A natureza brasileiraA natureza brasileira
Relevo, hidrografia,Relevo, hidrografia,
clima e vegetaçãoclima e vegetação
Professor: Bruno LimaProfessor: Bruno Lima
Formações florestais
Floresta Amazônica
• Floresta Equatorial ou
Hiléia
• Ocupa 40% do território
brasileiro (região norte
+norte do MT + oeste do
MA)
• Clima quente e úmido
• Latifoliada,
heterogênea, densa,
perene, hidrófila
• Dividida em 3 estratos:
igapó, várzea e terra
firme
Formações florestais
FlorestaTropical
• Heterogêna, densa,
úmida
• No litoral = Mata
Atlântica – estendia-se
do RN ao RS, vegetação
de encosta, foi
intensamente devastada
pela ocupação humana
• No interior da região
sudeste = Mata da Bacia
do Paraná – foi
devastada pelo avanço
do café
Formações florestais
Mata dos Cocais
• Mata de transição
• Aparece no Meio-
Norte (MA e PI)
• Climas opostos –
equatorial e semi-
árido
• Babaçu = área + úmida
• Carnaúba = área - úmida
Formações florestais
Floresta Subtropical
• Floresta aciculifoliada
= folhas finas e
alongadas
• Homogênea
• Mata das Araucárias
(= pinheiro-do-paraná) –
estendia-se de São
Paulo ao Rio Grande
do Sul
• Sofreu intensa
exploração (madeira)
Formações complexas
(estrato arbóreo + arbustivo + herbáceo)
Cerrado
• Também denominado savana-
do-brasil
• Ocupava originariamente 25%
do território
• Típico do clima tropical – 2
estações
• Aparece na região CO e
arredores
• Pequenas árvores e arbustos
retorcidos, com casca grossa,
folhas pequenas caducifólias,
raízes profundas
• Devastado pela pecuária e
agricultura comercial
mecanizada (soja)
Formações complexas
(estrato arbóreo + arbustivo + herbáceo)
Caatinga
• Formação típica do clima
semi-árido
• Aparece no sertão nordestino
• Ocupa 11% do território
nacional
• Composta por plantas
xerófitas (cactos),
caducifólias e pela
carnaubeira (folhas
recobertas por cera)
• Área ocupada pela
agropecuária tradicional
predatória e extração de lenha
• Ameaçada de desertificação
Formações complexas
(estrato arbóreo + arbustivo + herbáceo)
Pantanal matogrossense
• Interior do MT e MS – extensa
planície aluvial
• Vegetação variada:
nas porções inundáveis
aparecem as espécies
rasteiras (pecuária);
nas porções de alagamento
eventual aparecem espécies
rasteiras, cerrados, caatingas,
matas tropicais (=complexo do
pantanal)
• Recentemente apareceram a
agricultura comercial, caça
ilegal e pesca predatória
Formações herbáceas (campestres)
Campos
• Compostos por vegetação
rasteira com gramíneas e
pequenos arbustos
• Campos meridionais =
Campanha Gaúcha no RS,
“campos limpos”, pecuária
• Campos da Hiléia – áreas
inundáveis da Amazônia
oriental (AP e ilha do Marajó)
• Campos de altitude – região
sudeste e planalto das guianas
Formações litorâneas
Mangues
• Estendem-se pela costa
brasileira
• Vegetais adaptados ao
ambiente salobro
(estuários) e pouca
oxigenação
• Arbustos e árvores de
troncos finos e raízes
aéreas
• Extração de caranguejos
• Ameaçados pela
especulação imobiliária
Formações litorâneas
Restingas - Dunas - Praias
Domínios Morfoclimáticos
(vegetação + clima + relevo + solos + hidrografia)
Amazônia
Nos dias atuais é grande
a devastação ambiental
na Amazônia
(queimadas,desmatame
ntos, extinção de
espécies, etc.)
Fonte: greenpeace.org
Ecologicamente a Amazônia está
correndo muito perigo.
