O documento discute a percepção de felicidade ao longo da vida, ressaltando que a felicidade é mais frequentemente reconhecida após os 35 anos. A autora, Martha Medeiros, reflete sobre as angústias da adolescência e como, ao amadurecer, as pessoas se tornam mais autoconhecedoras e livres para escrever suas próprias histórias. O texto também faz referência a um congresso internacional sobre felicidade realizado em Madri.