo o diretor da otaviano junior em sala de aula da escola n. s. de guadalupe Escola Estadual Nossa Se-nhora de Guadalupe, Ita-mar Teixeira, o projeto é muito bem aceito pela ins-tituição e é uma inova-ção. “Atualmente temos a necessidade de renovar e reinventar temáticas que além de agregarem valor para escola ensinem tam-bém aos alunos a aplicar as teorias fora dela. E este projeto só veio a somar. Es-peramos cada vez mais ini-ciativas assim”, afirmou. De acordo com a super-visora e vice-diretora da es-cola, Alexandra Mesquita, o projeto tem sido de grande valia para tornar os alunos pessoas bem sucedidas. “Adoramos a iniciativa da Lagoacred, e temos a certe-za de que esta parceria veio para que juntos possamos formar jovens economica-mente conscientes”, desta-cou. Para o professor de Em-preendedorismo e Gestão, Sérgio Murilo, esta é mais uma iniciativa que soma na grade curricular dos alu-nos. “O projeto abrange to-da a escola, e desde o ano passado a Lagoacred traz temas que visam o lado econômico e o futuro des-tes alunos que aprendem desde jovem a poupar o seu dinheiro. Além de agrade-cer, gostaríamos de solici-tar mais projeto assim. Es-tamos vivendo em uma época que falar de econo-mia já é uma questão de ne-cessidade”, frisou o profes-professor supervisora e vice diretora Alexandra Mesquita e Maria do Carmo Sérgio Murilo diretor Itamar Teixeira sor.
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg CULTURA 23 Causos e Prosas José Antônio (Rádio Samonte FM) bandeirantes@isimples.com.br O Boi da Fogos Confiança ll Em meados de 1986 eu estava com 16 anos e co-mecei a trabalhar na Fogos Confiança, naquela épo-ca era comum uma pessoa menor deidade trabalhar na área de explosivos. E eu co-mecei a trabalhar no setor de cores com o saudoso Al-varício Pereira, o “véio” gen-ro do Rafael PonteCerta, que na época era o nosso encar-regado. E na época, era uma “trinca” de companheiros que trabalhava com a gen-te lá, eram mais ou menos 16 rapazinhos da minha fai-xa etária. Eu era o caçula de-les... tinha o Motúia, o Timbó, Moitinha, o Cachimonha, o Pedro Horácio e o sub-en-carregado Arnaldo da ma-drinha Lega. “Nóis” era cada um “pió” que o outro, e na ho-ra do almoço a gente levava o “carderão” e fazia a hora de boia, no barracão mesmo. No lugar que a gente fa-zia a hora de boia tinha uma represa e do lado de tinha um povo que roçava pasto, outros picando uma lenha, e isso era motivo de “nois” gritá com eles, fazendo hora deles...aboiando um pouco, só para ver o camarada xin-gar. E assim era o nosso se-guimento, a gente levanta-va às 5:10, pegava a canicre-ta perto do bar do Zé do Tião, no bairro Dom Bosco. Naque-la época o motorista da cani-creta era o Bagrim e a gente seguia, aquela rapaziadinha só na farra. Quando a gen-te chega na Fogos Confian-ça ia uns dez rapazinhos só paraumbarracãoeos outros seis para os outros setores. Ao redor dos barracões fica-vam algunsgadosleiteiros, e tinha um danado de um boi holandês bravo demais, ele investia até na sombra de-le mesmo. Esse boi era co-nhecido demais por correr atrás dos pescadores da fa-zendado senhorJoaquim do Flávio. Um belo dia, esse boi queria entrar no barracão pa-ra investir na gente e eu re-solvi a tourear...rapaz, esse boi me passou um carrerão, e eu jurei que num ia enca-rar esse boi, porque ele tinha mais ou menos uma vinte arrobas eumchifrepontudo demais. Mas, em uma tarde a gente “tava” tranquilo, “des-carso”, sem camisa, só com um “carçãozinho” de seri-guia, e o nosso encarregado chegou e disse: - O Zé Antô-nio, vocêestáfolgadoaímes-mo e já trabalhou em fazen-da, é até metido toureiro, en-tão tira esse gado daqui da porta do barracão pra nós. E eu né...falei pra ele: Vocêfalou com o caboclo certo, vou lá. E fui. Quando chegueilá, eupu-lei na frente daquele boi co-mo se fosse um “torero”, eu estava com “purritinho” e fui batendo na ventas do touro, e ele foi afastando, afastan-do e os meus colegas que es-tavam de fora do barracão estavam só batendo palmas para mim... Zé Antônio...bar-ra pesada...enfrentou o boi! E o boi afastando, afas-tando e eu chegando per-tinho do boi, só que naque-le momento eu dei uma má nota, e nessa hora eu tinha que sair de lado, dar meia volta e correr, só que eu virei as costas para o boi e corri. Ê menino, mas esse boi “inr-restou” atrás de mim e las-cou o chifre no meu traseiro e mandou pra cima uns vin-te metros, me babou tudo de verde e quando eu caí numa covanca de enxurrada esse boiveiobufandopracimade mim e me esfregava pra lá e pra cá. E nessa hora, os cole-gas que estavam me aplau-dindo... tudo “correu... Quan-do o nosso engarregado che-gou e viu que esse boi ia me mandar para o infinito, ele foi no boi, só que o boi foi ne-le. Aíeulevanteivendoestre-ladediaefui... sóqueoencar-regado gritou passa debaixo da cerca Zé Antônio, que es-seboivaitepegaroutravez. E eu já tava estropiado, parecia quejátinhamepassadoden-tro de um esmeril. E quando eu saí dali para ir ao hospi-tal as mulheres da Confian-ça estavam tudo chorando achando que eu tinha mor-rido. E o pior...até hoje eu te-nho sequelas desse aconte-cido. Mas uma alegria eu te-nho, no outro dia mataram o boi. Alimentos e Culinária Solange Barbosa (Buffet Divina Gula) solangecfb@gmail.com Criatividade e Sabor Incrível Saiba com transformar ingredientes “simples e baratos” em pratos sofisticados e incríveis. A massa de pastel vira um cestinho crocante para servir um delicioso musseline de milho ver-de. O simples e barato peito de frango torna-se um medalhão recheado com tomate seco e manjericão. Incrível! MODO DE PREPARO .Bata o bife de frango com um martelo, deixando-o o mais fino possível .Tempere o frango com sal e pimenta. .Pique o tomate seco e o majericão. .Numa superfície plana, abra o papel manteiga, colo-que INGREDIENTES o frango e recheie como tomate seco e o manjeri-cão (para uma pessoa) picado; • 200g de milho verde (lata) .Com ajuda do papel manteiga enrole o frango em for-ma • 10g de alho socado de rocambole; • 30g de cebola repicada .Leve para assar 15 a 20 minutos em forno preaqueci-do • 50 ml de leite integral a 200°C • 50g de tomate seco .Bata o milho junto com o leite no liquidificador por 2 • 20g de majericão minutos; • 150g de bife de filé de frango .Refogue a cebola e o alho em manteiga e adicione o mi-lho • 2 un aspargo em conserva e o leite coados; • Sal, pimenta do reino a gosto .Deixe cozinhar em fogo baixo por aproximadamente 10 • 1 folha de papel manteiga minutos até atingir o ponto desejado. Cestinho Crocante: Basta abrir uma massa de pastel ou massa folhada em uma forma untada, com o formato que desejar e assar Montagem do Prato: Coloque a musseline de milho no fundo do prato, divida o medalhão ao meio em corte trans-versal e decore com a cestinha crocante,ou se preferir use a musseline de milho para reche-ar a cestinha.