•Grande atrativo econômico natural
•Indústrias mineradoras geram
consequências incalculáveis ao ambiente e
nos rios são despejados muitos produtos
químicos para esta exploração.
A agricultura torna áreas de vegetação
em solos de fácil erosividade. São poucas
as atividades econômicas que não agridem
a natureza.
Fonte: http://www.ciflorestas.com.br/conteudo.php?id=1679
O desmatamento, as queimadas e o
avanço da fronteira agrícola têm levado ao
desaparecimento de florestas tropicais,
acompanhado de acelerados processos de
perda de solo e de matéria orgânica.
Fonte: http://www.ecodebate.com.br/2008/10/06/solo-da-amazonia-nao-suporta-modelo-de-
agricultura-adotado-na-regiao/
O cerrado atraiu muita atenção para a
agricultura, o que lhe tornou uma região de
grande produção de grãos como a soja e
agropastoril, com a ótima adaptação dos
gados.
Cerrado
Outra exploração ativa é a mineral,
como o ouro e o diamante, decorrendo uma
grande devastação à natureza.
Extração de ouro no norte do mato grosso.
Fonte:
http://nortaonoticias.com.br/regional/51483/A_retomada_da_extracao_mineral_na_regiao_norte_de_Mat
o_Grosso_esta_impulsionando_a_economia_dos_municipios_
O ambiente natural
da caatinga encontra-se
pouco devastado. Sua
região poderia ser
ocupada mais a nível
agrícola, em virtude do
seu solo possuir boas
condições de manejo, só
necessitando de
irrigação artificial.
Caatinga
Percebe-se
atualmente que esta
composição arbórea
quase desapareceu
dessa região, devido
à descontrolada
exploração da
araucária para
produção de
celulose.
Araucárias
O domínio morfoclimático das
Pradarias detém importantes reservas
biológicas, como a do Parque Estadual do
Espinilho (Uruguaiana e Barra do Quarai) e
a Reserva Biológica de Donato (São Borja).
Pradarias
Relevo do Brasil
Características
• A formação do relevo brasileiro decorre da ação de diversos elementos,
como a estrutura geológica do território, os agentes internos, o tectonismo
e o vulcanismo, e os agentes externos: as águas correntes e o
intemperismo.
• O Brasil é um país de poucos desníveis. Cerca de 40% do seu território
encontra-se abaixo de 200 m de altitude, 45% entre 200 e 600 m, e 12%,
entre 600 e 900 m. Apenas 3% constituem área montanhosa,
ultrapassando os 900 m de altitude.
• Como reflexo dessa estrutura geológica, de base sedimentar, a altimetria
de do relevo brasileiro vai caracterizar-se pelo predomínio das baixas e
médias altitudes.
• Tais formações se sobrepõem aos terrenos pré-cambrianos, mais antigos,
que formam o embasamento de nosso relevo, de origem cristalina, e que
afloram em 36% do território.
Características
• O relevo brasileiro, em sua formação, não sofreu a ação dos
movimentos orogenéticos recentes, responsáveis pelo surgimento dos
chamados dobramentos modernos e, por isso, caracteriza-se pela
presença de três grandes formas: os planaltos as depressões e as
planícies.
• Os planaltos e as depressões representam as formas predominantes,
ocupando cerca de 95% do território, e têm origem e tanto cristalina
quanto sedimentar. Em alguns pontos do território, especialmente nas
bordas dos planaltos, o relevo apresenta-se muito acidentado, como a
ocorrência de serras e escarpas.
• As planícies representam os 5% restantes do território brasileiro e são
exclusivamente de origem sedimentar.
Classificação do relevo brasileiro
• Aroldo de Azevedo, na década de 40, que utilizava como critério para
a definição das formas o nível altimétrico como fator de determinação
do que seja um planalto ou uma planície.
