GESTÃO DO CONHECIMENTO HENRY SOUZA HAILTON LIRA EMERSON KAMIYA ANA PAULA ZANELLATTO RODRIGO FREITAS
AGENDA GESTÃO DO CONHECIMENTO EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO WEB 2.0 VALOR E MERCADO DO CONHECIMENTO GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL ORGANIZAÇÕES HIPERTEXTO
GESTÃO DO CONHECIMENTO NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 SÃO CÓDIGOS QUE CONSTITUEM A INFORMAÇÃO; FLUXO DE MENSAGENS (DADOS TRATADOS)
GESTÃO DO CONHECIMENTO DISSERNIMENTO; EXPERIÊNCIA; VERDADE FUNDAMENTAL; COMPLEXIDADE; VERDADES PRÁTICAS; VALORES E CRENÇAS. NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 COMPONENTES DO CONHECIMENTO
GESTÃO DO CONHECIMENTO NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 TÁCITO : FILLING, KNOW HOW EXPLÍCITO : ENCICLOPÉDIAS
GESTÃO DO CONHECIMENTO NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
GESTÃO DO CONHECIMENTO NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 ESPIRAL DO CONHECIMENTO
GESTÃO DO CONHECIMENTO NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 VÍDEO:
GESTÃO DO CONHECIMENTO NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 ESPIRAL DO CONHECIMENTO:
EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Criação da escrita e sua história   Foi somente na antiga  Mesopotâmia  que a escrita foi elaborada e criada. Por volta de 4000 a.C, os sumérios. desenvolveram a escrita cuneiforme. Usavam placas de barro, onde cunhavam esta escrita. Ano de 4000 AC Ano de 550 AC O  ábaco  é um antigo instrumento de cálculo, formado por uma moldura com bastões ou arames paralelos, dispostos no sentido vertical, correspondentes cada um a uma posição.  Ano de 1202 DC Leonardo de Pisa , Conhecido simplesmente como  Fibonacci  foi um matemático Italiano, tido como o primeiro grande matemático europeu do Mediievo. É considerado por alguns como o mais talentoso matemático ocidental da Idade Média.
LIVRO TEXTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Pierre Lévy  é filósofo. Nasceu em 1956, na cidade de Túnis (Tunísia).    Realizou seus estudos na França, doutorou-se em Sociologia e  em Ciências da Informação e da  Comunicação.  Lecionou em várias universidades de Paris e Montréal. Atualmente é professor da UQTR (Université du Québec ),  na cidade de Quebec, Canadá.
FATORES PARA O CONHECIMENTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição
HISTÓRIA DO HIPERTEXTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Ano de 1944 - 46 O  ENIAC  ( Electronic Numerical Integrator and Computer ) foi o primeiro computador digital  eletrônico de grande escala. Criado em fevereiro de 1946 pelos cientistas norte-americanos John Eckert e John Mauchly, da  Electronic Control Company . Ano de 1945 Vannevar Bush é, para muitos, o verdadeiro pai do  hipertexto . Em 1945 escreveu um artigo intitulado  As We May Think , no qual descrevia um dispositivo chamado  Memex . O seu objetivo era aumentar a memória humana providenciando os meios para organizar a informação associadamente.
HISTÓRIA DO HIPERTEXTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Ano de 1960 Projeto XANADU Ted Nelson , inventou os termos  hipertexto ,  e  hipermídia , em 1963. Ted Nelson  fundou o  Projeto Xanadu  em 1960 com o objetivo de criar uma rede de computadores de interface simples.  O  HIPERTEXTO  é o Conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, Páginas, Imagens, Gráficos ou Partes dos Gráficos e Sequências Sonoras. Funcionamente o  HIPERTEXTO  é um tipo de programa para a organização de  conhecimento  ou dados, a aquisição de informações e a comunicação.
ERA DO HIPERTEXTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição VIDEO – ERA DO HIPERTEXTO
EXEMPLOS DE HIPERTEXTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição O sistema  hipertexto mais conhecido atualmente é a  World Wide Web . Exemplo de Aplicativo  que utilizam  Hipertextos.
