Revista Compromisso
Caminhada produtiva
(Lucas 17 e 18)
Estamos na terceira parte da viagem de Jesus a Jerusalém. Neste trecho irá a
Betânia, pouco antes da chegada triunfal que o conduzirá à morte em nosso
lugar. Lucas faz um apanhado de situações enfrentadas no caminho, sem se
preocupar em deixar claras as conexões entre os episódios.
Cuidados no serviço.
• Lucas 17.1-10
Curas a caminho de Jerusalém
• Lucas 17.11-19
• Lucas 18.35-43
Parábola sobre oração e riquezas
• Lucas 18.1-14
• Lucas 18.18-30
Jesus chama a atenção dos discípulos
para o cuidado que precisam ter para não
servirem de pedra de tropeço, escândalo,
instrumentos que levam outros a errar.
Precisavam sentir que eram vistos por
muitos e deveriam perceber essa
responsabilidade . Jesus disse que era
preferível a morte do que fazer alguém
errar, a partir do seu péssimo testemunho.
(Lucas 17.1,2)
CUIDADOS NO SERVIÇO
(LUCAS 17.1-10)
O caminho, diante do erro de alguém, será
o da repreensão e do perdão sem limite.
Agir assim requer fé e os discípulos
desejavam ter a fé aumentada. Jesus
deseja ajudá-los e mostra que devem
buscar uma fé genuína. (Lucas 17.3-6)
CUIDADOS NO SERVIÇO
(LUCAS 17.1-10)
Jesus conduz o olhar dos discípulos para
uma árvore, cujas raízes são profundas e
que seria muito difícil removê-la. Tudo
indica tratar-se da amoreira negra, cujas
raízes podem existir por 600 anos.
CUIDADOS NO SERVIÇO
(LUCAS 17.1-10)
Talvez os discípulos pudessem ser atraídos
a se sentirem orgulhosos por cultivarem
uma qualidade de fé capaz de perdoar sem
limites, então, Jesus se antecipa e mostra
que o servo não pode se vangloriar de
executar bem o seu serviço, pois é
exatamente esta a sua função: servir.
(Lucas 17.7-10)
CUIDADOS NO SERVIÇO
(LUCAS 17.1-10)
Lucas 17.11-19
Dez leprosos, de longe, pedem a compaixão de
Jesus, que lhes ordena darem um gesto de fé: cumprir
os preceitos legais, após assumirem a cura. Os dez
demonstram ter fé e saem de imediato. Sua fé em
obedecer lhes devolveu a saúde, porém só um volta
para agradecer.
Jesus reconhece naquela atitude a busca de algo
mais que a cura física e assegura-lhe a salvação.
(Lucas 17.19)
CURAS A CAMINHO DE JERUSALÉM
(LUCAS 17.11-19, 18.33-43)
Lucas 18.35-43
Mais adiante, Lucas descreve a cura de um cego, que
o evangelista Marcos diz ser Bartimeu. O cego,
percebendo a movimentação da multidão quis
informar-se de quem se tratava. Ao saber eu era
Jesus começou a gritar por Jesus afim de chamar-lhe
a atenção. Esse cego foi o único que usou o título
messiânico de Jesus.(Lucas 18.38)
Jesus o curou e, imediatamente, Bartimeu passou a
glorificar a Deus.
CURAS A CAMINHO DE JERUSALÉM
(LUCAS 17.11-19, 18.35-43)
Neste bloco, vamos ouvir Jesus discorrendo sobre a oração.
PARÁBOLAS SOBRE A ORAÇÃO E RIQUEZAS
(LUCAS 18.1-14, 18-30)
O juiz iníquo (Lc 18.2-
O fariseu e o publicano (Lc 18.10-
14)
Neste bloco, vamos ouvir Jesus discorrendo novamente sobre as riquezas.
Está inserida na história do governante rico.
PARÁBOLAS SOBRE A ORAÇÃO E RIQUEZAS
(LUCAS 18.1-14, 18-30)
(Lc 18.18-30)
Prof. Mariângela
Domeniche Perdomo

Evangelho de lucas liçao 9

  • 1.