• De acordo com esse critério:
– a superfícies aplainadas que superassem a marca dos 200 m de altitude
seriam classificadas como planaltos,
– as superfícies aplainadas que apresentassem altitudes inferiores a 200 m
seriam classificadas como planícies.
• Com base nisso, o Brasil dividia-se em oito unidades de relevo, sendo
4 planaltos, que ocupavam 59% do território e 4 planícies, que
ocupavam os 41% restante
Classificação de Aroldo de Azevedo
Classificação de Ab'Saber
• O professor Aziz Nacib Ab'Saber, no final da década de 50,
apresentou uma nova classificação que desprezava o nível
altimétrico e dá ênfase aos processos geomorfólogicos, isto é, aos
processos de erosão e sedimentação.
• Assim, para ele:
– planalto é uma superfície na qual predomina o processo de
desgaste
– planície (ou terras baixas) é uma área de sedimentação.
• Por essa divisão, o relevo brasileiro se compunha de 10 unidades,
sendo 7 planaltos, que ocupavam 75% do território, e três planícies,
que ocupavam os 25 restantes.
Classificação de Ab'Saber
Classificação de Ross
• A mais recente classificação do relevo brasileiro é a proposta pelo
professor Jurandyr Ross, divulgada em 1985.
• Jurandyr Ross, a exemplo de Ab'Saber, também utiliza os processos
geomorfológicos para elaborar a sua classificação.
• Destaca três formas principais de relevo:planaltos, planícies e
depressões. Define cada macro-unidade da seguinte forma:
– PLANALTO como sendo uma superfície irregular, com altitude acima de
300 metros e produto de erosão;
– PLANÍCIE, como uma área plana, formada pelo acúmulo recente de
sedimentos;
– DEPRESSÃO, como superfície entre 100 e 500 metros de altitude, com
inclinação suave, mais plana que o planalto e formada por processo de
erosão.
Classificação de Ross
As partes de um rio e seu curso
Foz em delta Foz em estuário
BACIASHIDROGRÁFICAS
• Bacias – rios, lagos e
lençóis que sofrem
influencia da mesma
vertente topográfica.
• Rede – conjunto de
escoamento superficial.
• No Brasil:
– Rios volumosos.
– Cheias no verão.
– Drenagem exorréica.
– Maioria de planalto.
– Foz em estuário.
Rede
hidrográfica
rica em rios,
mas pobre em
lagos
O regime de
alimentação é
basicamente
pluvial-
tropical
A grande maioria
dos rios
brasileiros é
perene, ou seja,
nunca secam.
A hidrografia é
bastante utilizada
como fonte de
energia, com
predomínio de rios
de planaltos
BACIA AMAZÔNICA
• Maior bacia do mundo.
• Envolve Peru, Colômbia,
Equador, Venezuela, Guianas,
Bolívia e Brasil.
• Apresenta duas cheias
anuais. Seus afluentes provêm
tanto do hemisfério norte,
quanto do hemisfério sul.
• Principal rio é o Amazonas, que
nasce na Cordilheira dos
Andes(Peru), recebendo o
nome de Apurimac, em seguida,
Ucayali.
• É a Bacia que apresenta o
maior potencial hidroelétrico
do país.
• Apresenta excelente potencial
para navegação desde Belém
até Manaus.
BACIA DOARAGUAIA -
TOCANTINS
• É a maior bacia totalmente
brasileira.
• É a terceira em potencial
hidrelétrico do país.
• Apresenta o Rio Araguaia
como seu principal afluente.
• Nasce em área de cerrados.
• Nascente em regime tropical
e tropical úmido.
• Passa por Goiás, mato
grosso, Tocantins, Maranhão,
Pará.
• Usina hidrelétrica de Tucuruí,
no Pará que abastece o setor
ferrífero.
BACIA SÃO FRANCISCO
• Nasce na Serra da Canastra
– MG. (São Roque de Minas)
• Passa por Bahia,
Pernambuco, Alagoas e
Sergipe.