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    DICAS RÁPIDAS PARACUIDAR DA SAÚDE Cuidar da saúde é muito importante em todas as fai-xas etárias, mas nem sempre todososcuidadosnecessários são levados a sério. Equando falamosem cui-dadoscom a saúde, nem sem-pre trata-se apenas de fre-quentar com periodicidade o consultório médico. São mu-dançasdehábito epensamen-to que podem colaborar para umavidamais saudávelesem complicações. Por isso, listamos os prin-cipais cuidados que homens e mulheres devem ter com o corpo e a mente: Coma bem: a alimentação saudável é fundamental pa-ra a saúde humana, não ape-nas pela aparência, mas por-que evita uma série de doen-ças, como colesterol, trigli-cérides e alto teor de açúcar no sangue. Ainda aumenta a disposição emelhora o humor. Dêpreferência para alimentos comricoteordevitaminas, co-mo frutas, legumes, verduras e carnes magras como peixe ou frango. Fuja das gorduras e fast-food; Mantenha o peso: Assim co-mo a alimentação saudável, o controle do peso também é importante. Não precisa en-canar, mas é interessante não emagrecer demais ou estar acima do peso. O metabolis-mo funciona de acordo com a faixa etária e outros fato-res pessoais, por isso, combi-nar uma alimentação rica em nutrientes e fracionada com um exercício físico regular po-de ajudar a manter o peso na média. Além disso, o exercício físico ajuda muito na respira-ção. O ideal é praticar de 3 a 4 vezes por semana; Tenha boas noites de sono: A faltadeboas noites desono au-mentam a produção de hor-mônios do estresse e causa um mau humor absurdo. Ca-da pessoa tem suas próprias necessidades, mas o reco-mendado por médicos são oi-to horas de sono por dia. E não adianta tentar compensar no dia seguinte. Sono perdido, é sono perdido. E afeta inclusi-ve a memória; Evite vícios: Paraquem jásofre com alguns vícios é mais difí-cil de cumprir esta dica, mas quem ainda não tem nenhum ébomficaratentoparanãoad-quirir. Oálcoolemexcessopo-detrazerumasériedecalorias alémdeafetarofígadoepreju-dicar diabéticos, hipertensos e quem tem uma taxa alta de triglicérides. Já o cigarro po-de causar câncer de pulmão, faringe, garganta língua e en-fizema pulmonar. Para quem já fuma é sempre bom ter em mente que nunca é tarde pa-ra recuperar o tempo perdido, poisao longo dosanossem ci-garro os riscos vão diminuin-do e osórgãosse recuperando; Reponha o colágeno: Além dos benefícios estéticos, co-mo diminuição do apareci-mento de rugas e maior fir-meza da pele. O colágeno evi-ta a fragilidade articular e ós-sea. Para repor, o ideal é ali-mentar- se de alimentos ricos em colágeno como carne ver-melha egelatinas. Já para evi-tarrugas, o idealéusarcosmé-ticos com a substância, sem-pre levando em consideração o seu tipo de pele. NEUROCIENTISTA EXPLICA EXERCÍCIOS PARA O CÉREBRO Enquanto cientistas do mundo todo buscam solu-ções para prevenir e curar doenças degenerativas do cérebro, ganha corpo no mundo a ginástica cere-bral, uma prática saudável como uma atividade física que melhora o desempenho. No Brasil, mais de 40 mil pessoas já passaram pelo SUPERA, o primeiro curso com método exclusivo de-dicado ao desenvolvimento das múltiplas inteligências (lógico-matemática, linguís-tica, intrapessoal, etc). Para reforçar o conceito, a neurocientista Carla Tiep-po lembra que este incrível órgão do corpo humano es-tá envolvido em todas as ati-vidades que realizamos, in-fluenciando nossa vida pes-soal e profissional. “A lógica de trabalho de nosso sistema nervoso pode influenciar muitas de nos-sas atitudes e decisões, se-jam afetivas ou racionais no trabalho”, afirma a especia-lista. Por este e por outros motivos, os exercícios para o cérebro vêm conquistan-do muitos adeptos. Eles são praticados por pessoas que querem ser mais ágeis, pro-dutivas, criativas e manter o cérebro jovem até o fim da vida. “O conceito científico de neuroplasticidade mos-tra que todo mundo pode se modificar. Através dos es-tímulos organizados da gi-nástica cerebral do SUPERA, o cérebro é capaz de resta-belecer conexões neurais e melhorar seu desempe-nho”, afirma Carla Tieppo, consultora da rede de fran-quias SUPERA. No SUPERA, os exercí-cios para o cérebro podem ser feitos presencialmente nas mais de 130 escolas da rede espalhadas pelo país. O curso acontece uma vez na semana, com duas horas de duração, e inclui exercícios com o ábaco, instrumento de cálculo oriental. Além disso, há apostilas com desafios de lógica e de-zenas de jogos de tabuleiro para treinar memória, foco, atenção, estratégia, visão e raciocínio. Quem faz exercícios pa-ra o cérebro também se sen-te mais confiante e se torna mais sociável, o que ajuda também a ir bem na carreira. Além de ser uma prática saudável, que não tem efei-tos colaterais, a ginástica ce-rebral é prazerosa e tem re-sultados concretos em seis meses. O método SUPERA de exercícios para o cérebro também é uma promessa para a evolução do aprendi-zado e, consequentemente, do ensino no Brasil. Escolas particulares e públicas ado-tam a metodologia para me-lhorar a concentração, a me-mória e o raciocínio do alu-no. METODOSUPERA.COM.BR BREVE EM LAGOA DA PRATA FACEBOOK: METODO SUPERA LAGOA DA PRATA
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    O QUE ÉUMA BOA HIGIENE BUCAL? Hálito puro e sorriso sau-dável são o resultado de uma boa higiene bucal. Isso signi-fica que, com uma higiene bucal adequada: •Seus dentes ficam limpos e livres de resíduos alimen-tares; •A gengiva não sangra nem dói durante a escovação e o uso do fio dental; •O mau hálito deixa de ser um problema permanente. Consulte o seu dentis-a caso sua gengiva doa ou sangre quando você escova os dentes ou usa fio dental, e principalmente se estiver passando por um problema de mau hálito. Essas mani-festações podem ser a indi-cação da existência de um problema mais grave. Seu dentista pode ensi-ná- lo a usar técnicas corre-tas de higiene bucal e indicar as áreas que exigem atenção extra durante a escovação e o uso do fio dental. COMO GARANTIR UMA BOA HIGIENE BUCAL? Uma boa higiene bucal é uma das medidas mais importantes que você po-de adotar para manter seus dentes e gengiva em or-dem. Dentes saudáveis não só contribuem para que vo-cê tenha uma boa aparência, mas são também importan-tes para que você possa falar bem e mastigar corretamen-te os alimentos. Manter uma boca saudável é importante para o bem-estar geral das pessoas. Os cuidados diários preventivos, tais como uma boa escovação e o uso corre-to do fio dental, ajudam a evi-tar que os problemas dentá-rios se tornem mais graves. Devemos ter em mente que a prevenção é a maneira mais econômica, menos dolorida e menos preocupante de se cuidar da saúde bucal e que ao se fazer prevenção esta- mos evitando o tratamento de problemas que se torna-riam graves. Existem algu-mas medidas muito simples que cada um de nós pode to-mar para diminuir significa-tivamente o risco do desen-volvimento de cárie, gengi-vite e outros problemas bu-cais. •Escovar bem os dentes e usar o fio dental diariamen-te. •Ingerir alimentos balance-ados e evitar comer entre as principais refeições. •Usar produtos de higiene bucal, inclusive creme den-tal, que contenham flúor. •Usar enxaguante bucal com flúor, caso seu dentis-ta recomende. •Garantir que crianças abai-xo de 12 anos tomem água potável fluoretada ou su-plementos de flúor, se habi-tarem regiões onde não ha-ja flúor na água. Vai ao cinema? Dispense aquela pipoca com sal e óleo. Substitua por um pacote de uva passa..... aí vão os benefícios! CIRURGIA PLÁSTICA x ATIVIDADE FÍSICA O Brasil ocupa no mo-mento o primeiro lugar no ranking mundial de cirur-gias plásticas realizadas, com um volume de 1,49 mi-lhão de procedimentos ci-rúrgicos estéticos realizados contra 1,45 milhão realizados nos Estados Unidos no ano de 2013, fato nunca ocorri-do na historia. Esta conquis-ta se dá pelo enorme cresci-mento de habilitados na aé-rea, bem como a maciça vin-da de cirurgiões plásticos es-trangeiros para os grandes centros do Brasil e pelo cres-cente aumento de interessa-dos em realizar tais procedi-mentos. Com esta nova ótica, preocupação em manter a atividade física como um pa-pel coadjuvante se faz extre-mamente necessário para os bons resultados de qualquer procedimento. Com isto ai vai algumas dicas: A prática da atividade fí-sica deve ser realizada não apenas após os procedi-mentos, mas também antes. Além de todos as recomen-dações médicas para o pré- -operatório (suspensão e/ou utilização de medicamen-tos, evitar cigarros antes e depois, entre outros) o forta-lecimento muscular deve ser realizado para otimizar os re-sultados evitando certos ní-ta veis de flacidez. Para o pós-operatório devem-se seguir as orienta-ções médicas a risca, que ge-ralmente são seguidas de ali-mentação balanceada, utili-zação de medicamentos e drenagem linfática (um tipo de massagem que auxilia o organismo na eliminação de líquidos e evita o apareci-mento de fibrose). A primei-ra semana deve ser de repou-so completo, já na segunda e terceira semana, com inicio das atividades da vida diária e caminhada leve para maior movimentação sanguínea. Habitualmente a liberação para a musculação se da de 21 a 30 dias (caso de próteses e lipoaspiração). Exercícios com menor amplitude próxi-mos a região da cicatriz deve ser evitados para não forçar esta região. Resultados a lon-go prazo devem ser planeja-dos objetivando a uma esté-tica agradável e duradoura. Até a próxima !!!!! GUSTAVO AMARAL 37 9137 6236 Personal Trainer Especialista em fisiologia e cinesiologia /UGF Licenciado CORE 360º TREINAMENTO FUNCIONAL Graduando em nutrição • Previne doenças crônicas degenerativas; • Combate envelhecimento; • Previne a diminuição da perda óssea após a meno-pausa; • Ajuda no tratamento dos sintomas da artrite; • Previne inflamações e edemas; • Tem ação pré-biótica. • Aceleram o trânsito in-testinal; • Elimina os agentes can-cerígenos; • Diminuem a absorção de colesterol; • Previne a aterosclerose; • Antioxidante; • Anti-inflamatório.
