UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ – UFOPA
INSTITUTO DE BIODIVERSIDADE E FLORESTAS – IBEF
CURSO DE ENGENHARIA FLORESTAL
NOVAS TECNOLOGIAS PARA O INVENTÁRIO FLORESTAL
Discentes:
Kássia Elen
Luara Marques
Raylana Rodrigues
SANTARÉM – PA
MARÇO - 2017
2
NOVAS TECNOLOGIAS PARA O INVENTÁRIO FLORESTAL
1. Introdução
2. Inventário Florestal no Brasil
3. Economia: Produção Florestal no Brasil
4. Novas Tecnologias na Área de Inventário Florestal
5. Considerações Finais
Inventário Florestal
Hush et al. (1993) define inventário florestal
como um procedimento para obter informações
sobre quantidade e qualidade dos recursos
florestais e de muitas características sobre as
quais as árvores estão crescendo.
As duas variáveis mais utilizadas para a
realização de inventários florestais são a altura e
o diâmetro, que são usadas para o cálculo da
área basal e do volume de madeira existentes
em uma floresta (Freitas & Wichert, 1998).
3
Inventário Florestal
• A principal ferramenta para se conhecer o estoque
de madeira na floresta é o inventário florestal.
• O Inventário Florestal divide-se em três etapas:
planejamento, coleta e processamento dos dados.
• Para a confiabilidade de um inventário florestal é
necessário que se conheçam as suas fontes de erro,
para assim tentar eliminar, ou ao menos minimizar o
seu efeito sobre a precisão das medições.
4
• De acordo com Moreira (1984), devido ao
dinamismo das atividades florestais e pela
importância desse setor na vida nacional
surge a necessidade de se conhecerem e
avaliarem, cada vez mais e com maior
frequência, os empreendimentos florestais;
• Empreendimentos que ligam tecnologias para
a execução de inventários com precisão e
baixo custo.
5
Inventário Florestal
INVENTÁRIO FLORESTAL NO BRASIL
• Os inventários florestais no Brasil tiveram início
na segunda metade da década de 50, com o
trabalho de Heinsdijk (1957).
• Higuchi et al. (1981) afirma que no Brasil, os
primeiros trabalhos de Inventário Florestal
publicados, iniciaram com os primeiros convênios
do Governo brasileiro com a FAO (Food and
Agriculture Organization) na década de 50,
ganhando mais impulso a partir da criação do
primeiro curso de Engenharia Florestal no Brasil,
no início dos anos 60.
6
INVENTÁRIO FLORESTAL NO BRASIL
• Existem três tipos principais de inventário
florestal, de acordo com Cunia (1978 p. XI)
apud Brena (1995):
1. O operacional;
2. O de manejo;
3. Inventário Florestal Nacional;
7
INVENTÁRIO FLORESTAL NO BRASIL
• De acordo com o Serviço Florestal Brasileiro (2013) o
sistema de manejo florestal utilizado na Amazônia é
policíclico;
• Baseado em ciclo de corte de 35 anos, para uma
intensidade de corte máxima de 30 m3 ha-1;
• Seleção de árvores baseada em critérios técnicos e
ecológicos para promover a regeneração das
espécies florestais manejadas.
8
ECONOMIA: PRODUÇÃO FLORESTAL NO BRASIL
• Contribui substancialmente para: produto
interno bruto (PIB), composição das
exportações, consumo direto, geração de
empregos e arrecadação de impostos.
9
ECONOMIA: PRODUÇÃO FLORESTAL NO BRASIL
 O consumo de madeira no Brasil foi estimado em 400
milhões m³/ano pela SBS, em 2001. 10
NOVAS TECNOLOGIAS NA ÁREA DE INVENTÁRIO
FLORESTAL
• Baseado na demanda em aperfeiçoar a extração
florestal e o crescente acesso às geotecnologias. Hoje
em dia então, existem várias metodologias para se
obter o mapeamento de uma floresta dentre os
principais estão:
• Fotogrametria e Fotointerpretação,
• Sensoriamento Remoto (SR);
• Sistemas de Informações Geográficas (SIG);
• Sistemas de Posicionamento Global (GPS);
(Sanquetta et al. 2006).