PRINCÍPIOS DE HIPERTEXTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Heterogeneidade  -  A rede está para todos os usuários. E por isso toda a informação inserida no hipertexto é diferente uma da outra. Metamorfose -  O blogger é um exemplo do principio da metamorfose. A rede está sempre recebendo informações e novos módulos, neste caso os blogs. Ela não é estática, ou seja a cada dia diversas informações são inseridas na internet. A rede é mutante e nunca está parada. Exterioridade  -  A rede está sempre aberta para os usuários. O Flickr é um exemplo onde qualquer pessoa pode se cadastrar e enviar fotos para o site modificando sempre a rede.
PRINCÍPIOS DE HIPERTEXTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Mobilidade de Centro -  A rede contém centros de interesse que são determinados pelos usuários. O Orkut, pelo menos no Brasil pode ser chamado de um centro de interesse. Topologia –  Tudo funciona por proximidade, por vizinhança. A rede não está no espaço ela é o espaço. Multiplicidade e encaixe de escalas  O hipertexto se organiza de modo fractal (forma de representar elementos caóticos, micro representações da estrutura de grandes elementos). Pode repercutir na vida das pessoas.
EVOLUÇÃO DA WEB Década de 70 Vale do Silício O  Vale do Silício  se localiza na  Califórnia ,  Estados Unidos , é uma região na qual está situado um conjunto de empresas implantadas a partir da  década de 1950,  com o objetivo de gerar inovações científicas e tecnológicas, destacando-se na produção de  Chips , na  eletrônica,  e  informática . Universidades do Vale do Silício
EVOLUÇÃO DA WEB Década de 70 Steve Jobs   Ano   75 – Blue Box Ano 75 – Altair 8800 Ano 76 – Apple 1 &  Steve Wozniac
EVOLUÇÃO DA WEB Década de 70 & 80 Ano 76 – Cassete Ano 77 – Apple 2 Ano 84 – Macintosh
WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 DAVID WEINBERGER Co-autor do best-selling “The Cluetrains Manifesto”, é  comentarista do National Public Radio’s All Thing Considered  e Here and Now, e colunista do  Darwin Magazine, KMWorld e Intranet Design Magazine. Um professor de filosofia e escritor de comedia, ele já escreveu centenas de publicações, incluindo  Wired, The New York Times e Smithsonian , and gives talks around the world on the Web’s effect business and society
ESPAÇO TEMPO PERFEIÇÃO UNIÃO CONHECIMENTO WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
Onde fica os e-commerce? Onde mora os vendedores do e-bay? Qual o tamanho da loja do Submarino.com? Qual a loja mais próxima da Netshoes.com? Space WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
Time  VS E-commerce Lojas de varejo Palavra chave: Comparação WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
Self Qual a diferencia do perfil da FEI no: A NEW WORLD Palavra-chave: Credibilidade WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
Knowledge Palavra-chave: a cada pesquisa um novo conhecimento WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
ESPAÇO Quantos links tem na suas pagina Quantas pagina estão ligada na sua Quantos sites estão no seu site Tim Berners Lee’s  Inventor do HTML, a linguagem da internet. www.yahoo.com.br Conexões com outras pessoas. Verbos mudam ( pegar, devolver para acessar, compartilhar) Faça uma pesquisa na biblioteca municipal e faça essa pesquisa na internet, levando em consideração que ambos tem os mesmo conteúdo. Palavra-chave: Relacionamento WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 ESPAÇO
WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 PERFEIÇÃO
Noticias de pequenas relevância nacional se popularizam na internet  Mataram a formiguinha – Que dó!  Mais de 23 milhões de acesso Direito de ir e vir No horario nobre, a Globo consegue alcançar 2 milhoes de telespectadores Na media são vendidos aproximadamente 4,31 milhões de jornais ao dia Palavra-chave: Redes sociais, interações, partipações WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 UNIÃO
Palavra chave: Difusão do conhecimento WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 CONHECIMENTO Grupos de pessoas com interesses em comum Moderadores e grandes influenciadores Transmissão de informação e interpretação
MERCADO DO CONHECIMENTO Possui compradores e vendedores que negociam o preço Não possui contratos formais DAVENPORT & PRUSAK (1998)
MERCADO DO CONHECIMENTO Compradores  são aqueles que buscam o conhecimento para realizar melhor suas tarefas, quando a complexidade ou incerteza excluem uma resposta fácil. Um bom exemplo são os gerentes e executivos. Vendedores   são as pessoas tidas na organização como conhecedoras sobre determinado assunto ou processo. A recompensa do compartilhamento do conhecimento deve ser maior do que a recompensa por guardá-lo para si
VALOR DO CONHECIMENTO “ O conhecimento retido na pessoa ou num livro que nunca será lido é um tesouro no fundo do mar.” NÃO BASTA TER INFORMAÇÃO SOBRE QUALQUER COISA É PRECISO QUE ELA TENHA UM  VALOR  PARA A SOCIEDADE http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12025 O CONHECIMENTO SÓ SERVE PARA DUAS COISAS
INFORMAÇÃO DE VALOR
GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL >> IDENTIDADE >> O BEM E O MAL >> EVOLUÇÃO ORGANIZACIONAL  >> INTELIGÊNCIA COLETIVA PARA GESTÃO DO CONHECIMENTO >> GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL >> GESTÃO DO CONHECIMENTO: GOOGLE INC.
