O documento aborda as interações medicamentosas, destacando sua relevância na prática clínica e a importância do conhecimento farmacológico na escolha das terapias. As interações podem ser classificadas em físico-químicas e terapêuticas, com impactos variáveis, desde potenciais benéficos até efeitos adversos. Fatores como politerapia, auto-medicação e condições de saúde do paciente aumentam o risco de interações, exigindo vigilância constante das equipes de saúde.