Economia do
compartilhamento
       Alexandre Magrineli dos Reis
O meu motivo para estar aqui




                               Wilson Dias/ABr
A economia e o consumo hoje




                              Foto: flickr.com/photos/jassy-50
                                                  Foto: (AP)
Black Friday no Brasil
Os avisos
1972: Clube de Roma e “Os             •   grupo de composto por cientistas, industriais
                                          e políticos constituído em 1968 com objetivo
 limites do Crescimento”                  de discutir temas relacionados a política,
                                          economia internacional, meio ambiente e
                                          desenvolvimento sustentável.
                                      •   Contratação de estudo ao Massachusetts
                                          Institute of Technology (MIT) com o objetivo
                                          de analisar problemas cruciais para o futuro
                                          desenvolvimento da humanidade
                                      •   1972: estudo intitulado “Os Limites do
                                          crescimento“
                                      •   Modelo computacional – batizado de
                                          “World3”:
                                           –   12 cenários que         refletiam a seguinte
                                               constatação: as tendências de crescimento da
                                               população global e da atividade econômica não
                                               eram sustentáveis e levariam a um
                                               esgotamento dos limites físicos dos recursos do
                                               planeta.
                                      •   Argumentava a favor da diminuição
                                          significativa das atividades produtivas em
                                          todo o mundo, com ênfase no corte da
               Fonte: Clube de Roma
                                          produção industrial.
Os avisos
  1987: Nosso Futuro comum   Relatório Brundtland“
                             Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente
                             e o Desenvolvimento da ONU (presidida
                             pela primeira-ministra da Noruega, Gro
                             Brundtland)
                             Sintetiza a visão crítica do modelo de
                             desenvolvimento adotado;
                             Ressalta a incompatibilidade entre os
                             padrões de produção e consumo vigentes
                             nos países industrializados e buscado pelos
                             países em desenvolvimento com o o uso
                             racional dos recursos naturais e a
Foto: AP                     capacidade de suporte dos ecossistemas.
                              Primeiro (ou principal) documento que
                             tratou do conceito de "desenvolvimento
                             sustentável".
Temas da Rio+20
• Economia verde
  (Green Economy) no
  contexto         do
  desenvolvimento
  sustentável    e  a
  erradicação      da
  pobreza


                        Fonte: ONU
“Towards a Green Economy: Pathways to
Sustainable Development and Poverty Eradication”

                                   • Um dos documentos base para
                                     subsidiar as discussões da
                                     Rio+20;
                                   • O estudo afirma que é possível
                                     garantir um futuro sustentável
                                     para o planeta através de
                                     investimentos no valor de 1,3
                                     trilhão de dólares por ano – ou 2%
                                     da riqueza gerada pela economia
                                     global – em dez setores-chave,
                                     significando um estímulo à
                                     expansão econômica, com ênfase
                                     em fontes renováveis de energia.
                                     Trata-se de uma tentativa de uma
                                     mudança de paradigma em prol
                                     de uma economia verde.
                      Fonte: ONU
Economia Verde
Green Economy Coalition
DRAFT – Princípios de uma economia verde

     Uma economia flexível e abrangente, que fornece uma melhor qualidade de vida
     para todos dentro dos limites ecológicos do planeta
1.   Ela proporciona o desenvolvimento sustentável
2.   Ele oferece a equidade - O Princípio da Justiça
3.   Ele cria verdadeira prosperidade e bem-estar para todos - O Princípio da
     Dignidade
4.   Além disso, melhora o mundo natural – O Princípio da Precaução,
     limites planetários e integridade da Terra
5.   É inclusiva e participativa na tomada de decisões - O Princípio da
     Inclusão
6.   É responsável - O Princípio da Governança
7.   Baseia-se resiliência econômica, social e ambiental - O Princípio
     da Resiliência
8.   Ele proporciona um consumo e produção
     sustentáveis - O Priniciple Eficiência
9.   Ele investe para o futuro - O Princípio Intergeracional
Documento final da Rio+20
  O futuro que queremos
Posição oficial ONU: Determinação do conteúdo incluído no conceito da economia
verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza. No
documento final, países dedicaram uma seção para detalhar como as políticas
econômicas podem ser uma ferramenta para avançar no desenvolvimento sustentável,
observando que todos os países estão aprendendo como tornar suas economias mais
verdes e aprendendo uns com os outros a partir do compartilhamento de experiências
e lições.