IDENTIDADE Clippinger, John Henry – A Crowd of one p. 61 – Original de Damasio, Looking for Spinoza, p. 161 “ A realidade biológica de sobrevivência conduz à verdade, porque em nossa necessidade inalienável de manter a nós mesmos, devemos, necessariamente, ajudar a preservar os outros. Se falharmos, estaremos  perecendo e, portanto, violando o princípio fundamental. O segundo fundamento da verdade, então, é a realidade de uma estrutura social e a presença de outros organismos vivos em um complexo sistema de interdependência com o nosso próprio organismo.”
IDENTIDADE
IDENTIDADE O BEM E O MAL
EVOLUÇÃO ORGANIZACIONAL http://www1.serpro.gov.br/publicacoes/gco_site/m_capitulo01.htm
EVOLUÇÃO ORGANIZACIONAL >> REVOLUÇÃO  INDUSTRIAL >> REVOLUÇÃO  DA INFORMAÇÃO PRINCÍPIO DE NEWTON: Determinístico e Linear: Causa e efeito; Resolução de problemas de forma hierárquica; Estabilidade, regularidade e precisão. Vulnerável a mudanças e imprevistos;  Busca a eficiência e não a criatividade e inovação; Conhecimento reduzido para descobertas das certezas. PRINCÍPIO DA COMPLEXIDADE: Indeterminado e aleatório: Desordem; Incentiva a criatividade, inovação por meio da interação e colaboração das pessoas; Flexibilidade a mudanças e imprevistos: Adaptabilidade, reorganização; Conhecimento utilizado não somente para resolução de problemas, mas para adaptação a incertezas e criação de problemas para serem solucionados. http://www.neuroredes.com.br/site/artigos/complexidade_nas_organiza%E7%F5es.htm –
GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL http://lilianasoares.wordpress.com/2010/06/08/gestao-do-conhecimento/
EVOLUÇÃO ORGANIZACIONAL LOCAL TEMPO Lucas Henry – pagina 282 figura 19.2 – Tempo e Local Mesmo  Diferente Mesmo Sistemas de Suporte à Decisão em grupo, salas de reuniões eletrônicas E-mail e Groupware Diferente Videoconferência, sala de palestras E-mail e Groupware
INTELIGÊNCIA COLETIVA NO AMBIENTE CORPORATIVO - GROUPWARE - REDES SOCIAIS
INTELIGÊNCIA COLETIVA NO AMBIENTE CORPORATIVO VÍDEO
INTELIGÊNCIA COLETIVA NO AMBIENTE CORPORATIVO
GESTÃO DO CONHECIMENTO O tobogã conecta a zona de oficinas do primeiro andar com a cafeteria e a academia. Para descer e comer não precisa esperar o elevador. Os recém chegados têm que descer por ele para se apresentar à todos, além de usar um ridículo chapéu colorido durante algumas horas.   Esta é uma área de trabalho convencional. Duas telas (monitores) é o padrão - economiza tempo e aumenta a produtividade - e os lugares são escolhidos livremente. Não é difícil ver os 'Googlers' mudando o lugar de trabalho com freqüencia.   http://mt1poko.blogspot.com/2011/01/empresa-google.html
GESTÃO DO CONHECIMENTO http://br.finance.yahoo.com/q/bs?s=GOOG&annual USD13,5bi USD20,0bi USD27,9bi
NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 Modelos Gerenciais Top-Down Bottom-up Middle-up-down Quem?  Agente de criação do conhecimento Alta gerência Indivíduo empreendedor Equipe / Gerência de nível médio Papel da alta gerência Comandante Patrocinadora / Mentora Catalisadora Papel da gerência de nível médio Processadora de informações Intraemprrendedora, autônoma Líder da equipe Qual? Conhecimento acumulado Explícito Tácito Explícito e Tácito Conversão do conhecimento Foco na combinação/ internalização Foco na socialização / externalização Foco na espiral do conhecimento Onde ? Armazenagem Banco de dados Personificado Base organizacional Como? Organização Hierarquia Equipe de projeto Hierarquia e força tarefa (hipertexto)
