Evangelho no Lar com Irmãos MenoresEvangelho no Lar com Irmãos Menores
Evangelho no Lar semanal
com Irmãos Menores
Colocar uma garrafinha de água para você para ser
fluidificada.
Colocar uma garrafinha para seu tutelado tão amado.
Prece de Abertura:
Fazer a prece de Francisco de Assis e agradecer a
nosso Pai Bondoso a oportunidade de realizarmos o
Culto do Evangelho no Lar para proteção do mesmo e de
todos seus integrantes, inclusive os animaizinhos.
Oração de Francisco de Assis
Senhor
Fazei de mim um instrumento da tua paz!
Onde houver ódio – faze que eu leve amor.
Onde houver ofensa – que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia – que eu leve a união.
Onde houver dúvidas – que eu leve a fé.
Onde houver erros – que eu leve a verdade.
Onde houver desespero – que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza – que eu leve a alegria.
Onde houver trevas – que eu leve a luz.
Ó Mestre!
Fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado;
compreender que ser compreendido; amar que ser amado...pois:
é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é
morrendo que se vive para Vida Eterna.
Graças a Deus
http://m.youtube.com/watch?v=JN3HstpWZtU&desktop_uri=%2Fwatch%3Fv%3DJN3HstpWZtU
&gl=BR
Leitura do Livro QUANDO OS ELEFANTES CHORAM
2
Brutos Sem Sentimentos
HISTORICAMENTE, NÓS, os seres humanos, temos estado muito preocupados em nos distinguirmos dos
animais. Nos falamos; raciocinamos; imaginamos; prevemos; sentimos devoção; rimos. Eles não fazem
nada disso. A insistência histórica nesse abismo de comunicação irreparável entre os
seres humanos e os outros animais sugere que isso representa alguma necessidade ou função. Por que
nós, os seres humanos, tão frequentemente nos definimos pela diferença dos animais? Por que essa
distinção entre o homem e a fera deveria ser importante?
Em geral, existem duas categorias para as tentativas de fazer essa distinção. Em primeiro lugar, muitos
citam as falhas humanas como singulares, sendo a principal delas o fato de lutarmos uns contra os
outros. Nesses casos, o escritor esta normalmente tentando inspirar os leitores
com resoluções morais. No primeiro século a.C., Plinio, o Velho, em sua História Natural, adverte: "os
leões não brigam uns com os outros; as serpentes não atacam serpentes, nem os monstros selvagens
das profundezas expressam ira contra seus semelhantes. Porém, a maioria das calamidades
do homem é causada pelos seus semelhantes". Quando em 1532, Ludovico Ariosto diz, em Orlando
Furioso, "o homem é o único animal que fere sua fêmea", isso também é uma repreensão. James
Froude afirma, em seu Oceana, de 1886: "os animais selvagens nunca matam por esporte. O homem é o
único para quem a tortura e a morte de seu próximo é um meio de diversão". E mesmo William James,
neste século, escreveu que “O homem [...] é simplesmente o mais formidável de todos os animais de
rapina e, na verdade, o único que rapina sistematicamente sua própria espécie”. Nesses exemplos os
animais não são observados tanto quanto os homens são exortados a cessar a matança (usualmente) de
outros homens. Seu objetivo é o de humilhar os homens, fazendo-os reconhecer que se comportam
pior do que os animais.
A outra categoria - de longe a maior delas - de contrastes entre homem e animal cita as
vantagens humanas: nossa inteligência, nossa cultura, nosso senso de humor, nosso conhecimento da
morte. No século XIX, William Hazlitt sustentava que "o homem é o único animal que ri e
chora; pois ele é o único animal que é atingido pela diferença entre o que as coisas são e o que elas
deveriam ser". E, no nosso século, o filósofo William Ernest Hocking alegou que, "o homem é único
animal que encara a morte, e também o único animal que mostra algum sinal de duvida com
relação ao sentido de sua existência". Características sem par são atribuídas ao nosso senso de
humor, à capacidade de entender a virtude, à capacidade de fazer uso de ferramentas. Outra vez os
autores parecem estar mais interessados em considerar um argumento didático para os seres
humanos do que em observar e entender os animais.