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    26 ACDDEIS www.jornalcidademg.com.br Clube de carros antigos de LP está credenciado a realizar vistoria para a obtenção de placa preta ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Empresário Reinato Fantoni é empossado diretor regional da Federação Brasileira de Veículos Antigos do Centro Oeste, Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro ll DO empresário Reina-to Fantoni foi empossado Diretor Regional da Fede-ração Brasileira de Veícu-los Antigos do Centro Oes-te de Minas Gerais. O even-to aconteceu no dia 19 de agosto, em São Paulo. Reinato é também um dos fundadores do Clube de Automobilismo de Lagoa da Prata, que foi criado em 2007 e que hoje conta com quarenta associados. “Após sua constituição, com asso-ciados apenas de Lagoa da Prata, o clube, através de or-ganização e participação em eventos, foi crescen-do e ganhando associados de toda a região do Centro Oeste de Minas Gerais. Em 2010, após um processo de certificação, o clube pas-sou a ser membro da Fede-ração Brasileira de Veícu-los Antigos - FBVA - e com isto pode realizar vistorias para a emissão do certifica-do de originalidade do ve-ículo, que dá direita à pla-ca preta. Após se tornar fe-derado, o clube cresceu ain-da mais e hoje conta com aproximadamente quaren-ta associados de toda Mi-nas Gerais e alguns sócios nos EUA. Em Minas Gerais só existem cinco clubes ap-tos a realizarem a vistoria para obtenção da placa pre-ta”, destacou. Segundo Reinato, o evento contou com a par-ticipação de vários empre-sários, autoridades, o dire-tor da Polícia Federal, re-presentantes do Governo de São Paulo e Governo Fe-deral, artistas como a can-tora e antigomobilista Su- la Miranda, e dos membros do clube de automobilis-mo de Lagoa da Prata, co-mo o presidente Otaviano Bernardes, diretor-secretá-rio Rui Rocha e os associa-dos Flávio Madeira e Mar-celo Metzecker. A cerimônia foi minis-trada pelo jornalista da Glo-bo Ernesto Páglia. Ao fim do evento ocorreu um desfile de carros antigos na passa-rela do samba. reinato é empossado diretor regional da federação brasileira de veículos antigos rui, reinato, sula miranda, flávio e otaviano FOTOS: arquivo pessoal
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg CIDADES 27 Grupo Minasprev realiza doações de roupas para o Lar Vicentino ll O Grupo Minaprev reali-zou na última segunda-fei-ra (11/08) a doação de mais de 300 peças de roupas pa-ra o Lar São Vicente de Pau-la da cidade de Lagoa da Prata. De acordo com o di-retor do Lar, Aloísio Mag-no, esta é uma parceria de anos e que é sempre mui-to bem vinda. “Desde o iní-cio o grupo Minasprev é um Registros de acidentes caem pela metade após instalação de quebra-molas l l Estatísticas da Polí-cia Militar apontam redu-ção de 50% nos registros de acidentes de trânsito, de-núncias de direção peri-gosa e excesso de veloci-dade nos últimos sessenta dias em Lagoa da Prata. De acordo com informações do assessor de comunica-ção da PM, soldado Cota, os números podem estar rela-cionados com a instalação dos quebra-molas. “Após a instalação dos quebra-mo-las, temos percebido que a população tem se senti-do mais segura ao trafe-gar pelas ruas. Os quebra- -molas têm ajudado muito na diminuição nos crimes de excesso de velocidade e direção perigosa”, afirma o militar. O policial ainda comen-tou sobre o perfil dos con-dutores que geralmente protestam contra instala-ção dos redutores de velo-cidade. “Muitos reclamam que os veículos agarram no quebra-molas. Mas os ve-ículos que saem de fábri-ca sem nenhuma altera-ção passam normalmen-te pelos redutores. As pes-parceiro atuante da Socie-dade São Vicente de Paula. A cada ano a participação do Grupo traz mais benefí-cios, eles nos ajudam com material de higiene, medi-camentos, utensílios, rou-pas e calçados. Só temos o que agradecer”, afirmou. Segundo um dos dire-tores do Grupo Minasprev, Mauro Zoel, o objetivo da soas que gostam de rebai-xar veículos, que colocam pesadas c aixas de som no porta-malas, ou que usam pneus de perfil baixo, cer-tamente terão problemas com seus veículos ao pas-sarem pelos quebra-mo-las”, alerta. Cota ressalta que a Po-lícia Militar recebia muitas reclamações de pais sobre o excesso de velocidade próximo às escolas. “Mui-tos alunos vão às aulas de bicicletas ou a pé. Com os quebra-molas a redução da velocidade na cidade pode ocasionar um pouco mais de tranquilidade aos pais”. Com relação aos motoci-clistas, o policial reconhe-campanha de arrecada-ção de roupas e agasalhos do Grupo Minasprev é tam-bém parte da política da empresa. “Fazemos ques-tão de envolver os clien-tes e colaboradores, a fim de despertá-los para a im-portância de ações solidá-rias”, destacou . O diretor ainda salien-tou a importância das do-ações no inverno. “Nesta época do ano, muitas pes-soas desenvolvem doen-ças relacionadas ao frio pe-la falta de roupa suficien-te para se aquecer e pro-teger- se adequadamen-te. Por esse motivo o Gru-po Minasprev tomou a ini-ciativa de realizar a Cam-panha do Agasalho, com is-so, o projeto tem alcançado um resultado muito signi-ficante todos os anos. Além de atendermos a entidade Sociedade São Vicente de Paulo, também fazemos al-gumas doações para famí-lias carentes que nos pro-curam pedindo ajuda”, fri-sou. ce que o quebra-molas po-de não ter a mesma eficiên-cia em reduzir a velocidade dos condutores. “Mas inibe o motoqueiro. Aqueles que andam em alta velocidade podem passar nos cantos dos quebra-molas, mas ini-be um pouco, pois eles têm medo de passar em alta ve-locidade e cair. Já aconte-ceram vários acidentes com motoqueiros arrua-ceiros que ficam aos finais de semana na avenida Bra-sil praticando direção pe-rigosa”. A Polícia Militar infor-ma que as operações de fis-calização de trânsito irão continuar em várias regi-ões da cidade. Mauro Zoel, Aloísio Magno e Marcelo Silva juntos da moradora do lar vicentino soldado cotta - assessor de compunicação da pm de lp
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    28 CULTUAR www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Professora lança livro com histórias da infância ll A professora e aca-dêmica Maria das Neves Carvalho Castro (Nene-ve) lançou no último sá-bado o livro “Olho de Gato, Rabo de Tatu”. A obra traz memórias e lembranças do seu tempo de criança e adolescência. O evento contou com a participa-ção de amigos, familiares, autoridades e membros da Academia de Letras de La-goa da Prata (Acadelp). Neneve conta que a ideia de editar o livro sur-giu a partir de pedidos dos filhos para que registras-se o seus momentos de infância para os netos. “ É uma realização pessoal. É deixar alguma coisa para meus netos, daquela vida na roça, sem eletricidade, sem plástico, sem comu-nicação, para eles verem que era uma vida diferen-te mas as crianças tinham condições de serem feli-zes e sonhar. Espero tra-zer histórias de vida, prin-cipalmente no intuito de deixar aquela criança que vive dentro de nós morrer. Cada vez que a gente lem-bra daquela criança é uma maneira de mantê-la vi-va”, diz. A escritora também lembra histórias do tempo em que era diretora de es-cola Lagoa da Prata. “Tem tanta coisa. Histórias que seu eu ainda fosse direto-ra de escola eu jamais po-deria publicar. Meus ex- -alunos ficarão impres-sionados com a diretora que eles tiveram”, ressalta. Neneve é mãe de cin-co filhos. No livro ela revi-ve os laços familiares de sua época. “Antigamente, quando chegava visitas em casa, por falta de en-tretenimento os pais pe-diam aos filhos que reci-tassem, cantassem. Era difícil no começo mas de-pois a gente disparava e tinha que mandar parar. A gente convivia mais”. “Olho de Gato, Rabu de Tatu” é o primeiro li-vro editado pela acadê-mica Neneve. “A mensa-gem que quero deixar é que para ser escritor bas-ta ter vontade e coragem. A gente desnuda a nossa alma para a população. Não temos que ter medo e nem vergonha de mos-trar o que a gente é de ver-dade”.
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg OPINIÃO 29 O Sicoob Crediprata está associado ao que há de melhor para promover o crescimento da sua empresa. No Sicoob Crediprata, sua empresa tem o apoio, a segurança e a experiência de pro ssionais que conhecem o seu negócio. Em todas as opções de crédito, você conta com a transparência e a proximidade de sua cooperativa para cuidar de suas nanças. Para encontrar uma cooperativa Sicoob mais perto de você, ligue 0800 642 0000. Ouvidoria - 0800 725 0996. Deficientes auditivos ou de fala: 0800 940 0458. CRÉDITO EMPRESARIAL SICOOB CREDIPRATA Conte com o Crédito Empresarial Sicoob Crediprata para fazer seu negócio acontecer. Nós temos a solução nanceira ideal para a sua empresa.