ORGANIZAÇÃO HIERÁRQUICA Posições orientadas pela divisão do trabalho Tradicionalmente utilizada nas empresas NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
ORGANIZAÇÃO EM HIPERTEXTO Constituída de três níveis interconectados Equipe de projeto Sistema de Negócios Base de conhecimento NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
ORGANIZAÇÃO EM HIPERTEXTO
ORGANIZAÇÃO EM HIPERTEXTO Hierarquia: analogia com o  Revezamento  que atua de forma linear Hipertexto: analogia com o  Futebol Americano  que atua de forma solta e flexível NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
" Para se qualificar como uma empresa criadora do conhecimento, a empresa precisa ter capacidade organizacional de adquirir, acumular, explorar e criar de forma contínua e dinâmica novos conhecimentos.“  Nonaka e Takeuchi (1997) ORGANIZAÇÃO EM HIPERTEXTO NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 Clippinger, John Henry – A Crowd of one p. 61 – Original de Damasio, Looking for Spinoza, p. 161 http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12025 http://www1.serpro.gov.br/publicacoes/gco_site/m_capitulo01.htm http://www.neuroredes.com.br/site/artigos/complexidade_nas_organiza%E7%F5es.htm http://lilianasoares.wordpress.com/2010/06/08/gestao-do-conhecimento HENRY, C. LUCAS JUNIOR, tecnologia da informção. 1. ed. LTC, 2006 http://mt1poko.blogspot.com/2011/01/empresa-google.html http://br.finance.yahoo.com/q/bs?s=GOOG&annual REFERÊNCIAS
 

Gestão do Conhecimento

  • 1.
    GESTÃO DO CONHECIMENTOHENRY SOUZA HAILTON LIRA EMERSON KAMIYA ANA PAULA ZANELLATTO RODRIGO FREITAS
  • 2.
    AGENDA GESTÃO DOCONHECIMENTO EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO WEB 2.0 VALOR E MERCADO DO CONHECIMENTO GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL ORGANIZAÇÕES HIPERTEXTO
  • 3.
    GESTÃO DO CONHECIMENTONONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 SÃO CÓDIGOS QUE CONSTITUEM A INFORMAÇÃO; FLUXO DE MENSAGENS (DADOS TRATADOS)
  • 4.
    GESTÃO DO CONHECIMENTODISSERNIMENTO; EXPERIÊNCIA; VERDADE FUNDAMENTAL; COMPLEXIDADE; VERDADES PRÁTICAS; VALORES E CRENÇAS. NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 COMPONENTES DO CONHECIMENTO
  • 5.
    GESTÃO DO CONHECIMENTONONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 TÁCITO : FILLING, KNOW HOW EXPLÍCITO : ENCICLOPÉDIAS
  • 6.
    GESTÃO DO CONHECIMENTONONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
  • 7.
    GESTÃO DO CONHECIMENTONONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 ESPIRAL DO CONHECIMENTO
  • 8.
    GESTÃO DO CONHECIMENTONONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 VÍDEO:
  • 9.
    GESTÃO DO CONHECIMENTONONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 ESPIRAL DO CONHECIMENTO:
  • 10.
    EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTOLEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Criação da escrita e sua história Foi somente na antiga Mesopotâmia que a escrita foi elaborada e criada. Por volta de 4000 a.C, os sumérios. desenvolveram a escrita cuneiforme. Usavam placas de barro, onde cunhavam esta escrita. Ano de 4000 AC Ano de 550 AC O ábaco é um antigo instrumento de cálculo, formado por uma moldura com bastões ou arames paralelos, dispostos no sentido vertical, correspondentes cada um a uma posição. Ano de 1202 DC Leonardo de Pisa , Conhecido simplesmente como Fibonacci foi um matemático Italiano, tido como o primeiro grande matemático europeu do Mediievo. É considerado por alguns como o mais talentoso matemático ocidental da Idade Média.
