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Coragem, paroquianos, paroquianas da Paróquia de
São Pedro, a Igreja e o Brasil precisam de nós! 2018 é o
ano do laicato, também ano de eleições. Só esses fatos
justificamnossa interpelação.
Por conta das decepções e desacertos de 2017, criou-se
um clima de desânimo, acomodação e, sobretudo, omis-
são. Entretanto mais um ano se apresenta e é o momento
exato de nos unir a outros, pegar-
mosarmasparaenfrentaros desa-
fios que certamente surgirão. A
história não é uma sucessão de
fatos extraordinários e notáveis
vitórias, porém é tecida dia a dia
por cada cidadão consciente da
suamissãotemporal.
Com palavras entusiastas, o
Papa Francisco conclama a nossa
parceria: “Quanto precisamos
hoje, na América Latina, de uma
política nobre! Quanto precisa-
mos de protagonistas!” Não é
oba-oba a sua convocação; é um
apelo de colaboração; mais do
que isso, é proposta de continuar-
mos na roda viva do tempo para
assinalar a nossa presença no
espaço cósmico. Somos instru-
mentos de uma sinfonia universal
que será bela se cada músico estiver com o seu instrumen-
to bem afinado, ajustado ao conjunto e executado com
sensibilidade. Não importa qual a importância desse ins-
trumento no mundo musical; o que vale é ser 'o meu ins-
trumento'oselecionadoparamimpelograndeMaestro.
2018 se destaca na sociedade civil por ser ano de elei-
ções, escolha de novos militantes no cenário político.
Esse acontecimento merece nossa atenção. Ainda é o
Papa falando: “Sentimos necessidade de reabilitar a dig-
nidade da política”. Séria advertência que não pode ser
fumaça no ar. O seu eco carece de escuta em todos os
recantos da terra onde se encontre um cristão porque o
resgate da política não é tarefa apenas dos políticos parti-
dários. É inaceitável que todos nós que fomos batizados,
alimentados com o Corpo de Jesus, renovados pelos dons
do Espírito Santo, permaneçamos sentados, indiferentes e
inertes,vendoo 'circopegarfogo'.
Deixemos a indolência por-
que a luta é urgente. Nossos
adversários são aceitos por
muita gente e se apresentam
com vestes coloridas e palavras
sonoras. Cabe-nos combater
contra pessoas arraigadas a
costumes envelhecidos e envi-
lecidos, tirando proveito de
estruturas injustas, estiradas nas
poltronasdo confortoedaabun-
dância, enquanto muitos só
mastigam as migalhas caídas de
lautos banquetes. Apesar de
tudo que freia e retarda as
mudanças sociais, não esqueça-
mos o segredo das vitórias de
São Paulo: “Tudo posso naque-
lequemefortalece”(Fl4,3).
E o Companheiro do Após-
tolo na estrada da evangeliza-
ção é o mesmo Jesus Cristo que está no meio de nós, o
Emanuel que tanto celebramos nas festas do Natal. Ele
continua orientando nossos projetos, atento aos riscos que
corremos e pronto para nos levantar nas quedas dos insu-
cessos.
Insisto: coragem, paroquianos e paroquianas de São
Pedro, leitores do Folha, seguidores do Senhor Jesus!
Todos na linha de frente da batalha pela transformação do
mundo,construçãodoReinoeadventodapaz!
Padre Aderbal Galvão de Sousa
No Ano do Laicato, somos
chamados a ser sal e luz. Leia artigo
de Zélia Vianna na página 2
Participe ativamente da Campanha
da Fraternidade que nos convida a
promover a cultura da paz. Páginas
4, 5 e 7
Em seu artigo na página 7, Dr.
Getúlio Machado explica o que é
dispepsia e gastrite
A CF/2018 nos convoca a lutarmos pela paz
Com o intuito de celebrar os 30 anos da realização do
Sínodo Ordinário sobre os Leigos (1987) e da Exortação
Apostólica sobre a Missão e Vocação dos Leigos na Igre-
ja e no Mundo (1988), a Conferência Nacional dos Bis-
pos do Brasil (CNBB) instituiu oAno Nacional do Laica-
to,queteveinícioem26 denovembrode2017 etemotér-
mino previsto para o dia da Festa de Cristo Rei em 2018.
O tema escolhido pela CNBB foi: “Cristãos leigos e lei-
gas, sujeitos na “Igreja em saída” a serviço do Reino”, e o
lema:“SaldaTerraeLuzdoMundo” (Mt5,13-14).Cele-
brar a presença e organização dos cristãos leigos e leigas
no Brasil, aprofundar sua identidade, vocação, espiritua-
lidade e missão, testemunhando Jesus Cristo e seu Reino
na sociedade, como autênti-
cos discípulos missionários,
é o objetivo geral do Ano
Nacionaldo Laicato.
“Vocês serão meu povo e
eu serei o Deus de vocês” (Jr
30,22). Todos nós, homens e
mulheres, sem distinção de
raça, credo ou cor, somos
povo de Deus, criados que
fomos à sua imagem e seme-
lhança. Em sua primeira
Carta, São Pedro refere-se a
essa honraria que nos foi
dada gratuitamente, com as
seguintes palavras: “Vós,
porém, sois raça eleita,
nação santa, povo de propri-
edade exclusiva de Deus”
(Cf.1Pedro2,9).
Apalavra Laicato diz res-
peito ao conjunto de leigos
na sua relação com a Igreja.
O nome leigo vem do grego
“laos” que quer dizer povo.
Apesar da palavra leigo ser
usada também para significar pessoa com pouco ou
nenhum conhecimento sobre determinado assunto, no
campo eclesial o vocábulo leigo refere-se ao batizado
bem informado e que, embora não fazendo parte do Cle-
ro, porque não recebeu o ministério ordenado (conferido
aos diáconos,presbíterosebispos), estudaeprocuraapro-
fundar-se cada vez mais na Doutrina Católica e participa
ativamente das atividades da Igreja.Aqueles que através
do Batismo acolhem esse chamado, são libertados do
pecado, celebram a experiência de em Jesus serem filhos
adotivos do Pai, tornam-se membros da grande família
deDeus naterra,queéaIgreja,eparticipantesdesua mis-
são deanunciaroReinodeDeus.
Todos somos povo de Deus, todos somos chamados a
fazer parte dessa nação santa. É importante não esquecer
que o Clero também faz parte do povo de Deus, vez que é
formado por leigos que assumiram a missão de orientar,
ensinar e conduzir o Laicato pelos caminhos do Evange-
lho.
Com o Concílio Vaticano II realizado há pouco mais
de 50 anos, e comprovada a necessidade urgente da mão
de obra do leigo numa sociedade cada vez mais distante
dos valores humanos e cristãos, a consciência da missão
apostólica do Laicato adquiriu grande relevância, sobre-
tudo porque os leigos constituem a grande maioria da
Igreja e, bem mais que o Clero, desfrutam de uma maior
penetração no mundo secular. Levedar com o fermento
do Evangelho o mundo da família, do trabalho, da educa-
ção, do lazer, da política,
transformar, enfim, essa
nossa sociedade injusta, per-
missiva, preconceituosa e
corrupta numa sociedade
sadia onde prevaleçam os
valores éticos e o ser huma-
nosejarespeitadonasuadig-
nidade de criatura e filho de
Deus, é a missão específica
do leigo. Clero e Laicato não
trabalham isolados. Eles se
complementam na missão
de evangelizar, sempre em
sintonia com o Magistério
da Igreja, pois foi ao Papa
que Cristo confiou sua Igre-
ja.
Acredito que o primeiro
passo para que nós leigos
possamos vivenciarcomale-
gria e entusiasmo o Ano do
Laicato é reconhecer e valo-
rizar nossa condição de bati-
zados, é ter consciência de
que, porque fazemos parte
do sacerdócio de Cristo, compete a nós a missão de con-
duziromundoparaDeus.
A Igreja precisa – e tem urgência – que passemos de
meros assistentes para participantes, que troquemos as
arquibancadas pela arena, que desçamos do Tabor para a
Planície, onde a vida acontece, onde o bem, a verdade e a
justiça lutam contra os inimigos do Evangelho de Jesus.
E tal qual os leigos que na Igreja primitiva contribuíram
de modo decisivo para a expansão do cristianismo, nós,
os leigos do século XXI, precisamos assumir com garra e
muita coragem nossa identidade de “sujeito eclesial”,
isso é, de alguém que, num mundo insosso, sem rumo,
mergulhado em trevas, confiado naquele que prometeu
que estaria conosco até o fim dos tempos, ousa ser “sal e
luz”.
