1 - Espaço agrário no mundo
1.1 – Nos países desenvolvidos:
O espaço agrário apresenta-se diferente enquanto a forma e
 funcionamento, pois suas formas de cultivo são geralmente
 utilização de grandes levas de tecnologia e recursos financeiros,
 aliado a pouca utilização de mão de obra.


1.2 – Nos países sub-desenvolvidos:
O espaço agrário apresenta-se com grandes marcas deixadas pelos
  colonizadores, como a forte presença de uma concentração
  fundiária, e a produção voltada para o mercado externo.
2 – As conseqüências da modernização da
agricultura

A expansão da área produtiva a partir de uma
 modernização introduz novas maneiras de se
 produzir no campo, pois equipamentos antes
 restritos às cidades chegam ao espaço rural, e a partir
 de então começam a dar uma dinamização mais
 acentuada ao espaço rural.
3 – Reforma Agrária
3.1 – Corresponde a uma série de
  medidas, cujo objetivos é a
  introdução de transformações na
  estrutura fundiária de um país ou
  região. Modificando o regime de
  posse e uso da terra a fim de atender
  aos princípios da justiça social
• Seus principais objetivos são:
- Diminuição dos conflitos fundiários;
- Diminuição do êxodo rural;
- Aumento da produção de alimentos;
- Amenização dos problemas sociais
  urbanos;
- Combater o fenômeno da fome.
3.2 – A questão de conflitos fundiários
Muitos dos conflitos no mundo atual têm como fator
 desencadeador a posse da terra, principalmente nos países sub-
 desenvolvidos, onde a concentração fundiária e de renda é muito
 evidente, o que acaba por gerar uma sangrenta batalha no
 campo, seja ela em países desenvolvidos ou sub-desenvolvidos.
4 – As relações de trabalho na zona rural
• Trabalho familiar: predomina a utilização de mão-de-obra
  familiar em pequenas e médias propriedades;
• Trabalhos temporários: são trabalhos diaristas, sem vínculos
  trabalhistas e empregatícios com seu local de trabalho;
• A estrutura fundiária distorcida;
• Trabalho assalariado: corresponde aos trabalhadores que
  ganham um salário e possuem a carteira assinada;
• Parceria e arrendamento: alugam terras para cultivar alimentos
  ou criar gados, se pago com parte do que for produzido;
• Escravidão por dívida: trata-se do aliciamento da mão-de-obra
  (mais conhecido como aviamento, muito comum na
  Amazônia).
5 – A Revolução Verde
Concebida nos EUA, seu objetivo é
  combater a fome e a miséria nos
  países mais pobres, por meio da
  introdução, usa de fertilizantes,
  defensivos agrícolas e sementes
  selecionadas, que acabou gerando
  um aumento da produtividade e
  graves agressões ao meio ambiente.
• Conseqüências:
- Aumento de áreas de produção;
- Redução      dos     preços      de
  determinados produtos;
- Avanço tecnológico (biotecnologia);
- Impactos ambientais no campo.
6 – Tecnologia e Agricultura: Transgênicos
Esses produtos são obtidos a partir da     • Meio ambiente ameaçado
   inserção de certos genes em             Os herbicidas usados em grandes
   variedades vegetais, a fim de torná-
   las resistentes a ação destrutivas de   quantidades contaminam os lençóis
   insetos ou de um herbicida              freáticos e os solos. A diversidade de
   considerado necessário ao cultivo       sementes também está em risco. A
   desse produto. Hoje é praticada         campanha pela liberação de
   com mais intensidade na agricultura     transgênicos dizia que as plantações
   com o fim de criar alimentos fortes     seriam mais econômicas, pois as
   que resistam aos herbicidas, pragas,
   e ao clima, e também para deixá-los     sementes seriam mais resistentes a
   mais nutritivos.                        certos herbicidas. Mas na prática elas
                                           desenvolvem imunidade, exigindo
                                           doses mais fortes, prejudicando mais o
                                           meio ambiente e levando a uma
                                           uniformização das sementes que terão
                                           cada vez mais as mesmas
                                           características.
7 – As relações de trabalho no campo
7.1 – Diminuição do sistema de parceria:       Tipos de propriedades
Com a capitalização do campo, as relações      agropecuárias:
  de      trabalho      tradicionais     vão
  desaparecendo porque são substituídas        • Minifúndios;
  pelo trabalho assalariado, ou porque o       • Empresas rurais;
  proprietário prefere deixar a terra ociosa   • Latifúndio por exploração;
  á espera de valorização.                     • Latifúndio por dimensão.

