Este capítulo discute como, em nome da proteção e do cuidado, temos produzido formas de sofrimento e exclusão. O autor argumenta que as discussões sobre direitos humanos e drogas foram motivadas pelas inspeções realizadas em unidades de tratamento, que apontaram possíveis violações de direitos. Ele reflete sobre como certos grupos são tornados "menos humanos" e questiona os processos de subjetivação que legitimam a ordem dominante. Defende uma discussão sobre concepções de humanidade e os que ficam de fora da lógica