As comparações entre o homem e os animais têm servido historicamente como rica fonte de
instrução moral para os filósofos humanísticos, particularmente durante períodos em que o mundo
natural foi sentimentalizado e visto como modelo. O mais poético foi Buffon, o grande naturalista
francês do século XIX, que iniciou sua dissertação Sobre a Natureza dos Animais dizendo que os
animais não podem pensar ou lembrar, mas têm sentimentos "a um grau até mesmo maior do que os
seres humanos". Buffon acreditava que existia uma vantagem na vida puramente sentimental dos
animais. Os seres humanos, ele escreveu, levam uma vida de desespero reprimido, e "a maioria dos
homens morre de pesar". Contrariamente, "os animais não procuram prazeres onde nenhum pode
ser encontrado; guiados por seus sentimentos apenas, eles nunca cometem erro em sua escolha;
seus desejos são sempre proporcionais a sua capacidade de apreciá-los; eles sentem tanto quanto
apreciam, e apreciam tanto quanto sentem. 0 homem, por outro lado, querendo inventar prazeres,
não faz nada a não ser arruinar a natureza; querendo forcar sentimentos, ele apenas abusa de seu
ser, e cava um buraco em seu coração, que mais tarde nada é capaz de preencher”. Ele termina
falando da “distância infinita que o Ser Supremo colocou entre os animais e o [Homem]”.
Versões contemporâneas dessa diferença têm sido estabelecidas de forma infrequente na
realidade animal e não tem trazido muito mais luz sobre os animais - ou os seres humanos.
Recentemente, N. K. Humphrey escreveu que "os seres humanos evoluíram para se tornar as
criaturas mais altamente sociais que o mundo tem visto. Suas relações sociais têm tal profundidade,
complexidade e importância biológica para eles, que não chegam nem perto do que diz respeito ao
relacionamento dos outros animais". Considerando o quão pouco é conhecido sobre os "outros
relacionamentos dos animais", isso parece infundado.
O pouco que sabemos, e quanto alegamos saber, é ilustrado pelo fato de que, até recentemente,
era regra no comportamento animal que, dentre as fêmeas, apenas as humanas experimentavam o
orgasmo. Tão recentemente quanto 1979, o antropólogo Donald Symons pronunciou que "o orgasmo
da fêmea é uma característica essencialmente restrita à nossa própria espécie". Quando a questão foi
pesquisada de verdade no macaco de rabo cotó, com os mesmos critérios fisiológicos usados para os
seres humanos, as macacas pareciam de fato experimentar o orgasmo. 0 primatologista Frans de
Waal observa a mesma evidência comportamental nas bonobos fêmeas (chimpanzés-pigmeus). Como
muitas questões envolviam especificamente a fêmea humana, a verdade é que nem todos os
cientistas tinham sequer considerado a questão de forma sistemática, e menos ainda realizado o
estudo e as observações de campo necessários para encontrar a resposta. Talvez agradasse à
maioria dos cientistas masculinos imaginar que, enquanto as fêmeas animais procuram sexo apenas
durante o cio (estros), e daí tinham sexo apenas para a reprodução, as fêmeas humanas, em razão de
capacidade orgástica singular, procuram sexo o tempo todo.
Comentar o quanto o homem necessita ainda aprender a amar os
animais e a natureza, respeitando esse presente que recebemos
de Deus Pai...lembrando que em sua Lei do Amor, deixou claro
que devíamos amar a todos, sem distinção
Estudo do Livro
Os animais conforme
o Espiritismo
Marcel Benedeti
INTELIGÊNCIAANIMAL
66. Poder-se, assim dizer, e talvez fosse o melhor, a alma
vital indicando o princípio da vida material; a alma
intelectual o princípio da inteligência, e a alma espírita o
da nossa individualidade após a morte. Como se vê, tudo
isto não passa de uma questão de palavras, mas questão
muito importante quando se trata de nos fazermos
entendidos.
De conformidade com essa maneira de falar, a alma
vital seria comum a todos os seres orgânicos: plantas,
animais e homens; a Alma intelectual pertenceria aos
animais e aos homens; e a alma espírita somente ao
homem.
Julgamos dever insistir nestas explicações pela razão
de que a doutrina espírita repousa naturalmente sobre a
existência, em nós, de um ser independente da matéria e
que sobrevive ao corpo.
A palavra alma, tendo que aparecer com frequência
no curso desta obra, cumpria fixássemos bem o sentido
que Ihe atribuímos, a fim de evitarmos qualquer engano.
(O Livro dos Espíritos - Introdução.)
Estudo do Livro
Os animais conforme
o Espiritismo
Marcel Benedeti
INTELIGÊNCIAANIMAL
Comentários: O espírito é o mesmo desde que foi criado.