11
12
FOTOGRAMETRIA
Obtenção da geometria dos
objetos do terreno a partir de
fotos (necessita de correção de
geometria).
FOTOINTERPRETAÇÃO
Interpretação da forma e do
aspecto (cor, textura, brilho)
Para identificação dos objetos
com fins temáticos.
(Sanquetta et al. 2006).
Sensoriamento Remoto (SR)
13
É a tecnologia que permite a obtenção
de imagens e outros tipos dados da
superfície terrestre.
É feita a distância, através da captação e
do registro da energia refletida ou
emitida pela superfície.
Sensoriamento = Obtenção de dados
Remoto = Distante
Avery e Berlin (1992).
Sensoriamento Remoto (SR)
• Segundo Sanquetta, et al. (2009), as imagens de satélites
resultam, em geral, em uma boa caracterização das áreas
alvos em inventários florestais;
• em função da facilidade de delimitação dos extratos
florestais; Interpretação das malha viária, entre outros, que
facilitam o planejamento prévio dos trabalhos de campo.
14
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRAFICAS - SIG
15
Capturar
Modelar
Manipular
Recuperar
Consultar
Analisar
Apresentar dados
geograficamente
referenciados
• Um Sistema de Informação Geográfica é um sistema
de informação baseado em computador que permite:
(Câmara Neto, 1995 apud Hara L. T. 1997).
SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL – GPS
• O GPS ou sistema de posicionamento global tem
muitas aplicações nos inventários florestais da
atualidade. Pode-se dizer que praticamente todos os
inventários realizados nos dias de hoje, precisam
desta ferramenta. (Sanquetta et al., 2009).
16
SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL – GPS
• Há limitações em seu uso;
• Principais usos: Orientação de equipes de campo em
floresta; Determinar pontos que definam as unidades
amostrais, necessárias em inventários florestais;
Definir limites de diferentes formações
florestais...(Drago e Disperati, 1996 apud Watzlawick
et al. 2002).
•
17
Modelo de Exploração Digital da Floresta –
MODEFLORA
• Consiste em emprego de telêmetros, GPS de alta
sensibilidade, cartografia geral, sistema de informações
geográficas, sensoriamento remoto (imagens de satélites e
radares) e modelagem da paisagem, tendo como fundamento
o georreferenciamento de todos os aspectos ambientais e
árvores de interesse na área de manejo, para assim monitorar
todos os processos, da elaboração à execução do manejo
florestal (Figueiredo et al. 2007).
• Esse processo reduz custos de elaboração e execução no
manejo florestal, minimiza erros por tornar precisa a
localização de árvores e o microzoneamento, aumentando
assim a eficácia do projeto (Schikowski et al. 2010 )
18
MODEFLORA
• Em estudo comparativo entre sistema X-Y e MODEFLORA, FIGUEIREDO et
al. (2007) observaram que há grandes distorções do X-Y em relação à
referência (GPS) da localização das árvores, com erros superiores a 25m.
Contudo, os erros médios foram de 2 m com o correto uso do GPS de alta
sensibilidade, e 12m com método convencional X-Y.
19
Sistema LIDAR (Light Detectin and Ranging)
• Terminologia de Sistema de Varredura a Laser.
• O princípio de funcionamento está baseado na emissão de
um feixe laser na direção do alvo.
• Alcance do rastreamento de 3 m a 1,5 km;
20
Software Mata Nativa 4
• Mata Nativa (2016) é um sistema desenvolvido para realização de
análises fitossociológicas e elaboração de inventários e planos de
manejo de florestas nativas. Estudos florísticos, fitossociológicos e
estruturais de remanescentes florestais são de suma importância
ao embasamento de metodologias visando seu manejo,
conservação e recuperação (GOMIDE et al., 2005apud Oliveira,
2014).