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    30 CULTUAR www.jornalcidademg.com.br Santantoniense leva aula de música para Lagoa da Prata ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 llO professor de música Igor Antônio recebeu o con-vite da Fundação Futura, de Lagoa da Prata e está minis-trando aulas de música a alu-nos acima de cinco anos de idade. As aulas acontecem aos sábados na sede da fun-dação, no prédio da antiga estação ferroviária. De acordo com o profes-sor, o objetivo é formar uma orquestra em Lagoa da Prata. “Gostaria de convidar as pes-soas que desejam aprender a tocar guitarra, violão, bai-xo e viola caipira. Quero en-sinar essas crianças, jovens e adultos a tocar alguns ins-trumentos, para futuramen-te formarmos uma orquestra, assim como fiz em Santo An-tônio do Monte e Pedra do In-daiá”, destacou. Os interessados em par-ticipar do projeto deverão procurar a Futura. A mensa-lidade é R$ 40 e o material é oferecido gratuitamente. Conheça um pouco mais do trabalho do Professor Igor Igor fundou, em dezembro de 2012, a Orquestra Acordes do Monte, que atualmente con-ta com a participação de 90 pessoas, entre alunos, mú-sicos profissionais e colabo-radores. A orquestra tem seis apre-sentações agendadas para o mês de setembro: 06 /09 - Bom Despacho. Lo-cal: Praça da Feira. Horário a definir. 07/09 - Escola Geraldo Luis Castro (Samonte), às 8h. 14/09 - Centro Cultural de Sa-monte, às 19h. 21/09 - Festa de São Benedi-to, no bairro São José, em Sa-monte. Horário: 20h. 26/09 - Festa Nossa Senho-ra do Rosário, no bairro Sinhá Linhares, em Samonte. Ho-rário: 19h. 27/09 - Festival de Gastro-nomia em Lagoa da Prata, às 20h30. IGOR É PROFESSOR DE MÚSICA EM SAMONTE, PEDRA DO INDAIÁ E L. DA PRATA Livro produzido pelo “Instituto Imersão Latina” homenageia Carlos Lúcio Gontijo llO livro “Nós da Poesia: vozes da rua” chega a Bie-nal Internacional do Livro de São Paulo, no estande da All Print Editora. A escrito-ra France Gripp, uma das autoras da antologia repre-sentará o grupo. Os Poetas participaram do sarau no estande na última sexta- -feira (22/08) de 17h às 19h, na rua H nº 370. O livro es-tará a venda durante toda a bienal por R$ 20,00. De acordo com Brenda Marques Pena, Presiden-te do Instituto Imersão La-tina (Imel) e organizadora da antologia Nós da Poesia, este é o quarto livro da série Nós da Poesia, compostos em harmonia expressa no multiculturalismo de seus participantes. Cada poe-ta com sua peculiaridade deixa a sua marca e com-põe assim este coletivo. Es-te ano de 2014, nesta edi-ção especial, traz-se o te-ma: “vozes da rua”. O evento contará com a participação de poetas de várias partes do Brasil e de outros países. Lembrando os 50 anos do golpe militar que implan-tou a ditadura no país e fa-zendo um paralelo com as lutas por uma democracia que ainda está em proces-so. FOTO: arquivo pessoal “Trazemos textos em homenagem aos que lu-tam por liberdade e direi-tos. Temos ainda os desta-ques: indígenas e “Criança não é Brinquedo” com di-zeres poéticos de alunos do Projeto Reconstruir, po-esias do projeto Aspectos Urbanos, da artista Iara Abreu que nos prestigiou mais uma vez com a ilus-tração da capa e fotos de fo-tógrafos ativistas com seus registros de manifestações (vozes das ruas). Que esta publicação seja como um eco a ressoar as vozes de todos os que integram es-ta obra!” FOTO: arquivo pessoal
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg EDUCAÇÃO 31 Relatório elaborado pela ALMG constata excelência no atendimento das Apaes mineiras ll A Comissão de Edu-cação, Ciência e Tecno-logia da Assembleia Le-gislativa de Minas Ge-rais (ALMG) visitou, ao longo do primeiro se-mestre, as sedes da As-sociação de Pais e Ami-gos dos Excepcionais (Apae) em diversos re-giões mineiras e promo-vendo audiências públi-cas. O deputado Duarte Bechir, um dos autores do requerimento para as visitas, explicou que a ideia era verificar a pres-tação dos serviços, a in-fraestrutura e as condi-ções de funcionamen-to das associações pa-ra traçar um diagnósti-co detalhado a fim de di-recionar as ações do Es-tado voltadas às pessoas com deficiência. O relatório foi apre-sentado no Parlamen-to Mineiro, durante Reu-nião Especial para ho-menagear a insti tui - ção pelos seus 60 anos de fundação no Brasil, no dia 02/06, e apontou que mesmo com as difi-culdades para se man-terem, as Apaes minei-ras se transformaram em referência de quali-dade no atendimento in-tegral e integrado à pes-soa com deficiência. Um dos pontos destacados é que 92,9% dos profissio-nais das Apaes tem titu-lação acadêmica pres-tando então um serviço especializado. Ainda de acordo com o relatório as principais carências co-muns a todas as Apaes dizem respeito aos itens mobiliário, equipamen-tos, manutenção/refor-ma e ampliação. “O relatório atesta que as Apaes em Minas Gerais são sinônimo de garantia dos direitos e inclusão da pessoa com deficiência. Nosso desa-fio, desde o início deste trabalho, foi aproximar o poder público das Apaes. Tenho certeza de que de-mos um passo significa-tivo nesse sentido”, des-tacou o deputado Duarte Bechir. As Apaes são consi-deradas o maior movi-mento filantrópico do País e do mundo na área de atenção à pessoa com deficiência. São organi-zações não governamen-tais que buscam promo-ver a atenção integral à pessoa com deficiência. A instituição está presente em 23 Estados brasileiros, com ações voltadas para inclusão social e escolar, pro-moção da saúde e aces-so ao mercado de traba-lho. Minas Gerais tem atualmente 432 unida-des da Apae, organiza-das em 35 conselhos re-gionais. Em todo o Brasil, são 2.125 unidades, aten-dendo cerca de 250 mil pessoas, em 2,6 mil mu- FOTO: arquivo pessoal APAE DE AAGLO AD PARTA nicípios.
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    32 DEUACÇÃO www.jornalcidademg.com.br Colégio Águia de Prata realiza feira de Ciências l lO Colégio Águia de Prata realizou no dia 20 de agosto a sua tradicio-nal ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 feira de Ciências. De acordo com Maria do Ro-sário Bessas, a feira veio a culminar com a ginca-na realizada no mês pas-sado, e teve como foco as questões ambientais. “Pa-ra cada idade foram de-senvolvidos trabalhos de acordo com a capacida-de motora de cada um, as-sim todos os alunos pude-ram participar mostrando através de experimentos o uso da natureza a favor do homem”, destacou. De acordo com Bes-sas, a intenção era fazer com que os alunos usas-sem materiais reapro-veitados. “Os alunos reu-tilizam materiais que se-riam descartados. Eles não usaram o luxo para desenvolver qualquer ex-perimento, e sim usaram a criatividade com os que ele tinham em mãos”, fri-sou. O objetivo da feira foi fazer com que os alunos utilizassem elementos do dia a dia para demonstrar ao público o que é o ar, a água, a terra e o fogo. “Foi um trabalho ao mesmo tempo árduo e prazeroso, e acho que eles atingiram o objetivo . Eles nos mos-traram os cuidados que devemos ter com as coi-sas que nos cercam, dos benefícios e dos prejuízos que nós podemos e deve-mos ter no dia a dia”, afir-mou. Participaram da fei-ra os alunos do 6º ano ao 3º colegial na parte de ex-perimentos científicos, e também os alunos de 1º ao 5º ano que realizaram a exposição literária com poemas e a exposição de uma hortinha. “Cada alu-no plantou e cultivou a plantinha. Foi sensacio-nal para eles, acharam o máximo ver a plantinha germinar. Os professo-res também ensinaram à eles a importância do ar, água, solo. São experi-mentos simples, mas que fizeram com nós atingís-semos o nosso objetivo”, salientou Maria do Rosá-rio. Bessas ainda agrade-ceu o apoio dos pais dos alunos, das escolas que visitaram a exposição, aos professores, aos pro-fissionais envolvidos e à toda comunidade.
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg ESPORTE 33 Xandinha se classifica nos Jogos Olímpicos da Juventude realizado na China Entre 200 atletas do mundo todo Alexandra se classificou em 8º lugar nos Jogos Olímpicos da Juventude na China ll A atleta lagopratense Alexandra Maria partici-pou dos Jogos Olímpicos da Juventude no mês de agosto, em Nanjing, na China. Ao final da com-petição, Xandinha pôde mostrar a sua desenvol-tura ficando entre os me-lhores. Dentre duzentos atletas de todo o mundo ela ficou em oitavo lugar. De acordo com Ale-xandra, este foi um mo-mento feliz e de muita motivação. “Foi difícil, mas entrar naquele está-dio cheio de gente, pes-soas gritando, batendo palmas em um nível al-tíssimo, parecia Olim-píadas mesmo! Não foi o meu melhor, eu sei, mas eu sou finalista olímpi-ca...”, destacou. A rotina da atleta Filha de Maria Apare-cida Pimenta da Silva e Antônio Rodrigues Silva, a atleta começou a sua carreira aos 16 anos co-mo jogadora de handball. “Comecei bem nova, eu jogava handball em um projeto que se chama Es-portes no bairro, e o pro-fessor Henrique sempre me atentava para a força que tinha nos braços pa-ra arremessar a bola no gol. Participei até do JO-EMG (Jogos Esportivos de Minas Gerais), mas ainda não era o que eu quer ia”, afirmou Xandi-nha. “Um dia o professor Wellington, da Escola Chico Rezende, me cha-mou para participar do JELP (Jogos Esportivos de Lagoa da Prata) na corrida de 75 metros e eu fiquei em terceiro lu-gar, devido a isso tenho um enorme carinho por ele, pois foi assim que me descobri como uma atleta”, destacou. “Após esse evento re-cebi os parabéns de mui-ta gente, inclusive do professor Abel, que hoje é meu técnico. O Abel me chamou para treinar e eu não dei muita atenção, porém o projeto de han-dball que eu frequenta-va mudou para a Praça de Esportes, onde acon-tecem os treinos de atle-tismo e foi aí que me en-cantei”, frisou Xandinha. A atleta então come-çou a treinar para parti-cipar das competições, e no mesmo ano viajou pa-ra Poços de Caldas e For-taleza – CE. “Eu não acre-ditava, pois toda vez que viajava eu trazia uma medalha. Eu sentia que estava no caminho certo, pois queria participar de provas onde o resultado dependesse só de mim, e o atletismo é assim”, fri-sou. Hoje Xandinha já é uma atleta conceitua-da, tendo viajado para Colômbia, Áustria, Ja-maica e vários estados brasileiros, e atualmen-te está de viagem mar-cada para China. “Hoje sou recordista mundial, e fico muito feliz de po-der dar este orgulho pa-ra os meus pais e para to-dos que confiam no meu trabalho”, afirmou. De acordo com a atle-ta, para manter a forma é necessário muito exercí-cio físico e boa alimenta-ção. “Faço academia pra-ticamente todos os dias e ciclismo também, e quem me ajuda muito é o professor Alencar. Já na alimentação, a Vida Ativa me proporciona to-dos os suplementos que tenho que utilizar devi-do ao excesso de esforço físico e gasto de energia, e o fundamental, muita verdura, fruta e água e mais água”, afirmou. Em relação aos es-tudos, Xandinha afirma que sempre quando vai viajar conversa na esco-la e faz trabalhos tanto antes quanto depois da viagem para não se pre-judicar. De acordo com a atle-ta, manter tudo em dia não é fácil e os custos das viagens acabam sendo altíssimos. “Te-nho a ajuda do Chalé da Pizza, da Clínica Saúde e Vida (plano dentário), mas ainda sim não é su-ficiente, daí me apego à fé e dou melhor de mim para conseguir às vezes de onde não tenho o di-nheiro para as viagens e equipamentos. Esse so- FOTOS: arquivo pessoal nho não pode parar, ali-ás não é somente uma questão de sonho, eu preciso levar o nome de Lagoa da Prata e do Bra-sil para o pódium, é uma necessidade pessoal”, afirmou.