Não há distinção entre a alma de um vegetal, de um animal
ou de um ser humano, pois todos os Espíritos possuem a
mesma origem. Por falta de uma definição melhor, o
Espírito de Verdade separa por uma contingência de nossa
ignorância , a alma em três categorias: alma animal, alma
intelectual e alma espírita. Esta definição é apenas didática
e sem um valor maior do que um melhor entendimento de
que o espírito à medida que evolui. O espírito, quando,
evolui inicialmente, torna-se menos influenciável pelos
instintos do corpo físico e se torna mais intelectualizado
pelo Espírito, para posteriormente se tornar mais
espiritualizado ao chegar a ponto de maior contato com o
entendimento das coisas do espirito, na fase humana.
Magnetização da Água : Neste momento
podemos solicitar a magnetização da água.
Magnetizar a água é colocar um pouco de água
em um recipiente e solicitar, durante as
vibrações, que os bons espíritos coloquem
naquela água o remédio e os bons fluidos de que
os participantes precisam naquele momento.
Oração de Francisco de Assis
Senhor
Fazei de mim um instrumento da tua paz!
Onde houver ódio – faze que eu leve amor.
Onde houver ofensa – que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia – que eu leve a união.
Onde houver dúvidas – que eu leve a fé.
Onde houver erros – que eu leve a verdade.
Onde houver desespero – que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza – que eu leve a alegria.
Onde houver trevas – que eu leve a luz.
Ó Mestre!
Fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado;
compreender que ser compreendido; amar que ser
amado...pois:
é dando que se recebe, é perdoando que se é
perdoado, e é
morrendo que se vive para Vida Eterna.
Graças a Deus
http://m.youtube.com/watch?v=JN3HstpWZtU&deskt
op_uri=%2Fwatch%3Fv%3DJN3HstpWZtU&gl=BR
Prece de Encerramento
Fazer a Oração de
Francisco de Assis
Ao final, servimos a água magnetizada aos presentes,
inclusive aos irmãos menores, mantendo o clima de
respeito e recolhimento, evitando atitudes ruidosas ou
de alardes.
O Evangelho no Lar promove a proteção de nossos lares,
os enchendo de paz e amor, atrai a assistência dos bons
espíritos e evangeliza encarnados e desencarnados que
convivem conosco e na nossa casa.
Realizar o Evangelho no Lar é convidar
Jesus a permanecer em nossa casa.
"Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma."
Pitágoras

Evangelho animais 67

  • 1.
    Evangelho no Larcom Irmãos MenoresEvangelho no Lar com Irmãos Menores
  • 2.
    Evangelho no Larsemanal com Irmãos Menores Colocar uma garrafinha de água para você para ser fluidificada. Colocar uma garrafinha para seu tutelado tão amado. Prece de Abertura: Fazer a prece de Francisco de Assis e agradecer a nosso Pai Bondoso a oportunidade de realizarmos o Culto do Evangelho no Lar para proteção do mesmo e de todos seus integrantes, inclusive os animaizinhos.
  • 3.
    Oração de Franciscode Assis Senhor Fazei de mim um instrumento da tua paz! Onde houver ódio – faze que eu leve amor. Onde houver ofensa – que eu leve o perdão. Onde houver discórdia – que eu leve a união. Onde houver dúvidas – que eu leve a fé. Onde houver erros – que eu leve a verdade. Onde houver desespero – que eu leve a esperança. Onde houver tristeza – que eu leve a alegria. Onde houver trevas – que eu leve a luz. Ó Mestre! Fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado; compreender que ser compreendido; amar que ser amado...pois: é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para Vida Eterna. Graças a Deus http://m.youtube.com/watch?v=JN3HstpWZtU&desktop_uri=%2Fwatch%3Fv%3DJN3HstpWZtU &gl=BR
  • 4.
    Leitura do LivroQUANDO OS ELEFANTES CHORAM
  • 5.
