Nelso
                     Empreende
Thaís        n          e Inov
M.

                         Flávio


    Gleiso
    n
PRODUÇÃO DE
FUMO SOUZA CRUZ
AGENDA
Perfil do Empreendedor

A Labtools

Empreendedorismo

O produto

Influência de gerações

Fracasso
João F. Borin
Perfil do
EMPREENDEDOR
 MsC, PhD e Post-Doc - Quimico
 Calouro de Adm - FEARP/USP

 Pai empresário - Interesse por
 empresas           1º Produto (abortado): Dosímetro
                    2º Produto (atual) : Deionizador
                    IONLESS
                          (idéia de um amigo)
                          Cenário político-econômico o levou
                          para a Pós-Graduação (1994)
2° Produto (atual)
DEIONIZADOR IONLESS
Ideal p/ substituir destiladores;
Fixado na parede, não ocupa espaço na
bancada;
Menor custo de água produzida da categoria;
Operação totalmente automatizada;
Osmose reversa e eletrodeionização
LABTOOLS

Incubada na SUPERA
      OBJETIVOS:
              Desenvolver, Fabricar e Comercializar
                purificadores de água de grande capacidade
                de produção diária para água tipo II

                      Mercado: laboratórios, indústrias,
                      universidades, farmácias etc.
                      RH: 4 profissionais
                      4º ano de operação, 1º no azul
Determinantes do
EMPREENDEDORISMO
NÍVEL DE EMPREENDEDORISMO : relação entre
perspectiva do mercado e demanda

Difíci comparar Ativ. Empreend.
entre países – Não há defin.
Única
MOTIVOS:
Psicológicos     Étnicos
Sociais          Políticos
Econômicos       Demográficos
Ambientais
Determinantes do
EMPREENDEDORISMO
POTENCIAL ESTIMULADO - economias com crescimento
moderado aliada à alto nível de desemprego


PREJUDICA: economias de escopo e escala

ESTIMULA: graus de incerteza do mercado
(políticas públicas)
Influência dos
PAIS
Menaghan e Parcel (1995)
Relação entre experiência de trabalho dos pais e comportamento das crianças

Dyer (1992); Fairlieand Robb (2005)
Empresários com Mãe e/ou Pai autônomo



 Família: Loja de produtos alimentícios
 Figura do Pai: admirado como empreendedor
Influência entre
GERAÇÕES
Mead (1934) - Interacionismo Simbólico
Pessoas agem em relação às coisas baseando-se no significado que estas
tenham para elas.

   Significados - resultam da interação social
   (família, amigos etc.) e são modificados
   pela interpretação da pessoa



                Borin
     Vida Acadêmica X Empreender
Escolha da
CARREIRA
Dick & Rallis (1991) – Teoria da Escolha Profissional
Influencia das expectativas dos socializadores e interpretação exp. passadas

  Família: Pai empreendedor (Comércio)



Dyer (1992)
 Apoio de pessoas importantes influencia a intenção empresarial
 Amigos: Muitos não acreditavam / apoiavam de verdade


Ajzen's (2002) – Intenção Empreendedora
 influenciada por apoio familiar
   Apoio da esposa
OTIMISMO x INSUCESSO
Hayward et al. (2006) - Otimismo em excesso
 Explorar uma oportunidade / Criação de empresas propícias ao insucesso
 Excesso de otimismo pode levar o empreendedor a tomar decisões de
 maneira heurística (Eeconomia de tempo p/ tomar decisões)



                               Fraser e Greene (2006)
                                Empresários inicialmente muito otimistas e
                                possíveis contribuições p/ fechamento do
                                negócio
OTIMISMO x INSUCESSO
Gimeno et al. (1997 ) - Sobrevivencia de um negócio
 Quando passa por um insucesso a sobrevivência é moldada pelo limiar
de
 desempenho pessoal do próprio dono (quanto o empresário acredita
no
 seu negócio “otimismo”)
 Empresários aprendem com o fracasso (existem exceções)
                                    DESISTIR?   Borin   CONTINUAR?
Aprendendo com o
FRACASSO
Sitkin (1992)
 Falhar pode facilitar a aprendizagem incentivando o indivíduo a realizar uma
 post-mortem para entender o que levou ao fracasso

 Falhar pode encorajar empresários a serem mais realistas
 sobre as suas próprias competências e expectativas em
 relação ao empreendimento

Shepherd (2003)
 Experiência de fracasso pode ser um evento muito traumático para o
              empreendedor, gerando emoções
                 negativas
              e interferência na aprendizagem
Aprendendo com o
 Custos do
FRACASSO
 FRACASSO
                   6 esferas de significativa influência
                   Financeira (perda de capital)
                   Emocional (comprometimento / stress)
                   Psicológica (pressão – investidores, família,
                   funcionários etc.)
                   Social (relacionamentos, estigma de “fracassado”)
                   Profissional (aceitação do mercado em período
                   pós-fracasso)
                   Empreendedora (propensão ao risco pós-
                   fracasso)
RECUPERAÇÃO
Processo gradual de “cura” - cada um tem seu tempo...