Zélia Vianna
zelia.vianna@yahoo.com.br
HORA SANTA E MISSA DO SAGRADO
CORAÇÃO DE JESUS: 2 de fevereiro, Hora Santa às
9h, emissaàs10h, naIgrejadeSãoPedro.
FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR E DIA
DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS: 2 de
fevereiro, missa às 8h, 10h, 12h, 15h, 17h e 18h, na Igreja
deSãoPedro.
DIA DE SÃO BRÁS: 3 de fevereiro, missa às 8h, 10h,
12h, 15h e17h, naIgrejadeSãoPedro.
PREPARAÇÃO DE PAIS E PADRINHOS PARA O
BATISMO DE CRIANÇAS: 3 e 17 de fevereiro, das 14h
às 18h,naIgrejaNossa SenhoradaConceiçãodaLapa.
BATISMO DE CRIANÇAS: 4 e 18 de fevereiro, às
8h30, naIgrejadeSãoPedro.
VIASACRA: 16 e 23 de fevereiro, às 11h e 16h, na Igreja
de São Pedro; às 15h30, na Igreja Senhor Bom Jesus dos
Aflitos; às 16h, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da
Lapa.
M I S S A E M A Ç Ã O D E G R A Ç A S P E L O S
DOADORES DO BAZAR: 18 de fevereiro, missa às
7h30, 9h30 e11h30, naIgrejadeSãoPedro.
MISSA EM MEMÓRIA DA MADRE JOANA
ANGÉLICA: 20 de fevereiro, às 18h15, na Igreja Nossa
SenhoradaConceiçãodaLapa.
CÁTEDRADE SÃO PEDRO:22defevereiro.
M I S S A E M A Ç Ã O D E G R A Ç A S P E L O S
DIZIMISTAS DA PARÓQUIA: 25 de fevereiro, missa
às7h30,9h30e11h30, naIgrejadeSãoPedro.
ESCOLA DE MARIA: Todo sábado, às 9h, na Igreja de
SãoPedro.
SEMANA DE CARNAVAL
De 9 a 13 de fevereiro, as igrejas de São Pedro, Nossa Senhora da Conceição da Lapa, Nossa Senhora do
Rosário e Senhor Bom Jesus dos Aflitos estarão fechadas.
QUARTA-FEIRA DE CINZAS
14 de fevereiro, missa das Cinzas às 10h, 12h, 15h, 17h, na Igreja de São Pedro, e às 18h, na Igreja Nossa
Senhora da Conceição da Lapa.
RETIRO DA QUARESMA
17 de fevereiro, das 8h30 às 11h30, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa.
CATEQUESE PARA CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS
Inscrições: 24 de fevereiro, das 14h às 16h30, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa.
Início: 3 de março.
02: Hora Santa e missa do Sagrado Coração de
Jesus;
02, 09, 16 e 23: Via Sacra nas igrejas de São
Pedro, Senhor Bom Jesus dos Aflitos e Nossa
SenhoradaConceiçãodaLapa;
03 e 17: Preparação de pais e padrinhos para o
batismodecrianças;
04 e18:BatismodeCrianças;
25:DomingodeRamos;
29:Quinta-feiraSanta;
30:Sexta-feiraSanta;
31:VigíliadaPáscoa.
GRUPO DE MÃES QUE ORAM PELOS FILHOS
A nossa Paróquia está incentivando a consolidação do grupo das
mães que oram pelos seus filhos. O grupo se reúne todo sábado, às
8h30, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa. Venha
participar!
Há 56 anos, anualmente, a Conferência Nacional dos
Bispos do Brasil (CNBB) realiza a Campanha da Frater-
nidade com o objetivo de apresentar um caminho de con-
versão quaresmal. Um caminho pessoal, comunitário e
social que visibilize a salvação paterna de Deus. Neste
ano “Fraternidade e superação da violência” é o tema da
campanha. O Evangelho de São Mateus inspira o lema:
“Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8), no qual Jesus repre-
ende os fariseus e mestres da lei por suas práticas não
serem coerentes com os seus discursos. “Os fariseus e
mestres da lei valorizavam a sociedade hierarquizada.
Jesus propõe-lhes, então, um novo modelo mais comuni-
tário e fraterno “Vós sois todos irmãos”. Esse lema é um
convite para a superação da violência por meio do reco-
nhecimento de que cada pessoa humana é irmão, e, se
assim o é, então, não se pode deferir contra ele(a) atos de
violência.
ObjetivoGeral
Construir a fraternidade, promovendo a cultura da
paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de
Deus, comocaminhodesuperaçãodaviolência.
Objetivosespecíficos
01 – Anunciar a Boa Nova da fraternidade e da paz,
estimulando ações concretas que expressem a conversão
eareconciliaçãonoespíritoquaresmal.
02 –Analisar as múltiplas formas de violência, consi-
derando suas causas e consequências na sociedade brasi-
leira, especialmente as provocadas pelo tráfico de dro-
gas.
03 – Identificar o alcance da violência nas realidades
urbanaeruraldenosso país,propondocaminhosdesupe-
ração a partir do diálogo, da misericórdia e da justiça em
sintoniacomoEnsinoSocialdaIgreja.
04 – Valorizar a família e a escola como espaços de
convivência fraterna, de educação para a paz e de teste-
munhodoamoredoperdão.
05 – Identificar, acompanhar e reivindicar políticas
públicas de superação da desigualdade social e da vio-
lência.
06 – Estimular as comunidades cristãs, pastorais,
associações religiosas e movimentos eclesiais ao com-
promissocomaçõesquelevemàsuperaçãodaviolência.
07 – Apoiar os centros de direitos humanos, comis-
sões de justiça e paz, conselhos paritários de direitos e
organizações da sociedade civil que trabalham para a
superaçãodaviolência.
Ocartaz
O cartaz da Campanha da Fraternidade 2018 mostra
um grupo de pessoas de diferentes idades e etnias de
mãos dadas, representando a multiplicidade da socieda-
de brasileira. Especialmente neste Ano do Laicato, o
convite é para, por meio da CF/2018, refletir sobre a pro-
blemática da violência, particularmente em como supe-
rá-la. As pessoas que nele formam um círculo e unem as
mãos indicam que a superação da violência só será possí-
vel a partir da união de todos. A violência atinge toda a
sociedade brasileira em suas múltiplas esferas; o cami-
nho para superar a violência é a fraternidade entre as
pessoas que se unem para implementar a cultura da paz.
(vejaocartaznapágina1destaedição).
Otexto-base
O texto-base apresenta uma reflexão do tema a partir
dométodoVer, JulgareAgir.
O VER aborda as múltiplas formas de violência; a
violência como sistema no Brasil; e as vítimas da violên-
cianoBrasilcontemporâneo.
No item múltiplas formas de violência, as reflexões
são sobre: a experiência cotidiana da violência, a violên-
ciainstitucionaleaculturadaviolência.
No item a violência como sistema no Brasil, as refle-
xões são sobre: a violência como parte da história do
Brasil, política e violência no Brasil e a violência resul-
tantedadesigualdadeeconômica.
No item as vítimas da violência no Brasil contempo-
râneo, as reflexões são sobre: violência racial, violência
contra jovens, violência contra mulheres e homens, vio-
lência doméstica, exploração sexual e tráfico humano,
violência contra trabalhadores rurais e contra os povos
tradicionais, violência e narcotráfico, insuficiência do
aparato judicial, política e violência, violência e direito à
informação,religiãoeviolência,eviolêncianotrânsito.
O JULGAR é dividido em dois eixos: Sagrada Escri-
turaeMagistériodaIgreja.
No item Sagrada Escritura, são apresentadas as cita-
çõesbíblicas:Mt23,8:Vós sois todosirmãos!;Gn 2,4-
25: Harmonia do Paraíso; Gn 3,1-24: A violência
fruto do pecado do homem; Gn 4,1-16:Amorte deAbel;
Gn 20- 24: Ruptura da aliança: o mal que se espalha; Jn:
Livro de Jonas: o profeta em meio à violência; Sl 122
(121): Pedido de paz para Jerusalém; Mc 7,14ss: A vio-
lência presente no coração do homem; Mt 16,1-4: O sinal
de Jonas; Mt 5,9: As bem-aventuranças; Ap 21-22: A
novaJerusalém.
O item Magistério nos traz para refletir os documen-
tos da Igreja: Gaudium et spes (Cap. V); Pacem in Terris;
Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI: mensagens para o
Dia Mundial da Paz; e Francisco: o gesto de oração e
diálogo(ComPerezeAbbas).