  • 2.
    Caminhada produtiva (Lucas 17e 18) Estamos na terceira parte da viagem de Jesus a Jerusalém. Neste trecho irá a Betânia, pouco antes da chegada triunfal que o conduzirá à morte em nosso lugar. Lucas faz um apanhado de situações enfrentadas no caminho, sem se preocupar em deixar claras as conexões entre os episódios.
  • 3.
    Cuidados no serviço. •Lucas 17.1-10 Curas a caminho de Jerusalém • Lucas 17.11-19 • Lucas 18.35-43 Parábola sobre oração e riquezas • Lucas 18.1-14 • Lucas 18.18-30
  • 4.
    Jesus chama aatenção dos discípulos para o cuidado que precisam ter para não servirem de pedra de tropeço, escândalo, instrumentos que levam outros a errar. Precisavam sentir que eram vistos por muitos e deveriam perceber essa responsabilidade . Jesus disse que era preferível a morte do que fazer alguém errar, a partir do seu péssimo testemunho. (Lucas 17.1,2) CUIDADOS NO SERVIÇO (LUCAS 17.1-10)
  • 5.
    O caminho, diantedo erro de alguém, será o da repreensão e do perdão sem limite. Agir assim requer fé e os discípulos desejavam ter a fé aumentada. Jesus deseja ajudá-los e mostra que devem buscar uma fé genuína. (Lucas 17.3-6) CUIDADOS NO SERVIÇO (LUCAS 17.1-10)
  • 6.
    Jesus conduz oolhar dos discípulos para uma árvore, cujas raízes são profundas e que seria muito difícil removê-la. Tudo indica tratar-se da amoreira negra, cujas raízes podem existir por 600 anos. CUIDADOS NO SERVIÇO (LUCAS 17.1-10)
  • 7.
    Talvez os discípulospudessem ser atraídos a se sentirem orgulhosos por cultivarem uma qualidade de fé capaz de perdoar sem limites, então, Jesus se antecipa e mostra que o servo não pode se vangloriar de executar bem o seu serviço, pois é exatamente esta a sua função: servir. (Lucas 17.7-10) CUIDADOS NO SERVIÇO (LUCAS 17.1-10)
  • 8.
    Lucas 17.11-19 Dez leprosos,de longe, pedem a compaixão de Jesus, que lhes ordena darem um gesto de fé: cumprir os preceitos legais, após assumirem a cura. Os dez demonstram ter fé e saem de imediato. Sua fé em obedecer lhes devolveu a saúde, porém só um volta para agradecer. Jesus reconhece naquela atitude a busca de algo mais que a cura física e assegura-lhe a salvação. (Lucas 17.19) CURAS A CAMINHO DE JERUSALÉM (LUCAS 17.11-19, 18.33-43)
  • 9.
    Lucas 18.35-43 Mais adiante,Lucas descreve a cura de um cego, que o evangelista Marcos diz ser Bartimeu. O cego, percebendo a movimentação da multidão quis informar-se de quem se tratava. Ao saber eu era Jesus começou a gritar por Jesus afim de chamar-lhe a atenção. Esse cego foi o único que usou o título messiânico de Jesus.(Lucas 18.38) Jesus o curou e, imediatamente, Bartimeu passou a glorificar a Deus. CURAS A CAMINHO DE JERUSALÉM (LUCAS 17.11-19, 18.35-43)
  • 10.
    Neste bloco, vamosouvir Jesus discorrendo sobre a oração. PARÁBOLAS SOBRE A ORAÇÃO E RIQUEZAS (LUCAS 18.1-14, 18-30) O juiz iníquo (Lc 18.2- O fariseu e o publicano (Lc 18.10- 14)
  • 11.
    Neste bloco, vamosouvir Jesus discorrendo novamente sobre as riquezas. Está inserida na história do governante rico. PARÁBOLAS SOBRE A ORAÇÃO E RIQUEZAS (LUCAS 18.1-14, 18-30) (Lc 18.18-30)
  • 12.