Elementos de Máquinas
Porca:
calculo de aperto de torque:
𝑇 = 𝐾×𝐷×𝐹
T - é o torque de aperto necessário. (Nm)
K - é o coeficiente de atrito entre a rosca do parafuso e aporca.
(0,15 – valor típico de atrito)
D - é o diâmetro nominal do parafuso. (mm)
F - é a força axial de aperto. (N)
Porca:
calculo de aperto de torque:
Ex: Um parafuso com um diâmetro nominal de 10 mm e uma
força axial de aperto de 500 N. Calcule o torque de aperto em
Nm.
Porca:
calculo de aperto de torque:
Ex: Um parafuso com um diâmetro nominal de 6 mm,passo de
1,0 mm e comprimento de 20 mm, está sujeito a uma força de
aperto de 5 kN. Calcule o torque de aperto em Nm.
Ensaio de tração:
Anéis Elásticos:
• É um elemento usado em eixos ou furos, tendo como principais
funções:
- Evitar deslocamento axial de peças ou componentes.
- Posicionar ou limitar o curso de uma peça ou conjunto deslizante sobre
o eixo.
Material de fabricação e forma:
• Anéis de secção circular.
• Aplicação: para pequenos esforços axiais.
Material de fabricação e forma:
• Anéis de secção circular.
• Aplicação: para pequenos esforços axiais.
Montagem dos anéis elásticos:
Cupilha ou contrapino:
• Cupilha é um arame de secção semi-
circular, dobrado de modo a formar um
corpo cilíndrico e uma cabeça.
Cupilha ou contrapino:
Sua função principal é a de travar outros elementos de máquinas
como porcas.
Pino cupilhado:
• Nesse caso, a cupilha não entra no eixo, mas no próprio pino. O pino
cupilhado é utilizado como eixo curto para uniões articuladas ou para
suportar rodas, polias, cabos, etc.
Pino cupilhado:
Elementos de transmissão:
Elementos de transmissão:
• A principal função dos elementos de transmissão é transmitir
movimento e potência.
- Pela forma: os elementos possuem uma forma que permite seu
encaixe em outro elemento, transmitindo para este a potência e o
movimento. Exemplo: engrenagem.
Elementos de transmissão:
- Por atrito: a transmissão do movimento é feita através do atrito entre
o elemento de transmissão e a parte do sistema mecânico que irá
receber o movimento e a potência, geralmente um eixo.
Este mecanismo de transmissão possibilita a centralização das peças
ligadas ao eixo, mas não permite a transmissão de grandes esforços.
Exemplo: correia.
Engrenagem ou roda dentada:
Engrenagem ou roda dentada:
• É um elemento de transmissão de movimento e força. Ela possui
dentes, que têm força e espaçamentos iguais.
Engrenagem ou roda dentada:
• Os materiais mais utilizados na fabricação de engrenagens são: aço-
liga fundido, ferro fundido, cromo-níquel, bronze fosforoso, alumínio e
náilon.
• Principais dimensões:
- Número de dentes (Z): quantidade de dentes da engrenagem:
- Diâmetro externo (DE): maior diâmetro da engrenagem;
- Diâmetro interno (DI): menor diâmetro da engrenagem;
Engrenagem ou roda dentada:
• Principais dimensões:
- Diâmetro Primitivo (DP): diâmetro intermediário entre o diâmetro
externo e interno, é por meio dele quo o projeto da engrenagem é
realizado.
- Passo do dente ou passo circular (Pc): é a soma da espessura do
dente com o vão entre os dentes.
Engrenagem ou roda dentada:
• Principais dimensões:
- Módulo (m): número que constitui a unidade de medida do Sistema
Internacional (SI) de uma engrenagem, calculando através da divisão
do diâmetro primitivo pelo número de dentes. Sua unidade é milímetros.
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
Relação de transmissão
Corresponde à relação existente entre o
número de voltas das polias (n) numa
unidade de tempo e os seus respectivos
diâmetros. De forma que a velocidade
periférica (V) é a mesma para as duas
polias.
Partindo da ideia de que, em ambas as
polias, a velocidade é a mesma, teremos:
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
D1 –  (diâmetro) da polia menor
D2 –  (diâmetro) da polia maior
n1 – RPM (Rotações Por Minuto) da polia
menor
n2 – RPM (Rotações Por Minuto) da polia
maior
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
Se você tem a velocidade do motor 800 rpm e os diâmetros das
polias motora 80 e movida 200. Como as polias motoras são de
tamanho diferente das polias movidas, a velocidade das polias
movidas será sempre diferente da velocidade das polias
motoras. é isso o que teremos de calcular.
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
Se você tem a velocidade do motor 800 rpm e os
diâmetros das polias motora 80 e movida 200.
Como as polias motoras são de tamanho
diferente das polias movidas, a velocidade das
polias movidas será sempre diferente da
velocidade das polias motoras. é isso o que
teremos de calcular. solução
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
Engrenagem cilíndrica de dentes retos:
Engrenagem cilíndrica de dentes helicoidais:
Engrenagem cilíndrica com dentes oblíquos:
Engrenagem cilíndrica com dentes internos:
Cremalheira:
Cremalheira:
Cilíndrica com dentes em V ou espinha de peixe:
Cônica com dentes retos:
Cônica com dentes helicoidais:
https://www.youtube.com/watch?v=Ki9En5CzI4k
Danos típicos:
• Desgaste por interferência: provocado quando há um contato
inadequado entre o dente de duas engrenagens. Esse choque mecânico
pode acarretar na quebra ou fissura destes dentes;
• Desgaste abrasivo: ocorre quando há entre as superfícies de contato de
duas engrenagens, um elemento abrasivo (sujeira, óxidos, pedaços de
metais, contaminações de lubrificantes). Este atrito pode desgastar a
engrenagem.
Danos típicos:
• Quebra por fadiga: causada pela redução de resistência do dente ao
longo do uso da engrenagem. Esse tipo de dano é evidenciado por
formação de trincas que ficam localizadas no pé do dente. Pode causar
quebra;
• Desgaste ou quebra por sobrecarga: esse tipo de dano ocorre devido a
uma sobrecarga de força, choques mecânicos ou ineficiência no processo
de fabricação da engrenagem.
Danos típicos:
• Trincas superficiais: ocorrem devido ao emperramento (parada
momentânea no giro das engrenagens quando as mesmas estão em
funcionamento) e consequentemente deslizamento dos dentes das
engrenagens. O emperramento e o deslizamento podem ser causados por
vibrações excessivas, lubrificação deficiente ou sobrecarga.
Eixo, árvore e guia:
• Os eixos e árvores são elementos utilizados na sustentação e
integração de partes constituintes de uma máquina.
• Ao redor dos eixos e árvores são montados outros elementos de
máquinas, que irão integrar suas funções.
• Já as guias são elementos de máquinas que têm como função o
direcionamento do movimento retilíneo realizado por outros
elementos.
Aplicação de eixos e árvores:
• Eixo é a parte de uma máquina ou equipamento em torno do qual um
ou mais elementos de máquinas giram. Ele tem a função de sustentar
e integrar esses elementos, mas não transmite movimento e força;
• O eixo-árvore ou árvore é um eixo móvel que, além de sustentar e
integrar os elementos de máquinas, também gira, transmitindo força e
movimento.
Classificação de eixos:
• Roscados: este tipo de eixo possui furos roscados ou algum rebaixo com
superfície roscada, permitindo que os mesmos sejam utilizados como
prolongador de uma barra.
Classificação de eixos:
• Maciços: geralmente com seção circular, esses eixos são maciços (não
ocos por dento). Para ajuste dos elementos que serão fixados sobre eles,
esse eixos possuem apoios ou degraus.
Classificação de eixos:
• Maciços:
Classificação de eixos:
• Vazados: são eixos ocos por dentro, e por isso mesmo são mais leves do
que os maciços.
Classificação de eixos:
• Cônicos: por terem formato cônico, esses eixos devem ser utilizados com
componentes que possuem furos cônicos.