• Rio da integração Nacional.
• Nasce na mata Atlântica,
passa pelo cerrado,
Caatinga, Agreste e Zona da
Mata.(Rio Perene)
• É navegável no trecho de
1.370 Km que vai de
Pirapora até Juazeiro.
(Eclusas)
• Rio de planalto com grande
aproveitamento hidrelétrico.
• Três Marias
• Sobradinho
• Paulo Afonso
• Xingo
BACIA SÃO FRANCISCO
• Rio São F. recebe
investimentos na
agricultura, para
irrigação no semi-
árido.
• Transposição do São
Francisco procura
transformar rios
intermitentes e rios
perenes.
• Intensificação da
agricultura sertaneja.
BACIA PLATINA
• A Bacia Platina é a
segunda maior bacia
hidrográfica do planeta. Se
estende pelo Brasil,
Uruguai, Bolívia, Paraguai
e Argentina.
• É a que apresenta o
maior potencial hidrelétrico
instalado no Brasil. cerca
de 60,9% das hidrelétricas
em operação.
• Sua posição geografia
é estratégica .
• É constituída pelas sub-
bacias dos rios Paraná,
Paraguai e Uruguai.
Baciado Paraná
• O rio Paraná é o segundo
em extensão na América.
• Apresenta o maior
aproveitamento
hidrelétrico do Brasil,
abrigando a Usina de
Itaipu, entre outras.
• Sua navegabilidade e a de
seus afluentes vem sendo
aumentada pela
construção da hidrovia
Tietê-Paraná.
Baciado Paraguai
• É basicamente formada
por rios de planície,
que atravessam a
planície do pantanal,
sendo o Paraguai o
principal.
• Destaca-se por sua
navegabilidade
possuindo importantes
portos fluviais, por onde
são transportados gados
de corte, minérios e
cereais
Baciado Uruguai
• A bacia do Uruguai tem
um trecho planáltico,
com bom potencial
hidrelétrico. Porém com
pouco aproveitamento.
• É navegável no seu
médio e baixo curso
• O rio Uruguai nasce
pela fusão dos rios
Canoas (SC) e Pelotas
(RS).
OS TIPOS DE CLIMA DO BRASIL
• Variam muito os critérios usados pelos estudiosos
para classificar o clima. Alguns classificam o clima
pela quantidade de chuvas e dos registros de
temperatura. Outros levam em conta a ação das
massas de ar.
CLIMA EQUATORIAL
• O clima equatorial predomina na Amazônia e se
caracteriza por temperaturas médias muito elevadas. A
temperatura varia muito pouco ao longo do dia e do ano.
CLIMA TROPICAL
• Abrange quase igualmente as regiões Centro-Oeste,
Nordeste e Sudeste.
• O clima tropical é bem diferente do equatorial pois tem
duas estações do ano bem marcadas: inverno, ameno e
seco; e verão, quente e chuvoso.
CLIMA SEMIÁRIDO
• Abrange todo o Sertão Nordestino – a maior parte de oito
estados da região Nordeste.
• Principais características: Temperaturas médias elevadas
e chuvas escassas e irregulares.
CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE
• Tem características muito parecidas com a do clima
tropical. Difere porque tem temperaturas mais amenas.
CLIMA TROPICAL ATLÂNTICO
• Domina a faixa litorânea que se estende do Rio Grande do
Norte ao Paraná. As temperaturas médias anuais são
elevadas, e as chuvas são relativamente bem distribuídas.
• É um dos principais atrativos para o turismo em todo o
litoral brasileiro.
CLIMA SUBTROPICAL
• Caracteriza-se por apresentar as temperaturas médias
anuais mais baixas do país. Nas áreas elevadas o inverno
é mais frio.
A IMPORTÂNCIA DO CLIMA PARA A
AGRICULTURA
• O Brasil se encontra, predominantemente, na chamada
zona climática intertropical, onde prevalecem os climas
quentes e úmidos. Tais características climáticas tornam o
Brasil capaz de desenvolver vários cultivos agrícolas.