Crítica: Documento não foi além de algumas afirmações genéricas sem criar
mecanismos operacionais e compromissos para a introdução deste novo modelo
econômico.
Críticas à economia verde
• "Economia verde privatiza a riqueza e socializa a
  pobreza“ (Evo Morales, Presidente da Bolívia)
• As críticas existentes baseiam-se que a economia
  verde ainda mantem a apropriação do homem
  sobre os bens naturais, a idéia de expansão da
  economia, sem trabalhar efetivamente              na
  diminuição da produção e consumo.
A ECONOMIA DO
COMPARTILHAMENTO
Economia do
             Compartilhamento
•   Sharing Economy, Mesh Economy,
    collaborative     consuption,     são
    expressões utilizadas para descrever
    um conjunto de práticas que
    pressupõe possuir (ter) o que é
    necessário no momento certo sem a
    necessidade de adquirir.
•   Tratam-se de relações de consumo
    que estão resurgindo, muitas estão
    sendo reinventadas com as novas
    tecnologias.
•   “refere-se à expansão das práticas
    de       compartilhamento,     troca,
    empréstimo, intercâmbio, aluguel e
    doação, reinventados por meio da
    tecnologia de rede em uma escala e
    de uma maneira sem precedentes”
Wikipedia – verbete Consumo
            colaborativo
•    Ao buscar experiências e não somente objetos de compra, os consumidores estão
     mais voltados à satisfação de sua necessidade e ao real objetivo que uma troca
     comercial possui.
•    No consumo colaborativo, a estrutura de oferta e demanda não é tão rígida e
     limitada como na compra tradicional: não há moeda fixa de escambo nem posse
     única ou total de um objeto.
•    A prática comercial no consumo colaborativo é uma interação entre partes
     interessadas em ter acesso ao que o outro oferece.
•       Toda esta configuração se mostra compatível com as relações que
     estabelecemos na internet, em uma comunicação que não é mais frontal, mas na
     qual ocorre produção de conteúdo de ambos os lados: todos são receptores e
     emissores ao mesmo tempo.
•    Essa estrutura comunicativa da internet migrou para o mundo dos negócios na
     forma     do      consumo    colaborativo:     não   há     mais     separação
     entre vendedor e comprador, mas uma relação mútua de escambo entre partes.
Retorno a práticas antigas...
                                                               • Muito do conceito da
                                                                 economia                do
                                                                 compartilhamento é um
                                                                 resgate a praticas antigas
                                                                 realizadas            pela
                                                                 humanidade em uma
                                                                 escala histórica, e mais
 Fonte:
 http://www.arcauniversal.com/mundocristao/series/noticias/c     próximo de nós, por
 ostumes-da-biblia---o-comercio-14593.html
                                                                 nossos avós e pais
Com nova roupagem
             • Só que antes o que era
               feito apenas pelo contato
               entre indivíduos, amigos,
               vizinhos, numa dimensão
               reduzida de negociação,
               agora ganha uma escala
               física (empresa, bairro,
               família,etc...) e virtual
               (sites e redes na internet)
• Além do benefício da redução
  do consumo e, portanto, da
  fabricação de novos produtos e
  utilização de recursos naturais,
  o      consumo      colaborativo
  garante que o dinheiro, quando
  utilizado, recircule entre os
  indivíduos,        não        se
  concentrando                 em
  organizações.
• A revista TIME elencou o
  consumo colaborativo como
  uma das "10 idéias que vão
  mudar o mundo" .                   Fonte: http://collaborativeconsumption.com/
Principios da economia do
       compartilhamento
• MASSA CRÍTICA: termo sociológico utilizado para
  descrever a existência de um impulso suficiente em
  um sistema para torna-lo autossustentável
• PODER DE CAPACIDADE OCIOSA;
• CRENÇA NOS BENS COMUNS: ao fornecer valor
  para a comunidade, permitimos que o nosso
  próprio valor se expanda em troca
• CONFIANÇA ENTRE ESTRANHOS
Exemplo de publicações
GENEROS E ESPECIES DENTRO DA
SHARING ECONOMY
SISTEMAS DE SERVIÇO DE
       PRODUTOS
• Compartilhamento de carros
  Compartilhamento de carros (de grandes marcas de automóveis)
  Compartilhamento de carro entre pares
  Compartilhamento de bicicletas
• Aluguel entre pares
• Energia Solar
  Aluguel de brinquedos
• Aluguel de objetos de moda
• Aluguel de livros
• Aluguel de arte
• Filmes