Classificação das árvores:
• Ranhuradas: possuem ranhuras longitudinais em sua superfície que
permitem o acoplamento dos elementos que serão montados sobre elas.
São utilizados para transmitir grandes forças.
Classificação das árvores:
• Estriadas: possuem em sua superfície entalhes triangulares, que garantem
uma boa concentricidade e fixação dos elementos que serão acoplados
nesse tipo de eixo, parecidas com as árvores ranhuradas.
Classificação das árvores:
• Flexíveis: formados por uma série de cabos de
aço enrolados alternadamente em sentidos
opostos, protegidos por um tubo flexível. São
utilizados para transmitir pequenas forças e altas
velocidades de rotação em ferramentas ou
equipamentos portáteis. Exemplo: cabo de
velocímetro.
Classificação das árvores:
• Flexíveis:
Danos típicos:
• Os principais danos que ocorrem em eixos e árvores são a quebra e o
desgaste;
• Geralmente, o que acarreta a quebra de um eixo é a utilização de uma
carga maior do valor que ele suporta;
• A resistência tende a reduzir ao longo do tempo, fazendo com que ele
resista a cargas menores do que a especificada.
Danos típicos:
• O desgaste de um eixo ou árvores pode ser ocasionado por diversos
fatores:
- Falta ou utilização de lubrificante fora da especificação;
- Superaquecimento durante o seu funcionamento que resulta na diminuição
de dureza desse elemento;
- Travamento ou excesso de tensão do elemento de máquina que está
montado sobre o eixo que causa o aumento do atrito na superfície de
contato, aumentando a temperatura e o desgaste nessa região.
Desmontagem de eixos e árvores:
a) Verificar se há elementos de fixação e removê-los antes de retirar o eixo do
conjunto mecânico;
b) Verificar a existência de um furo roscado em uma das extremidades do eixo
ou árvore. Esse furo é utilizado para facilitar a remoção do eixo por meio da
utilização de um dispositivo que é inserido no mesmo;
Desmontagem de eixos e árvores:
c) Evitar bater em uma das faces do eixo com martelo ou ferramenta similar,
evitando assim a danificação da superfície. Evitar bater nas bordas do eixo;
d) Após a remoção do eixo do conjunto mecânico, armazenar o mesmo em
local seguro para evitar empenamentos ou danos à sua superfície.
Montagem de eixos e árvores:
a) Realizar a limpeza do eixo e dos elementos que serão montados sobre ele,
retirando qualquer sujeira que possa ocasionar desgaste por abrasão (atrito);
b) Verificar se a superfície do eixo está livre de rebarbas decorrentes do
processo de fabricação (ou desmontagem);
Montagem de eixos e árvores:
c) Verificar se as dimensões do eixo estão de acordo com as especificações do
projeto;
d) Pré-lubrificar todas as peças que serão montadas no eixo ou árvore,
evitando desgastes no inicio do funcionamento do conjunto.
Correia e Polia:
Correia e Polia:
• A correia é um elemento de transmissão de movimento geralmente
fabricada de borracha revestida em lona;
• Por ser flexível, é ideal para transmissão de movimento entre eixos
separados por grandes distâncias;
• Já a polia é uma peça metálica ou fabricada em náilon, de formato
cilíndrico e que é movimentada pelo eixo de um motor e/ou pela
correia.
Correia e Polia:
• Caracterizada por ter baixo custo, produzir pouco ruído e elevada
resistência ao desgaste;
• A polia ligada ao eixo do motor é denominada motora ou condutora, e
a polia que recebe movimento e força da correia é denominada movida
ou conduzida;
• O sentido de rotação das polias é determinado pela disposição da
correia no sistema.
Correia e Polia:
Tipos de correias:
a) Correia plana: tem seção transversal
com formato plano. A transmissão é feita
por meio do atrito, sendo que a correia
desliza caso o atrito seja diminuído,
perdendo energia e potência;
Tipos de correias:
b) Correia em V: tem seção transversal
em formato de trapézio. Esse tipo de
correia possui em seu interior fios de aço
ou de tecido para aumentar a sua
resistência à tração. Praticamente não
tem deslizamento e produz menos ruídos
e choques mecânicos;
Tipos de correias:
c) Correia dentada: também conhecida
como sincronizada, esse tipo de correia é
utilizada em situações em que não é
permitido haver atrito. Possui em sua
superfície ranhuras em forma de dentes;
Tipos de polias:
a) Plana: utilizada com correia plana,
essa polia possui superfície de contato
(aro) plana ou abaulada. A polia com
superfície plana conserva melhor as
correias e a abaulada guia melhor as
correias ;
Tipos de polias:
a) Plana:
Tipos de polias:
b) Trapezoidal: utilizada com correia em
V, essa polia possui em sua superfície
canais para assentar as correias;
Tipos de polias:
b) Trapezoidal:
Tipos de polias:
c) Sincronizadora: utilizada com correias
dentadas, essa polia possui sulcos que
permitem o encaixe dos dentes das
correias, permitindo assim o sincronismo
do movimento.
Transmissão:
Transmissão: cálculo de revolução
L – comprimento total da correia
 × d – perímetro da circunferência
C – distância entre os centros dos eixos
Transmissão: cálculo de revolução
L – comprimento total da correia
 × d – perímetro da circunferência
C – distância entre os centros dos eixos
Transmissão: cálculo de revolução
Transmissão: cálculo de revolução
L – comprimento total da correia
 × d – perímetro da circunferência
C – distância entre os centros dos eixos
d - Diametro
Transmissão: cálculo de revolução
L – comprimento total da correia
 × d – perímetro da circunferência
C – distância entre os centros dos eixos
R – Raio Maior
r – Raio Menor
DESAFIO
Calcule o comprimento total da correia e informe:
se a primeira polia for girada com 400 rpm, a segunda ira girar com
quantos rpm?
Transmissão:
Montagem e desmontagem de correias:
• Para realizar a montagem de uma correia na polia não é recomendado
forçar sua entrada nos canais da polia, ou usar ferramentas, pois isso
pode danificar ou romper sua estrutura;
• O melhor procedimento é aproximar a polia móvel da polia fixa e montar a
correia nas mesmas, sem tencioná-las.
Montagem e desmontagem de correias:
• Após montar a correia nas polias, antes de tensiona-la gire manualmente
a correia de forma a manter sua frouxidão toda para cima ou para baixo.
Isso facilita o tensionamento da correia, deixando a tensão nesse
elemento uniforme;
• Após isso, tencionar a correia obedecendo as especificações de projeto,
mantendo a tensão dentro do limite de tolerância.
Montagem e desmontagem de correias:
• Tensão baixa causa deslizamentos, e tensões altas também causam
danos à correia e a outros elementos a ela associados, reduzindo sua
vida útil;
• Para garantir que a tensão na correia está ideal, podemos medir o seu
tensionamento com um equipamento chamado tensiômetro. A tensão
ideal é aquela na qual a transmissão está com sua menor tensão e não
ocorre o deslizamento ou a patinação da correia sobre a polia.
Esticador ou tensionador de correia:
Guia e barramento:
• A guia tem a função de manter o posicionamento correto de um sistema
mecânico, de modo a assegurar que o mesmo se movimente em uma
determinada direção.
• É constituída por peças com formato cilíndrico, retangular ou prismático, que
deslizam dentro de outras peças com formato semelhante.
• A guia é classificada em dois tipos: de deslizamento e de rolamento.
Guia e barramento:
• Guia de deslizamento: o funcionamento dessa guia é realizado por meio
de suas partes constituintes.
Guia e barramento:
• Guia de rolamento: o deslizamento dessa guia é realizado por meio de
elementos rolantes (esferas ou roletes), gerando menos atrito.
Guia e barramento:
Guia e barramento:
• A guia, seja ela de deslizamento ou rolamento, deve ser lubrificada com óleo
por meio de canais de lubrificação ou ranhuras em suas superfícies de
contato.
• A função do lubrificante é reduzir o atrito entre as superfícies e, dessa forma,
conservar e aumentar a vida útil desse elemento.
Guia e barramento:
• O barramento é um conjunto de guias de deslizamento que compõem uma
determinada máquina.
