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DOENÇAS SEXUALMENTE TOTALMENTE
TRANSMISSÍVEIS
HISTÓRIA
Nas primeiras civilizações havia o culto aos deuses e deusas da fertilidade, que
   eram consideradas como uma dádiva. O culto à essas deusas era feito
   principalmente a partir da prostituição. Uma das características presentes
   nessas sociedades era a promiscuidade, um dos motivos para o surgimentos
   dessas doenças, que mais tarde seriam conhecidas como doenças venéreas,
   em referência à Vênus, considerada a deusa do amor.[5]
A Gonorreia foi citada na bíblia, mas a causa da doença só foi conhecida no século
   XIX. Além disso, no Egito antigo tumbas apresentaram alguns registros sobre a
   Sífilis.[6]
Em 1494 houve um surto de sífilis na Europa. A doença se espalhou rapidamente
   pelo continente, matando mais de cinco milhões de pessoas.[7] Cada localidade
   que ela passava recebia um nome diferente. Contudo, em 1536 foi publicado
   um poema médico, em que um dos personagens da história havia contraído a
   doença. O nome do personagem era Sifilo.[8]
Antes de serem inventados os medicamentos, as doenças eram consideradas
    incuráveis, e o tratamento se limitava a diminuir os sintomas.[9] Todavia, no
    século XX surgiu os antibióticos, que se mostraram bastante eficientes.[6] Em
    1980 a herpes genital e a AIDS surgiram na sociedade como doenças
    incuráveis. Essa, por sua vez se tornou uma pandemia.[9]
CAUSA
Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos, bactérias e parasitas)
    estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes
    manifestações, como feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.[10]
•   Bactérias Cancro mole (Haemophilus ducreyi)[11]
•   Clamídia (Chlamydia trachomatis')[12]
•   Granuloma inguinal (Dovania granulamatis)[13]
•   Gonorreia (Neisseria gonorrhoeae)[14]
•   Sífilis (Treponema pallidum)[15]
•   Vaginose Bacteriana (Gardnerella vaginalis)[16]
Micrografia mostrando o efeito citopático do vírus da Herpes. Exame de
    Papanicolau.
•   Fungos Candidíase (Cândida albicans)[17]
•   Vírus Hepatite[18]
•   Herpes simples[19]
•   HIV ou Aids[20]
•   HPV[21]
•   Molusco contagioso[22]
•   Parasitas Piolho-da-púbis[23]
•   Protozoários Tricomoníase (Trichomonas vaginalis)[24]
PREVENÇÃO

Preservativo
Ver artigo principal: Preservativo
Um Preservativo.
O preservativo, mais conhecido como camisinha é um dos métodos mais seguros
    contra as DSTs.[25] Sua matéria prima é o latex.[26] Antes de chegar nas lojas, é
    submetido à vários testes de qualidade.[27] Apesar de ser o método mais eficiente
    contra a transmissão do vírus HIV (causador da epidemia da SIDA), o uso de
    preservativo não é aceito pela Igreja Católica Romana, pelas Igrejas Ortodoxas e
    pelos praticantes do Hinduísmo. O principal argumento utilizado pelas religiões
    para sua recusa é que um comportamento sexual avesso à promiscuidade e à
    infidelidade conjugal bastaria para a protecção contra DSTs. [28]
   Vacina

     Ver artigo principal: Vacina

   Alguns tipos de HPV,[21] a Hepatite A e B podem ser prevenidas através da vacina.[18]
   Abstinência sexual

     Ver artigo principal: Abstinência sexual

   A abstinência sexual consiste em evitar relações sexuais de qualquer espécie.[29] Possui forte ligação com
   a religião.[30]
TRATAMENTO
        Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia.
        Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde.
        As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.