    2 Brutos Sem Sentimentos HISTORICAMENTE,NÓS, os seres humanos, temos estado muito preocupados em nos distinguirmos dos animais. Nos falamos; raciocinamos; imaginamos; prevemos; sentimos devoção; rimos. Eles não fazem nada disso. A insistência histórica nesse abismo de comunicação irreparável entre os seres humanos e os outros animais sugere que isso representa alguma necessidade ou função. Por que nós, os seres humanos, tão frequentemente nos definimos pela diferença dos animais? Por que essa distinção entre o homem e a fera deveria ser importante? Em geral, existem duas categorias para as tentativas de fazer essa distinção. Em primeiro lugar, muitos citam as falhas humanas como singulares, sendo a principal delas o fato de lutarmos uns contra os outros. Nesses casos, o escritor esta normalmente tentando inspirar os leitores com resoluções morais. No primeiro século a.C., Plinio, o Velho, em sua História Natural, adverte: "os leões não brigam uns com os outros; as serpentes não atacam serpentes, nem os monstros selvagens das profundezas expressam ira contra seus semelhantes. Porém, a maioria das calamidades do homem é causada pelos seus semelhantes". Quando em 1532, Ludovico Ariosto diz, em Orlando Furioso, "o homem é o único animal que fere sua fêmea", isso também é uma repreensão. James Froude afirma, em seu Oceana, de 1886: "os animais selvagens nunca matam por esporte. O homem é o único para quem a tortura e a morte de seu próximo é um meio de diversão". E mesmo William James, neste século, escreveu que “O homem [...] é simplesmente o mais formidável de todos os animais de rapina e, na verdade, o único que rapina sistematicamente sua própria espécie”. Nesses exemplos os animais não são observados tanto quanto os homens são exortados a cessar a matança (usualmente) de outros homens. Seu objetivo é o de humilhar os homens, fazendo-os reconhecer que se comportam pior do que os animais.
  • 6.
    A outra categoria- de longe a maior delas - de contrastes entre homem e animal cita as vantagens humanas: nossa inteligência, nossa cultura, nosso senso de humor, nosso conhecimento da morte. No século XIX, William Hazlitt sustentava que "o homem é o único animal que ri e chora; pois ele é o único animal que é atingido pela diferença entre o que as coisas são e o que elas deveriam ser". E, no nosso século, o filósofo William Ernest Hocking alegou que, "o homem é único animal que encara a morte, e também o único animal que mostra algum sinal de duvida com relação ao sentido de sua existência". Características sem par são atribuídas ao nosso senso de humor, à capacidade de entender a virtude, à capacidade de fazer uso de ferramentas. Outra vez os autores parecem estar mais interessados em considerar um argumento didático para os seres humanos do que em observar e entender os animais. As comparações entre o homem e os animais têm servido historicamente como rica fonte de instrução moral para os filósofos humanísticos, particularmente durante períodos em que o mundo natural foi sentimentalizado e visto como modelo. O mais poético foi Buffon, o grande naturalista francês do século XIX, que iniciou sua dissertação Sobre a Natureza dos Animais dizendo que os animais não podem pensar ou lembrar, mas têm sentimentos "a um grau até mesmo maior do que os seres humanos". Buffon acreditava que existia uma vantagem na vida puramente sentimental dos animais. Os seres humanos, ele escreveu, levam uma vida de desespero reprimido, e "a maioria dos homens morre de pesar". Contrariamente, "os animais não procuram prazeres onde nenhum pode ser encontrado; guiados por seus sentimentos apenas, eles nunca cometem erro em sua escolha; seus desejos são sempre proporcionais a sua capacidade de apreciá-los; eles sentem tanto quanto apreciam, e apreciam tanto quanto sentem. 0 homem, por outro lado, querendo inventar prazeres, não faz nada a não ser arruinar a natureza; querendo forcar sentimentos, ele apenas abusa de seu ser, e cava um buraco em seu coração, que mais tarde nada é capaz de preencher”. Ele termina falando da “distância infinita que o Ser Supremo colocou entre os animais e o [Homem]”.
  • 7.
    Versões contemporâneas dessadiferença têm sido estabelecidas de forma infrequente na realidade animal e não tem trazido muito mais luz sobre os animais - ou os seres humanos. Recentemente, N. K. Humphrey escreveu que "os seres humanos evoluíram para se tornar as criaturas mais altamente sociais que o mundo tem visto. Suas relações sociais têm tal profundidade, complexidade e importância biológica para eles, que não chegam nem perto do que diz respeito ao relacionamento dos outros animais". Considerando o quão pouco é conhecido sobre os "outros relacionamentos dos animais", isso parece infundado. O pouco que sabemos, e quanto alegamos saber, é ilustrado pelo fato de que, até recentemente, era regra no comportamento animal que, dentre as fêmeas, apenas as humanas experimentavam o orgasmo. Tão recentemente quanto 1979, o antropólogo Donald Symons pronunciou que "o orgasmo da fêmea é uma característica essencialmente restrita à nossa própria espécie". Quando a questão foi pesquisada de verdade no macaco de rabo cotó, com os mesmos critérios fisiológicos usados para os seres humanos, as macacas pareciam de fato experimentar o orgasmo. 0 primatologista Frans de Waal observa a mesma evidência comportamental nas bonobos fêmeas (chimpanzés-pigmeus). Como muitas questões envolviam especificamente a fêmea humana, a verdade é que nem todos os cientistas tinham sequer considerado a questão de forma sistemática, e menos ainda realizado o estudo e as observações de campo necessários para encontrar a resposta. Talvez agradasse à maioria dos cientistas masculinos imaginar que, enquanto as fêmeas animais procuram sexo apenas durante o cio (estros), e daí tinham sexo apenas para a reprodução, as fêmeas humanas, em razão de capacidade orgástica singular, procuram sexo o tempo todo.