Guia e barramento:
Guia circular:
• Possui seção transversal circular. Assim como as planas, estas guias
podem ser equipadas com elementos rolantes para diminuir o atrito.
• Este tipo de guia possui a vantagem de ser mais fácil de ajustar do que as
guias planas, facilitando a montagem e a fabricação desse elemento.
Guia circular:
Danos típicos das Guias:
• Os principais danos de uma guia pode sofrer estão relacionados às
condições de cuidados preventivos dos mesmos durante a sua
utilização, são eles:
- Desalinhamentos das guias;
- Danos provenientes do desgaste por atrito.
Correntes:
• É um elemento de máquina que transmite potência e movimento
entre eixos.
• Constituída por elos ou anéis metálicos, interligados entre si.
Correntes:
• Essa transmissão é feita por meio do engate dos elos da corrente
nos dentes das engrenagens;
• As correntes e engrenagens devem estar no mesmo plano e os
eixos-árvore devem ser paralelos;
• Não há deslizamento e as perdas de energia e potência devido ao
atrito são minimizadas.
Correntes:
• É um tipo de transmissão muito eficiente.
• Geralmente, a transmissão por corrente é utilizada quando não se
pode usar correia devido às condições de trabalho (alta umidade,
presença de vapores corrosivos ou óleos, entre outras).
Tipos de Correntes:
a) Corrente comum: é o tipo de corrente mais conhecida
e utilizada. Os seus elos têm formato arredondado e são
soldados. É usado em transportadores e em talhas
manuais de elevação;
Tipos de Correntes:
b) Corrente de elos livres: este tipo de corrente tem como característica
principal, a facilidade de retirar e trocar algum elo. É muito utilizada em
esteiras transportadoras, onde os esforços são pequenos;
Tipos de Correntes:
c) Corrente de rolo: fabricada em aço temperado, essa corrente é
constituída por rolos que são fixados em buchas e placas por meio de pinos.
É mais utilizada em transmissões de movimento e sustentação de
contrapeso;
Tipos de Correntes:
d) Corrente de dentes: também conhecida como corrente silenciosa, nesse
tipo de corrente as placas têm formato que, quando montadas, aparentam
“dentes”.
- A montagem é feita de tal forma que várias placas ficam dispostas uma ao
lado da outra, permitindo a fabricação de correntes mais largas e resistentes,
além de produzirem menos ruídos;
- É aplicada em situações que necessitam de rotação superior a permitida
pela corrente de rolos.
Tipos de Correntes:
d) Corrente de dentes:
Cabos de aço:
• O cabo de aço é um elemento de transmissão que suporta cargas de
tração, deslocando-as na posição horizontal, vertical ou inclinada;
• Devido a sua resistência à tração, esse elemento é muito empregado
em equipamentos na elevação de cargas como, por exemplo, em
elevadores, pontes rolantes e guindastes.
Cabos de aço:
Cabos de aço:
• O cabo de aço é feito de arames fabricados
por meio do processo de trefilação a frio. Para
formação de um cabo de aço, os arames são
enrolados formando pernas que também são
enroladas em espirais envolvendo um
elemento central chamado alma.
Cabos de aço:
• Durante os processos de movimentação e transporte de cargas utilizando
cabos de aço, atentar para a presença de cabos quebrados, princípio de
torção (gaiola de passarinho).
Cabos de aço:
• NR18 – Condições e Meio Ambiente de trabalho na indústria da
construção, traz condições de segurança que regulamentam a utilização
dos cabos de aço na construção civil.
a) evitar o choque mecânico dos cabos com obstáculos durante seu
funcionamento;
b) Sempre que for utilizado na elevação de cargas, verificar se os cabos
estão bem esticados;
Cabos de aço:
c) Manter os cabos de aço lubrificados. Nunca utilizar óleo queimado
como lubrificante, pois esse produto pode causar corrosão do cabo de
aço;
d) Verificar a integridade da alma dos cabos e se há rompimento dos
arames. Caso haja, realizar a substituição do cabo de aço;
Cabos de aço:
e) Verificar se há espaçamentos dos fios em trechos da alma dos cabos.
Caso haja, realizar a substituição do cabo de aço;
f) Verificar o diâmetro do cabo de aço em toda sua extensão. Caso haja,
realizar a substituição do cabo de aço.
Acoplamento:
• É um conjunto mecânico empregado na transmissão de movimento e força
entre duas árvores ou eixos-arvore, que também tem a função de absorver
choques e vibrações durante o funcionamento do sistema mecânico;
Acoplamento:
• Devido à forma como eles transmitem o movimento e a força, os
acoplamentos são as primeiras peças do conjunto mecânico que sentem os
efeitos do desalinhamento entre os eixos-árvore, que podem gerar um
desgaste prematuro desse elemento na máquina.
Acoplamentos Fixos:
• Os acoplamentos fixos servem para unir árvores de tal maneira que
funcionem como se fossem uma única peça, alinhando as árvores de forma
precisa.
- Tipo flange: utilizado na transmissão de grande potência em baixa
velocidade;
Acoplamentos Fixos:
- Tipo com luva de compressão ou de aperto: Esse tipo de luva facilita a
manutenção de máquinas e equipamentos, com a vantagem de não interferir
no posicionamento das árvores, podendo ser montado e removido sem
problemas de alinhamento;
Acoplamentos Fixos:
- Acoplamento de discos ou pratos: Empregado na transmissão de
grandes potências em casos especiais, como, por exemplo, nas árvores
de turbinas. As superfícies de contato nesse tipo de acoplamento podem
ser lisas ou dentadas.
Acoplamentos Fixos:
- Acoplamento de discos ou pratos:
Acoplamentos Elásticos ou Flexíveis:
• Esses elementos tornam mais suave a transmissão do movimento em
árvores que tenham movimentos bruscos, e permitem o
funcionamento do conjunto com desalinhamento paralelo, angular e
axial entre as árvores.
• Os catálogos dos fabricantes vão indicar o máximo de desalinhamento
geometricamente possível no acoplamento.
Acoplamentos Elásticos ou Flexíveis:
Acoplamentos Elásticos ou Flexíveis:
• Elásticos de pinos: Os elementos transmissores são pinos de aço
com mangas de borracha;
Acoplamentos Elásticos ou Flexíveis:
Elásticos perflex: Os discos de acoplamento são unidos perifericamente por
uma ligação de borracha apertada por anéis de pressão. Esse acoplamento
permite o jogo longitudinal de eixos;
Acoplamentos Elásticos ou Flexíveis:
Elásticos de garras: As garras, constituídas por tocos de borracha, encaixam-
se nas aberturas do contradisco (fixado em um dos eixos-árvores) e
transmitem o movimento de rotação.
Acoplamentos Elásticos ou Flexíveis:
Elásticos de fita de aço ou de grade: Consiste de dois cubos providos
de flanges ranhuradas, nos quais está montada uma grade elástica que
liga os cubos.
O conjunto está alojado em duas tampas providas de junta de encosto e
de retentor elástico junto ao cubo. Todo o espaço entre os cabos e as
tampas é preenchido com graxa.
Acoplamentos Elásticos ou Flexíveis:
Elásticos de fita de aço ou de grade: Apesar de esse acoplamento ser
flexível, as árvores devem estar bem alinhadas no ato de sua instalação para
que não provoquem vibrações excessivas em serviço.
Acoplamentos Elásticos ou Flexíveis:
Elásticos de engrenagens: Os dentes possuem a forma ligeiramente curvada
no sentido axial, o que permite até 3 graus de desalinhamento angular. O anel
dentado (peça transmissora do movimento) possui duas carreiras de dentes
que são separadas por uma saliência central.
Junta universal homocinética:
• Esse tipo de junta é usado para
transmitir movimento entre árvores
que precisam sofrer variação
angular, durante sua atividade.
Essa junta é constituída de esferas
de aço que se alojam em calhas.
Junta universal homocinética:
Acoplamentos móveis:
• São empregados para permitir o jogo longitudinal das árvores. Esses
acoplamentos transmitem força e movimento somente quando acionados,
isto é, obedecem a um comando.