Algumas DST's são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas
corretamente, contudo outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes,
apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que
deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os
sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as
reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial
aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao
serviço de saúde.[10]
Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para
complicações graves como infertilidade[31], infecções neonatais, malformações
congênitas, aborto, câncer e a morte.[32] Num caso, a primeira recomendação é
procurar um médico, que fará diagnóstico para que seja preparado um
tratamento.[33] Também há o controle de cura, ou seja, uma reavaliação clínica. A
automedicação é altamente perigosa, pois pode até fazer com que a doença seja
camuflada.[34]
EPIDEMIOLOGIA

            Epidemiologia




            35]




   sem dados                                             360–420
   < 60                                                  420–480
   60–120                                                480–540
   120–180                                               540–600
   180–240                                               600–1000
   240–300                                               > 1000
   300–360

Pidemiologia
Incidência de DST's (exceto AIDS) por idade a cada 100 mil habitantes em 2004.
As taxas de incidência de doenças sexualmente transmissíveis continuam a altos níveis em todo o mundo, apesar dos avanços de
diagnosticação e tratamento. Em muitas culturas, especialmente para as mulheres houve a eliminação de restrições sexuais através
da mudança na moral e o uso de contraceptivos, e tanto médicos e pacientes acabam tendo dificuldade em lidar de forma aberta e
francamente com essas questões. Além disso, o desenvolvimento e a disseminação de bactérias resistentes aos antibióticos fazem
que certas doenças sejam cada vez mais difíceis de serem curadas.
Em 1996, a OMS estimou que mais de um milhão de pessoas estavam sendo infectadas diariamente, e cerca de 60% dessas
infecções em jovens menores de 25 anos de idade, e cerca desses jovens 30% são menores de 20 anos. Entre as idades de 14 a
19 anos, as doenças ocorrem mais em mulheres em uma proporção quase dobrada. Estima-se que cerca de 340 milhões de novos
casos de sífilis, gonorreia, clamídia, tricomoníase ocorreram em todo o planeta em 1999.
A Sida é a maior causa da mortalidade na África Subsaariana, sendo que
   em cinco mortes uma é por causa da doença. Por causa da situação, o
   governo do Quênia pediu que a população deixasse de fazer sexo por
   dois anos. No Brasil, desde o primeiro caso até junho de 2011 foram
   registrados mais de seiscentos mil casos da doença. Entre 2000 e 2010,
   a incidência caiu na Região Sudeste, enquanto nas outras regiões
   aumentou. A mortalidade também diminuiu. As cidades de São Paulo,
   Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre são as que possuem o maior
   número dos portadores da doença. Em contrapartida, o país é um dos
   que mais se destacam no combate, além de ser o líder em distribuição
   gratuita do Coquetel anti-HIV.