Recuperação - 3 componentes interligados de
aprendizagem
  Hiato inicial - Empreendedor psicologicamente remove a si mesmo
  com o fracasso, a fim de curar;
  Reflexão crítica- Empreendedor se envolve em uma tentativa
  determinada e consciente fazer sentido do fracasso
  Ação reflexiva - Empreendedor tenta seguir em frente com o fracasso
  e buscar outras oportunidades.
RESSURGIMENTO

Você mesmo (habilidades, atitudes, crenças)

O empreendimento (forças, fraquezas, razões p/ o fracasso)

Redes / relações (natureza e gestão dos

relacionamentos)

Gestão do negócio (gerência e controle)
VISÕES DIFERENTES
      EUA                                            UK:
  Fracasso faz                                 Visão de que há
    parte do                                  um estigma ligado
    sucesso                                      ao fracasso




 Empreendedores que passaram por um fracasso são mais preparados
 para os desafios da “vida empreendedora” do que aqueles que só
 passaram por sucessos ou que ainda não experimentaram as realidades
 “intensas” do processo empreendedor
Sempre me
interessei pela área
de negócios
Ficava louco para
ver como
funcionava empresa
            uma

    João Francisco
            Borin
REFERÊNCIAS
Cope, J., Entrepreneurial learning from failure: An interpretative
phenomenological analysis, J. Bus. Venturing (2010)

Grilo, I.; Thurik, R. Determinants of entrepreneurship in Europe. Discussion
Papers on Entrepreneurship, Growth and Public Policy. July 2004.

Carr, J. C.; Sequeira, J. M. Prior family business exposure as
intergenerational influence and entrepreneurial intent: A Theory of Planned
Behavior approach. Journal of Business Research. Dec 2006, p.
1090–1098.

Ucbasaran D., Westhead P., Wright M., Flores M.; The nature of
entrepreneurial experience, business failure andcomparative optimism.
Journal of Business Venturing. v. 25 (2010) p. 541–555

Vale, V. G.; Wilkinson, J.; Amâncio , R. Empreendedorismo, inovação e
Obrigado!