• Os acoplamentos móveis podem ser: de garras ou dentes, e a rotação é
transmitida por meio do encaixe das garras ou de dentes.
• Geralmente, esses acoplamentos são usados em aventais e caixas de
engrenagens de máquinas-ferramenta convencionais.
Acoplamentos móveis:
Montagem de acoplamentos:
• Os principais cuidados a tomar durante a montagem dos acoplamentos são:
- Colocar os flanges a quente, sempre que possível.
- Evitar a colocação dos flanges por meio de golpes: usar prensas ou
dispositivos adequados.
- O alinhamento das árvores deve ser o melhor possível mesmo que sejam
usados acoplamentos elásticos, pois durante o serviço ocorrerão os
desalinhamentos a serem compensados.
Montagem de acoplamentos:
- Fazer a verificação da folga entre flanges e do alinhamento e
concentricidade do flange com a árvore.
- Certificar-se de que todos os elementos de ligação estejam bem
instalados antes de aplicar a carga.
Montagem de acoplamentos:
- Fazer a verificação da folga entre flanges e do alinhamento e
concentricidade do flange com a árvore.
- Certificar-se de que todos os elementos de ligação estejam bem
instalados antes de aplicar a carga.
Came:
• Came é um elemento de máquina cuja superfície tem um formato
especial.
• Normalmente, há um excêntrico, isto é, essa superfície possui uma
excentricidade que produz movimento num segundo elemento
denominado seguidor.
Came:
Came:
Tipos de Cames:
• As cames geralmente se classificam nos seguintes tipos: de disco, de
tambor, frontal e de quadro.
• Came de disco: é uma came rotativa e excêntrica. Consta de um disco,
devidamente perfilado, que gira com velocidade constante, fixado a um
eixo. O eixo comanda o movimento alternativo axial periódico de uma
haste denominada seguidor.
• A extremidade da haste da came de disco pode ser: de ponta, de rolo e de
prato.
Tipos de Cames:
Came de disco:
Tipos de Cames:
Came de tambor: As cames de tambor têm, geralmente, formato de cilindro
ou cone sobre o qual é feita uma ranhura ou canaleta.
Durante a rotação do cilindro em movimento uniforme, ocorre deslocamento
do seguidor sobre a ranhura. O seguidor é perpendicular à linha de centro do
tambor e é fixado a uma haste guia.
Tipos de Cames:
Elementos de apoio:
• O movimento rotativo entre as rodas e os eixos, ocasiona problema de atrito
que, por sua vez, causa desgaste tanto dos eixos como das rodas.
• Para evitar esse problema nas rodas modernas, surgiu a ideia de se colocar
um anel de metal entre o eixo e a roda. Esse anel de metal é chamado
bucha.
Buchas:
Buchas Radiais:
Buchas Radiais:
• Essa bucha é usada para suportar o esforço de um eixo em posição
vertical.
Bucha Cônica:
• Esse tipo de bucha é usada para suportar um eixo do qual se exigem
esforços radiais e axiais. Quase sempre essas buchas requerem um
dispositivo de fixação e, por isso, são pouco empregadas.
• Este elemento e um suporte de apoio de eixos e rolamentos que são
elementos girantes de máquinas, os quais classificam-se em duas
categorias: mancais de deslizamento e mancais de rolamento.
• A função dos mancais é minimizar o atrito e, portanto, aumentar o
rendimento do sistema mecânico, entre partes que se movem entre si. A
aplicação dos mancais pode ser observada na relação entre eixos e
carcaças de redutores e entre carros e barramentos de máquinas-
ferramentas.
Mancal:
• Estes mancais referem-se a concavidades nas quais as pontas de um eixo
se apoiam. A principal função dos mancais de deslizamento, existentes em
máquinas e equipamentos, e servir de apoio e guia para os eixos girantes.
• Eles são considerados como elementos de maquinas sujeitos as forças de
atrito. Estas forcas surgem devido a rotação dos eixos, exercendo cargas
nos alojamentos dos mancais que os contém.
Mancais de deslizamento:
• A vida útil dos mancais de deslizamento pode ser prolongada, desde que,
alguns parâmetros de construção sejam observados.
• Os materiais de construção dos mancais de deslizamento devem ser bem
selecionados e apropriados a partir da concepção do projeto de fabricação.
Geralmente, os mancais de deslizamento são constituídos por uma bucha,
fixada num suporte.
Mancais de deslizamento:
• Esses mancais são usados em maquinas pesadas ou em equipamentos de
baixa rotação, porque a baixa velocidade evita o superaquecimento dos
componentes expostos ao atrito. Neste caso, o uso de buchas e de
lubrificantes permite reduzir esse atrito, melhorando a rotação do eixo.
Mancais de deslizamento:
• Os mancais de deslizamento possuem uma bucha que tem a função de
receber o atrito direto com a superfície do eixo.
• De acordo com o tipo de esforço, podemos classificar os mancais em:
- Mancais para cargas radiais;
- Mancais para cargas axiais (mancal de encosto ou escora);
- Mancais para cargas radiais e axiais do eixo.
Mancais de deslizamento:
Mancais de deslizamento:
Mancais Radiais Mancais axiais Mancais Mistos
• Estes tipos de mancais são empregados para comportar esferas ou rolos
nos quais o eixo se apoia, de forma que quando o eixo gira as esferas ou
rolos, também giram confinados dentro do mancal.
• Em geral, um mancal de rolamento e um tipo de mancal, em que a carga
principal é transferida por meio de elementos de contato, por rolamento em
vez de deslizamento.
Mancais de rolamento:

Elementos-de-Maquinas.pptx A

  • 1.
  • 2.
    Porca: calculo de apertode torque: 𝑇 = 𝐾×𝐷×𝐹 T - é o torque de aperto necessário. (Nm) K - é o coeficiente de atrito entre a rosca do parafuso e aporca. (0,15 – valor típico de atrito) D - é o diâmetro nominal do parafuso. (mm) F - é a força axial de aperto. (N)
  • 3.
    Porca: calculo de apertode torque: Ex: Um parafuso com um diâmetro nominal de 10 mm e uma força axial de aperto de 500 N. Calcule o torque de aperto em Nm.
  • 4.
    Porca: calculo de apertode torque: Ex: Um parafuso com um diâmetro nominal de 6 mm,passo de 1,0 mm e comprimento de 20 mm, está sujeito a uma força de aperto de 5 kN. Calcule o torque de aperto em Nm.
  • 5.
  • 6.
    Anéis Elásticos: • Éum elemento usado em eixos ou furos, tendo como principais funções: - Evitar deslocamento axial de peças ou componentes. - Posicionar ou limitar o curso de uma peça ou conjunto deslizante sobre o eixo.
  • 8.
    Material de fabricaçãoe forma: • Anéis de secção circular. • Aplicação: para pequenos esforços axiais.
  • 9.
    Material de fabricaçãoe forma: • Anéis de secção circular. • Aplicação: para pequenos esforços axiais.
  • 10.
  • 11.
    Cupilha ou contrapino: •Cupilha é um arame de secção semi- circular, dobrado de modo a formar um corpo cilíndrico e uma cabeça.
  • 12.
    Cupilha ou contrapino: Suafunção principal é a de travar outros elementos de máquinas como porcas.
  • 13.
    Pino cupilhado: • Nessecaso, a cupilha não entra no eixo, mas no próprio pino. O pino cupilhado é utilizado como eixo curto para uniões articuladas ou para suportar rodas, polias, cabos, etc.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    Elementos de transmissão: •A principal função dos elementos de transmissão é transmitir movimento e potência. - Pela forma: os elementos possuem uma forma que permite seu encaixe em outro elemento, transmitindo para este a potência e o movimento. Exemplo: engrenagem.
  • 17.
    Elementos de transmissão: -Por atrito: a transmissão do movimento é feita através do atrito entre o elemento de transmissão e a parte do sistema mecânico que irá receber o movimento e a potência, geralmente um eixo. Este mecanismo de transmissão possibilita a centralização das peças ligadas ao eixo, mas não permite a transmissão de grandes esforços. Exemplo: correia.