                                              Fonte: http://collaborativeconsumption.com/
MERCADOS DE
         REDISTRIBUIÇÃO
•   Grandes Mercados
•   Troca livre
•   Eletrônica
•   Trocas locais de livros            Fonte: http://collaborativeconsumption.com/


•   Sites para troca de bens do bebê e brinquedos
•   Trocas de roupas
•   Troca de mídias (DVD, livros, jogos)
ESTILO DE VIDA DE
           COLABORATIVO
• Coworking
• Empréstimos sociais
• Moedas sociais
• Crowdfunding
• Viagem entre pares
• Caronas                                      Fonte: http://collaborativeconsumption.com/

• Compartilhamento de taxis
• Jardins
  Escambo
• Troca de favores
• Compartilhamento de Redes de Armazenamento e estacionamentos
AIRBNB
Freecycle Network
EXPERIÊNCIAS NO BRASIL
Estante virtual
Site Caronetas




O Caronetas foi pré-selecionado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, como umas das 15 soluções
mundiais para melhorar a mobilidade urbana.
Site DescolaAi
• Descola aí...
Instituto akatu
Instituto Alana – Feira de troca
         de Brinquedos
Instituto Alana/MMA – Cartilha
        Consumo Infantil
                                   •   Instituto Alana e Ministério do Meio Ambiente lançam
                                       cartilha sobre relação entre consumismo infantil e
                                       sustentabilidade com dicas e sugestões para pais e
                                       educadores. O objetivo da publicação é ajudar os pais
                                       e educadores a trabalharem com as crianças a
                                       diferença entre o “querer” e o “precisar”, além de
                                       abordar temas como sustentabilidade, descarte e
                                       consumo.
                                   •   Medidas como o consumo de lanches feitos em casa,
                                       mais saudáveis e que geram menos lixo e descarte
                                       de embalagens, são incentivadas. O material também
                                       traz alguns dados preocupantes sobre a influência da
                                       publicidade no consumismo infantil. Dados do
                                       Ibope mostram que, hoje, as crianças passam mais
                                       de cinco horas por dia na frente da televisão. E que
                                       64% de todos os anúncios veiculados nas emissoras
                                       de TV, monitoradas às vésperas do Dia das Crianças
                                       de 2011, foram direcionados ao público infantil
                                       (Alana/UFES).
                                   •   O livreto é o terceiro volume da série Cadernos de
                                       Consumo Sustentável, publicada pelo Ministério do
                                       Meio Ambiente.
          Fonte: Instituto Alana
Centro de Ecologia Integral




                              Fonte: Centro de Ecologia Integral
Feira de trocas - Ambientação
Conclusões
• Pensar...
• Mudar atitude e hábitos...