O AGIR é dividido em três eixos: pessoa e família;
comunidade;esociedade.
No item pessoa e família e a superação da violência,
são sinalizadas ações para a conversão pessoal e familiar
à cultura da não violência; e a cultura da empatia: não
somos adversários,masirmãos.
No item comunidade e superação da violência, são
sinalizadas ações para as conquistas e experiências da
comunidade eclesial na superação da violência; as obras
sociais da comunidade eclesial como caminho para a
superação da violência; a promoção eclesial de uma espi-
ritualidade que desperte para superação da violência; e o
ecumenismo e diálogo inter-religioso como caminho de
superaçãodaintolerânciareligiosa.
No item sociedade e superação da violência, são sina-
lizadas ações para as diversas iniciativas sociais como
promotoras da cultura, tais como: observância dos esta-
tutos da Criança e Adolescente, do Idoso e do Desarma-
mento, e da Lei Maria da Penha; superação da violência
contra negros e jovens, da violência política, religiosa,
notrânsito,etc.
COLETA DA SOLIDARIEDADE
O gesto concreto proposto pela Campanha da Frater-
nidade é a coleta da solidariedade, que irá acontecer no
Domingo de Ramos, no próximo dia 25 de março, que
deve ser recolhida integralmente à Arquidiocese que
repassará 40% do total ao Fundo Nacional da Solidarie-
dade, gerido pela CNBB. Os 60% restantes permanecem
naArquidiocese para atender aos Fundos de Solidarieda-
de Diocesanos.AIgreja espera a participação de todos os
fiéis com sua doação financeira. Os recursos são destina-
dos aos projetos que atendem aos objetivos propostos
pelaCampanhadaFraternidadedoanoanterior(2017).
HINO DA CF/2018
Letra:FreiZilmarAugusto, OFM
Música:PadreWallisonRodrigues
01–Nestetempoquaresmal,óDeus davida,
AtuaIgrejasepropõeasuperar
Aviolênciaqueestánasmãosdomundo,
Esaidoíntimodequemnãosabeamar.
Refrão:
Fraternidadeésuperaraviolência!
Éderramar,emvezdesangue,maisperdão!
Éfermentarnahumanidadeoamorfraterno!
Pois Jesus disseque“somostodosirmãos”.(2x)
02–Quemplantarapazeobempelocaminho,
Ecultivá-loscomcarinhoeproteção,
Nãomaisveráaviolênciaemsuaterra.
Levarapazécompromissodocristão!
03–Aexclusãoquelevaàmortetantagente,
Corrompevidasedestróiacriação.
“Bastadeguerraeviolência,óDeus clemente!”
Éoclamordos filhosteusemoração.
04–Venhaanós, Senhor,teuReinodejustiça,
Plenodepaz,deharmoniaeunidade.
Sonhamosverumnovocéueumanovaterra:
Todos narodadafelizfraternidade.
05–TuaIgrejatemocoraçãoaberto,
Enos ensinaoamoracadairmão.
EmJesus Cristo,acolhe,amaeperdoa,
Quemfezomal,caiuemsi,equerperdão.
Oração da CF/2018
Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito
amor e vos agradecemos por ter enviado Jesus, o
Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e
fraternidade à terra e, cheio de ternura e
compaixão, sempre viveu relações repletas de
perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o
Espírito Santo, para que, com o coração
convertido, acolhamos o projeto de Jesus e
sejamos construtores de uma sociedade justa e
sem violência para que, no mundo inteiro, cresça
o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz.
Amém!
01-URSULINA F. BARBOSA DE SOUZA
02-M.ª PUREZA SANTOS
02-SONILHA DA SILVA MOREIRA
03-ANA CLÁUDIA MENDONÇA VITTI
04-HOSANA FREIRE MACHADO CUNHA
04-M.ª ERIVAM DE OLIVEIRA
04-Mª TEREZA SANTOS
04-UBEREANÃ CORTÊS UMBELINO
05-ALTAÍDES DE OLIVEIRA
05-EDSON RODRIGUES DOS SANTOS
05-ILKA MÁRCIA SANTOS PINTO
05-M.ª NEUDES AFONSO OLIVEIRA
07-M.ª AZEVEDO DA COSTA
08-ANTÔNIO CARLOS DE ARAÚJO GUEDES
08-JOEL SANTOS DE OLIVEIRA
09-ALCIANNE DA ROCHA CAMPOS
09-EDNÁ SALES UMBELINO
09-LUCAS VEIGA DA SILVA
10-RITA MARIA HURST DE ANDRADE
11-Mª DE LOURDES MENEZES DE SOUZA
12-ANDRÉ LUIZ OLIVEIRA DE SOUZA
12-M.ª DE LOURDES BORGES
13-BENIGNA NUNES DE SOUZA
13-ENEDINA DA SILVA
14-CELESTINA SOUZA SANTOS
14-MAURA ROSA DOS SANTOS
14-RICARDO V. PASSOS CONCEIÇÃO
15-AURELINA DE MELO NASCIMENTO
15-GILBERTO RODRIGUES MACIEL
15-JOSÉ TRINDADE DOS COSTA LAGE
15-LAÍS DO ESPÍRITO SANTO PEREIRA
15-M.ª BERNADETE BATISTA DE JESUS
16-ANTONINA ROSA BRITO DE SOUZA
16-ARLETE OLIVEIRA BRAGA
16-M.ª DAS GRAÇAS NERY SARDINHA
16-SÉRGIO LUIS S. LACERDA SILVA FILHO
17-LAURICÉLIA BENIGNA MENDES
18-CLÁUDIA CONCEIÇÃO DOS SANTOS
18-EDELZUITA DA SILVA SANTOS
18-EGRON CÍCERO DOS SANTOS
18-ROSALVO SANT'ANA SOUZA FILHO
19-M.ª ALDENORA MIRANDA CUNHA
19-M.ª DE LOURDES BACELAR SILVA
20-ADRIANA CRISTINA B. DOS SANTOS
20-MARIA HELENA SOUZA SILVA
20-RAYMUNDA N. SOARES FRANÇA
20-TEREZINHA PEREIRA DOS SANTOS
21-ALBERTO RAMON DE SOUZA
21-DENISE DE SÁ OLIVEIRA
21-LEANDRO SOARES SOUZA
21-MARINALVA PEREIRA
21-MILENA MARTA O. FERNANDES
22-ISABEL TEIXEIRA MOREIRA
22-JOSEFA CARVALHO BEZERRA
23-EDELZUITA OLIVEIRA CANÁRIO
23-MARGARIDA MARIA Z. PASSOS
23-ROSA MARIA LIMA PLÁCIDO
24-JAILZA NASCIMENTO DA SILVA
24-THAMYRES PEREIRA LIMA
25-EDNA SANTOS
25-JOSELITA COSTA DE ALMEIDA
25-LUIZ CARNEIRO RIBEIRO MACHADO
25-M.ª RAIMUNDAALMEIDA SILVA
25-MARACILDES ROCHA E SILVA
25- M.ª JOSÉ MENDES DOS SANTOS
26-ÍRIS PEREIRA SALIM LATIFF
26-RAILDAA. LIMA BELA JULIÃO
26-WANDIRA BARROS CRUZ
27-GENÁZIO PEREIRA DA SILVA
27-KAREN MATOS DA SILVA MOITINHO
27-KARINA MATOS DA SILVA MOITINHO
27-KARINE COELHO DA SILVA
27-SIZILDAALMEIDA DE SOUZA
27-TEREZINHA DE JESUS C. BRANCO
28-CARMITA PIRES
28-JOSÉ WALTER BATISTA DE MACEDO
28-M.ª JOSÉ RODRIGUES MACIEL
28-M.ª JILVÂNIA BARRETO DE SOUSA
28-M.ª RITA DO ROSÁRIO SANTOS
28-NAILZA RAMOS DA SILVA
28-PAULO HENRIQUE ALVES DOS SANTOS
A você, meu irmão, minha irmã, que assume esta Paróquia como dizimista e se compromete com o trabalho
pastoral, parabéns! Como presente do seu aniversário, a comunidade paroquial estará unida a você, seus amigos e
familiares, nesse dia tão especial, para celebrar esta data.
Venha participar, nesse dia, da Santa Missa, às 8h, na Igreja de São Pedro.
Caso a data seja no Domingo ou Dia Santo, a missa começa às 7h30.