  • 18.
  • 19.
    Engrenagem ou rodadentada: • É um elemento de transmissão de movimento e força. Ela possui dentes, que têm força e espaçamentos iguais.
  • 20.
    Engrenagem ou rodadentada: • Os materiais mais utilizados na fabricação de engrenagens são: aço- liga fundido, ferro fundido, cromo-níquel, bronze fosforoso, alumínio e náilon. • Principais dimensões: - Número de dentes (Z): quantidade de dentes da engrenagem: - Diâmetro externo (DE): maior diâmetro da engrenagem; - Diâmetro interno (DI): menor diâmetro da engrenagem;
  • 21.
    Engrenagem ou rodadentada: • Principais dimensões: - Diâmetro Primitivo (DP): diâmetro intermediário entre o diâmetro externo e interno, é por meio dele quo o projeto da engrenagem é realizado. - Passo do dente ou passo circular (Pc): é a soma da espessura do dente com o vão entre os dentes.
  • 22.
    Engrenagem ou rodadentada: • Principais dimensões: - Módulo (m): número que constitui a unidade de medida do Sistema Internacional (SI) de uma engrenagem, calculando através da divisão do diâmetro primitivo pelo número de dentes. Sua unidade é milímetros.
  • 24.
  • 25.
    Engrenagem cilíndrica dedentes retos: Relação de transmissão Corresponde à relação existente entre o número de voltas das polias (n) numa unidade de tempo e os seus respectivos diâmetros. De forma que a velocidade periférica (V) é a mesma para as duas polias. Partindo da ideia de que, em ambas as polias, a velocidade é a mesma, teremos:
  • 26.
    Engrenagem cilíndrica dedentes retos: D1 –  (diâmetro) da polia menor D2 –  (diâmetro) da polia maior n1 – RPM (Rotações Por Minuto) da polia menor n2 – RPM (Rotações Por Minuto) da polia maior
  • 27.
  • 28.
  • 29.
    Engrenagem cilíndrica dedentes retos: Se você tem a velocidade do motor 800 rpm e os diâmetros das polias motora 80 e movida 200. Como as polias motoras são de tamanho diferente das polias movidas, a velocidade das polias movidas será sempre diferente da velocidade das polias motoras. é isso o que teremos de calcular.
  • 30.
    Engrenagem cilíndrica dedentes retos: Se você tem a velocidade do motor 800 rpm e os diâmetros das polias motora 80 e movida 200. Como as polias motoras são de tamanho diferente das polias movidas, a velocidade das polias movidas será sempre diferente da velocidade das polias motoras. é isso o que teremos de calcular. solução
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
    Engrenagem cilíndrica dedentes helicoidais:
  • 35.
    Engrenagem cilíndrica comdentes oblíquos:
  • 36.
  • 37.
  • 38.
  • 39.
    Cilíndrica com dentesem V ou espinha de peixe:
  • 40.
  • 41.
    Cônica com denteshelicoidais: https://www.youtube.com/watch?v=Ki9En5CzI4k
  • 45.
    Danos típicos: • Desgastepor interferência: provocado quando há um contato inadequado entre o dente de duas engrenagens. Esse choque mecânico pode acarretar na quebra ou fissura destes dentes; • Desgaste abrasivo: ocorre quando há entre as superfícies de contato de duas engrenagens, um elemento abrasivo (sujeira, óxidos, pedaços de metais, contaminações de lubrificantes). Este atrito pode desgastar a engrenagem.
  • 46.
    Danos típicos: • Quebrapor fadiga: causada pela redução de resistência do dente ao longo do uso da engrenagem. Esse tipo de dano é evidenciado por formação de trincas que ficam localizadas no pé do dente. Pode causar quebra; • Desgaste ou quebra por sobrecarga: esse tipo de dano ocorre devido a uma sobrecarga de força, choques mecânicos ou ineficiência no processo de fabricação da engrenagem.
  • 47.
    Danos típicos: • Trincassuperficiais: ocorrem devido ao emperramento (parada momentânea no giro das engrenagens quando as mesmas estão em funcionamento) e consequentemente deslizamento dos dentes das engrenagens. O emperramento e o deslizamento podem ser causados por vibrações excessivas, lubrificação deficiente ou sobrecarga.
  • 48.
    Eixo, árvore eguia: • Os eixos e árvores são elementos utilizados na sustentação e integração de partes constituintes de uma máquina. • Ao redor dos eixos e árvores são montados outros elementos de máquinas, que irão integrar suas funções. • Já as guias são elementos de máquinas que têm como função o direcionamento do movimento retilíneo realizado por outros elementos.
  • 49.
    Aplicação de eixose árvores: • Eixo é a parte de uma máquina ou equipamento em torno do qual um ou mais elementos de máquinas giram. Ele tem a função de sustentar e integrar esses elementos, mas não transmite movimento e força; • O eixo-árvore ou árvore é um eixo móvel que, além de sustentar e integrar os elementos de máquinas, também gira, transmitindo força e movimento.
  • 50.
    Classificação de eixos: •Roscados: este tipo de eixo possui furos roscados ou algum rebaixo com superfície roscada, permitindo que os mesmos sejam utilizados como prolongador de uma barra.
  • 51.
    Classificação de eixos: •Maciços: geralmente com seção circular, esses eixos são maciços (não ocos por dento). Para ajuste dos elementos que serão fixados sobre eles, esse eixos possuem apoios ou degraus.
  • 52.
  • 53.
    Classificação de eixos: •Vazados: são eixos ocos por dentro, e por isso mesmo são mais leves do que os maciços.
  • 55.
    Classificação de eixos: •Cônicos: por terem formato cônico, esses eixos devem ser utilizados com componentes que possuem furos cônicos.
  • 56.
    Classificação das árvores: •Ranhuradas: possuem ranhuras longitudinais em sua superfície que permitem o acoplamento dos elementos que serão montados sobre elas. São utilizados para transmitir grandes forças.
  • 57.
    Classificação das árvores: •Estriadas: possuem em sua superfície entalhes triangulares, que garantem uma boa concentricidade e fixação dos elementos que serão acoplados nesse tipo de eixo, parecidas com as árvores ranhuradas.
  • 58.
    Classificação das árvores: •Flexíveis: formados por uma série de cabos de aço enrolados alternadamente em sentidos opostos, protegidos por um tubo flexível. São utilizados para transmitir pequenas forças e altas velocidades de rotação em ferramentas ou equipamentos portáteis. Exemplo: cabo de velocímetro.
  • 59.
  • 60.
    Danos típicos: • Osprincipais danos que ocorrem em eixos e árvores são a quebra e o desgaste; • Geralmente, o que acarreta a quebra de um eixo é a utilização de uma carga maior do valor que ele suporta; • A resistência tende a reduzir ao longo do tempo, fazendo com que ele resista a cargas menores do que a especificada.
  • 61.
    Danos típicos: • Odesgaste de um eixo ou árvores pode ser ocasionado por diversos fatores: - Falta ou utilização de lubrificante fora da especificação; - Superaquecimento durante o seu funcionamento que resulta na diminuição de dureza desse elemento; - Travamento ou excesso de tensão do elemento de máquina que está montado sobre o eixo que causa o aumento do atrito na superfície de contato, aumentando a temperatura e o desgaste nessa região.
  • 62.
    Desmontagem de eixose árvores: a) Verificar se há elementos de fixação e removê-los antes de retirar o eixo do conjunto mecânico; b) Verificar a existência de um furo roscado em uma das extremidades do eixo ou árvore. Esse furo é utilizado para facilitar a remoção do eixo por meio da utilização de um dispositivo que é inserido no mesmo;
  • 63.
    Desmontagem de eixose árvores: c) Evitar bater em uma das faces do eixo com martelo ou ferramenta similar, evitando assim a danificação da superfície. Evitar bater nas bordas do eixo; d) Após a remoção do eixo do conjunto mecânico, armazenar o mesmo em local seguro para evitar empenamentos ou danos à sua superfície.
  • 64.