Pode se trabalhar com:
• Amostragem casual simples, Amostragem casual estratificada,
Amostragem casual dois estágios,
• Amostragem casual conglomerado,
• Sistemática em um estágio,
• Sistemática em dois estágios,
• Monitoramento,
• Método de quadrantes, Inventário 100%.
(Mata Nativa, 2016).
21
Demais Programas Aplicativos para área florestal
PLANAT
FITOPAC
Sistema Integrado de
Gestão Florestal – Módulo
Inventário Florestal.
Programa para prognose
do crescimento e
produção com simulação
de manejo de plantações
florestais.
SISCARB
Optimber-LP –
Planejamento Florestal
Otimizado de Longo Prazo.
FlorExel
22
Segundo SANQUETTA et al.(2008) Os softwares que podem ser
empregados para a realização das várias atividades ligadas a
área florestal, desde as que são realizadas em campo até os
processamentos e análises posteriores, sendo os mais
difundidos os seguintes:
Considerações Finais
• As novas tecnologias para o inventário florestal servem
de ponto de partida para uma atualização de
conhecimentos;
• As novas tecnologias para os inventários florestais são
de suma importância para profissionais da área, pois, o
conhecimento tecnológico e o avanço informacional se
adequam para florestas nativas e florestas plantadas;
• Permitem também, que os dados do inventário sejam
registrados e armazenados para posterior
manipulação, propiciando, assim, rapidez e otimização
das atividades no processamento dos dados.
23
Referências
AVERY, T. E.; BERLIN, G. L. Fundamentals of Remote Sensing and Airphoto Interpretation. 5 ed. New Jersey:
Prentice Hall. 1992 .
BRENA, DOÁDI ANTÔNIO. Inventário Florestal Nacional: proposta de um sistema para o Brasil. Curitiba –
1995. Pág. 9-19.
DISPERATI, A.A.; DRAGO, D. Videografia aplicada a engenharia florestal. In: CONGRESSO E FEIRA PARA
USUARIOS DE GEOPROCESSAMENTO, 2., 1996, Curitiba. GIS Brasil 96: anais. Curitiba: SAGRES, 1996. p.352-
358.
FIGUEIREDO, E. O.; BRAZ, E. M.; OLIVEIRA, M. V. N. d’ (Ed.). Manejo de precisão em florestas tropicais:
modelo digital de exploração florestal. Rio Branco, AC: Embrapa Acre, 2007. 183p.
HARA L.T. 1997. Técnicas de Apresentação de Dados em Geoprocessamento. Dissertação de Mestrado em
Sensoriamento Remoto - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, São José dos Campos, SP, Brasil.
HIGUCHI, NIRO; SANTOS, J; JARDIM, F. C. S. Tamanho de parcela amostral para inventários florestais. 1981.
Pág. 91-103.
HUSCH, B., MILLER, C.I. BEERS, T.W. Mensuração Florestal. New York: The Ronald Press company, 410 p.
SANQUETTA, C.R. et al. Inventários florestais: planejamento e execução. Curitiba: Multi-Graphi. 2006. Pág.270.
SANQUETTA, C. R.; WATZLAWICK, L. F.; CÔRTE, A. P. D.; FERNANDES, L. A. V.; SIQUEIRA, J. D. P.
Inventários Florestais: Planejamento e Execução. 2ª Edição. Editora Multi-Graphic Gráfica e Editora. Curitiba – PR.
2009
24

Inventário Florestal

  • 1.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DOOESTE DO PARÁ – UFOPA INSTITUTO DE BIODIVERSIDADE E FLORESTAS – IBEF CURSO DE ENGENHARIA FLORESTAL NOVAS TECNOLOGIAS PARA O INVENTÁRIO FLORESTAL Discentes: Kássia Elen Luara Marques Raylana Rodrigues SANTARÉM – PA MARÇO - 2017
  • 2.