PARÓQUIA DE SÃO PEDRO
MOVIMENTO FINANCEIRO
DEZEMBRO/2017
RECEITAS
Espórtulas de missas ............................... 8.534,00
Espórtulas de batizados .............................. 320,00
Espórtulas de matrimônios .......................... 375,00
Dízimos .................................................. 44.544,15
Coletas ordinárias .................................. 8.194,60
Coleta para a Evangelização................. 1.250,00
Taxas de certidões ...................................... 280,00
Donativos ............................................... 9.000,00
Rendimento do bazar ............................. 8.341,00
Rendimento do restaurante .................... 8.659,25
Rendimento de Aplicações ............................. 8,13
TOTAL ............................................... 89.506,13
DESPESAS
Manutenção e conservação .................. 2.685,93
Material litúrgico ...................................... 191,00
Ajuda pastoral a moradores de rua .......... 1.000,00
Ajuda pastoral a mulheres marginalizadas 937,00
Salários ....................................... 32.575,60
Vale refeição ......................................... 7.423,77
Vale transporte ..................................... 1.922,40
Encargos sociais ......................... 9.222,88
Assistência odontológica a funcionários .. 247,00
Côngrua ao pároco ....................... 3.000,00
Material de expediente ............................ 2.100,00
Material de informática ......................... 317,74
Correios .................................................. 1.307,30
Água, energia e telefonia ........................ 2.268,27
Serviços contábeis ............................ 3.100,00
Tarifa bancária ...............................................72,90
Taxa de programa SGCP ...................... 110,50
Repasse à Cúria da Coleta para
a Evangelização .................................. .1.250,00
TOTAL ............................................. 69.732,29
SALDO DO MÊS 19.773,84
A grande missão da Igreja é a
evangelização. Aquele que assume o
dízimo na comunidade está contribuindo
para a evangelização no aspecto religioso,
social e missionário.
SEJA DIZIMISTA
INSCREVA-SE NA SECRETARIA
PAROQUIAL
Visite os espaços do Bazar da
Solidariedade, onde também podem ser
feitas as doações.
Informações pelo telefone: 2137-8666
Quem não conhece a história de Caim, que matou o
irmão Abel apenas por inveja do relacionamento deste
comJavé?Caimficouparasemprecomoo símbolodamal-
dade e da antifraternidade.Apartir desse primeiro fratricí-
dio da humanidade até os nossos dias, os homens não
aprenderam a ser irmãos, nem mesmo depois da vinda de
Jesus, que tanto se esforçou para nos transmitir a pedago-
gia da convivência fraterna. Por conta disso, vivemos
numa sociedade onde os homens não são felizes exata-
mente porque não consideram essa dimensão própria do
ser humano.Aorigem das desordens sociais que convulsi-
onam o momento presente está na ausência dos sentimen-
tos fraternos. Se víssemos no outro o irmão, crimes tão
desumanos não aconteceriam. Naturalmente os homens
seriammenoscompetitivos,injustosecruéis.
A Igreja, na sua jornada evangelizadora, destaca-se na
luta pela fraternidade, tentando inserir em cada cultura a
semente da prática fraterna. Por esse motivo, a Igreja no
Brasil realiza anualmente a Campanha da Fraternidade,
procurando conscientizar os cristãos de que não existe
amordeDeus semmanifestaçõesconcretasdeamoraopró-
ximo.
No início da quaresma, é lançada como sempre a Cam-
panha da Fraternidade, neste ano centrada no tema: “Fra-
ternidade e superação da violência”, proposta oportuna
para uma sociedade dominada pela agressividade e ódio.
Ano a ano se percebe que cresce a sensibilidade da Igreja
para com os problemas humanos, tanto os de explícita gra-
vidade,comoos escondidosno coraçãodecadaum.
Comecemos a refletir sobre a CF 2018 porque é impor-
tante a nossa parceria. O seu lema: – “Vós sois todos
irmãos” (Mt 28,8) – oferece o fundamento de todo o texto-
base e justifica as exigências do amor ao outro, seja ele o
irmão biológico ou qualquer outra pessoa que se aproxime
de nós. Somos todos irmãos porque somos todos indistin-
tamente filhos de um mesmo Pai: Deus. Diante desse prin-
cípio teologal, desaparecem todas as supostas diferenças
de raça, cor, gênero, cultura e fé.Afraternidade derruba os
obstáculos que afastam as pessoas, os abismos que impe-
dem unir-nos ao outro por laços de solidariedade. E se ela
não é o ponto de partida das experiências afetivas, é inútil
qualquer tentativa em favor da harmonia e da reconcilia-
ção. O egoísmo não encontra espaço num coração ou
numa comunidade que considera o outro como um igual
emdireitosedignidade.
Parece até falta de criatividade da Igreja, o que absur-
damente seria falta de criatividade do Espírito Santo, a
CNBB promover anualmente a CF. Mas ela insiste tanto
porque deseja livrar os homens do egoísmo, tão presente
no individualismo que rastreia hoje o comportamento
humano. Por que o homem assalta, apedreja, fere e mata?
Porqueeleaindanãopercebeuquesó hápazquandohájus-
tiça;só hájustiçaquandoaspessoas sesentemiguaiseuni-
das a todos pela filiação divina. E a justiça para não se
transformar em legalismo, precisa ser constantemente
regada e nutrida na fonte da vida verdadeira: Jesus, Filho
do homemeFilhodeDeus, Redentordahumanidade.
Yvette Amaral
yvettealemosmaral@gmail.com
A palavra dispepsia significa má digestão e gastrite
quer dizer inflamação no estômago. Nenhuma dessas pala-
vras, isoladamente, define uma doença. Dispepsia designa
um conjunto de sintomas relacionados ao tubo digestivo
alto (esôfago, estômago, duodeno), que pode ser ocasiona-
do por várias doenças; e gastrite é um diagnóstico dado
através da análise da lesão do tecido gástrico, que indica a
presença de um processo inflamatório na mucosa gástrica e
que também pode ser resultado de muitas doenças.Aúlcera
do duodeno, por exemplo, pode provocar dispepsia, isso é,
sintomas relacionados ao tubo digestivo alto e, ao mesmo
tempo,podeseracompanhadadegastrite.
É preciso ter atenção quanto ao termo gastrite, que erro-
neamente é usado como sinônimo de sintomas do tubo
digestivo alto. Na consulta médica, são relatadas queixas
de excesso de gases do estômago, arrotos, mau hálito, quei-
mação e dor na região do estômago, digestão lenta e náu-
sea.Atualmente, a palavra dispepsia é utilizada para desig-
nar sintomas que se acredita serem originados no tubo
digestivo alto, caracterizados por dor ou desconforto no
epigástrico, que é traduzido por uma sensação desagradá-
vel, não-dolorosa, que pode ser acompanhada por perda de
peso, empachamento, sensação de digestão demorada,
saciedadeprecoce,arrotos,náusease,àsvezes,vômitos.
A dispepsia pode ser funcional ou ter origem orgânica,
mas essa diferenciação nem sempre é muito clara. Outras
vezes é difícil se estabelecer o limite entre a dispepsia e um
simples mal-estar passageiro. A consequência do uso abu-
sivo de comidas, bebida alcoólica, por exemplo, não pode
ser rotulada como dispepsia. Para se definir dispepsia deve
haver um período mínimo de tempo das queixas digestivas,
contínuoeintermitente.
Agastrite pode ter origem em diversas causas, mas uma
das mais frequentes é a infecção pela bactéria “Helicobac-
ter pylori”. Outras causas devem ser investigadas, tais
como: parasitas, fungos, citomegalovírus, herpes simples e
doençadeCrohn.
DISPEPSIA E GASTRITE
Dr. Getúlio Tanajura Machado
gemachado@bol.com.br - tel. 71-3328-5633
Informativo da Paróquia de São Pedro
Praça da Piedade, 11 - São Pedro - CEP: 40.060-300 - Salvador - Bahia - Brasil
Site: www.paroquiadesaopedro.org - E-mail: padreaderbal@bol.com.br
Direção e Coordenação: Padre Aderbal Galvão de Sousa
Diagramação e Revisão: Equipe da Pastoral da Comunicação
Colaboração: Getúlio Machado, Yvette Amaral, Zélia Vianna
Ilustrações: Getúlio Machado e internet
Jornalista responsável: Maria Alcina Pipolo - MTb/DRT/BA 915
Tiragem: 5 mil exemplares Distribuição Gratuita
Arquidiocese de São Salvador da Bahia - Brasil
Expediente:
Fone: (71) 3329-3280
Maria Alcina Pipolo
LINHA DO TEMPO (PARTE FINAL)
Em dezembro de 2015, Zélia
Vianna inicia nova série de
artigos, agora sobre o “Jubileu
da Misericórdia”. Em fevereiro
de 2016, passa a destacar, a
cada mês, uma letra do acrósti-
co “Misericórdia”, de autoria
do Papa Francisco.