7.2 – Expansão de um regime associativo:
Com a capitalização do campo, as relações
  de trabalho tradicionais tendiam a
  desaparecer      mais,     porque      são
  substituídas pelo trabalho assalariado, no
  entanto, para diminuir custo e encargos,
  as grandes empresas desenvolveram uma
  nova forma de trabalhar no campo,
  incentivando o pequeno e o médio
  produtor a produzir para eles.
8 – O espaço agrário mundial: Sistemas
       agrícolas
9.1 – Intensivos:
São propriedades que utilizam modernas
  técnicas de preparo do solo, cultivo e
  colheita, apresentando elevados índices
  de produtividade por utilizarem técnicas
  avançadas e prolongar a utilização da
  terra por um tempo considerável. Isso
  ocorre com maior freqüência nos países
  desenvolvidos.

9.2 – Extensivos:
São propriedades que utilizam uma
  agricultura tradicional aliadas a técnicas
  rudimentares, que em geral apresentam
  baixos índices de produtividade e
  elevado padrão de exploração da terra.
9 – Os sistemas agrícolas
9.1 – Agricultura itinerante:
Envolve o emprego de técnicas
  primitivas e instrumentos
  rudimentares, voltado para a
  subsistência.



9.2 – Agricultura de
  jardinagem:
Nesse sistema a irrigação é de
  fundamental importância, e
  necessita de uma numerosa
  mão-de-obra.
9.3 – O sistema de plantations:
Esse     sistema      utiliza grandes
  propriedades e não apresenta
  grandes volumes de produção se
  comparado com as áreas utilizadas
  para desenvolvimento de uma
  atividade agrícola.

9.4 – Agricultura moderna e as
  empresas agrícolas:
Sistema agrícola originado nos países
   desenvolvidos, que temendo os
   intempéries da natureza e as
   dependências alimentares em relação
   aos      países     subdesenvolvidos,
   passaram a desenvolver técnicas
   aprimoradas de plantio e de pecuárias,
   o que acabou gerando um aumento da
   produtividade e uma otimização do
   espaço rural, sendo por isso logo
   incorporado ao sistema capitalista.
Espaço agrário mundial