    Montagem de eixose árvores: a) Realizar a limpeza do eixo e dos elementos que serão montados sobre ele, retirando qualquer sujeira que possa ocasionar desgaste por abrasão (atrito); b) Verificar se a superfície do eixo está livre de rebarbas decorrentes do processo de fabricação (ou desmontagem);
  • 65.
    Montagem de eixose árvores: c) Verificar se as dimensões do eixo estão de acordo com as especificações do projeto; d) Pré-lubrificar todas as peças que serão montadas no eixo ou árvore, evitando desgastes no inicio do funcionamento do conjunto.
  • 66.
  • 67.
    Correia e Polia: •A correia é um elemento de transmissão de movimento geralmente fabricada de borracha revestida em lona; • Por ser flexível, é ideal para transmissão de movimento entre eixos separados por grandes distâncias; • Já a polia é uma peça metálica ou fabricada em náilon, de formato cilíndrico e que é movimentada pelo eixo de um motor e/ou pela correia.
  • 68.
    Correia e Polia: •Caracterizada por ter baixo custo, produzir pouco ruído e elevada resistência ao desgaste; • A polia ligada ao eixo do motor é denominada motora ou condutora, e a polia que recebe movimento e força da correia é denominada movida ou conduzida; • O sentido de rotação das polias é determinado pela disposição da correia no sistema.
  • 69.
  • 70.
    Tipos de correias: a)Correia plana: tem seção transversal com formato plano. A transmissão é feita por meio do atrito, sendo que a correia desliza caso o atrito seja diminuído, perdendo energia e potência;
  • 71.
    Tipos de correias: b)Correia em V: tem seção transversal em formato de trapézio. Esse tipo de correia possui em seu interior fios de aço ou de tecido para aumentar a sua resistência à tração. Praticamente não tem deslizamento e produz menos ruídos e choques mecânicos;
  • 72.
    Tipos de correias: c)Correia dentada: também conhecida como sincronizada, esse tipo de correia é utilizada em situações em que não é permitido haver atrito. Possui em sua superfície ranhuras em forma de dentes;
  • 73.
    Tipos de polias: a)Plana: utilizada com correia plana, essa polia possui superfície de contato (aro) plana ou abaulada. A polia com superfície plana conserva melhor as correias e a abaulada guia melhor as correias ;
  • 74.
  • 75.
    Tipos de polias: b)Trapezoidal: utilizada com correia em V, essa polia possui em sua superfície canais para assentar as correias;
  • 76.
    Tipos de polias: b)Trapezoidal:
  • 77.
    Tipos de polias: c)Sincronizadora: utilizada com correias dentadas, essa polia possui sulcos que permitem o encaixe dos dentes das correias, permitindo assim o sincronismo do movimento.
  • 79.
  • 80.
    Transmissão: cálculo derevolução L – comprimento total da correia  × d – perímetro da circunferência C – distância entre os centros dos eixos
  • 81.
    Transmissão: cálculo derevolução L – comprimento total da correia  × d – perímetro da circunferência C – distância entre os centros dos eixos
  • 82.
  • 83.
    Transmissão: cálculo derevolução L – comprimento total da correia  × d – perímetro da circunferência C – distância entre os centros dos eixos d - Diametro
  • 84.
    Transmissão: cálculo derevolução L – comprimento total da correia  × d – perímetro da circunferência C – distância entre os centros dos eixos R – Raio Maior r – Raio Menor DESAFIO Calcule o comprimento total da correia e informe: se a primeira polia for girada com 400 rpm, a segunda ira girar com quantos rpm?
  • 85.
  • 87.
    Montagem e desmontagemde correias: • Para realizar a montagem de uma correia na polia não é recomendado forçar sua entrada nos canais da polia, ou usar ferramentas, pois isso pode danificar ou romper sua estrutura; • O melhor procedimento é aproximar a polia móvel da polia fixa e montar a correia nas mesmas, sem tencioná-las.
  • 88.
    Montagem e desmontagemde correias: • Após montar a correia nas polias, antes de tensiona-la gire manualmente a correia de forma a manter sua frouxidão toda para cima ou para baixo. Isso facilita o tensionamento da correia, deixando a tensão nesse elemento uniforme; • Após isso, tencionar a correia obedecendo as especificações de projeto, mantendo a tensão dentro do limite de tolerância.
  • 89.
    Montagem e desmontagemde correias: • Tensão baixa causa deslizamentos, e tensões altas também causam danos à correia e a outros elementos a ela associados, reduzindo sua vida útil; • Para garantir que a tensão na correia está ideal, podemos medir o seu tensionamento com um equipamento chamado tensiômetro. A tensão ideal é aquela na qual a transmissão está com sua menor tensão e não ocorre o deslizamento ou a patinação da correia sobre a polia.
  • 90.
  • 91.
  • 92.
    • A guiatem a função de manter o posicionamento correto de um sistema mecânico, de modo a assegurar que o mesmo se movimente em uma determinada direção. • É constituída por peças com formato cilíndrico, retangular ou prismático, que deslizam dentro de outras peças com formato semelhante. • A guia é classificada em dois tipos: de deslizamento e de rolamento. Guia e barramento:
  • 93.
    • Guia dedeslizamento: o funcionamento dessa guia é realizado por meio de suas partes constituintes. Guia e barramento:
  • 94.
    • Guia derolamento: o deslizamento dessa guia é realizado por meio de elementos rolantes (esferas ou roletes), gerando menos atrito. Guia e barramento:
  • 95.
    Guia e barramento: •A guia, seja ela de deslizamento ou rolamento, deve ser lubrificada com óleo por meio de canais de lubrificação ou ranhuras em suas superfícies de contato. • A função do lubrificante é reduzir o atrito entre as superfícies e, dessa forma, conservar e aumentar a vida útil desse elemento.
  • 96.
    Guia e barramento: •O barramento é um conjunto de guias de deslizamento que compõem uma determinada máquina.
  • 97.
  • 98.
    Guia circular: • Possuiseção transversal circular. Assim como as planas, estas guias podem ser equipadas com elementos rolantes para diminuir o atrito. • Este tipo de guia possui a vantagem de ser mais fácil de ajustar do que as guias planas, facilitando a montagem e a fabricação desse elemento.
  • 99.
  • 100.
    Danos típicos dasGuias: • Os principais danos de uma guia pode sofrer estão relacionados às condições de cuidados preventivos dos mesmos durante a sua utilização, são eles: - Desalinhamentos das guias; - Danos provenientes do desgaste por atrito.
  • 101.
    Correntes: • É umelemento de máquina que transmite potência e movimento entre eixos. • Constituída por elos ou anéis metálicos, interligados entre si.
  • 102.
    Correntes: • Essa transmissãoé feita por meio do engate dos elos da corrente nos dentes das engrenagens; • As correntes e engrenagens devem estar no mesmo plano e os eixos-árvore devem ser paralelos; • Não há deslizamento e as perdas de energia e potência devido ao atrito são minimizadas.
  • 103.
    Correntes: • É umtipo de transmissão muito eficiente. • Geralmente, a transmissão por corrente é utilizada quando não se pode usar correia devido às condições de trabalho (alta umidade, presença de vapores corrosivos ou óleos, entre outras).
  • 104.
    Tipos de Correntes: a)Corrente comum: é o tipo de corrente mais conhecida e utilizada. Os seus elos têm formato arredondado e são soldados. É usado em transportadores e em talhas manuais de elevação;
  • 105.
    Tipos de Correntes: b)Corrente de elos livres: este tipo de corrente tem como característica principal, a facilidade de retirar e trocar algum elo. É muito utilizada em esteiras transportadoras, onde os esforços são pequenos;
  • 106.
    Tipos de Correntes: c)Corrente de rolo: fabricada em aço temperado, essa corrente é constituída por rolos que são fixados em buchas e placas por meio de pinos. É mais utilizada em transmissões de movimento e sustentação de contrapeso;
  • 107.