Na edição de abril de 2016, o
Folha traz um artigo de Dom
Murilo: “Nos passos do Papa
Francisco”.
A edição de maio de 2016 destaca
Nossa Senhora, a Bem-Aventurada
de todas as gerações.
Na edição de janeiro de 2017, Zélia
Vianna inicia nova série de artigos no
contexto do Ano Nacional Mariano.
A edição de maio de 2017 registra a visita pastoral do Bispo
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Folha de São Pedro - O Jornal da Paróquia de São Pedro (Salvador-BA) - Fevereiro de 2018

  • 1. Coragem, paroquianos, paroquianas da Paróquia de São Pedro, a Igreja e o Brasil precisam de nós! 2018 é o ano do laicato, também ano de eleições. Só esses fatos justificamnossa interpelação. Por conta das decepções e desacertos de 2017, criou-se um clima de desânimo, acomodação e, sobretudo, omis- são. Entretanto mais um ano se apresenta e é o momento exato de nos unir a outros, pegar- mosarmasparaenfrentaros desa- fios que certamente surgirão. A história não é uma sucessão de fatos extraordinários e notáveis vitórias, porém é tecida dia a dia por cada cidadão consciente da suamissãotemporal. Com palavras entusiastas, o Papa Francisco conclama a nossa parceria: “Quanto precisamos hoje, na América Latina, de uma política nobre! Quanto precisa- mos de protagonistas!” Não é oba-oba a sua convocação; é um apelo de colaboração; mais do que isso, é proposta de continuar- mos na roda viva do tempo para assinalar a nossa presença no espaço cósmico. Somos instru- mentos de uma sinfonia universal que será bela se cada músico estiver com o seu instrumen- to bem afinado, ajustado ao conjunto e executado com sensibilidade. Não importa qual a importância desse ins- trumento no mundo musical; o que vale é ser 'o meu ins- trumento'oselecionadoparamimpelograndeMaestro. 2018 se destaca na sociedade civil por ser ano de elei- ções, escolha de novos militantes no cenário político. Esse acontecimento merece nossa atenção. Ainda é o Papa falando: “Sentimos necessidade de reabilitar a dig- nidade da política”. Séria advertência que não pode ser fumaça no ar. O seu eco carece de escuta em todos os recantos da terra onde se encontre um cristão porque o resgate da política não é tarefa apenas dos políticos parti- dários. É inaceitável que todos nós que fomos batizados, alimentados com o Corpo de Jesus, renovados pelos dons do Espírito Santo, permaneçamos sentados, indiferentes e inertes,vendoo 'circopegarfogo'. Deixemos a indolência por- que a luta é urgente. Nossos adversários são aceitos por muita gente e se apresentam com vestes coloridas e palavras sonoras. Cabe-nos combater contra pessoas arraigadas a costumes envelhecidos e envi- lecidos, tirando proveito de estruturas injustas, estiradas nas poltronasdo confortoedaabun- dância, enquanto muitos só mastigam as migalhas caídas de lautos banquetes. Apesar de tudo que freia e retarda as mudanças sociais, não esqueça- mos o segredo das vitórias de São Paulo: “Tudo posso naque- lequemefortalece”(Fl4,3). E o Companheiro do Após- tolo na estrada da evangeliza- ção é o mesmo Jesus Cristo que está no meio de nós, o Emanuel que tanto celebramos nas festas do Natal. Ele continua orientando nossos projetos, atento aos riscos que corremos e pronto para nos levantar nas quedas dos insu- cessos. Insisto: coragem, paroquianos e paroquianas de São Pedro, leitores do Folha, seguidores do Senhor Jesus! Todos na linha de frente da batalha pela transformação do mundo,construçãodoReinoeadventodapaz! Padre Aderbal Galvão de Sousa No Ano do Laicato, somos chamados a ser sal e luz. Leia artigo de Zélia Vianna na página 2 Participe ativamente da Campanha da Fraternidade que nos convida a promover a cultura da paz. Páginas 4, 5 e 7 Em seu artigo na página 7, Dr. Getúlio Machado explica o que é dispepsia e gastrite A CF/2018 nos convoca a lutarmos pela paz
  • 2. Com o intuito de celebrar os 30 anos da realização do Sínodo Ordinário sobre os Leigos (1987) e da Exortação Apostólica sobre a Missão e Vocação dos Leigos na Igre- ja e no Mundo (1988), a Conferência Nacional dos Bis- pos do Brasil (CNBB) instituiu oAno Nacional do Laica- to,queteveinícioem26 denovembrode2017 etemotér- mino previsto para o dia da Festa de Cristo Rei em 2018. O tema escolhido pela CNBB foi: “Cristãos leigos e lei- gas, sujeitos na “Igreja em saída” a serviço do Reino”, e o lema:“SaldaTerraeLuzdoMundo” (Mt5,13-14).Cele- brar a presença e organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil, aprofundar sua identidade, vocação, espiritua- lidade e missão, testemunhando Jesus Cristo e seu Reino na sociedade, como autênti- cos discípulos missionários, é o objetivo geral do Ano Nacionaldo Laicato. “Vocês serão meu povo e eu serei o Deus de vocês” (Jr 30,22). Todos nós, homens e mulheres, sem distinção de raça, credo ou cor, somos povo de Deus, criados que fomos à sua imagem e seme- lhança. Em sua primeira Carta, São Pedro refere-se a essa honraria que nos foi dada gratuitamente, com as seguintes palavras: “Vós, porém, sois raça eleita, nação santa, povo de propri- edade exclusiva de Deus” (Cf.1Pedro2,9). Apalavra Laicato diz res- peito ao conjunto de leigos na sua relação com a Igreja. O nome leigo vem do grego “laos” que quer dizer povo. Apesar da palavra leigo ser usada também para significar pessoa com pouco ou nenhum conhecimento sobre determinado assunto, no campo eclesial o vocábulo leigo refere-se ao batizado bem informado e que, embora não fazendo parte do Cle- ro, porque não recebeu o ministério ordenado (conferido aos diáconos,presbíterosebispos), estudaeprocuraapro- fundar-se cada vez mais na Doutrina Católica e participa ativamente das atividades da Igreja.Aqueles que através do Batismo acolhem esse chamado, são libertados do pecado, celebram a experiência de em Jesus serem filhos adotivos do Pai, tornam-se membros da grande família deDeus naterra,queéaIgreja,eparticipantesdesua mis- são deanunciaroReinodeDeus. Todos somos povo de Deus, todos somos chamados a fazer parte dessa nação santa. É importante não esquecer que o Clero também faz parte do povo de Deus, vez que é formado por leigos que assumiram a missão de orientar, ensinar e conduzir o Laicato pelos caminhos do Evange- lho. Com o Concílio Vaticano II realizado há pouco mais de 50 anos, e comprovada a necessidade urgente da mão de obra do leigo numa sociedade cada vez mais distante dos valores humanos e cristãos, a consciência da missão apostólica do Laicato adquiriu grande relevância, sobre- tudo porque os leigos constituem a grande maioria da Igreja e, bem mais que o Clero, desfrutam de uma maior penetração no mundo secular. Levedar com o fermento do Evangelho o mundo da família, do trabalho, da educa- ção, do lazer, da política, transformar, enfim, essa nossa sociedade injusta, per- missiva, preconceituosa e corrupta numa sociedade sadia onde prevaleçam os valores éticos e o ser huma- nosejarespeitadonasuadig- nidade de criatura e filho de Deus, é a missão específica do leigo. Clero e Laicato não trabalham isolados. Eles se complementam na missão de evangelizar, sempre em sintonia com o Magistério da Igreja, pois foi ao Papa que Cristo confiou sua Igre- ja. Acredito que o primeiro passo para que nós leigos possamos vivenciarcomale- gria e entusiasmo o Ano do Laicato é reconhecer e valo- rizar nossa condição de bati- zados, é ter consciência de que, porque fazemos parte do sacerdócio de Cristo, compete a nós a missão de con- duziromundoparaDeus. A Igreja precisa – e tem urgência – que passemos de meros assistentes para participantes, que troquemos as arquibancadas pela arena, que desçamos do Tabor para a Planície, onde a vida acontece, onde o bem, a verdade e a justiça lutam contra os inimigos do Evangelho de Jesus. E tal qual os leigos que na Igreja primitiva contribuíram de modo decisivo para a expansão do cristianismo, nós, os leigos do século XXI, precisamos assumir com garra e muita coragem nossa identidade de “sujeito eclesial”, isso é, de alguém que, num mundo insosso, sem rumo, mergulhado em trevas, confiado naquele que prometeu que estaria conosco até o fim dos tempos, ousa ser “sal e luz”. Zélia Vianna zelia.vianna@yahoo.com.br