  • 8.
    Comentar o quantoo homem necessita ainda aprender a amar os animais e a natureza, respeitando esse presente que recebemos de Deus Pai...lembrando que em sua Lei do Amor, deixou claro que devíamos amar a todos, sem distinção
  • 9.
    Estudo do Livro Osanimais conforme o Espiritismo Marcel Benedeti INTELIGÊNCIAANIMAL 66. Poder-se, assim dizer, e talvez fosse o melhor, a alma vital indicando o princípio da vida material; a alma intelectual o princípio da inteligência, e a alma espírita o da nossa individualidade após a morte. Como se vê, tudo isto não passa de uma questão de palavras, mas questão muito importante quando se trata de nos fazermos entendidos. De conformidade com essa maneira de falar, a alma vital seria comum a todos os seres orgânicos: plantas, animais e homens; a Alma intelectual pertenceria aos animais e aos homens; e a alma espírita somente ao homem. Julgamos dever insistir nestas explicações pela razão de que a doutrina espírita repousa naturalmente sobre a existência, em nós, de um ser independente da matéria e que sobrevive ao corpo. A palavra alma, tendo que aparecer com frequência no curso desta obra, cumpria fixássemos bem o sentido que Ihe atribuímos, a fim de evitarmos qualquer engano. (O Livro dos Espíritos - Introdução.)
  • 10.
    Estudo do Livro Osanimais conforme o Espiritismo Marcel Benedeti INTELIGÊNCIAANIMAL Comentários: O espírito é o mesmo desde que foi criado. Não há distinção entre a alma de um vegetal, de um animal ou de um ser humano, pois todos os Espíritos possuem a mesma origem. Por falta de uma definição melhor, o Espírito de Verdade separa por uma contingência de nossa ignorância , a alma em três categorias: alma animal, alma intelectual e alma espírita. Esta definição é apenas didática e sem um valor maior do que um melhor entendimento de que o espírito à medida que evolui. O espírito, quando, evolui inicialmente, torna-se menos influenciável pelos instintos do corpo físico e se torna mais intelectualizado pelo Espírito, para posteriormente se tornar mais espiritualizado ao chegar a ponto de maior contato com o entendimento das coisas do espirito, na fase humana.
  • 11.
    Magnetização da Água: Neste momento podemos solicitar a magnetização da água. Magnetizar a água é colocar um pouco de água em um recipiente e solicitar, durante as vibrações, que os bons espíritos coloquem naquela água o remédio e os bons fluidos de que os participantes precisam naquele momento.
  • 12.
    Oração de Franciscode Assis Senhor Fazei de mim um instrumento da tua paz! Onde houver ódio – faze que eu leve amor. Onde houver ofensa – que eu leve o perdão. Onde houver discórdia – que eu leve a união. Onde houver dúvidas – que eu leve a fé. Onde houver erros – que eu leve a verdade. Onde houver desespero – que eu leve a esperança. Onde houver tristeza – que eu leve a alegria. Onde houver trevas – que eu leve a luz. Ó Mestre! Fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado; compreender que ser compreendido; amar que ser amado...pois: é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para Vida Eterna. Graças a Deus http://m.youtube.com/watch?v=JN3HstpWZtU&deskt op_uri=%2Fwatch%3Fv%3DJN3HstpWZtU&gl=BR Prece de Encerramento Fazer a Oração de Francisco de Assis
  • 13.
    Ao final, servimosa água magnetizada aos presentes, inclusive aos irmãos menores, mantendo o clima de respeito e recolhimento, evitando atitudes ruidosas ou de alardes. O Evangelho no Lar promove a proteção de nossos lares, os enchendo de paz e amor, atrai a assistência dos bons espíritos e evangeliza encarnados e desencarnados que convivem conosco e na nossa casa.
  • 14.
    Realizar o Evangelhono Lar é convidar Jesus a permanecer em nossa casa. "Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma." Pitágoras

Notas do Editor