  • 11.
    LIVRO TEXTO LEVY,Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Pierre Lévy é filósofo. Nasceu em 1956, na cidade de Túnis (Tunísia). Realizou seus estudos na França, doutorou-se em Sociologia e em Ciências da Informação e da Comunicação. Lecionou em várias universidades de Paris e Montréal. Atualmente é professor da UQTR (Université du Québec ), na cidade de Quebec, Canadá.
  • 12.
    FATORES PARA OCONHECIMENTO LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição
  • 13.
    HISTÓRIA DO HIPERTEXTOLEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Ano de 1944 - 46 O ENIAC ( Electronic Numerical Integrator and Computer ) foi o primeiro computador digital eletrônico de grande escala. Criado em fevereiro de 1946 pelos cientistas norte-americanos John Eckert e John Mauchly, da Electronic Control Company . Ano de 1945 Vannevar Bush é, para muitos, o verdadeiro pai do hipertexto . Em 1945 escreveu um artigo intitulado As We May Think , no qual descrevia um dispositivo chamado Memex . O seu objetivo era aumentar a memória humana providenciando os meios para organizar a informação associadamente.
  • 14.
    HISTÓRIA DO HIPERTEXTOLEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Ano de 1960 Projeto XANADU Ted Nelson , inventou os termos hipertexto , e hipermídia , em 1963. Ted Nelson fundou o Projeto Xanadu em 1960 com o objetivo de criar uma rede de computadores de interface simples. O HIPERTEXTO é o Conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, Páginas, Imagens, Gráficos ou Partes dos Gráficos e Sequências Sonoras. Funcionamente o HIPERTEXTO é um tipo de programa para a organização de conhecimento ou dados, a aquisição de informações e a comunicação.
  • 15.
    ERA DO HIPERTEXTOLEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição VIDEO – ERA DO HIPERTEXTO
  • 16.
    EXEMPLOS DE HIPERTEXTOLEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição O sistema hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web . Exemplo de Aplicativo que utilizam Hipertextos.
  • 17.
    PRINCÍPIOS DE HIPERTEXTOLEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Heterogeneidade - A rede está para todos os usuários. E por isso toda a informação inserida no hipertexto é diferente uma da outra. Metamorfose - O blogger é um exemplo do principio da metamorfose. A rede está sempre recebendo informações e novos módulos, neste caso os blogs. Ela não é estática, ou seja a cada dia diversas informações são inseridas na internet. A rede é mutante e nunca está parada. Exterioridade - A rede está sempre aberta para os usuários. O Flickr é um exemplo onde qualquer pessoa pode se cadastrar e enviar fotos para o site modificando sempre a rede.
  • 18.
    PRINCÍPIOS DE HIPERTEXTOLEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição Mobilidade de Centro - A rede contém centros de interesse que são determinados pelos usuários. O Orkut, pelo menos no Brasil pode ser chamado de um centro de interesse. Topologia – Tudo funciona por proximidade, por vizinhança. A rede não está no espaço ela é o espaço. Multiplicidade e encaixe de escalas O hipertexto se organiza de modo fractal (forma de representar elementos caóticos, micro representações da estrutura de grandes elementos). Pode repercutir na vida das pessoas.
  • 19.
    EVOLUÇÃO DA WEBDécada de 70 Vale do Silício O Vale do Silício se localiza na Califórnia , Estados Unidos , é uma região na qual está situado um conjunto de empresas implantadas a partir da década de 1950, com o objetivo de gerar inovações científicas e tecnológicas, destacando-se na produção de Chips , na eletrônica, e informática . Universidades do Vale do Silício
  • 20.
    EVOLUÇÃO DA WEBDécada de 70 Steve Jobs Ano 75 – Blue Box Ano 75 – Altair 8800 Ano 76 – Apple 1 & Steve Wozniac
  • 21.
    EVOLUÇÃO DA WEBDécada de 70 & 80 Ano 76 – Cassete Ano 77 – Apple 2 Ano 84 – Macintosh
  • 22.