    Tipos de Correntes: d)Corrente de dentes: também conhecida como corrente silenciosa, nesse tipo de corrente as placas têm formato que, quando montadas, aparentam “dentes”. - A montagem é feita de tal forma que várias placas ficam dispostas uma ao lado da outra, permitindo a fabricação de correntes mais largas e resistentes, além de produzirem menos ruídos; - É aplicada em situações que necessitam de rotação superior a permitida pela corrente de rolos.
  • 108.
    Tipos de Correntes: d)Corrente de dentes:
  • 111.
    Cabos de aço: •O cabo de aço é um elemento de transmissão que suporta cargas de tração, deslocando-as na posição horizontal, vertical ou inclinada; • Devido a sua resistência à tração, esse elemento é muito empregado em equipamentos na elevação de cargas como, por exemplo, em elevadores, pontes rolantes e guindastes.
  • 112.
  • 113.
    Cabos de aço: •O cabo de aço é feito de arames fabricados por meio do processo de trefilação a frio. Para formação de um cabo de aço, os arames são enrolados formando pernas que também são enroladas em espirais envolvendo um elemento central chamado alma.
  • 114.
    Cabos de aço: •Durante os processos de movimentação e transporte de cargas utilizando cabos de aço, atentar para a presença de cabos quebrados, princípio de torção (gaiola de passarinho).
  • 115.
    Cabos de aço: •NR18 – Condições e Meio Ambiente de trabalho na indústria da construção, traz condições de segurança que regulamentam a utilização dos cabos de aço na construção civil. a) evitar o choque mecânico dos cabos com obstáculos durante seu funcionamento; b) Sempre que for utilizado na elevação de cargas, verificar se os cabos estão bem esticados;
  • 116.
    Cabos de aço: c)Manter os cabos de aço lubrificados. Nunca utilizar óleo queimado como lubrificante, pois esse produto pode causar corrosão do cabo de aço; d) Verificar a integridade da alma dos cabos e se há rompimento dos arames. Caso haja, realizar a substituição do cabo de aço;
  • 117.
    Cabos de aço: e)Verificar se há espaçamentos dos fios em trechos da alma dos cabos. Caso haja, realizar a substituição do cabo de aço; f) Verificar o diâmetro do cabo de aço em toda sua extensão. Caso haja, realizar a substituição do cabo de aço.
  • 118.
    Acoplamento: • É umconjunto mecânico empregado na transmissão de movimento e força entre duas árvores ou eixos-arvore, que também tem a função de absorver choques e vibrações durante o funcionamento do sistema mecânico;
  • 119.
    Acoplamento: • Devido àforma como eles transmitem o movimento e a força, os acoplamentos são as primeiras peças do conjunto mecânico que sentem os efeitos do desalinhamento entre os eixos-árvore, que podem gerar um desgaste prematuro desse elemento na máquina.
  • 120.
    Acoplamentos Fixos: • Osacoplamentos fixos servem para unir árvores de tal maneira que funcionem como se fossem uma única peça, alinhando as árvores de forma precisa. - Tipo flange: utilizado na transmissão de grande potência em baixa velocidade;
  • 121.
    Acoplamentos Fixos: - Tipocom luva de compressão ou de aperto: Esse tipo de luva facilita a manutenção de máquinas e equipamentos, com a vantagem de não interferir no posicionamento das árvores, podendo ser montado e removido sem problemas de alinhamento;
  • 122.
    Acoplamentos Fixos: - Acoplamentode discos ou pratos: Empregado na transmissão de grandes potências em casos especiais, como, por exemplo, nas árvores de turbinas. As superfícies de contato nesse tipo de acoplamento podem ser lisas ou dentadas.
  • 123.
  • 124.
    Acoplamentos Elásticos ouFlexíveis: • Esses elementos tornam mais suave a transmissão do movimento em árvores que tenham movimentos bruscos, e permitem o funcionamento do conjunto com desalinhamento paralelo, angular e axial entre as árvores. • Os catálogos dos fabricantes vão indicar o máximo de desalinhamento geometricamente possível no acoplamento.
  • 125.
  • 126.
    Acoplamentos Elásticos ouFlexíveis: • Elásticos de pinos: Os elementos transmissores são pinos de aço com mangas de borracha;
  • 127.
    Acoplamentos Elásticos ouFlexíveis: Elásticos perflex: Os discos de acoplamento são unidos perifericamente por uma ligação de borracha apertada por anéis de pressão. Esse acoplamento permite o jogo longitudinal de eixos;
  • 128.
    Acoplamentos Elásticos ouFlexíveis: Elásticos de garras: As garras, constituídas por tocos de borracha, encaixam- se nas aberturas do contradisco (fixado em um dos eixos-árvores) e transmitem o movimento de rotação.
  • 129.
    Acoplamentos Elásticos ouFlexíveis: Elásticos de fita de aço ou de grade: Consiste de dois cubos providos de flanges ranhuradas, nos quais está montada uma grade elástica que liga os cubos. O conjunto está alojado em duas tampas providas de junta de encosto e de retentor elástico junto ao cubo. Todo o espaço entre os cabos e as tampas é preenchido com graxa.
  • 130.
    Acoplamentos Elásticos ouFlexíveis: Elásticos de fita de aço ou de grade: Apesar de esse acoplamento ser flexível, as árvores devem estar bem alinhadas no ato de sua instalação para que não provoquem vibrações excessivas em serviço.
  • 131.
    Acoplamentos Elásticos ouFlexíveis: Elásticos de engrenagens: Os dentes possuem a forma ligeiramente curvada no sentido axial, o que permite até 3 graus de desalinhamento angular. O anel dentado (peça transmissora do movimento) possui duas carreiras de dentes que são separadas por uma saliência central.
  • 132.
    Junta universal homocinética: •Esse tipo de junta é usado para transmitir movimento entre árvores que precisam sofrer variação angular, durante sua atividade. Essa junta é constituída de esferas de aço que se alojam em calhas.
  • 133.
  • 134.
    Acoplamentos móveis: • Sãoempregados para permitir o jogo longitudinal das árvores. Esses acoplamentos transmitem força e movimento somente quando acionados, isto é, obedecem a um comando. • Os acoplamentos móveis podem ser: de garras ou dentes, e a rotação é transmitida por meio do encaixe das garras ou de dentes. • Geralmente, esses acoplamentos são usados em aventais e caixas de engrenagens de máquinas-ferramenta convencionais.
  • 135.
  • 136.
    Montagem de acoplamentos: •Os principais cuidados a tomar durante a montagem dos acoplamentos são: - Colocar os flanges a quente, sempre que possível. - Evitar a colocação dos flanges por meio de golpes: usar prensas ou dispositivos adequados. - O alinhamento das árvores deve ser o melhor possível mesmo que sejam usados acoplamentos elásticos, pois durante o serviço ocorrerão os desalinhamentos a serem compensados.
  • 137.
    Montagem de acoplamentos: -Fazer a verificação da folga entre flanges e do alinhamento e concentricidade do flange com a árvore. - Certificar-se de que todos os elementos de ligação estejam bem instalados antes de aplicar a carga.
  • 138.
    Montagem de acoplamentos: -Fazer a verificação da folga entre flanges e do alinhamento e concentricidade do flange com a árvore. - Certificar-se de que todos os elementos de ligação estejam bem instalados antes de aplicar a carga.
  • 139.
    Came: • Came éum elemento de máquina cuja superfície tem um formato especial. • Normalmente, há um excêntrico, isto é, essa superfície possui uma excentricidade que produz movimento num segundo elemento denominado seguidor.
  • 140.
  • 141.
  • 142.
    Tipos de Cames: •As cames geralmente se classificam nos seguintes tipos: de disco, de tambor, frontal e de quadro. • Came de disco: é uma came rotativa e excêntrica. Consta de um disco, devidamente perfilado, que gira com velocidade constante, fixado a um eixo. O eixo comanda o movimento alternativo axial periódico de uma haste denominada seguidor. • A extremidade da haste da came de disco pode ser: de ponta, de rolo e de prato.
  • 143.
  • 144.
    Tipos de Cames: Camede tambor: As cames de tambor têm, geralmente, formato de cilindro ou cone sobre o qual é feita uma ranhura ou canaleta. Durante a rotação do cilindro em movimento uniforme, ocorre deslocamento do seguidor sobre a ranhura. O seguidor é perpendicular à linha de centro do tambor e é fixado a uma haste guia.