Espaço agrário mundial

  • 2.
    1 - Espaçoagrário no mundo 1.1 – Nos países desenvolvidos: O espaço agrário apresenta-se diferente enquanto a forma e funcionamento, pois suas formas de cultivo são geralmente utilização de grandes levas de tecnologia e recursos financeiros, aliado a pouca utilização de mão de obra. 1.2 – Nos países sub-desenvolvidos: O espaço agrário apresenta-se com grandes marcas deixadas pelos colonizadores, como a forte presença de uma concentração fundiária, e a produção voltada para o mercado externo.
  • 3.
    2 – Asconseqüências da modernização da agricultura A expansão da área produtiva a partir de uma modernização introduz novas maneiras de se produzir no campo, pois equipamentos antes restritos às cidades chegam ao espaço rural, e a partir de então começam a dar uma dinamização mais acentuada ao espaço rural.
  • 4.
    3 – ReformaAgrária 3.1 – Corresponde a uma série de medidas, cujo objetivos é a introdução de transformações na estrutura fundiária de um país ou região. Modificando o regime de posse e uso da terra a fim de atender aos princípios da justiça social • Seus principais objetivos são: - Diminuição dos conflitos fundiários; - Diminuição do êxodo rural; - Aumento da produção de alimentos; - Amenização dos problemas sociais urbanos; - Combater o fenômeno da fome.
  • 5.
    3.2 – Aquestão de conflitos fundiários Muitos dos conflitos no mundo atual têm como fator desencadeador a posse da terra, principalmente nos países sub- desenvolvidos, onde a concentração fundiária e de renda é muito evidente, o que acaba por gerar uma sangrenta batalha no campo, seja ela em países desenvolvidos ou sub-desenvolvidos.
  • 6.
    4 – Asrelações de trabalho na zona rural • Trabalho familiar: predomina a utilização de mão-de-obra familiar em pequenas e médias propriedades; • Trabalhos temporários: são trabalhos diaristas, sem vínculos trabalhistas e empregatícios com seu local de trabalho; • A estrutura fundiária distorcida; • Trabalho assalariado: corresponde aos trabalhadores que ganham um salário e possuem a carteira assinada; • Parceria e arrendamento: alugam terras para cultivar alimentos ou criar gados, se pago com parte do que for produzido; • Escravidão por dívida: trata-se do aliciamento da mão-de-obra (mais conhecido como aviamento, muito comum na Amazônia).
  • 7.
    5 – ARevolução Verde Concebida nos EUA, seu objetivo é combater a fome e a miséria nos países mais pobres, por meio da introdução, usa de fertilizantes, defensivos agrícolas e sementes selecionadas, que acabou gerando um aumento da produtividade e graves agressões ao meio ambiente. • Conseqüências: - Aumento de áreas de produção; - Redução dos preços de determinados produtos; - Avanço tecnológico (biotecnologia); - Impactos ambientais no campo.
  • 8.
    6 – Tecnologiae Agricultura: Transgênicos Esses produtos são obtidos a partir da • Meio ambiente ameaçado inserção de certos genes em Os herbicidas usados em grandes variedades vegetais, a fim de torná- las resistentes a ação destrutivas de quantidades contaminam os lençóis insetos ou de um herbicida freáticos e os solos. A diversidade de considerado necessário ao cultivo sementes também está em risco. A desse produto. Hoje é praticada campanha pela liberação de com mais intensidade na agricultura transgênicos dizia que as plantações com o fim de criar alimentos fortes seriam mais econômicas, pois as que resistam aos herbicidas, pragas, e ao clima, e também para deixá-los sementes seriam mais resistentes a mais nutritivos. certos herbicidas. Mas na prática elas desenvolvem imunidade, exigindo doses mais fortes, prejudicando mais o meio ambiente e levando a uma uniformização das sementes que terão cada vez mais as mesmas características.
  • 9.
    7 – Asrelações de trabalho no campo 7.1 – Diminuição do sistema de parceria: Tipos de propriedades Com a capitalização do campo, as relações agropecuárias: de trabalho tradicionais vão desaparecendo porque são substituídas • Minifúndios; pelo trabalho assalariado, ou porque o • Empresas rurais; proprietário prefere deixar a terra ociosa • Latifúndio por exploração; á espera de valorização. • Latifúndio por dimensão. 7.2 – Expansão de um regime associativo: Com a capitalização do campo, as relações de trabalho tradicionais tendiam a desaparecer mais, porque são substituídas pelo trabalho assalariado, no entanto, para diminuir custo e encargos, as grandes empresas desenvolveram uma nova forma de trabalhar no campo, incentivando o pequeno e o médio produtor a produzir para eles.
  • 10.
    8 – Oespaço agrário mundial: Sistemas agrícolas 9.1 – Intensivos: São propriedades que utilizam modernas técnicas de preparo do solo, cultivo e colheita, apresentando elevados índices de produtividade por utilizarem técnicas avançadas e prolongar a utilização da terra por um tempo considerável. Isso ocorre com maior freqüência nos países desenvolvidos. 9.2 – Extensivos: São propriedades que utilizam uma agricultura tradicional aliadas a técnicas rudimentares, que em geral apresentam baixos índices de produtividade e elevado padrão de exploração da terra.
  • 11.
    9 – Ossistemas agrícolas 9.1 – Agricultura itinerante: Envolve o emprego de técnicas primitivas e instrumentos rudimentares, voltado para a subsistência. 9.2 – Agricultura de jardinagem: Nesse sistema a irrigação é de fundamental importância, e necessita de uma numerosa mão-de-obra.
  • 12.
    9.3 – Osistema de plantations: Esse sistema utiliza grandes propriedades e não apresenta grandes volumes de produção se comparado com as áreas utilizadas para desenvolvimento de uma atividade agrícola. 9.4 – Agricultura moderna e as empresas agrícolas: Sistema agrícola originado nos países desenvolvidos, que temendo os intempéries da natureza e as dependências alimentares em relação aos países subdesenvolvidos, passaram a desenvolver técnicas aprimoradas de plantio e de pecuárias, o que acabou gerando um aumento da produtividade e uma otimização do espaço rural, sendo por isso logo incorporado ao sistema capitalista.