    WEIBERGER, D. Smallpieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 DAVID WEINBERGER Co-autor do best-selling “The Cluetrains Manifesto”, é comentarista do National Public Radio’s All Thing Considered e Here and Now, e colunista do Darwin Magazine, KMWorld e Intranet Design Magazine. Um professor de filosofia e escritor de comedia, ele já escreveu centenas de publicações, incluindo Wired, The New York Times e Smithsonian , and gives talks around the world on the Web’s effect business and society
  • 23.
    ESPAÇO TEMPO PERFEIÇÃOUNIÃO CONHECIMENTO WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
  • 24.
    Onde fica ose-commerce? Onde mora os vendedores do e-bay? Qual o tamanho da loja do Submarino.com? Qual a loja mais próxima da Netshoes.com? Space WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
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    Time VSE-commerce Lojas de varejo Palavra chave: Comparação WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
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    Self Qual adiferencia do perfil da FEI no: A NEW WORLD Palavra-chave: Credibilidade WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
  • 27.
    Knowledge Palavra-chave: acada pesquisa um novo conhecimento WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002
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    ESPAÇO Quantos linkstem na suas pagina Quantas pagina estão ligada na sua Quantos sites estão no seu site Tim Berners Lee’s Inventor do HTML, a linguagem da internet. www.yahoo.com.br Conexões com outras pessoas. Verbos mudam ( pegar, devolver para acessar, compartilhar) Faça uma pesquisa na biblioteca municipal e faça essa pesquisa na internet, levando em consideração que ambos tem os mesmo conteúdo. Palavra-chave: Relacionamento WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 ESPAÇO
  • 29.
    WEIBERGER, D. Smallpieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 PERFEIÇÃO
  • 30.
    Noticias de pequenasrelevância nacional se popularizam na internet Mataram a formiguinha – Que dó! Mais de 23 milhões de acesso Direito de ir e vir No horario nobre, a Globo consegue alcançar 2 milhoes de telespectadores Na media são vendidos aproximadamente 4,31 milhões de jornais ao dia Palavra-chave: Redes sociais, interações, partipações WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 UNIÃO
  • 31.
    Palavra chave: Difusãodo conhecimento WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 CONHECIMENTO Grupos de pessoas com interesses em comum Moderadores e grandes influenciadores Transmissão de informação e interpretação
  • 32.
    MERCADO DO CONHECIMENTOPossui compradores e vendedores que negociam o preço Não possui contratos formais DAVENPORT & PRUSAK (1998)
  • 33.
    MERCADO DO CONHECIMENTOCompradores são aqueles que buscam o conhecimento para realizar melhor suas tarefas, quando a complexidade ou incerteza excluem uma resposta fácil. Um bom exemplo são os gerentes e executivos. Vendedores são as pessoas tidas na organização como conhecedoras sobre determinado assunto ou processo. A recompensa do compartilhamento do conhecimento deve ser maior do que a recompensa por guardá-lo para si
  • 34.
    VALOR DO CONHECIMENTO“ O conhecimento retido na pessoa ou num livro que nunca será lido é um tesouro no fundo do mar.” NÃO BASTA TER INFORMAÇÃO SOBRE QUALQUER COISA É PRECISO QUE ELA TENHA UM VALOR PARA A SOCIEDADE http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12025 O CONHECIMENTO SÓ SERVE PARA DUAS COISAS
  • 35.
  • 36.
    GESTÃO DO CONHECIMENTOORGANIZACIONAL >> IDENTIDADE >> O BEM E O MAL >> EVOLUÇÃO ORGANIZACIONAL >> INTELIGÊNCIA COLETIVA PARA GESTÃO DO CONHECIMENTO >> GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL >> GESTÃO DO CONHECIMENTO: GOOGLE INC.
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    IDENTIDADE Clippinger, JohnHenry – A Crowd of one p. 61 – Original de Damasio, Looking for Spinoza, p. 161 “ A realidade biológica de sobrevivência conduz à verdade, porque em nossa necessidade inalienável de manter a nós mesmos, devemos, necessariamente, ajudar a preservar os outros. Se falharmos, estaremos perecendo e, portanto, violando o princípio fundamental. O segundo fundamento da verdade, então, é a realidade de uma estrutura social e a presença de outros organismos vivos em um complexo sistema de interdependência com o nosso próprio organismo.”
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  • 40.
  • 41.
