O documento explora estratégias de aprendizagem, definindo-as como ações que facilitam o aprendizado. Apresenta a taxonomia de Oxford, que classifica as estratégias em diretas (memória, cognitivas, compensação) e indiretas (metacognitivas, afetivas, sociais). Conclui que um repertório variado de estratégias melhora o aprendizado e destaca a importância do papel do professor na construção da autonomia do aluno.