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  • 2. HISTÓRIA Nas primeiras civilizações havia o culto aos deuses e deusas da fertilidade, que eram consideradas como uma dádiva. O culto à essas deusas era feito principalmente a partir da prostituição. Uma das características presentes nessas sociedades era a promiscuidade, um dos motivos para o surgimentos dessas doenças, que mais tarde seriam conhecidas como doenças venéreas, em referência à Vênus, considerada a deusa do amor.[5] A Gonorreia foi citada na bíblia, mas a causa da doença só foi conhecida no século XIX. Além disso, no Egito antigo tumbas apresentaram alguns registros sobre a Sífilis.[6] Em 1494 houve um surto de sífilis na Europa. A doença se espalhou rapidamente pelo continente, matando mais de cinco milhões de pessoas.[7] Cada localidade que ela passava recebia um nome diferente. Contudo, em 1536 foi publicado um poema médico, em que um dos personagens da história havia contraído a doença. O nome do personagem era Sifilo.[8] Antes de serem inventados os medicamentos, as doenças eram consideradas incuráveis, e o tratamento se limitava a diminuir os sintomas.[9] Todavia, no século XX surgiu os antibióticos, que se mostraram bastante eficientes.[6] Em 1980 a herpes genital e a AIDS surgiram na sociedade como doenças incuráveis. Essa, por sua vez se tornou uma pandemia.[9]
  • 3. CAUSA Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos, bactérias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes manifestações, como feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.[10] • Bactérias Cancro mole (Haemophilus ducreyi)[11] • Clamídia (Chlamydia trachomatis')[12] • Granuloma inguinal (Dovania granulamatis)[13] • Gonorreia (Neisseria gonorrhoeae)[14] • Sífilis (Treponema pallidum)[15] • Vaginose Bacteriana (Gardnerella vaginalis)[16] Micrografia mostrando o efeito citopático do vírus da Herpes. Exame de Papanicolau. • Fungos Candidíase (Cândida albicans)[17] • Vírus Hepatite[18] • Herpes simples[19] • HIV ou Aids[20] • HPV[21] • Molusco contagioso[22] • Parasitas Piolho-da-púbis[23] • Protozoários Tricomoníase (Trichomonas vaginalis)[24]
  • 4. PREVENÇÃO Preservativo Ver artigo principal: Preservativo Um Preservativo. O preservativo, mais conhecido como camisinha é um dos métodos mais seguros contra as DSTs.[25] Sua matéria prima é o latex.[26] Antes de chegar nas lojas, é submetido à vários testes de qualidade.[27] Apesar de ser o método mais eficiente contra a transmissão do vírus HIV (causador da epidemia da SIDA), o uso de preservativo não é aceito pela Igreja Católica Romana, pelas Igrejas Ortodoxas e pelos praticantes do Hinduísmo. O principal argumento utilizado pelas religiões para sua recusa é que um comportamento sexual avesso à promiscuidade e à infidelidade conjugal bastaria para a protecção contra DSTs. [28] Vacina Ver artigo principal: Vacina Alguns tipos de HPV,[21] a Hepatite A e B podem ser prevenidas através da vacina.[18] Abstinência sexual Ver artigo principal: Abstinência sexual A abstinência sexual consiste em evitar relações sexuais de qualquer espécie.[29] Possui forte ligação com a religião.[30]
  • 5. TRATAMENTO Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento. Algumas DST's são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente, contudo outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.[10] Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves como infertilidade[31], infecções neonatais, malformações congênitas, aborto, câncer e a morte.[32] Num caso, a primeira recomendação é procurar um médico, que fará diagnóstico para que seja preparado um tratamento.[33] Também há o controle de cura, ou seja, uma reavaliação clínica. A automedicação é altamente perigosa, pois pode até fazer com que a doença seja camuflada.[34]
  • 6. EPIDEMIOLOGIA Epidemiologia 35] sem dados 360–420 < 60 420–480 60–120 480–540 120–180 540–600 180–240 600–1000 240–300 > 1000 300–360 Pidemiologia Incidência de DST's (exceto AIDS) por idade a cada 100 mil habitantes em 2004. As taxas de incidência de doenças sexualmente transmissíveis continuam a altos níveis em todo o mundo, apesar dos avanços de diagnosticação e tratamento. Em muitas culturas, especialmente para as mulheres houve a eliminação de restrições sexuais através da mudança na moral e o uso de contraceptivos, e tanto médicos e pacientes acabam tendo dificuldade em lidar de forma aberta e francamente com essas questões. Além disso, o desenvolvimento e a disseminação de bactérias resistentes aos antibióticos fazem que certas doenças sejam cada vez mais difíceis de serem curadas. Em 1996, a OMS estimou que mais de um milhão de pessoas estavam sendo infectadas diariamente, e cerca de 60% dessas infecções em jovens menores de 25 anos de idade, e cerca desses jovens 30% são menores de 20 anos. Entre as idades de 14 a 19 anos, as doenças ocorrem mais em mulheres em uma proporção quase dobrada. Estima-se que cerca de 340 milhões de novos casos de sífilis, gonorreia, clamídia, tricomoníase ocorreram em todo o planeta em 1999.
  • 7. A Sida é a maior causa da mortalidade na África Subsaariana, sendo que em cinco mortes uma é por causa da doença. Por causa da situação, o governo do Quênia pediu que a população deixasse de fazer sexo por dois anos. No Brasil, desde o primeiro caso até junho de 2011 foram registrados mais de seiscentos mil casos da doença. Entre 2000 e 2010, a incidência caiu na Região Sudeste, enquanto nas outras regiões aumentou. A mortalidade também diminuiu. As cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre são as que possuem o maior número dos portadores da doença. Em contrapartida, o país é um dos que mais se destacam no combate, além de ser o líder em distribuição gratuita do Coquetel anti-HIV.