• O clima é importante para a agricultura, e os tipos de
clima que predominam no Brasil são adequados a
praticamente todos os tipos de cultivos importantes.

GEOGRAFIA DO BRASIL

  • 1.
    A natureza brasileiraAnatureza brasileira Relevo, hidrografia,Relevo, hidrografia, clima e vegetaçãoclima e vegetação Professor: Bruno LimaProfessor: Bruno Lima
  • 3.
    Formações florestais Floresta Amazônica •Floresta Equatorial ou Hiléia • Ocupa 40% do território brasileiro (região norte +norte do MT + oeste do MA) • Clima quente e úmido • Latifoliada, heterogênea, densa, perene, hidrófila • Dividida em 3 estratos: igapó, várzea e terra firme
  • 4.
    Formações florestais FlorestaTropical • Heterogêna,densa, úmida • No litoral = Mata Atlântica – estendia-se do RN ao RS, vegetação de encosta, foi intensamente devastada pela ocupação humana • No interior da região sudeste = Mata da Bacia do Paraná – foi devastada pelo avanço do café
  • 5.
    Formações florestais Mata dosCocais • Mata de transição • Aparece no Meio- Norte (MA e PI) • Climas opostos – equatorial e semi- árido • Babaçu = área + úmida • Carnaúba = área - úmida
  • 6.
    Formações florestais Floresta Subtropical •Floresta aciculifoliada = folhas finas e alongadas • Homogênea • Mata das Araucárias (= pinheiro-do-paraná) – estendia-se de São Paulo ao Rio Grande do Sul • Sofreu intensa exploração (madeira)
  • 7.
    Formações complexas (estrato arbóreo+ arbustivo + herbáceo) Cerrado • Também denominado savana- do-brasil • Ocupava originariamente 25% do território • Típico do clima tropical – 2 estações • Aparece na região CO e arredores • Pequenas árvores e arbustos retorcidos, com casca grossa, folhas pequenas caducifólias, raízes profundas • Devastado pela pecuária e agricultura comercial mecanizada (soja)
  • 8.
    Formações complexas (estrato arbóreo+ arbustivo + herbáceo) Caatinga • Formação típica do clima semi-árido • Aparece no sertão nordestino • Ocupa 11% do território nacional • Composta por plantas xerófitas (cactos), caducifólias e pela carnaubeira (folhas recobertas por cera) • Área ocupada pela agropecuária tradicional predatória e extração de lenha • Ameaçada de desertificação
  • 9.
    Formações complexas (estrato arbóreo+ arbustivo + herbáceo) Pantanal matogrossense • Interior do MT e MS – extensa planície aluvial • Vegetação variada: nas porções inundáveis aparecem as espécies rasteiras (pecuária); nas porções de alagamento eventual aparecem espécies rasteiras, cerrados, caatingas, matas tropicais (=complexo do pantanal) • Recentemente apareceram a agricultura comercial, caça ilegal e pesca predatória
  • 10.
    Formações herbáceas (campestres) Campos •Compostos por vegetação rasteira com gramíneas e pequenos arbustos • Campos meridionais = Campanha Gaúcha no RS, “campos limpos”, pecuária • Campos da Hiléia – áreas inundáveis da Amazônia oriental (AP e ilha do Marajó) • Campos de altitude – região sudeste e planalto das guianas
  • 11.
    Formações litorâneas Mangues • Estendem-sepela costa brasileira • Vegetais adaptados ao ambiente salobro (estuários) e pouca oxigenação • Arbustos e árvores de troncos finos e raízes aéreas • Extração de caranguejos • Ameaçados pela especulação imobiliária
  • 12.
  • 13.
    Domínios Morfoclimáticos (vegetação +clima + relevo + solos + hidrografia)
  • 14.