    EVOLUÇÃO ORGANIZACIONAL >>REVOLUÇÃO INDUSTRIAL >> REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO PRINCÍPIO DE NEWTON: Determinístico e Linear: Causa e efeito; Resolução de problemas de forma hierárquica; Estabilidade, regularidade e precisão. Vulnerável a mudanças e imprevistos; Busca a eficiência e não a criatividade e inovação; Conhecimento reduzido para descobertas das certezas. PRINCÍPIO DA COMPLEXIDADE: Indeterminado e aleatório: Desordem; Incentiva a criatividade, inovação por meio da interação e colaboração das pessoas; Flexibilidade a mudanças e imprevistos: Adaptabilidade, reorganização; Conhecimento utilizado não somente para resolução de problemas, mas para adaptação a incertezas e criação de problemas para serem solucionados. http://www.neuroredes.com.br/site/artigos/complexidade_nas_organiza%E7%F5es.htm –
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    GESTÃO DO CONHECIMENTOORGANIZACIONAL http://lilianasoares.wordpress.com/2010/06/08/gestao-do-conhecimento/
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    EVOLUÇÃO ORGANIZACIONAL LOCALTEMPO Lucas Henry – pagina 282 figura 19.2 – Tempo e Local Mesmo Diferente Mesmo Sistemas de Suporte à Decisão em grupo, salas de reuniões eletrônicas E-mail e Groupware Diferente Videoconferência, sala de palestras E-mail e Groupware
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    INTELIGÊNCIA COLETIVA NOAMBIENTE CORPORATIVO - GROUPWARE - REDES SOCIAIS
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    INTELIGÊNCIA COLETIVA NOAMBIENTE CORPORATIVO VÍDEO
  • 46.
    INTELIGÊNCIA COLETIVA NOAMBIENTE CORPORATIVO
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    GESTÃO DO CONHECIMENTOO tobogã conecta a zona de oficinas do primeiro andar com a cafeteria e a academia. Para descer e comer não precisa esperar o elevador. Os recém chegados têm que descer por ele para se apresentar à todos, além de usar um ridículo chapéu colorido durante algumas horas. Esta é uma área de trabalho convencional. Duas telas (monitores) é o padrão - economiza tempo e aumenta a produtividade - e os lugares são escolhidos livremente. Não é difícil ver os 'Googlers' mudando o lugar de trabalho com freqüencia. http://mt1poko.blogspot.com/2011/01/empresa-google.html
  • 48.
    GESTÃO DO CONHECIMENTOhttp://br.finance.yahoo.com/q/bs?s=GOOG&annual USD13,5bi USD20,0bi USD27,9bi
  • 49.
    NONAKA, I.;TAKEUCHI, N.Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 Modelos Gerenciais Top-Down Bottom-up Middle-up-down Quem? Agente de criação do conhecimento Alta gerência Indivíduo empreendedor Equipe / Gerência de nível médio Papel da alta gerência Comandante Patrocinadora / Mentora Catalisadora Papel da gerência de nível médio Processadora de informações Intraemprrendedora, autônoma Líder da equipe Qual? Conhecimento acumulado Explícito Tácito Explícito e Tácito Conversão do conhecimento Foco na combinação/ internalização Foco na socialização / externalização Foco na espiral do conhecimento Onde ? Armazenagem Banco de dados Personificado Base organizacional Como? Organização Hierarquia Equipe de projeto Hierarquia e força tarefa (hipertexto)
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    ORGANIZAÇÃO HIERÁRQUICA Posiçõesorientadas pela divisão do trabalho Tradicionalmente utilizada nas empresas NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
  • 51.
    ORGANIZAÇÃO EM HIPERTEXTOConstituída de três níveis interconectados Equipe de projeto Sistema de Negócios Base de conhecimento NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
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    ORGANIZAÇÃO EM HIPERTEXTOHierarquia: analogia com o Revezamento que atua de forma linear Hipertexto: analogia com o Futebol Americano que atua de forma solta e flexível NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
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    " Para sequalificar como uma empresa criadora do conhecimento, a empresa precisa ter capacidade organizacional de adquirir, acumular, explorar e criar de forma contínua e dinâmica novos conhecimentos.“ Nonaka e Takeuchi (1997) ORGANIZAÇÃO EM HIPERTEXTO NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997
  • 55.
