O documento discute a história da informática na educação no Brasil desde 1979, quando percebeu-se que o Estado não tinha recursos suficientes para atender às demandas sociais como saúde e educação. Apesar dos discursos oficiais de igualdade, na prática os recursos tecnológicos ficam restritos a poucos, não cumprindo seu papel de beneficiar a todos. É necessário revisar as práticas escolares, principalmente nas públicas, para incluir digitalmente os mais carentes.