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    34 PUABCILÇÕES OFACIIISwww.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do semestre findo em 30/06/2014 da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional Em 2014 o SICOOB CREDIPRATA completa 25 anos, mantendo sua vocação de instituição para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados No 1º semestre de 2014, o SICOOB CREDIPRATA obteve um resultado de R$ 1.303.226,25 representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 7,71%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 38.137.984,74. Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 54.290.334,20. A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Carteira Rural R$ 14.940.154,17 27,52% Carteira Comercial R$ 39.350.180,03 72,48% Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 30/06/2014 o percentual de 17,97% da carteira, no montante de R$ 9.757.177,96. 4. Captação As captações, no total de R$ 60.626.717,57, apresentaram uma evolução em relação ao mesmo período do semestre anterior de 24,00%. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos à Vista R$ 23.133.190,87 38,16% Depósitos a Prazo R$ 37.493.526,70 61,84% Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30/06/2014 o percentual de 17,72% da captação, no montante de R$ 10.630.133,93. 5. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDIPRATA era de R$ 15.808.765,72. O quadro de associados era composto por 5.526 cooperados, havendo um acréscimo de 7,64% em relação ao mesmo período do semestre anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. 9. Código de Ética Relatório da Administração Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDIPRATA aderiram, em 2009, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 10. Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No primeiro semestre de 2014, a Ouvidoria do SICOOB CREDIPRATA registrou 02 manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito. Das 02 reclamações, 01 foi considerada procedente e resolvidas dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente 11. Gerenciamento de Risco e de Capital 11.1 Risco operacional a) O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob Consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria continua dos processos. d) O uso da lista de verificação de conformidade (LVC) tem por objetividade identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no sistema de Controles Internos de Riscos Operacionais (Scir) e) As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir) são mantidas em banco de dados fornecidos pelo Sicoob Confederação. f) A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes as perdas associadas ao risco operacional são registradas e mantidas em cada entidade do Sicoob, Sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação). A Singular passou a utilizar-se dos serviços prestados pela Cobrança Centralizada do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, visando padronizar os procedimentos de cobrança de créditos de difícil recuperação. O SICOOB CREDIPRATA adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo uma concentração de 90,30% nos níveis de “A” a “C”. 7. Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembleia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CREDIMINAS que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 8. Conselho Fiscal Eleito bianualmente na AGO, com mandato até a AGO de 2016, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. g) Para situações de risco identificadas são estabelecidas planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de controles Internos e Riscos (ACIR). h) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. 11.2 Risco de mercado a) O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). d) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, a Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade. 11.3 Risco de crédito a) O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. b) Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. d) Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade.
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 35 11.4 Gerenciamento de capital a) A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011. b) Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c) O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: I. Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; II. Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob. III. Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. d) Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob. Agradecimentos Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. Lagoa da Prata, 07 de Agosto de 2014. Conselho de Administração Diretoria Executiva Adriana Oliveira Gontijo Gomes Antonio clarete Rezende Alice Miranda Borges Ivo Jonas Gontijo Anderson Eustáquio Gontijo Elaine Cristina Neto Contadora CRC/MG 082.177 Helson Gontijo de Mesquita José Aparecido da Silva Luciano de Castro Doco Rafael Rezende Lacerda Wantuil Candido de Almeida Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. SICOOB CREDIPRATA BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 (Valores expressos reais – R$) P A S S I V O 30/06/2014 30/06/2013 Circulante Nota 69.384.989,83 54.685.940,39 Depósitos 11 60.626.717,57 48.892.634,39 Depósitos à Vista 23.133.190,87 16.146.059,30 Depósitos a Prazo 37.493.526,70 32.746.575,09 Relações Interfinanceiras 12 5.273.059,59 2.036.434,14 Repasses Interfinanceiros 5.273.059,59 2.036.434,14 Relações Interdependências 266.820,46 21.847,51 Recursos em Trânsito de Terceiros 266.820,46 21.847,51 Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais 14 - 1.919.875,17 Outras Instituições - 1.919.875,17 Outras Obrigações 13 3.218.392,21 1.815.149,18 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 37.622,01 30.019,20 Sociais e Estatutárias 943.132,52 781.492,90 Fiscais e Previdenciárias 193.867,75 137.055,81 Diversas 2.043.769,93 866.581,27 Exigível a Longo Prazo 11.480.650,81 12.604.756,54 Relações Interfinanceiras 12 9.024.193,55 11.623.989,58 Repasses Interfinanceiros 9.024.193,55 11.623.989,58 Obrigações Por Repasses do País - Instituições Oficiais 12 1.456.133,11 - Outras Instituições 1.456.133,11 - Outras Obrigações 13 1.000.324,15 980.766,96 Diversas 1.000.324,15 980.766,96 Patrimônio Líquido 15 16.902.840,56 15.015.207,44 Capital Social 7.953.874,65 7.152.724,21 De Domiciliados no País 7.953.874,65 7.152.724,21 Reserva de Lucros 7.645.739,66 6.705.845,57 Sobras Acumuladas 1.303.226,25 1.156.637,66 TOTAL 97.768.481,20 82.305.904,37 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. SICOOB CREDIPRATA BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 (Valores expressos reais – R$) A T I V O 30/06/2014 30/06/2013 Circulante Nota 75.979.573,60 64.355.967,07 Disponibilidades 1.131.631,73 614.940,82 Relações Interfinanceiras 4 38.137.984,74 25.356.027,25 Centralização Financeira - Cooperativas 38.137.984,74 25.356.027,25 Operações de Crédito 5 35.558.434,41 36.535.621,75 Operações de Crédito 37.740.687,07 38.491.924,33 (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) (2.182.252,66) (1.956.302,58) Outros Créditos 6 507.955,91 309.074,07 Rendas a Receber 345.028,86 166.429,19 Diversos 184.904,95 142.644,88 (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (21.977,90) - Outros Valores e Bens 7 643.566,81 1.540.303,18 Outros Valores e Bens 587.021,26 1.476.677,53 Despesas Antecipadas 56.545,55 63.625,65 Realizável a Longo Prazo 17.548.308,46 14.102.003,11 Operações de Crédito 5 16.549.647,13 13.166.194,07 Operações de Crédito 16.549.647,13 13.166.194,07 Outros Créditos 6 998.661,33 935.809,04 Diversos 998.661,33 935.809,04 4.240.599,14 3.847.934,19 Investimentos 8 2.483.583,82 2.148.651,20 Participações em Cooperativas 2.364.522,29 2.035.589,67 Outros Investimentos 119.061,53 113.061,53 (Provisões para Perdas) - - Imobilizado em Uso 9 1.729.714,79 1.677.191,32 Imóveis de Uso 1.424.823,31 1.424.823,31 Outras Imobilizações de Uso 1.276.630,43 1.201.224,46 (Depreciações Acumuladas) (971.738,95) (948.856,45) Intangível 10 27.300,53 22.091,67 Ativos Intangíveis 70.405,96 59.622,01 (Amortização Acumulada) (43.105,43) (37.530,34) TOTAL DO ATIVO 97.768.481,20 82.305.904,37 Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. SICOOB CREDIPRATA DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 (Valores expressos reais – R$) Nota Receitas (Ingressos) da Intermediação Financeira 4 .360.705,61 4.358.533,95 Operações de Crédito 4 .358.562,96 4.358.533,95 Resultado das Aplicações Compulsórias 2 .142,65 - Despesas (Dispêndios) da Intermediação Financeira (2.311.469,29) (1.311.166,35) Operações de Captação no Mercado (1.984.705,43) (1.083.064,61) Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses (410.758,40) (354.008,77) Provisão para Operações de Créditos 8 3.994,54 125.907,03 Resultado Bruto Intermediação Financeira 2 .049.236,32 3.047.367,60 Outras Receitas / Despesas (Ingressos / Dispêndios) Operacionais (602.873,45) (1.731.400,43) Receitas (Ingressos) de Prestação de Serviços 4 64.462,52 316.431,59 Rendas (Ingressos) de Tarifas Bancárias 2 33.771,82 64.439,97 Despesas (Dispêndios) de Pessoal (1.945.348,27) (1.654.450,88) Outras Despesas (Dispêndios) Administrativas (1.468.318,64) (1.294.456,77) Despesas (Dispêndios) Tributárias (47.704,19) (37.349,99) Ingressos de Depósitos Intercooperativos 1 .936.699,00 896.166,77 Outras Receitas (Ingressos) Operacionais 16 3 67.489,76 99.268,96 Outras Despesas (Dispêndios) Operacionais 17 (143.925,45) (121.450,08) Resultado Operacional 1 .446.362,87 1.315.967,17 Resultado Não Operacional 18 3 2.462,87 346,64 Resultado Antes da Tributação 1 .478.825,74 1.316.313,81 Imposto de Renda sobre Atos Não Cooperativos (55.372,48) (30.418,14) Contribuição Social sobre Atos Não Cooperativos (40.119,97) (25.258,01) Destinações Legais e Estatutárias (80.107,04) (104.000,00) Participação no Lucro (Sobra) (80.107,04) (104.000,00) Lucro / Prejuízo (Sobra / Perda) Líquida 1 .303.226,25 1.156.637,66 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 30/06/2014 30/06/2013 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