    2 NOVAS TECNOLOGIAS PARAO INVENTÁRIO FLORESTAL 1. Introdução 2. Inventário Florestal no Brasil 3. Economia: Produção Florestal no Brasil 4. Novas Tecnologias na Área de Inventário Florestal 5. Considerações Finais
  • 3.
    Inventário Florestal Hush etal. (1993) define inventário florestal como um procedimento para obter informações sobre quantidade e qualidade dos recursos florestais e de muitas características sobre as quais as árvores estão crescendo. As duas variáveis mais utilizadas para a realização de inventários florestais são a altura e o diâmetro, que são usadas para o cálculo da área basal e do volume de madeira existentes em uma floresta (Freitas & Wichert, 1998). 3
  • 4.
    Inventário Florestal • Aprincipal ferramenta para se conhecer o estoque de madeira na floresta é o inventário florestal. • O Inventário Florestal divide-se em três etapas: planejamento, coleta e processamento dos dados. • Para a confiabilidade de um inventário florestal é necessário que se conheçam as suas fontes de erro, para assim tentar eliminar, ou ao menos minimizar o seu efeito sobre a precisão das medições. 4
  • 5.
    • De acordocom Moreira (1984), devido ao dinamismo das atividades florestais e pela importância desse setor na vida nacional surge a necessidade de se conhecerem e avaliarem, cada vez mais e com maior frequência, os empreendimentos florestais; • Empreendimentos que ligam tecnologias para a execução de inventários com precisão e baixo custo. 5 Inventário Florestal
  • 6.
    INVENTÁRIO FLORESTAL NOBRASIL • Os inventários florestais no Brasil tiveram início na segunda metade da década de 50, com o trabalho de Heinsdijk (1957). • Higuchi et al. (1981) afirma que no Brasil, os primeiros trabalhos de Inventário Florestal publicados, iniciaram com os primeiros convênios do Governo brasileiro com a FAO (Food and Agriculture Organization) na década de 50, ganhando mais impulso a partir da criação do primeiro curso de Engenharia Florestal no Brasil, no início dos anos 60. 6
  • 7.
    INVENTÁRIO FLORESTAL NOBRASIL • Existem três tipos principais de inventário florestal, de acordo com Cunia (1978 p. XI) apud Brena (1995): 1. O operacional; 2. O de manejo; 3. Inventário Florestal Nacional; 7
  • 8.
    INVENTÁRIO FLORESTAL NOBRASIL • De acordo com o Serviço Florestal Brasileiro (2013) o sistema de manejo florestal utilizado na Amazônia é policíclico; • Baseado em ciclo de corte de 35 anos, para uma intensidade de corte máxima de 30 m3 ha-1; • Seleção de árvores baseada em critérios técnicos e ecológicos para promover a regeneração das espécies florestais manejadas. 8
  • 9.
    ECONOMIA: PRODUÇÃO FLORESTALNO BRASIL • Contribui substancialmente para: produto interno bruto (PIB), composição das exportações, consumo direto, geração de empregos e arrecadação de impostos. 9
  • 10.
    ECONOMIA: PRODUÇÃO FLORESTALNO BRASIL  O consumo de madeira no Brasil foi estimado em 400 milhões m³/ano pela SBS, em 2001. 10
  • 11.
    NOVAS TECNOLOGIAS NAÁREA DE INVENTÁRIO FLORESTAL • Baseado na demanda em aperfeiçoar a extração florestal e o crescente acesso às geotecnologias. Hoje em dia então, existem várias metodologias para se obter o mapeamento de uma floresta dentre os principais estão: • Fotogrametria e Fotointerpretação, • Sensoriamento Remoto (SR); • Sistemas de Informações Geográficas (SIG); • Sistemas de Posicionamento Global (GPS); (Sanquetta et al. 2006). 11
  • 12.