    Amazônia Nos dias atuaisé grande a devastação ambiental na Amazônia (queimadas,desmatame ntos, extinção de espécies, etc.) Fonte: greenpeace.org
  • 15.
    Ecologicamente a Amazôniaestá correndo muito perigo. •Grande atrativo econômico natural •Indústrias mineradoras geram consequências incalculáveis ao ambiente e nos rios são despejados muitos produtos químicos para esta exploração.
  • 16.
    A agricultura tornaáreas de vegetação em solos de fácil erosividade. São poucas as atividades econômicas que não agridem a natureza. Fonte: http://www.ciflorestas.com.br/conteudo.php?id=1679
  • 17.
    O desmatamento, asqueimadas e o avanço da fronteira agrícola têm levado ao desaparecimento de florestas tropicais, acompanhado de acelerados processos de perda de solo e de matéria orgânica. Fonte: http://www.ecodebate.com.br/2008/10/06/solo-da-amazonia-nao-suporta-modelo-de- agricultura-adotado-na-regiao/
  • 18.
    O cerrado atraiumuita atenção para a agricultura, o que lhe tornou uma região de grande produção de grãos como a soja e agropastoril, com a ótima adaptação dos gados. Cerrado
  • 19.
    Outra exploração ativaé a mineral, como o ouro e o diamante, decorrendo uma grande devastação à natureza. Extração de ouro no norte do mato grosso. Fonte: http://nortaonoticias.com.br/regional/51483/A_retomada_da_extracao_mineral_na_regiao_norte_de_Mat o_Grosso_esta_impulsionando_a_economia_dos_municipios_
  • 20.
    O ambiente natural dacaatinga encontra-se pouco devastado. Sua região poderia ser ocupada mais a nível agrícola, em virtude do seu solo possuir boas condições de manejo, só necessitando de irrigação artificial. Caatinga
  • 21.
    Percebe-se atualmente que esta composiçãoarbórea quase desapareceu dessa região, devido à descontrolada exploração da araucária para produção de celulose. Araucárias
  • 22.
    O domínio morfoclimáticodas Pradarias detém importantes reservas biológicas, como a do Parque Estadual do Espinilho (Uruguaiana e Barra do Quarai) e a Reserva Biológica de Donato (São Borja). Pradarias
  • 23.
  • 24.
    Características • A formaçãodo relevo brasileiro decorre da ação de diversos elementos, como a estrutura geológica do território, os agentes internos, o tectonismo e o vulcanismo, e os agentes externos: as águas correntes e o intemperismo. • O Brasil é um país de poucos desníveis. Cerca de 40% do seu território encontra-se abaixo de 200 m de altitude, 45% entre 200 e 600 m, e 12%, entre 600 e 900 m. Apenas 3% constituem área montanhosa, ultrapassando os 900 m de altitude. • Como reflexo dessa estrutura geológica, de base sedimentar, a altimetria de do relevo brasileiro vai caracterizar-se pelo predomínio das baixas e médias altitudes. • Tais formações se sobrepõem aos terrenos pré-cambrianos, mais antigos, que formam o embasamento de nosso relevo, de origem cristalina, e que afloram em 36% do território.
  • 25.
    Características • O relevobrasileiro, em sua formação, não sofreu a ação dos movimentos orogenéticos recentes, responsáveis pelo surgimento dos chamados dobramentos modernos e, por isso, caracteriza-se pela presença de três grandes formas: os planaltos as depressões e as planícies. • Os planaltos e as depressões representam as formas predominantes, ocupando cerca de 95% do território, e têm origem e tanto cristalina quanto sedimentar. Em alguns pontos do território, especialmente nas bordas dos planaltos, o relevo apresenta-se muito acidentado, como a ocorrência de serras e escarpas. • As planícies representam os 5% restantes do território brasileiro e são exclusivamente de origem sedimentar.
  • 26.