    NONAKA, I.;TAKEUCHI, N.Criação do Conhecimento na Empresa. 1. ed. Rio de Janeiro. 1997 LEVY, Pierre, As tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição WEIBERGER, D. Small pieces loosely joined. 1. ed. New York: Basic, 2002 Clippinger, John Henry – A Crowd of one p. 61 – Original de Damasio, Looking for Spinoza, p. 161 http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12025 http://www1.serpro.gov.br/publicacoes/gco_site/m_capitulo01.htm http://www.neuroredes.com.br/site/artigos/complexidade_nas_organiza%E7%F5es.htm http://lilianasoares.wordpress.com/2010/06/08/gestao-do-conhecimento HENRY, C. LUCAS JUNIOR, tecnologia da informção. 1. ed. LTC, 2006 http://mt1poko.blogspot.com/2011/01/empresa-google.html http://br.finance.yahoo.com/q/bs?s=GOOG&annual REFERÊNCIAS
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Notas do Editor

  • #4 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #5 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #6 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #7 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #8 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #9 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #10 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #11 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #12 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #13 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #14 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #15 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #16 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #17 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #18 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #19 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #24 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #28 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #33 DAVENPORT & PRUSAK (1998), chamam de “quase mercado” NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #34 Um problema muito usual é o não compartilhamento do conhecimento por receio das pessoas de tornarem-se desnecessárias. Apesar de todos potencialmente serem compradores de conhecimento, nem todos são vendedores, pois podem não ser capazes de articular seu conhecimento tácito, ou ter um conhecimento muito especializado, pessoal ou limitado, que não tenha valor no mercado do conhecimento. NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #35 A sabedoria, por sua vez, é todo o conhecimento aplicado. Quando você usa conhecimento para viver melhor, produzir melhor, está exercendo uma certa sabedoria FONTE: http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12025 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #36 Os fofoqueiros, por exemplo, sabem tudo da vida alheia. Mas qual o valor desse conhecimento?  FONTE: internet - Texto de Luiz Marins NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #38 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #39 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #40 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #41 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #42 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #43 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #44 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #45 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #46 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #47 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #48 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #49 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #50 NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #51 Segundo Angeloni (2002, p. 63, 65) ainda hoje a estrutura organizacional é vista essencialmente como uma fonte de controle sobre as pessoas que a compõem pelo grau de formalização exercido sobre elas, pela sua alocação em posições orientadas pela divisão do trabalho, na submissão a normas e regulamentos e em níveis de autoridade e responsabilidade. Esta condição de controle naturalmente leva o indivíduo a desviar-se de seus objetivos organizacionais para dar importância ao cumprimento de regras a que está sujeito NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #52 Nonaka e Takeuchi (1997, p. 192 a 196) imaginaram um modelo de organização cujo funcionamento em que uma organização em hipertexto é constituída de três níveis interconectados: o sistema de negócios, a equipe de projeto e a base de conhecimento. O primeiro dos níveis (sistema de negócios) responsabiliza-se pelas tarefas rotineiras da organização, estando estruturado de maneira burocrática, formal e hierárquica. O nível equipe de projeto é constituído por pessoas oriundas de diferentes gerado departamentos do nível sistema de negócios e engajam-se em equipes criadoras de conhecimento e exclusivamente dedicadas a um determinado projeto. O conhecimento por tais equipes é classificado, contextualizado e registrado no terceiro dos níveis, a base de conhecimento, que não possui constituição física definida, mas que tem por função a disseminação do conhecimento criado por toda a empresa, incorporando-o à cultura e tecnologia da organização. NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997
  • #54 Organização em hipertexto: solta e flexivel A organização em hipertexto favorece a gerencia midlle up down Revezamento: o desenvolvimento ocorre sequencialmente de uma fase para outra. As funções são especializadas e a norma é a divisão do trabalho. Sua principal limitação é o longo prazo. Busca a perfeição de especialista e gera altos padrões de desempenho Rugbi: o desenvolvimento surge da interação constante de uma equipe multidisciplinar, cujo os membros trabalham juntos do inicio ao fim. /corre o risco de comprometer os padrões de desempenho Revezamento = desempenho Rugbi = velocidade NONAKA, I.;TAKEUCHI, N. Criação do Conhecimento na Empresa. 1 ed. Rio de Janeiro. 1997