    12 FOTOGRAMETRIA Obtenção da geometriados objetos do terreno a partir de fotos (necessita de correção de geometria). FOTOINTERPRETAÇÃO Interpretação da forma e do aspecto (cor, textura, brilho) Para identificação dos objetos com fins temáticos. (Sanquetta et al. 2006).
  • 13.
    Sensoriamento Remoto (SR) 13 Éa tecnologia que permite a obtenção de imagens e outros tipos dados da superfície terrestre. É feita a distância, através da captação e do registro da energia refletida ou emitida pela superfície. Sensoriamento = Obtenção de dados Remoto = Distante Avery e Berlin (1992).
  • 14.
    Sensoriamento Remoto (SR) •Segundo Sanquetta, et al. (2009), as imagens de satélites resultam, em geral, em uma boa caracterização das áreas alvos em inventários florestais; • em função da facilidade de delimitação dos extratos florestais; Interpretação das malha viária, entre outros, que facilitam o planejamento prévio dos trabalhos de campo. 14
  • 15.
    SISTEMAS DE INFORMAÇÕESGEOGRAFICAS - SIG 15 Capturar Modelar Manipular Recuperar Consultar Analisar Apresentar dados geograficamente referenciados • Um Sistema de Informação Geográfica é um sistema de informação baseado em computador que permite: (Câmara Neto, 1995 apud Hara L. T. 1997).
  • 16.
    SISTEMA DE POSICIONAMENTOGLOBAL – GPS • O GPS ou sistema de posicionamento global tem muitas aplicações nos inventários florestais da atualidade. Pode-se dizer que praticamente todos os inventários realizados nos dias de hoje, precisam desta ferramenta. (Sanquetta et al., 2009). 16
  • 17.
    SISTEMA DE POSICIONAMENTOGLOBAL – GPS • Há limitações em seu uso; • Principais usos: Orientação de equipes de campo em floresta; Determinar pontos que definam as unidades amostrais, necessárias em inventários florestais; Definir limites de diferentes formações florestais...(Drago e Disperati, 1996 apud Watzlawick et al. 2002). • 17
  • 18.
    Modelo de ExploraçãoDigital da Floresta – MODEFLORA • Consiste em emprego de telêmetros, GPS de alta sensibilidade, cartografia geral, sistema de informações geográficas, sensoriamento remoto (imagens de satélites e radares) e modelagem da paisagem, tendo como fundamento o georreferenciamento de todos os aspectos ambientais e árvores de interesse na área de manejo, para assim monitorar todos os processos, da elaboração à execução do manejo florestal (Figueiredo et al. 2007). • Esse processo reduz custos de elaboração e execução no manejo florestal, minimiza erros por tornar precisa a localização de árvores e o microzoneamento, aumentando assim a eficácia do projeto (Schikowski et al. 2010 ) 18
  • 19.
    MODEFLORA • Em estudocomparativo entre sistema X-Y e MODEFLORA, FIGUEIREDO et al. (2007) observaram que há grandes distorções do X-Y em relação à referência (GPS) da localização das árvores, com erros superiores a 25m. Contudo, os erros médios foram de 2 m com o correto uso do GPS de alta sensibilidade, e 12m com método convencional X-Y. 19
  • 20.
    Sistema LIDAR (LightDetectin and Ranging) • Terminologia de Sistema de Varredura a Laser. • O princípio de funcionamento está baseado na emissão de um feixe laser na direção do alvo. • Alcance do rastreamento de 3 m a 1,5 km; 20
  • 21.
    Software Mata Nativa4 • Mata Nativa (2016) é um sistema desenvolvido para realização de análises fitossociológicas e elaboração de inventários e planos de manejo de florestas nativas. Estudos florísticos, fitossociológicos e estruturais de remanescentes florestais são de suma importância ao embasamento de metodologias visando seu manejo, conservação e recuperação (GOMIDE et al., 2005apud Oliveira, 2014). Pode se trabalhar com: • Amostragem casual simples, Amostragem casual estratificada, Amostragem casual dois estágios, • Amostragem casual conglomerado, • Sistemática em um estágio, • Sistemática em dois estágios, • Monitoramento, • Método de quadrantes, Inventário 100%. (Mata Nativa, 2016). 21
  • 22.