    Classificação do relevobrasileiro • Aroldo de Azevedo, na década de 40, que utilizava como critério para a definição das formas o nível altimétrico como fator de determinação do que seja um planalto ou uma planície. • De acordo com esse critério: – a superfícies aplainadas que superassem a marca dos 200 m de altitude seriam classificadas como planaltos, – as superfícies aplainadas que apresentassem altitudes inferiores a 200 m seriam classificadas como planícies. • Com base nisso, o Brasil dividia-se em oito unidades de relevo, sendo 4 planaltos, que ocupavam 59% do território e 4 planícies, que ocupavam os 41% restante
  • 27.
  • 28.
    Classificação de Ab'Saber •O professor Aziz Nacib Ab'Saber, no final da década de 50, apresentou uma nova classificação que desprezava o nível altimétrico e dá ênfase aos processos geomorfólogicos, isto é, aos processos de erosão e sedimentação. • Assim, para ele: – planalto é uma superfície na qual predomina o processo de desgaste – planície (ou terras baixas) é uma área de sedimentação. • Por essa divisão, o relevo brasileiro se compunha de 10 unidades, sendo 7 planaltos, que ocupavam 75% do território, e três planícies, que ocupavam os 25 restantes.
  • 29.
  • 30.
    Classificação de Ross •A mais recente classificação do relevo brasileiro é a proposta pelo professor Jurandyr Ross, divulgada em 1985. • Jurandyr Ross, a exemplo de Ab'Saber, também utiliza os processos geomorfológicos para elaborar a sua classificação. • Destaca três formas principais de relevo:planaltos, planícies e depressões. Define cada macro-unidade da seguinte forma: – PLANALTO como sendo uma superfície irregular, com altitude acima de 300 metros e produto de erosão; – PLANÍCIE, como uma área plana, formada pelo acúmulo recente de sedimentos; – DEPRESSÃO, como superfície entre 100 e 500 metros de altitude, com inclinação suave, mais plana que o planalto e formada por processo de erosão.
  • 31.
  • 35.
    As partes deum rio e seu curso
  • 36.
    Foz em deltaFoz em estuário
  • 37.
    BACIASHIDROGRÁFICAS • Bacias –rios, lagos e lençóis que sofrem influencia da mesma vertente topográfica. • Rede – conjunto de escoamento superficial. • No Brasil: – Rios volumosos. – Cheias no verão. – Drenagem exorréica. – Maioria de planalto. – Foz em estuário.
  • 38.
    Rede hidrográfica rica em rios, maspobre em lagos O regime de alimentação é basicamente pluvial- tropical A grande maioria dos rios brasileiros é perene, ou seja, nunca secam. A hidrografia é bastante utilizada como fonte de energia, com predomínio de rios de planaltos
  • 40.
    BACIA AMAZÔNICA • Maiorbacia do mundo. • Envolve Peru, Colômbia, Equador, Venezuela, Guianas, Bolívia e Brasil. • Apresenta duas cheias anuais. Seus afluentes provêm tanto do hemisfério norte, quanto do hemisfério sul. • Principal rio é o Amazonas, que nasce na Cordilheira dos Andes(Peru), recebendo o nome de Apurimac, em seguida, Ucayali. • É a Bacia que apresenta o maior potencial hidroelétrico do país. • Apresenta excelente potencial para navegação desde Belém até Manaus.
  • 41.
    BACIA DOARAGUAIA - TOCANTINS •É a maior bacia totalmente brasileira. • É a terceira em potencial hidrelétrico do país. • Apresenta o Rio Araguaia como seu principal afluente. • Nasce em área de cerrados. • Nascente em regime tropical e tropical úmido. • Passa por Goiás, mato grosso, Tocantins, Maranhão, Pará. • Usina hidrelétrica de Tucuruí, no Pará que abastece o setor ferrífero.
  • 42.