Gleison Lopes Fonseca          gleisonlf@gmail.com

Thaís Mitleton                 thaismitleton@yahoo.com.br

Flávio Augusto José            flavioaugustojose@gmail.com

Nelson Stefanelli              nelsonstefanelli@gmail.com

Empreendedorismo e inovação: Caso LabTools

  • 1.
    Nelso Empreende Thaís n e Inov M. Flávio Gleiso n
  • 2.
    PRODUÇÃO DE FUMO SOUZACRUZ AGENDA Perfil do Empreendedor A Labtools Empreendedorismo O produto Influência de gerações Fracasso
  • 3.
  • 4.
    Perfil do EMPREENDEDOR MsC,PhD e Post-Doc - Quimico Calouro de Adm - FEARP/USP Pai empresário - Interesse por empresas 1º Produto (abortado): Dosímetro 2º Produto (atual) : Deionizador IONLESS (idéia de um amigo) Cenário político-econômico o levou para a Pós-Graduação (1994)
  • 5.
    2° Produto (atual) DEIONIZADORIONLESS Ideal p/ substituir destiladores; Fixado na parede, não ocupa espaço na bancada; Menor custo de água produzida da categoria; Operação totalmente automatizada; Osmose reversa e eletrodeionização
  • 6.
    LABTOOLS Incubada na SUPERA OBJETIVOS: Desenvolver, Fabricar e Comercializar purificadores de água de grande capacidade de produção diária para água tipo II Mercado: laboratórios, indústrias, universidades, farmácias etc. RH: 4 profissionais 4º ano de operação, 1º no azul
  • 7.
    Determinantes do EMPREENDEDORISMO NÍVEL DEEMPREENDEDORISMO : relação entre perspectiva do mercado e demanda Difíci comparar Ativ. Empreend. entre países – Não há defin. Única MOTIVOS: Psicológicos Étnicos Sociais Políticos Econômicos Demográficos Ambientais
  • 8.
    Determinantes do EMPREENDEDORISMO POTENCIAL ESTIMULADO- economias com crescimento moderado aliada à alto nível de desemprego PREJUDICA: economias de escopo e escala ESTIMULA: graus de incerteza do mercado (políticas públicas)
  • 9.
    Influência dos PAIS Menaghan eParcel (1995) Relação entre experiência de trabalho dos pais e comportamento das crianças Dyer (1992); Fairlieand Robb (2005) Empresários com Mãe e/ou Pai autônomo Família: Loja de produtos alimentícios Figura do Pai: admirado como empreendedor
  • 10.
    Influência entre GERAÇÕES Mead (1934)- Interacionismo Simbólico Pessoas agem em relação às coisas baseando-se no significado que estas tenham para elas. Significados - resultam da interação social (família, amigos etc.) e são modificados pela interpretação da pessoa Borin Vida Acadêmica X Empreender
  • 11.
    Escolha da CARREIRA Dick &Rallis (1991) – Teoria da Escolha Profissional Influencia das expectativas dos socializadores e interpretação exp. passadas Família: Pai empreendedor (Comércio) Dyer (1992) Apoio de pessoas importantes influencia a intenção empresarial Amigos: Muitos não acreditavam / apoiavam de verdade Ajzen's (2002) – Intenção Empreendedora influenciada por apoio familiar Apoio da esposa
  • 12.
    OTIMISMO x INSUCESSO Haywardet al. (2006) - Otimismo em excesso Explorar uma oportunidade / Criação de empresas propícias ao insucesso Excesso de otimismo pode levar o empreendedor a tomar decisões de maneira heurística (Eeconomia de tempo p/ tomar decisões) Fraser e Greene (2006) Empresários inicialmente muito otimistas e possíveis contribuições p/ fechamento do negócio
  • 13.
    OTIMISMO x INSUCESSO Gimenoet al. (1997 ) - Sobrevivencia de um negócio Quando passa por um insucesso a sobrevivência é moldada pelo limiar de desempenho pessoal do próprio dono (quanto o empresário acredita no seu negócio “otimismo”) Empresários aprendem com o fracasso (existem exceções) DESISTIR? Borin CONTINUAR?
  • 14.
    Aprendendo com o FRACASSO Sitkin(1992) Falhar pode facilitar a aprendizagem incentivando o indivíduo a realizar uma post-mortem para entender o que levou ao fracasso Falhar pode encorajar empresários a serem mais realistas sobre as suas próprias competências e expectativas em relação ao empreendimento Shepherd (2003) Experiência de fracasso pode ser um evento muito traumático para o empreendedor, gerando emoções negativas e interferência na aprendizagem
  • 15.
    Aprendendo com o Custos do FRACASSO FRACASSO 6 esferas de significativa influência Financeira (perda de capital) Emocional (comprometimento / stress) Psicológica (pressão – investidores, família, funcionários etc.) Social (relacionamentos, estigma de “fracassado”) Profissional (aceitação do mercado em período pós-fracasso) Empreendedora (propensão ao risco pós- fracasso)
  • 16.
    RECUPERAÇÃO Processo gradual de“cura” - cada um tem seu tempo... Recuperação - 3 componentes interligados de aprendizagem Hiato inicial - Empreendedor psicologicamente remove a si mesmo com o fracasso, a fim de curar; Reflexão crítica- Empreendedor se envolve em uma tentativa determinada e consciente fazer sentido do fracasso Ação reflexiva - Empreendedor tenta seguir em frente com o fracasso e buscar outras oportunidades.
  • 17.
    RESSURGIMENTO Você mesmo (habilidades,atitudes, crenças) O empreendimento (forças, fraquezas, razões p/ o fracasso) Redes / relações (natureza e gestão dos relacionamentos) Gestão do negócio (gerência e controle)
  • 18.
    VISÕES DIFERENTES EUA UK: Fracasso faz Visão de que há parte do um estigma ligado sucesso ao fracasso Empreendedores que passaram por um fracasso são mais preparados para os desafios da “vida empreendedora” do que aqueles que só passaram por sucessos ou que ainda não experimentaram as realidades “intensas” do processo empreendedor
  • 19.
    Sempre me interessei pelaárea de negócios Ficava louco para ver como funcionava empresa uma João Francisco Borin
  • 20.
    REFERÊNCIAS Cope, J., Entrepreneuriallearning from failure: An interpretative phenomenological analysis, J. Bus. Venturing (2010) Grilo, I.; Thurik, R. Determinants of entrepreneurship in Europe. Discussion Papers on Entrepreneurship, Growth and Public Policy. July 2004. Carr, J. C.; Sequeira, J. M. Prior family business exposure as intergenerational influence and entrepreneurial intent: A Theory of Planned Behavior approach. Journal of Business Research. Dec 2006, p. 1090–1098. Ucbasaran D., Westhead P., Wright M., Flores M.; The nature of entrepreneurial experience, business failure andcomparative optimism. Journal of Business Venturing. v. 25 (2010) p. 541–555 Vale, V. G.; Wilkinson, J.; Amâncio , R. Empreendedorismo, inovação e
  • 21.
    Obrigado! Gleison Lopes Fonseca gleisonlf@gmail.com Thaís Mitleton thaismitleton@yahoo.com.br Flávio Augusto José flavioaugustojose@gmail.com Nelson Stefanelli nelsonstefanelli@gmail.com

Notas do Editor

  • #10 Falar da questão da profissão
  • #11 Falar do paradoxo: Por quê ele não empreendeu logo de início? Falar q talvez seja reflexo do meio (economia) – Deixa par falar do Interacionismo Simbólico. Meio do indivídio pode ser chamado de variáveis exógenas