    Demais Programas Aplicativospara área florestal PLANAT FITOPAC Sistema Integrado de Gestão Florestal – Módulo Inventário Florestal. Programa para prognose do crescimento e produção com simulação de manejo de plantações florestais. SISCARB Optimber-LP – Planejamento Florestal Otimizado de Longo Prazo. FlorExel 22 Segundo SANQUETTA et al.(2008) Os softwares que podem ser empregados para a realização das várias atividades ligadas a área florestal, desde as que são realizadas em campo até os processamentos e análises posteriores, sendo os mais difundidos os seguintes:
  • 23.
    Considerações Finais • Asnovas tecnologias para o inventário florestal servem de ponto de partida para uma atualização de conhecimentos; • As novas tecnologias para os inventários florestais são de suma importância para profissionais da área, pois, o conhecimento tecnológico e o avanço informacional se adequam para florestas nativas e florestas plantadas; • Permitem também, que os dados do inventário sejam registrados e armazenados para posterior manipulação, propiciando, assim, rapidez e otimização das atividades no processamento dos dados. 23
  • 24.
    Referências AVERY, T. E.;BERLIN, G. L. Fundamentals of Remote Sensing and Airphoto Interpretation. 5 ed. New Jersey: Prentice Hall. 1992 . BRENA, DOÁDI ANTÔNIO. Inventário Florestal Nacional: proposta de um sistema para o Brasil. Curitiba – 1995. Pág. 9-19. DISPERATI, A.A.; DRAGO, D. Videografia aplicada a engenharia florestal. In: CONGRESSO E FEIRA PARA USUARIOS DE GEOPROCESSAMENTO, 2., 1996, Curitiba. GIS Brasil 96: anais. Curitiba: SAGRES, 1996. p.352- 358. FIGUEIREDO, E. O.; BRAZ, E. M.; OLIVEIRA, M. V. N. d’ (Ed.). Manejo de precisão em florestas tropicais: modelo digital de exploração florestal. Rio Branco, AC: Embrapa Acre, 2007. 183p. HARA L.T. 1997. Técnicas de Apresentação de Dados em Geoprocessamento. Dissertação de Mestrado em Sensoriamento Remoto - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, São José dos Campos, SP, Brasil. HIGUCHI, NIRO; SANTOS, J; JARDIM, F. C. S. Tamanho de parcela amostral para inventários florestais. 1981. Pág. 91-103. HUSCH, B., MILLER, C.I. BEERS, T.W. Mensuração Florestal. New York: The Ronald Press company, 410 p. SANQUETTA, C.R. et al. Inventários florestais: planejamento e execução. Curitiba: Multi-Graphi. 2006. Pág.270. SANQUETTA, C. R.; WATZLAWICK, L. F.; CÔRTE, A. P. D.; FERNANDES, L. A. V.; SIQUEIRA, J. D. P. Inventários Florestais: Planejamento e Execução. 2ª Edição. Editora Multi-Graphic Gráfica e Editora. Curitiba – PR. 2009 24

Notas do Editor

  • #8 Entre outros dados, o inventário reunirá informações sobre os estoques de biomassa e carbono das florestas e as espécies de fauna e flora que habitam esses locais, além do modo de vida da população. O inventário começou a ser feito em 2011, em fase de testes, nos Estados de Santa Catarina e Distrito Federal e, neste ano, será expandido para a Floresta Amazônica - sobretudo para a região do Arco do Desmatamento, formado O Inventário Florestal Nacional (IFN) é um processo de natureza estatística e cartográfica, que tem por objetivo avaliar a abundância, estado e condição dos recursos florestais nacionais. No IFN, a produção de estatísticas baseia-se em processos de amostragem, os quais são realizados em diferentes etapas que compõem a tarefa global de Inventário.