O artigo discute como o grupo teatral Oigalê constrói uma nova identidade gaúcha em seus espetáculos de rua através da criação de personagens cômicos baseados em estereótipos do gaúcho. A recepção desses espetáculos é analisada, considerando as técnicas usadas para envolver o público "nômade e sem-teto" do teatro de rua.