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    36 PUABCILÇÕES OFACIIISwww.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 Capital Reservas de Sobras Sobras ou Perdas Eventos Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2014 E 2013 (Valores expressos reais – R$) DESCRIÇÃO 30/06/2014 30/06/2013 Atividades Operacionais Sobra / Perda do Exercício Antes da Tributação 1.478.825,74 1.316.313,81 IRPJ / CSLL ( 95.492,45) (55.676,15) Depreciações e Amortizações 99.877,33 89.630,19 Provisão para perda com Operações de Crédito ( 210.729,33) (149.941,19) Participações no Lucro (Sobra) ( 80.107,04) (104.000,00) 1.192.374,25 1.096.326,66 Aumento (Redução) em Ativos Operacionais Operações de Crédito 2.670.528,56 (3.478.875,43) Outros Créditos ( 147.284,61) (98.130,56) Outros Valores e Bens 169.326,63 (461.915,87) - - Aumento (Redução) em Passivos Operacionais - - Depósitos a Vista 3.232.415,79 2.671.658,27 Depósitos sob Aviso ( 25.841,20) (3.932,66) Depósitos a Prazo 6.228.268,05 10.721.135,14 Relações Interfinanceiras ( 3.279.833,86) 842.761,19 Relações Interdependências 247.853,31 4.374,60 Obrigações por Empréstimos e Repasses ( 253.098,25) (206.558,13) Outras Obrigações ( 3.236.087,10) (4.321.397,54) Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais 6.798.621,57 6.765.445,67 Atividades de Investimentos Alienação de Imobilizações de Uso 26.462,70 - Aplicação no Intangível ( 8.133,98) (12.335,75) Inversões em Imobilizado de Uso ( 181.394,04) (56.755,71) Inversões em Investimentos ( 318.911,19) (64.532,93) Outros Ajustes 2.899,60 784,00 - - Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos ( 479.076,91) (132.840,39) Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital 100.150,93 82.844,98 Devolução de Capital à Cooperados ( 25.597,98) (135.257,96) Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar ( 1.753,98) (8.645,94) Destinação de Sobras Exercício Anterior em C/C Associados ( 249.941,39) (306.621,37) Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos ( 177.142,42) (367.680,29) Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades 6.142.402,24 6.264.924,99 Modificações em Disponibilidades Líquida No Início do Período 33.127.214,23 19.706.043,08 No Fim do Período 39.269.616,47 25.970.968,07 Variação Líquida das Disponibilidades 6.142.402,24 6.264.924,99 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. - - Em Reais Capital Subscrito Capital a Realizar Legal - Acumuladas Totais Saldo em 31/12/2012 6.592.995,78 (150,00) 6.705.845,57 927.558,72 14.226.250,07 Destinação de Sobras Exercício Anterior - - - - - Em Conta Corrente do Associado - - - (306.621,37) (306.621,37) Ao Capital 612.291,41 - - (612.291,41) - Cotas de Capital à Pagar - Ex associados - - - (8.645,94) (8.645,94) Movimentação de Capital: - - - - - Por Subscrição/Realização 82.694,98 150,00 - - 82.844,98 Por Devolução ( - ) (135.257,96) - - - (135.257,96) Sobras ou Perdas Líquidas - - - 1.156.637,66 1.156.637,66 Saldos em 30/06/2013 7.152.724,21 - 6.705.845,57 1.156.637,66 15.015.207,44 Saldos em 31/12/2013 7.379.101,81 - 7.645.739,66 751.915,26 15.776.756,73 Destinação de Sobras Exercício Anterior - - - - - Em Conta Corrente do Associado - - - (249.941,39) (249.941,39) Ao Capital 500.219,89 - - (500.219,89) - Cotas de Capital à Pagar - Ex associados - - - (1.753,98) (1.753,98) Movimentação de Capital: - - - - - Por Subscrição/Realização 100.150,93 - - - 100.150,93 Por Devolução ( - ) (25.597,98) - - - (25.597,98) Sobras ou Perdas Líquidas - - - 1.303.226,25 1.303.226,25 Saldos em 30/06/2014 7.953.874,65 - 7.645.739,66 1.303.226,25 16.902.840,56 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA CNPJ - 26.178.111/0001-86 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 de junho de 2014 e 2013 (Valores expressos em reais, exceto quando especificado) 1. Contexto operacional A Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. - SICOOB CREDIPRATA é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 16/06/1989, filiada à Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB CREDIPRATA possui Postos de Atendimento (PA’s) nas seguintes localidades: Japaraiba, Moema e distrito de Esteios (Luz) e tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: O SICOOB CREDIPRATA tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC. Desta forma, as demonstrações contábeis foram revisadas e aprovadas pela Diretoria Executiva, em sua reunião datada de 07/08/2014. Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº 4.144/12; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09.
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 37 3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério pro-rata temporis e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem: segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. o) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. p) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. q) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). r) Valor recuperável de ativos – impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 30 de junho de 2014 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. s) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por:  Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e  Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 30 de junho de 2014. 4. Relações interfinanceiras Em 30 de junho de 2014 e 2013, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Centralização Financeira – Cooperativas (a) 38.137.984,74 25.356.027,25 Total 38.137.984,74 25.356.027,25 (a) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10. 5. Operações de crédito a) Composição da carteira de crédito por modalidade: 30/06/2014 30/06/2013 Caixa e depósitos bancários 1.131.631,73 614.940,82 Relações interfinanceiras – centralização financeira 38.137.984,74 25.356.027,25 Total 39.269.616,47 25.970.968,07 d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas pro rata temporis, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). f) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e ações do BANCOOB, avaliadas pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. j) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. k) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido, assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. l) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. m) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. n) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente Modalidade 30/06/2014 Circulante Não Circulante Total 30/06/2013 Adiantamento a Depositante 417.544,44 - 417.544,44 247.780,34 Cheque Especial / Conta Garantida 1.531.656,15 - 1.531.656,15 1.297.942,79 Empréstimos 10.435.535,04 6.671.008,69 17.106.543,73 18.086.976,19 Financiamentos 1.864.671,92 1.513.929,98 3.378.601,90 3.538.295,81 Títulos Descontados 17.184.235,16 6,24 17.184.241,40 15.037.802,38 Financiamento Rural Próprio 773.437,64 156.407,46 929.845,10 1.401.466,20 Financiamento Rural Repasses 5.533.606,72 8.208.294,76 13.741.901,48 12.047.854,69 (-) Provisão para Perda com Operações de Crédito (2.182.252,66) - (2.182.252,66) (1.956.302,58) Total 35.558.434,41 16.549.647,13 52.108.081,54 49.701.815,82 b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999: Nível / Percentual de Risco / Situação Total em Provisões Total em Provisões 30/06/2014 30/06/2014 30/06/2013 30/06/2013 A 0,50% Normal 9.451.116,11 (47.255,62) 9.126.797,87 (45.634,04) B 1% Normal 19.952.307,48 (199.523,26) 18.278.151,23 (182.781,70) B 1% Vencidas 85.341,49 (853,42) 38.757,23 (387,57) C 3% Normal 19.408.473,30 (582.254,73) 19.341.708,23 (580.251,83) C 3% Vencidas 124.828,96 (3.744,87) 81.714,45 (2.451,44) D 10% Normal 2.850.054,60 (285.005,72) 2.779.958,39 (277.996,12) D 10% Vencidas 116.408,67 (11.640,88) 19.202,53 (1.920,25) E 30% Normal 1.454.153,34 (436.246,40) 1.487.232,88 (446.170,31) E 30% Vencidas 304.632,14 (91.389,73) 37.187,81 (11.156,35) F 50% Normal 18.542,13 (9.271,07) 6.905,46 (3.452,73) F 50% Vencidas 17.744,20 (8.872,11) 30.483,10 (15.241,57) G 70% Normal 1.789,78 (1.252,85) 19.049,15 (13.334,42) G 70% Vencidas - - 118.153,02 (82.707,20) H 100% Normal 253.834,57 (253.834,57) 273.401,03 (273.401,03) H 100% Vencidas 251.107,43 (251.107,43) 19.416,02 (19.416,02) Total Normal 53.390.271,31 (1.814.644,23) 51.313.204,24 (1.823.022,18) Total Vencido 900.062,89 (367.608,43) 344.914,16 (133.280,40) Total Geral 54.290.334,20 (2.182.252,66) 51.658.118,40 (1.956.302,58) Provisões (2.182.252,66) - (1.956.302,58) - Total Líquido 52.108.081,54 - 49.701.815,82 - c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: Descrição Até 90 De 91 a 360 Acima de 360 Total Empréstimos 3.851.635,85 6.579.493,65 6.671.008,69 17.102.138,19 Títulos Descontados 16.201.353,49 982.881,67 6,24 17.184.241,40 Financiamentos 539.462,96 1.323.157,23 1.513.929,98 3.376.550,17 Financiamentos Rurais 2.707.949,53 3.599.094,83 8.364.702,22 14.671.746,58 Total 23.300.401,83 12.484.627,38 16.549.647,13 52.334.676,34 Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.