Sharing Economy: Economia do Compartilhamento

  • 1.
    Economia do compartilhamento Alexandre Magrineli dos Reis
  • 2.
    O meu motivopara estar aqui Wilson Dias/ABr
  • 3.
    A economia eo consumo hoje Foto: flickr.com/photos/jassy-50 Foto: (AP)
  • 4.
  • 5.
    Os avisos 1972: Clubede Roma e “Os • grupo de composto por cientistas, industriais e políticos constituído em 1968 com objetivo limites do Crescimento” de discutir temas relacionados a política, economia internacional, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. • Contratação de estudo ao Massachusetts Institute of Technology (MIT) com o objetivo de analisar problemas cruciais para o futuro desenvolvimento da humanidade • 1972: estudo intitulado “Os Limites do crescimento“ • Modelo computacional – batizado de “World3”: – 12 cenários que refletiam a seguinte constatação: as tendências de crescimento da população global e da atividade econômica não eram sustentáveis e levariam a um esgotamento dos limites físicos dos recursos do planeta. • Argumentava a favor da diminuição significativa das atividades produtivas em todo o mundo, com ênfase no corte da Fonte: Clube de Roma produção industrial.
  • 6.
    Os avisos 1987: Nosso Futuro comum Relatório Brundtland“ Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento da ONU (presidida pela primeira-ministra da Noruega, Gro Brundtland) Sintetiza a visão crítica do modelo de desenvolvimento adotado; Ressalta a incompatibilidade entre os padrões de produção e consumo vigentes nos países industrializados e buscado pelos países em desenvolvimento com o o uso racional dos recursos naturais e a Foto: AP capacidade de suporte dos ecossistemas.  Primeiro (ou principal) documento que tratou do conceito de "desenvolvimento sustentável".
  • 7.
    Temas da Rio+20 •Economia verde (Green Economy) no contexto do desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza Fonte: ONU
  • 8.
    “Towards a GreenEconomy: Pathways to Sustainable Development and Poverty Eradication” • Um dos documentos base para subsidiar as discussões da Rio+20; • O estudo afirma que é possível garantir um futuro sustentável para o planeta através de investimentos no valor de 1,3 trilhão de dólares por ano – ou 2% da riqueza gerada pela economia global – em dez setores-chave, significando um estímulo à expansão econômica, com ênfase em fontes renováveis de energia. Trata-se de uma tentativa de uma mudança de paradigma em prol de uma economia verde. Fonte: ONU
  • 9.
  • 10.
    Green Economy Coalition DRAFT– Princípios de uma economia verde Uma economia flexível e abrangente, que fornece uma melhor qualidade de vida para todos dentro dos limites ecológicos do planeta 1. Ela proporciona o desenvolvimento sustentável 2. Ele oferece a equidade - O Princípio da Justiça 3. Ele cria verdadeira prosperidade e bem-estar para todos - O Princípio da Dignidade 4. Além disso, melhora o mundo natural – O Princípio da Precaução, limites planetários e integridade da Terra 5. É inclusiva e participativa na tomada de decisões - O Princípio da Inclusão 6. É responsável - O Princípio da Governança 7. Baseia-se resiliência econômica, social e ambiental - O Princípio da Resiliência 8. Ele proporciona um consumo e produção sustentáveis - O Priniciple Eficiência 9. Ele investe para o futuro - O Princípio Intergeracional
  • 11.
    Documento final daRio+20 O futuro que queremos Posição oficial ONU: Determinação do conteúdo incluído no conceito da economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza. No documento final, países dedicaram uma seção para detalhar como as políticas econômicas podem ser uma ferramenta para avançar no desenvolvimento sustentável, observando que todos os países estão aprendendo como tornar suas economias mais verdes e aprendendo uns com os outros a partir do compartilhamento de experiências e lições. Crítica: Documento não foi além de algumas afirmações genéricas sem criar mecanismos operacionais e compromissos para a introdução deste novo modelo econômico.
  • 12.
    Críticas à economiaverde • "Economia verde privatiza a riqueza e socializa a pobreza“ (Evo Morales, Presidente da Bolívia) • As críticas existentes baseiam-se que a economia verde ainda mantem a apropriação do homem sobre os bens naturais, a idéia de expansão da economia, sem trabalhar efetivamente na diminuição da produção e consumo.
  • 13.
  • 14.
    Economia do Compartilhamento • Sharing Economy, Mesh Economy, collaborative consuption, são expressões utilizadas para descrever um conjunto de práticas que pressupõe possuir (ter) o que é necessário no momento certo sem a necessidade de adquirir. • Tratam-se de relações de consumo que estão resurgindo, muitas estão sendo reinventadas com as novas tecnologias. • “refere-se à expansão das práticas de compartilhamento, troca, empréstimo, intercâmbio, aluguel e doação, reinventados por meio da tecnologia de rede em uma escala e de uma maneira sem precedentes”
  • 15.