    BACIA SÃO FRANCISCO •Nasce na Serra da Canastra – MG. (São Roque de Minas) • Passa por Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. • Rio da integração Nacional. • Nasce na mata Atlântica, passa pelo cerrado, Caatinga, Agreste e Zona da Mata.(Rio Perene) • É navegável no trecho de 1.370 Km que vai de Pirapora até Juazeiro. (Eclusas) • Rio de planalto com grande aproveitamento hidrelétrico. • Três Marias • Sobradinho • Paulo Afonso • Xingo
  • 43.
    BACIA SÃO FRANCISCO •Rio São F. recebe investimentos na agricultura, para irrigação no semi- árido. • Transposição do São Francisco procura transformar rios intermitentes e rios perenes. • Intensificação da agricultura sertaneja.
  • 45.
    BACIA PLATINA • ABacia Platina é a segunda maior bacia hidrográfica do planeta. Se estende pelo Brasil, Uruguai, Bolívia, Paraguai e Argentina. • É a que apresenta o maior potencial hidrelétrico instalado no Brasil. cerca de 60,9% das hidrelétricas em operação. • Sua posição geografia é estratégica . • É constituída pelas sub- bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai.
  • 46.
    Baciado Paraná • Orio Paraná é o segundo em extensão na América. • Apresenta o maior aproveitamento hidrelétrico do Brasil, abrigando a Usina de Itaipu, entre outras. • Sua navegabilidade e a de seus afluentes vem sendo aumentada pela construção da hidrovia Tietê-Paraná.
  • 47.
    Baciado Paraguai • Ébasicamente formada por rios de planície, que atravessam a planície do pantanal, sendo o Paraguai o principal. • Destaca-se por sua navegabilidade possuindo importantes portos fluviais, por onde são transportados gados de corte, minérios e cereais
  • 48.
    Baciado Uruguai • Abacia do Uruguai tem um trecho planáltico, com bom potencial hidrelétrico. Porém com pouco aproveitamento. • É navegável no seu médio e baixo curso • O rio Uruguai nasce pela fusão dos rios Canoas (SC) e Pelotas (RS).
  • 49.
    OS TIPOS DECLIMA DO BRASIL • Variam muito os critérios usados pelos estudiosos para classificar o clima. Alguns classificam o clima pela quantidade de chuvas e dos registros de temperatura. Outros levam em conta a ação das massas de ar.
  • 50.
    CLIMA EQUATORIAL • Oclima equatorial predomina na Amazônia e se caracteriza por temperaturas médias muito elevadas. A temperatura varia muito pouco ao longo do dia e do ano.
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    CLIMA TROPICAL • Abrangequase igualmente as regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. • O clima tropical é bem diferente do equatorial pois tem duas estações do ano bem marcadas: inverno, ameno e seco; e verão, quente e chuvoso.
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    CLIMA SEMIÁRIDO • Abrangetodo o Sertão Nordestino – a maior parte de oito estados da região Nordeste. • Principais características: Temperaturas médias elevadas e chuvas escassas e irregulares.
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    CLIMA TROPICAL DEALTITUDE • Tem características muito parecidas com a do clima tropical. Difere porque tem temperaturas mais amenas.
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    CLIMA TROPICAL ATLÂNTICO •Domina a faixa litorânea que se estende do Rio Grande do Norte ao Paraná. As temperaturas médias anuais são elevadas, e as chuvas são relativamente bem distribuídas. • É um dos principais atrativos para o turismo em todo o litoral brasileiro.
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    CLIMA SUBTROPICAL • Caracteriza-sepor apresentar as temperaturas médias anuais mais baixas do país. Nas áreas elevadas o inverno é mais frio.
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    A IMPORTÂNCIA DOCLIMA PARA A AGRICULTURA • O Brasil se encontra, predominantemente, na chamada zona climática intertropical, onde prevalecem os climas quentes e úmidos. Tais características climáticas tornam o Brasil capaz de desenvolver vários cultivos agrícolas. • O clima é importante para a agricultura, e os tipos de clima que predominam no Brasil são adequados a praticamente todos os tipos de cultivos importantes.