  • 3. HORA SANTA E MISSA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS: 2 de fevereiro, Hora Santa às 9h, emissaàs10h, naIgrejadeSãoPedro. FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR E DIA DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS: 2 de fevereiro, missa às 8h, 10h, 12h, 15h, 17h e 18h, na Igreja deSãoPedro. DIA DE SÃO BRÁS: 3 de fevereiro, missa às 8h, 10h, 12h, 15h e17h, naIgrejadeSãoPedro. PREPARAÇÃO DE PAIS E PADRINHOS PARA O BATISMO DE CRIANÇAS: 3 e 17 de fevereiro, das 14h às 18h,naIgrejaNossa SenhoradaConceiçãodaLapa. BATISMO DE CRIANÇAS: 4 e 18 de fevereiro, às 8h30, naIgrejadeSãoPedro. VIASACRA: 16 e 23 de fevereiro, às 11h e 16h, na Igreja de São Pedro; às 15h30, na Igreja Senhor Bom Jesus dos Aflitos; às 16h, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa. M I S S A E M A Ç Ã O D E G R A Ç A S P E L O S DOADORES DO BAZAR: 18 de fevereiro, missa às 7h30, 9h30 e11h30, naIgrejadeSãoPedro. MISSA EM MEMÓRIA DA MADRE JOANA ANGÉLICA: 20 de fevereiro, às 18h15, na Igreja Nossa SenhoradaConceiçãodaLapa. CÁTEDRADE SÃO PEDRO:22defevereiro. M I S S A E M A Ç Ã O D E G R A Ç A S P E L O S DIZIMISTAS DA PARÓQUIA: 25 de fevereiro, missa às7h30,9h30e11h30, naIgrejadeSãoPedro. ESCOLA DE MARIA: Todo sábado, às 9h, na Igreja de SãoPedro. SEMANA DE CARNAVAL De 9 a 13 de fevereiro, as igrejas de São Pedro, Nossa Senhora da Conceição da Lapa, Nossa Senhora do Rosário e Senhor Bom Jesus dos Aflitos estarão fechadas. QUARTA-FEIRA DE CINZAS 14 de fevereiro, missa das Cinzas às 10h, 12h, 15h, 17h, na Igreja de São Pedro, e às 18h, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa. RETIRO DA QUARESMA 17 de fevereiro, das 8h30 às 11h30, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa. CATEQUESE PARA CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS Inscrições: 24 de fevereiro, das 14h às 16h30, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa. Início: 3 de março. 02: Hora Santa e missa do Sagrado Coração de Jesus; 02, 09, 16 e 23: Via Sacra nas igrejas de São Pedro, Senhor Bom Jesus dos Aflitos e Nossa SenhoradaConceiçãodaLapa; 03 e 17: Preparação de pais e padrinhos para o batismodecrianças; 04 e18:BatismodeCrianças; 25:DomingodeRamos; 29:Quinta-feiraSanta; 30:Sexta-feiraSanta; 31:VigíliadaPáscoa. GRUPO DE MÃES QUE ORAM PELOS FILHOS A nossa Paróquia está incentivando a consolidação do grupo das mães que oram pelos seus filhos. O grupo se reúne todo sábado, às 8h30, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa. Venha participar!
  • 4. Há 56 anos, anualmente, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza a Campanha da Frater- nidade com o objetivo de apresentar um caminho de con- versão quaresmal. Um caminho pessoal, comunitário e social que visibilize a salvação paterna de Deus. Neste ano “Fraternidade e superação da violência” é o tema da campanha. O Evangelho de São Mateus inspira o lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8), no qual Jesus repre- ende os fariseus e mestres da lei por suas práticas não serem coerentes com os seus discursos. “Os fariseus e mestres da lei valorizavam a sociedade hierarquizada. Jesus propõe-lhes, então, um novo modelo mais comuni- tário e fraterno “Vós sois todos irmãos”. Esse lema é um convite para a superação da violência por meio do reco- nhecimento de que cada pessoa humana é irmão, e, se assim o é, então, não se pode deferir contra ele(a) atos de violência. ObjetivoGeral Construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, comocaminhodesuperaçãodaviolência. Objetivosespecíficos 01 – Anunciar a Boa Nova da fraternidade e da paz, estimulando ações concretas que expressem a conversão eareconciliaçãonoespíritoquaresmal. 02 –Analisar as múltiplas formas de violência, consi- derando suas causas e consequências na sociedade brasi- leira, especialmente as provocadas pelo tráfico de dro- gas. 03 – Identificar o alcance da violência nas realidades urbanaeruraldenosso país,propondocaminhosdesupe- ração a partir do diálogo, da misericórdia e da justiça em sintoniacomoEnsinoSocialdaIgreja. 04 – Valorizar a família e a escola como espaços de convivência fraterna, de educação para a paz e de teste- munhodoamoredoperdão. 05 – Identificar, acompanhar e reivindicar políticas públicas de superação da desigualdade social e da vio- lência. 06 – Estimular as comunidades cristãs, pastorais, associações religiosas e movimentos eclesiais ao com- promissocomaçõesquelevemàsuperaçãodaviolência. 07 – Apoiar os centros de direitos humanos, comis- sões de justiça e paz, conselhos paritários de direitos e organizações da sociedade civil que trabalham para a superaçãodaviolência. Ocartaz O cartaz da Campanha da Fraternidade 2018 mostra um grupo de pessoas de diferentes idades e etnias de mãos dadas, representando a multiplicidade da socieda- de brasileira. Especialmente neste Ano do Laicato, o convite é para, por meio da CF/2018, refletir sobre a pro- blemática da violência, particularmente em como supe- rá-la. As pessoas que nele formam um círculo e unem as mãos indicam que a superação da violência só será possí- vel a partir da união de todos. A violência atinge toda a sociedade brasileira em suas múltiplas esferas; o cami- nho para superar a violência é a fraternidade entre as pessoas que se unem para implementar a cultura da paz. (vejaocartaznapágina1destaedição). Otexto-base O texto-base apresenta uma reflexão do tema a partir dométodoVer, JulgareAgir. O VER aborda as múltiplas formas de violência; a violência como sistema no Brasil; e as vítimas da violên- cianoBrasilcontemporâneo. No item múltiplas formas de violência, as reflexões são sobre: a experiência cotidiana da violência, a violên- ciainstitucionaleaculturadaviolência. No item a violência como sistema no Brasil, as refle- xões são sobre: a violência como parte da história do Brasil, política e violência no Brasil e a violência resul- tantedadesigualdadeeconômica. No item as vítimas da violência no Brasil contempo- râneo, as reflexões são sobre: violência racial, violência contra jovens, violência contra mulheres e homens, vio- lência doméstica, exploração sexual e tráfico humano, violência contra trabalhadores rurais e contra os povos tradicionais, violência e narcotráfico, insuficiência do aparato judicial, política e violência, violência e direito à informação,religiãoeviolência,eviolêncianotrânsito. O JULGAR é dividido em dois eixos: Sagrada Escri- turaeMagistériodaIgreja. No item Sagrada Escritura, são apresentadas as cita- çõesbíblicas:Mt23,8:Vós sois todosirmãos!;Gn 2,4-