    Wikipedia – verbeteConsumo colaborativo • Ao buscar experiências e não somente objetos de compra, os consumidores estão mais voltados à satisfação de sua necessidade e ao real objetivo que uma troca comercial possui. • No consumo colaborativo, a estrutura de oferta e demanda não é tão rígida e limitada como na compra tradicional: não há moeda fixa de escambo nem posse única ou total de um objeto. • A prática comercial no consumo colaborativo é uma interação entre partes interessadas em ter acesso ao que o outro oferece. • Toda esta configuração se mostra compatível com as relações que estabelecemos na internet, em uma comunicação que não é mais frontal, mas na qual ocorre produção de conteúdo de ambos os lados: todos são receptores e emissores ao mesmo tempo. • Essa estrutura comunicativa da internet migrou para o mundo dos negócios na forma do consumo colaborativo: não há mais separação entre vendedor e comprador, mas uma relação mútua de escambo entre partes.
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    Retorno a práticasantigas... • Muito do conceito da economia do compartilhamento é um resgate a praticas antigas realizadas pela humanidade em uma escala histórica, e mais Fonte: http://www.arcauniversal.com/mundocristao/series/noticias/c próximo de nós, por ostumes-da-biblia---o-comercio-14593.html nossos avós e pais
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    Com nova roupagem • Só que antes o que era feito apenas pelo contato entre indivíduos, amigos, vizinhos, numa dimensão reduzida de negociação, agora ganha uma escala física (empresa, bairro, família,etc...) e virtual (sites e redes na internet)
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    • Além dobenefício da redução do consumo e, portanto, da fabricação de novos produtos e utilização de recursos naturais, o consumo colaborativo garante que o dinheiro, quando utilizado, recircule entre os indivíduos, não se concentrando em organizações. • A revista TIME elencou o consumo colaborativo como uma das "10 idéias que vão mudar o mundo" . Fonte: http://collaborativeconsumption.com/
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    Principios da economiado compartilhamento • MASSA CRÍTICA: termo sociológico utilizado para descrever a existência de um impulso suficiente em um sistema para torna-lo autossustentável • PODER DE CAPACIDADE OCIOSA; • CRENÇA NOS BENS COMUNS: ao fornecer valor para a comunidade, permitimos que o nosso próprio valor se expanda em troca • CONFIANÇA ENTRE ESTRANHOS
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    GENEROS E ESPECIESDENTRO DA SHARING ECONOMY
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    SISTEMAS DE SERVIÇODE PRODUTOS • Compartilhamento de carros Compartilhamento de carros (de grandes marcas de automóveis) Compartilhamento de carro entre pares Compartilhamento de bicicletas • Aluguel entre pares • Energia Solar Aluguel de brinquedos • Aluguel de objetos de moda • Aluguel de livros • Aluguel de arte • Filmes Fonte: http://collaborativeconsumption.com/
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    MERCADOS DE REDISTRIBUIÇÃO • Grandes Mercados • Troca livre • Eletrônica • Trocas locais de livros Fonte: http://collaborativeconsumption.com/ • Sites para troca de bens do bebê e brinquedos • Trocas de roupas • Troca de mídias (DVD, livros, jogos)
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    ESTILO DE VIDADE COLABORATIVO • Coworking • Empréstimos sociais • Moedas sociais • Crowdfunding • Viagem entre pares • Caronas Fonte: http://collaborativeconsumption.com/ • Compartilhamento de taxis • Jardins Escambo • Troca de favores • Compartilhamento de Redes de Armazenamento e estacionamentos
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    Site Caronetas O Caronetasfoi pré-selecionado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, como umas das 15 soluções mundiais para melhorar a mobilidade urbana.
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    Instituto Alana –Feira de troca de Brinquedos
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    Instituto Alana/MMA –Cartilha Consumo Infantil • Instituto Alana e Ministério do Meio Ambiente lançam cartilha sobre relação entre consumismo infantil e sustentabilidade com dicas e sugestões para pais e educadores. O objetivo da publicação é ajudar os pais e educadores a trabalharem com as crianças a diferença entre o “querer” e o “precisar”, além de abordar temas como sustentabilidade, descarte e consumo. • Medidas como o consumo de lanches feitos em casa, mais saudáveis e que geram menos lixo e descarte de embalagens, são incentivadas. O material também traz alguns dados preocupantes sobre a influência da publicidade no consumismo infantil. Dados do Ibope mostram que, hoje, as crianças passam mais de cinco horas por dia na frente da televisão. E que 64% de todos os anúncios veiculados nas emissoras de TV, monitoradas às vésperas do Dia das Crianças de 2011, foram direcionados ao público infantil (Alana/UFES). • O livreto é o terceiro volume da série Cadernos de Consumo Sustentável, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente. Fonte: Instituto Alana
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    Centro de EcologiaIntegral Fonte: Centro de Ecologia Integral
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    Feira de trocas- Ambientação
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