  • 145.
  • 146.
  • 147.
    • O movimentorotativo entre as rodas e os eixos, ocasiona problema de atrito que, por sua vez, causa desgaste tanto dos eixos como das rodas. • Para evitar esse problema nas rodas modernas, surgiu a ideia de se colocar um anel de metal entre o eixo e a roda. Esse anel de metal é chamado bucha. Buchas:
  • 148.
  • 149.
    Buchas Radiais: • Essabucha é usada para suportar o esforço de um eixo em posição vertical.
  • 150.
    Bucha Cônica: • Essetipo de bucha é usada para suportar um eixo do qual se exigem esforços radiais e axiais. Quase sempre essas buchas requerem um dispositivo de fixação e, por isso, são pouco empregadas.
  • 151.
    • Este elementoe um suporte de apoio de eixos e rolamentos que são elementos girantes de máquinas, os quais classificam-se em duas categorias: mancais de deslizamento e mancais de rolamento. • A função dos mancais é minimizar o atrito e, portanto, aumentar o rendimento do sistema mecânico, entre partes que se movem entre si. A aplicação dos mancais pode ser observada na relação entre eixos e carcaças de redutores e entre carros e barramentos de máquinas- ferramentas. Mancal:
  • 152.
    • Estes mancaisreferem-se a concavidades nas quais as pontas de um eixo se apoiam. A principal função dos mancais de deslizamento, existentes em máquinas e equipamentos, e servir de apoio e guia para os eixos girantes. • Eles são considerados como elementos de maquinas sujeitos as forças de atrito. Estas forcas surgem devido a rotação dos eixos, exercendo cargas nos alojamentos dos mancais que os contém. Mancais de deslizamento:
  • 153.
    • A vidaútil dos mancais de deslizamento pode ser prolongada, desde que, alguns parâmetros de construção sejam observados. • Os materiais de construção dos mancais de deslizamento devem ser bem selecionados e apropriados a partir da concepção do projeto de fabricação. Geralmente, os mancais de deslizamento são constituídos por uma bucha, fixada num suporte. Mancais de deslizamento:
  • 154.
    • Esses mancaissão usados em maquinas pesadas ou em equipamentos de baixa rotação, porque a baixa velocidade evita o superaquecimento dos componentes expostos ao atrito. Neste caso, o uso de buchas e de lubrificantes permite reduzir esse atrito, melhorando a rotação do eixo. Mancais de deslizamento:
  • 155.
    • Os mancaisde deslizamento possuem uma bucha que tem a função de receber o atrito direto com a superfície do eixo. • De acordo com o tipo de esforço, podemos classificar os mancais em: - Mancais para cargas radiais; - Mancais para cargas axiais (mancal de encosto ou escora); - Mancais para cargas radiais e axiais do eixo. Mancais de deslizamento:
  • 156.
    Mancais de deslizamento: MancaisRadiais Mancais axiais Mancais Mistos
  • 157.
    • Estes tiposde mancais são empregados para comportar esferas ou rolos nos quais o eixo se apoia, de forma que quando o eixo gira as esferas ou rolos, também giram confinados dentro do mancal. • Em geral, um mancal de rolamento e um tipo de mancal, em que a carga principal é transferida por meio de elementos de contato, por rolamento em vez de deslizamento. Mancais de rolamento:

Notas do Editor

  • #3 Deslocamento axial é o movimento no sentido longitudinal do eixo.
  • #4 Deslocamento axial é o movimento no sentido longitudinal do eixo.
  • #5 Deslocamento axial é o movimento no sentido longitudinal do eixo.
  • #6 Deslocamento axial é o movimento no sentido longitudinal do eixo.
  • #7 Deslocamento axial é o movimento no sentido longitudinal do eixo.
  • #11 https://www.youtube.com/watch?v=dbJwSitqhrU
  • #16 João estava pedalando e sua corrente se soltou e ele não conseguiu continuar pedalando. O que aconteceu? O mecanismo de transmissão que é a corrente se soltou, não transmitindo o movimento para a roda traseira.
  • #17 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #18 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #20 Durante a transmissão do movimento, os dentes de uma engrenagem denominada motriz, encaixam e empurram os dente de outra engrenagem, denominada movida. Qual a direção das engrenagens? Qual delas vocês acham que giram mais rápido? Os redutores de velocidades têm a função de reduzir a velocidade de rotação de um eixo https://www.youtube.com/watch?v=snS08uPYcvw https://www.youtube.com/watch?v=TvkQzNKCaqg
  • #21 O naylon que é um tipo de fibra sintética
  • #22 O naylon que é um tipo de fibra sintética
  • #23 O naylon que é um tipo de fibra sintética
  • #24 O naylon que é um tipo de fibra sintética
  • #25 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #26 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #27 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #28 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #29 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #30 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #31 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #32 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #33 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #34 É a engrenagem de mais baixo custo e de maior utilização. Os dentes são retos e paralelos entre si e com o eixo da engrenagem. São utilizadas na transmissão de movimento e potência entre eixos-arvores paralelos e não muito distantes. Produzem elevado ruido, o que limita a sua aplicação à algumas transmissões.
  • #35 Possui maior custo que a de dentes retos. Os dentes têm formato de hélice e estão dispostos transversalmente ao eixo. São utilizadas na transmissão de movimento e potencia entre eixos-árvore paralelos ou que forma um ângulo qualquer entre si. O encaixe dos dentes é mais suave, e produzem menos ruido do que as de dentes retos.
  • #36 Os dentes desta engrenagem estão dispostos de forma inclinada( à direita ou à esquerda) entre si com o eixo central da árvore. Isso faz com que vários dentes, engrenem ao mesmo tempo, fazendo com que se tenha uma transmissão de movimento e potencia mais suave.
  • #37 Também conhecida por fazer parte de sistemas denominados planetários, os dentes destas engrenagens são no interno da engrenagem. É utilizada em comandos finais de máquinas pesadas. Sua principal vantagem é que ela ocupa menor espaço, já que os eixos ficam mais próximos, e a distribuição dos esforços é mais uniforme. Aqui as engrenagens giram no mesmo sentido.
  • #38 É um tipo de engrenagem utilizada para transformar movimento circular em longitudinal. Podemos considera-la como uma engrenagem muito grande, onde o raio fica tão grande que parece uma reta.
  • #39 É um tipo de engrenagem utilizada para transformar movimento circular em longitudinal. Podemos considera-la como uma engrenagem muito grande, onde o raio fica tão grande que parece uma reta.
  • #40 Possui o mesmo formato de dentes da engrenagem helicoidal, só que de forma dupla e contrária. Pode ser construída de forma única ou por duas partes parafusadas ou soldadas. Apresenta maior custo, transmitem grandes esforços e emitem pouco ruído.
  • #41 Possui dentes retos e é mais empregada na transmissão de movimento e potencia entre eixos-arvore que se cruzam, visando a modificação do sentido da força e da rotação em baixas velocidades.
  • #42 É um tipo de engrenagem cônica com dentes em forma de hélice, permitindo o encaixe de dois dentes simultaneamente. Aplicadas em transmissão de grandes esforços de forma suave, em eixos arvores desalinhados ou eixos concorrentes.
  • #46 Os defeitos ou danos mais comuns de engrenagens são:
  • #47 Os defeitos ou danos mais comuns de engrenagens são:
  • #48 Os defeitos ou danos mais comuns de engrenagens são:
  • #49 Os defeitos ou danos mais comuns de engrenagens são:
  • #102 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #103 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #104 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #105 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #106 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #107 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #108 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #109 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #110 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #111 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #112 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #113 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #114 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #115 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
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  • #117 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #118 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #119 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #120 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #121 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #122 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #123 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #124 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #125 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #127 Essa transmissão pode ocorrer de duas maneiras Pela forma é o mecanismo de transmissão mais utilizado.
  • #149 https://www.youtube.com/watch?v=0JjIgeezQz4