  • 5. 25: Harmonia do Paraíso; Gn 3,1-24: A violência fruto do pecado do homem; Gn 4,1-16:Amorte deAbel; Gn 20- 24: Ruptura da aliança: o mal que se espalha; Jn: Livro de Jonas: o profeta em meio à violência; Sl 122 (121): Pedido de paz para Jerusalém; Mc 7,14ss: A vio- lência presente no coração do homem; Mt 16,1-4: O sinal de Jonas; Mt 5,9: As bem-aventuranças; Ap 21-22: A novaJerusalém. O item Magistério nos traz para refletir os documen- tos da Igreja: Gaudium et spes (Cap. V); Pacem in Terris; Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI: mensagens para o Dia Mundial da Paz; e Francisco: o gesto de oração e diálogo(ComPerezeAbbas). O AGIR é dividido em três eixos: pessoa e família; comunidade;esociedade. No item pessoa e família e a superação da violência, são sinalizadas ações para a conversão pessoal e familiar à cultura da não violência; e a cultura da empatia: não somos adversários,masirmãos. No item comunidade e superação da violência, são sinalizadas ações para as conquistas e experiências da comunidade eclesial na superação da violência; as obras sociais da comunidade eclesial como caminho para a superação da violência; a promoção eclesial de uma espi- ritualidade que desperte para superação da violência; e o ecumenismo e diálogo inter-religioso como caminho de superaçãodaintolerânciareligiosa. No item sociedade e superação da violência, são sina- lizadas ações para as diversas iniciativas sociais como promotoras da cultura, tais como: observância dos esta- tutos da Criança e Adolescente, do Idoso e do Desarma- mento, e da Lei Maria da Penha; superação da violência contra negros e jovens, da violência política, religiosa, notrânsito,etc. COLETA DA SOLIDARIEDADE O gesto concreto proposto pela Campanha da Frater- nidade é a coleta da solidariedade, que irá acontecer no Domingo de Ramos, no próximo dia 25 de março, que deve ser recolhida integralmente à Arquidiocese que repassará 40% do total ao Fundo Nacional da Solidarie- dade, gerido pela CNBB. Os 60% restantes permanecem naArquidiocese para atender aos Fundos de Solidarieda- de Diocesanos.AIgreja espera a participação de todos os fiéis com sua doação financeira. Os recursos são destina- dos aos projetos que atendem aos objetivos propostos pelaCampanhadaFraternidadedoanoanterior(2017). HINO DA CF/2018 Letra:FreiZilmarAugusto, OFM Música:PadreWallisonRodrigues 01–Nestetempoquaresmal,óDeus davida, AtuaIgrejasepropõeasuperar Aviolênciaqueestánasmãosdomundo, Esaidoíntimodequemnãosabeamar. Refrão: Fraternidadeésuperaraviolência! Éderramar,emvezdesangue,maisperdão! Éfermentarnahumanidadeoamorfraterno! Pois Jesus disseque“somostodosirmãos”.(2x) 02–Quemplantarapazeobempelocaminho, Ecultivá-loscomcarinhoeproteção, Nãomaisveráaviolênciaemsuaterra. Levarapazécompromissodocristão! 03–Aexclusãoquelevaàmortetantagente, Corrompevidasedestróiacriação. “Bastadeguerraeviolência,óDeus clemente!” Éoclamordos filhosteusemoração. 04–Venhaanós, Senhor,teuReinodejustiça, Plenodepaz,deharmoniaeunidade. Sonhamosverumnovocéueumanovaterra: Todos narodadafelizfraternidade. 05–TuaIgrejatemocoraçãoaberto, Enos ensinaoamoracadairmão. EmJesus Cristo,acolhe,amaeperdoa, Quemfezomal,caiuemsi,equerperdão. Oração da CF/2018 Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agradecemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração convertido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém!
  • 6. 01-URSULINA F. BARBOSA DE SOUZA 02-M.ª PUREZA SANTOS 02-SONILHA DA SILVA MOREIRA 03-ANA CLÁUDIA MENDONÇA VITTI 04-HOSANA FREIRE MACHADO CUNHA 04-M.ª ERIVAM DE OLIVEIRA 04-Mª TEREZA SANTOS 04-UBEREANÃ CORTÊS UMBELINO 05-ALTAÍDES DE OLIVEIRA 05-EDSON RODRIGUES DOS SANTOS 05-ILKA MÁRCIA SANTOS PINTO 05-M.ª NEUDES AFONSO OLIVEIRA 07-M.ª AZEVEDO DA COSTA 08-ANTÔNIO CARLOS DE ARAÚJO GUEDES 08-JOEL SANTOS DE OLIVEIRA 09-ALCIANNE DA ROCHA CAMPOS 09-EDNÁ SALES UMBELINO 09-LUCAS VEIGA DA SILVA 10-RITA MARIA HURST DE ANDRADE 11-Mª DE LOURDES MENEZES DE SOUZA 12-ANDRÉ LUIZ OLIVEIRA DE SOUZA 12-M.ª DE LOURDES BORGES 13-BENIGNA NUNES DE SOUZA 13-ENEDINA DA SILVA 14-CELESTINA SOUZA SANTOS 14-MAURA ROSA DOS SANTOS 14-RICARDO V. PASSOS CONCEIÇÃO 15-AURELINA DE MELO NASCIMENTO 15-GILBERTO RODRIGUES MACIEL 15-JOSÉ TRINDADE DOS COSTA LAGE 15-LAÍS DO ESPÍRITO SANTO PEREIRA 15-M.ª BERNADETE BATISTA DE JESUS 16-ANTONINA ROSA BRITO DE SOUZA 16-ARLETE OLIVEIRA BRAGA 16-M.ª DAS GRAÇAS NERY SARDINHA 16-SÉRGIO LUIS S. LACERDA SILVA FILHO 17-LAURICÉLIA BENIGNA MENDES 18-CLÁUDIA CONCEIÇÃO DOS SANTOS 18-EDELZUITA DA SILVA SANTOS 18-EGRON CÍCERO DOS SANTOS 18-ROSALVO SANT'ANA SOUZA FILHO 19-M.ª ALDENORA MIRANDA CUNHA 19-M.ª DE LOURDES BACELAR SILVA 20-ADRIANA CRISTINA B. DOS SANTOS 20-MARIA HELENA SOUZA SILVA 20-RAYMUNDA N. SOARES FRANÇA 20-TEREZINHA PEREIRA DOS SANTOS 21-ALBERTO RAMON DE SOUZA 21-DENISE DE SÁ OLIVEIRA 21-LEANDRO SOARES SOUZA 21-MARINALVA PEREIRA 21-MILENA MARTA O. FERNANDES 22-ISABEL TEIXEIRA MOREIRA 22-JOSEFA CARVALHO BEZERRA 23-EDELZUITA OLIVEIRA CANÁRIO 23-MARGARIDA MARIA Z. PASSOS 23-ROSA MARIA LIMA PLÁCIDO 24-JAILZA NASCIMENTO DA SILVA 24-THAMYRES PEREIRA LIMA 25-EDNA SANTOS 25-JOSELITA COSTA DE ALMEIDA 25-LUIZ CARNEIRO RIBEIRO MACHADO 25-M.ª RAIMUNDAALMEIDA SILVA 25-MARACILDES ROCHA E SILVA 25- M.ª JOSÉ MENDES DOS SANTOS 26-ÍRIS PEREIRA SALIM LATIFF 26-RAILDAA. LIMA BELA JULIÃO 26-WANDIRA BARROS CRUZ 27-GENÁZIO PEREIRA DA SILVA 27-KAREN MATOS DA SILVA MOITINHO 27-KARINA MATOS DA SILVA MOITINHO 27-KARINE COELHO DA SILVA 27-SIZILDAALMEIDA DE SOUZA 27-TEREZINHA DE JESUS C. BRANCO 28-CARMITA PIRES 28-JOSÉ WALTER BATISTA DE MACEDO 28-M.ª JOSÉ RODRIGUES MACIEL 28-M.ª JILVÂNIA BARRETO DE SOUSA 28-M.ª RITA DO ROSÁRIO SANTOS 28-NAILZA RAMOS DA SILVA 28-PAULO HENRIQUE ALVES DOS SANTOS A você, meu irmão, minha irmã, que assume esta Paróquia como dizimista e se compromete com o trabalho pastoral, parabéns! Como presente do seu aniversário, a comunidade paroquial estará unida a você, seus amigos e familiares, nesse dia tão especial, para celebrar esta data. Venha participar, nesse dia, da Santa Missa, às 8h, na Igreja de São Pedro. Caso a data seja no Domingo ou Dia Santo, a missa começa às 7h30. PARÓQUIA DE SÃO PEDRO MOVIMENTO FINANCEIRO DEZEMBRO/2017 RECEITAS Espórtulas de missas ............................... 8.534,00 Espórtulas de batizados .............................. 320,00 Espórtulas de matrimônios .......................... 375,00 Dízimos .................................................. 44.544,15 Coletas ordinárias .................................. 8.194,60 Coleta para a Evangelização................. 1.250,00 Taxas de certidões ...................................... 280,00 Donativos ............................................... 9.000,00 Rendimento do bazar ............................. 8.341,00 Rendimento do restaurante .................... 8.659,25 Rendimento de Aplicações ............................. 8,13 TOTAL ............................................... 89.506,13 DESPESAS Manutenção e conservação .................. 2.685,93 Material litúrgico ...................................... 191,00 Ajuda pastoral a moradores de rua .......... 1.000,00 Ajuda pastoral a mulheres marginalizadas 937,00 Salários ....................................... 32.575,60 Vale refeição ......................................... 7.423,77 Vale transporte ..................................... 1.922,40 Encargos sociais ......................... 9.222,88 Assistência odontológica a funcionários .. 247,00 Côngrua ao pároco ....................... 3.000,00 Material de expediente ............................ 2.100,00 Material de informática ......................... 317,74 Correios .................................................. 1.307,30 Água, energia e telefonia ........................ 2.268,27 Serviços contábeis ............................ 3.100,00 Tarifa bancária ...............................................72,90 Taxa de programa SGCP ...................... 110,50 Repasse à Cúria da Coleta para a Evangelização .................................. .1.250,00 TOTAL ............................................. 69.732,29 SALDO DO MÊS 19.773,84 A grande missão da Igreja é a evangelização. Aquele que assume o dízimo na comunidade está contribuindo para a evangelização no aspecto religioso, social e missionário. SEJA DIZIMISTA INSCREVA-SE NA SECRETARIA PAROQUIAL Visite os espaços do Bazar da Solidariedade, onde também podem ser feitas as doações. Informações pelo telefone: 2137-8666