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    38 PUABCILÇÕES OFACIIISwww.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: Crédito 11. Depósitos Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), constituído conforme Resoluções CMN nº 4.150/12 e 4.284/13. 12. Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. Instituições Taxa Vencimento 30/06/2014 30/06/2013 Bancoob Entre 1,00% a.a. e 5,50% a.a. Diversos 14.297.253,14 13.660.423,72 BDMG TJLP + 1,5% aa 2016 e 2017 1.456.133,11 1.919.875,17 Total 15.753.386,25 15.580.298,89 13. Outras Obrigações 13.1 Sociais e Estatutárias Descrição 30/06/2014 30/06/2013 FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (a) 812.570,71 640.315,72 Cotas de capital a pagar (b) 50.454,77 71.284,38 Gratificações 80.107,04 69.892,80 Total 943.132,52 781.492,90 (a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 10% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. (b) Refere-se ao valor de cota capital a ser devolvida para os associados que solicitaram o desligamento do quadro social. 13.2 Diversas Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Cheques administrativos (a) 40.000,00 - Despesas de Pessoal 491.681,28 412.723,22 Outras Despesas Administrativas (b) 137.005,40 123.795,08 Cheques Descontados (c) 1.258.918,54 255.269,14 Credores Diversos – País (d) 116.164,71 74.793,83 Provisão para Passivos Contingentes (e) 1.000.324,15 980.766,96 Total 3.044.094,08 1.847.348,23 (a) Refere-se a cheques emitidos pela Cooperativa contra o próprio caixa da instituição, porém não compensados até a data-base de 30/06/2014; (b) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com água/energia e gás (R$ 1.466,84), comunicações (R$ 7.900,56), processamento de dados (R$ 17.988,98), segurança e vigilância (R$ 20.502,85), transporte (R$ 7.711,15), compensação (R$ 44.720,36), contribuições a pagar (R$ 21.866,67) e outras despesas administrativas (R$ 14.847,99); (c) Refere-se a cheques depositados, relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a data-base de 30/06/2014; Vencido A Vencer A partir de 15 dias Até 3 meses De 3 a 12 meses De 1 a 3 anos De 3 a 5 meses Acima de 15 meses SET.PRIV.ATV.EMP.AGROPECUARIA 0,00 391.664,82 50.648,68 182.508,67 0,00 0,00 SET.PRIV.ATV.EMP.INDUSTRIA 0,00 925.951,35 35.573,33 0,00 0,00 0,00 SET.PRIV.ATV.EMP.COMERCIO 21.952,10 6.071.163,76 1.114.335,01 961.713,55 77.912,00 6,24 SET.PRIV.ENT.FILANTROP 0,00 2.990,55 8.624,85 26.858,06 0,00 0,00 SET.PRIV.OUTROS SERVICOS 36.600,83 2.133.032,15 874.420,19 906.291,95 65.024,25 0,00 PESSOA FISICA 218.918,13 13.572.747,75 10.337.467,67 13.442.320,66 875.949,79 0,00 277.471,06 23.097.550,38 12.421.069,73 15.519.692,89 1.018.886,04 6,24 e) Concentração dos Principais Devedores: Descrição 30/06/2014 % Carteira Total 30/06/2013 % Carteira Total Maior Devedor 803.685,01 1,48% 1.309.256,83 2,54% 10 Maiores Devedores 6.115.467,78 11,27% 5.618.777,80 10,88% 50 Maiores Devedores 16.996.017,16 31,31% 15.834.972,34 30,66% f) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Saldo inicial 1.302.101,60 1.647.985,61 Valor das operações transferidas no período 132.066,61 24.034,16 Valor das operações recuperadas no período (4.834,96) (100.172,97) Total 1.429.333,25 1.571.846,80 6. Outros créditos Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Rendas a Receber (a) 345.028,86 166.429,19 Devedores por Depósito e Garantia (b) 998.661,33 935.809,04 Títulos e Créditos a Receber (c) 7.531,13 1.371,30 Devedores Diversos (d) 177.373,82 141.273,58 (-) Provisão para Outros Créditos (21.977,90) 0,00 Total 1.506.617,24 1.244.883,11 (a) Em Rendas a Receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS (R$ 314.145,64), rendas a receber da previdência social - INSS (R$ 1.460,76), rendas de tributos federais, estaduais e municipais (R$ 6.431,35) e outras rendas de convênio (R$ 22.991,11); (b) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: Recursos Fiscais (R$ 48.166,01), PIS sobre Atos Cooperativos (R$ 135.834,46), COFINS sobre Atos Cooperativos (R$ 685.505,39) e PIS sobre Folha de Pagamento (R$ 129.155,47); (c) Em Títulos e Créditos a Receber estão registrados os valores a receber de cessão de direitos creditórios - cartão (R$ 795,24) e tarifas (R$ 6.735,89); (d) Em Devedores Diversos estão registrados os adiantamentos de 13º salário aos colaboradores (R$ 73.335,60), adiantamento de férias aos colaboradores (R$ 15.870,24), adiantamento diversos (R$ 165,00), vendas financiadas de bens não de uso próprio (R$ 21.182,66), plano de saude a receber (R$ 31.984,59), diferenças de compensação a receber do BANCOOB (R$ 33.315,25) e pendencias a regularizar (R$ 1.520,48); 7. Outros valores e bens Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Bens Não de Uso Próprio 587.021,26 1.476.677,53 Despesas Antecipadas 56.545,55 63.625,65 Total 643.566,81 1.540.303,18 Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor de R$ 587.021,26, referente a bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. Registram-se ainda no grupo, as despesas antecipadas, no montante de R$ 56.545,55, referentes a prêmios de seguros, processamento de dados, contribuição cooperativista e sindical, contribuições ao Fundo de Ressarcimento de Valores – FRV, IPTU e IPVA. 8. Investimentos O saldo é representado, substancialmente, por quotas do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e ações do BANCOOB. Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. 2.364.522,29 2.035.589,67 Banco Cooperativo do Brasil S.A. – BANCOOB 113.061,53 113.061,53 Outros Investimentos 6.000,00 - TOTAL 2.483.583,82 2.148.651,20 9. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição Taxa de Depreciação a.a. 30/06/2014 30/06/2013 Terrenos - 40.000,00 40.000,00 Edificações 4% 1.384.823,31 1.384.823,31 Móveis e Equipamentos 10% 794.375,07 729.578,68 Sistema de Processamento de Dados 20% 285.268,43 291.727,03 Sistemas de Comunicação 10% 73.339,63 76.432,63 Sistema de Transportes 20% 78.859,20 59.018,02 Sistema de Segurança 10% 44.788,10 44.468,10 TOTAL 2.701.453,74 2.626.047,77 Depreciação acumulada (971.738,95) (948.856,45) TOTAL 1.729.714,79 1.677.191,32 10. Intangível Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia. Descrição Taxa de Amortização 30/06/2014 30/06/2013 Softwares Até 20% a.a. 8.133,98 59.622,01 Outros Ativos Intangíveis Até 20% a.a. 62.271,98 - Amortização acumulada (43.105,43) (37.530,34) TOTAL 27.300,53 22.091,67 (d) Referem-se a Contas Salário de empresas conveniadas a pagar (R$ 55.872,66), pendências a regularizar (R$ 1.415,84), diferenças de compensação a acertar com o BANCOOB (R$ 3.546,50), valores a repassar ao SICOOB CENTRAL CREDIMINAS pela prestação de serviços (R$ 36.365,59), credores diversos-liquidação cobrança (R$ 7.783,66) e outros credores diversos (R$ 11.180,46); (e) Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: 30/06/2014 30/06/2013 Descrição Provisão para Contingências Depósitos Judiciais Provisão para Contingências Depósitos Judiciais PIS 135.834,46 135.834,46 130.597,92 130.597,92 PIS FOLHA 130.818,29 129.155,47 102.305,76 100.879,45 COFINS 685.505,39 685.505,39 658.664,73 658.664,73 INSS 48.166,01 48.166,01 45.666,94 45.666,94 Outras contingências - - 43.531,61 - Total 1.000.324,15 998.661,33 980.766,96 935.809,04 PIS e COFINS - quando do advento da Lei nº 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Consequentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a julho de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em Garantia. 14. Instrumentos financeiros O SICOOB CREDIPRATA opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. 15. Patrimônio líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 50%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 25 de abril de 2014, os cooperados deliberaram pelo pelo aumento do capital social com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, no valor de R$751.915,26.
