Este documento resume uma pesquisa sobre como organizações não governamentais (ONGs) usam comunicação e mídias digitais para advocacia em direitos sexuais e reprodutivos. A pesquisa analisou websites e redes sociais de 52 ONGs, além de entrevistar especialistas. Os achados indicam que as ONGs usam estratégias como compartilhar notícias, histórias pessoais e checagem de fatos, mas desafios permanecem para o ativismo online em direitos reprodutivos.