  • 7. Quem não conhece a história de Caim, que matou o irmão Abel apenas por inveja do relacionamento deste comJavé?Caimficouparasemprecomoo símbolodamal- dade e da antifraternidade.Apartir desse primeiro fratricí- dio da humanidade até os nossos dias, os homens não aprenderam a ser irmãos, nem mesmo depois da vinda de Jesus, que tanto se esforçou para nos transmitir a pedago- gia da convivência fraterna. Por conta disso, vivemos numa sociedade onde os homens não são felizes exata- mente porque não consideram essa dimensão própria do ser humano.Aorigem das desordens sociais que convulsi- onam o momento presente está na ausência dos sentimen- tos fraternos. Se víssemos no outro o irmão, crimes tão desumanos não aconteceriam. Naturalmente os homens seriammenoscompetitivos,injustosecruéis. A Igreja, na sua jornada evangelizadora, destaca-se na luta pela fraternidade, tentando inserir em cada cultura a semente da prática fraterna. Por esse motivo, a Igreja no Brasil realiza anualmente a Campanha da Fraternidade, procurando conscientizar os cristãos de que não existe amordeDeus semmanifestaçõesconcretasdeamoraopró- ximo. No início da quaresma, é lançada como sempre a Cam- panha da Fraternidade, neste ano centrada no tema: “Fra- ternidade e superação da violência”, proposta oportuna para uma sociedade dominada pela agressividade e ódio. Ano a ano se percebe que cresce a sensibilidade da Igreja para com os problemas humanos, tanto os de explícita gra- vidade,comoos escondidosno coraçãodecadaum. Comecemos a refletir sobre a CF 2018 porque é impor- tante a nossa parceria. O seu lema: – “Vós sois todos irmãos” (Mt 28,8) – oferece o fundamento de todo o texto- base e justifica as exigências do amor ao outro, seja ele o irmão biológico ou qualquer outra pessoa que se aproxime de nós. Somos todos irmãos porque somos todos indistin- tamente filhos de um mesmo Pai: Deus. Diante desse prin- cípio teologal, desaparecem todas as supostas diferenças de raça, cor, gênero, cultura e fé.Afraternidade derruba os obstáculos que afastam as pessoas, os abismos que impe- dem unir-nos ao outro por laços de solidariedade. E se ela não é o ponto de partida das experiências afetivas, é inútil qualquer tentativa em favor da harmonia e da reconcilia- ção. O egoísmo não encontra espaço num coração ou numa comunidade que considera o outro como um igual emdireitosedignidade. Parece até falta de criatividade da Igreja, o que absur- damente seria falta de criatividade do Espírito Santo, a CNBB promover anualmente a CF. Mas ela insiste tanto porque deseja livrar os homens do egoísmo, tão presente no individualismo que rastreia hoje o comportamento humano. Por que o homem assalta, apedreja, fere e mata? Porqueeleaindanãopercebeuquesó hápazquandohájus- tiça;só hájustiçaquandoaspessoas sesentemiguaiseuni- das a todos pela filiação divina. E a justiça para não se transformar em legalismo, precisa ser constantemente regada e nutrida na fonte da vida verdadeira: Jesus, Filho do homemeFilhodeDeus, Redentordahumanidade. Yvette Amaral yvettealemosmaral@gmail.com A palavra dispepsia significa má digestão e gastrite quer dizer inflamação no estômago. Nenhuma dessas pala- vras, isoladamente, define uma doença. Dispepsia designa um conjunto de sintomas relacionados ao tubo digestivo alto (esôfago, estômago, duodeno), que pode ser ocasiona- do por várias doenças; e gastrite é um diagnóstico dado através da análise da lesão do tecido gástrico, que indica a presença de um processo inflamatório na mucosa gástrica e que também pode ser resultado de muitas doenças.Aúlcera do duodeno, por exemplo, pode provocar dispepsia, isso é, sintomas relacionados ao tubo digestivo alto e, ao mesmo tempo,podeseracompanhadadegastrite. É preciso ter atenção quanto ao termo gastrite, que erro- neamente é usado como sinônimo de sintomas do tubo digestivo alto. Na consulta médica, são relatadas queixas de excesso de gases do estômago, arrotos, mau hálito, quei- mação e dor na região do estômago, digestão lenta e náu- sea.Atualmente, a palavra dispepsia é utilizada para desig- nar sintomas que se acredita serem originados no tubo digestivo alto, caracterizados por dor ou desconforto no epigástrico, que é traduzido por uma sensação desagradá- vel, não-dolorosa, que pode ser acompanhada por perda de peso, empachamento, sensação de digestão demorada, saciedadeprecoce,arrotos,náusease,àsvezes,vômitos. A dispepsia pode ser funcional ou ter origem orgânica, mas essa diferenciação nem sempre é muito clara. Outras vezes é difícil se estabelecer o limite entre a dispepsia e um simples mal-estar passageiro. A consequência do uso abu- sivo de comidas, bebida alcoólica, por exemplo, não pode ser rotulada como dispepsia. Para se definir dispepsia deve haver um período mínimo de tempo das queixas digestivas, contínuoeintermitente. Agastrite pode ter origem em diversas causas, mas uma das mais frequentes é a infecção pela bactéria “Helicobac- ter pylori”. Outras causas devem ser investigadas, tais como: parasitas, fungos, citomegalovírus, herpes simples e doençadeCrohn. DISPEPSIA E GASTRITE Dr. Getúlio Tanajura Machado gemachado@bol.com.br - tel. 71-3328-5633
  • 8. Informativo da Paróquia de São Pedro Praça da Piedade, 11 - São Pedro - CEP: 40.060-300 - Salvador - Bahia - Brasil Site: www.paroquiadesaopedro.org - E-mail: padreaderbal@bol.com.br Direção e Coordenação: Padre Aderbal Galvão de Sousa Diagramação e Revisão: Equipe da Pastoral da Comunicação Colaboração: Getúlio Machado, Yvette Amaral, Zélia Vianna Ilustrações: Getúlio Machado e internet Jornalista responsável: Maria Alcina Pipolo - MTb/DRT/BA 915 Tiragem: 5 mil exemplares Distribuição Gratuita Arquidiocese de São Salvador da Bahia - Brasil Expediente: Fone: (71) 3329-3280 Maria Alcina Pipolo LINHA DO TEMPO (PARTE FINAL) Em dezembro de 2015, Zélia Vianna inicia nova série de artigos, agora sobre o “Jubileu da Misericórdia”. Em fevereiro de 2016, passa a destacar, a cada mês, uma letra do acrósti- co “Misericórdia”, de autoria do Papa Francisco. Na edição de abril de 2016, o Folha traz um artigo de Dom Murilo: “Nos passos do Papa Francisco”. A edição de maio de 2016 destaca Nossa Senhora, a Bem-Aventurada de todas as gerações. Na edição de janeiro de 2017, Zélia Vianna inicia nova série de artigos no contexto do Ano Nacional Mariano. A edição de maio de 2017 registra a visita pastoral do Bispo Auxiliar Dom Marco Eugênio Galrão à Paróquia.