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 facebook.com/jornalcidademg PUBLICAÇÕES OFICIAIS 39 RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e Cooperados da COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PEQUENOS EMPRESÁRIOS, MICROEMPRESÁRIOS E MICROEMPREENDEDORES DO ALTO SÃO FRANCISCO LTDA. – SICOOB CREDIPRATA Lagoa da Prata – MG Prezados Senhores: Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2014 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito dos Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIPRATA em 30 de junho de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Belo Horizonte, 12 de agosto de 2014. Felipe Rodrigues Beiral Contador CRC MG 090.766/O-4 CNAI 2994 d) Participação no Lucro (Sobra) A Cooperativa reconhece um passivo e uma despesa de participação nos resultados, vinculados ao alcance de metas operacionais e objetivos específicos estabelecidos e aprovados pelo Conselho de Administração em sua reunião de 30 de janeiro de 2014, e homologado através de Acordo Coletivo de Trabalho. 16. Outros ingressos/rendas operacionais Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Recuperação de Encargos e Despesas 176.281,84 110,00 Reversão de Outras Provisões Operacionais - 18.000,00 Outras Rendas Operacionais 191.207,92 81.158,96 Total 367.489,76 99.268,96 17. Outros dispêndios/despesas operacionais Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Descontos Concedidos - Operações de Crédito (10.246,60) (16.614,17) Cancelamento de Tarifas Pendentes (4.560,11) (1.896,40) Contribuições ao Fundo Garantidor de Depósitos (57.199,36) (79.277,03) Outras Despesas Operacionais (71.919,38) (11,32) Outros - (23.651,16) Total (143.925,45) (121.450,08) O SICOOB CENTRAL CREDIMINAS é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CREDIMINAS a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. O SICOOB CREDIPRATA responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL CREDIMINAS perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, em 31 de dezembro de 2013, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de19 de fevereiro de 2014, com opinião sem modificação. 21. Coobrigações e riscos em garantias prestadas Em 30 de junho de 2014, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos em garantias prestadas, no montante de R$ 1.657.868,82 (30/06/2013 - R$ 1.806.691,73), referentes a aval prestado em diversas operações de crédito de seus associados com instituições financeiras oficiais. 22. Seguros contratados – Não auditado A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. 23. Índice da Basiléia O Patrimônio de Referência (PR) da cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$ 6.142.159,28, em 30 de junho de 2014. 24. Contingências Passivas Segundo a assessoria jurídica do SICOOB CREDIPRATA, dos processos judiciais em que figura como polo passivo, foi classificada como perda possível 01 processo, totalizando R$18.000,00. Lagoa da Prata, 07 de Agosto de 2014. Ivo Jonas Gontijo Antônio Claret Rezende Diretor Administrativo Diretor Financeiro Elaine Cristina Neto Contadora CRC/MG 082.177 18. Resultado não operacional Descrição 30/06/2014 30/06/2013 Lucros na Alienação de Valores e Bens 33.901,54 - Ganhos de Capital 1.720,15 1.267,18 Outras Rendas Não Operacionais 40,00 - Total de Receitas Não Operacionais 35.661,69 1.267,18 Perdas de Capital (3.198,82) (920,54) Total de Despesas Não Operacionais (3.198,82) (920,54) Resultado Líquido 32.462,87 346,64 19. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. Montante das operações ativas e passivas no primeiro semestre de 2014: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS % em relação à carteira total R$ 747.845,88 1,21% MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS % em relação à carteira total R$ 276.816,31 0,80% Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2014: OPERAÇÕES ATIVAS NATUREZA DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO VALOR DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO PCLD (PROVISÃO PARA CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA) % DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO EM RELAÇÃO À CARTEIRA TOTAL Cheque Especial / Conta Garantida 16.222,57 139,59 0,03% Crédito Rural 721.508,61 23.529,96 1,38% Empréstimo 176.929,59 4.962,80 0,34% Títulos Descontados 215.721,48 6,279,02 0,41% PERAÇÕES PASSIVAS Aplicações Financeiras % em relação à carteira total Taxa Média - % R$ 484.729,83 1,36% 102,96% CDI Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, conta garantida, cheques descontados, crédito rural – RPL, crédito rural – repasses, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: NATUREZA DAS OPERAÇÕES ATIVAS E PASSIVAS TAXAS APLICADAS EM RELAÇÃO ÀS PARTES RELACIONADAS TAXA APROVADA PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / DIRETORIA EXECUTIVA Cheque Especial De 3% a 5% De 3% a 5% Conta Garantida De 1,4% a 5% De 1,4% a 5% Desconto de Cheques De 1,12% a 1,86% De 1,12% a 1,86% Empréstimos De 1,27% a 2,25% De 1,27% a 2,25% Crédito Rural - RPL De 13,2% a 13,9% aa + TJLP De 13,2% a 13,9% aa + TJLP Crédito Rural - Repasses De 1% A 8,75% aa De 1% A 8,75% aa Aplicação Financeira 102% do CDI 102% do CDI No 1º semestre de 2014, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, apresentando-se da seguinte forma: Honorários Descrição 30/06/2014 Honorários 147.398,94 Cédula de Presença 92.423,09 FGTS Diretoria 11.791,86 Total 251.613,89 20. Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. O SICOOB CREDIPRATA em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. - SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.
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    ANO ii •Edição 32 30/08/2014 a 13/09/2014 www.jornalcidademg.com.br INFORMATIVO INSTITUCIONAL Sicoob Crediprata promove eventos para comemorar os seus 25 anos ll Neste ano o Sicoob Cre-diprata completa 25 anos e, para comemorar a da-ta, a cooperativa realizará eventos nas cidades de Mo-ema, Lagoa da Prata e Ja-paraíba. Para saber mais detalhes sobre o primeiro evento que acontecerá no dia 23 de setembro de 2014, em Moema, o Jornal Cida-de entrevistou os diretores executivos, Antônio Claret Rezende e Ivo Jonas Gon-tijo. JORNAL CIDADE - Qual a fi-nalidade teve o Sicoob Cre-diprata ao propor a reali-zação de um evento local? CLARET E IVO - Desde a constituição, o Sicoob Cre-diprata sempre primou pe-lo desenvolvimento econô-mico com foco no empre-endedorismo, na gestão profissional, na responsa-bilidade social e no estímu-lo às comunidades perten-centes a sua área de atua-ção. Esta responsabilidade vai muito além de ser ape-nas um apelo mercadológi-co. O interesse pela comu-nidade é princípio básico, é pilar de sustentação, cujo objetivo principal é aten-der os propósitos da comu-nidade, promovendo-lhe bem estar e atendimento às necessidades. Para co-memorar esta data tão es-pecial, não poderia ser di-ferente. Optamos por ofe-recer aos nossos associa-dos e à população de cada cidade, um momento pa-ra reunir os empreendedo-res rurais e urbanos, conce-dendo- lhes a possibilidade de refletir sobre o seu posi-cionamento no mercado e, consequentemente, esti-mular o desenvolvimento dos negócios, fomentando a economia e potenciali-zando o crescimento local, através do cooperativismo. JC - O que a população de Moema representa para o Sicoob Crediprata? Claret e Ivo - Quando abri-mos a agência em Moe-ma, fomos acolhidos pela comunidade que nos pro-porcionou a oportunidade de fazer parte de suas vi-das financeiras, através do cooperativismo de crédito. Como Moema é uma cida-de de grande potencial, de-vido ao empreendedoris-mo de sua população, rapi-damente iniciamos um re- lacionamento de confiança e cooperação que resultou na alavancagem dos negó-cios. Portanto, somos gra-tos a cada associado que apoiou e confiou na coope-rativa, sendo os responsá-veis pelo crescimento e for-talecimento do Sicoob Cre-diprata, no decorrer destes anos. JC - Como será o evento e quem poderá participar? Claret e Ivo - Para realizar a comemoração das bodas de prata do Sicoob Credipra-ta, optamos por fazer um evento que proporcionará um momento de capacita-ção para nossos empreen-dedores rurais ou urbanos. Para isso, fizemos uma par-ceria com o Sebrae/MG, que levará a oportunidade aos empresários de conhecer e ter acesso aos seus pro-dutos. O primeiro evento acontecerá no dia 23 de Se-tembro, as 19h30, no Espaço Cabana, em Moema, quan-do haverá a palestra “Em-preendedorismo é atitu-de”, com William Caldas. E, no dia 24 de setembro, ofe-receremos oficinas, mi-nistradas pelo Sebrae/MG. Poderão participar todos os associados do Sicoob Cre-diprata e empresários da cidade de Moema. JC - Como os interessados poderão se inscrever para a Palestra? Claret e Ivo - Os interes-sados deverão procurar a agência de Moema e pre-encher a ficha de inscrição gratuitamente, onde rece-berão o ingresso para par-ticipar da palestra. As ins-crições iniciaram dia 18 de agosto e encerrarão dia 12 de setembro, ou enquanto houver vagas. JC - Como serão as oficinas e quem pode participar? Claret e Ivo - As oficinas serão ministradas pelo Se-brae/ MG e acontecerão no dia 24 de setembro, no Es-paço Doce Vida sendo: de 8 às 12 horas - “Como elaborar um plano de negócio” e de 14 às 18 horas - “Como ela-borar controles financei-ros”. Poderão participar os empresários, microempre-sários e microempreende-dores, rurais ou urbanos da cidade de Moema. JC - Como acontecerão as inscrições para as ofici-nas? Claret e Ivo - Assim como para as palestras, as inscri-ções são gratuitas e pode-rão ser realizadas na agên-cia do Sicoob Credipra-ta, em Moema, até o dia 12 de setembro, ou enquanto houver disponibilidade de vaga. De acordo com os dire- 40 economia tores, os eventos serão pro-movidos por acreditarem que a capacitação dos asso-ciados e empresários con-tribui para que o mesmo faça uma reflexão sobre a sua realidade e assim, pos-sa gerar mudanças que re-sultem no seu crescimento e fortalecimento na comu-nidade. Além do conhecimen-to adquirido com a pales-tra e oficinas, o empresá-rio também terá oportuni-dade de estar em contato com representantes do Se-brae/ MG, o que possibilita-rá novas parcerias.”Temos uma grande expectativa quanto a participação de nossos associados nes-te evento, principalmen-te pela alta procura desde a abertura das inscrições. E, por ser uma oportunida-de única, queremos refor-çar o convite aos nossos associados e solicitar que procurem a agência do Si-coob Crediprata, o mais bre-ve possível, para garantir a sua vaga, que infelizmen-te são limitadas devido ao espaço físico do local onde será realizado. Na oportu-nidade, queremos agrade-cer a todos os associados de Moema que estiveram conosco contribuindo pa-ra a trajetória de sucesso do Sicoob Crediprata”, afirma-ram os diretores. Agência Sicoob Crediprata de Moema Diretores executivos do Sicoob Crediprata - Antônio Claret Rezende e Ivo Jonas Gontijo.